UFOeUAPARQUIVO EM PORTUGUÊS

ATLAS DE RELATOS

Cada caso, uma porta aberta.

De um eco no radar a marcas no deserto. Escolha uma história e siga as conexões.

Página datilografada da mensagem USAFE 14 de 4 de novembro de 1948, com carimbos Top Secret.Mensagem de inteligência

Luzes e encontros1948Local: Sobre a Base Aérea de Neubiberg; Alemanha, sem posição específica informada

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Objeto relatado pairando sobre a Base Aérea de Neubiberg por cerca de meia hora

Em comentário sobre relatos recorrentes de discos voadores, o informe afirma que, durante a semana anterior, um objeto foi observado pairando sobre a Base Aérea de Neubiberg por cerca de trinta minutos. Não informa dia, hora, observador, características visuais ou resultado de investigação.

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Página datilografada marcada COPY, com cabeçalho da Fourth Air Force, subitens a e b e lista de distribuição no pé.Memorando oficial

Luzes e encontros1948Local: Observação feita em Bakersfield, Califórnia, com objetos vistos na direção sudoeste, rumo a Buena Vista Lake

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Dois objetos vistos caindo em direção a Buena Vista Lake, segundo relato de Les Buchner

Em memorando datado de 11 de março de 1948, a Fourth Air Force relata informação recebida por telefone do escritório do xerife em Bakersfield. O informe atribui a Les Buchner uma observação, em 5 de março entre 16h10 e 16h55, de dois objetos que pareciam cair de origem desconhecida.

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Memorando datilografado da Quarta Força Aérea sobre a investigação de um disco voador em Bakersfield.Memorando militar

Luzes e encontros1948Local: Ao norte de Bakersfield, Califórnia, segundo o relatório

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Dois objetos relatados ao norte de Bakersfield por Denio

O mesmo memorando de 11 de março registra separadamente uma observação atribuída a Denio, funcionário da Pacific General Electric Company em Bakersfield. Segundo o informe, dois objetos de origem desconhecida caíram ao norte da cidade em 8 de março de 1948; um parecia estar em chamas e deixava fumaça vermelha e preta.

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Página datilografada com o cabeçalho TAPE No. T-00763(R1b), coluna à esquerda com os rótulos P.A.O., S/C e HOUSTON, e as falas em maiúsculas à direita, terminando com o comentário sobre o bogey às 4 horas e 24 minutos de voo.Transcrição oficial

Luzes e encontros1965Local: Em voo orbital da missão Gemini 7; posição orbital precisa não informada

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“Bogey” e partículas relatados durante a missão Gemini 7

Na transcrição, Houston pergunta se o objeto avistado por Borman era o booster ou uma observação natural. Borman responde que há “debris” e chama a ocorrência de avistamento real; informa que também vê o booster e descreve centenas de pequenas partículas passando à esquerda, estimadas visualmente em cerca de três ou quatro milhas. A fala qualifica a distância como aparente e contém trecho marcado como garbled.

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Formulário rosado do SHAEF com o título Incoming Message em vermelho, carimbos Secret, data 1 March 1945 e texto datilografado sobre an aluminum colored cylinder shaped object.Mensagem militar (teletipo recebido)

Relatos militares de 1944–19451945Local: Grade F-5710, local não identificado

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Cilindro cor de alumínio relatado pelo 107th Squadron / 67th TAC/R Group

Mensagem de 4 de março de 1945 retransmite informe do HQ Ninth Tactical Air Command datado de 1º de março: um cilindro cor de alumínio, estimado em 12 pés de comprimento e 1 pé de diâmetro, teria sido visto a 9.000 pés. Parecia suspenso verticalmente, com pequenas aletas e uma haste saindo da extremidade inferior.

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Recorte de folha datilografada: Night of 16-17 December 1944, 20 miles North of Breisach (W-0173), 5 or 6 flashing red and green lights in T shape.Documento militar (trecho de relatório)

Relatos militares de 1944–19451944Local: 20 mi ao norte de Breisach (W-0173)

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Luzes piscantes vermelhas e verdes ao norte de Breisach

Tripulação a 800 pés descreveu cinco ou seis luzes vermelhas e verdes piscando em T. Primeiro pensou em fogo antiaéreo; cerca de dez minutos depois, as mesmas luzes estariam mais próximas e atrás, acompanhando curvas para bombordo e estibordo, aproximando-se da posição de oito horas e a 1.000 pés. Sumiram após vários minutos.

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Recorte de folha datilografada: Night of 22-23 December 1944, Patrolling at Angels 10 from Sarrebourg to Strasbourg, two lights coming towards A/C from the ground.Documento militar (trecho de relatório)

Relatos militares de 1944–19451944Local: Patrulha entre Sarrebourg e Strasbourg; proximidades de Hagenau

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Luzes laranjas junto à aeronave perto de Hagenau

Às 06h00, tripulação viu duas luzes vindo do solo. Ao alcançar altitude do avião, nivelaram e ficaram na cauda por cerca de dois minutos; depois se afastaram e se apagaram. Pareciam um brilho laranja grande e, na avaliação da tripulação, moviam-se sob controle.

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Recorte de folha datilografada: Night of 23-24 December 1944, Approximately 10 miles South of Point X, com a anotação manuscrita Q6745, a glowing red object shooting straight up.Documento militar (trecho de relatório)

Relatos militares de 1944–19451944Local: Cerca de 10 mi ao sul de Point X (Q6745)

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Objeto vermelho ascendente e aparência subsequente de aeronave em manobra

Na noite de 23–24 de dezembro de 1944, a cerca de dez milhas ao sul de Point X (Q6745), observador relatou um objeto vermelho brilhante a aproximadamente cinco milhas a nordeste, subindo em linha reta. O extrato diz que a aparência mudou subitamente para a visão de uma aeronave fazendo uma manobra “wing over”, entrando em mergulho e desaparecendo. A redação não demonstra transformação física de um objeto em outro.

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Recorte de folha datilografada: Night of 26-27 December 1944, At 01:45 hrs. saw two yellow streaks of flame flying at same level.Documento militar (trecho de relatório)

Relatos militares de 1944–19451944Local: Patrulha; grades Q-9050 e R-1556

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Rastros amarelos, bolas vermelhas e grupos de luzes na patrulha

Às 01h45, relataram dois rastros amarelos de chama ao nível do avião, a cerca de 3.000 pés a bombordo, além de bolas vermelhas que teriam permanecido por dez segundos, a cerca de 45 milhas. Rastros sumiram após mudança de rumo e perda de altitude. GCI respondeu não haver aeronave inimiga. Tripulação também notou grupos de luzes em linhas semelhantes a flechas e sentiu o que pensou ser turbulência de hélice; o texto não estabelece uma fonte comum.

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Recorte de folha datilografada: Night of 27-28 December 1944, Eight miles NE of Luneville at 19:10 hrs. saw three sets of three lights (red and white).Documento militar (trecho de relatório)

Relatos militares de 1944–19451944Local: 8 mi NE de Lunéville

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Conjuntos de luzes vermelhas e brancas perto de Lunéville

Na noite de 27–28 de dezembro de 1944, a oito milhas a nordeste de Lunéville, às 19h10, o extrato registra três conjuntos de três luzes vermelhas e brancas. Menciona luzes a estibordo e bombordo, a 1.000–2.000 pés atrás, aproximando-se, com a aeronave em Angels 10. A sequência diz “Pulled up to Angels 8” e que as luzes se apagaram; a aparente inconsistência entre subir e a numeração menor foi preservada. A consulta a Churchman sobre haver algo na área recebeu resposta negativa.

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Trecho do relatório COMETA com o título e o início do relato de Giraud.Recorte de relatório

COMETA e relatos internacionais1977Local: sobre Dijon, França

Encontro de Hervé Giraud em voo de Mirage IV

Segundo o depoimento de Hervé Giraud ao COMETA, em 7 de março de 1977, por volta de 21h locais, ele e seu navegador retornavam de missão noturna num Mirage IV, sobre Dijon, a 9.600 m e Mach 0,9. Viram brilho intenso à direita, na mesma altitude, aproximando-se em aparente rota de colisão. O controlador militar de Contrexéville informou não ter contato correspondente e pediu verificação do oxigênio.

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Página de jornal com o título 'Pilot encounters with UFOs' e texto sobre o estudo de segurança da aviação de Richard Haines.Recorte de jornal

COMETA e relatos internacionais1994Local: perto de Coulommiers, França

Observação da tripulação do voo Air France AF 3532

Segundo o COMETA, às 13h14 de 28 de janeiro de 1994, Jean-Charles Duboc, Valérie Chauffour e o chefe de cabine observaram o fenômeno durante voo Nice–Londres a 11.900 m. Primeiro o compararam a balão ou aeronave em curva. O relatório apresenta distância visual estimada em 50 km e inferência posterior de tamanho em torno de 250 m, dependente da correlação proposta com o radar.

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Trecho do relatório COMETA com o título e a introdução do caso RB-47.Recorte de relatório

COMETA e relatos internacionais1957Local: Mississippi, Louisiana e Texas, EUA, em voo de treinamento

Encontro radar, visual e de micro-ondas envolvendo RB-47

O COMETA situa o episódio do RB-47 em 17 de julho de 1957 e resume entrevistas feitas com seis tripulantes em 1969. A aeronave, em treinamento no sul dos EUA, transportava equipamento de detecção de emissões de radar. Esse equipamento indicava características e direção dos sinais; o próprio texto ressalva que não fornecia a distância da fonte.

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Coluna de jornal impressa em papel amarelado, com parágrafos sobre perseguições de caças a objetos não identificados.Recorte de jornal

COMETA e relatos internacionais1976Local: Teerã, Irã

Incidente aéreo de Teerã envolvendo dois F-4

Na noite de 18–19/09/1976, chamadas sobre luz ao norte de Teerã teriam motivado a saída de dois F-4. As tripulações relataram contato radar, falhas instrumentais/de comunicação ao se aproximarem e objetos menores; um míssil não foi disparado quando sistemas falharam, conforme a narrativa reproduzida. O COMETA cita investigação posterior e busca sem vestígios no lago indicado. Documentos de radar e depoimentos completos não estão reproduzidos aqui; a fonte não identifica a origem do objeto.

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Página de jornal em três colunas com o título Pilot encounters with UFOs e o nome do The Providence Journal no pé.Recorte de jornal

COMETA e relatos internacionais1995Local: aproximação do aeroporto de San Carlos de Bariloche, Argentina

Objeto ao lado do voo AR 674 em Bariloche

Na narrativa atribuída ao SEPRA, o Boeing 727 do voo Aerolíneas Argentinas AR674 aproximava-se de San Carlos de Bariloche em 31 de julho de 1995 quando houve falta de energia na cidade. Na aproximação seguinte, a tripulação teria visto à direita algo semelhante a aeronave grande, com três luzes, acompanhando seu voo; outra aeronave aguardava no setor.

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Trecho do relatório COMETA com a descrição do objeto observado em Antananarivo.Recorte de relatório

COMETA e relatos internacionais1954Local: Antananarivo, Madagascar

Objeto luminoso observado em Antananarivo

Edmond Campagnac relatou ao COMETA que em 16/08/1954 uma bola verde vista em Antananarivo reapareceu como forma alongada, com porção verde destacada e faíscas. O texto fala de centenas de testemunhas, luzes de lojas apagadas e reação de animais; esses dados são testemunhais e não constituem medições verificadas no PDF. Dois ou três minutos depois foi narrado avistamento de objeto 'idêntico' a 150 km sobre uma escola rural, registrado em c10; a identidade física dos objetos é apenas hipótese condicional. O COMETA afirma não ter localizado nos arquivos da Força Aérea a investigação mencionada pelo depoente.

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Trecho do relatório COMETA com a introdução do caso de Kapustin Yar.Recorte de relatório

COMETA e relatos internacionais1989Local: perto de Kapustin Yar, região de Astrakhan, então União Soviética

Relatos de militares em base de mísseis perto de Kapustin Yar

O COMETA atribui a arquivo desclassificado pelo KGB em 1991 sete depoimentos escritos de dois setores da base próxima a Kapustin Yar, referentes à noite de 28–29/07/1989. Cinco depoentes descreveram até três objetos a 3–5 km e aproximação de caça; dois outros, incluindo Volochine, descreveram disco com domo luminoso e feixe sobre depósito. O arquivo é apresentado como incompleto e sem menção a detecção radar. A compilação não traz todos os depoimentos primários nem prova instrumental independente das trajetórias e distâncias narradas.

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Trecho datilografado em inglês com o título 4.1 Valensole, Alpes-de-Haute-Provence, July 1, 1965, e o subtítulo In-depth investigation by the Gendarmerie Nationale.Recorte de revista

COMETA e relatos internacionais1965Local: campo perto de Valensole, Alpes-de-Haute-Provence, França

Relato de Maurice Masse em Valensole

Maurice Masse contou ter encontrado em 01/07/1965 objeto no campo de lavanda em Valensole, visto dois seres pequenos e sofrido imobilização, segundo o relato compilado. A gendarmaria registrou depressão, orifícios e lavandas afetadas; o COMETA menciona contradições no depoimento, mas julgou plausível parte dos efeitos relatados. As marcas não demonstram por si sós a causa do episódio e esta compilação não fornece cadeia de custódia ou documentação técnica primária integral.

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Trecho datilografado em inglês com o título 4.2 Cussac, Cantal, August 29, 1967, e o subtítulo GEPAN/SEPRA investigation.Recorte de revista

COMETA e relatos internacionais1967Local: Cussac, Cantal, França

Relato infantil de Cussac e segunda investigação

Em Cussac, em 29/08/1967, duas crianças relataram pequenos seres perto de esfera luminosa que teria decolado em espiral; odores e sintomas também são narrados. O texto distingue apuração inicial de uma segunda investigação em 1978 a pedido do conselho científico do GEPAN, com testemunhas secundárias, reconstrução e parecer favorável à sinceridade das crianças. Sinceridade e sinais relatados não identificam o objeto nem confirmam interpretação extraordinária; depoimentos e laudos integrais não acompanham o PDF.

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Trecho datilografado em inglês com o título 4.3 Trans-en-Provence, Var, January 8, 1981, e o subtítulo GEPAN/SEPRA investigation.Recorte de revista

COMETA e relatos internacionais1981Local: Trans-en-Provence, Var, França

Objeto e vestígios investigados em Trans-en-Provence

Em Trans-en-Provence, em 08/01/1981, um homem disse ter visto objeto metálico silencioso pousar por segundos e partir. Gendarmaria e GEPAN examinaram marcas no solo e amostras de plantas; o COMETA relata alterações vegetais que diminuíam com a distância e cita Michel Bounias para a hipótese de campo eletromagnético pulsado. O próprio texto diz que nenhuma pista satisfez todas as condições e que origem e identificação permaneciam incertas. As análises são resumidas, não reproduzidas integralmente, nesta compilação.

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Trecho do relatório COMETA com o início do caso Amaranth.Recorte de relatório

COMETA e relatos internacionais1982Local: Nancy, Meurthe-et-Moselle, França

Relato de objeto pairando no caso Amaranth

No caso Amaranth, em 21/10/1982, um pesquisador relatou objeto oval que teria pairado cerca de vinte minutos a um metro do solo; descreveu movimento do capim e alterações em amaranto. O COMETA discute a hipótese de campo elétrico, mas informa que condições de amostragem e armazenamento impediram verificá-la definitivamente. Valores de 30 e 200 kV/m aparecem como inferências de estudos anteriores, não medições do campo no local do suposto objeto.

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Folha de teletipo em papel rosa, datilografada em maiúsculas, com trechos sublinhados, carimbos e rubricas manuscritas.Teletipo

COMETA e relatos internacionais1947Local: rancho perto de Roswell e base de Roswell, Novo México; comunicado posterior em Fort Worth, Texas

Incidente de Roswell conforme apêndice COMETA

O apêndice sobre Roswell reúne anúncio da base de 08/07/1947 sobre 'disco', explicação posterior de balão e testemunhos/diligências de décadas seguintes. Menciona relatório da Força Aérea de 1994 que atribui destroços ao Projeto Mogul e relatório GAO de 1995 sobre arquivos destruídos; também relata alegações de materiais e corpos sem comprová-las. A tese de desinformação e a possibilidade extraterrestre são interpretações do COMETA, não conclusões demonstradas pelos documentos compilados. O apêndice mistura evento de 1947, publicações posteriores e especulação; cada data tem função distinta.

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Página de jornal com título sobre teóricos de UFO e quatro fotografias em preto e branco de objetos no céu.Recorte de jornal

COMETA e relatos internacionais2000Local: condado de St. Clair, Illinois, EUA

Relato de objeto triangular por policiais no condado de St. Clair

As reportagens de Leslie Kean reproduzidas nas pp89 e 91 mencionam quatro policiais em diferentes pontos de St. Claire County, Illinois, que teriam visto grande forma triangular iluminada, voando e pairando, em 5 de janeiro de 2000. A p89 explicita o ano; a p91 traz “Jan. 5” no contexto de maio de 2000. O recorte cita altitude aproximada de 1.000 pés e deslocamento rápido segundo um policial, mas não inclui os boletins primários ou medições.

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Ficha datilografada com 26 campos do incidente 54, Mar do Norte.Ficha de incidente

COMETA e relatos internacionais1947Local: Mar do Norte

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Objeto rápido detectado sobre o Mar do Norte e perseguido por Mosquito da RAF

Ficha da Força Aérea americana, baseada em relato do Ministério do Ar britânico: em 16/01/1947, às 22h30, um caça noturno Mosquito em treino foi guiado por radar até uma aeronave não identificada a 22.000 pés sobre o Mar do Norte; seguiu-se uma perseguição que terminou às 23h sobre Norfolk, na Inglaterra.

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Recorte de jornal com o título 'UFO Shuts Down Russian Airport' e texto curto da Agence France Presse.Recorte de jornal

COMETA e relatos internacionais2001Local: aeroporto de Barnaul, sul da Sibéria, Rússia

Fechamento do aeroporto de Barnaul após relato de objeto luminoso

Notícia da Agence France Presse datada de 27 de janeiro de 2001, citando Interfax e o diretor Ivan Komarov, relata que o aeroporto de Barnaul deixou de usar a pista por cerca de 90 minutos na sexta-feira anterior. A tripulação de um Il-76 recusou decolar ao afirmar que via objeto luminoso sobre a pista; outra aeronave pousou em aeroporto diferente. Segundo a notícia, o objeto partiu depois. O recorte está na p93 e não é duplicata da reportagem da p90. Não inclui registros de controle aéreo ou identificação do objeto.

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Primeira página do relatório confidencial de Olmsted sobre objetos voadores não identificados.Relatório de observação

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Região de Griffiss, Nova York; distância estimada em cerca de 30 milhas

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Objeto cilíndrico observado perto de Griffiss

Relatório militar de 1949 descreve objeto cilíndrico prateado que desceu de aproximadamente 20 mil para 7 mil pés e desapareceu em camada de nuvens. A chama foi comparada a mais de duas vezes o comprimento do objeto. A continuação atribui as descrições ao observador/tenente-coronel Kuhl (leitura provável) e registra ausência de radar, fotografia e fragmentos.

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Página datilografada com carimbo CONFIDENTIAL e os elementos essenciais da informação sobre o objeto visto perto de Boston.Fac-símile de documento

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Cerca de 20 milhas a sudoeste de Boston; coordenadas anotadas no relatório como 42N/71°30W

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Objeto tubular observado por piloto de T-6

Relatório Olmsted sobre observação de um único piloto de T-6 às 08h45 (hora do Leste). Descreve objeto tubular branco, cerca de seis milhas à frente; o formulário traz estimativas de dimensões e altitude, mas alguns campos são corrompidos. Não há radar, foto ou fragmento; horários de voos e eventual dispositivo de teste ficaram desconhecidos.

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Círculo grande representando a tela do radar, com um ponto no centro, uma linha diagonal rotulada lubber line, uma mancha rotulada Rota Island à esquerda, outra rotulada Guam à direita e seis arcos curvos paralelos à direita de Guam, com a legenda interference as it appeared on the scope.Diagrama de tela de radar

Relatórios militares de 1948–19491949Local: RB-29 perto de Guam; diagrama cita Guam, Rota e referência de 100 milhas

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Interferência de radar perto de Guam

Resumo operacional de 16 de junho descreve interferência na tela de radar de um RB-29 durante voo de 2 de maio de 1949. A frase datilografada sobre interferência deliberada foi riscada e emendada à mão; seu sentido final não é recuperável com segurança. Um diagrama esquemático mostra arcos rotulados como interferência, sem constituir fotografia de alvo físico.

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Recorte de desenho a mão com uma tabela de cinco linhas manuscritas e, abaixo, um gráfico com uma linha inclinada descendo entre marcas de 2.500 e 500 pés.Detalhe de croqui de testemunha

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Kodiak, Alasca; uma versão situa desaparecimento perto de Puffin Island

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Fenômeno luminoso observado em Kodiak

Relatório de 23 de abril reúne relatos divergentes sobre luz ou objeto luminoso. Herring descreveu luz verde-azulada por cerca de 15 segundos e estimou velocidade e altitude; outros depoimentos diferem quanto a cor, forma, tamanho e horário. Comentário institucional considera provável a ocorrência, sem avaliar conclusivamente sua natureza. Páginas 55–58 repetem ou acompanham o mesmo episódio.

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Mensagem rosa de teletipo militar com carimbos SECRET e ACTION COPY, tratando da luz vermelha vista em Fort Chimo.Fac-símile de documento

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Fort Chimo, Quebec, Canadá, conforme a mensagem

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Luz vermelha relatada em Fort Chimo

Mensagem preliminar relata, em 18 de março de 1949, luz vermelha semelhante à de aeronave, a aproximadamente10 mil pés (ONE ZERO THOUSAND na mensagem) e velocidade estimada em 200 mph. Quatro testemunhas teriam visto a luz durante três minutos, seguindo de oeste para leste, sem som. A investigação ainda seria completada.

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Mensagem rosa do Centro de Mensagens do Departamento do Exército, com carimbo ACTION COPY, sobre o som de motores ouvido em Fort Chimo.Fac-símile de documento

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Estação Crystal 1, Fort Chimo, Quebec (informe retransmitido por Goose Bay, Labrador)

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Som de motores sem objeto visível em Fort Chimo

Mensagem retransmitida por Goose Bay informa que a estação Crystal 1, em Fort Chimo, ouviu ruído semelhante a motores lentos por 15–20 minutos. Não foram vistos objeto ou luzes. Checagem inicial não identificou aeronaves na área; relatório escrito estava pendente.

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Página datilografada com carimbo CONFIDENTIAL com os dados da observação em Godman Field e a lista das testemunhas.Fac-símile de documento

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Godman Field, Kentucky

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Luz colorida acompanhada por teodolito em Godman

Relatório de 7 de fevereiro de 1949 e telegrama associado registram quatro testemunhas de uma luz verde, amarela e vermelha, descrita como rotativa, observada a sudoeste de Fort Knox. O objeto/luz foi acompanhado com teodolito; desapareceu após clarões por volta de 03:10, após início aproximado às 02:50 Eastern. O instrumento foi mencionado, sem medidas instrumentais suficientes para identificar a fonte luminosa.

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Traço a lápis de uma gota deitada, com a parte arredondada à esquerda e uma cauda fina e longa à direita.Esboço no relatório militar

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Coordenadas impressas 56°10′N, 117°30′W; primeiro trecho de voo Edmonton–Kittigazuit, Canadá

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Objeto alaranjado em forma de ovo observado em voo no Canadá

Em 17 de novembro de 1948, às 14:18Z, tripulação em voo entre Edmonton e Kittigazuit relatou objeto único em forma de ovo com cauda, laranja e flamejante, com rumo sudoeste e velocidade desconhecida. O relatório estima cerca de 50 pés de altura para o objeto e, na continuação, altitude aproximada de 18.000 pés, mergulho raso, ausência de som e presença de rastro; a aeronave seguia a 7.000 pés MSL. O objeto foi visto brevemente acima de nuvens estratiformes e teria iluminado o céu atrás de si. Todas as medidas do objeto são estimativas relatadas.

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Formulário datilografado com o título Incident Summary Sheet e campos numerados de 1 a 23, com o número de incidente 218 no alto à direita.Formulário oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Cerca de 40 milhas a noroeste de Martinsburg, West Virginia

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Objeto semelhante a sinalizador a noroeste de Martinsburg

Formulário Olmsted datado de 13 de dezembro registra evento em 11 de dezembro, às 22:45E, observado de C-45F. Descreve luz vermelha-azul-vermelha, semelhante a sinalizador de paraquedas, a altitude estimada de 10–11 mil pés, por cerca de um minuto. Parecia sinalizador apagando; sem radar.

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Formulário datilografado com o título Incident Summary Sheet, número de incidente 216 sublinhado e 25 campos numerados.Formulário oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Área de Chanute; direção relatada de nordeste para sudoeste

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Objeto luminoso relatado em relatório meteorológico de Chanute

Relatório e dois depoimentos descrevem um objeto branco e redondo observado em Chanute em 8 de dezembro de 1948, por volta de 18:46. Dois observadores o compararam a foguete ou meteoro e relataram movimento para sudoeste e desaparecimento após poucos segundos; suas estimativas de direção, ângulo e rastro não coincidem em todos os detalhes. Os documentos foram assinados em 9 de dezembro. Não há fotografia ou identificação definitiva.

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Formulário datilografado em letras claras sobre fundo escuro, com carimbos Restricted e Unclassified sobrepostos e o número de incidente 7.Formulário oficial

Relatos de 19471947Local: Portland, Oregon

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Disco metálico visto por Earl Patterson em Portland

Earl Patterson, ex-piloto do Air Corps e então policial, relatou um disco de cor alumínio seguindo para sudoeste, em velocidade que considerou extraordinária. Estimou altitude de cerca de 30.000 pés e disse que o objeto mudou de direção em ângulo de 90 graus; por isso supôs que pudesse ser controlado por rádio. Não ouviu som nem viu rastro.

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Recorte de jornal em duas colunas com a manchete Flying Saucers Reported Seen By Scores of Eyewitnesses.Recorte de jornal

Relatos de 19471947Local: Perto de Emmett, Idaho, em voo da United Air Lines; Seattle é destino, não local do avistamento

Nove objetos relatados por piloto e tripulação da UAL sobre Idaho

Em 4 de julho de 1947, às 20h04, o capitão E. J. Smith e tripulantes de uma aeronave da United Air Lines relataram perto de Emmett, Idaho, cinco formas parecidas com discos em formação frouxa e depois outras quatro. Smith disse que as acompanhou por cerca de 45 milhas rumo noroeste; a comissária Marty Morrow foi chamada à cabine e também as viu, segundo a narrativa da p. 26. A aparência das faces e o desaparecimento foram descritos visualmente; o próprio piloto não determinou a forma nem a natureza dos objetos.

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Ficha datilografada do incidente 30, Lockbourne, 7 de janeiro de 1948.Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)

Relatos de 19481948Local: Lockbourne Army Air Base, Columbus, Ohio

Lockbourne, 7 de janeiro de 1948: relatos de luzes e comunicações de voo

O arquivo reúne quatro relatos de 7 de janeiro de 1948 em torno de Lockbourne e Columbus: observações de luzes feitas por McGee, um operador de torre, Eisele e dois pilotos em voo. Há referências cruzadas entre relatórios e comunicação a Lockbourne, o que justifica uma página documental conjunta.

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Fac-símile de página do FBI com duas cópias xerográficas muito contrastadas: nuvens e uma forma curva na parte de cima, e um disco com cúpula central na parte de baixo.Cópias de fotografias entregues pelo declarante

Arquivo do FBI1944Local: Projeto que o declarante situou na “Floresta Negra da Áustria”; relato feito em Miami, Flórida, EUA

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Miami, 1967: ex-piloto austríaco diz ter fotografado um disco a jato em 1944

Paul L. Peyerl contou ao FBI em 1967 que testou e fotografou, no fim da guerra, uma aeronave em forma de disco com motores a jato. O FBI registrou o relato e repassou as imagens à Força Aérea sem endossá-lo.

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Primeira página do relatório de missão do Oriente Médio, com a narrativa em ordem de horário e várias tarjas.Relatório de missão

Registros militares recentes2025Local: Oriente Médio; local da observação suprimido no relatório

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Oriente Médio, 2025: operador descreve uma “órbita branca redonda” a até 500 milhas por hora

Um relatório de missão da Operação Inherent Resolve registra um UAP visto no vídeo do sensor por cerca de nove minutos, descrito como branco e redondo e com velocidade de até 500 milhas por hora. O vídeo oficial PR133 mostra quase cinco minutos em que o sensor persegue uma área de contraste, perde-a e a reencontra.

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Página com a narrativa da missão e as classificações de segurança, com tarjas oficiais.Relatório de missão

Registros militares recentes2022Local: Oriente Médio, área de missão da Operação Inherent Resolve; local suprimido

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Oriente Médio, 2022: UAPs de 1 a 2 metros aparecem várias vezes durante missão com poeira

Um relatório de missão registra UAPs que voavam de forma esporádica sobre a área-alvo por mais de uma hora e meia, estimados entre 80 e 180 milhas por hora e com 1 a 2 metros. Dois vídeos oficiais, PR140 e PR141, mostram o sensor acompanhando áreas de contraste e alternando câmera óptica e infravermelho.

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Primeira página do relatório de missão da Síria, 2024, com a narrativa em horários.Relatório de missão

Registros militares recentes2024Local: Síria, área de missão da Operação Inherent Resolve

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Síria, 2024: clarões e uma “bola de luz branca disforme” cruzam a câmera de um avião de vigilância

Um relatório de missão registra, durante 45 minutos, clarões de luz de origem desconhecida que cruzaram a câmera de vídeo da aeronave e um efeito de halo no alto da imagem. Três vídeos oficiais, PR31, PR32 e PR33, mostram manchas coloridas que duram poucos segundos.

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Primeira página do relatório de missão da Grécia, 2023, com narrativa em horários e tarjas vermelhas.Relatório de missão

Registros militares recentes2023Local: Grécia; a missão partiu e voltou à base de Larissa

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Grécia, 2023: aeronave de volta à base vê um objeto pequeno e circular voando rente ao mar

Um relatório de missão registra um UAP “aparentemente circular, pequeno demais para distinguir detalhes”, voando logo acima do mar em direção à terra, a cerca de 30 mph. O vídeo oficial PR35 mostra o alvo sobre a água e sua perda quando o fundo passa a ser terra.

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Formulário Range Fouler preenchido, com campos de data, coordenadas, opções marcadas e texto livre sobre um objeto branco.Formulário Range Fouler

Registros militares recentes2020Local: Oriente Médio; coordenadas do formulário no norte do Golfo Pérsico

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Golfo Pérsico, 2020: tripulação segue um objeto branco que parecia fazer movimentos irregulares sobre a água

Um formulário de interferência em área de treino registra um objeto branco e sólido, redondo, que cruzou o campo de visão do sensor durante uma missão noturna e foi seguido com dificuldade. O vídeo oficial PR36 mostra mais de dois minutos de perseguição com o sensor, que não chega a travar no alvo.

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Formulário Range Fouler com várias opções de forma marcadas e muitos campos tarjados.Formulário Range Fouler

Registros militares recentes2020Local: Oceano Atlântico, segundo o título oficial; espaço aéreo suprimido

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Oceano Atlântico, 2020: tripulação da Marinha descreve um objeto bordô que parecia um balão deformado

Um formulário Range Fouler registra um objeto escuro, meio bordô, com 12 a 15 pés de altura, que seguia com o vento e não manobrou. O vídeo oficial PR116 mostra 32 segundos em que o sensor mantém uma área de contraste no centro da imagem.

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Formulário Range Fouler quase todo tarjado, com poucos campos legíveis.Formulário Range Fouler

Registros militares recentes2019Local: Leste dos Estados Unidos, segundo o título oficial; local suprimido

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Leste dos EUA, 2019: veterano de 28 anos vê de um King Air um objeto pequeno passar em alta velocidade

Um operador a bordo de uma aeronave civil King Air, com 28 anos de trabalho para a Força Aérea e a Marinha, relatou um objeto pequeno que passou abaixo em linha reta e em sentido oposto. O vídeo oficial PR112 mostra 20 segundos em que a área de contraste sai do quadro quando o zoom muda.

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Primeira página do relatório de missão de Al Dhafra com a narrativa em horários.Relatório de missão

Registros militares recentes2023Local: Região do Golfo, em missão a partir da base de Al Dhafra, Emirados Árabes Unidos

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Golfo, 2023: aeronave que partiu dos Emirados registra dois UAPs em 41 minutos, um deles “frio” no infravermelho

Um relatório de missão registra dois UAPs, com velocidades estimadas de 320 e 440 mph, sem manobras e avaliados como benignos. O vídeo oficial PR27 tem quase cinco minutos, e o alvo só aparece depois de 1 minuto e 56 segundos.

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Primeira página do relatório de missão do Oriente Médio, 2022, com a narrativa em horários.Relatório de missão

Registros militares recentes2022Local: Oriente Médio, área da Operação Inherent Resolve; local suprimido

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Oriente Médio, 2022: tripulação de vigilância vê um “possível míssil” e depois quatro UAPs com perfil de aves

Um relatório de missão conta cinco UAPs que cruzaram a tela do sensor em pouco mais de quatro horas: o primeiro com aparência de possível míssil, os outros quatro mais próximos do perfil de aves. O vídeo oficial PR19 tem cinco segundos e mostra só o primeiro.

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Primeira página de um formulário FD-302 do FBI de 2026, com nomes e datas tarjados e texto da entrevista.Formulário FD-302

Arquivo do FBI2026Local: Oeste dos Estados Unidos, segundo o título oficial do vídeo; local suprimido

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Oeste dos EUA, 2026: alerta de radiofrequência leva a dois objetos escuros vistos em aparelho térmico

Um formulário de entrevista do FBI registra que um observador, alertado por uma detecção de radiofrequência, apontou um aparelho térmico e viu dois objetos escuros que se moviam devagar e juntos. O vídeo oficial PR007 mostra as duas áreas de contraste em modo preto-quente.

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Duas fotografias granuladas em preto e branco, uma sobre a outra, cada uma mostrando uma forma escura contra o céu claro.Fotografia do acontecimento (ampliações de fotos de autor particular, arquivadas pelo governo)

Arquivo do FBI1947Local: Phoenix, Arizona, EUA

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Phoenix, 1947: as duas fotografias de William Rhodes e os negativos que foram para a Força Aérea

Um técnico de Phoenix fotografou com uma câmera caixão um objeto escuro que circulava sob as nuvens. O arquivo guarda as ampliações, o memorando militar e a entrevista em que ele entregou os negativos sabendo que não voltariam.

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Fotografia em preto e branco de dois blocos escuros e irregulares de material poroso, com a palavra Confidential riscada no alto e embaixo.Fotografia

Arquivo do FBI1947Local: Maury Island e Tacoma, Washington; queda do avião perto de Kelso, Washington, EUA

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Tacoma, 1947: os fragmentos de Maury Island e a queda do B-25

Dois homens de Tacoma contaram que discos soltaram fragmentos sobre um barco perto de Maury Island, e os dois oficiais de inteligência que os entrevistaram morreram na queda de um B-25 horas depois. Relatórios militares e do FBI preservam a investigação, fotografias das amostras e a declaração assinada em que os dois negaram qualquer ligação do material com discos.

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Três desenhos em lápis azul de um objeto alongado de pontas afiladas, visto de cima, de lado com uma faixa vermelha e de baixo, com anotações manuscritas e a assinatura A. C. Urie.Desenho testemunhal

Arquivo do FBI1947Local: Cânion do rio Snake, perto de Twin Falls, Idaho, EUA

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Twin Falls, 1947: um pai e dois filhos veem um objeto azul descer o cânion do rio Snake

O dono de uma criação de trutas no fundo do cânion do rio Snake disse ter visto, com os dois filhos pequenos, um objeto azul-claro com chama vermelha passar a baixa altura. O FBI o entrevistou e guardou os desenhos coloridos que ele fez, com vistas de cima, de lado e de baixo.

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Memorando do FBI de San Francisco, de 26 de agosto de 1947, sobre relatos de discos voadores.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1947Local: Cedar Ravine Road, perto de Placerville, Califórnia, EUA

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Placerville, 1947: um objeto metálico some numa nuvem de fumaça diante de um casal

Um perito de seguros de Sacramento e a esposa disseram ter visto, da estrada, um objeto de brilho cromado mergulhar e desaparecer numa nuvem de fumaça escura. Agentes da contrainteligência militar voltaram ao local com ele, não acharam vestígios e cogitaram um avião comum visto de longe.

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Teletipo rosa do FBI de Filadélfia, de 7 de agosto de 1947, sobre o objeto em chamas.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1947Local: Filadélfia, Pensilvânia, EUA (oeste da cidade e Oxford Circle, no nordeste)

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Filadélfia, 1947: vizinhos em bairros distantes veem um objeto em chamas cruzar o céu

Por volta das 22h45, moradores de dois bairros de Filadélfia a cerca de dez milhas um do outro relataram um objeto branco ou azulado, rápido, com rastro de fumaça e um zumbido. O FBI os entrevistou, descartou experimentos militares e um incêndio numa fábrica química, e encerrou o caso sem explicação.

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Recorte amarelado de jornal com duas colunas de texto sobre o primeiro relato de discos voadores e a declaração de Byron Savage, de Oklahoma City.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1947Local: Oklahoma City, Oklahoma, EUA

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Oklahoma City, 1947: um piloto particular diz ter visto um disco branco semanas antes de Arnold

Um engenheiro de som e piloto particular contou a militares de Tinker Field que, em maio de 1947, viu um objeto branco, redondo e achatado cruzar o céu de Oklahoma City em 15 a 20 segundos. A inteligência da Força Aérea pediu ao FBI que verificasse seus antecedentes, junto com os de Kenneth Arnold.

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Folha rosada de teletipo com carimbo roxo da Seção de Comunicações do FBI de 9 de agosto de 1952, um parágrafo em maiúsculas e anotações a lápis no pé, uma delas circulada.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1952Local: Área 400 da usina de Savannah River, Comissão de Energia Atômica, Carolina do Sul, EUA

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Savannah River, 1952: dois funcionários veem uma luz azul sobre uma usina nuclear

A segurança da Comissão de Energia Atômica informou ao FBI que dois empregados da Du Pont viram uma luz azul de borda laranja, em forma de pires, passar rápido sobre uma área da usina de Savannah River. O teletipo urgente de um parágrafo é o único registro do caso nesta seção do arquivo.

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Folha pautada escrita à mão em letra cursiva, com carimbos vermelhos e pretos do FBI sobre a metade inferior e a anotação a lápis 'ack 8/22/52 LH' no pé.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1952Local: Zona rural de Jackson, Minnesota, EUA

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Jackson, Minnesota, 1952: uma luz circula uma fazenda e tiras brilhantes aparecem no pasto

Um morador de Jackson escreveu a J. Edgar Hoover que uma vizinha viu uma luz branca circular uma fazenda de madrugada e que, na manhã seguinte, o tio dele achou no pasto um monte de tiras brilhantes sobre trevo queimado. O FBI anotou que a amostra parecia papel-alumínio picado e repassou tudo à Força Aérea.

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Carta manuscrita de 9 de maio de 1953 enviada ao FBI, com carimbos e anotações do escritório.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1953Local: Estacionamento ao lado do MIT, Cambridge, Massachusetts, EUA

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Cambridge, 1953: ao sair de uma aula no MIT, uma mulher vê uma luz laranja cruzar o céu

Uma moradora de Watertown escreveu ao FBI que, ao sair de uma aula no MIT, viu com outro estudante um objeto redondo e alaranjado atravessar o céu devagar e sumir em segundos. Sem saber a quem avisar, ligou para vários órgãos sem resposta; o FBI encaminhou a carta à Força Aérea.

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Recorte de jornal amarelado, estreito e rasgado à direita, com o início de um título que começa por "President", colunas de texto sobre Glenn e as partículas luminosas, uma linha vermelha à margem e, embaixo, um aviso de correção e um anúncio de frangos.Recorte de jornal

Relatos de astronautas1962Local: Órbita terrestre, nos três nasceres do sol do voo Mercury-Atlas 6

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Friendship 7, 1962: John Glenn descreve “vaga-lumes” em volta da cápsula a cada nascer do sol

Uma semana depois do primeiro voo orbital americano, John Glenn descreveu a cientistas da NASA milhares de pontos amarelo-esverdeados que apareciam em volta da cápsula a cada nascer do sol. Um rascunho interno de março de 1962 concluiu que eram partículas ligadas à nave ou ao foguete, não vindas do espaço.

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Página datilografada do rascunho de nota da NASA sobre as observações científicas de Carpenter.Rascunho de nota científica

Relatos de astronautas1962Local: Órbita terrestre, voo Mercury-Atlas 7

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Aurora 7, 1962: Scott Carpenter bate na parede da cápsula e solta uma nuvem de partículas

Um rascunho de nota da NASA registra que Scott Carpenter viu e fotografou partículas brancas parecidas com flocos de neve nas três órbitas e, pouco antes da reentrada, bateu com a mão na parede da cápsula, liberando muitas delas. O texto conclui que o mais provável eram flocos formados pelo vapor do sistema de suporte de vida.

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Folha de título do debriefing científico de Walter Schirra, 12 de março de 1963.Folha de título de debriefing

Relatos de astronautas1962Local: Órbita terrestre, voo Mercury-Atlas 8

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Sigma 7, 1962: Walter Schirra vê “flocos de geada” e liga os vaga-lumes ao ambiente da própria nave

No debriefing científico de março de 1963, Walter Schirra descreveu partículas brancas e outras amarelo-esverdeadas em volta da Sigma 7 e uma película na janela deixada pelo foguete de escape. Ele próprio atribuiu os “vaga-lumes” a gases e vapor liberados pela nave.

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Página da transcrição do debriefing de Schirra, com o início da discussão sobre a África.Transcrição de debriefing

Relatos de astronautas1962Local: Sobre o oceano Índico, depois de passar pelo sul da África, segundo a reconstrução de Schirra

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Sigma 7, 1962: a “faixa de smog” marrom que Schirra viu no horizonte depois de cruzar a África

Schirra chamou de sua maior surpresa uma camada marrom-acinzentada, “cor de smog”, que ocupava todo o horizonte e escurecia as estrelas vistas através dela. Os cientistas estimaram que ela seria centenas de vezes mais brilhante que o brilho noturno comum, e a questão ficou sem resposta no documento.

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Diagrama a traço com dois arcos da superfície terrestre, uma faixa hachurada acima e setas numeradas indicando linhas de visada vertical e horizontais.Diagrama científico

Relatos de astronautas1962Local: Órbita terrestre, lado noturno, voo Mercury-Atlas 6

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Friendship 7, 1962: a camada de névoa acima do horizonte que apagava estrelas

John Glenn viu uma faixa de cor bege a cerca de 6 a 8 graus acima do horizonte noturno, que fazia as estrelas enfraquecerem e voltarem a brilhar ao se aproximarem do horizonte. O relato gerou memorandos na NASA e uma carta de um cientista de Los Alamos, que propôs dióxido de nitrogênio como explicação.

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Página da transcrição em que Schirra começa a contar o episódio da cabine do avião.Transcrição de debriefing

Relatos de astronautas1963Local: Em voo comercial noturno rumo à Costa Oeste dos EUA

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Costa Oeste dos EUA, 1962-1963: Schirra é chamado à cabine de um avião para ver o brilho que assustou os pilotos

Walter Schirra contou a cientistas da NASA que, viajando como passageiro, foi chamado à cabine porque os pilotos não sabiam o que era um enorme brilho no céu depois do pôr do sol. Ele o atribuiu ao lançamento de um foguete Blue Scout na base de Vandenberg.

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Primeira página da seção de avistamentos visuais do debriefing da Gemini V.Transcrição de debriefing

Relatos de astronautas1965Local: Órbita terrestre e reentrada noturna da Gemini V

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Gemini V, 1965: uma luz verde “tipo aurora”, um possível satélite e um objeto reentrando atrás da nave

Na seção de avistamentos do debriefing da Gemini V, Gordon Cooper e Charles Conrad falam de uma luz verde intensa que mudava a aparência do brilho atmosférico, de algo que não conseguiram identificar em voo livre e de um objeto grande reentrando atrás deles. Os próprios astronautas sugerem aurora e peças da nave como explicação.

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Mensagem classificada do Exército sobre o objeto visto por pilotos de jato perto de Fairbanks.Mensagem militar classificada

Arquivo do FBI1950Local: Céu perto de Fairbanks, Alasca; perseguição até a vila de Clear

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Fairbanks, Alasca, 1950: pilotos de jato perseguem objeto escuro sem asas depois de um clarão

Uma mensagem militar de dezembro de 1950 relata que pilotos de jato sobre o campo Weeks, em Fairbanks, viram um clarão amarelo, uma fumaça marrom subindo e um objeto escuro em forma de charuto. Eles o perseguiram até a vila de Clear, mas o perderam de vista.

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Desenho em traço claro sobre fundo preto de um disco achatado com cúpula central e anotações manuscritas abaixo.Esboço de testemunha (cópia negativa)

Arquivo do FBI1952Local: Ritchie Highway, ao sul de Baltimore, Maryland, EUA

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Baltimore, 1952: motorista diz que disco pairou sobre seu carro, e o passageiro desmente

Donald Stewart contou que um disco com cúpula pairou três minutos sobre seu carro na Ritchie Highway e parou o motor. A investigação da Força Aérea enviada ao FBI reúne o esboço da testemunha, uma inspeção do carro e o recuo do único outro ocupante, que disse não ter visto nada.

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Folha rosada de teletipo com carimbo roxo da Seção de Comunicações do FBI de 12 de maio de 1952, texto em maiúsculas sublinhado a lápis e anotações manuscritas no pé.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1952Local: Área 400 da usina de Savannah River, perto de Ellenton, Carolina do Sul, EUA

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Savannah River, 1952: quatro funcionários da DuPont contam oito objetos dourados sobre a usina

Um teletipo urgente do FBI relata que quatro empregados da DuPont viram, em meia hora, oito objetos em forma de disco, amarelos a dourados, passar em silêncio sobre a Área 400 da usina da Comissão de Energia Atômica. Um deles teria voado tão baixo que precisou subir para passar por cima de tanques altos.

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Mensagem de rádio classificada de Pepperrell com o relato da tripulação da Marinha.Mensagem militar classificada

Arquivo do FBI1951Local: Atlântico Norte, a 49°50' N e 50°03' O, a leste da Terra Nova

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Atlântico Norte, 1951: tripulação da Marinha vê luz amarela crescer e dar meia-volta

Uma mensagem da Força Aérea enviada da base de Pepperell, na Terra Nova, relata que cinco oficiais de um avião da Marinha viram por sete ou oito minutos uma luz amarelada, “como fogo”, aproximar-se, crescer em forma semicircular e sumir no horizonte. A cópia foi parar no arquivo do FBI.

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Teletipo urgente do FBI de Phoenix sobre o objeto visto em 29 de junho de 1950.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1950Local: Phoenix, Arizona, EUA; perdido de vista a cerca de 20 milhas ao norte de Blythe, Califórnia

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Phoenix, 1950: objeto visto por moradores e seguido por um B-29 é identificado como balão

Um objeto no céu de Phoenix foi visto por muitos moradores, captado por radar e seguido por um bombardeiro B-29. Dias depois, a Força Aérea encerrou o caso: um piloto de caça que subiu até 47 mil pés o descreveu como um balão com instrumentos.

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Parte superior da folha de rosto do relatório da inteligência naval de San Diego.Folha de rosto de relatório naval

Arquivo do FBI1949Local: Vale a oeste de Hart Mountain, sul do Oregon, EUA

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Sul do Oregon, 1949: piloto particular vê seis ou sete objetos ovais em fila junto a Hart Mountain

Um ex-piloto da Marinha, voando em seu próprio avião da Califórnia para o Oregon, relatou uma fila de seis ou sete objetos ovais de metal sem pintura voando no sentido contrário. O oficial da inteligência naval que registrou o caso descartou as explicações mais comuns e disse que o avistamento continuava sem resposta.

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Memorando do FBI com a primeira versão do caso do disco de Helendale.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1948Local: Deserto de Mojave, na pista particular perto de Helendale, Califórnia, EUA, segundo a apuração final

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Deserto da Califórnia, 1948: disco caído mobiliza FBI e Força Aérea e era uma pipa-alvo abandonada

Um mecânico de instrumentos de Houston levou ao FBI filme e uma peça de um "disco voador" que ele e conhecidos fotografaram caído no deserto. Em menos de dois dias, o FBI de Los Angeles descobriu que o objeto era o protótipo de uma pipa-alvo, testado e abandonado ali por seus fabricantes.

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Teletipo do FBI de Houston de 4 de julho de 1950.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1950Local: Campo a cerca de 100 jardas a noroeste do aeroporto municipal de Alice, Texas, EUA

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Alice, Texas, 1950: "disco voador" achado perto do aeroporto era brincadeira de mecânicos

No feriado de 4 de julho de 1950, um objeto elíptico com antenas, aberturas e a inscrição "não toque" apareceu perto do aeroporto de Alice. Em poucas horas, a polícia descobriu que era feito de pedaços de asas de avião soldados por mecânicos do próprio aeroporto.

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Pequeno recorte de jornal amarelado com o título "Local Man Reports Seeing What He Believes Was Flying Disc", colado numa folha com o nome do jornal e a data datilografados.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1949Local: Cruzamento da rua North Eleventh com a Grand Avenue, Fort Smith, Arkansas, EUA

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Fort Smith, Arkansas, 1949: carteiro para no semáforo e aponta um objeto brilhante como espelho

Um entregador de correspondência expressa viu um objeto muito brilhante cruzar o céu para sudeste e desceu do carro para mostrá-lo a outros motoristas. Minutos depois, um oficial do Exército contou que a esposa vira algo parecido no dia anterior.

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Página datilografada com cabeçalho do Air Materiel Command, marca CONFIDENTIAL riscada e dois parágrafos.Carta oficial

História da investigação1946Local: Suécia, com relatos também na Finlândia, Dinamarca e Noruega

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Escandinávia, 1946: a inteligência do Exército dos EUA avalia os “foguetes-fantasma”

Um boletim secreto da Divisão de Inteligência do Departamento de Guerra resumiu, em janeiro de 1947, a onda de “foguetes-fantasma” sobre a Escandinávia. A análise admitiu apenas poucos casos compatíveis com mísseis do tipo V-1 e atribuiu os relatos de grande altitude a meteoros ou fogos de artifício.

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Folha larga com duas linhas quase paralelas, uma contínua e outra tracejada, descendo da esquerda para a direita, e legenda manuscrita no canto inferior esquerdo.Diagrama de análise

História da investigação1950Local: Estádio de beisebol de Great Falls, Montana, EUA

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Great Falls, 1950: o gerente de um time de beisebol filma dois discos brilhantes

Nicholas Mariana filmou em 16 mm dois objetos brilhantes sobre Great Falls, e a Força Aérea levou o filme à análise da Marinha em 1952. Os cálculos navais de velocidade partiram de uma distância arbitrária de cinco milhas, bem maior que a estimada pela própria testemunha.

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Primeira página da transcrição da palestra de Ruppelt, com o selo do Departamento de Guerra.Primeira página de transcrição

História da investigação1952Local: Local da palestra não identificado na transcrição

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Palestra de 1952: Ruppelt diz que um em cada cinco relatos “não permite conclusão”

A transcrição de uma palestra do capitão Edward J. Ruppelt mostra como a Força Aérea reorganizou a investigação de objetos voadores não identificados no início de 1952. Ele conta cerca de 800 casos, dos quais uns 20% seriam bons relatos sem explicação, e descreve câmeras e radares que pretendia usar para obter dados físicos.

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Fotografia noturna em preto e branco com cerca de vinte manchas claras dispostas num arco em forma de V invertido, com legenda em inglês na base.Recorte de revista com fotografia

História da investigação1951Local: Lubbock, Texas, EUA

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Lubbock, 1951: professores medem luzes em formação e rejeitam as fotos de um estudante

Na palestra de 1952, o capitão Ruppelt chamou Lubbock de o caso mais interessante que a Força Aérea já tinha tido. Professores do Texas Tech viram e mediram grupos de luzes, um calouro as fotografou, e a investigação terminou entre fraude não provada e a hipótese de patos iluminados pela cidade.

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Ofício datilografado com carimbo Confidential riscado, assinado por Donald L. SpringerDocumento

Arquivo do FBI1947Local: Distrito do monte Adams, cordilheira das Cascatas, Washington, EUA

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Monte Adams, 1947: um garimpeiro diz ter visto pelo telescópio os discos do dia de Arnold

Dois meses depois do avistamento de Kenneth Arnold, um garimpeiro de Portland escreveu à Força Aérea dizendo ter visto os mesmos objetos, no mesmo dia, com um telescópio. Entrevistado pelo FBI, acrescentou que a bússola que levava oscilou pouco antes de os discos aparecerem.

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Peças sobre fundo claro: um disco metálico, duas bobinas com fios, uma caixinha metálica e um anel na fileira de cima, e dezenas de fragmentos claros e escuros espalhados abaixo.Fotografia de evidência

Arquivo do FBI1947Local: Fazenda perto de Danforth, Illinois, EUA

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Danforth, 1947: o “disco” que caiu numa fazenda era feito de gesso e peças de rádio velhas

Um fazendeiro de Illinois disse que um objeto caiu em sua terra e queimou o mato ao redor, e o xerife mandou os restos ao FBI. Wright Field concluiu que eram gesso, bobinas refeitas e um alto-falante antigo, provavelmente uma fraude, apesar de uma funcionária do Exército ter sugerido ligação com um projeto secreto.

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Resumo datilografado do Air Defense Command com carimbo Confidential e selo de desclassificação.Resumo de entrevista

Arquivo do FBI1947Local: Em voo entre o marcador de Everett e o radiofarol de Bedford, a noroeste de Boston, Massachusetts, EUA

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Perto de Boston, 1947: comandante e navegador da Pan American veem objetos diferentes do mesmo avião

Um Constellation da Pan American voava de Gander para Nova York quando o navegador viu um objeto dourado à direita e o comandante, um objeto alaranjado à esquerda. O Air Defense Command entrevistou os dois e registrou versões que não coincidem.

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Fotografia quase toda preta com um fino traço branco interrompido na horizontal e dois pontinhos claros próximos ao centro; na margem esquerda, uma seta escrita à mão diz Flight Path.Fotografia

Arquivo do FBI1947Local: Birmingham, Alabama, EUA

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Birmingham, 1947: noite de discos luminosos, o depoimento de um sargento e uma foto com rastro de luz

Na noite de 6 de julho de 1947, centenas de moradores de Birmingham telefonaram aos jornais dizendo ter visto discos no céu. Um comandante da reserva aérea mandou ao comando superior uma fotografia, o depoimento de um sargento e recortes; a Força Aérea respondeu que não investigaria um caso isolado.

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Relatório de avistamento datilografado com carimbos Restricted e Confidential riscado, assinado pelo capitão William H. Smith.Relatório final de avistamento

Arquivo do FBI1947Local: Harmon Field, Stephenville, Terra Nova (hoje Canadá)

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Stephenville, Terra Nova, 1947: dois observadores seguem por três minutos uma luz avermelhada que pisca e muda de rumo

Uma funcionária do governo da Terra Nova e um tenente navegador caminhavam em Harmon Field quando viram uma luz avermelhada em lampejos, que primeiro tomaram por estrela cadente ou avião. O relatório militar registra a conclusão deles, sem explicação oficial.

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Relatório de avistamento datilografado, com carimbos Restricted e Confidential riscado.Relatório final de avistamento

Arquivo do FBI1947Local: A bordo do vapor Burgeo, cerca de uma hora depois de sair de Sydney, Nova Escócia, rumo a Port aux Basques, Terra Nova

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Estreito de Cabot, 1947: quatro passageiros e o capitão do vapor Burgeo veem lampejos em intervalos iguais

Quatro homens de uma construtora que trabalhava em Harmon Field conversavam no convés com o capitão do Burgeo quando viram quatro ou cinco lampejos espaçados por cerca de um segundo. O capitão disse ter visto algo parecido quatro dias antes, no mesmo trecho.

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Recorte de jornal em duas colunas com a manchete Air Forces Intelligence Joins Search for Flying Saucers e trechos sublinhados.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1947Local: Rodovia 17, cerca de um terço do caminho entre Las Cruces e o campo de lançamento de V-2 de White Sands, Novo México, EUA

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A caminho de White Sands, 1947: quatro pessoas de um carro de pesquisadores da Marinha veem um objeto prateado

Um funcionário da seção de foguetes-sonda do Laboratório de Pesquisa Naval, dois colegas e a mulher de um deles viram de um carro um objeto brilhante cruzar a estrada rumo ao norte. As estimativas de altura e velocidade divergem, e um dos cientistas disse que o teria tomado por balão meteorológico, não fosse a velocidade.

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Recorte amarelado de jornal com manchete grande em duas linhas e texto em duas colunas.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1960Local: Grand Blanc, Michigan, EUA

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Grand Blanc, 1960: fotógrafo diz ter flagrado um objeto diante da Lua, e o FBI repassa os slides à Força Aérea

Joseph Perry fotografava a Lua com um telescópio caseiro e, ao revelar o filme, encontrou numa imagem uma forma oval com brilho e rastro. Entregou dois slides ao FBI, que os passou à Força Aérea; segundo um relato de segunda mão, a Força Aérea devolveu o slide dizendo tratar-se de defeito de revelação.

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Teletipo do FBI em papel rosa com o assunto objeto voador não identificado, Socorro.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1964Local: La Madera, cerca de 70 milhas ao norte de Santa Fé, Novo México, EUA

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La Madera, 1964: dois dias após Socorro, um homem diz ter visto um objeto como um tanque cercado de chama azul

Ao sair para acalmar cavalos, Orlando Gallegos disse ter visto no chão, a uns 300 pés da casa do pai, um objeto do formato de um tanque de butano cercado de chama branco-azulada. A polícia estadual achou marcas e área queimada; um major da Força Aérea viu lixo no local e cogitou uma lata de tinta em combustão.

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Página datilografada do debriefing com a marca Confidential riscada e diálogo entre Collins, Armstrong e Aldrin.Página de debriefing técnico

Relatos de astronautas1969Local: Espaço, na trajetória entre a Terra e a Lua

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Apollo 11, 1969: o objeto em forma de “L” que a tripulação viu a caminho da Lua

No debriefing técnico da Apollo 11, Aldrin, Armstrong e Collins contam que viram pela janela um objeto brilhante que parecia um “L”, uma mala aberta ou um cilindro oco, conforme o foco do instrumento. Pensaram no terceiro estágio do foguete, mas o controle informou que ele estava a cerca de 6.000 milhas, e a tripulação encerrou a conversa sem conclusão, suspeitando de algo solto da própria nave.

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Página datilografada do debriefing com o relato de Aldrin sobre clarões.Página de debriefing técnico

Relatos de astronautas1969Local: Interior do módulo de comando, entre a Terra e a Lua

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Apollo 11, 1969: os clarões que Aldrin via dentro da cabine ao tentar dormir

Buzz Aldrin contou no debriefing técnico que, com as luzes apagadas, via pequenos clarões dentro da cabine, às vezes duplos ou em forma de linha, e arriscou que algo penetrava na nave. Armstrong, que só procurou o fenômeno na última noite, disse ter feito cerca de 50 observações em uma hora.

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Página datilografada do debriefing, seção 21, com diálogo entre Armstrong e Aldrin.Página de debriefing técnico

Relatos de astronautas1969Local: Órbita lunar, olhando para a Terra acima do horizonte da Lua

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Apollo 11, 1969: a luz forte vista na Terra, primeiro atribuída a um laser e depois a um lago

Na seção de avistamentos do debriefing técnico da Apollo 11, Aldrin conta que, em órbita lunar, viu na Terra uma fonte de luz bastante brilhante e a atribuiu provisoriamente a um laser. Na volta, ao ver algo parecido pelo monóculo, a tripulação revisou a conclusão para o reflexo do Sol num lago, embora Aldrin ainda achasse o brilho incomum.

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Transcrição com colunas de tempo, falante e texto; o trecho de Bean está no meio da página.Transcrição de comunicação

Relatos de astronautas1969Local: Superfície da Lua, dentro do módulo lunar Intrepid, no Oceano das Tempestades

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Apollo 12, 1969: Alan Bean vê da superfície da Lua “partículas de luz” que parecem escapar da Lua

Na transcrição ar-terra da Apollo 12, Alan Bean conta a Houston que, olhando pelo telescópio de alinhamento do módulo lunar, via partículas e clarões de luz passando e seguindo para o espaço; pensou no próprio sistema de refrigeração, mas disse que algumas pareciam estar “escapando da Lua”. Houston apenas acusa o recebimento.

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Transcrição com os trechos sobre fragmentos brilhantes destacados em amarelo.Transcrição de comunicação

Relatos de astronautas1972Local: Espaço, logo depois da saída da órbita terrestre rumo à Lua

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Apollo 17, 1972: fragmentos brilhantes em volta da nave na separação do terceiro estágio

Pouco depois de deixar a órbita da Terra, a tripulação da Apollo 17 descreveu a Houston partículas “muito brilhantes”, fragmentos angulosos que giravam e cintilavam perto da nave. Ronald Evans arriscou gelo ou tinta soltando do terceiro estágio, e o controle lembrou ter visto tinta descascando no foguete.

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Transcrição com colunas de tempo e falante, fita 46/5.Transcrição de comunicação

Relatos de astronautas1972Local: Espaço, na trajetória entre a Terra e a Lua

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Apollo 17, 1972: “há algo lá fora”, o objeto piscante que Cernan pediu para localizar

Gene Cernan relatou a Houston um objeto brilhante e distante que girava e piscava em ritmo regular, “algo físico lá longe”, e marcou sua passagem para que o controle calculasse a posição. Schmitt, que já o vinha observando, achava que era o terceiro estágio do foguete, e horas depois Cernan falou em dois piscantes que poderiam ser painéis do adaptador da nave.

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Transcrição da fita 60/2 com o relato do clarão lunar.Transcrição de comunicação

Relatos de astronautas1972Local: Superfície lunar ao norte da cratera Grimaldi, observada da nave

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Apollo 17, 1972: Harrison Schmitt vê um clarão na superfície da Lua ao norte da cratera Grimaldi

Descrevendo a Lua iluminada pela luz da Terra, o geólogo Harrison Schmitt interrompeu a narração para dizer que tinha acabado de ver um clarão na superfície, ao norte de Grimaldi, e sugeriu conferir os sismômetros porque um pequeno impacto produziria luz. No debriefing técnico, ele diz apenas que teve um clarão “que pensou ser” na superfície lunar.

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Transcrição da fita 46/4 com a descrição dos clarões.Transcrição de comunicação

Relatos de astronautas1972Local: Interior da nave, entre a Terra e a Lua

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Apollo 17, 1972: os clarões que a tripulação via no escuro, “como o farol de um trem”

Na Apollo 17, que levou um experimento para estudar os clarões vistos pelos astronautas, Gene Cernan contou a Houston que, quase dormindo, viu um ponto muito brilhante piscar “bem entre os olhos, como o farol de um trem vindo na sua direção”. No debriefing, Schmitt disse que viram clarões quase continuamente, exceto durante o experimento de olhos vendados.

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Página datilografada do debriefing do Skylab 1/3 com a fala de Garriott.Página de debriefing técnico

Relatos de astronautas1973Local: Órbita terrestre, visto da janela da estação Skylab

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Skylab 3, 1973: o ponto vermelho que girava e acompanhou a estação por dez minutos

No debriefing da segunda tripulação do Skylab, Owen Garriott, Jack Lousma e Alan Bean descrevem um objeto avermelhado, mais brilhante que Júpiter, que variava de brilho a cada 10 segundos e seguiu a estação por cerca de dez minutos. Para eles era um satélite em órbita muito parecida, mas ninguém lhes disse qual, e Garriott pediu a identificação.

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Folha de rosto do documento JSC-08809.Capa de debriefing técnico

Relatos de astronautas1974Local: Órbita terrestre, visto da estação Skylab

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Skylab 4, 1973-1974: luzes piscando fora da estação, com movimento próprio

No debriefing da última tripulação do Skylab, o comandante Gerald Carr conta que, duas ou três vezes, viram luzes piscando do lado de fora, com movimento claro em relação à estação. Supuseram pedaços do próprio Skylab ou outros satélites, e atribuíram a aparência de “tombamento” à oscilação dos clarões.

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Lâmina militar em inglês com texto à esquerda, mapa escuro ao centro com marcações numeradas e quadros de imagem de sensor mostrando manchas claras.Lâmina de briefing com mapa e quadros de sensor

Registros militares recentes2016Local: Mediterrâneo oriental, 55 milhas náuticas a noroeste de Latakia, Síria

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Mediterrâneo, 2016: avião de patrulha P-8A acompanha objeto rente ao mar perto de Latakia, na Síria

Uma lâmina de briefing da Marinha dos EUA registra que um avião de patrulha P-8A viu, pelo sensor eletro-óptico e infravermelho, um objeto voando baixo sobre o mar a cerca de 500 nós por uns dois minutos. O próprio documento o trata como “possível míssil” ligado a um grupo naval russo e avalia a atividade como padrão.

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Formulário Range Fouler Reporting Form preenchido, com tarjas de informação suprimida.Formulário Range Fouler

Registros militares recentes2020Local: Golfo de Áden, segundo o texto dos formulários

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Golfo de Áden, 2020: dois formulários do mesmo esquadrão descrevem objeto redondo e “frio” no infravermelho

Dois formulários do 172º Esquadrão de Ataque, preenchidos com seis semanas de intervalo, descrevem com quase as mesmas palavras um objeto redondo e frio no infravermelho, com mudanças bruscas de direção. Os números mudam muito: 277 mph durante oito minutos no primeiro caso, 20 mph durante cerca de um minuto no segundo.

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Formulário Range Fouler de 24/08/2020 com a descrição de três contatos aéreos sobre o Mar da ArábiaFormulário oficial

Registros militares recentes2020Local: Norte do Mar da Arábia

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Mar da Arábia, 2020: piloto de helicóptero da Marinha vê um contato sumir numa nuvem e voltar acompanhado de mais dois

Um piloto do esquadrão de helicópteros HSM-73 relatou três possíveis contatos aéreos pequenos, sem sinal de radar, de sensores eletrônicos ou de identificação amigo-inimigo. O primeiro foi perdido atrás de uma nuvem; quando reapareceu, havia mais dois a leste, todos mantendo o mesmo curso, velocidade e altitude.

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Formulário Range Fouler de 27/10/2020 com o relato de dois contatos infravermelhos e interferênciaFormulário oficial

Registros militares recentes2020Local: Não informado (nome do arquivo: “NA”)

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Outubro de 2020: piloto de F-16 vê dois contatos, um girando em torno do outro, e registra interferência no radar

Um piloto do 77º Esquadrão de Caça Expedicionário, mandado identificar um contato desconhecido, travou o radar e gravou o pod de mira, mas não chegou a menos de 16,9 milhas náuticas. O pod mostrou dois contatos quentes, um circulando o outro; ele viu duas luzes vermelhas piscando e o radar indicou interferência.

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Primeira página do relatório de missão com a narrativa horária do vooRelatório de missão

Registros militares recentes2024Local: Sobre o mar, na rota de volta à base aérea de Al Dhafra (OMAM), Emirados Árabes Unidos

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Emirados Árabes Unidos, 2024: tripulação na volta à base vê esfera quente com uma haste embaixo, rente à água

Um relatório de missão do 3º Esquadrão de Operações Especiais descreve uma “esfera quente e brilhante” com uma haste vertical presa embaixo, voando em linha reta rente à água a cerca de 140 nós. A própria tripulação sugeriu que a haste podia ser o reflexo do objeto na água; o vídeo oficial PR29 mostra 21 segundos da cena.

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Primeira página do relatório de missão de dois F-16 com a narrativa por horárioRelatório de missão

Registros militares recentes2023Local: Espaço aéreo da Síria, área de segurança do leste (ESSA), a nordeste de “RLZ”

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Síria, 2023: dois F-16 em patrulha veem de dez a vinte objetos brilhantes que somem do pod de mira

Uma dupla de F-16 em missão de defesa aérea registrou “possivelmente 10 a 20” UAPs, objetos brilhantes que manobravam depressa de oeste para leste e ficavam cerca de 20 segundos no pod de mira antes de escurecer e sumir. A tripulação comparou a imagem com a de uma estrela e anotou que os resultados foram diferentes.

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Imagem de sensor em tons de cinza mostrando terreno visto do alto, com retículo de mira no centro e retângulos brancos de tarja.Imagem de sensor militar

Registros militares recentes2022Local: Iraque, área-alvo com coordenadas tarjadas (Operação Inherent Resolve)

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Iraque, 2022: aeronave de reconhecimento vê UAPs de 1 a 2 metros voando de forma esporádica sobre a área-alvo

Um relatório do 196º Esquadrão de Ataque diz que, durante a varredura de uma área-alvo, a tripulação viu periodicamente UAPs “voando de forma esporádica”, com 1 a 2 metros e velocidades entre 80 e 180 mph. Duas imagens de sensor publicadas como PR130 e PR131 estão numeradas logo antes do relatório no mesmo pacote de liberação.

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Primeira página do relatório de missão com a narrativa da calibração de armasRelatório de missão

Registros militares recentes2024Local: Zona de operação restrita RAINDROP da base aérea de Ayn al-Asad, Iraque

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Iraque, 2024: durante disparo de míssil em treino, objeto quente cruza os sensores de aeronave de operações especiais

Numa calibração de armas perto da base de Ayn al-Asad, dois oficiais viram um objeto não identificado “voar” pelos sensores em alta velocidade, entre o disparo de um míssil AGM-176 e o impacto. O objeto causou um reflexo intenso nos sensores infravermelhos, e a tripulação não soube dizer se outro objeto se soltou dele.

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Memorando do FBI de 14/12/1958 com relatos de detetives e moradores sobre uma bola de fogoMemorando oficial

Arquivo do FBI1958Local: Jersey City, Woodbridge e West Orange, Nova Jersey, EUA

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Jersey City, 1958: detetives e moradores veem uma chama branco-azulada cruzar o céu

Na madrugada de 14 de dezembro de 1958, dois detetives da polícia de Jersey City e vários moradores telefonaram ao FBI para descrever um objeto com chama longa e brilhante. Uma anotação no próprio memorando registra que o Planetário Hayden atribuiu os avistamentos a meteoros muito brilhantes.

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Memorando do FBI de 28/10/1959 com a lista de telefonemas sobre o objeto brilhanteMemorando oficial

Arquivo do FBI1959Local: Várias cidades de Nova Jersey, EUA (Bedminster, Surf City, East Orange, Palisades Park, Upper Montclair e outras)

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Nova Jersey, 1959: telefonemas descrevem um objeto brilhante envolto em névoa ao entardecer

Em pouco mais de uma hora, o FBI de Newark recebeu cerca de sete telefonemas sobre um objeto muito brilhante, cercado de luzes cintilantes e névoa. Uma anotação à mão menciona um balão lançado na Virgínia, que um dos informantes disse não ser o que viu.

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Primeira página do informe da CIA sobre o campo de testes de Sary ShaganInforme de inteligência

Arquivo da CIA1973Local: Área 7 do campo de testes de armas de Sary Shagan, URSS (atual Cazaquistão)

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Sary Shagan, 1973: um ex-soldado soviético vê uma massa verde se abrir em círculos concêntricos

Um informe da CIA sobre o campo soviético de testes de mísseis de Sary Shagan termina com um parágrafo sobre um fenômeno visto no céu por um ex-cidadão soviético que serviu no local. Ele descreve uma massa verde e brilhante que se alargou em círculos concêntricos e sumiu sem ruído.

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Recorte de revista com foto de Donald Keyhoe segurando papéis e foto de rosto de Edward Condon de óculos, cada uma com legenda em inglêsRecorte de revista

Arquivo da CIA1968Local: Ladakh (Índia), nordeste e noroeste do Nepal, norte de Sikkim e oeste do Butão

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Himalaia, 1968: luzes, estrondos e um suposto disco metálico numa cratera do Nepal

Um relatório de informação da CIA de abril de 1968 reúne numa tabela sete avistamentos de objetos brilhantes sobre o Himalaia entre fevereiro e março daquele ano. A última linha diz que, depois de um objeto se desintegrar com estrondo sobre o Nepal, um objeto metálico em forma de disco foi achado numa cratera perto de Pokhara.

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Memorando da CIA de 18/12/1952 sobre a atividade britânica e o incidente de YorkshireMemorando oficial

Arquivo da CIA1952Local: Uma base da RAF em Yorkshire, Inglaterra (base não identificada)

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Yorkshire, 1952: oficiais da RAF veem um 'disco voador perfeito' durante uma demonstração

Um memorando de dezembro de 1952 do chefe de inteligência científica da CIA registra o que um mensageiro trouxe da Grã-Bretanha: um comitê britânico sobre discos voadores e um incidente em Yorkshire em que altos oficiais da RAF e pilotos teriam visto um 'disco voador perfeito'.

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Formulário datilografado com campos preenchidos e anotações manuscritas em tinta sobre um relatório de painel de cientistas sobre objetos voadores não identificados.Guia de circulação com anotação manuscrita

História da investigação1953Local: Escritório de Inteligência Científica da CIA, Washington, EUA

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Washington, 1953: o painel de cientistas da CIA recomenda tirar dos discos voadores a 'aura de mistério'

Em janeiro de 1953 a CIA reuniu cinco cientistas para avaliar se os discos voadores ameaçavam a segurança nacional. O painel concluiu que não havia ameaça física direta, mas que o excesso de relatos podia congestionar as comunicações de defesa, e recomendou tirar do tema o 'status especial'.

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Recorte de página datilografada em inglês com o título U-2s, UFOs, and Operation BLUE BOOK e dois parágrafos de texto.Fac-símile de página

História da investigação1955Local: Estados Unidos

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EUA, anos 1950 e 1960: a história oficial da CIA liga o U-2 a uma onda de relatos de UFOs

A história interna da CIA sobre os aviões espiões U-2 e OXCART, escrita em 1992, afirma que os voos em grande altitude provocaram um grande aumento de relatos de UFOs. Segundo o texto, os investigadores do Blue Book conferiam os relatos com os registros de voo da CIA, mas não podiam revelar a causa ao público.

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Memorando da CIA de 09/01/1958 sobre o caso de Leon DavidsonMemorando oficial

História da investigação1958Local: Escritório da CIA em Chicago, EUA

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Chicago, 1958: a CIA encerra o caso de um pesquisador de UFOs com uma resposta que ela mesma chama de evasiva

Um memorando interno registra que a CIA disse ao pesquisador Leon Davidson que não podia resolver sua dúvida sobre uma 'mensagem espacial' porque os registros tinham sido destruídos. O próprio autor admite que a resposta, dada por instrução superior, foi evasiva e pouco justa com Davidson.

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Minuta do Departamento de Defesa da Austrália de 27/05/1971 que encaminha o estudo sobre UFOsMemorando oficial

História da investigação1971Local: Organização Conjunta de Inteligência, Departamento de Defesa, Austrália

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Austrália, 1971: um analista da inteligência de defesa acusa os EUA de manter uma 'fachada de ridículo'

Um chefe de seção da inteligência de defesa australiana enviou ao seu diretor, em 1971, um estudo sobre a atitude americana diante dos UFOs. O texto afirma que a CIA usou o painel de 1953 e o Blue Book para desacreditar o assunto e recomenda que a Austrália crie um programa próprio e mais aberto.

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Primeira página do relatório da CIA sobre a conferência de Erevan de 1971Relatório de inteligência

Arquivo da CIA1971Local: Erevan (Armênia soviética) e URSS

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URSS, 1971 e 1976: um 'comitê de discos voadores' ridicularizado e os clarões vistos por pilotos da Aeroflot

Dois relatórios da CIA baseados em contatos de cientistas americanos mostram como o tema dos UFOs aparecia na ciência soviética dos anos 1970. Em 1971, um membro do comitê soviético de fenômenos incomuns foi alvo de risos numa conferência; em 1976, um radiobiólogo explicou clarões vistos por pilotos como efeito de raios cósmicos.

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Memorando datilografado do FBI de Chicago ao Diretor, com o assunto "Flying Disc" e o relato de um objeto prateado sobre Downers Grove.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1950Local: Downers Grove, Illinois, EUA

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Downers Grove, 1950: meteorologista da United Air Lines e a esposa veem objeto prateado na noite de 4 de julho

Na noite do feriado de 4 de julho de 1950, um meteorologista da United Air Lines telefonou ao FBI em Chicago dizendo que ele e a esposa tinham visto um objeto grande, brilhante e prateado sobre Downers Grove. Ele estimou altitude e velocidade comparando o movimento com o de aviões comerciais e afastou avião e fogos de artifício.

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Primeira página do memorando do FBI de Los Angeles sobre o relato de um major da reserva em Merced.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1949Local: Merced, Califórnia, EUA

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Merced, 1949: major da reserva ouve cliques no céu e vê um objeto escuro apagar as estrelas

Um piloto da reserva da Força Aérea contou que, ao sair de casa perto de Merced, ouviu um ruído forte de cliques e viu uma massa escura cobrir as estrelas enquanto fazia uma curva a baixa altitude. A declaração chegou ao FBI por um repórter e pelo escritório de investigações especiais da base aérea de Castle.

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Memorando do FBI de San Antonio sobre a luz com rastro de fogo vista por um tenente do Exército perto de Camp Hood.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1949Local: Killeen Base, junto a Camp Hood, Texas, EUA

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Killeen, 1949: tenente da guarda de uma base protegida vê luz com rastro de fogo passar sobre a pista

Um tenente que comandava um pelotão de guarda da base de Killeen, junto a Camp Hood, viu uma luz do tamanho de uma bola de basquete, seguida de um rastro de fogo, passar sobre a pista e sumir no alto. O Exército informou ao FBI que outras luzes já tinham sido vistas perto da base naquele mês.

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Memorando do FBI de Pittsburgh que encaminha a carta do piloto de Parkersburg.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1949Local: Perto de Lubeck, a oeste de South Parkersburg, Virgínia Ocidental, EUA

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Parkersburg, 1949: piloto particular vê um objeto amarelo, em forma de foguete, passar sob o seu avião

Um piloto particular que voava num monomotor para Parkersburg contou ao FBI que um objeto amarelo vivo, de uns 40 centímetros, sem asas e com aletas, passou em sentido contrário a uns 30 metros abaixo do avião. Ele pediu que o caso não fosse divulgado; o FBI repassou o relato à Força Aérea como vindo de fonte confidencial.

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Memorando do FBI de Memphis sobre o círculo azul visto em Nashville por um oficial da Marinha.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1952Local: Nashville, Tennessee, EUA

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Nashville, 1952: capitão-tenente da Marinha vê um círculo azul intenso cruzar o céu em três segundos

Um capitão-tenente da Marinha contou ao FBI que, do quintal de casa em Nashville, viu um objeto circular azul muito vivo, com borda avermelhada atrás, cruzar o céu sem som por três segundos. Ele comparou a luz a um holofote numa nuvem, mas disse que não havia nuvens nem holofotes naquela noite.

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Memorando do FBI de Indianápolis sobre os objetos lançados por aviões no lago Thessalon.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1952Local: Águas de fundo do lago Thessalon, Ontário, Canadá

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Thessalon, Ontário, 1952: pescador vê formação de bombardeiros soltar objetos que disparam para sudoeste

Um médico de Kokomo, Indiana, pescando no Canadá, contou ao FBI que viu de 16 a 20 aviões de bombardeio soltarem objetos que primeiro caíram como paraquedas e depois soltaram vapor e partiram em alta velocidade. O FBI mandou o relato à polícia canadense e à Força Aérea dos EUA.

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Teletipo urgente do FBI de Salt Lake City sobre explosões aéreas e objetos prateados em Utah.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1949Local: Norte de Utah: Ogden, Logan, Mantua e Trenton, EUA

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Ogden e Logan, 1949: guarda, policiais e moradores veem clarões no céu e objetos prateados caindo

Na manhã de 5 de abril de 1949, um guarda de um depósito do Exército, um tenente da polícia de Logan, um patrulheiro rodoviário e moradores de Trenton relataram explosões no ar e objetos prateados caindo no norte de Utah. O OSI da Força Aérea disse ao FBI, no mesmo dia, que a causa provável eram dois B-29 em treino de bombardeio a grande altitude.

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Mensagem classificada do Departamento da Guerra sobre o objeto plano visto por um piloto de P-51 perto do monte Baldy.Mensagem classificada

Arquivo do FBI1947Local: Sul da Califórnia, entre Ontario e Mount Baldy, EUA

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Mount Baldy, 1947: piloto de P-51 em voo de teste vê duas vezes um objeto plano e brilhante sem asas

Em 8 de julho de 1947, um tenente da Guarda Nacional da Califórnia, voando um P-51 em teste, viu um objeto plano que refletia luz, sem asas nem deriva, muito acima dele, e o avistou de novo sobre Mount Baldy. Tentou acompanhá-lo, sem conseguir; as bases da região disseram não ter aviões no ar.

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Trecho datilografado em inglês com dois pequenos desenhos à mão, em forma de gota achatada, entre as palavras 'forms:' e 'which may have been tail wings'.Esboço testemunhal (no corpo de carta datilografada)

Arquivo do FBI1947Local: Cox's Hill, South Brooksville, Maine, EUA

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South Brooksville, Maine, 1947: astrônomo ouve um ronco e vê um bando de objetos claros cruzar o céu

Um astrônomo descrito como observador confiável escreveu a um cientista do Laboratório de Pesquisa Naval que, em 3 de julho de 1947, ouviu um ronco forte e viu uns dez objetos muito claros, sem formação regular, cruzarem o céu do Maine. Ele próprio fez as contas de distância e velocidade e perguntou se não seriam aviões.

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Recorte de jornal amarelado com o título Priest Finds Whirring Disc In Yard and Holds It for FBI, em duas colunas, colado numa folha com carimbos e anotações a lápis.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1947Local: Grafton e Black River Falls (Wisconsin), Shreveport (Louisiana), Twin Falls (Idaho), Laurel (Maryland) e Seattle (Washington), EUA

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Julho de 1947: os discos de lata, papelão e compensado que foram parar nas mãos do FBI

Nas semanas seguintes à onda de relatos de junho de 1947, o FBI recebeu notícias de pelo menos seis "discos" achados no chão, feitos de serra circular, alumínio, papelão, placa de posto de gasolina e compensado. Nenhum resistiu a um exame: eram artefatos montados por alguém, alguns com tubos de rádio e fios para parecerem máquinas.

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Ilustração ao anoitecer de um homem em silhueta junto a um carro no deserto, com duas pequenas luzes vermelhas acima de uma serra.Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUA

Arquivo do FBI2026Local: Área montanhosa e desértica nos EUA; local tarjado

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EUA, 2026: dois observadores com visão noturna relatam luzes vermelhas e um relógio 25 minutos adiantado

Dois homens em reconhecimento noturno contaram ao FBI, em entrevistas separadas, ter visto luzes vermelhas sobre as montanhas e perto do chão. Um relógio automático teria ficado 25 minutos adiantado. O FBI produziu quatro reconstituições digitais.

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Envelope branco datilografado endereçado ao Special Agent in Charge, Federal Bureau of Investigation, Chicago, Illinois, com carimbo postal circular de Washington, 2 OCT 1974, e selo de 10 centavos no canto superior direito.Envelope postal

Arquivo do FBI1954Local: Local do episódio não informado; observadora principal residente em Chicago, Illinois, EUA

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Chicago, 1974: pesquisador pede ao FBI arquivos de um suposto pouso com ocupante em 1954

Em 1974, o pesquisador Larry W. Bryant pediu ao FBI de Chicago o que houvesse sobre um relatório do Exército de 1954 que descrevia um objeto tripulado perseguido pela Guarda Costeira. O FBI respondeu que não tinha nada e que não coletava relatos de UFO.

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Imagem cinza de sensor com retícula em cruz, tarjas pretas e uma silhueta escura no alto semelhante a um helicóptero.Imagem de sensor

Arquivo do FBI2025Local: Oeste dos EUA

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Oeste dos EUA, final de 2025: 24 quadros de sensor ligados ao episódio do helicóptero

Uma série de 24 imagens monocromáticas com carimbo de 31 de dezembro de 1999 mostra pequenos pontos escuros e, num par de quadros, uma silhueta que lembra um helicóptero. O catálogo oficial do governo diz que o carimbo está errado por relógio desajustado e liga a série ao episódio de final de 2025 numa instalação de testes no oeste dos EUA.

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Primeira página do telegrama 85 Port Moresby 199 sobre sobrevoos e relatos de moradores em Papua-Nova Guiné.Telegrama diplomático

COMETA e relatos internacionais1985Local: Norte da Papua-Nova Guiné (Wewak e Angoram), segundo o telegrama

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Papua-Nova Guiné, 1985: moradores assustados e um piloto com radar levam o governo a consultar os EUA

Um telegrama da embaixada americana em Port Moresby registra a consulta do serviço de inteligência da Papua-Nova Guiné sobre objetos rápidos, luzes e rastros vistos na noite de 24 de janeiro de 1985. A embaixada disse não saber de aviões americanos na área e pediu confirmação ao comando do Pacífico.

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Primeira página do telegrama 94 Dushanbe 259 sobre o objeto visto por pilotos da Tajik Air.Telegrama diplomático

COMETA e relatos internacionais1994Local: Espaço aéreo do Cazaquistão, a 45° N e 55° L, segundo o telegrama

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Cazaquistão, 1994: pilotos americanos da Tajik Air acompanham uma luz por 40 minutos a 41 mil pés

Um telegrama da embaixada americana em Dushanbe transmite o relato de três pilotos americanos da Tajik Air, que viram uma luz intensa fazer círculos e espirais e depois voaram sob os rastros que ela teria deixado. A embaixada registrou o relato sem opinar.

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Primeira página da transcrição do vídeo de 15 minutos gravado por um policial no Colorado em outubro de 2023.Transcrição de vídeo

Luzes e encontros2023Local: Colorado, EUA (local exato suprimido)

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Colorado, 2023: policial filma luzes à noite e diz que uma delas lançou um feixe sobre a viatura

Três transcrições do AARO acompanham vídeos de celular feitos por um policial do Colorado em outubro de 2023. Na mais longa, de 15 minutos, ele narra uma luz que ganha altitude e se aproxima, e diz que na noite anterior uma delas projetou um feixe vermelho e azul em sua viatura.

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Transcrição do vídeo de 1 minuto e 42 segundos de um policial numa rodovia do Colorado, em janeiro de 2024.Transcrição de vídeo

Luzes e encontros2024Local: Rodovia interestadual no Colorado, sentido oeste (trecho e horário suprimidos)

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Colorado, 2024: policial numa rodovia vê um “orbe” parado havia 15 minutos e diz ter checado o radar

Transcrição do AARO de um vídeo de celular gravado por um policial em 2 de janeiro de 2024. Ele diz observar “outro orbe” a cerca de 300 pés do chão, parado havia 15 minutos, e que o radar não mostrava aeronaves na área.

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Primeira página do FD-302 com tarjas, na entrevista presencial de uma das testemunhas do objeto de luz intensa.Formulário FD-302 do FBI

Registros militares recentes2023Local: Área de testes com espaço aéreo restrito nos EUA (local suprimido)

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EUA, 2023: equipe a caminho de testes com espaço aéreo restrito vê objeto com luz intensa e o FBI ouve três testemunhas

Três relatórios de entrevista do FBI, fortemente tarjados, registram o que integrantes de uma equipe de testes de LiDAR e drones viram ao passar por um portão: um objeto alongado com luz muito forte, visível por 5 a 10 segundos. As versões divergem em hora, altura, tamanho e cor.

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Memorando do FBI de Detroit sobre o objeto circular com cúpula de cristal descrito por um jovem de 23 anos.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1958Local: Detroit, Michigan, EUA (três quarteirões ao sul da Six Mile Road, na altura da Lamphere Street)

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Detroit, 1958: jovem liga para o FBI às 4h08 e descreve um objeto circular com cúpula de cristal

Um memorando do escritório do FBI em Detroit registra o telefonema de David Weaver, de 23 anos, que tinha acabado de ver um objeto circular com uma cúpula que refletia luzes. Ele tentou falar com a Força Aérea antes de ligar para o FBI.

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Mapa amarelado com linhas retas que partem de pontos de observação no centro e à esquerda, rotuladas com azimute e elevação, e pequenos desenhos coloridos de clarões e bolas de fogo nas pontas.Mapa de sobreposição com linhas de visada

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Camp Hood e Killeen Base (Site Baker, a “Área Q”), Texas, EUA

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Camp Hood, 1949: luzes sobre a área de armas especiais levam o Exército a medir e mapear as linhas de visada

Resumos de inteligência do Exército registram clarões, bolas de fogo e luzes piscantes vistos por guardas e patrulhas em volta de uma instalação de armas especiais no Texas. Os soldados foram levados aos pontos de observação para medir direções e elevações, e o mapa resultante está no arquivo.

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Folha datilografada com timbre Executive Office of the President, National Aeronautics and Space Council, data July 18, 1963, assunto Thoughts on the Space Alien Race Question, carimbo ISA File Copy e anotações à mão na margem direita.Memorando oficial

História da investigação1963Local: Washington, D.C., EUA

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Washington, 1963: memorando do Conselho Espacial da Casa Branca pensa a política para um encontro com alienígenas

Um integrante do Conselho Nacional de Aeronáutica e Espaço escreveu ao Departamento de Estado sobre o que fazer caso se descobrisse uma inteligência alienígena. O texto se distancia dos defensores dos discos voadores e termina com ironia sobre o “tradicional pânico”.

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Coluna de texto de revista com subtítulos em negrito, entre propagandas.Recorte de revista

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Godman Field, Fort Knox, Kentucky, EUA; relatos no mesmo dia em outras cidades do Kentucky e do Tennessee

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Godman Field, Kentucky, 1948: a torre vê um objeto brilhante e um piloto de P-51 morre ao persegui-lo

Operadores da torre e oficiais de Godman Field observaram durante mais de uma hora um objeto claro no céu, e três caças P-51 da Guarda Nacional subiram para identificá-lo. O líder da formação, Mantell, deixou de responder por rádio durante a subida; as fichas da Força Aérea registram a hipótese de falta de oxigênio e uma tentativa de explicar o objeto como Vênus ou um cometa.

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Página do relatório da Força Aérea de 1948 com o caso de Godman e a identificação como Vênus.Relatório da Força Aérea

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Godman Air Force Base, Kentucky, EUA

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Godman, Kentucky, agosto de 1948: objeto prateado seguido por teodolito é atribuído ao planeta Vênus

Da base de Godman viu-se um objeto esférico e prateado, estimado a 30 ou 40 mil pés, que um caça F-51 enviado de Standiford não conseguiu localizar. As leituras de teodolito tomadas minuto a minuto levaram o astrônomo-chefe da Universidade de Louisville a concluir que era o planeta Vênus.

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Mapa antigo dos Estados Unidos e do sul do Canadá com pequenos símbolos pretos agrupados no Oregon, na Califórnia, em Ohio, no Kentucky e na costa leste, e uma legenda no canto inferior direito.Mapa

História da investigação1948Local: Estados Unidos; estudo da inteligência do Departamento da Força Aérea, com mapa de relatos até 1º/08/1948

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Washington, dezembro de 1948: análise secreta da Força Aérea conclui que “algum tipo de objeto” vinha sendo visto

O estudo Analysis of Flying Object Incidents in the U.S., classificado como ultrassecreto, examinou cerca de 210 relatos e concluiu que algum tipo de objeto voador vinha sendo observado, sem conseguir dizer o que era. Entre as hipóteses, pôs lado a lado lançamentos americanos, fenômenos naturais e aeronaves estrangeiras, com ênfase numa possível origem soviética.

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Folha datilografada com uma tabela de seis colunas listando os incidentes 1 a 20, com carimbo CONFIDENTIAL riscado no alto e embaixo.Tabela

História da investigação1948Local: Quartel-General do Comando de Material Aéreo, Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio, EUA

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Wright-Patterson, 1948: o primeiro relatório do Projeto Sign tabula cem incidentes e examina as fotos de Phoenix

Três meses depois de criado, o Projeto Sign enviou ao Estado-Maior da Força Aérea seu relatório inicial, com a tabulação dos relatos recebidos até 1º de fevereiro de 1948. O documento conta formas, números e trajetórias, avalia as fotografias do incidente 40 e registra a opinião do cientista Irving Langmuir de que os dados não bastavam para identificar nada.

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Memorando datilografado do Exército dos EUA, de fevereiro de 1949, recomendando um estudo sobre os discos voadoresMemorando oficial

História da investigação1949Local: Estado-Maior do Exército dos EUA, Washington, D.C.

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Pentágono, 1949: a inteligência do Exército avalia os discos voadores e não confirma a tese dos mísseis russos

A pedido do setor de Planos e Operações, a Divisão de Inteligência do Exército preparou em 1949 uma avaliação curta dos discos voadores: cerca de 20% de 210 casos explicados e nenhuma evidência tangível de atividade estrangeira. Quando o radialista Walter Winchell disse que os discos eram mísseis vindos da Rússia, a inteligência respondeu que não tinha como confirmar a afirmação.

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Recorte de jornal em três colunas com o título Armed Forces, Focus on UFO, e uma pequena foto de rosto de Edward Condon.Recorte de jornal

História da investigação1966Local: Washington, D.C., e Wright-Patterson Air Force Base, Ohio, EUA

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Pentágono, 1966: comitê científico conclui que o Projeto Blue Book não bastava e abre caminho para o estudo da Universidade do Colorado

A pedido da Força Aérea, um comitê do seu Conselho Consultivo Científico, presidido por Brian O'Brien, revisou o Projeto Blue Book e recomendou uma investigação científica mais funda de casos selecionados, feita por universidades. A recomendação levou ao contrato com a Universidade do Colorado e, em 1969, ao relatório Condon.

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Carta datilografada da companhia aérea Colonial Airlines encaminhando três relatos de tripulantesCarta oficial

História da investigação1955Local: Cerca de 16 milhas náuticas ao norte de Poughkeepsie e cruzamento aéreo de Red Hook, Nova York, EUA

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Vale do Hudson, Nova York, 1955: tripulantes de dois voos da Colonial Airlines veem uma chama azul explodir num clarão

O comandante do voo 14 da Colonial Airlines viu um objeto com chama de exaustão azul-esbranquiçada cruzar à frente do avião, soltar faíscas e explodir num clarão ofuscante. Tripulantes de outro voo da empresa viram o clarão, e a companhia pediu à Força Aérea que dissesse o que era.

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Carta escrita à mão no papel timbrado do Philmont Scout Ranch, datada de 31 de julho de 1955Carta manuscrita

História da investigação1955Local: Philmont Scout Ranch, perto de Cimarron, Novo México, EUA; luzes sobre a Urraca Mesa

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Philmont, Novo México, 1955: jovens escoteiros dizem ter visto oito luzes sobre a Urraca Mesa e trocado sinais com duas delas

O curador de um museu do Philmont Scout Ranch escreveu à Força Aérea contando que um grupo de jovens em treinamento de liderança viu cerca de oito luzes cruzarem a Urraca Mesa, e que dois rapazes, tentando se comunicar, teriam recebido de volta o mesmo sinal que enviaram. A Força Aérea agradeceu e disse ter passado o relato aos analistas.

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Carta do Corpo de Engenheiros do Exército sobre o objeto caído no lago Sardis, com a menção a uma radiossondaCarta oficial

História da investigação1954Local: Perto da barragem de Sardis, cerca de sete milhas ao norte de Batesville, Mississippi, EUA

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Lago Sardis, Mississippi, 1954: “objeto caído” de paraquedas é identificado como radiossonda da Força Aérea

Um aparelho com paraquedas branco achado perto da barragem de Sardis foi entregue ao Corpo de Engenheiros do Exército, que perguntou à Força Aérea o que fazer com ele. A resposta identificou o objeto como instrumento de sondagem da alta atmosfera e pediu que fosse devolvido para recondicionamento.

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Desenho a lápis de uma forma em cruz com quatro braços dentro de um anel ondulado e, abaixo, um círculo grande com um ponto pequeno representando o campo da luneta.Desenho de testemunha

Arquivo do FBI1953Local: Richland, Washington, EUA (sobre a reserva da Comissão de Energia Atômica em Hanford)

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Richland, 1953: uma luneta de 30 aumentos e um objeto branco com quatro braços

Um supervisor de projetos da General Electric em Hanford escreveu ao FBI dizendo ter observado por luneta um objeto branco, com quatro braços e um anel azulado, e anexou um esboço. A segurança da Comissão de Energia Atômica apontou um balão meteorológico lançado às 14h05 e acompanhado por radar na mesma direção.

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Parágrafo datilografado em inglês de um memorando do FBI.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1953Local: Kennewick, Washington, EUA; objetos na direção da reserva de Hanford

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Kennewick, 1953: duas bolas de fogo avermelhadas rumo a Hanford

Dois moradores de Kennewick disseram ter visto, durante um jantar ao ar livre, duas bolas de fogo vermelho-alaranjadas muito rápidas que sumiram atrás da Rattlesnake Mountain. A segurança da Comissão de Energia Atômica não encontrou aviões nem testes de radar no horário e sugeriu bancos de neblina iluminados pelo farol do aeroporto.

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Trecho datilografado em inglês de um formulário do FBI, com linhas horizontais pautadas.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1953Local: Canal entre a ilha Vashon e o continente, Puget Sound, Washington, EUA

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Canal de Vashon, 1953: um ex-militar liga ao FBI enquanto a esposa ainda olha o objeto

Um morador de Seattle telefonou ao FBI dizendo que ele e a esposa observavam havia cerca de cinco minutos um objeto grande, com luzes, sobre o canal da ilha Vashon. O FBI passou a informação à Força Aérea quinze minutos depois, e o agente recomendou nenhuma outra ação.

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Texto datilografado em inglês de um memorando do FBI.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1954Local: Ligeiramente ao norte de Pasco, Washington, EUA

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Pasco, 1954: supervisor de observadores civis vê duas meias-luas virarem bolas de fogo

O supervisor do posto local do Corpo de Observadores Terrestres relatou dois objetos brancos em forma de meia-lua que se transformaram em bolas de fogo, vistos por dez minutos. A inteligência da 25ª Divisão Aérea não julgou o caso digno de investigação, e a assessoria da Força Aérea informou à imprensa que não houve eco de radar.

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Página datilografada em inglês, com o título sobre avaliação dos avistamentos de 1 a 8 de junho de 1955 e cinco itens numerados de a a e.Fac-símile de documento

Registros militares recentes1955Local: Arquipélago Ártico Canadense

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Ártico canadense, 1955: tripulações de RB-47 veem aviões que ninguém identifica

Um comitê do Quartel-General da Força Aérea dos EUA concluiu que o que tripulações de RB-47 viram sobre o arquipélago canadense em junho de 1955 eram aeronaves de nacionalidade desconhecida. As conclusões foram enviadas à Real Força Aérea Canadense junto com a avaliação do caso do KC-97 em Newfoundland.

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Topo de um memorando do governo dos EUA, com os campos Para, De e Assunto e o primeiro parágrafo datilografado.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1955Local: Kennewick, Washington, EUA (perto da esquina da 1st com a Washington Street)

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Kennewick, cerca de 1955: sargento de polícia descreve esfera metálica que parou sobre a rua

Um sargento da polícia de Kennewick contou ao FBI, um ano depois, ter visto de madrugada uma esfera de metal de uns 30 pés chegar baixa e rápida, parar sobre a cidade fazendo ruído de motor e partir em segundos. O FBI não investigou, repassou o relato à Força Aérea e depois informou que o sargento queria expor suas teorias.

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Parágrafo datilografado em inglês dentro de um formulário do FBI.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1957Local: Alaskan Way, junto aos cais da Union Oil, Seattle, Washington, EUA (olhando para oeste, sobre Puget Sound)

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Seattle, 1957: pescador vê pelo binóculo de um desconhecido um disco soltar seis objetos

Um homem que pescava na orla de Seattle telefonou ao FBI no dia seguinte para contar que, com o binóculo emprestado de um desconhecido, viu um grande disco e seis objetos menores se afastando dele. O FBI arquivou o relato e o repassou à Força Aérea sem investigar.

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Recorte de jornal em coluna estreita com o título em negrito “Did Satellite Section Fall?” e, abaixo, a legenda datilografada do FBI.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1958Local: Estrada de White Bluffs à Área 200, reserva de Hanford, Washington, EUA; e Pasco

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Hanford, 1958: engenheiros veem uma luz cair em pleno dia e pensam no Explorer III

Dois engenheiros de Hanford viram uma luz brilhante cair do céu em plena manhã de sol e cogitaram um pedaço do satélite Explorer III, que devia reentrar naqueles dias. Dois vendedores de carros em Pasco disseram ter visto algo parecido cair perto do rio Columbia; o FBI repassou tudo à contrainteligência do Exército.

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Topo de um memorando do governo dos EUA com os campos Para, De e Assunto e anotações manuscritas à direita.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1959Local: Marysville, Washington, EUA; objeto sobre a área da ilha Whidbey

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Marysville, 1959: moradora observa por 40 minutos, de binóculo, um objeto sobre Whidbey

Uma moradora de Marysville telefonou ao FBI dizendo que ela e quatro vizinhos viram na noite anterior um objeto não identificado sobre a área da ilha Whidbey, que ela acompanhou por 40 minutos com binóculo. A Força Aérea disse ter interesse em ouvir as testemunhas para buscar uma explicação lógica.

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Dois parágrafos datilografados em inglês de um memorando do FBI.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1960Local: Spokane, Washington, EUA

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Spokane, 1960: objeto laranja em forma de bola de futebol cruza o céu entre um bombardeiro e um caça

Uma moradora de Spokane contou a um oficial da Força Aérea que, numa tarde clara, viu um objeto alaranjado com forma de bola de futebol americano passar muito rápido, sem ruído nem rastro, enquanto observava um bombardeiro e um caça no céu. O FBI registrou o que o oficial lhe repassou.

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Página datilografada em papel esverdeado com o assunto Flying Object Incidents in the United States, carimbos de data e assinatura de C. P. Cabell.Carta oficial

História da investigação1948Local: Washington, D.C., e Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio, EUA

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Wright-Patterson, 1948: o comando de material aéreo diz ter estudado cerca de 180 casos e desaconselha falar à imprensa

Em novembro de 1948, o Estado-Maior da Força Aérea pediu ao Air Materiel Command as conclusões do Projeto Sign e uma recomendação sobre o que dizer à imprensa. A resposta, assinada pelo coronel H. M. McCoy, relata o estudo de cerca de 180 incidentes, admite casos sem explicação e aconselha não divulgar o que não podia ser identificado.

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Página datilografada com o título Analysis of Flying Disc Reports e seções numeradas.Relatório oficial

História da investigação1947Local: Washington, D.C., EUA; relatos citados nos EUA, Terra Nova, Alasca, Pacífico e Japão

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Washington, 1947: a inteligência da Força Aérea analisa os relatos de discos e conclui que algo "real e tangível" era visto

Em dezembro de 1947, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea preparou um estudo de cinco folhas sobre os relatos de discos voadores e o enviou, com a opinião do Air Materiel Command, ao diretor de Pesquisa e Desenvolvimento. O texto lista relatos, contatos de radar no Japão e diligências feitas, e conclui que parte dos relatos representava algo real, sem prova física.

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Página datilografada com carimbo de 12 FEB 1948, quatro parágrafos e códigos de arquivo manuscritos no pé.Memorando oficial

História da investigação1948Local: Washington, D.C., e Wright-Patterson Air Force Base, Ohio, EUA

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Washington, 1948: pedido para manter caças em alerta com câmeras para investigar discos voadores é recusado

No começo de 1948, o Air Materiel Command sugeriu que cada instalação da Força Aérea nos Estados Unidos e no Alasca mantivesse pelo menos um caça em alerta permanente, com câmera, para investigar discos voadores. A Diretoria de Planos e Operações recusou a ideia como inviável.

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Página datilografada com assunto Request for Study by Rand Project e carimbo oval de data.Carta oficial

História da investigação1948Local: Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio, EUA

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Wright-Patterson, 1948: o Projeto Sign pede à Rand uma lista de sinais que distinguiriam uma nave espacial

Em outubro de 1948, o Departamento de Inteligência do Air Materiel Command pediu ao Estado-Maior autorização para a Rand Corporation fazer um estudo sobre as características de projeto e desempenho de naves espaciais. O anexo diz que o comando considerou a hipótese de naves experimentais, mas julgava mais provável o esforço de uma nação estrangeira do que algo vindo de fora da Terra.

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Página datilografada com carimbos SECRET, data manuscrita 4 June 48 e anotação 095 Horten Bros.Memorando oficial

História da investigação1947Local: Washington, D.C., e Wright-Patterson Air Force Base, Ohio, EUA; Europa (contatos com os irmãos Horten)

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Washington, 1947-1948: a Força Aérea guarda o desenho do "disco de Loedding" e tenta entrevistar os irmãos Horten

Em setembro de 1947, o Air Materiel Command enviou a Washington, sob controle de material ultrassecreto, um desenho chamado "Loedding Flying Disc" e relatórios sobre as asas voadoras dos irmãos Horten. Em 1948, a inteligência da Força Aérea tentou entrevistar os projetistas alemães, e em abril ainda não tinha resultado.

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Página datilografada, marcada COPY, com dois parágrafos e assinatura datilografada de Marcus L. Lowe Jr.Memorando de testemunha

Relatos de 19481948Local: Logo ao sul da Estação Aérea Naval de Anacostia, Washington, D.C., EUA

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Washington, 1948: piloto da Marinha vê esfera amarela avançar contra o vento em direção à área do Capitólio

O tenente-comandante Marcus L. Lowe Jr., da Marinha, relatou ter visto do seu avião de treinamento uma esfera amarela de 25 a 40 pés de diâmetro, cerca de 1.000 pés abaixo e a uma milha de distância. O objeto seguia de sul para norte, apesar do vento de norte-noroeste, e o próprio piloto achou que podia ser um balão.

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Página datilografada marcada COPY e CONFIDENTIAL riscado, com quatro parágrafos.Carta oficial

História da investigação1948Local: Wright Field, Dayton, Ohio; Washington, D.C.; escritório da Ziff-Davis em Nova York, EUA

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Nova York, 1948: a Força Aérea pede, por meio da CIA, as cartas de leitores da revista Amazing Stories sobre discos

Em janeiro de 1948, o chefe de inteligência do Air Materiel Command pediu que se obtivessem, por canais discretos, as cartas de leitores da revista Amazing Stories sobre discos voadores. A CIA procurou a editora e concluiu que as cartas não tinham valor; a Força Aérea mandou encerrar o assunto.

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Página datilografada marcada C-O-P-Y, com a carta curta, o pós-escrito e o endosso no pé.Cópia de carta de civil

Relatos de 19481948Local: Norte da Geórgia, EUA; carta enviada de "Hiawarree, Ga.", provavelmente Hiawassee

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Norte da Geórgia, 1948: moradora pergunta ao governo o que eram os "charutos" com ruído de motocicleta vistos na região

Em setembro de 1948, Ruth Shook escreveu ao Departamento de Guerra pedindo explicação para objetos redondos e alongados, como charutos gigantes, com motor que soava como motocicleta, que moradores do norte da Geórgia vinham vendo. A carta passou pelo Exército e pela Força Aérea e foi enviada ao Air Materiel Command.

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Página datilografada com cabeçalho do Air Materiel Command, carimbo JUL 21 1948 e três parágrafos.Carta oficial

Relatos de 19471947Local: Noruega (relato do Gabinete do Adido Militar em Oslo)

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Noruega, 1947: "estrelas cadentes" relatadas pela adidância militar e o depoimento que a Força Aérea desistiu de colher

Em julho de 1948, o Air Materiel Command pediu ao Estado-Maior que o adido militar em Oslo colhesse um depoimento assinado sobre estrelas cadentes vistas em dezembro de 1947. A resposta foi que a testemunha era uma adolescente de 16 anos e que não valia a pena interrogá-la oito meses depois.

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Página datilografada em tom claro, atravessada por um X manuscrito, com a lista de itens a a g e os dez itens do objeto avistado.Carta circular oficial

História da investigação1948Local: Washington, D.C., e Wright-Patterson Air Force Base, Ohio, EUA

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Washington, 1948: a Força Aérea manda todas as bases enviarem relatos de discos direto a Wright-Patterson e define o que perguntar

Entre dezembro de 1947 e fevereiro de 1948, o Estado-Maior da Força Aérea fez do Air Materiel Command o destino central de todos os relatos de discos voadores, primeiro nos Estados Unidos e no Alasca e depois no mundo inteiro. As cartas circulares trazem a lista de dados que cada relato deveria conter.

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Página datilografada com o título UFOs and Defense: What Should We Prepare For?Página de documento

COMETA e relatos internacionais1999Local: França (publicação); cópia em inglês preservada na coleção oficial dos EUA

França, 1999: o relatório COMETA “UFOs and Defense” chega ao arquivo americano como estudo privado

A coleção oficial de arquivos UAP guarda a versão inglesa do relatório que a associação francesa COMETA publicou em 1999, com casos, estatísticas, hipóteses e recomendações de defesa. O próprio pacote traz um bilhete que o define como relatório privado, não governamental, e reportagens que o apresentaram como estudo militar francês.

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Desenho técnico a lápis com um círculo grande, marcado 18 pés, um pequeno arbusto dentro dele, uma armação quadrada de varal à esquerda e uma linha reta de fio de antena cruzando a borda direita.Croqui de investigação

Vestígios e relatos1952Local: Quintal de uma casa em Arlington, Virgínia, EUA

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Arlington, 1952: um anel de 18 pés aparece no gramado e a Força Aérea recolhe amostras

Um morador de Arlington achou no gramado um círculo quase perfeito de 18 pés de diâmetro, marcado por uma substância cinzenta, e a família avisou a Força Aérea. O major Fournet, do Projeto Blue Book, visitou o local, desenhou um croqui e mandou nove amostras ao FBI; um mês depois, a Força Aérea escreveu que o relatório do OSI explicava o incidente por completo.

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Memorando datilografado da Força Aérea sobre o relato do sargento GuziRegistro interno

História da investigação1950Local: Norte da ilha de Okinawa, perto da vila de Ginama (Kunigami), segundo a localização final adotada

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Okinawa, 1950: sargento conta que viu um objeto não identificado cair no mar

Em 1952, um sargento lotado na Wright-Patterson procurou o Projeto Blue Book para contar que, em novembro de 1950, tinha visto em Okinawa um objeto não identificado cair no mar. A Força Aérea estudou cartas náuticas para avaliar uma busca, mas concluiu que o ponto indicado ficava em água funda demais e arquivou o caso para uma tentativa futura.

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Formulário Air Intelligence Information Report com o carimbo Restricted riscado e seis parágrafos datilografados assinados por Ralph P. Borgeson.Fac-símile de documento

História da investigação1952Local: Céu perto do monte San Gorgonio, sul da Califórnia, EUA

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San Gorgonio, 1952: caças mandados a um "estranho" veem objeto sem cauda sumir em aceleração

Uma esquadrilha de caças guiada pelo controle de interceptação da 27ª Divisão Aérea foi mandada investigar um "estranho" avistado pelos pilotos perto do monte San Gorgonio. O líder disse que o objeto não tinha cauda e se afastou com grande aceleração para leste; o radar de terra nunca o captou.

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Página datilografada com o carimbo riscado 'Restricted' no alto, quatro parágrafos numerados, lista de anexos, carimbo redondo de saída e anotação manuscrita na margem direita.Fac-símile de documento

História da investigação1952Local: Austin, Texas, EUA

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Austin, 1952: fotos de imagens perto do Sol dividem os analistas da Força Aérea

Uma sequência de fotos tiradas em Austin em 8 de junho de 1952 mostrava imagens perto do Sol, atrás de uma nuvem. O centro de desenvolvimento da Força Aérea falou em parélio; a Divisão Fotográfica em Washington rejeitou essa explicação, achou possível uma miragem, mas apontou um detalhe que não se encaixava e sugeriu ouvir um astrônomo.

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Memorando datilografado da Força Aérea sobre as três fotografias coloridas de Wallace Litvin na Operação MainbraceMemorando oficial

História da investigação1952Local: Proximidades da formação naval da Operação Mainbrace (exercício da Otan no Atlântico Norte)

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Operação Mainbrace, 1952: fotógrafo registra objeto redondo perto da frota da Otan

Um fotógrafo de imprensa americano, Wallace Litvin, fez três transparências coloridas perto da frota que participava do exercício Mainbrace, em 20 de setembro de 1952. A Força Aérea ampliou as imagens, confirmou que o objeto continuava redondo na ampliação e pediu ao comando naval informações sobre balões lançados pelos navios.

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Página datilografada com o título Memorandum for Record e as seções Problem, Facts and Discussion, Action e Coordination.Fac-símile de documento

História da investigação1952Local: Estação Aérea da Guarda Costeira em Salem, Massachusetts, EUA

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Salem, 1952: a Força Aérea devolve à Guarda Costeira o negativo de uma foto de "discos voadores"

Um integrante da Guarda Costeira fotografou "objetos não identificados" na Estação Aérea de Salem em 16 de julho de 1952, e o negativo foi analisado pelo centro técnico da Força Aérea. Em dezembro, a pedido da Guarda Costeira, o capitão Ruppelt levou o negativo a Washington, e ele foi devolvido com uma carta de agradecimento.

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Carta datilografada em papel azulado com três parágrafos curtos, bloco de assinatura do coronel William A. Adams, carimbo redondo de saída e rubricas de coordenação no pé.Fac-símile de documento

Casos com explicação atribuída1952Local: Fazenda na região de Dodson, Montana, EUA

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Dodson, Montana, 1952: tiras de alumínio achadas numa fazenda eram chaff de aviões militares

Um fazendeiro de Dodson, Montana, mandou à Força Aérea tiras de folha de alumínio que achou em sua terra, temendo que tivessem relação com os discos voadores. A resposta identificou o material como chaff, as tiras que os próprios aviões militares soltam para confundir radares.

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Folha datilografada com a data July 31, 1952, endereçada a Major General John Sanford, War Department, Washington, D.C., com cinco parágrafos e a anotação manuscrita Incl #1 no rodapé.Carta de particular

História da investigação1947Local: Havre, Montana, EUA, segundo a carta

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Havre, Montana, 1947: homem diz ter visto um "disco" de 17 pés voar, feito por um inventor

Em julho de 1952, um ex-militar escreveu ao chefe de inteligência da Força Aérea dizendo que um inventor que conhecia desde 1929 tinha construído um aparelho em forma de disco, que ele próprio teria visto voar em Havre, Montana, em 1947. A Força Aérea pediu à contrainteligência que localizasse o autor para avaliar a história.

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Recorte de jornal de 1949 sobre relatos de objetos voadores na Virgínia.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1949Local: Radford, Blacksburg, Christiansburg, Pulaski, Roanoke e Bristol, Virgínia, e Kingsport, Tennessee, EUA

Radford e Bristol, Virgínia, 1949: duas noites seguidas de 'charutos' voadores no sudoeste do estado

Recortes de jornal preservados pelo FBI descrevem objetos compridos e em chamas vistos por diversas pessoas em duas noites seguidas de maio de 1949, no sudoeste da Virgínia e no leste do Tennessee. As descrições e as explicações propostas pelos próprios jornais variam entre meteoro, avião a jato e objeto não identificado.

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Carta datilografada de 1950 descrevendo um objeto luminoso visto sobre uma fazenda perto de Toronto.Carta

Arquivo do FBI1950Local: Fazenda a cerca de doze milhas a nordeste da prefeitura de Toronto, Ontário, Canadá

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Toronto, 1950: morador relata luz que circulou sua propriedade por cerca de 35 minutos

Um morador de Toronto escreveu ao FBI, em agosto de 1950, contando que viu um objeto luminoso circular sobre sua propriedade por cerca de 35 minutos numa noite de julho, com um empregado da casa como segunda testemunha. Hoover respondeu agradecendo e encaminhou o relato à Força Aérea americana.

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Memorando datilografado com o cabeçalho The White House e anotações à mão.Memorando oficial

História da investigação1998Local: Washington, DC; remetentes de Minneapolis, Minnesota, e de Ventura, Califórnia

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Casa Branca, 1998: e-mails ao presidente Clinton pedem audiências sobre UFOs e a NASA responde com uma ficha

Dois cidadãos escreveram ao presidente Clinton em 1998 pedindo audiências públicas sobre UFOs, na esteira da campanha de Steven Greer e do CSETI. A Casa Branca repassou as mensagens à NASA, que respondeu não saber de audiências marcadas e anexou sua ficha sobre o tema.

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Carta em papel timbrado do Senado dos EUA com nomes tarjados e assinatura de Olympia J. Snowe.Carta oficial

História da investigação1998Local: Stonington e Portland, Maine; Washington, DC

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Maine, 1998: senadora Snowe leva à NASA dúvidas de eleitores sobre fotos de Marte, UFOs e abduções

Em maio de 1998, a senadora Olympia Snowe encaminhou à NASA duas cartas de eleitores do Maine: uma duvidava das novas fotos de Marte, outra, de um menino de 12 anos, pedia documentos sobre Roswell. A NASA respondeu à primeira explicando o processamento das imagens da Mars Global Surveyor e à segunda com um fax da sua ficha sobre UFOs.

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Página de tabloide com a manchete Congress blows $120 million trying to talk to extraterrestrials, foto do personagem E.T. e trechos sublinhados.Recorte de jornal

História da investigação1998Local: 6º distrito do Tennessee; Washington, DC

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Tennessee, 1998: coluna de tabloide sobre gasto com “alienígenas” chega à NASA e vira aula sobre o fim do SETI

Uma eleitora do deputado Bart Gordon mandou-lhe uma coluna do Weekly World News que acusava o Congresso de gastar 120 milhões de dólares para “falar com extraterrestres”. A NASA respondeu que o Congresso tinha encerrado seu programa de busca em 1993 e anexou a ficha oficial sobre UFOs, que resume a posição do governo em 1997.

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Recorte de revista com foto granulada, uma seta e legenda embaixo.Recorte de revista

Relatos de astronautas1973Local: Órbita terrestre; o objeto estava no Brasil

Skylab 2, 1973: o “cilindro com painéis” nas fotos da estação era uma pista de pouso na selva brasileira

Analistas do governo acharam em fotos do Skylab 2 um objeto que parecia um cilindro com dois painéis solares e suspeitaram de um satélite soviético. Segundo James Oberg, a investigação concluiu que era uma pista de pouso na selva brasileira, que aparecia no mesmo lugar em fotos feitas meses depois.

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Página de revista com foto em alto contraste de um objeto alongado sobre fundo escuro e setas.Recorte de revista

Relatos de astronautas1966Local: Órbita terrestre

Gemini 12, 1966: a fila de luzes fotografada no escuro e os “quatro objetos” que Lovell viu depois de jogar sacos fora

Duas fotos da Gemini 12 com uma fileira de luzes circularam como imagens de UFOs. Segundo James Oberg, faziam parte de uma sequência de 20 fotos da nave-alvo Agena passando para a sombra da Terra, e os “quatro objetos em fila” relatados por James Lovell eram sacos que a tripulação tinha descartado.

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Desenho de um foguete cilíndrico com a inscrição USA e quatro pétalas abertas na ponta.Recorte de revista

Relatos de astronautas1969Local: Trajeto Terra-Lua

Apollo 12, 1969: “estamos sendo seguidos”, a brincadeira de Pete Conrad com os painéis do próprio foguete

Na ida à Lua, a tripulação da Apollo 12 comentou com Houston luzes piscando do lado de fora, e Conrad disse, em tom de brincadeira, que estavam sendo seguidos. Grupos ufológicos transformaram o diálogo em encontro com naves; a NASA e os três astronautas atribuíram as luzes aos painéis descartados do foguete Saturno.

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Capa datilografada com o título Project Blue Book Special Report No. 14, a data 5 May 1955 e o nome do Air Technical Intelligence Center, com anotações manuscritas no alto.Capa de relatório oficial

História da investigação1955Local: Air Technical Intelligence Center, Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio, EUA

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Wright-Patterson, 1955: o Relatório Especial 14 do Projeto Blue Book examina cerca de 4.000 relatos e conclui ser muito improvável uma tecnologia desconhecida

O maior estudo estatístico da Força Aérea dos EUA sobre discos voadores reuniu cerca de 4.000 relatos de 1947 a 1952, aproveitou 3.201 e classificou 434 fenômenos como desconhecidos. A conclusão oficial foi que nada indicava tecnologia além do conhecimento da época, embora o próprio texto admita que isso nunca poderia ser provado de forma absoluta.

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Página de questionário com um desenho de um homem apontando para um arco graduado e, abaixo, a ilustração de uma rua arborizada vista de frente sob um semicírculo de céu.Formulário oficial com desenhos impressos

História da investigação1955Local: Air Technical Intelligence Center, Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio, EUA

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Relatório Especial 14, 1952-1955: como a Força Aérea transformou relatos de discos voadores em cartões perfurados IBM

O Relatório Especial 14 explica passo a passo como relatos de testemunhas viraram números: três versões de questionário, um código mestre, números de série por ano e uma conferência de quatro pessoas para decidir cada identificação. O próprio texto admite um limite importante: as manobras dos objetos, que depois se mostraram decisivas, nunca foram codificadas.

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Gráfico circular com três anéis concêntricos divididos por ano, de 1947 a 1952, com números e percentuais em cada fatia; a fatia de 1952 domina.Gráfico de relatório oficial

História da investigação1955Local: Estados Unidos (dados); análise feita para o ATIC, Wright-Patterson, Ohio

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Relatório Especial 14 em números: 3.201 relatos, 2.199 fenômenos e 434 desconhecidos entre 1947 e 1952

Os gráficos do Relatório Especial 14 mostram que 1952 concentrou cerca de dois terços dos relatos e que 434 dos 2.199 fenômenos estudados ficaram como desconhecidos. O dado mais citado vem da Figura 8: entre os relatos de confiabilidade "excelente", a proporção de desconhecidos era maior, e não menor.

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Histograma em degraus com dois picos, um menor antes do nascer do Sol e um muito alto logo após o pôr do Sol, e uma curva quadriculada menor para os desconhecidos.Gráfico de relatório oficial

História da investigação1955Local: Air Technical Intelligence Center, Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio, EUA

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Relatório Especial 14: a posição do Sol e o teste do qui-quadrado mostram que os "desconhecidos" não se comportavam como os casos explicados

A equipe do Relatório Especial 14 calculou a posição do Sol em cada avistamento e comparou, com o teste do qui-quadrado, os casos explicados e os desconhecidos. Em cinco de seis características a diferença foi estatisticamente significativa, e mesmo após retirar os casos astronômicos o resultado ficou, nas palavras do próprio relatório, "inconclusivo".

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Desenho de um objeto escuro e alongado em forma de hélice ou letra S deitada, com pequenos círculos claros espalhados e cotas de 6 a 8 pés e 1,5 por 2 pés.Desenho de relatório oficial

História da investigação1955Local: Estados Unidos e uma base aérea na Coreia; análise no ATIC, Wright-Patterson, Ohio

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Relatório Especial 14: os 12 "bons desconhecidos" com que a Força Aérea tentou desenhar um disco voador, e por que não conseguiu

Dos 434 fenômenos classificados como desconhecidos, a equipe do Relatório Especial 14 separou só 12 descritos com detalhe suficiente para desenhar o objeto. As formas iam de hélice e charuto a disco com janelas, e o relatório concluiu que nenhum modelo comum servia para todos.

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Silhueta escura de avião vista de cima, com asas retas, dentro de um círculo pontilhado claro, e uma mancha escura atrás; rótulos Light glow e Fuzzy area.Desenho de relatório oficial

Luzes e encontros1952Local: Cinema ao ar livre (drive-in); a avaliação do relatório cita as luzes de Flint, Michigan, EUA

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Flint, Michigan, 1952: num cinema drive-in, um estudante de aviação naval vê cerca de 20 grupos de objetos com brilho vermelho

Numa noite sem nuvens de abril de 1952, um estudante de aviação naval, a esposa e outras pessoas num cinema drive-in viram passar cerca de 20 grupos de objetos com forma de avião, cada um envolto num brilho vermelho. O Relatório Especial 14 o incluiu entre os 12 desconhecidos mais bem descritos, mas sugeriu que o brilho podia ser reflexo das luzes da cidade.

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Desenho sombreado de uma cruz formada por dois cilindros de pontas arredondadas, um vertical e um horizontal.Desenho de relatório oficial

Luzes e encontros1951Local: Aeroporto de uma cidade dos EUA não identificada no relatório

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EUA, 1951: controladores veem uma luz sobre o aeroporto e os pilotos de um voo comercial dizem que ela cruzou a frente do avião e passou por baixo

Dois operadores de torre viram uma luz sobre o aeroporto, e os pilotos de um avião que decolava foram chamados a verificar. Eles relataram um objeto com fuselagem de charuto e asas retas, maior que um B-29, que cruzou o nariz do avião, surgiu instantaneamente do outro lado e sumiu por baixo.

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Desenho de uma elipse alongada clara com bordas escuras e, à esquerda, um jato de traços finos; rótulos Lighted e Exhaust.Desenho de relatório oficial

Luzes e encontros1952Local: Propriedade rural não identificada, EUA

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EUA, 1952: à meia-noite, um agricultor e um empregado que curavam tabaco veem dois objetos em forma de charuto, transparentes e iluminados por dentro

Dois homens que curavam tabaco à meia-noite viram dois objetos em forma de charuto: um parado, outro indo para leste e voltando, até os dois subirem e sumirem. O relatório os achou descritos com detalhe, mas descartou o caso por julgar a testemunha pouco qualificada tecnicamente.

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Desenho de um disco com cúpula larga e clara e uma borda inferior escura, com rótulos White, No light e Deep red.Desenho de relatório oficial

Luzes e encontros1952Local: Estrada entre uma cidade grande e uma base da Força Aérea, EUA (locais não identificados)

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EUA, 1952: na estrada para uma base aérea, um técnico de instrumentos vê um objeto branco e vermelho subir aos arrancos e oscilar perto de Júpiter

Um técnico de instrumentos parou o carro para observar, por 15 minutos, um objeto que subiu aos arrancos, voou nivelado mostrando ora luz branca, ora um lado vermelho, e terminou oscilando ao sul do planeta Júpiter. O relatório considerou o desenho da testemunha incoerente e descartou o caso.

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À esquerda, um círculo com dois anéis tracejados internos e uma seta curva com a palavra Rotation; à direita, um retângulo alto e estreito com a legenda Proportion 7 to 1.Desenho de relatório oficial

Luzes e encontros1952Local: Base da Força Aérea dos EUA na Coreia (não identificada)

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Coreia, 1952: sobre uma base aérea, um sargento vê um objeto dar cambalhotas, parar, subir em linha reta e sumir no Sol

Durante a Guerra da Coreia, um sargento de voo viu sobre sua base um objeto que girava e dava cambalhotas, parava, disparava para cima e ia e voltava diante do Sol; um caça F-86 chegou a passar entre ele e o objeto. O relatório o descartou porque essas manobras não se pareciam com as de nenhum outro caso.

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Memorando datilografado da Força Aérea encaminhando o relato de Edith B. Burton, de Chase, Colúmbia BritânicaMemorando oficial

Luzes e encontros1955Local: Chase, Colúmbia Britânica, Canadá

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Chase, Colúmbia Britânica, 1955: moradora vê disco prateado cruzar o céu à luz do dia

A Força Aérea dos EUA registrou, em setembro de 1955, o relato repassado por um oficial da Marinha sobre um objeto em forma de disco visto por sua mãe em Chase, no Canadá, um mês antes. Ela descreveu um disco prateado com algo parecido com uma chaminé no topo, observado por cerca de 20 a 30 segundos em pleno dia.

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Desenho a lápis num papel de caderno, mostrando um canal, uma estrada e setas indicando a posição de um objeto perto de um morro chamado Cerro Prieto, com anotações em inglês feitas por quem arquivou o documento.Croqui de testemunha

Luzes e encontros1955Local: Cerro Prieto, perto de Mexicali, Baixa Califórnia, México

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Cerro Prieto, México, 1955: morador de Mexicali diz ter visto uma nave suspensa perto do vulcão e pede recompensa para revelar o desenho

Um morador do Ejido Nuevo León, perto de Mexicali, escreveu à Força Aérea dos Estados Unidos relatando que viu, cerca de dois anos antes, uma nave suspensa perto do Cerro Prieto, e ofereceu revelar seu desenho e funcionamento em troca de vinte mil dólares. A carta veio acompanhada de um croqui manuscrito do local.

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Recorte de jornal antigo com manchete sobre professores e alunos de Jerome vendo um fenômeno estranho no céu, com anotação manuscrita no alto da página.Recorte de jornal

Luzes e encontros1954Local: Jerome, condado de Union, Ohio, EUA (perto de Marysville)

Jerome, Ohio, 1954: professoras e cerca de 60 alunos veem objeto e fios de 'cabelo de anjo' caírem do céu

Um recorte de jornal de Marysville, Ohio, preservado num arquivo da Força Aérea, descreve duas professoras e cerca de 60 alunos da escola de Jerome vendo um objeto cilíndrico prateado parado no ar, que soltou fios parecidos com teia de aranha, batizados de 'cabelo de anjo'. Um dos relatores confirmou por escrito que a notícia estava correta.

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Memorando datilografado com carimbo Secret riscado no alto e embaixo, os campos To, From e Subject, cinco parágrafos numerados, a assinatura de Matthew J. Doyle e a anotação Note 4 no canto inferior esquerdo.Memorando oficial

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Base militar não identificada com precisão, provavelmente na região de Albuquerque, Novo México, EUA

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Novo México, 1949: soldado de guarda vê objeto em forma de diamante cruzar o céu ao entardecer

Um soldado da Polícia Militar, de guarda numa pista de pouso ao lado de uma área de artilharia, disse ter visto, na tarde de 6 de janeiro de 1949, um objeto brilhante em forma de diamante cruzar o céu muito mais rápido que os jatos que conhecia. Dois colegas que estavam de guarda com ele não chegaram a ver o objeto.

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Tabela datilografada com carimbo CONFIDENTIAL riscado e quatro linhas, duas delas de Los Alamos em 8 de março de 1949.Documento tabular

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Los Alamos, Novo México, EUA

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Los Alamos, Novo México, 1949: inspetor de segurança vê objeto elíptico envolto em chamas desaparecer atrás das nuvens

Um inspetor da Atomic Energy Security Service (AESS) em serviço em Los Alamos relatou ter visto, em 8 de março de 1949, um objeto elíptico de superfície metálica envolto em chamas, que sumiu atrás das nuvens sem ruído. O breve registro faz parte de uma série de notas sobre luzes anômalas investigadas pela Força Aérea na região.

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Página datilografada com o título Statement of Objectives for the Advanced Aerospace Weapon System Applications Program e lista numerada de 1 a 12.Página de documento oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2008Local: Virginia Contracting Activity, Bolling AFB, Washington, D.C.; contratada em Las Vegas, Nevada, EUA

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Washington, 2008: a DIA contrata a BAASS para estudar tecnologias aeroespaciais “de ruptura” até 2050

A Agência de Inteligência de Defesa (DIA) contratou em setembro de 2008 a Bigelow Aerospace Advanced Space Studies (BAASS) para produzir estudos sobre aplicações aeroespaciais avançadas e avaliar a ameaça estrangeira até 2050. Os documentos de contratação não mencionam UFOs nem UAPs: descrevem doze áreas técnicas, prazos, entregas e um valor total de US$ 21.948.810,00.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, o título Defense Intelligence Reference Document e o nome do relatório em azul.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: relatório do AAWSAP sustenta que “veículos anômalos” feriram testemunhas e tenta deduzir sua tecnologia pelas lesões

Este DIRD de 38 páginas revisa sintomas atribuídos a exposições próximas a “sistemas aeroespaciais anômalos” e propõe que queimaduras e efeitos neurológicos seriam causados sobretudo por radiação eletromagnética. É um estudo teórico e de compilação: o autor afirma que as lesões apoiam a hipótese de sistemas avançados já em operação, mas não apresenta casos novos examinados nem prova independente dessa conclusão.

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Capa com selo da DIA e o título do relatório sobre a equação de Drake estatística.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP aplica estatística à equação de Drake e estima a distância da civilização extraterrestre mais próxima

O relatório transforma cada fator da equação de Drake em variável aleatória e calcula uma distribuição de probabilidade para a distância até a civilização comunicante mais próxima. Todo o resultado numérico depende de valores de entrada escolhidos pelo autor; não é observação nem prova da existência de civilizações extraterrestres.

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Capa com selo da DIA, o subtítulo Defense Futures e o título do relatório sobre cabines.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP imagina a cabine de uma nave que controlaria a gravidade e voaria mais rápido que a luz

O relatório projeta uma cabine “provisória” para um veículo hipotético com controle sobre gravidade e inércia, seis graus de liberdade e velocidade acima da luz. O próprio autor chama suas previsões de “conjecturas informadas”, sem teoria verificada nem implementação, e diz que elas não foram publicadas nem debatidas com outros cientistas.

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Capa com selo da DIA e o título do relatório sobre dobra espacial e energia escura.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: dois estudos do AAWSAP discutem, em teoria, a “dobra espacial” e buracos de minhoca para viajar mais rápido que a luz

Dois DIRDs de abril de 2010 revisam soluções da relatividade geral que permitiriam, em princípio, viagens mais rápidas que a luz: a bolha de dobra de Alcubierre e os buracos de minhoca atravessáveis. Ambos exigem energia negativa ou “matéria exótica” em quantidades que ninguém sabe produzir, e os próprios autores reconhecem que não há instruções para construir nada disso.

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Página datilografada com carimbos SECRET no alto e no pé, data OCT 7 1948 e três parágrafos dirigidos à Central Intelligence Agency.Carta oficial

História da investigação1948Local: Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio, e Washington, D.C., EUA

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Wright-Patterson, 1948: a Força Aérea pergunta à CIA se os discos voadores podem ser aviões americanos secretos

Em outubro de 1948, o chefe de inteligência do Air Materiel Command escreveu à CIA que a origem dos discos voadores continuava obscura e pediu qualquer prova de que fossem projetos americanos. O Estado-Maior da Força Aérea repassou o pedido ao Diretor de Inteligência Central num memorando quase idêntico.

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Folha amarelada quase em branco, com as palavras datilografadas Facing South no alto à esquerda, EAST com uma linha vertical à direita e duas vezes RED FLAME, giradas, no centro.Esquema do relato (vestígios)

Relatos de 19481948Local: Ascension Parish, Luisiana, cerca de 50 milhas de New Orleans

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Ascension Parish, 1948: um caçador vê um cone de fogo silencioso ao amanhecer

Antes do nascer do sol, o presidente de uma empresa de terras de New Orleans disse ter visto por cerca de dez segundos um objeto em forma de casquinha de sorvete, branco-incandescente na frente e vermelho atrás, voando para leste sem ruído. A ficha do Projeto Sign registra o relato e a avaliação dos investigadores sobre a testemunha, sem identificação do objeto.

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Formulário datilografado Incident Summary Sheet, Incident No. 176a, com 25 itens preenchidos; o item 24 diz Seemed like a vegetable crate flying thru the air.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Rancho Castro, 4 milhas a leste de San Pablo e 4,1 milhas ao sul de Pinole, Califórnia

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San Pablo, Califórnia, 1948: duas testemunhas lado a lado descrevem objetos opostos

Um coronel reformado do Exército viu, acima de um bombardeiro, uma forma translúcida e ondulante como uma ameba; o homem ao lado dele descreveu uma caixa retangular com nervuras, como um engradado de verduras. O próprio investigador registrou que as duas descrições estavam em contradição direta.

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Parte inferior de um formulário datilografado com os itens numerados de 8 a 25 preenchidos à máquina, entre eles Shape: similar to a flat football e Sound: throbbing noise or steady purr.Formulário oficial (recorte)

Relatos de 19481948Local: 1 milha ao sul e 8 milhas a leste de Sterling, Utah, numa crista a 9.000 pés

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Sterling, Utah, 1948: um caçador ouve um ronco pulsante e vê uma "bola de futebol achatada"

Durante uma caçada, um comerciante de carros usados e mecânico de aviões ouviu um ronco pulsante e viu passar sobre ele um objeto prateado e preto, em forma de bola de futebol americano achatada. O investigador registrou que o homem errava muito ao estimar distâncias.

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Folha datilografada com a data 5th Nov 1948 no alto e cinco parágrafos, um deles encabeçado pela palavra Astronomer.Resumo oficial

Relatos de 19481948Local: Prédio do jornal Palladium-Item, Richmond, Indiana

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Richmond, Indiana, 1948: um jornalista fotografa uma luz parada no céu da madrugada

Depois de dois telefonemas de leitores, o editor de esportes de um jornal de Richmond observou por 20 minutos uma luz branca e tremulante a leste e fez duas fotos de exposição longa. O arquivo registra a consulta a um astrônomo e a comparação com sinalizadores, e cita uma revista que falava de um cometa visível naqueles dias.

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Folha datilografada com o título Incident: 199 e um parágrafo longo, com uma frase entre parênteses sobre nevoeiro e fumaça.Resumo oficial

Relatos de 19481948Local: 15 milhas a noroeste de Grays Harbor, 10 milhas da costa, Washington

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Grays Harbor, 1948: tripulante de um F-82 vê de 10 a 20 formas amarelas no litoral de Washington

Voando para o norte num caça F-82, o tenente Kunzman viu um pequeno grupo compacto de formas amarelas que se alinharam, ficaram brancas e se dissolveram em cerca de 20 segundos. O piloto, ocupado, não viu nada, e o próprio tenente pensou primeiro em gaivotas.

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Folha datilografada com o título Incident: 200a e um parágrafo curto, recortada na parte superior.Resumo oficial

Relatos de 19481948Local: Crescent City, Califórnia (incluindo Battery Point e o farol)

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Crescent City, 1948: quatro moradores veem um objeto prateado cruzar o céu para o sul

Um barbeiro, um pescador, um dono de tinturaria e uma dona de casa, em pontos diferentes de Crescent City, descreveram um objeto prateado sem asas, em forma de ovo ou de bala, que seguia para o sul e às vezes brilhava como um espelho ao sol. Não foram encontrados voos nem lançamentos de teste na área.

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Folha datilografada com o título Incident: 207A, um parágrafo longo e uma lista numerada de 1 a 4 sobre o que as testemunhas concordam.Resumo oficial

Relatos de 19481948Local: Sobre a Base Aérea de Andrews, Camp Springs, Maryland

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Base de Andrews, 1948: dois pilotos tentam por 15 minutos se aproximar de um objeto oval sobre a base

Numa noite de lua cheia, dois segundos-tenentes da reserva da Força Aérea em voo sobre a base relataram ter perseguido por mais de dez minutos um objeto oval e luminoso, sem asas, que circulava sobre a base, subia na vertical e escapava de cada aproximação. Um sargento em terra ouviu um ruído forte e viu um objeto brilhante cruzar o campo.

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Carta datilografada com cabeçalho da B. F. Goodrich Company, carimbo RESTRICTED e marcação COPY; uma tarja preta cobre o endereço do remetente.Carta de testemunha

Relatos de 19481948Local: Rodovia 12 (212), a oeste de Plevna, a caminho de Miles City, Montana, EUA

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Plevna, 1948: vendedor na estrada de Montana acompanha luz silenciosa por vinte minutos

Um gerente regional da B. F. Goodrich parou o carro perto da ponte do rio Powder, desligou o motor e observou com binóculo uma luz branca muito brilhante que ia e voltava entre as nuvens. Em duas cartas ao Exército e à Força Aérea, ele descreveu o que viu e respondeu às perguntas de Wright Field.

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Formulário datilografado com carimbos RESTRICTED e 26 campos sobre a bola de fogo vista em Knoxville.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: South Knoxville, Tennessee, EUA

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Knoxville, 1948: bola laranja com cauda azulada cruza o céu, vista por várias testemunhas

Às 21h40 de 30 de junho de 1948, a esposa de um comandante do Exército, instrutores da reserva e um morador de Oak Ridge viram uma bola de fogo laranja, com uma fita azulada atrás, cruzar o céu para oeste. As fichas guardam uma divergência grande: três minutos para uma testemunha, três segundos para as outras.

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Folha datilografada em papel claro, com quatro parágrafos numerados e assinatura datilografada Clarence Glazebrook.Declaração de testemunha

Relatos de 19481948Local: Extremidade norte de Osborn, Ohio, EUA, perto de Patterson Field

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Osborn, 1948: investigador da Força Aérea vê uma luz que acende e apaga três vezes

O próprio investigador de inteligência técnica do Air Materiel Command, tenente Clarence Glasebrook, relatou uma luz branco-amarelada que apareceu três vezes, por um ou dois segundos cada, a intervalos regulares, sobre Osborn, Ohio. Ele era ex-piloto de reconhecimento e considerou suas estimativas razoavelmente precisas.

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Formulário datilografado com carimbos RESTRICTED e 26 campos; valores riscados nos campos de data e velocidade.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Estrada entre Parrott e Richland, Geórgia, EUA

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Geórgia, 1948: ex-piloto na estrada vê risco azul-branco seguido de rastro de faíscas

À 1h da madrugada de 5 de agosto de 1948, o ex-piloto da Força Aérea James Amaral viu de seu carro um risco de luz branco-azulado que durou de 5 a 10 segundos e deixou um rastro de faíscas visível por quase um minuto. Ele disse que não se tratava de corpo celeste, mas de algo parecido com um foguete.

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Esboços a lápis sobre papel: no alto, uma linha inclinada subindo em direção a um pico marcado Mt Charleston; embaixo, um traço em forma de gota com setas, o ponto first sighted e uma rosa dos ventos.Desenho testemunhal

Relatos de 19471947Local: Arredores a noroeste de Las Vegas, Nevada, EUA

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Las Vegas, 1947: ex-piloto vê um rastro branco fazer uma curva sem enxergar o que o produzia

Um capitão da reserva da Força Aérea, ex-piloto, parou o carro para observar o que parecia o rastro de um avião escrevendo no céu, mas não viu nada na ponta da trilha. A ficha do incidente 71 guarda os esboços que ele fez do trajeto, com uma curva perto do monte Charleston.

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Ficha datilografada do incidente 94, de 30 de dezembro de 1947Ficha de incidente

Relatos de 19471947Local: Sul de Idaho, região de Rosedale (Califórnia), oeste de Lovelock (Nevada) e rota aérea entre Medford (Oregon) e Mount Shasta (Califórnia), EUA

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Oeste dos EUA, 30 de dezembro de 1947: pilotos, tripulações e um motorista relatam chamas coloridas e um clarão no mesmo minuto

Quatro fichas da Força Aérea registram, na mesma noite e quase no mesmo minuto, um objeto com chamas verdes e azuis visto por dois pilotos militares, chamas coloridas vistas por um C-47, uma explosão no ar vista por um motorista e um clarão visto por um voo da United. O próprio arquivo diz que os relatos parecem ligados.

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Ficha datilografada do incidente 37, Cave Creek, Arizona, 1947Ficha de incidente

Relatos de 19471947Local: Mina a cerca de 11 milhas ao norte ou nordeste de Cave Creek, Arizona, EUA

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Cave Creek, Arizona, 1947: dois pilotos numa mina veem uma forma escura parecida com uma asa voadora

O dono de uma mina e seu sócio, ambos pilotos, viram ao meio-dia uma forma escura sem cauda cruzar o céu em linha reta, de noroeste para sudeste, sem nenhum som. Compararam-na a uma asa voadora; a cor mudava conforme o fundo, avermelhada contra o céu azul e preta contra uma nuvem branca.

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Ficha datilografada do incidente 84, Lakeland, Flórida, 1947Ficha de incidente

Relatos de 19471947Local: Rodovia US 92, cerca de 1 milha a leste de Lakeland, Flórida, EUA

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Lakeland, Flórida, 1947: pintor de letreiros ouve um zumbido agudo e vê cinco objetos brilhantes subirem

Caminhando por uma rodovia perto de Lakeland, um pintor de letreiros disse ter visto cinco objetos brilhantes, sem asas, subirem rapidamente para nordeste, o primeiro parecendo rebocar os outros. Ele fez um modelo do que viu; o investigador o descreveu como pessoa muito exaltada e de imaginação exagerada.

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Ficha datilografada do incidente 92, Manitou Springs, Colorado, 1947Ficha de incidente

Relatos de 19471947Local: Manitou Springs, Colorado, EUA

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Manitou Springs, Colorado, 1947: funcionários da ferrovia do Pikes Peak veem um objeto prateado subir, mergulhar e inverter o rumo

Na hora do almoço, três funcionários da ferrovia do Pikes Peak observaram por vários minutos um pequeno objeto prateado que subia, mergulhava, invertia o rumo e às vezes parecia parar sobre a região ao norte de Manitou. O episódio é de maio de 1947, mais de um mês antes do relato de Kenneth Arnold.

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Ficha datilografada do incidente 66, Ohio, 1947Ficha de incidente

Relatos de 19471947Local: Perto de Silver Springs, Ohio, EUA, conforme a ficha

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Ohio, 1947: tenente-coronel da área de pesquisa do Estado-Maior vê um clarão laranja cruzar o céu em linha horizontal

Um tenente-coronel do setor científico da divisão de pesquisa do Estado-Maior do Exército viu, à noite, um brilho alaranjado passar baixo sobre um celeiro, em linha reta e horizontal, deixando uma faixa branca como a de uma bala traçante. Em três ou quatro segundos o objeto sumiu no ar.

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Memorando datilografado com o título Unidentifiable Objects, Williams Field, 7 July 1947, com dois itens numeradosDocumento

Relatos de 19471947Local: Sobre o Grand Canyon, Arizona, EUA, em voo para Williams Field

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Grand Canyon, 1947: aluno piloto de P-80 vê dois objetos redondos mergulharem em direção ao solo

Voando a 25 mil pés sobre o Grand Canyon, um tenente em treinamento no caça a jato P-80 viu dois objetos redondos descerem na vertical em velocidade “inconcebível”, um poucos segundos atrás do outro. Ele calculou que teriam atingido o chão cerca de 25 milhas ao sul da borda sul do cânion.

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Ficha datilografada do incidente 93, Hartford, 1948Ficha de incidente

Relatos de 19481948Local: Hartford, Connecticut, EUA; o objeto sumiu atrás do monte Tom, perto de Holyoke, Massachusetts

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Hartford, 1948: dois capitães da Força Aérea veem um disco azul e vermelho cair em direção ao monte Tom

Dois capitães de uma esquadrilha de evacuação aeromédica viram um objeto em forma de disco, azulado no centro e vermelho nas bordas, descer a 45 graus em altíssima velocidade, sem cauda nem rastro. Disseram que lembrava uma estrela cadente, mas não tinham certeza.

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Página datilografada de um estudo da Força Aérea listando relatos, entre eles três contatos de radar no JapãoEstudo de inteligência

Radar e sensores1947Local: Base aérea de Chitose, Hokkaido, e Fukuoka, Japão

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Japão, 1947: radares americanos em Chitose e Fukuoka acompanham alvos rápidos que se dividem e somem

Dois estudos de inteligência da Força Aérea, de 1947 e 1948, citam três contatos de radar americanos no Japão ocupado como indício de atividade aérea incomum. O mais citado é o de Fukuoka em 16 de setembro de 1947: um alvo seguido por 70 milhas a 840 a 900 milhas por hora.

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Formulário datilografado 'Incident Summary Sheet', incidente 223a, com as duas versões do relato do piloto da Pioneer.Formulário oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Arredores de Las Vegas e encosta leste das montanhas Sandia, perto de Albuquerque, Novo México, EUA

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Novo México, 1948: na noite de 5 de dezembro, dois pilotos e vários moradores veem luzes verdes 'como sinalizadores'

Na noite de 5 de dezembro de 1948, o piloto de um C-47 da Força Aérea e o comandante de um voo comercial da Pioneer Airlines relataram luzes verdes parecidas com sinalizadores perto de Las Vegas e das montanhas Sandia, no Novo México. As fichas da Força Aérea listam outros relatos da mesma noite e dizem que nenhum aeródromo nem a base de Holloman tinha explicação.

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Formulário datilografado 'Incident Summary Sheet', incidente 226, com campos preenchidos e vários 'N/S'.Formulário oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Base Sandia, Albuquerque, Novo México, EUA

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Albuquerque, 1948: funcionário da segurança da Base Sandia vê pelo para-brisa um clarão esverdeado cair em arco

Na noite de 6 de dezembro de 1948, um integrante da segurança da Comissão de Energia Atômica na Base Sandia viu, parado num cruzamento dentro da base, um clarão esverdeado quase sobre sua cabeça, que caiu em arco de leste para oeste com uma cauda flamejante. A observação durou dois ou três segundos.

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Formulário datilografado 'Incident Summary Sheet', incidente 224, com 25 campos preenchidos sobre a luz verde vista do avião.Formulário oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Cerca de 20 milhas a leste de Las Vegas, Novo México, EUA

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Novo México, 1948: dois agentes do OSI em voo veem uma bola verde intensa passar acima do avião e se desfazer em fragmentos

Em 8 de dezembro de 1948, dois agentes especiais do Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea, ambos pilotos, voavam num T-7 a leste de Las Vegas, no Novo México, quando viram uma luz verde intensa cruzar à frente, um pouco acima do avião, em trajetória quase horizontal. Depois de uns dois segundos ela pareceu apagar-se e caiu como uma chuva de fragmentos laranja-avermelhados.

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Página datilografada do resumo do OSI de abril de 1949 sobre as bolas verdes de dezembro de 1948Resumo do OSI

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Área de Los Alamos, Novo México, EUA

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Los Alamos, 1948: inspetores de segurança veem bola verde descer, seguir na horizontal e sumir sem ruído

Na noite de 20 de dezembro de 1948, dois pares de inspetores de segurança de Los Alamos viram uma bola de fogo branco-esverdeada descer e depois seguir quase na horizontal. Com os esboços deles e medições de teodolito, Lincoln LaPaz calculou uma trajetória que passava cerca de seis milhas ao norte da cidade e afirmou que não se tratava de meteorito.

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Formulário datilografado com 25 campos numerados sobre o incidente 225: datas, local, observador, tamanho, cor, altitude, distância, som e modo de desaparecimento.Formulário oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Rodovia 60, a cerca de 10 milhas a leste e a oeste de Vaughn, Novo México, EUA

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Vaughn, Novo México, 1947 e 1948: coronel do Exército vê três vezes uma bola de luz descer na vertical e estourar em faíscas vermelhas

O oficial executivo do Distrito Militar do Novo México relatou ter visto, em três noites entre o fim de 1947 e novembro de 1948, uma bola de luz branca descer devagar na vertical perto da rodovia 60, junto a Vaughn, e estourar a baixa altura em faíscas vermelhas, sem ruído. Na primeira vez ele parou o carro e viu a explosão a 40 ou 60 jardas.

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Primeira página do quarto relatório de LaPaz, de 21 de fevereiro de 1949Relatório científico

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Céu do leste do Novo México e do oeste do Texas; fim da trajetória calculado a oeste de Lamesa, Texas, EUA

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Novo México e Texas, 1949: a grande bola de fogo de 30 de janeiro, vista por milhares, cruza 143 milhas do céu sem estrondo

No fim da tarde de domingo, 30 de janeiro de 1949, uma bola de fogo muito brilhante cruzou o céu do Novo México e do Texas e foi vista por milhares de pessoas. Lincoln LaPaz calculou uma trajetória quase horizontal de 143 milhas e registrou que ninguém ouviu as detonações típicas de grandes meteoritos, mas considerou que, entre os casos investigados, só esse dava algum indício de ser uma queda de meteorito.

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Tabela datilografada com carimbo CONFIDENTIAL riscado e cinco linhas; as duas de baixo são de Tucumcari e Montoya, 27 de março de 1949.Documento tabular

Relatórios militares de 1948–19491949Local: Área de Albuquerque (17/02) e região de Tucumcari e Clovis (27/03), Novo México, EUA

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Albuquerque e Tucumcari, 1949: objetos alongados cor de laranja sobem, mergulham e 'escoam' pelas curvas

Uma nota do resumo do OSI de abril de 1949 descreve dois incidentes em que observadores viram objetos alongados, vermelhos, laranja, rosados ou cor de âmbar, com luz própria, subir, mergulhar e fazer curvas sem ruído. Segundo os relatos, os objetos pareciam flexíveis e 'escoavam' pelas curvas, e a investigação não encontrou avião a jato na área.

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Gráfico em papel milimetrado com quatro curvas de número de observações por horário, legenda no canto superior direito e rótulos de máximo para bolas de fogo verdes, meteoros, meteoritos e discos.Gráfico oficial

Luzes e encontros1950Local: Los Alamos, Novo México, EUA

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Los Alamos, 1950: em duas tardes de fevereiro, grupos de até 14 pessoas veem objetos prateados e metálicos no céu

A tabela de avistamentos do 17º Distrito do OSI registra, em 24 e 25 de fevereiro de 1950, dez observações diurnas em Los Alamos: objetos de aspecto metálico, prateado ou de alumínio, redondos ou oblongos. Na tarde de 25, dois registros somam 12 e 14 observadores no mesmo intervalo de dez minutos.

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Legenda e cabeçalho da tabela de avistamentos do OSI de 1950Tabela do OSI

Luzes e encontros1950Local: Base Sandia e Base Aérea de Kirtland, Albuquerque, Novo México, EUA

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Albuquerque, 1950: na Base Sandia e em Kirtland, observadores veem objetos redondos prateados e uma 'asa voadora' de dia

Em 21 de março de 1950, por volta das 13h, quatro registros da tabela do OSI descrevem objetos redondos, prateados ou brancos, vistos da Base Sandia e da Base Aérea de Kirtland, em Albuquerque, por até meia hora. No dia seguinte, 11 pessoas em Kirtland relataram um objeto castanho em forma de 'asa voadora' a grande velocidade.

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Memorando datilografado do FBI com carimbos, rubricas e a anotação à mão "Flying Discs" na margem esquerda.Memorando do FBI (fac-símile)

História da investigação1950Local: Arredores de Vaughn, Novo México, EUA

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Vaughn, Novo México, 1950: a Força Aérea monta o Projeto Twinkle para vigiar e fotografar as bolas verdes

Memorandos internos do FBI de 1950 registram que a Força Aérea contratou a empresa Land-Air para instalar postos de observação perto de Vaughn, no Novo México, e fotografar as bolas de fogo verdes numa vigilância de 24 horas chamada Projeto Twinkle. Em 24 de maio de 1950 a equipe teria avistado de 8 a 10 objetos, mas até outubro a Força Aérea não repassou resultados ao FBI.

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Capa com selo da DIA, a indicação Defense Intelligence Reference Document e o título do relatório sobre engenharia da métrica.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP descreve como seria vista uma aeronave capaz de alterar o espaço-tempo à sua volta

Relatório teórico de março de 2010 do programa AAWSAP aplica a relatividade geral a uma aeronave hipotética capaz de “engenheirar” o espaço-tempo e lista o que um observador externo veria: brilho, encolhimento aparente, manobras bruscas, sumiço súbito. O próprio autor diz que a energia necessária excede em muitas ordens de grandeza o que a engenharia consegue produzir.

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Capa com selo da DIA, a indicação Defense Intelligence Reference Document e o título Antigravity for Aerospace Applications.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a DIA (divisões DWO-3 e DWO-4), Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010-2011: dois estudos do AAWSAP avaliam a antigravidade e a “massa negativa” e concluem que nada disso está ao alcance da tecnologia

Um DIRD de março de 2010 revisa propostas de antigravidade, da física de Newton à teoria quântica, e conclui que todas enfrentam desafios técnicos “assustadores”. Outro, de janeiro de 2011, especula que massa negativa poderia estar acumulada no centro da Lua e calcula a energia de um túnel aberto com explosivos termonucleares, embora o próprio autor considere a propulsão por massa negativa improvável.

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Capa com selo da DIA e o título do relatório sobre extração de energia do vácuo quântico.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a DIA (divisões DWO-3 e DWO-4), Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010-2011: estudos do AAWSAP sobre energia do vácuo propõem sensores para detectar “plataformas aeroespaciais anômalas”

Dois DIRDs do mesmo autor avaliam se o vácuo quântico poderia fornecer energia ou propulsão e como medir a “energia negativa” produzida em laboratório. O primeiro conclui que não há apoio teórico definitivo para extrair energia útil do vácuo; o segundo recomenda sensores que, no futuro, poderiam vigiar e detectar “plataformas aeroespaciais anômalas” movidas por espaço-tempo alterado.

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Capa com selo da DIA, a indicação Defense Futures e o título sobre detecção de veículos hipersônicos.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP recomenda como detectar veículos hipersônicos, inclusive os “projetados para serem indetectáveis”

Relatório de novembro de 2010 do programa AAWSAP revisa como radar, câmeras, infravermelho, lidar, infrassom e sismógrafos detectam objetos acima de Mach 5, de meteoros a mísseis. Termina com quatro recomendações para as três décadas seguintes, entre elas um banco de assinaturas de esteira para identificar aeronaves “novas e desconhecidas” e a busca de veículos “projetados para serem indetectáveis”.

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Capa com selo da DIA e o título sobre comunicações por ondas gravitacionais de alta frequência.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP projeta comunicações por ondas gravitacionais através da Terra e imagina vigilância e propulsão com elas

Relatório de abril de 2010 do programa AAWSAP defende que ondas gravitacionais de alta frequência, ainda nunca geradas nem detectadas em laboratório, poderiam transmitir dados diretamente através da Terra. Na parte final, o autor especula sobre fusão nuclear a distância, propulsão, vigilância através de estruturas e comunicação mais rápida que a luz.

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Capa com selo da DIA, parte das letras apagadas, e o título Aneutronic Fusion Propulsion.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: dois estudos do AAWSAP sobre fusão “aneutrônica” concluem que ela serviria a satélites e a Marte, mas não às estrelas

Dois DIRDs com o mesmo título e a mesma data, 1º de novembro de 2010, avaliam foguetes movidos a fusão nuclear sem emissão de nêutrons. Um conclui que a antimatéria seria mais promissora; o outro, que a fusão aneutrônica poderia substituir propulsores de satélites e levar missões a Marte, mas só serviria além do sistema solar com uma física de propulsão ainda inexistente.

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Capa com selo da DIA e o título Positron Aerospace Propulsion.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudos do AAWSAP propõem aviões movidos a pósitrons e naves impulsionadas por microexplosões de fusão

Dois DIRDs de março de 2010 tratam de propulsão de energia extrema com física conhecida. Um propõe turbojatos, mísseis e foguetes aquecidos pela aniquilação de pósitrons e prevê um voo de volta ao mundo em dez anos; o outro defende naves movidas por pequenas explosões de fusão de deutério refletidas por um espelho magnético.

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Capa com selo da DIA e o título Invisibility Cloaking: Theory and Experiments.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudos do AAWSAP avaliam capas de invisibilidade e metamateriais e concluem que ocultar da luz visível ainda é incerto

Dois DIRDs de 2010 revisam materiais artificiais capazes de desviar a luz e as micro-ondas. Um conclui que a ocultação perfeita é impossível e que só a invisibilidade a micro-ondas estava ao alcance da tecnologia; o outro vê nos metamateriais sobretudo sensores e componentes ópticos pequenos e leves para plataformas aeroespaciais.

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Capa com selo da DIA e o título Pulsed High-Power Microwave Source Technology.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP descreve armas de micro-ondas que queimam eletrônicos e são difíceis de detectar

Relatório de janeiro de 2010 do programa AAWSAP revisa as fontes pulsadas de micro-ondas de alta potência usadas como armas de energia dirigida, capazes de danificar circuitos eletrônicos. Explica por que seus pulsos, de nanossegundos, são muito difíceis de detectar e cita um episódio de 2001 em que testes com um helicóptero teriam perturbado o GPS de um aeroporto.

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Capa com selo da DIA e o título sobre controle de dispositivos externos sem interfaces operadas pelos membros.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudos do AAWSAP avaliam controlar máquinas pelo pensamento e implantes biomédicos em miniatura

Dois DIRDs de março de 2010 revisam interfaces entre o cérebro e máquinas e sensores biomédicos microfabricados. O primeiro conclui que sensores de atividade muscular seriam a opção prática a curto prazo e que o controle direto pelo pensamento exigiria implantes no cérebro ainda sem durabilidade demonstrada; o segundo descreve implantes e laboratórios em chip.

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Recorte de jornal em inglês com o título 'Saucer' Like Giant 'Pinwheel'.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1952Local: Navy Homes, Pasco, e arredores de Kennewick e Richland, Washington, EUA

Pasco e Kennewick, 1952: moradores de um conjunto da Marinha veem um “catavento gigante” de luzes

Dois recortes do Columbia Basin News guardados pelo escritório do FBI em Seattle reúnem relatos de moradores de Pasco, Kennewick e Richland sobre um objeto redondo, rápido e cercado de luzes. Não há, nestas páginas, investigação do FBI: só o jornal carimbado e arquivado.

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Trecho datilografado em inglês de um formulário de queixa do FBI.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1954Local: Seattle, Washington, EUA (endereço do declarante omitido)

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Seattle, 1954: dois objetos metálicos levam hora e meia para cruzar o céu e soltam fumaça

Hilton Brown ligou ao FBI para contar que ele e vizinhos viram dois objetos de brilho metálico atravessarem lentamente o céu rumo a oeste por uma hora e meia, soltando pequenas baforadas de fumaça branca. Ele supôs que uma espécie de gôndola pendia sob os objetos.

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Memorando datilografado do FBI em inglês, com o assunto Flying Saucers.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1954Local: Estrada entre Doty e Chehalis, e centro de Tacoma, Washington, EUA

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Tacoma, 1954: um policial e um motorista de ônibus contam aos jornais o que viram, e a Força Aérea não investiga

Duas notícias do Tacoma News Tribune, uma sobre um policial que viu um disco parar no ar e outra sobre uma bola laranja vista por um motorista de ônibus e seus passageiros, chegaram ao FBI pela Força Aérea. A inteligência da 25ª Divisão Aérea não recebeu relatório de nenhuma delas e julgou as matérias insuficientes para investigar.

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Cabeçalho de formulário do FBI preenchido à mão em inglês.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1954Local: Rodovia perto de McMurray, Washington, EUA

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McMurray, 1954: um piloto desconfia de um “helicóptero” sem luzes que paira de madrugada sobre a rodovia

Um controlador de tráfego aéreo da Administração de Aeronáutica Civil passou ao FBI o que um colega ouvira de um piloto vizinho da mãe: uma aeronave sem luzes, que ele julgava ser um helicóptero, aparecia de madrugada e pairava 10 a 20 minutos sobre a rodovia perto de McMurray. O piloto via nisso algo suspeito, não um fenômeno aéreo desconhecido.

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Memorando datilografado do FBI em inglês, com o assunto Info re Strange Flying Object.Fac-símile de documento

Arquivo do FBI1959Local: Praia perto de La Push, Washington, EUA

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La Push, 1959: clarões no céu, um estouro e um paraquedas que desce do mar até um homem na praia

Uma moradora de Mercer Island contou ao FBI que, numa praia perto de La Push, viu um homem com uma corda enrolada no braço, notou clarões no céu, ouviu um estouro como de fogos de artifício e viu um paraquedas chegar do mar ao encontro do homem. O memorando não traz avaliação.

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Página de relatório de missão com campos em branco e duas linhas de texto sobre quatro UAPs observados abaixo das nuvens.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Golfo Arábico, segundo o título do arquivo; relatório do comando aéreo AFCENT

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Golfo Arábico, 2020: missão de vigilância da Força Aérea registra quatro UAPs em 27 segundos, meio encobertos por nuvens

Um relatório de missão da Força Aérea dos EUA, em voo de inteligência, vigilância e reconhecimento, anota quatro UAPs vistos abaixo de um ponto tarjado entre 17h36min22s e 17h36min49s (hora Z). As nuvens impediram acompanhar os objetos e obter uma visão clara, e a ficha não traz forma, tamanho nem velocidade.

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Página de relatório de missão com um grande bloco tarjado no alto e, abaixo, o texto da descrição do possível UAP.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Grade militar 34SDG9041417044, no mar Jônico a oeste do Peloponeso (Grécia), pela conversão da redação; o título do arquivo cita o Golfo Arábico

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Mar Jônico, pela grade do relatório, 2020: possível UAP estimado a 321 nós acelera e vira para leste

Num relatório de missão quase todo tarjado, um piloto registra às 12h58 (hora Z) um possível UAP com velocidade estimada em 321 nós, que acelerou e virou para leste. A observação foi tão breve que não permitiu estimar a altitude, e a grade de posição aponta o mar Jônico, não o Golfo Arábico do título do arquivo.

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Página de relatório de missão com grandes blocos tarjados e uma linha de descrição do UAP.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Grades militares 34SCE7566990098 (mar Jônico) e 35TQK1580995057 (mar Negro, junto ao delta do Danúbio, Romênia), pela conversão da redação; o título do arquivo cita o Golfo Arábico

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Mar Jônico e mar Negro, pelas grades do relatório, 2020: um UAP lento a 5.000 metros e dois possíveis UAPs que aceleram para o sul

O mesmo relatório de missão, quase todo tarjado, guarda dois registros separados: às 13h54 (hora Z), um UAP a velocidade constante de 40 nós entre 16.000 e 17.000 pés; às 22h43, dois possíveis UAPs estimados a 278 nós, que aceleraram e viraram para o sul. As grades de posição apontam o mar Jônico e o mar Negro, a cerca de 1.300 km uma da outra, e não o Golfo Arábico do título.

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Página de relatório de missão com poucas linhas de texto sob blocos tarjados, descrevendo um UAP parecido com um balão.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Não informado no texto legível; o título do arquivo cita o Golfo Arábico

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Relatório de missão de 2020: tripulação rastreia UAP “parecido com um balão” levado pelo vento a 31.000 pés e o vê no infravermelho

Um relatório de missão quase todo tarjado descreve um UAP que “parece um balão” e se deslocava com os ventos a 31.000 pés, rastreado com qualidade suficiente para emprego de armas e identificado visualmente no sensor infravermelho de mira. O texto compara o objeto a um UAP relatado antes pela 48ª Ala de Caça da Força Aérea dos EUA.

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Formulário do FBI com cabeçalho Electronic Communication e muitas tarjas pretas sobre nomes e dados de contato.Formulário FD-1057 do FBI (fac-símile)

Arquivo do FBI2021Local: Propriedade residencial no nordeste dos Estados Unidos (estado e cidade suprimidos)

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Nordeste dos EUA, 2021: às 5h, uma luz se divide em três e forma um triângulo atrás da casa

Numa madrugada de novembro de 2021, um morador que se dizia cético viu uma luz se dividir em duas ou três e formar um triângulo por cerca de dez minutos. Foi o começo de três anos de observações que ele levou ao FBI em 2024.

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Formulário do FBI com a lista de anexos e blocos tarjados sobre os itens 6 a 10.Formulário FD-1057 do FBI (fac-símile)

Arquivo do FBI2024Local: Propriedade residencial junto a um lago e área de mata no nordeste dos Estados Unidos (local suprimido)

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Nordeste dos EUA, 2024: dois agentes do FBI vigiam o lago ao entardecer e veem uma luz branca sobre uma vermelha

Numa tarde de novembro de 2024, dois agentes especiais do FBI foram à casa de um morador que relatava luzes havia três anos e registraram o que eles mesmos viram sobre um lago. Uma vistoria de dia, em dezembro, não achou nada incomum e concluiu que seria irrealista pilotar um drone à noite entre aquelas árvores.

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Formulário do FBI com texto datilografado e várias tarjas sobre nomes, e-mail e endereço.Formulário FD-302 do FBI (fac-símile)

Arquivo do FBI2025Local: Quintal de uma residência no nordeste dos Estados Unidos (local suprimido)

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Nordeste dos EUA, 2025: casal vê duas esferas vermelhas pairarem no quintal e se afastarem juntas

Ao chegar em casa à noite, uma pessoa viu uma luz intensa pairando abaixo das árvores do quintal; o cônjuge saiu e os dois viram duas esferas subirem e se afastarem juntas. O FBI ouviu os dois em entrevistas separadas e publicou o vídeo que gravaram.

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E-mail impresso com tarjas, duas frases curtas de resumo em maiúsculas e a assinatura de um analista tarjada.E-mail de liberação de informações (fac-símile)

Registros militares recentes2025Local: Área de responsabilidade do Comando Indo-Pacífico dos EUA (INDOPACOM); local exato tarjado

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Indo-Pacífico, 2025: aeronave dos EUA registra dois possíveis UAPs com 14 minutos de intervalo

Dois resumos de uma linha, liberados como não classificados, dizem que uma aeronave dos EUA observou um possível UAP por 12 segundos e outro por 23 segundos, com altitude e velocidade desconhecidas. O restante do documento é a troca de e-mails que autorizou a divulgação dessas linhas.

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Página de e-mail do governo com um bloco tarjado no alto e o resumo do relato em texto corrido.E-mail e resumo do relato (fac-símile)

Luzes e encontros2023Local: Local no fuso horário do Pacífico, acima ou perto de uma instalação de segurança nacional dos EUA; local tarjado

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Fuso do Pacífico, 2023: civil relata triângulo azul parado sobre instalação de segurança nacional

Um resumo de relatório de inteligência descreve um civil que viu, por cerca de oito minutos, um grande objeto triangular azul com luz branco-azulada no contorno, parado por três minutos sobre ou perto de uma instalação de segurança nacional. O resumo foi liberado como não classificado depois de uma troca de e-mails com a contrainteligência da Força Aérea.

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Formulário com campos tarjados, duas caixas marcadas (metálico e refletor) e um texto curto escrito pelo piloto.Formulário Range Fouler Debrief (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Leste dos EUA; área de operação tarjada

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Leste dos EUA, 2020: piloto relata objeto pequeno e metálico que seguia em direção constante

Um formulário de interferência em área de treino, preenchido por um piloto de patente O-4, descreve um objeto que parecia bem pequeno, metálico e com a parte de baixo refletora, movendo-se em direção constante. O Comando Norte enviou ao AARO 11 segundos de vídeo infravermelho do caso, publicados como PR106.

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Imagem infravermelha em tons de cinza com faixas diagonais, uma mira azul no centro e um círculo vermelho desenhado em volta de um pequeno ponto claro no canto superior esquerdo.Imagem de sensor infravermelho com anotações

Registros militares recentes2025Local: Não informado; imagem do Comando Central dos EUA (USCENTCOM)

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Comando Central dos EUA, 2025: imagem infravermelha com um ponto circulado em vermelho é enviada ao AARO

Uma única imagem de sensor infravermelho, tomada do alto, mostra um ponto brilhante com um rastro fino, circulado à mão em vermelho. As legendas dizem apenas que se trata de uma recomendação do Comando Central ao AARO, feita pelo chefe do Estado-Maior do comando em 8 de outubro de 2025 e liberada para publicação em 10 de março de 2026.

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Página de relatório de missão com narrativa em maiúsculas, retângulos 1.4a e marca de desclassificação em 16/03/2026.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Golfo Arábico (Golfo Pérsico), norte, em grades militares próximas da costa iraniana

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Golfo Pérsico, 2020: missão de vigilância registra três fenômenos aéreos não identificados numa mesma noite

O relatório de uma missão de vigilância de mais de 20 horas no Golfo registra três fenômenos aéreos não identificados vistos pela câmera de vídeo contínuo, em 16 de julho de 2020. O documento não descreve forma, tamanho, cor nem movimento de nenhum deles.

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Página de relatório de missão com poucas linhas sobre o UAP e listas de campos da decolagem.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Golfo Arábico (Golfo Pérsico), região central, em grades militares tarjadas

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Golfo Pérsico, 2020: câmera de aeronave de vigilância registra um UAP “em trânsito” pela manhã

Uma missão de vigilância do 482º Esquadrão de Ataque anotou, em 8 de agosto de 2020, que observou pela câmera de vídeo contínuo “1 UAP” em trânsito, sem impacto na missão. É o único dado sobre o objeto no relatório.

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Página de relatório de missão com narrativa em maiúsculas e blocos tarjados 1.4a.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Norte do Golfo Arábico (Golfo Pérsico), ao longo da costa, em grade militar tarjada

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Golfo Pérsico, 2020: tripulação acompanha por dois minutos uma formação de objetos voadores ao longo da costa

Em 27 de agosto de 2020, uma aeronave de vigilância acompanhou pelo sensor, por cerca de dois minutos, uma “formação de objetos voadores” que seguia ao longo da costa. A tripulação perdeu a identificação nas nuvens e não conseguiu reencontrá-la.

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Página de relatório de missão com narrativa em maiúsculas e retângulos tarjados 1.4a.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Golfo Arábico (Golfo Pérsico) e estreito de Ormuz; local da observação não informado

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Golfo Pérsico, 2020: relatório de missão cita um UAP, mas a linha que o descreveria não aparece

O relatório de uma missão de vigilância de 2 de outubro de 2020 diz que a tripulação observou “1 UAP” às 18h29 e remete à “linha de observação 1”. Essa linha não está em nenhuma das oito páginas liberadas.

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Página de relatório de missão com campos do chamado de guarda e da primeira linha de observação.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2020Local: Golfo Arábico (Golfo Pérsico), região central, em grades militares tarjadas

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Golfo Pérsico, 2020: em cinco minutos, aeronave de vigilância registra dois UAPs em rumos diferentes

Durante uma busca por um veículo submarino não tripulado, uma aeronave de vigilância registrou às 21h43 um UAP de altitude desconhecida com rumo 080 e, às 21h48, “um UAP adicional” seguindo para noroeste. Os dois foram vistos pela câmera de vídeo contínuo.

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Página de relatório de missão com narrativa em maiúsculas e dados administrativos.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2022Local: Iraque, área da Operação Inherent Resolve; coordenadas parcialmente suprimidas

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Iraque, 2022: tripulação segue um UAP rumo ao nordeste e a triagem não consegue identificá-lo

Numa missão de reconhecimento de quase 19 horas, uma aeronave do 196º Esquadrão de Ataque registrou um UAP voando de norte para nordeste e o acompanhou “pelo maior tempo possível”, sem identificação. A imagem oficial PR26 é ligada a este relatório, embora o título dela fale em Emirados Árabes Unidos, 2023.

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Página de relatório de missão com texto sobre a reação de aeronaves e a ficha do UAP.Relatório de missão (fac-símile)

Registros militares recentes2022Local: Mediterrâneo oriental e costa da Síria, área de operações 41EMD; coordenadas parcialmente suprimidas

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Costa da Síria, 2022: aeronave de vigilância vê um UAP rumo ao nordeste na noite em que possíveis caças russos passaram por baixo dela

Um relatório de missão arquivado com o título “Iraque” descreve, na verdade, um voo do 50º Esquadrão de Ataque sobre o Mediterrâneo oriental e a costa síria, com um UAP sem identificação à 01h17 (hora Z). A ficha oficial do vídeo PR21 diz que o relatório descreveu o UAP como “provável SU-27/35”, mas no documento o caça é uma observação separada, feita uma hora antes.

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Página de relatório militar com a narrativa da missão e retângulos de tarja sobre nomes e locais.Relatório de missão (primeira página)

Registros militares recentes2022Local: Leste da Síria, região de Deir ez-Zor; coordenadas parcialmente suprimidas

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Síria, 2022: em missão de reconhecimento armado, tripulação registra um UAP que cruza de norte para sul em menos de um minuto

Durante uma vigilância noturna para a Força-Tarefa Chosin no leste da Síria, uma aeronave do 89º Esquadrão de Ataque registrou um “evento UAP” de menos de um minuto, com o objeto indo de norte para sul. O vídeo oficial PR22 mostra 14 segundos em infravermelho e óptico lado a lado.

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Página de relatório militar com narrativa da missão e tarjas pontuais.Relatório de missão (primeira página)

Registros militares recentes2022Local: Nas proximidades de Bagdá, Iraque

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Bagdá, 2022: aeronave de vigilância vê um “possível UAP/UAV” cruzar de oeste para leste e não o segue

Numa missão de vigilância perto de Bagdá, uma aeronave do 482º Esquadrão de Ataque registrou um possível UAP ou drone voando de oeste para leste. A tripulação não o seguiu; o vídeo oficial PR23 tem dez segundos de infravermelho com uma área de contraste que sai do quadro.

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Memorando datilografado do FBI em papel claro, com carimbos de recebimento, sublinhados em vermelho e número de arquivo.Memorando oficial

Arquivo do FBI1956Local: Van Nuys, Califórnia, EUA

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Van Nuys, 1956: um homem diz que uma esfera partiu uma árvore no quintal e que "homenzinhos verdes" o levaram a passear

Um memorando do FBI de agosto de 1956 registra que a Força Aérea queria sondar, sem publicidade, um morador de Van Nuys que dizia ter recebido duas visitas de um veículo esférico. O oficial que pediu ajuda achava a história "totalmente ridícula", e o FBI recusou-se a investigar.

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Recorte de jornal em duas colunas com o título em maiúsculas sobre dois policiais sul-africanos e a linha do Boston Herald de 17 de setembro de 1965 no rodapé.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1965Local: rodovia perto de Pretória, África do Sul

Pretória, 1965: dois policiais sul-africanos dizem ter visto um "disco" em chamas pousado na estrada, e cientistas acham o asfalto queimado

Um despacho da Associated Press publicado em Boston conta que dois policiais em patrulha viram, pouco depois da meia-noite, um objeto em chamas de uns 9 metros pousado numa estrada perto de Pretória. Cientistas teriam encontrado um trecho do asfalto muito queimado e capim chamuscado nas margens.

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Página datilografada com cabeçalho Office Memorandum, três parágrafos curtos, anotação manuscrita em azul e carimbos de registro.Memorando oficial

Arquivo do FBI1950Local: Informação registrada em Washington, D.C.; suposta recuperação no Novo México, EUA, sem local preciso

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Washington, 1950: memorando do FBI registra boato de três discos caídos no Novo México com corpos de 90 centímetros

Um policial de Washington contou a um agente do FBI o que teria ouvido de um investigador da Força Aérea: três discos com três corpos pequenos cada. O memorando registra o boato e diz que ninguém tentou avaliá-lo.

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Mensagem datilografada da Força Aérea com a marca SECRET riscada, selo de desclassificação e anotações manuscritas na margem.Mensagem oficial

Arquivo do FBI1950Local: Denver, Colorado, e Kansas City, EUA; supostas quedas perto da fronteira entre Novo México e Arizona e no deserto de Mojave

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Denver, 1950: os "homenzinhos de Vênus" mortos num disco, boato que a Força Aérea atribuiu a um vendedor de rádio

Em 1950, a Força Aérea e o FBI registraram histórias de discos caídos com tripulantes mortos de 90 centímetros, louros e sem cáries. As versões levavam a George Koehler, vendedor de uma rádio de Denver, que a Força Aérea considerou sem informação verificável.

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Duas fotografias lado a lado: à esquerda, torres de igreja à noite com dois discos riscados no céu; à direita, dois militares de capacete conduzindo uma figura pequena com a cabeça coberta por capacete ou máscara, com legenda em alemão embaixo.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1950Local: Nova Orleans, Luisiana, EUA (1950); cartas de Califórnia, Texas, Virgínia, Illinois e Ontário (1966-1969); fotografias atribuídas a Wiesbaden, Alemanha

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Nova Orleans a Ontário, 1950-1969: a foto do "homem de Marte" levado por dois policiais, que o FBI desmentiu por quase vinte anos

Em 1950, uma foto de um pequeno "homem de Marte" levado por dois policiais militares, vinda de um impresso alemão, chegou ao FBI por Nova Orleans. Entre 1966 e 1969, leitores de revistas perguntaram várias vezes se era verdade que o FBI tinha capturado um ocupante de disco, e Hoover respondeu sempre que não.

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Carta datilografada do FBI com anotações coloridas e carimbos de arquivo.Carta do escritório de Cincinnati ao diretor do FBI

Arquivo do FBI1954Local: Cincinnati, Ohio, EUA

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Cincinnati, 1954: um cabeleireiro procura o FBI para saber se a palestra de um “contatado” de discos era verdade ou fraude

Um empresário de Cincinnati levou ao FBI o anúncio de uma palestra paga sobre “a verdadeira história dos discos voadores”, com Truman Bethurum, que dizia ter subido onze vezes a bordo de discos. Queria que o governo dissesse se aquilo era fraude; o FBI respondeu que não tinha jurisdição e que o aviso não o isentaria se houvesse crime.

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Página de revista datilografada em duas colunas com o título Special AFSCA Convention Message e trechos sublinhados.Recorte de revista

Arquivo do FBI1966Local: Los Angeles, Califórnia; Filadélfia, Pensilvânia; e Goffstown, New Hampshire, EUA

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1966: a mensagem do “chefe do planeta Korendor” que dois leitores levaram ao FBI como possível propaganda comunista

Em julho de 1966, a revista dos Amalgamated Flying Saucer Clubs of America publicou uma mensagem que teria sido captada por rádio de ondas curtas, atribuída ao “Mestre Kalen-Li Retan”, chefe de um planeta a 400 anos-luz. Dois assinantes, em estados diferentes, acharam o texto alinhado à linha comunista e o mandaram ao FBI, que não abriu investigação.

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Mapa a lápis e caneta com Sibéria, Alasca e Canadá, um ponto marcado Saucer Base, linha pontilhada da rota e grandes círculos sombreados.Desenho testemunhal

Arquivo do FBI1950Local: Tulsa, Oklahoma, EUA

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Tulsa, 1950: ex-desenhista do Exército escreve a Hoover e desenha a base russa de onde, para ela, partiam os discos

Numa carta manuscrita de quatro páginas, uma moradora de Tulsa contou a Hoover ruídos noturnos muito rápidos e uma “nuvem” redonda que se desfez no céu, e expôs sua teoria: os discos seriam lançados de uma base russa na Sibéria para fotografar os EUA, mudar o clima e espalhar doenças. Anexou um mapa; Hoover agradeceu em três linhas.

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Memorando datilografado do governo dos EUA, com carimbos de registro, número de arquivo em vermelho e anotações a lápis.Memorando oficial

Arquivo do FBI1954Local: Klagenfurt, Áustria; East Orange, Nova Jersey, EUA

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Klagenfurt, 1954: um austríaco jura ter inventado o “disco voador” e pede a um desconhecido em Nova Jersey que o venda nos EUA

Em cartas a um imigrante austríaco em Nova Jersey, Adolf Dornig declarou “sob juramento” que o disco voador era invenção sua, que antigos companheiros o construíam na América do Sul e que ele podia fazer uma máquina de mais de 2.000 km/h. O imigrante levou a história ao FBI, que mandou traduzir as cartas, repassou tudo à Força Aérea e não investigou.

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Recorte de jornal amarelado com o título 'Rash of Flying Saucer Reports Floods U.S.' e anotações manuscritas do FBI.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1957Local: Rodovia entre Alamogordo e o campo de provas de White Sands, Novo México, EUA

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Alamogordo, 1957: engenheiro relata 10 carros com motor parado numa rodovia do deserto

Uma reportagem de agência, guardada numa pasta do FBI, registra que um engenheiro do centro de mísseis da Força Aérea em Alamogordo relatou 10 carros parados numa rodovia do deserto perto de White Sands, atribuídos a um objeto luminoso. A Força Aérea local disse dar crédito ao relato; um astrônomo de Harvard, no mesmo arquivo, atribuiu o fenômeno a miragem.

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Recorte de jornal amarelado com o título Flying Saucer Just Someone's Pipe Dream e um parágrafo tarjado de preto.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1947Local: Omaha, Nebraska, EUA (rua em frente à casa do declarante)

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Omaha, 1947: bola de fogo cai na rua, vira cinzas e um químico diz que era tabaco de cachimbo

Um morador de Omaha escreveu ao FBI que, na noite de 7 de julho de 1947, seis pessoas viram um objeto em chamas cair na rua e se desfazer em pedaços. Um químico consultado pelo jornal disse que as cinzas eram iguais às de fumo de cachimbo; o morador contestou, e Hoover mandou a carta à inteligência do Exército.

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Relatório formal do FBI com quadro de dados e sinopse dos fatos.Relatório do FBI da Filadélfia

Arquivo do FBI1948Local: Lake Ariel, condado de Wayne, perto de Scranton, Pensilvânia, EUA

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Lake Ariel, 1948-1949: casa pega fogo após “objeto” cair no telhado, e as cinzas vão parar no laboratório

Um engenheiro da Filadélfia mandou analisar cinzas de uma casa que, segundo o dono, pegou fogo depois que um grande objeto atingiu o telhado numa noite de tempestade perto de Scranton. A análise municipal achou minerais comuns, o FBI viu que não havia crime federal e mandou as cinzas ao seu laboratório.

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Página datilografada de boletim com os títulos Mystery Metal Ignites Road e The Splotched Paint Mystery.Recorte de boletim

Arquivo do FBI1954Local: Portola Road, Woodside, condado de San Mateo, Califórnia, EUA

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Woodside, 1954: pelotas de metal em brasa queimam o asfalto de uma estrada na Califórnia

Um boletim de clube civil de discos voadores, anexado a um memorando do FBI, resume notícias da United Press sobre dezenas de pedaços de metal incandescente que queimaram o asfalto de uma estrada em Woodside. Metalurgistas e a Força Aérea não teriam explicação; a hipótese militar de escapamento de jato esbarrou na ausência de jatos na região.

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Formulário datilografado com 26 campos numerados, carimbo SECRET riscado e observações sobre Vaasa no rodapé.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Vaasa e Pietarsaari, costa oeste da Finlândia

Finlândia, 1948: dois objetos brilhantes com cauda, em Vaasa e Pietarsaari, chegam à Força Aérea pelo adido militar

Em janeiro de 1948, o adido militar dos EUA em Helsinque repassou duas notícias finlandesas: um objeto brilhante de cauda longa visto por 30 segundos perto de Vaasa e, dois dias depois, outro visto por 10 segundos perto de Pietarsaari, que teria soltado chamas e deixado riscos cinzentos. A Força Aérea registrou os dois como incidentes 99 e 100 e arquivou o segundo junto do primeiro.

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Carta datilografada em papel amarelado e rasgado na base, com assinatura, carimbos e anotações à mão do FBI.Carta

Arquivo do FBI1947Local: Alemanha, cerca de 20 milhas a noroeste de "Habberbishopshiem"

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Alemanha, pós-guerra: ex-soldado conta ao FBI que viu um objeto descer como paraquedas e cair em espiral

Em julho de 1947, Robert J. Sroka, de Waukesha, Wisconsin, escreveu ao FBI para contar um episódio "quase esquecido" da Alemanha do pós-guerra: um objeto no céu se aproximou, parou o avanço, desceu oscilando como um paraquedas e caiu em espiral. O FBI mandou a carta à inteligência do Departamento de Guerra, e o Projeto Sign a registrou como incidente 87.

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Formulário datilografado com 26 campos numerados sobre o relato do Dr. Ormans.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Berlim-Lichtenrade, Alemanha

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Berlim, 1948: ex-especialista em mísseis guiados e a esposa veem um ponto branco cruzar o céu de sul para norte

Na tarde de 28 de março de 1948, um "Dr. Ormans", descrito como ex-especialista em mísseis guiados da Rheinmetall-Borsig, e a esposa viram de Berlim-Lichtenrade um ponto branco passar depressa de sul para norte, sem som nem rastro. A ficha da Força Aérea estima a altura em 14 quilômetros.

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Formulário datilografado com carimbo RESTRICTED, 26 campos numerados e a referência ao relatório OMA R-34-48.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Norte da Jutlândia, Dinamarca (Hjørring, Skagen e "Hjerup")

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Jutlândia, 1948: moradores do norte da Dinamarca relatam três objetos azulados com cauda verde que "explodiram e sumiram"

Às 7h30 de 19 de janeiro de 1948, observadores em vários pontos do norte da Jutlândia relataram objetos envoltos em luz azulada, com cauda de luz verde, indo de leste para oeste. Em Skagen, alguns disseram que eram objetos parecidos com foguetes que pararam de repente, explodiram e desapareceram; o adido militar dos EUA não conseguiu confirmação das autoridades dinamarquesas.

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Formulário datilografado com 26 campos numerados, com "around 7 Feb 48" no campo da data.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Gadbjerg, perto de Vejle, Dinamarca

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Gadbjerg, 1948: três trabalhadores rurais dinamarqueses veem um objeto brilhante cruzar o céu em três segundos

Por volta de 7 de fevereiro de 1948, três homens que trabalhavam num campo em Gadbjerg, perto de Vejle, viram um objeto brilhante passar em alta velocidade de sudeste para noroeste, a cerca de 200 metros de altitude, visível por três segundos. O adido militar dos EUA anotou que não recebeu confirmação e deu ao informe a avaliação "P-6".

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Formulário datilografado com carimbo RESTRICTED e 26 campos numerados, com a referência ao relatório MA R-130-48.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Em voo de Aalborg, Dinamarca, para Oslo, Noruega, ao longo da costa sueca

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Rota Aalborg-Oslo, 1948: piloto e copiloto noruegueses veem um "projétil" de chama azul-esverdeada passar pela costa sueca

Por volta de 1º de março de 1948, o piloto e o copiloto de um avião norueguês que ia de Aalborg a Oslo relataram um "projétil" vindo do sudeste, que passou ao longo da costa sueca a 20.000 pés, emitiu uma chama azul-esverdeada sem deixar rastro e sumiu sobre a Noruega em quatro segundos. O adido militar americano acrescentou que "mísseis semelhantes" tinham sido vistos em Rjukan e Finse.

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Formulário datilografado com 26 campos numerados; as observações começam no pé da folha.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Lago Doiran, fronteira entre a Iugoslávia e a Grécia

Lago Doiran, 1948: moradores da fronteira entre Grécia e Iugoslávia dizem ter visto um "disco voador" com ruído de obus

Um despacho de imprensa de maio de 1948 citou moradores da região do lago Doiran, na fronteira entre a Iugoslávia e a Grécia, que disseram ter visto um "disco voador" vindo em alta velocidade da Iugoslávia para o sul, a cerca de 3.000 pés, com barulho de projétil de artilharia. A Força Aérea registrou a notícia como incidente 127.

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Formulário datilografado com carimbo RESTRICTED e 26 campos, vários marcados N/S, sobre o relato de Hollywood.Formulário oficial

Relatos de 19471947Local: Hollywood, Califórnia, EUA (observação feita de um terminal de ônibus)

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Hollywood, 1947: no terminal de ônibus, mulher vê "discos" e raios brancos que se cruzam

Em 6 de julho de 1947, M. Lenore Corey disse ter visto de um terminal de ônibus em Hollywood vários "discos" que seguiam para o norte, paralelos ao Ventura Boulevard. A ficha da Força Aérea registra que ela se interessou mais por raios brancos cruzados e por fragmentos avermelhados que giravam no centro deles.

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Formulário datilografado com carimbo CONFIDENTIAL riscado e 26 campos sobre o objeto de Springfield, Ohio.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Springfield, Ohio, EUA

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Springfield, Ohio, 1948: duas donas de casa, duas noites, uma bola de fogo e uma luz amarela parada

Na noite de 27 de julho de 1948, uma moradora de Springfield, Ohio, viu por três segundos uma "bola enorme" com cauda vermelha de fogo cruzar o céu para o norte durante uma trovoada. Na madrugada seguinte, outra moradora da cidade viu da janela uma luz amarela intensa, do tamanho de uma bola de basquete, que ficou quase parada, sumiu e voltou por mais quinze minutos.

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Folha-resumo datilografada com 25 campos sobre o objeto branco comparado a uma moeda de dez centavos no céu.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Santa Fe, Novo México, EUA

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Santa Fe, 1948: piloto veterano vê disco branco parado; o colega descreve outro objeto

Na manhã de 23 de setembro de 1948, A. Ruble Angier, piloto desde 1928, viu em Santa Fe um objeto branco, redondo e chato como uma moeda, quase parado por 15 a 20 minutos. Seu companheiro John C. Fairchild descreveu um objeto prateado, oblongo e rápido, e o próprio arquivo registra que os dois relatos não batem.

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Folha-resumo datilografada com 25 campos e o nome do major escrito à mão sobre o campo do endereço.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Honolulu, Território do Havaí, EUA

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Honolulu, 1948: major da Força Aérea e a família veem disco prateado passar quatro vezes entre nuvens

No fim da tarde de 18 de outubro de 1948, o major Robert C. Drum, piloto da Força Aérea, viu de casa em Honolulu um objeto prateado, redondo ou elíptico, aparecer quatro vezes entre duas camadas de nuvens em dez minutos. A mulher e a filha de 8 anos repetiram a mesma descrição.

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Folha-resumo datilografada com 23 campos, vários marcados N/S, sobre o objeto metálico visto perto de Fort Riley.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Cerca de 10 milhas a sudoeste de Junction City, Kansas, EUA

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Fort Riley, 1948: oficial do Exército vê objeto metálico virar para o sul mais rápido que qualquer avião

Na tarde de 24 de outubro de 1948, o capitão Glenn Huber, oficial de operações (S-3) de Fort Riley, viu do solo perto de Junction City, Kansas, um objeto metálico que seguia para oeste na velocidade de um avião rápido. Depois, o objeto virou para o sul numa velocidade maior que a de qualquer aeronave que ele já tinha visto.

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Folha-resumo datilografada com 23 campos, a maioria marcada N/S, sobre uma luz vista da estrada.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Arredores de Moorhead, Minnesota, na rodovia 52, a caminho de Fargo, Dakota do Norte, EUA

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Moorhead, 1948: casal na estrada vê luz cruzar o céu subindo, rápida demais para avião

No começo da noite de 24 de outubro de 1948, L. G. Sanders e a esposa, de Fargo, viram da rodovia 52, perto de Moorhead, Minnesota, uma luz que cruzava o céu de leste para oeste duas ou três vezes mais rápido que um avião. Os dois concluíram que não era meteoro porque durou muito e subia levemente.

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Folha-resumo datilografada com 25 campos sobre o objeto branco-giz visto a sudeste de Pittsburgh.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: 8 a 12 milhas a sudeste de Pittsburgh, Pensilvânia, EUA, em voo a 6.000 pés

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Pittsburgh, 1948: "parece um balão", diz o coronel; o capitão discorda e os dois seguem o objeto por 7 minutos

Em 9 de dezembro de 1948, o coronel J. K. Brown e o capitão E. G. Mulling, do grupo de mísseis guiados do quartel-general da Força Aérea, voavam num C-45 de Washington para Patterson Field quando viram um objeto redondo, branco-giz, cruzar entre as nuvens por 7 minutos. O coronel achou que era um balão; o capitão discordou.

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Formulário do FBI com brasão, selo de bônus de guerra, texto datilografado e carimbo FBI-Seattle de 10 de novembro de 1954.Formulário oficial

Arquivo do FBI1954Local: Seattle, Washington, EUA (queixa registrada pelo escritório do FBI em Seattle)

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Seattle, 1954: dois objetos como estrelas, um atrás do outro, entram numa nuvem e só um sai

Na noite de 10 de novembro de 1954, E. H. Whitson telefonou ao FBI em Seattle para contar que viu dois objetos brancos muito brilhantes, parecidos com estrelas mas sem piscar, cruzarem o céu rapidamente para o sul. Depois de um minuto entraram numa nuvem, e só um pareceu sair dela.

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Memorando datilografado "Office Memorandum" com anotações à mão e carimbo FBI-Seattle de 28 de junho de 1955.Memorando oficial

Arquivo do FBI1955Local: Diante do Virginus Hotel, Virginia Street, Seattle, Washington, EUA

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Seattle, 1955: homem vê brilho prateado sem forma seguir a costa; a Força Aérea ri e o manda ligar para o FBI

Na noite de 27 de junho de 1955, Raymond Kent telefonou ao FBI em Seattle dizendo ter visto, em frente ao hotel onde estava, um objeto sem forma definida e com brilho prateado seguindo para o sul, paralelo à costa. Antes, ele tinha ligado para a Força Aérea em Boeing Field, que tratou o caso como piada.

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Formulário datilografado em branco, com cabeçalho do Serviço de Segurança de Energia Atômica em Los Alamos e onze campos numerados.Formulário oficial

Arquivo do FBI1950Local: Los Alamos, Novo México, EUA

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Los Alamos, 1950: nove operários veem um objeto piscar sobre a área restrita, e o FBI guarda o formulário da AEC

Um operário da construtora Armex disse que ele e mais oito colegas viram, na hora do almoço, um objeto que piscava entre claro e escuro sobre a área restrita de Los Alamos. O FBI arquivou a notícia junto com um exemplar em branco do formulário que a Comissão de Energia Atômica usava para registrar esses relatos.

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Capa de jornal com a manchete sobre disco voador, desenho de um objeto circular com torre numa clareira e duas figuras em pé, foto de um homem e uma menina e um documento com selo.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1952Local: Floresta perto de Gleimershausen e Hasselbach, junto a Meiningen, zona soviética da Alemanha (hoje Turíngia)

Zona soviética da Alemanha, 1952: o ex-prefeito Oskar Linke jura ter visto dois homens de roupa metálica decolar num disco

O arquivo de discos voadores do FBI guarda o Sunday Graphic de 6 de julho de 1952, que publicou o relato de Oskar Linke, ex-prefeito de Gleimershausen fugido da zona soviética. Ele disse, em declaração perante notário em Berlim Ocidental, que ele e a enteada viram duas figuras vestidas de metal entrarem num objeto circular que decolou de uma clareira.

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Folha manuscrita a tinta com o timbre 'Hotel Potomac, Washington D.C.' no alto, o título 'Flying Saucers', carimbos 'RECORDED 47' e 'INDEXED 47', o número 62-83894-321 em vermelho e a assinatura no pé.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1952Local: Arredores do Smithsonian Institution, Washington, D.C., EUA

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Washington, 1952: um marinheiro fotografa o caminho do Smithsonian e só no negativo aparece uma "mancha"

Narvel W. Reece, da Marinha, escreveu ao FBI que ele e a esposa tiraram uma foto a caminho do Smithsonian sem notar nada no céu, mas que depois uma "mancha" apareceu no negativo. O FBI enviou a carta e os anexos à Força Aérea e não guardou a imagem no arquivo.

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Cinco meias-luas desenhadas em linha, numeradas de 1 a 5, com letras S e N e um pequeno ponto perto da ponta inferior de cada uma.Desenho de testemunha

Arquivo do FBI1954Local: Rockford, Illinois, EUA

Rockford, 1954: dois astrônomos amadores dizem ver um objeto esférico subir junto à Lua durante 40 minutos

Um boletim de pesquisadores civis de discos voadores que o FBI recebeu em Cincinnati trazia o relato de Peter Bartkus e Theodore McColm, que observavam a Lua por telescópio em Rockford. Eles disseram ver um objeto esférico e opaco subir perto do limbo norte da Lua, e McColm desenhou a posição em cinco momentos.

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Pequena coluna de jornal colada numa folha, com o título sobre aldeões do Pó que viram um disco pousar, e tiras com o nome do jornal e a data.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1954Local: Pântanos do rio Pó perto de Po di Gnocca, província de Rovigo, Itália

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Delta do Pó, 1954: aldeões dizem ter visto um disco pousar, e uma leitora na Irlanda manda o recorte a Hoover

Uma americana que morava na Irlanda enviou ao FBI dois recortes do Rome Daily American: um sobre a "epidemia" de para-brisas que explodiam na Itália e outro sobre aldeões do delta do Pó que viram um disco prateado pousar e acharam uma cratera rasa e choupos chamuscados. Hoover agradeceu e repassou tudo à Força Aérea.

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Cópia decodificada em papel rosa de uma mensagem de rádio do FBI.Mensagem de rádio decodificada do FBI de Houston

Arquivo do FBI1957Local: Houston, Texas, EUA

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Houston, 1957: um objeto quente e brilhante cai num quintal, e a Força Aérea diz que era parte de um sinalizador

Uma moradora de Houston informou que em 24 de outubro de 1957 um objeto entre o tamanho de uma bola de golfe e o de um punho caiu, quente e brilhante, no quintal de sua casa. O OSI da base de Ellington investigou e concluiu que era parte de um sinalizador comum.

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Memorando datilografado do FBI com carimbos e notas manuscritas.Memorando do FBI de Kansas City

Arquivo do FBI1955Local: Arredores de Fort Worth, Texas, EUA

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Fort Worth, cerca de 1955: um tio teria filmado um disco perto de casa, e o FBI decide não ir atrás do filme

Em novembro de 1957, um morador de Kansas City disse ao FBI que um tio, empregado de uma empresa aeronáutica em Fort Worth, tinha filmado um disco voador perto de casa cerca de dois anos antes. Kansas City pediu que Dallas buscasse o filme; Dallas apenas passou o caso à Força Aérea.

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Memorando do FBI com a síntese da notícia do jornal cubano e carimbos de arquivo.Memorando do adido legal do FBI em Havana

Arquivo do FBI1957Local: Área das minas de Matahambre, província de Pinar del Río, Cuba

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Matahambre, Cuba, 1957: dois trabalhadores das minas dizem ver um disco silencioso em forma de chapéu

O adido legal do FBI em Havana repassou a Washington uma notícia do Diario de la Marina: dois homens que chegavam das minas de Matahambre disseram ter visto um disco em forma de chapéu de homem pairar por vários minutos e sumir em alta velocidade rumo ao mar.

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Capa do documento da NASA com título, data e logotipo do centro.Capa do debriefing técnico da tripulação

Relatos de astronautas1973Local: Estação espacial Skylab, em órbita da Terra

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Skylab 2, 1973: os clarões que Conrad, Kerwin e Weitz viam de olhos fechados, "não são alucinação"

No debriefing técnico da primeira tripulação do Skylab, o médico-astronauta Joseph Kerwin abre o item "fenômeno visual incomum ou inesperado" dizendo que todos viram clarões de luz, às vezes dois ou três por minuto, sobretudo de olhos fechados. Weitz e Conrad descrevem riscos de "entrada e saída" que atribuíram a partículas cósmicas.

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Capa datilografada com logotipo da NASA, título Apollo 17 Crew Debriefing for Science e data de 8 de janeiro de 1973.Fac-símile de capa de documento

Relatos de astronautas1973Local: Centro de Naves Tripuladas (Manned Spacecraft Center), Houston, Texas

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Houston, 1973: no debriefing científico da Apollo 17, um pesquisador fala de resultados ultravioleta que ninguém esperava

O trecho que a NASA incluiu na coleção de arquivos UAP é a fala de um cientista do espectrômetro ultravioleta da Apollo 17 diante da tripulação. O "mistério" citado é astronômico: o que mantém unido o aglomerado de galáxias de Coma e de onde vem um brilho ultravioleta difuso.

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Fotocópia de alto contraste de um astronauta de perfil, de capacete aberto, dentro de uma cabine apertada, com o painel e a moldura de uma janela à esquerda; legenda impressa à esquerda.Recorte de revista

Relatos de astronautas1966Local: Órbita da Terra (voo); debriefing no Centro de Naves Tripuladas, Houston

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Gemini IX-A, 1966: um meteoro muito brilhante, as "faíscas" que não apareceram e a dúvida sobre a luz na janela

Nas notas do debriefing científico da Gemini IX-A, Thomas Stafford e Eugene Cernan contam ter visto um meteoro muito brilhante, branco-amarelado segundo a nota manuscrita da sessão, e respondem a perguntas de cientistas sobre partículas luminosas, "faíscas" e luzes piscando no alvo ATDA, que dizem nunca ter visto. Um pesquisador quis saber se a luz que atrapalhava as observações vinha "do espaço" ou da janela.

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Paisagem lunar cinza com colinas ao fundo e céu negro; um quadro amarelo no alto à direita amplia três pontos coloridos muito pequenos.Fotografia da missão com área ampliada inserida pelo governo

Relatos de astronautas1972Local: Vale Taurus-Littrow, na Lua, local de pouso da Apollo 17

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Apollo 17, 1972: a foto do vale Taurus-Littrow com três pontos no céu que o governo reabriu como caso

O Departamento de Guerra abriu um caso para examinar uma foto da Apollo 17 em que três pontos em triângulo aparecem no céu negro da Lua quando a imagem é ampliada. Uma análise preliminar do governo diz que os pontos podem ser um objeto físico na cena; a análise completa ainda não saiu.

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Paisagem lunar com sombras longas no solo e céu negro; um quadro amarelo amplia um pequeno risco azul acima do horizonte.Fotografia da missão com áreas ampliadas inseridas pelo governo

Relatos de astronautas1969Local: Oceano das Tempestades, na Lua, local de pouso da Apollo 12

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Apollo 12, 1969: as cinco fotos da superfície lunar em que o governo destacou "fenômenos não identificados" acima do horizonte

Cinco fotos seguidas da Apollo 12 foram publicadas com quadros amarelos que ampliam pontos e manchas no céu negro, acima do horizonte lunar. As fichas oficiais chamam o que aparece de "fenômenos não identificados", mas avisam que os destaques não são conclusão sobre a natureza do que se vê.

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Borda curva da Terra à esquerda e espaço escuro à direita com reflexos da cabine; pequeno objeto branco alongado perto do centro.Fotografia da missão

Relatos de astronautas1996Local: Órbita baixa da Terra, a bordo do ônibus espacial Columbia

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Columbia, 1996: três fotos de um pequeno objeto triangular que passou entre o ônibus espacial e a Terra

Astronautas do Columbia fotografaram três vezes um pequeno objeto claro, de contorno triangular, visto pela janela contra o espaço e depois contra a Terra. As descrições oficiais dizem que ele parece ter girado e seguido uma trajetória entre a nave e a Terra, compatível com um objeto flutuando livremente, sem identificá-lo.

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Formulário da CIA com campos, carimbos e anotações à mão sobre a conclusão do artigo.Relatório de informação da CIA

Arquivo da CIA1950Local: Santiago, Chile

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Santiago, 1950: a CIA guarda o artigo de um cientista alemão que explicava os discos voadores com turbinas e rotores

Em julho de 1950, a CIA distribuiu a tradução de um artigo que o Dr. Eduard Ludwig, alemão radicado em Santiago do Chile, tinha enviado a uma revista em língua alemã. Ludwig atribuía os discos voadores a aeronaves com turbinas a gás e rotores giratórios, derivadas de pesquisas alemãs que talvez tivessem caído em mãos soviéticas.

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Capa de pasta de arquivo com a data 1948 e carimbo de documento desclassificado.Capa de pasta do Exército

História da investigação1948Local: Norfolk, Virgínia, EUA (quartel-general do 5º Distrito Naval)

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Norfolk, 1948: a Marinha manda relatar “discos voadores” depois de a Força Aérea prever um novo ciclo de aparições

Uma circular confidencial da Marinha, de dezembro de 1948, repassa às unidades do 5º Distrito Naval o aviso da inteligência da Força Aérea de que um “ciclo de reaparecimento” dos discos voadores estava ficando evidente. O texto manda relatar qualquer objeto aéreo não identificado e fotografá-lo sempre que possível.

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Página preta com tarjas horizontais e a marca 1.4(a).Página tarjada do relatório de missão

Registros militares recentesnullLocal: Sul do mar Egeu, Grécia, entre as ilhas de Amorgos, Anafi e Astipaleia (coordenada do relatório); arquivo intitulado “Mediterranean Sea”

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Mar Egeu, data não divulgada: na volta à base, tripulação registra um UAP “triangular e metálico”

Um relatório de missão militar dos EUA chegou ao público com seis de sete páginas inteiramente pretas. A única parte legível registra um UAP “triangular e metálico” visto às 13h19Z, durante o retorno à base, sobre o sul do mar Egeu.

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Trecho de memorando datilografado do FBI com o relato do menino e o encaminhamento ao esquadrão de radar.Memorando do FBI de Chicago (trecho)

Arquivo do FBI1967Local: Zona sul de Chicago, Illinois, EUA

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Chicago, 1967: menino de 11 anos ouve ruído “estranho”, vê um clarão rumo ao norte e o FBI avisa um esquadrão de radar

Na noite de 16 de setembro de 1967, um menino de 11 anos telefonou a um agente do FBI em Chicago dizendo ter ouvido um ruído “estranho” e visto um clarão seguir para o norte. O agente registrou o relato e o repassou a um sargento do 755º Esquadrão de Radar, em Arlington Heights.

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Formulário datilografado com carimbos SECRET riscados, com a metade de baixo desbotada.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Cerca de 3 milhas de Shreveport, Louisiana, EUA (a direção está borrada na ficha)

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Shreveport, 1948: morador vê com binóculo um objeto cor de alumínio, e a ficha aponta uma radiossonda

No fim da tarde de 16 de setembro de 1948, um morador de Shreveport, na Louisiana, examinava o céu com binóculo quando viu um objeto redondo, cor de alumínio, deslizar para o sul sem som nem rastro. Uma nota do agente na própria ficha lembra que uma radiossonda fora lançada de Barksdale Field duas horas antes e diz que ela pode ter sido o objeto visto.

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Formulário datilografado com 23 campos, a maioria marcada N/S, e a palavra Round sobre um texto riscado no campo da forma.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Conjunto habitacional a 2 milhas a oeste da Base Aérea de Neubiberg, perto de Munique, Alemanha

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Neubiberg, 1948: militares veem um objeto preto e redondo passar contra o sol, mais rápido que um F-47

Num dia de outubro de 1948 que a ficha deixa em branco, homens da Base Aérea de Neubiberg, perto de Munique, viram de um conjunto habitacional um objeto preto, de contorno redondo, seguir para sudoeste por cerca de 2 minutos. O objeto estava entre eles e o sol alto, e a avaliação do arquivo foi B-2.

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Formulário datilografado com os campos tamanho maior que Vênus, forma de cometa e tempo à vista de 40 minutos.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Panamá (a ficha não indica a estação nem a cidade)

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Panamá, 1948: observador meteorológico vê um "cometa" ao amanhecer, e o Projeto Sign pede a opinião de Hynek

Em novembro de 1948, um operador identificado como Solera, que fazia um boletim meteorológico no Panamá, viu no quadrante sudeste do céu o que lhe pareceu um cometa: um longo cone de luz terminado numa estrela maior que Vênus. O resumo do Projeto Sign o compara a um cometa recém-descoberto e manda a pergunta ao astrônomo Hynek.

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Formulário datilografado com 25 campos preenchidos, incluindo tamanho estimado de 300 pés de fuselagem e a expressão sky writing.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Setor nordeste da Base Aérea de Clark, Filipinas

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Base Clark, Filipinas, 1948: sargento vê um objeto branco entrar e sair das nuvens seis vezes

Na tarde de 12 de novembro de 1948, o sargento Fredrick M. Wright, da Base Aérea de Clark, nas Filipinas, viu um ponto branco se alongar e ganhar a forma de uma aeronave sem cauda, que atravessou uma grande formação de nuvens seis vezes. O oficial que o interrogou pôs em dúvida seu caráter e sua honestidade, e a avaliação do arquivo foi D-5.

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Formulário datilografado com 25 campos, com as expressões burst of flak e corkscrew.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Borda leste da Base Aérea de Clark, Filipinas

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Base Clark, Filipinas, 1948: dois pilotos de caça veem uma "explosão" parada no ar ligada a um rastro em saca-rolhas

Às 14h30 de 17 de novembro de 1948, dois tenentes pilotos de caça viram do solo, na borda leste da Base Aérea de Clark, uma massa branca parecida com a explosão de um projétil antiaéreo, parada no ar e ligada a um rastro curvo em saca-rolhas. A massa e o rastro se desfizeram como fumaça em cerca de 3 minutos.

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Formulário datilografado com 25 campos, muitos marcados N/S, e a frase too fast for plane.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: São Francisco, Califórnia, EUA

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São Francisco, 1948: professor de ciências vê clarão amarelo cruzar o céu e mudar de rumo

Na noite de 29 de novembro de 1948, Robert Thatcher, veterano da Força Aérea e professor de ciências numa escola de São Francisco, telefonou para o quartel-general da 4ª Força Aérea para relatar uma luz amarela que cruzou o céu em cerca de 7 segundos. Ela seguiu para o norte, virou para norte-noroeste e sumiu, rápida demais para avião, mas sem parecer cometa nem estrela cadente.

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Formulário datilografado com 25 campos, com as expressões like reddish star e climbing and circling.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Céu a leste de Fürstenfeldbruck, Alemanha, com trajeto para o sul sobre Munique

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Fürstenfeldbruck, 1948: piloto de F-80 vê luz avermelhada, e uma estação terrestre informa alvo subindo a 40.000 pés

Às 22h20 de 23 de novembro de 1948, o capitão Hugh Slater, piloto de F-80 em Fürstenfeldbruck, na Alemanha, viu uma luz parecida com uma estrela avermelhada cruzar Munique para o sul. Uma estação terrestre de controle informou depois um objeto não identificado a 27.000 pés ao sul de Munique, que teria subido a 40.000 pés e passado a circular.

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Formulário datilografado com 25 campos, com as expressões fireball, green glow e arco de 90 graus.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Rodovia U.S. 30, cerca de 2,5 milhas ao norte de North Powder, Oregon, EUA

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North Powder, Oregon, 1948: motorista vê bola de fogo verde "como néon" descer em arco de madrugada

Entre 2h e 3h de 4 de agosto de 1948, J. B. McCullough, de Boise, Idaho, dirigia para o sul pela rodovia 30, no Oregon, quando viu uma bola de fogo verde seguir em linha horizontal e depois se curvar para a terra e se apagar. A análise das bolas verdes do Novo México, na mesma caixa de fichas, cita o caso como próximo da época das Perseidas.

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Formulário datilografado com 25 campos, com as expressões bright blue green e like bell with a fan-shaped glow.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Abilene, Texas, EUA; clarão no horizonte, exatamente a oeste da cidade

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Abilene, Texas, 1948: um morador vê duas vezes um clarão azul-esverdeado em leque no horizonte oeste

Na madrugada de 1º de janeiro de 1948, segundo a ficha, A. Schroeder, de Abilene, no Texas, viu no horizonte a oeste um brilho azul-esverdeado em forma de leque, saindo de algo como um grande sino. Durou 2 segundos e se repetiu cinco minutos depois. O caso chegou ao Projeto Sign por uma carta do estudioso de meteoros Oscar Monnig.

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Mapa aeronáutico colorido do meio-oeste dos EUA com marcas a tinta azul perto de Milwaukee e a inscrição manuscrita LILY LAKE sobre o lago Michigan.Mapa anotado

Arquivo do FBI1947Local: Sul de Wisconsin: de Koshkonong a Elkhorn e de Eagle a Muskego, com observadores sobre East Troy, EUA

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Wisconsin, 1947: quatro pessoas em dois aviões dizem ver discos cruzarem o sul do estado

Um relatório da Civil Air Patrol registra dois avistamentos feitos do ar por quatro pessoas em dois aviões, com trajetos e velocidades calculadas. O Departamento de Guerra ligou o caso a um telegrama anônimo sobre o escritor Richard Shaver, e o FBI foi ouvi-lo.

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Memorando datilografado muito escuro, com carimbo de documento desclassificado.Memorando de entrevista com o capitão Ryherd

Arquivo do FBI1947Local: Hamilton Field, Califórnia, EUA; objetos rumo a Oakland

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Hamilton Field, 1947: instrutor e aluno veem dois objetos brancos passarem por cima de um P-80

Dois pilotos que tinham acabado de pousar um AT-6 contaram, em entrevistas separadas, ter visto dois objetos brancos, circulares e sem rastro acompanharem um jato P-80 em velocidade muito maior. A contrainteligência da Força Aérea mandou as duas entrevistas ao FBI.

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Memorando datilografado do FBI em papel amarelado com carimbos e notas manuscritas.Memorando do FBI de Butte

Arquivo do FBI1947Local: Estrada entre Ellensburg e Seattle, Washington, EUA

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Entre Ellensburg e Seattle, 1947: três pessoas num carro veem um objeto prateado mergulhar e se desfazer no ar

O diretor da penitenciária estadual de Montana contou ao FBI que, semanas antes do caso Kenneth Arnold, viu com a esposa e o motorista um objeto prateado cruzar o céu, mergulhar e se desintegrar antes de chegar ao chão. No lugar ficou uma coluna de "gás" que não se desfazia.

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Folha amarelada de teletipo em maiúsculas com o título SAUCERS, Miami, United Press, e anotações manuscritas à direita.Recorte de despacho de agência

Arquivo do FBI1952Local: Entre Newport News e Norfolk, Virgínia, EUA, visto de um DC-4 em voo

Baía de Chesapeake, 1952: dois pilotos da Pan Am veem oito objetos cor de brasa passarem sob o avião

O primeiro oficial William B. Nash e o copiloto William H. Fortenberry, da Pan American, relataram seis objetos brilhantes em formação abaixo de seu DC-4, que viraram de repente, foram acompanhados por mais dois e subiram até sumir. O FBI arquivou os despachos da United Press sobre o caso.

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Memorando datilografado da Força Aérea com anotações manuscritas no alto e carimbo circular de saída.Memorando oficial

Casos com explicação atribuída1954Local: Sylacauga, Alabama, EUA

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Sylacauga, Alabama, 1954: a Força Aérea recolhe como 'objeto voador não identificado' a pedra que caiu no telhado de uma casa e conclui que era um meteorito

Um objeto caiu do céu e atravessou o telhado da casa da Sra. Hewlett Hodges, em Sylacauga. A Força Aérea mandou dois oficiais, levou a peça para Wright-Patterson dentro do programa de objetos voadores não identificados, identificou um meteorito e, depois de reclamação chegada a um senador, devolveu-o à dona.

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Carta datilografada da Força Aérea em papel cinza, com carimbos e anotações manuscritas.Carta oficial

História da investigação1955Local: Quartel-General da Força Aérea, Washington, e Comando de Defesa Aérea Continental, Colorado Springs, EUA

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Washington e Colorado, 1955: EUA e Canadá montam um sistema comum para relatar avistamentos em voo, e a ampliação para a OTAN fica para depois

Em 1955 a Força Aérea dos EUA e a Real Força Aérea Canadense redigiram uma versão combinada do CIRVIS, o procedimento de rádio para relatar avistamentos vitais para a inteligência. O Comando de Defesa Aérea Continental propôs levar o sistema à OTAN, mas Washington decidiu testar primeiro o acordo entre os dois países.

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Folha pautada manuscrita a tinta, com carimbos do FBI de março de 1958 na margem direita.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1952Local: Fazenda no sul do Michigan, junto à divisa com Indiana, EUA

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Divisa Michigan-Indiana, por volta de 1952: mãe e filha dizem que um objeto silencioso seguiu o carro até a fazenda

Em 1958, uma viúva de Elkhart, Indiana, escreveu ao FBI contando que anos antes, numa noite de verão, um objeto escuro com luzes piscando acompanhou seu carro até a fazenda da família e pairou sobre a horta. O FBI apenas repassou a carta à Força Aérea, à Marinha e ao Exército, sem investigar.

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Cópia fotográfica em negativo, com letras brancas sobre fundo escuro, de uma carta datilografada com assinatura manuscrita.Carta anexada a documento oficial

Arquivo do FBI1957Local: Torrington, Connecticut, EUA; carta postada em Roseau, Minnesota

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Torrington, 1957: um avistamento em Connecticut e a carta de uma "unidade militar" que o Exército não encontrou

Sete meses depois de um avistamento comunicado ao Corpo de Observadores Terrestres em Torrington, uma das testemunhas recebeu uma carta de uma "Electronics Service Unit 4" de Roseau, Minnesota, pedindo detalhes. O Exército e a Força Aérea não acharam unidade alguma ali, e o FBI concluiu que o signatário parecia ser membro da própria Força Aérea.

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Primeira página do memorando timbrado, que abre com a apresentação de Stringfield e o telefonema da manhã de 25/09/1961.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1961Local: Cincinnati, Ohio, EUA

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Cincinnati, 1961: um telefonema anônimo avisa Leonard Stringfield de uma onda de discos após explosões nucleares soviéticas

O pesquisador civil Leonard Stringfield contou ao FBI que um homem que não quis se identificar ligou para o seu trabalho e previu "a maior onda" de avistamentos entre 15 e 19 de outubro, por causa de explosões nucleares russas. O FBI registrou o relato e mandou cópia à Força Aérea.

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Carta datilografada de uma folha, com data, endereço do remetente e três parágrafos curtos.Carta de particular ao FBI

Arquivo do FBI1953Local: Los Angeles, Califórnia, EUA (segundo o livro de Harold T. Wilkins)

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Los Angeles, 1953: a história dos dois "visitantes" de pele verde-azulada que um leitor pediu ao FBI para confirmar

Em 1964, um leitor do Texas mandou ao FBI o resumo de uma história do livro "Flying Saucers on the Attack", de Harold T. Wilkins: dois homens altíssimos, de pele verde-azulada, teriam trabalhado num escritório de Los Angeles e sumido antes da chegada de agentes do FBI. O Bureau não confirmou nem negou nada, e anotou que não tinha registro do autor nem do livro.

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Trecho de tabela datilografada com colunas de data, hora, local, cor, forma e avaliação; duas linhas mostram Farmington, Novo México.Documento tabular

Arquivo do FBI1950Local: Farmington, Novo México, Estados Unidos

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Farmington, Novo México, 1950: dez observadores em duas linhas da tabela do OSI, com objetos que manobram e 'brilham como papel-alumínio'

A tabela do 17º Distrito do OSI registra, em 16 de março de 1950, dois avistamentos em Farmington, cada um com dez observadores: objetos achatados, brilhantes, que manobraram para cima e para baixo e pareceram mais rápidos que aviões. O resumo não traz nomes nem depoimentos.

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Tabela datilografada com seis linhas de avistamentos de abril de 1949 no Novo México, Texas e Arizona.Documento tabular

Arquivo do FBI1949Local: White Sands e Springer, Novo México, Estados Unidos

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White Sands e Springer, 1949: cinco observadores veem uma elipse branca por um minuto e, no dia seguinte, quatro grupos de objetos cruzam o céu acima de 30 mil pés

Na tabela do 17º Distrito do OSI, o caso 55 registra cinco observadores muito confiáveis em White Sands e o caso 56, dois observadores em Springer, ambos em abril de 1949. São resumos codificados de objetos rápidos, sem depoimentos.

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Página datilografada com o título Statement, lista de seis ocupantes do carro e três assinaturas.Documento (declaração)

Arquivo do FBI1950Local: Oak Ridge, Tennessee, Estados Unidos

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Oak Ridge, 1950: oito funcionários em dois carros veem uma luz circular mais forte que a Lua, e um grupo diz ser reflexo do Sol

Na manhã de 18 de dezembro de 1950, funcionários da divisão NEPA em Oak Ridge viram, da estrada, uma luz circular branca que escureceu e encolheu em cerca de 30 segundos. Um grupo concluiu que era reflexo do Sol em superfície metálica; outro não conseguiu identificá-la.

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Primeira página do memorando sobre a entrevista com dois oficiais da Marinha.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1954Local: South Berwick, Maine, EUA (casa do almirante reformado Herbert B. Knowles, vizinho da sra. Swan)

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South Berwick, Maine, 1954: a vizinha de um almirante diz receber mensagens de naves espaciais, e a Marinha leva o caso ao FBI

Um oficial de segurança da Marinha contou ao FBI que passou três dias na casa de um almirante reformado no Maine para acompanhar Frances Swan, vizinha que dizia escrever mensagens ditadas por comandantes de naves espaciais. O FBI registrou o relato, repassou-o à Força Aérea, à Inteligência Naval e ao Exército e não tomou outra providência.

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Folheto datilografado do Detroit Flying Saucer Club anunciando a palestra de John Otto, com pequenos desenhos de discos voadores.Folheto

Arquivo do FBI1954Local: Detroit, Farmington e Dearborn, Michigan, EUA

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Detroit, 1954: um clube de discos voadores, profecias de pouso e o FBI de olho

Um morador escreveu ao FBI que o novo Detroit Flying Saucer Club seria "ideal" como fachada comunista. O escritório de Detroit juntou, só com informantes voluntários, palestras, relatos de avistamento dos sócios, previsões de pousos em outubro e um diretor que dizia trabalhar com o FBI, mas não investigou o clube.

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Primeira página datilografada da carta, com trechos sublinhados por leitores do FBI.Carta ao FBI

Arquivo do FBI1957Local: Alexandria, Virgínia (remetente); Arizona (expedição citada); Cincinnati, Ohio (destinatário)

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Alexandria, 1957: a filha de Wilhelm Reich diz ter testemunhado uma expedição contra naves espaciais no Arizona e ameaça desencadear tempestades

Uma semana depois da prisão de Wilhelm Reich, a filha dele, a médica Eva Reich, escreveu ao pesquisador Leonard Stringfield dizendo ter testemunhado no Arizona um trabalho com aparelhos voltados contra naves espaciais. Stringfield levou a carta ao FBI, que a julgou fora de sua jurisdição, mas mandou avisar a polícia de Alexandria sobre a ameaça de "usar a força" para provocar tempestades e inundações.

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Recorte de jornal amarelado com a manchete 'See 'Em?---Saucers Cover City' e o subtítulo sobre discos sobre Cincinnati e homenzinhos na Alemanha.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1954Local: Cincinnati, Ohio, EUA; o mesmo recorte traz um relato de Münster, Alemanha

Cincinnati, 1954: cinco relatos numa semana de discos alaranjados que andavam de três em três

Um recorte do Cincinnati Post de 11 de outubro de 1954, guardado pelo FBI, diz que discos alaranjados e silenciosos, sempre em grupos de três, foram vistos cinco vezes numa semana sobre a cidade. A mesma nota reproduz a história de um projecionista alemão que disse ter visto quatro criaturas baixas saírem de uma nave em Münster.

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Página datilografada de boletim com o título 'Logan, Utah jolted by violent explosion and gaping crater following mysterious streak of light in sky'.Página de boletim

Arquivo do FBI1954Local: A oeste de Logan, Utah, EUA

Logan, Utah, 1954: explosão à meia-noite abre uma cratera, e geólogos dizem que não foi um meteorito comum

Um boletim civil de discos voadores, arquivado pelo FBI, reúne notícias do Salt Lake Tribune sobre uma explosão que sacudiu casas em Logan e deixou uma cratera de 16 pés de largura. Três cientistas, entre eles Lincoln La Paz, concluíram que não fora "queda convencional de meteorito" e pararam a escavação sem dizer o que abriu o buraco.

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Página datilografada de boletim com o título 'Jet explodes chasing UFO near Utica, N.Y.' e trechos de notícias de julho de 1954.Página de boletim

Arquivo do FBI1954Local: Walesville e região de Utica, Nova York, EUA

Walesville, 1954: caça F-94 cai sobre uma vila numa missão de interceptação, e à noite um objeto prateado congestiona os telefones de Utica

Um boletim civil de discos voadores, arquivado pelo FBI, junta duas notícias do mesmo dia: a queda de um caça F-94C que voltava de uma missão de interceptação e matou quatro pessoas em Walesville, e um objeto prateado que à noite gerou mais de mil telefonemas em Utica. A Força Aérea falou em avião sem plano de voo e em balão; o boletim viu ali uma "tragédia de disco" escondida.

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Duas fotografias de jornal em preto e branco: destroços de uma aeronave com grande disco rasgado e cauda com a matrícula NX, e dois policiais atrás de uma armação circular de madeira.Fotografia de imprensa

Arquivo do FBI1949Local: Marley Park, Maryland; Manhattan Beach, Califórnia

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Marley Park, Maryland, 1949: a Força Aérea procura o homem que construiu "discos voadores" achados no estado

Em agosto de 1949, uma notícia da United Press dizia que a Força Aérea procurava Jonathan Caldwell, que teria construído "discos voadores" descobertos em Marley Park, Maryland. O FBI de Los Angeles localizou um J. E. Caldwell na Califórnia e passou o endereço à Força Aérea.

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Teletipo rosa com o resumo do relato do chefe de polícia e do patrulheiro que dirigia o carro.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1947Local: Portland, Oregon, EUA

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Portland, 1947: o chefe de polícia vê um objeto prateado cruzar a cidade, e outra patrulha não vê nada

No fim da tarde de 11 de setembro de 1947, o chefe de polícia de Portland e policiais de duas viaturas disseram ter visto um objeto prateado e brilhante atravessar o céu da cidade. O FBI ouviu cinco policiais e encontrou versões que vão de disco veloz a reflexo de avião, além de uma dupla que não viu nada.

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Teletipo rosa com o relato transmitido pelo genro da primeira informante.Teletipo do FBI

Arquivo do FBI1947Local: Shouns, Tennessee, EUA (relato feito ao FBI em Ocean View, Virgínia)

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Shouns, Tennessee, 1947: um objeto em forma de bola de futebol americano gira no ar, e a testemunha pensa em balão

Uma moradora de Ocean View, na Virgínia, contou ao FBI ter visto um "disco voador" em Shouns, no Tennessee, em 6 de setembro de 1947. O genro, que também o viu, descreveu um objeto com forma de bola de futebol americano girando no ar e achou que podia ser um balão meteorológico solto.

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Recorte de jornal amarelado e rasgado, com manchete em negrito sobre potes de maionese voadores relatados por um piloto de Rehoboth, colado sobre uma folha de memorando do FBI.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1946Local: Rehoboth Beach, Delaware, EUA

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Rehoboth Beach, 1946: um piloto diz ter visto projéteis soltando chamas cruzarem sua rota meses antes da onda de discos

Um piloto com trinta anos de experiência contou ao FBI que em 1946 viu, perto de Rehoboth Beach, dois projéteis que soltavam jatos de chama e cruzavam sua rota em alta velocidade. Ele acreditava tratar-se de foguetes em teste e suspeitava que um deles tivesse causado a queda de um avião comercial.

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Formulário verde-claro Routing and Record Sheet, marcado RESTRICTED, com assunto Flying Saucer Phenomena, data AUG 29 1947, uma frase datilografada e assinatura manuscrita sobre o nome Curtis E. LeMay.Documento oficial (folha de encaminhamento)

Arquivo do FBI1947Local: Washington, D.C., EUA

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Washington, 1947: um coronel da inteligência aérea diz ao FBI que os discos podem ser um experimento secreto americano

Memorandos internos do FBI de agosto e setembro de 1947 mostram a desconfiança do órgão sobre seu papel nas investigações de discos voadores. Um coronel da inteligência da Força Aérea chegou a dizer, em confidência, que os discos eram provavelmente um projeto secreto do governo, e o FBI exigiu uma resposta formal, que veio negativa.

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Recorte de jornal amarelado com manchete sobre aviões que procuram discos voadores e texto em três colunas.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1947Local: Darlington, Carolina do Sul, EUA

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Darlington, 1947: advogado telegrafa ao FBI que cerca de doze discos passaram sobre a cidade

Na tarde de 6 de julho de 1947, o advogado J. U. Watts Jr. mandou um telegrama ao Departamento de Justiça dizendo que cerca de doze “discos voadores” tinham acabado de passar sobre Darlington, na Carolina do Sul. O FBI agradeceu, não pediu os detalhes oferecidos e repassou a mensagem ao Departamento da Guerra.

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Carta em papel timbrado The MacReynolds, Asbury Park, com carimbos de registro do FBI.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1947Local: Asbury Park, Nova Jersey, EUA

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Asbury Park, 1947: no 4 de Julho, um objeto parece sair do salão de baile e some ao longo da praia

Um morador de Jersey City escreveu ao FBI dizendo que, no feriado de 4 de julho de 1947, viu em Asbury Park um objeto que parecia ter partido do salão de baile da cidade e subiu aos poucos até sumir ao longo da praia. Primeiro pensou num balão, mas achou que o objeto seguia um rumo definido e velocidade constante.

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Folha datilografada com um parágrafo, um adendo assinado DML e, abaixo, anotações manuscritas a tinta, uma datada 7-15 e outra de seis linhas começando por I would do it.Memorando oficial com anotações manuscritas

Arquivo do FBI1947Local: Washington, D.C. (sede do FBI) e escritórios de campo do FBI

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Julho de 1947: o FBI aceita investigar discos voadores a pedido da inteligência da Força Aérea do Exército

Memorandos internos de julho de 1947 mostram o FBI passando de “não investigamos” para uma ordem a todos os escritórios de apurar cada relato de disco voador. A mudança veio de um pedido do general George F. Schulgen, da inteligência das Forças Aéreas do Exército, e da exigência de J. Edgar Hoover de ter acesso aos discos recolhidos.

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Carta datilografada de uma página, com a frase central destacada em amarelo no arquivo.Carta ao FBI

Arquivo do FBI1966Local: Princeton, Virgínia Ocidental, Estados Unidos

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Princeton, Virgínia Ocidental, 1966: o chefe de polícia escreve a Hoover que viu dois UFOs

Em novembro de 1966, o chefe de polícia de Princeton, na Virgínia Ocidental, escreveu a J. Edgar Hoover dizendo ter visto pessoalmente dois objetos voadores não identificados e pedindo que o FBI falasse ao público. Hoover respondeu que o assunto não era da competência do Bureau e mandou a carta à Força Aérea.

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Página de revista com três fotos em preto e branco: céu cinzento com fileiras de pequenos pontos claros, fios elétricos e árvores borradas em primeiro plano.Recorte de revista

Arquivo do FBI1966Local: Trem entre Mannheim e Frankfurt, Alemanha Ocidental

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Alemanha, 1966: associado de Adamski filma de um trem uma "armada" no céu e leva o filme à NASA e ao Pentágono

Fred Steckling, colaborador de George Adamski, disse ter filmado em 8 mm, da janela de um trem na Alemanha Ocidental, grupos de objetos em forma de cigarro. Em 1967, a NASA e a Força Aérea aceitaram ver o filme; a história e os fotogramas chegaram ao FBI numa revista ufológica enviada a Hoover.

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Folha datilografada com a palavra SECRET no alto e no pé, brasão real, três parágrafos numerados e várias tarjas brancas.Documento oficial

Arquivo do FBI1967Local: Londres, Inglaterra

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Londres, 1967: carta secreta de "Box 500" avisa o FBI dos contatos de um pesquisador de UFOs

J. A. Hennessey, pesquisador londrino que escrevia ao FBI sobre pousos de UFOs, aparece em 1967 numa carta secreta enviada ao adido do FBI em Londres a partir do endereço postal usado pelo serviço de segurança britânico. O texto diz que ele fez contatos e pediu que um questionário do estudo do Colorado fosse repassado; os nomes dos contatos continuam suprimidos.

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Memorando de Newark que encaminha capítulos de um livro de Sanderson.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1967Local: Newark, Nova Jersey, e Del City, Oklahoma, Estados Unidos

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Newark e Oklahoma, 1967-1969: queixas e rumores sobre falsos agentes que intimidariam testemunhas de UFO chegam ao FBI

Em 1967, o escritor Ivan Sanderson entregou ao FBI capítulos de um livro que falava de pessoas se passando por agentes federais e militares no meio dos UFOs. Em 1969, um autor de Oklahoma perguntou ao FBI sobre rumores de homens de roupas escuras que intimidariam testemunhas; o Bureau disse não ter informação.

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Carta de três parágrafos, com carimbos de recebimento pelo FBI e anotação de que nenhuma ação era prevista.Carta anônima

Arquivo do FBI1971Local: Pentágono, Washington, D.C., Estados Unidos

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Pentágono, 1971: carta anônima promete entregar ao New York Times documentos secretos sobre UFOs

Uma carta sem assinatura avisou o Pentágono de que cópias de documentos secretos sobre o envolvimento militar com UFOs seriam entregues ao New York Times, comparando o caso à polêmica dos papéis do Vietnã. A inteligência do Exército passou a carta ao FBI, que a devolveu sem tomar providência.

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Memorando de encaminhamento com o resumo do caso e a indicação da fonte, um sargento do posto de recrutamento.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1973Local: Waco, Texas, Estados Unidos

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Waco, 1973: homem de uniforme da Força Aérea e pasta "Top Secret" procura um jornal atrás de relatos de UFO

Em 1973, um homem que se apresentou como capitão capelão da Força Aérea procurou o jornal Waco Tribune pedindo relatos de UFOs vistos na região, carregando uma pasta marcada "Top Secret" com fotos de instalações militares. Um sargento da Força Aérea contou o caso ao FBI, que o passou aos militares.

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Folha datilografada com três colunas, ano, total de avistamentos e não identificados, de 1947 a 1969, com totais de 12.618 e 701.Tabela oficial

Arquivo do FBI1977Local: Washington, D.C., Estados Unidos

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Washington, 1977: a Casa Branca pergunta quem coordena os relatos de UFO, e o FBI responde que não é com ele

Em junho de 1977, um assessor do escritório científico da Casa Branca telefonou ao FBI porque o gabinete do presidente queria saber se algum órgão do Executivo coordenava as informações sobre UFOs. O FBI respondeu que não tinha jurisdição e só repassava tudo à Força Aérea, que por sua vez encerrara seu programa em 1969.

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Folha pautada escrita à mão em tinta azul, com o cabeçalho Roadstown, N.J., Aug. 52, a saudação Dear Mr Hoover e, sobre o texto, o carimbo Recorded 126, o número 62-83894-316 em vermelho e anotações a lápis.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1917Local: Não informado na carta; o autor escrevia de Roadstown, Nova Jersey, EUA

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Roadstown, 1952: um morador conta a Hoover a luz amarela que viu cair e subir em 1917

Em agosto de 1952, Roy Elwell, de Roadstown, Nova Jersey, escreveu ao diretor do FBI sobre um objeto amarelo pálido que, segundo ele, viu numa noite de 1917 descer em direção ao chão, correr na horizontal e subir até sumir. A partir dessa lembrança, expôs em doze folhas uma teoria pessoal sobre gravidade, e o FBI repassou a carta à aeronáutica civil e à Defesa.

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Recorte de revista em papel alaranjado, colado numa folha, com o título "A Reporter at Large" e duas colunas de texto sobre discos voadores; no canto inferior direito uma legenda datilografada indica a data da revista.Recorte de revista

Arquivo do FBI1952Local: Washington, D.C., EUA

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Pentágono, 1952: o informativo sobre discos voadores que a Defesa dava aos jornalistas, e o FBI irritado com a New Yorker

Incomodado com uma reportagem da New Yorker que dizia que o FBI investigava discos voadores a pedido da Força Aérea, o Bureau procurou a Força Aérea e o assessor do Pentágono para o tema. Recebeu deles o informativo padrão entregue à imprensa, que falava em cerca de 1.500 relatos examinados, uns 20% sem explicação.

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Página de revista com o título Something in the Sky em colunas de textoRecorte de revista

Arquivo do FBI1952Local: Washington, D.C., e arredores, EUA

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Washington, julho de 1952: ecos no radar e caças no ar, contados pela New Yorker que o FBI arquivou

A reportagem da New Yorker de 6 de setembro de 1952 guardada pelo FBI descreve as duas noites de julho em que radares de Washington mostraram alvos não identificados e caças foram enviados. Barnes, que acompanhava o radar, escreveu que não sabia o que eram; a Força Aérea atribuiu parte dos ecos a fenômenos do tempo.

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Página amarelada de boletim com o título Saucer Sightings by IFSB Members e três relatos numeradosRecorte de revista

Arquivo do FBI1952Local: Céu a sudeste de Franklin e sobre a cidade, Indiana, EUA

Franklin, Indiana, 1952: policiais dizem ter visto três objetos no céu por mais de quatro horas

Um boletim de entusiastas de discos voadores arquivado pelo FBI publica, como tirado de um relatório policial, o relato de três policiais de Franklin, Indiana, que teriam visto três objetos luminosos manobrar sobre a cidade por mais de quatro horas em 28 de julho de 1952. O relatório policial em si não está no arquivo.

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Carta manuscrita em tinta azul com o texto do bilhete anônimo e a assinatura Rainbow City, Antarctica, com carimbos do FBI.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1947Local: Rockfield, Wisconsin, a 16 milhas a noroeste de Milwaukee

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Rockfield, Wisconsin, 1947: irmão vê de sete a dez discos passarem sem ruído, e a irmã recebe um aviso assinado por "Rainbow City, Antártida"

Uma moradora de Menomonee Falls contou a uma revista de ficção científica que o irmão tinha visto de sete a dez discos voarem sobre a casa, sem ruído, em junho de 1947. Meses depois, recebeu pelo correio um bilhete anônimo mandando parar de falar do assunto, assinado pelo "Governo" de "Rainbow City, Antártida", e levou tudo a J. Edgar Hoover.

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Carta datilografada em papel timbrado da cidade de Los Angeles com a anotação a lápis To Hoover.Carta datilografada

Arquivo do FBI1949Local: Griffith Park, Los Angeles, Califórnia

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Los Angeles, 1949: três funcionários do Griffith Park veem um "disco" de pontos distantes, e a carta vai de Walter Winchell a Hoover

Um remetente que usou o papel do Departamento de Recreação e Parques de Los Angeles contou ao radialista Walter Winchell que três funcionários, trabalhando a meia milha de distância uns dos outros, viram o mesmo objeto no céu do Griffith Park. Winchell mandou a carta a Hoover, e o FBI a repassou à Força Aérea sem investigar.

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Memorando de uma página com o relato dos três avistamentos.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1949Local: Nova Orleans, Louisiana

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Nova Orleans, 1949: em cinco dias, três relatos de um "disco" do tamanho de um avião de observação, dois deles girando de ponta-cabeça

A inteligência naval informou ao FBI três avistamentos de um disco solitário sobre Nova Orleans em maio de 1949, em voo reto para o norte, no fim da tarde. A Marinha considerou balões meteorológicos, mas ela mesma anotou por que a explicação não se encaixava bem.

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Telegrama da Western Union em letras maiúsculas com a anotação manuscrita J. Edgar Hoover True?Telegrama

Arquivo do FBI1949Local: Estados Unidos (telegrama de Nova York para Miami Beach)

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1949: Robert Ripley diz ter "o único disco voador japonês autêntico", e a Força Aérea responde ao FBI que nenhum disco foi recuperado no país

O criador do programa Believe It or Not telegrafou a Walter Winchell dizendo ter o único disco voador japonês autêntico recuperado nos Estados Unidos. Winchell perguntou a Hoover se era verdade, e o FBI ouviu do Exército e da Força Aérea que não havia registro de nenhum disco recuperado no país.

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Carta manuscrita a lápis azul com o título Flying Discs e carimbos do FBI.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1947Local: Estados Unidos (remetentes em Nova York, Pensilvânia, Ohio, Dakota do Norte, Califórnia e Illinois)

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Estados Unidos, 1947-1949: cartas de particulares ao FBI com teorias, boatos e perguntas sobre os discos voadores

Nove cartas e memorandos do arquivo do FBI mostram o que particulares escreviam sobre os discos sem ter visto nada: incêndios sabotados, censura, um boato sobre a Espanha, projéteis com traçadores e uma fábrica secreta no México. Hoover agradece e arquiva; a Força Aérea recebe só uma cópia.

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Página datilografada com o título Investigation and Reporting of Flying Disc Incidents e parágrafos numerados.Diretriz militar

Arquivo do FBI1948Local: Base Aérea de Mitchel (Nova York), San Francisco e Washington

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Estados Unidos, 1948: a Força Aérea manda coordenar investigações de discos com o FBI, que já tinha parado de investigar

Uma diretriz da Força Aérea de fevereiro de 1948 dizia que os discos voadores seriam investigados com coordenação do FBI. San Francisco estranhou, porque o Boletim 57 mandava não investigar; Washington confirmou que a política não mudara e a Força Aérea admitiu que o comando não sabia.

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Memorando datilografado do FBI de New Orleans com carimbos de registro e recebimento.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1949Local: Alexandria, Louisiana

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Alexandria, Louisiana, 1949: um clube empresarial propõe uma convenção de "observadores de discos voadores" e o FBI teme relatos inventados

Em julho de 1949 o FBI de New Orleans avisou Washington de que um clube de Alexandria pensava em promover uma convenção de quem tinha visto discos voadores, e que a ideia gerou pedidos do país todo. O escritório temia que isso estimulasse avistamentos inventados.

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Carta datilografada datada de September 27, 1947, dirigida ao Major General George C. McDonald, com quatro parágrafos, assinatura carimbada de John Edgar Hoover e carimbo retangular MAILED SEP 29 1947.Carta oficial (página de documento)

Arquivo do FBI1947Local: Washington, D.C.; San Francisco, Califórnia; Mitchel Field, Nova York (EUA)

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Washington, 1947: o FBI deixa de investigar discos voadores ao descobrir que lhe caberiam as “tampas de lata de lixo”

Em setembro de 1947, uma carta interna das Forças Aéreas dizia que o FBI fora chamado para cuidar dos “discos” achados no chão, que tantas vezes eram tampas de lata de lixo e assentos de privada. Hoover protestou e mandou os escritórios do FBI pararem de investigar discos voadores.

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Memorando com a marca "restricted", anexo guardado no arquivo do FBI.Memorando da Força Aérea

Arquivo do FBI1949Local: Washington, D.C., EUA (Diretoria de Inteligência da Força Aérea)

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Washington, 1949: o questionário da Força Aérea para relatar “aeronaves não convencionais”, com cópia para o FBI

Em fevereiro de 1949, a inteligência da Força Aérea dos EUA fixou num memorando o que deveria ser perguntado sobre cada avistamento de “aeronave não convencional”, incluindo os discos voadores, e para onde mandar as respostas. O FBI recebeu dezessete cópias do texto e as guardou num envelope anexo ao seu processo sobre discos voadores.

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Recorte de jornal em quatro colunas com a manchete Mysterious Object Amazes Saucer Skeptic, colado numa folha com a lista de jornais de Washington e Nova York.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1956Local: Perto de Mobile, Alabama, EUA, visto de um Viscount da Capital Airlines a cerca de 10.000 pés

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Mobile, 1956: piloto que chamava os discos de “bobagem” relata luz que parou diante do avião

O comandante W. J. Hull, da Capital Airlines, que em 1953 escrevera um “obituário” dos discos voadores, contou que ele e o copiloto viram uma luz intensa parar à frente do avião e fazer manobras bruscas. O FBI arquivou a notícia publicada em 1957.

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Recorte estreito de jornal amarelado, em uma coluna, com a manchete Weird Spy Disc Sighted By Ship.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1954Local: Oceano Atlântico, cerca de 80 milhas a leste de Nova York, visto do transatlântico Groote Beer

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Atlântico, 1954: comandante de navio holandês vê objeto plano e luminoso subir do mar a leste de Nova York

O comandante Jan P. Boshoff e outros oficiais do Groote Beer observaram com binóculos um objeto circular, primeiro acinzentado e depois brilhante, que subiu rapidamente de perto do nível do mar até as nuvens. A divisão do FBI em Nova York recortou a notícia e a enviou à sede.

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Recorte de jornal em duas colunas com a manchete Pilot Sights Small Flying Disc Chasing F-84 Over Japan.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1952Local: Norte do Japão, perto de uma base aérea americana não nomeada no despacho

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Norte do Japão, 1952: piloto americano vê um pequeno disco cromado acompanhar um caça F-84

Um relato dos arquivos de inteligência da Força Aérea, divulgado à imprensa em janeiro de 1953, conta que o tenente David C. Brigham viu de perto um objeto metálico de cerca de 20 cm fazer uma passagem controlada junto a um caça-bombardeiro F-84. O piloto do F-84 não o viu.

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Recorte estreito com fotografia escura mostrando uma linha clara e sinuosa de cima a baixo, e legenda em corpo pequeno.Fotografia de imprensa (recorte de jornal)

Arquivo do FBI1956Local: Condados de Saginaw, Midland e Gratiot, Michigan; arredores de Amarillo, Texas, EUA

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Michigan e Texas, 1956: sete chamadas à polícia perto de Saginaw e a foto de Amarillo que passou pelo FBI

Dois recortes de 1956 e 1957 guardados pelo FBI: uma noite de chamadas à polícia estadual de Michigan sobre um objeto com luzes vermelhas e azuis, e a foto de um objeto “em forma de diamante” tirada perto de Amarillo, entregue ao FBI e devolvida com a explicação da Força Aérea de que era “vapor de radiação”.

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Fotografia de jornal em tons de sépia de uma torre industrial e um galpão; no alto, à direita do centro, uma mancha escura alongada no céu.Fotografia de imprensa (recorte de jornal)

Arquivo do FBI1952Local: Chicago (Illinois), Anacortes (Washington), San Francisco (Califórnia), Reading (Pensilvânia), leste dos EUA e Montana

Estados Unidos, verão de 1952: balões em Chicago, a foto de Anacortes, a bola de fogo de 12 de setembro e o objeto branco de Montana

Seis folhas do arquivo do FBI mostram como a onda de 1952 chegou ao Bureau fora de Washington: explicações por balões e rastros de avião, uma foto de jornal, uma bola de fogo vista em cinco estados e um objeto branco em Montana que a imprensa disse estar sob investigação do FBI, o que o próprio Bureau negou num memorando interno.

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Recorte com a reprodução de uma primeira página espanhola, mostrando uma mancha luminosa em espiral, e uma coluna de texto em inglês à direita.Recorte de jornal com fotografia

Arquivo do FBI1950Local: Itália (Chioggia, Salò, Carrara, Calábria, Sardenha, Vale de Aosta), Ilhas Baleares (Espanha) e sudoeste da Inglaterra e País de Gales

Europa, 1950: discos sobre a Itália, uma foto das Baleares e clarões sobre a Inglaterra, recortados pelo adido do FBI em Londres

O escritório do adido legal na Embaixada dos EUA em Londres, posto do FBI, mandou à sede recortes de jornais britânicos sobre discos na Itália, uma foto publicada na Espanha e dois episódios ingleses de 1950 com centenas de testemunhas. O Ministério da Aeronáutica disse não poder explicar um deles; um químico sugeriu meteoro.

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Tira de papel de teletipo em tom rosado, com texto em maiúsculas roxas.Despacho de agência (teletipo)

Arquivo do FBI1950Local: Elsie (Michigan), Fargo (Dakota do Norte), perto de Osceola (Arkansas) e Poplar Bluff (Missouri), EUA

Meio-oeste dos EUA, 1949-1950: um deputado que viu um disco, cinco “luas” em Fargo, um “capacete” no radar da Marinha e caças atrás de uma esfera

Quatro folhas do arquivo do FBI reúnem relatos de 1949 e 1950 no interior dos EUA: um deputado que diz ter visto um disco em Michigan, observadores do aeroporto de Fargo, pilotos da Marinha que dizem ter captado um objeto no radar e caças da Guarda Nacional que não alcançaram uma esfera parada no céu do Missouri.

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Recorte de jornal em três colunas, com uma coluna mais longa à direita sob o intertítulo Air-Ground Search Slated.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1947Local: St. Maries (Idaho), Washington e arredores, Seattle, Los Angeles e outras cidades dos EUA e do Canadá

Julho de 1947: oito discos “como folhas” em St. Maries e a primeira semana de relatos na capital, nos recortes do FBI

Recortes guardados pelo FBI na primeira semana de julho de 1947 mostram a Força Aérea do Exército admitindo que “há algo nisso”, uma mulher que diz ter visto oito discos descerem numa floresta de Idaho, testemunhas na capital americana, a foto de um guarda-costeiro em Seattle e uma carta sobre “aviões russos” que foi parar nas mãos de agentes federais.

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Memorando em que um major recomenda responder com carta assinada por general.Memorando da Força Aérea

História da investigação1952Local: A bordo do navio SS Caronia; a posição do navio não aparece nas páginas conservadas

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Transatlântico Caronia, 1952: passageiro descreve objeto voador e surpreende a Força Aérea com o detalhe do relato

Em 9 de outubro de 1952, Gerald W. Harrington, de Providence, Rhode Island, escreveu à Força Aérea para descrever um objeto voador não identificado que tinha observado a bordo do navio SS Caronia em 5 de outubro. A Diretoria de Inteligência considerou o relato de qualidade incomum, a ponto de recomendar que o próprio chefe de inteligência assinasse a resposta, mas a carta original foi para o Projeto Blue Book e não está neste arquivo.

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Memorando datilografado de 16 de outubro de 1952, com carimbos e a marcação "Material não classificado para o Projeto Blue Book", sobre a visita do general Bertrandias à Townsend Brown Foundation.Memorando da Força Aérea

História da investigação1952Local: Townsend Brown Foundation; o lugar da visita não é informado nas páginas

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Townsend Brown Foundation, 1952: general vê um modelo de "disco voador" e ouve que o projeto tinha 20 a 25 anos

Em outubro de 1952, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea mandou ao Projeto Blue Book um relatório sobre a Townsend Brown Foundation, levado ao serviço de investigações especiais (OSI) pelo general V. E. Bertrandias depois de uma visita em que ele viu o modelo de um "disco voador". Os cientistas lhe disseram que trabalhavam no projeto havia 20 a 25 anos; as consultas do OSI não encontraram nada mais sobre a fundação.

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Carta datilografada da Força Aérea a uma moradora de Maryland, pedindo o registro das observações de luzes estranhas no céu.Carta da Força Aérea

História da investigação1952Local: Hyattsville, Maryland, EUA (endereço da observadora; o lugar das observações não é informado)

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Hyattsville, 1952: moradora anota durante meses luzes estranhas no céu e a Força Aérea pede o caderno

Em 26 de outubro de 1952, a sra. C. R. Zepp, de Hyattsville, Maryland, telefonou ao oficial de serviço da Diretoria de Inteligência da Força Aérea para contar que vinha vendo luzes estranhas havia alguns meses e que tinha um registro de todas as observações. A Força Aérea pediu o registro por carta, recebeu-o em novembro e o mandou ao Projeto Blue Book, mas o conteúdo das anotações não está no arquivo.

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Carta datilografada de 20 de fevereiro de 1948 do Air Materiel Command sobre o serviço de recortes de jornais, com carimbos de sigilo.Carta do Air Materiel Command

História da investigação1948Local: Wright Field (Wright-Patterson Air Force Base), Dayton, Ohio, e Washington, D.C., EUA

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Wright-Patterson, 1948: o Projeto Sign quer um serviço de recortes de jornais sobre discos voadores sem que a Força Aérea apareça

Entre fevereiro e abril de 1948, o setor de inteligência do Air Materiel Command pediu a Washington um serviço de recortes de jornais e revistas do mundo inteiro sobre discos voadores, para o Projeto Sign. A proposta de uma revista de Dayton foi vetada, e o Estado-Maior sugeriu que um civil do comando assinasse o serviço em nome próprio, com caixa postal e pagamento por vale postal.

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Folha datilografada do relatório do OSI com carimbo de uso oficial e anotação manuscrita em vermelho no canto superior.Documento oficial com anotação manuscrita

Luzes e encontros1952Local: Hangar B de Laurence G. Hanscom Field, Bedford, Massachusetts, EUA

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Hanscom Field, 1952: capitão e dois sargentos da Força Aérea veem um objeto branco-leitoso cruzar rastros de jatos

Um capitão da Força Aérea e dois sargentos da polícia aérea de Hanscom Field viram, numa manhã limpa, um objeto branco-leitoso e oval, sem asas nem ruído, que cruzou os rastros de dois jatos e seguiu para sudoeste. O OSI registrou as descrições divergentes dos três, não encontrou explicação e alguém anotou à mão "Prob Balloon" (provável balão) no alto do relatório.

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Memorando do FBI em Newark de 7 de outubro de 1960, com anotações manuscritas, sobre o disco voador visto em Elizabeth e o telefonema de um suposto agente federal.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1960Local: Elizabeth, Nova Jersey, EUA

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Elizabeth, 1960: a mulher que viu um disco e o misterioso "agente federal" que não apareceu

Uma moradora de Elizabeth que tinha avisado o FBI de um disco voador visto de madrugada recebeu, um mês depois, a ligação de um suposto agente federal que marcou visita e não foi. O FBI verificou que não era um de seus agentes; no mesmo dia, ela contou que o investigador era de uma agência federal de aviação.

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Memorando do FBI em Newark de 13 de setembro de 1961 que lista três pessoas que telefonaram sobre um objeto brilhante alaranjado.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1961Local: Elizabeth, Fords e New Brunswick, Nova Jersey, EUA

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Nova Jersey, 1961: três telefonemas, entre eles o de um físico de Rutgers, sobre um clarão alaranjado que crescia no céu

Três pessoas de cidades diferentes de Nova Jersey, entre elas um integrante do departamento de física da Universidade Rutgers, ligaram ao FBI para relatar um objeto muito brilhante, avermelhado ou cor de tangerina, a meia altura no céu, um pouco ao sul do leste. Ele aumentou de tamanho "como uma explosão", sem se mover e sem ruído.

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Carta datilografada no papel timbrado da polícia de Westwood, de 24 de setembro de 1962, dirigida ao FBI.Carta da polícia

Arquivo do FBI1962Local: Lodi e Westwood, condado de Bergen, Nova Jersey, EUA

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Condado de Bergen, 1962–1963: um vigia diz ter visto discos sobre Lodi, e dois policiais de Westwood relatam um objeto

Um vigia de agência de detetives contou ao FBI ter visto "discos voadores" sobre Lodi em setembro de 1962 e de novo em fevereiro de 1963. No mesmo mês de setembro de 1962, uma associação de amadores pediu à polícia de Westwood dados sobre um avistamento de dois policiais, e o FBI guardou a carta.

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Recorte de jornal em duas colunas com o título UFO Sightings e o subtítulo Objects Seen in Wanaque, Newark.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1966Local: Reservatório de Wanaque, condado de Passaic, Nova Jersey, EUA

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Wanaque, outubro de 1966: policiais da represa veem um objeto "do tamanho de um carro" pairar sobre a água

Um recorte do Newark Evening News, colado pelo FBI numa ficha própria, relata que um sargento e dois patrulheiros da polícia do reservatório de Wanaque e mais de uma dúzia de moradores viram um objeto grande e brilhante pairar a cerca de 150 pés sobre a água e partir para o norte. Na mesma noite, um morador de Newark relatou algo parecido com uma pipa com uma fileira de luzes.

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Memorando do FBI de novembro de 1957 que registra o telefonema de um morador de Kearny sobre um objeto com luzes vermelhas e azuis.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1957Local: Kearny, Union, Perth Amboy, Levittown (hoje Willingboro), Fanwood, Bloomfield, Paterson e West Orange, Nova Jersey, EUA

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Nova Jersey, 1957–1966: oito telefonemas ao FBI sobre luzes, charutos prateados e um "foguete em chamas"

Oito memorandos curtos do escritório do FBI em Newark registram relatos telefônicos de moradores de Nova Jersey entre 1957 e 1966: luzes vermelhas e azuis sobre Nova York, um objeto prateado em forma de bala, um "foguete em chamas", luzes que se dividiam e três pontos brancos que sumiram quando dois aviões se aproximaram. Em todos, o FBI apenas anotou e passou a informação à Força Aérea.

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Página datilografada com carimbo RESTRICTED no alto e no pé, assinatura no fim e anotação manuscrita de recebimento.Documento

Arquivo do FBI1947Local: Base Aérea do Exército de Fairfield-Suisun, Fairfield, Califórnia, EUA

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Fairfield-Suisun, Califórnia, 1947: capitão da base e a esposa veem objeto que rolava de lado a lado e refletia o sol

Um capitão da Força Aérea do Exército declarou por escrito que, num domingo, 6 de julho de 1947, ele e a esposa viram por cerca de um minuto um objeto sem forma definida cruzar o céu de noroeste a sudeste. O objeto girou três vezes de um lado para o outro e, numa delas, refletiu o sol num clarão.

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Folha pautada com carta manuscrita em cursiva, datada de 21 de julho de 1947.Documento

Arquivo do FBI1947Local: Cerca de 22 milhas a leste de Cumberland, à margem norte do rio Potomac, Maryland, EUA

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Vale do Potomac, Maryland, 1947: ex-tenente das Forças Aéreas vê objeto claro com centro escuro que roncava como um jato

Um morador de Frostburg escreveu à inteligência do Exército que, na manhã de domingo, 20 de julho de 1947, viu acima das nuvens um objeto redondo, quase branco, com uma área escura no centro. O objeto veio com um ronco que cresceu até virar rugido, sem rastro de fumaça, e ele o comparou a um DC-4 que cruzou o mesmo caminho dois minutos depois.

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Formulário de mensagem militar datilografado com carimbo de recebimento manuscrito e o número 16 circulado.Documento

Arquivo do FBI1947Local: Elmendorf Field, Anchorage, Alasca, EUA

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Elmendorf Field, Alasca, 1947: oficiais veem dois objetos parecidos com balões, um deles acompanhando um C-47 no pouso

Duas mensagens do 59º Grupo do Serviço de Controle e Alerta Aéreo, enviadas de Elmendorf à inteligência do Exército, relatam objetos que pareciam balões: um cinzento de uns 3 metros, que seguia o relevo paralelo ao curso de um C-47 em pouso, e outro cor de alumínio, de uns 90 centímetros, muito rápido. Nenhuma das mensagens diz que se tratava de balão.

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Memorando datilografado do FBI com cabeçalho Office Memorandum, campos Purpose, Background e Action e carimbos de registro.Documento

Arquivo do FBI1952Local: Washington, D.C., EUA (sede do FBI)

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FBI, agosto de 1952: dois memorandos mandam encaminhar denúncias de discos à OSI da Força Aérea, de dia ou de noite

Em 18 e 22 de agosto de 1952, um funcionário da sede do FBI escreveu a A. H. Belmont sobre como tratar relatos de discos voadores: primeiro, avisar os supervisores noturnos de que a Força Aérea queria receber tudo por telefone, na hora; depois, pedir que os escritórios de campo voltassem a seguir as instruções que já existiam desde 1947 e 1949.

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Memorando datilografado do FBI com assunto sobre estudo proposto do fenômeno dos discos voadores e carimbos no pé.Documento

Arquivo do FBI1952Local: Washington, D.C., EUA

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Washington, dezembro de 1952: o FBI anota que a CIA propôs um grupo de cientistas para estudar os discos e que uma explosão na África virou pista

Dois memorandos do setor de ligação do FBI contam que, numa reunião do Comitê Consultivo de Inteligência em 4 de dezembro de 1952, um dirigente da CIA falou de uma teoria sobre os discos atribuída a um cientista atômico alemão e de um avistamento na África. Os militares propuseram que cientistas estudassem os dados.

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Memorando datilografado do XII Tactical Air Command, 16 de janeiro de 1945, assunto Night Phenomenon, com citação do 415th Night Fighter Squadron.Memorando oficial

Relatos militares de 1944–19451945Local: Frente ocidental na Europa; comandos aliados na França e Ministério da Aeronáutica em Londres

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Europa, 1945: pilotos de caça noturna dizem ser seguidos por luzes, e o comando aliado leva o caso a Londres

Em dezembro de 1944, o 415º Esquadrão de Caça Noturna dos EUA relatou luzes que piscavam, mudavam de cor e voavam em formação com seus aviões. O pedido de explicação subiu até o quartel-general aliado e o Ministério da Aeronáutica britânico, que em março de 1945 sugeriu jatos Me 262 em alguns casos e foguetes antiaéreos nos demais, admitindo que o assunto continuava um mistério.

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Página datilografada com carimbo SECRET riscado, Memorandum for Record de 1 de outubro de 1954, AFOIN-2C1, Mr Bollum.Memorando oficial

História da investigação1954Local: Washington, D.C., e Malton (Toronto), Ontário, Canadá

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Washington e Toronto, 1954: a inteligência da Força Aérea estuda o 'disco voador' canadense da Avro e teme que os soviéticos já tenham um

Em 1954, um analista da inteligência da Força Aérea dos EUA investigou o Projeto Y2, uma aeronave circular de decolagem vertical da canadense A. V. Roe, e concluiu que, se o Ocidente podia construir um 'disco voador', a União Soviética também podia. Um artigo otimista na revista interna de inteligência provocou reação: o conselho científico da Força Aérea desaconselhou apoio ao projeto, e o assunto foi tirado das mãos do analista.

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Formulário datilografado intitulado Incident Summary Sheet, incidente 190, com 23 campos preenchidos.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Base Aérea de Neubiberg, perto de Munique, Alemanha

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Neubiberg, 1948: seis militares acompanham por 45 minutos um objeto prateado que subia e diminuía

Em 11 de outubro de 1948, seis militares da 86ª Ala de Caça viram da Base Aérea de Neubiberg um objeto redondo, prateado e muito brilhante, que ficou à vista por 45 minutos e foi diminuindo até sumir atrás de nuvens. Um caça F-80 que passou entre o objeto e os observadores pareceu pequeno em comparação.

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Formulário datilografado intitulado Incident Summary Sheet, incidente 194, com a nota now identified ao lado do número.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Perto de Andrews Field, Maryland, EUA

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Andrews, 1948: caças sobem a 37 mil pés atrás de um “intestino inflado” que eram balões do MIT

Em 3 de novembro de 1948, um piloto da Guarda Costeira relatou um objeto perto de Andrews Field, e dois caças Mustang subiram até 37 mil pés sem alcançá-lo; de lá, ele parecia um intestino inflado. O caso foi encerrado quando se estabeleceu que era um conjunto de oito balões usados pelo MIT em pesquisa de raios cósmicos.

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Formulário datilografado intitulado Incident Summary Sheet, incidente 212, com 23 campos preenchidos.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Limites de Dayton, Ohio, EUA (avenida Siebenthaler e Needmore Road)

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Dayton, 1948: dois relatos da mesma tarde, um pulso de luz “de foguete” e uma faixa de chama que subia

No crepúsculo de 3 de dezembro de 1948, dois homens ligados ao comando de Wright-Patterson, em carros diferentes nos arredores de Dayton, relataram com dois minutos de intervalo uma luz semelhante à de foguete. O Projeto Sign preparou uma carta perguntando se a Seção de Testes de Voo tinha voado estatorreatores naquela noite, mas ela foi carimbada como devolvida e não enviada.

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Ficha datilografada do incidente 34 com as 26 perguntas do formulário e as respostas sobre a bola de fogo vista em Dauphin, Manitoba.Ficha de incidente

Relatos de 19471947Local: Arredores de Dauphin, Grosse Isle, Warren, lago Passois e Rivers (Manitoba) e distritos de Wadena e Kamsack (Saskatchewan), Canadá

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Manitoba e Saskatchewan, 1947: bola de fogo vista de vários pontos antes do amanhecer

Na madrugada de 13 de outubro de 1947, pessoas em estradas, lagos e caçadas de Manitoba e Saskatchewan viram uma bola luminosa cruzar o céu e explodir ou se desfazer. O arquivo reúne sete fichas do mesmo fenômeno, e um grupo técnico ouvido pela Força Aérea concluiu que era um meteoro.

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Página datilografada, em cópia de fundo escuro, com três pequenos triângulos desenhados à máquina e as legendas Sketch A, Sketch B e Sketch C.Esboço datilografado em documento oficial

Relatos de 19481948Local: Clinton County Army Air Field, Wilmington, Ohio, EUA

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Wilmington, Ohio, 1948: torre de base aérea acompanha por 35 minutos uma luz que sobe, desce e muda de cor

Na noite do dia em que o piloto Thomas Mantell morreu perseguindo um objeto em Kentucky, operadores da torre de Clinton County, em Ohio, viram a sudoeste uma luz brilhante que parecia subir, descer e mudar de vermelho para verde até sumir no horizonte perto das 20h. O arquivo guarda cinco fichas de testemunhas e liga o episódio aos relatos de Godman Field e Lockbourne do mesmo dia.

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Formulário datilografado do Projeto Sign, incidente 189, com 25 campos preenchidos sobre o objeto visto do C-47.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Perto da Base Aérea de Turner, Albany, Geórgia, Estados Unidos

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Albany, Geórgia, 1948: copiloto de C-47 vê por 3 segundos um objeto metálico sem asas nem leme

Em 22 de setembro de 1948, o tenente Martin G. Rubisch, copiloto de um C-47 que se aproximava da Base Aérea de Turner, viu por cerca de 3 segundos um objeto metálico e brilhante, do tamanho de um aeromodelo, sem asas nem leme. Ninguém mais a bordo viu o objeto, e a ficha registra opiniões divergentes sobre o observador.

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Formulário datilografado e muito apagado do Projeto Sign, incidente 195, sobre um alvo de radar em Goose Bay.Formulário oficial

Radar e sensores1948Local: Goose Bay, Labrador (então Terra Nova), unidade de radar GCA

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Goose Bay, 1948: dois dias depois do primeiro caso, radar volta a mostrar alvo lento ao sul da pista

Em 31 de outubro de 1948, o operador do radar de aproximação de Goose Bay viu um alvo a cerca de 3 milhas ao sul da pista, que seguiu para sudoeste a uns 25 milhas por hora e sumiu no eco do terreno. O comandante da base e o comandante do grupo, presentes na sala, confirmaram o alvo na tela.

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Formulário datilografado do Projeto Sign, incidente 198, sobre um eco de radar no norte do Japão.Formulário oficial

Radar e sensores1948Local: Estação de radar de Wakkanai, norte de Hokkaido, Japão

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Wakkanai, Japão, 1948: eco circula a estação de radar por 1 hora e 5 minutos e é avaliado como avião espião soviético

Em 6 de novembro de 1948, o operador do radar de Wakkanai, no extremo norte do Japão, acompanhou por 1 hora e 5 minutos um eco que circulava a estação e às vezes parecia dois caças em combate. Ninguém viu nada a olho nu, e a ficha avaliou o alvo como um avião soviético de reconhecimento eletrônico.

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Formulário datilografado do Projeto Sign, incidente 202, com os dados do objeto visto em Newark.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Base Aérea de Newark, Newark, Nova Jersey, Estados Unidos

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Newark, 1948: despachante da base vê um disco pálido do tamanho da Lua cruzar o céu em um segundo

Na noite de 8 de novembro de 1948, o despachante civil Edmund J. Cisek, ex-capitão da reserva da Força Aérea, viu da porta de um hangar da Base Aérea de Newark um disco pálido e luminoso, do tamanho aparente da Lua, cruzar o céu em arco em um segundo ou menos. Não houve som, e nenhum voo ou lançamento de equipamento foi registrado na área.

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Formulário pontilhado do Projeto Sign, incidente 205, com a data marcada como não especificada.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Carthage, Missouri, Estados Unidos

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Carthage, Missouri: deitado no quintal, morador vê objeto cor de alumínio girar devagar e cruzar o céu

Wesley H. Long, de Carthage, no Missouri, contou que, deitado de costas no quintal por volta das 17h, viu um objeto cor de alumínio, com 30 a 40 pés de diâmetro, cruzar o céu para nordeste girando devagar, sem fumaça nem ruído. A ficha do Projeto Sign não registra a data da observação.

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Formulário pontilhado do Projeto Sign, incidente 209, com um trecho riscado no canto superior direito.Formulário oficial

Relatos de 19481948Local: Postos de observação do Exército perto do paralelo 38, oeste da Coreia do Sul (37° 57' N, 125° 31' L)

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Coreia do Sul, 1948: postos do Exército veem um bimotor desconhecido circular e seguir para o norte

Em novembro de 1948, postos de observação do Exército americano no oeste da Coreia do Sul viram uma aeronave com forma e tamanho de bombardeiro bimotor passar de leste para oeste a uns 5.000 pés, circular um dos postos e seguir para o norte. A ficha a considera "definitivamente" soviética.

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Ficha datilografada do incidente 219 com as respostas sobre a bola vermelha vista em Newburgh; a linha de nome e endereço da testemunha está coberta por tarja preta.Ficha de incidente

Relatos de 19481948Local: Newburgh, Nova York, Estados Unidos (esquina da Concord St com a 1st Street)

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Newburgh, Nova York, 1948: estudante de 14 anos vê "grande bola vermelha" com cauda cruzar o céu

Às 20h de 29 de novembro de 1948, uma estudante de 14 anos e duas amigas viram em Newburgh, Nova York, uma bola de fogo vermelha com cauda longa cruzar o norte do céu de leste para oeste em 2 segundos. Ela disse nunca ter visto nada igual entre as muitas estrelas cadentes que já vira e ficou convencida de ter visto um cometa de cauda azul.

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Memorando do FBI de 28 de agosto de 1957 com o relato por telefone do capitão da reserva sobre o objeto com luz em forma de cruz.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1957Local: Céu a oeste de Clifton, Nova Jersey, EUA

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Clifton, 1957: capitão da reserva da Força Aérea vê pelo binóculo um objeto com luz em forma de cruz

Um capitão da reserva da Força Aérea telefonou ao FBI de Newark para contar que tinha visto, a oeste de Clifton, um objeto com forma de bomba de demolição submarina, do qual saía uma luz em forma de cruz. Pelo binóculo, disse ver furos em forma de losango por onde a luz passava.

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Formulário datilografado do Projeto Sign, incidente 196, com 23 campos sobre um eco de radar em Fort McAndrew, Terra Nova.Formulário oficial

Radar e sensores1948Local: Fort McAndrew, Terra Nova (hoje Canadá), unidade de radar GCA

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Fort McAndrew, 1948: operadores de radar cronometram por quatro minutos um eco pequeno demais para avião

Na noite de 1º de novembro de 1948, dois operadores do radar de aproximação de Fort McAndrew, na Terra Nova, seguiram um eco por 4 minutos e 7 segundos, cronometrados, a cerca de 60 milhas por hora. Segundo eles, o alvo era pequeno demais para ser um avião e grande demais para ser uma ave.

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Carta datilografada em papel timbrado do Departamento da Força Aérea, dirigida a J. Edgar Hoover, com assinatura de C. P. Cabell, anotações manuscritas e carimbos.Carta oficial

Arquivo do FBI1950Local: Washington, D.C., EUA (Diretoria de Inteligência da Força Aérea e FBI)

Washington, 1950: a Força Aérea manda relatar em sigilo as "aeronaves não convencionais" e envia a diretriz ao FBI

Em setembro de 1950, o diretor de inteligência da Força Aérea, general C. P. Cabell, mandou todos os comandos e adidos aéreos relatarem, sem publicidade, qualquer objeto no ar que não correspondesse a um tipo de aeronave conhecido, e enviou a diretriz a J. Edgar Hoover. Em 1952, a Força Aérea avisou o Exército e a Marinha de que essas instruções tinham sido substituídas pela Carta 200-5.

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Recorte de jornal com a manchete “100 Watch UFO” e o subtítulo “Disc-Like Object Hovers, Rises For Two Hours East of Kettle Point”, em duas colunas, com outra nota colada embaixo à direita.Recorte de jornal

Arquivo do FBI1966Local: Leste de Kettle Point, perto de Sarnia, Ontário, Canadá

Kettle Point, 1966: cem moradores veem um disco de luzes coloridas pairar sobre o lago Huron

Segundo o London Free Press, cerca de cem pessoas acompanharam por mais de duas horas um objeto de luzes vermelhas, azuis, verdes e brancas a leste de Kettle Point, na margem do lago Huron. A matéria chegou ao FBI colada numa revista de um clube de discos voadores, e nenhum radar registrou o objeto.

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Tira amarelada de teletipo em letras maiúsculas roxas, presa com grampos, começando com a palavra OBJECT entre parênteses.Recorte de despacho de agência

Arquivo do FBI1954Local: Cerca de 10 milhas ao norte de Boston, Massachusetts, EUA, visto de um avião da Trans World Airlines no voo Paris-Nova York

Boston, 1954: tripulantes de um voo da TWA veem um objeto branco em forma de disco e contestam a explicação do balão

O comandante Charles J. Kratovil e dois tripulantes de um voo da TWA disseram ter visto um objeto grande, branco e parecido com um disco perto de Boston. A companhia informou depois que um balão meteorológico passava sobre a cidade, mas o piloto não aceitou a explicação; o FBI apenas arquivou o despacho.

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Tira amarelada de teletipo em letras maiúsculas, presa com grampos, começando com OBJECT entre parênteses e MOBILE, ALA.Recorte de despacho de agência

Arquivo do FBI1954Local: Mobile e costa do Golfo entre Alabama e Mississippi, EUA; radar da torre de controle da base aérea de Brookley

Mobile, 1954: a base de Brookley diz ter acompanhado no radar um objeto brilhante e prateado sobre a costa do Golfo

Segundo um despacho de 1º de julho de 1954, a base aérea de Brookley informou que um objeto "brilhante e prateado" foi acompanhado pelo radar da torre sobre Mobile e a costa do Golfo. O oficial de informação pública o comparou a um jato de desenho novo, e o FBI arquivou a notícia sem investigar.

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Folha datilografada com o título Check-list Unidentified Flying Objects, a anotação Incident 133 à esquerda, 26 campos numerados e o carimbo Restricted no alto e no pé.Formulário oficial (lista de verificação)

Relatos de 19481948Local: Noruega, Dinamarca e Suécia (local exato não informado)

Escandinávia, 1948: uma ficha junta relatos de luzes com cauda verde que viriam "da direção de Peenemünde"

O incidente 133 do Projeto Sign reúne numa só folha relatos da Noruega, da Dinamarca e da Suécia de 20 a 26 de fevereiro de 1948: objetos com cauda verde, de uma a duas milhas por segundo, do nível das árvores a 20.000 pés, quase sempre por volta das 21h30. Não há observador, lugar nem número de objetos; a origem "da direção de Peenemünde" e o peso dado ao horário são anotações de quem compilou a ficha.

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Folha datilografada em fundo escuro, com o cabeçalho Headquarters Fourth Air Force, um parágrafo entre aspas sobre objetos em Guam e uma assinatura manuscrita.Carta oficial

Arquivo do FBI1947Local: Harmon Field, Guam

Guam, 1947: três soldados de Harmon Field relatam objetos pequenos em forma de crescente voando em zigue-zague

Às 10h40 de 14 de agosto de 1947, três soldados americanos de um esquadrão de comunicações em Harmon Field, Guam, disseram ter visto dois objetos pequenos, em forma de crescente, passarem em zigue-zague para oeste a cerca de 1.200 pés, com o dobro da velocidade de um caça. O relato chegou ao FBI como trecho de um resumo de inteligência, sem nomes nem investigação.

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Folha amarelada com teletipo datilografado do FBI, endereçado ao SAC de Los Angeles, com carimbos e rubricasTelegrama do FBI

Arquivo do FBI1950Local: Escritório do FBI em Los Angeles, Califórnia, EUA (destinatário dos teletipos)

Los Angeles, 1950: Hoover manda investigar Frank Scully, autor de livro sobre discos voadores

Três teletipos urgentes de J. Edgar Hoover, de 13, 17 e 18 de outubro de 1950, mandam o escritório de Los Angeles identificar Frank Scully, autor de “Behind the Flying Saucers”, e checar se era o mesmo homem apontado como comunista. O arquivo não traz a resposta.

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Página datilografada com a minuta de carta da Força Aérea ao Departamento de Estado sobre o relato da MartinicaDocumento oficial

História da investigação1952Local: Martinica, Índias Ocidentais Francesas

Martinica, 1952: a Força Aérea agradece ao Departamento de Estado o relato de Jacques Petitjean Roget e pede outros

Em novembro de 1952 o Departamento de Estado enviou à Defesa a carta de Jacques Petitjean Roget, da Martinica, que descrevia um objeto voador não identificado, e perguntou se a Força Aérea queria mais relatos assim. Em 2 de dezembro a Diretoria de Inteligência respondeu que sim, pelo Consulado.

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Carta datilografada em papel timbrado da revista TRUE dirigida ao general SamfordDocumento oficial

História da investigação1952Local: Washington, D.C., e Nova York, EUA

Washington e Nova York, 1952: o editor da revista TRUE manda ao general Samford a edição de dezembro, com artigo de Keyhoe sobre discos voadores

Em 14 de novembro de 1952 o editor da TRUE, Ken W. Purdy, escreveu ao general John A. Samford oferecendo a edição de dezembro, que trazia um artigo de Donald Keyhoe sobre discos voadores. A Diretoria de Inteligência preparou um agradecimento de cortesia.

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Memorando datilografado do coronel Adams ao ATIC com a lista de oito cartas anexasDocumento oficial

História da investigação1952Local: Washington, D.C., EUA (Diretoria de Inteligência); remetentes em vários estados

Estados Unidos, 1952: a Diretoria de Inteligência da Força Aérea responde a cartas de cidadãos sobre discos voadores e as encaminha ao ATIC

Em novembro de 1952 a Divisão Tópica da Diretoria de Inteligência respondeu com cartas-padrão, questionários e agradecimentos a cidadãos que escreviam sobre discos voadores e remeteu as cartas, questionários e recortes ao Centro de Inteligência Técnica Aérea, em Wright-Patterson.

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Memorando datilografado da Força Aérea ao ATIC sobre uma fotografia avaliada como luminária em dupla exposiçãoDocumento oficial

História da investigação1952Local: Estados Unidos (a foto); Tucson, Arizona (o relato de 02/09/1952)

Estados Unidos, 1952: a Força Aérea avalia como luminária em dupla exposição uma foto do OSI e deixa de reenviar o relato de Tucson

Em 22 de outubro de 1952 a Diretoria de Inteligência informou ao ATIC que um relatório fotográfico do OSI, de 3 de outubro, tinha descrição incompatível com a foto, que a divisão fotográfica avaliou como luminária em dupla exposição. Em 10 de novembro, outro memorando explicou por que um relato de Tucson, de 2 de setembro, não foi reenviado.

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Página datilografada com o primeiro endosso do AMC sobre o Projeto SIGN, com anotações manuscritasDocumento oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Não informado; investigação encaminhada a Nova Orleans, Louisiana

Estados Unidos, 1948: a carta de Elma McDaniel sobre um avistamento passa do Estado-Maior da Força Aérea ao Comando de Material Aéreo e ao CIC de Nova Orleans

Uma carta de Elma McDaniel, de 9 de setembro de 1948, foi enviada em 6 de outubro ao Comando de Material Aéreo, que em 19 de outubro pediu ao escritório do CIC em Nova Orleans que investigasse o avistamento nela relatado. O texto da carta não está nas páginas.

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Ficha de arquivo datilografada com o resumo Relato de um avião misteriosoDocumento oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Não informado; Base Aérea de March, Califórnia (remetente de uma das cartas)

Estados Unidos, 1948: fichas registram uma carta sobre um “avião misterioso” e outra da Base Aérea de March sobre objetos voadores não identificados

Duas fichas de arquivo de 1948 registram a chegada à Diretoria de Inteligência de uma carta do Ajudante-Geral com um “relato de um avião misterioso” e de uma carta da Base Aérea de March sobre objetos voadores não identificados. As cartas não estão nas páginas.

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Ficha de arquivo datilografada com o resumo Relatório especial, Projeto SIGN, e carimbo vermelhoDocumento oficial

Relatórios militares de 1948–19491948Local: Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio, EUA (Comando de Material Aéreo)

Wright-Patterson, 1948: a Diretoria de Inteligência registra o “relatório especial” do Projeto SIGN enviado pelo Comando de Material Aéreo em 9 de junho

Uma ficha de 9 de junho de 1948 registra uma carta do Comando de Material Aéreo, em Ohio, com o resumo “Relatório especial, Projeto SIGN”, enviada à seção OIR em 10 de junho. O relatório não está nas páginas.

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Folha datilografada com dois parágrafos sobre meteoritos recuperados e a fotografia do rastro de vapor, com a palavra SECRET riscada na baseFicha militar (suplemento)

Registros militares históricos1948Local: Norcatur, Kansas

Norcatur, Kansas, 1948: explosão no céu, testemunhas, meteorito recuperado e cartas de um civil que imaginou uma nave rumo à Lua

Em 18 de fevereiro de 1948 uma explosão com grande nuvem de fumaça foi vista e ouvida no norte do Kansas e registrada como incidente 101. A ficha militar a classifica como meteoro, o diretor do Instituto de Meteorítica sustentou a mesma tese, e um civil de Pueblo escreveu ao Exército propondo, como especulação, uma nave-foguete.

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Carta manuscrita em papel amarelado com a teoria do disco voador, carimbos do FBI e fita adesiva envelhecida na borda direitaCarta manuscrita

Arquivo do FBI1950Local: Glendale, Califórnia (origem da carta)

Glendale, Califórnia, 1950: carta manuscrita de E. L. Welton propõe que discos voadores funcionem com um gerador movido por disco giratório

Em 7 de outubro de 1950, E. L. Welton, de Glendale, mandou ao FBI uma carta curta com sua teoria de que os discos voadores obtêm energia de um gerador acionado por um disco giratório. Não há avistamento: é uma hipótese do remetente, arquivada com a nota “sobre discos voadores”.

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Folha datilografada em letras maiúsculas com o aviso da Inter Continental Aerial Research Foundation e o código do formulário na baseAviso impresso (fotocópia)

Arquivo do FBI1958Local: Hannibal e Independence, Missouri

Missouri, 1957 e 1958: editor de Hannibal leva ao FBI o pedido da ICARF, de Robert T. Stone, para publicar aviso que convoca observadores de discos voadores

Em 20 de dezembro de 1957, um editor de Hannibal mostrou ao FBI uma carta de Robert T. Stone, que pedia publicação de um aviso para recrutar observadores de UFOs para a Inter Continental Aerial Research Foundation. O FBI nada achou sobre Stone nem sobre a entidade e não abriu investigação.

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Carta datilografada ao diretor do FBI com sublinhados a lápis azul, assinatura manuscrita e carimbos de registroCarta datilografada

Arquivo do FBI1954Local: Zanesville, Ohio (origem da carta); Barstow, Califórnia (local da história da revista)

Zanesville, Ohio, 1954: leitor pergunta ao FBI sobre artigo da revista Mystic que conta a história de dois venusianos em Barstow, Califórnia

Em agosto de 1954, um leitor de Zanesville escreveu ao FBI sobre um artigo da revista Mystic em que dois homens de Vênus teriam pousado perto de Barstow. Hoover respondeu que o artigo era incorreto quanto ao FBI e não havia informação a dar.

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Folha datilografada com campos em branco para dados de avistamentos, bilhete colado na parte inferior, carimbo roxo e uma tarja preta sobre o endereçoFormulário e bilhete

Arquivo do FBI1954Local: Londres, Inglaterra (remetente); Tucson, Arizona (destinatário)

Londres e Tucson, 1954: Harold Mattan envia formulário de avistamentos ao prefeito de Tucson, e o FBI avisa a Força Aérea e o adido em Londres

Em outubro de 1954, Harold Mattan, que se dizia investigador de fenômenos aéreos, mandou de Londres ao prefeito de Tucson um formulário para registrar avistamentos de discos voadores. O FBI de Phoenix repassou o caso à Força Aérea e ao adido jurídico em Londres.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, a data de 23 de março de 2010 e o título do relatório sobre supercondutores e gravidade.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP revê a busca por efeitos de gravidade em supercondutores e diz que nenhuma réplica confirmou o disco de Podkletnov

O DIRD de 23 de março de 2010 faz um panorama histórico das tentativas de laboratório de ligar supercondutores à gravidade, de 1966 a 2008, com destaque para o disco giratório de Podkletnov e para as teorias de Li, Torr e Tajmar. O autor conclui que ninguém publicou uma replicação do experimento de Podkletnov e que os efeitos medidos ficam perto do ruído.

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Tabela com cinco colunas e doze linhas de atributos, de idade a interesse pela mídia, avaliados como baixo, médio, alto ou variado.Tabela de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP compara inventores independentes e corporativos para dizer onde surgirão as próximas inovações em energia e propulsão

O DIRD de 30 de março de 2010 classifica cinco tipos de inventor, do autodidata sem recursos ao pequeno grupo comercial, e os compara com o inventor de grandes organizações. Conclui que os independentes com formação (Tipos 3 e 4) são a melhor aposta para inovações em energia e propulsão e que os Tipos 1 e 2 devem ser apenas observados.

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Capa com selo da Agência de Inteligência de Defesa, texto Defense Intelligence Reference Document e o título Materials for Advanced Aerospace PlatformsCapa de relatório

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP examina ligas e compósitos para lançadores, módulos reutilizáveis e propulsão, sem tratar de objetos anômalos

O DIRD de 27 páginas revisa ligas de alumínio, titânio e níquel, compósitos e cerâmicas para veículos lançadores, módulos tripulados reutilizáveis e motores de foguete. É uma revisão de tecnologia existente, com o ônibus espacial como referência, e não aborda objetos aéreos não identificados.

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Capa azul e branca de relatório da DIA com o selo da agência, a data de 14 de dezembro de 2009 e o título sobre vidros metálicos.Capa de documento

AAWSAP e tecnologias avançadas2009Local: Relatório da Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2009: estudo do AAWSA sobre vidros metálicos conclui que só compósitos com dendritos servem a estruturas aeroespaciais

O Documento de Referência de Inteligência de Defesa de 14 de dezembro de 2009 avalia vidros metálicos para uso aeroespacial. Conclui que eles são muito resistentes, mas frágeis e de fadiga ruim, e que só compósitos com dendritos dúcteis e novas ligas leves poderiam torná-los úteis, em horizonte de 20 a 50 anos.

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Capa azul e branca do documento da DIA, com o selo da agência, a data de 15 de dezembro de 2010 e o título sobre limites cognitivos no controle de várias espaçonaves não tripuladasCapa de documento

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado pela Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP calcula quantas naves não tripuladas um único piloto consegue controlar

O DIRD de 15 de dezembro de 2010 revisa pesquisas sobre controle de tráfego aéreo e de drones para estimar quantas espaçonaves não tripuladas um único piloto remoto conseguiria acompanhar numa missão futura ao espaço profundo. Chega a 16, 7 e 4 naves, conforme a complexidade da tarefa, e não menciona UAPs.

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Capa com selo da DIA, a data de 31 de março de 2010, o código DIA-08-1003-019 e o título do relatório sobre armas laser de alta energia.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia que armas laser de alta energia ainda não existem, mas poderiam chegar a espaçonaves em 20 anos

O DIRD de 31 de março de 2010 faz um panorama das armas laser de alta energia, dos lasers químicos aos de elétrons livres, e conclui que nenhuma havia sido implantada. Projeta armas elétricas de quilowatts a megawatts nas próximas décadas, possíveis em espaçonaves em até 20 anos, e lista vulnerabilidades e proteções de naves.

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Desenho em perspectiva de um veículo hipersônico alongado, com esquemas coloridos de fluxos de energia e um diagrama de blocos do motor magneto-plasma-químicoFigura técnica

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia motores e energia por plasma e MHD e vê uso próximo só na reentrada e no espaço

O DIRD de 21 de novembro de 2010 revisa propulsão e geração de energia por plasma e magnetohidrodinâmica para veículos aeroespaciais. Conclui que o MHD em ar frio, abaixo de Mach 12, é impraticável, e vê aplicações próximas na reentrada, em planadores hipersônicos e na propulsão elétrica de espaçonaves.

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Diagrama óptico com laser, cristal, lente, divisor de polarização, fendas, chave de fibra, detectores e uma câmera com dois padrões de exemplo.Diagrama de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório da Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP discute se o entrelaçamento quântico poderia permitir comunicação mais rápida que a luz no espaço

O DIRD de 30 de março de 2010 revisa o entrelaçamento e a não localidade quânticos e propõe um experimento sem coincidências para testar se eles permitiriam sinais entre observadores. O próprio texto diz que não há resposta convincente e que a questão é experimental; o exemplo de aplicação é o controle em tempo real de um rover em Marte.

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Capa de relatório da DIA com o título Biomaterials e a data de 7 de janeiro de 2010Capa de relatório

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP faz uma revisão técnica dos biomateriais usados em implantes, sensores e diálise

Este DIRD de 32 páginas, escrito por autor cujo nome foi substituído por “AAP Person 65”, revisa silicones, Teflon, polímeros biodegradáveis, titânio, cerâmicas, tecidos cultivados e seus usos em implantes, lentes de contato, medicamentos e diálise. O texto trata de tecnologia médica já existente e não explica por que o programa o encomendou.

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Desenho de uma fibra cilíndrica cortada, com anéis concêntricos rotulados Power & Control Signals, Memory, N-Layer e P-Layer e peças amarelas na superfície rotuladas ConductorsFigura técnica

AAWSAP e tecnologias avançadas2009Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2009: estudo do AAWSA imagina materiais que mudam de propriedade por comando, de janelas inteligentes a cascos de espaçonave

O DIRD de 14 de dezembro de 2009 apresenta a matéria programável, isto é, materiais cujas propriedades ópticas, elétricas e térmicas mudam sob comando, como uma tecnologia para espaçonaves nos próximos 50 anos. Dá como mais próximas as janelas inteligentes e reconhece que parte do cenário é especulativa.

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Esquema com dois nanofios verticais em U marcados em vermelho e azul, elementos de leitura e escrita à direita e um arranjo de muitos fios sobre uma baseFigura técnica

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSA sobre spintrônica metálica vê saída para o limite térmico dos chips e usos aeroespaciais

O DIRD de 23 de março de 2010 revisa a spintrônica em metais, com a magnetorresistência gigante e o torque de transferência de spin, e avalia memórias, osciladores e eletrônica resistente à radiação. Conclui que o campo ainda precisa de muito trabalho fundamental antes de aplicações comerciais.

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Capa de documento oficial com o selo da DIA, a indicação Defense Futures e o título sobre ultracapacitores, com tarja de marcação de distribuição no alto e no pé.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia ultracapacitores para alimentar propulsão elétrica e armas de energia dirigida e sugere detectar suas descargas

O DIRD de 1º de novembro de 2010 revisa a tecnologia dos ultracapacitores, de seus materiais a aplicações civis e militares, e projeta sua evolução até 2030 e além. Sugere que a descarga de ultracapacitores teria uma assinatura de radiofrequência de banda larga, detectável por receptores modestos, e recomenda que o governo dos EUA acompanhe e adote a tecnologia.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, a data de 10 de dezembro de 2010 e o título do relatório sobre computação quântica e moléculas orgânicas.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia computadores quânticos e de DNA para missões espaciais em horizontes de 10 a 40 anos

O DIRD de 10 de dezembro de 2010 revisa a computação quântica e a computação molecular com DNA como alternativas aos chips de silício em futuras viagens espaciais. O autor prevê computadores quânticos de íons em até 10 anos, computação óptica em cerca de 20 e dispositivos de DNA e híbridos de pontos quânticos na escala de 40 anos.

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Capa com selo da DIA, a data de 8 de março de 2010, o código DIA-08-1001-006 e o título do relatório sobre o acesso ao espaço.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP defende planadores hipersônicos e foguetes que respiram ar como caminho para um acesso regular ao espaço

O DIRD de 8 de março de 2010 reúne a visão de um único autor sobre o histórico do acesso ao espaço. Defende que planadores hipersônicos de corpo sustentador e foguetes que respiram ar, estudados nos anos 1960 a 1980, poderiam dar acesso regular à órbita baixa com capacidade industrial já demonstrada. O documento não trata de UFOs nem de UAPs.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, o título Defense Intelligence Reference Document e o título do relatório sobre fusão por confinamento eletrostático inercial.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório da Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: relatório do AAWSA descreve a fusão por confinamento eletrostático inercial e propõe um reator pequeno

O DIRD de março de 2010 revisa o confinamento eletrostático inercial (IEC) como via para a fusão nuclear, com ênfase no trabalho da Universidade de Illinois, e discute aplicações de curto prazo e de longo prazo, como propulsão espacial. O próprio autor admite que os dispositivos atuais estão muito abaixo do equilíbrio energético.

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Capa com selo da DIA, o subtítulo Defense Futures, a data, o número do documento e o título do relatório sobre nanossatélites a laser.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP propõe lançar nanossatélites sobre um feixe de laser, sem combustível na subida

O relatório descreve o Lightcraft, veículo que sobe sobre um feixe de laser e usa o ar como massa de reação, como meio barato de pôr nanossatélites de até 3 kg em órbita baixa. Reúne testes de voo de poucas dezenas de metros, estimativas de custo e uma comparação de lasers de classe megawatt, e conclui que o lançamento orbital nunca foi demonstrado.

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Carta datilografada de M. A. Wolcott, editor do The Daily Iberian, ao FBI, com carimbos de recebimento e anotações manuscritasCarta ao FBI

Arquivo do FBI1958Local: New Iberia, Louisiana (origem da carta); Seattle, Washington (sede do grupo)

New Iberia, 1958: editor de jornal pergunta ao FBI se o Aerial Phenomena Research Group, de Seattle, é legítimo

Em 3 de dezembro de 1958, o editor M. A. Wolcott, do jornal The Daily Iberian, enviou ao FBI comunicados do Aerial Phenomena Research Group e perguntou se o grupo era legítimo ou uma farsa. Hoover não respondeu sobre a credibilidade do grupo e repassou o material ao OSI da Força Aérea.

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Carta datilografada ao FBI sobre o Caso Bender, com carimbos de recebimento e anotações, endereço do remetente coberto por tarja pretaCarta ao FBI

Arquivo do FBI1958Local: Scottsdale, Arizona (origem da carta); Phoenix, Denver, Chicago e Washington (andamento no FBI)

Scottsdale e Chicago, 1958-1959: carta ao FBI sobre o "Caso Bender" e os "três homens de terno preto" leva o Bureau a buscar o livro de Gray Barker

Em 7 de dezembro de 1958, C. H. Marek Jr. escreveu ao FBI sobre o suposto silenciamento de Albert K. Bender, do International Flying Saucer Bureau, por "três homens de terno preto", e sobre uma "ameaça subterrânea". O FBI não achou nada sobre o "Caso Bender", mandou entrevistá-lo e, por fim, pediu a Chicago um exemplar do livro de Gray Barker sobre o tema.

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Memorando datilografado do FBI de Seattle com carimbos de recebimento e dois trechos de endereço cobertos por tarja pretaMemorando do FBI

Arquivo do FBI1959Local: Anniston e Birmingham, Alabama; Seattle, Washington

Birmingham e Seattle, 1959: o FBI verifica se o endereço do Aerial Phenomena Research Group ligava-se a um motorista do cônsul soviético

Um oficial do Exército em Fort McClellan achou que o endereço do Aerial Phenomena Research Group, em Seattle, era o de um motorista do cônsul russo. O escritório de Seattle apurou que era a casa do diretor do grupo, um bombeiro, e que não havia consulado soviético na cidade.

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Memorando datilografado do FBI com assunto Objetos Voadores Não Identificados (Discos Voadores), carimbos e anotações manuscritasMemorando do FBI

Arquivo do FBI1959Local: Washington, D.C. (sede do FBI)

Washington, 1959: memorando interno do FBI relembra a política de não investigar discos voadores e encaminhar tudo à Força Aérea

Em 5 de outubro de 1959, um memorando interno do FBI relembrou que a política era não conduzir investigação sobre discos voadores e repassar os fatos à Força Aérea. Disse que nos 12 meses anteriores houvera só duas consultas, ambas encaminhadas ao OSI, e que o tema seria revisto por volta de 5 de outubro de 1960.

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Carta datilografada de Alfred Zigler ao FBI sobre o Dr. Stranges, com carimbos e anotações manuscritas, endereço coberto por tarja pretaCarta ao FBI

Arquivo do FBI1960Local: Seattle, Washington

Seattle, 1960: Alfred Zigler pergunta ao FBI se o "Dr. Stranges", autor de um livro sobre discos voadores, foi agente do Bureau

Em 10 de outubro de 1960, Alfred Zigler escreveu ao FBI para saber se o "Dr. Stranges", autor de um livro sobre discos voadores, era ex-integrante do Bureau, como daria a entender. Hoover mandou um agente procurar Zigler e disse a Seattle que os registros não indicavam que Stranges tivesse sido funcionário.

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Carta manuscrita em tinta azul de Joe Caldwell ao FBI, com carimbo vermelho de correspondência e anotações a lápisCarta manuscrita ao FBI

Arquivo do FBI1965Local: Talladega, Alabama, EUA

Talladega, 1965: leitor pergunta ao FBI se material sobre discos voadores recebido pelo correio pode ser comunista

Em fevereiro de 1965, Joe Caldwell, de Talladega, perguntou ao FBI se o material de leitura sobre discos voadores que recebia pelo correio poderia ser de inspiração comunista. Hoover respondeu que as informações dos arquivos são confidenciais e enviou a lista de organizações consideradas subversivas.

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Memorando datilografado do FBI de 24/10/1966 sobre o escritor independente John Moss e um ex-oficial da Força Aérea de pseudônimo NoelMemorando interno do FBI

Arquivo do FBI1966Local: Washington, D.C., EUA (contato por telefone com o FBI)

Washington, 1966: escritor pede ao FBI a identidade real de um ex-oficial da Força Aérea que usa o pseudônimo Noel

Em 21 de outubro de 1966, o escritor John Moss ligou ao FBI para saber a identidade real de um ex-oficial da Força Aérea conhecido por um pseudônimo, que um produtor de TV queria levar a um programa sobre UFOs. O FBI disse que não podia ajudar e que UFOs não são da sua jurisdição.

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Memorando do FBI de 30/01/1967 com carimbo SECRET riscado e início do texto de um telegrama de Harlingen, TexasMemorando interno do FBI

Arquivo do FBI1967Local: Harlingen, Texas, EUA, e Cidade do México

Harlingen, 1966: carta de W. R. Hanawalt, repassada pelo FBI da Cidade do México, cita UFOs vistos em 1945 e um suposto "raio" de controle

Em 30 de janeiro de 1967, o escritório do FBI na Cidade do México repassou ao Bureau o texto de um telegrama de W. R. Hanawalt, de Harlingen, Texas, à polícia federal mexicana. O autor afirma ter visto UFOs em 1945 e atribui a um "raio" o controle de pessoas e máquinas.

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Capa da revista UFO CONTACT IGAP Journal, volume 2, número 5, junho de 1967, com desenho geométrico em preto, branco e laranjaRecorte de revista

Arquivo do FBI1967Local: Revista impressa na Dinamarca; carta enviada de San Francisco, EUA

Junho de 1967: a revista UFO CONTACT, ligada a George Adamski, que chegou ao FBI como presente a Hoover

O arquivo do FBI guarda um exemplar da revista UFO CONTACT, do International Get Acquainted Program (IGAP), dedicada a George Adamski, enviada a Hoover em agosto de 1967. A revista publica textos de defesa de Adamski, notícias sobre UFOs e uma proposta à ONU, tudo como opinião de seus editores.

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Folha datilografada com o cabeçalho Office Memorandum, trechos sublinhados e o quadro de distribuição à direitaMemorando do FBI

Arquivo do FBI1950Local: Washington, D.C., EUA

Washington, 1950: general do OSI diz ao FBI que a Força Aérea não trabalha em nenhum disco voador

Em 19 de outubro de 1950, o agente A. H. Belmont registrou para o sr. Ladd, chefe na sede do FBI, uma conversa de 16 de outubro entre um agente e o major-general Joseph F. Carroll, do Escritório de Investigações Especiais (OSI) da Força Aérea. Carroll disse que, até onde sabia, a Força Aérea não trabalhava em nenhum tipo de disco voador.

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Teletipo em papel rosa com o texto em maiúsculas, carimbos de comunicações e o quadro de distribuição à direitaTeletipo do FBI

Arquivo do FBI1950Local: Richmond, Virgínia, EUA

Richmond, 1950: telegrama do FBI diz que a inteligência do Exército foi posta em alerta sobre discos, sem que a Força Aérea saiba o motivo

Em 8 de dezembro de 1950, o escritório do FBI em Richmond informou ao Diretor, em teletipo urgente, que a inteligência do Exército na cidade fora posta em alerta imediato para qualquer dado sobre discos voadores e que a inteligência da Força Aérea não sabia o motivo. Duas folhas de 1951 mostram documentos do mesmo arquivo sendo transferidos para outros números.

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Folha amarelada com carta manuscrita a tinta violeta endereçada a Hoover, com carimbos do FBI; o endereço foi cobertoCarta manuscrita

Arquivo do FBI1951Local: Arkadelphia, Arkansas, EUA

Arkadelphia, 1951: carta a Hoover cita o livro de Keyhoe e suspeita que o Exército use balões de raios cósmicos para encobrir algo

Em 14 de fevereiro de 1951, um leitor do livro de Donald Keyhoe escreveu a J. Edgar Hoover perguntando sobre os discos voadores e dizendo acreditar que o Exército escondia algo por trás dos balões de raios cósmicos. Hoover respondeu que o FBI não tinha material sobre o tema e mandou folhetos sobre o próprio Bureau.

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Carta datilografada em papel amarelo, com cabeçalho Date, To, From e Subject, quadro de distribuição na margem e carimbosCarta do FBI

Arquivo do FBI1952Local: Washington, D.C. (visita ao FBI); Haia, Países Baixos (origem do visitante)

Haia, 1952: visitante holandês diz ao FBI que um disco poderia ser sustentado por redução de pressão e íons negativos

Em 5 de maio de 1952, Fred J. Eekhout, gerente de uma gráfica de Haia, foi à sede do FBI e expôs uma teoria própria sobre como um disco voador poderia ser sustentado no ar. Dois dias depois, Hoover repassou o resumo à Força Aérea, sem comentário.

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Carta datilografada em papel cinza dirigida a Hoover, com carimbos de registro no rodapé e uma marca vermelha na margemCarta datilografada

Arquivo do FBI1952Local: Black Mountain, Carolina do Norte, EUA

Black Mountain, 1952: carta a Hoover supõe que os discos usem a energia do Sol, defende buscar contato e oferece-se para pesquisa

Em 7 de maio de 1952, um empresário de Black Mountain, W. B. Burgess, escreveu a Hoover com uma teoria própria sobre os discos voadores: seriam movidos pela energia do Sol, não representariam ameaça e valeria buscar contato. Hoover respondeu que mandara cópia ao Secretário de Defesa.

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Folha de papel claro com carta manuscrita a tinta, título Flying Saucers em azul e carimbos de registro; o endereço foi cobertoCarta manuscrita

Arquivo do FBI1952Local: Baltimore, Maryland, EUA

Baltimore, 1952: carta ao FBI propõe que os discos sejam luzes causadas por feixes de rádio e TV e sugere silenciar as transmissões para testar

Em 28 de julho de 1952, Dewey T. Wilson, de Baltimore, escreveu ao FBI que os discos voadores poderiam ser luzes causadas por feixes de rádio e televisão que iluminam vapor úmido, e propôs desligar as transmissões na próxima aparição para testar a ideia. Hoover mandou a carta à Força Aérea.

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Carta manuscrita em tinta em papel timbrado, com sublinhados e anotações em azul e vermelho do FBI e carimbo de registroCarta manuscrita

Arquivo do FBI1947Local: Bieber, Califórnia (origem da carta)

Bieber, 1947: leitora pergunta ao FBI sobre um artigo do Kingdom Voice que atribui os discos aos russos

Em setembro de 1947, a sra. Joseph H. Ryan escreveu ao FBI sobre um artigo de um pequeno jornal religioso de Los Angeles segundo o qual os discos seriam lançados pelos russos, com ajuda de outros países, a partir do Polo Norte. Ela dizia não acreditar e pedia informações; Hoover respondeu que o Bureau não divulga resultados a particulares.

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Memorando datilografado em papel amarelado com cabeçalho Office Memorandum, lista de nomes na margem e carimbos de registroMemorando

Arquivo do FBI1947Local: San Francisco e Hamilton Field, Califórnia

San Francisco, 1947: o chefe do FBI local encaminha cartas da 4ª Força Aérea sobre discos no Oregon e no Arizona

Em 8 de agosto de 1947, o responsável pelo FBI em San Francisco enviou à sede cópias de três cartas da 4ª Força Aérea, de Hamilton Field, com relatos de discos no Oregon e no Arizona e os resultados das apurações do Exército, feitas antes de o FBI assumir investigações próprias.

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Folha datilografada em papel cinza com dois parágrafos, cabeçalho Director FBI e SAC Seattle, e o número 2 ao pé da páginaCarta datilografada

Arquivo do FBI1954Local: Seattle, Washington

Seattle, 1954: o coronel Raynor, da OSI, diz ao FBI que não dá crédito a relatos de submarinos, paraquedistas, luzes e discos

Em carta de 18 de junho de 1954, o chefe do FBI em Seattle informou à sede que a OSI da Força Aérea não tem interesse próprio nos relatos de submarinos, paraquedistas, luzes e discos, que seguem rotineiramente para Wright-Patterson. O coronel S. W. Raynor disse que a OSI não lhes dá crédito.

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Carta datilografada com timbre do FBI, da Embaixada Americana em Londres, com carimbos e anotações manuscritas.Carta do FBI

Arquivo do FBI1953Local: Mildenhall, Inglaterra (origem do recado); Jeffersonville, Nova York (local do jornal citado)

Londres e Washington, 1953: major lembra matéria sobre “discos voadores” num jornal de Jeffersonville, e o FBI repassa o recado à Força Aérea

Em fevereiro de 1953, o major E. P. Walkers, da base americana de Mildenhall, telefonou ao adido do FBI em Londres para lembrar uma matéria sobre “discos voadores” que teria saído num pequeno jornal de Jeffersonville, Nova York, entre o fim de 1946 e o início de 1947. Em 6 de março, Hoover repassou o recado à Força Aérea, sem abrir investigação.

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Memorando datilografado do FBI com marcas de lápis azul e vermelho e carimbos de registro.Memorando do FBI

Arquivo do FBI1949Local: Decatur e Indianápolis, Indiana; Lake of the Woods, Canadá (avistamento citado)

Indianápolis e Decatur, 1949: um médico associa discos voadores a uma epidemia de pólio e a “envenenamento por urânio”

Em setembro de 1949, o escritório do FBI em Indianápolis informou que um oficial da Força Aérea ouvira de um médico de Decatur a opinião de que os discos voadores tinham relação direta com uma epidemia de pólio e talvez com “envenenamento por urânio”. A faculdade de medicina consultada tratou a ideia como piada e o FBI não tomou providência.

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Carta datilografada com a marca COPY no alto, sublinhados em azul e vermelho e carimbos do FBI.Carta de cidadão ao FBI

Arquivo do FBI1949Local: Circleville, Ohio

Circleville, 1949: carta propõe lançar impressos sobre a URSS por balões e discos de papelão, e Hoover manda a ideia ao Departamento de Estado

Em 8 de outubro de 1949, Maurice E. Hatten, de Circleville, Ohio, propôs a Hoover pedir à ONU licença para lançar impressos americanos sobre a URSS por balões ou discos de papelão, a partir da suposta intenção soviética de usar discos voadores. Hoover respondeu que o FBI não atua fora dos Estados Unidos e sugeriu o Departamento de Estado.

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Carta escrita à mão em papel azul, com fita adesiva nas bordas e carimbos do FBI.Carta de cidadão ao FBI

Arquivo do FBI1950Local: Filadélfia, Pensilvânia

Filadélfia, 1950: morador oferece ao FBI uma opinião “de natureza internacional” sobre os discos voadores, e Hoover responde que o assunto não é investigado

Em 24 de janeiro de 1950, Ferdinand E. C. Pfeil escreveu ao FBI dizendo ter uma opinião “de natureza internacional” sobre os discos voadores, sem revelá-la. Hoover respondeu em 30 de janeiro que o assunto não estava sendo investigado pelo FBI.

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Esquema a lápis de um círculo com eixos, engrenagens e legendas manuscritas, e um leme desenhado ao redor.Desenho

Arquivo do FBI1950Local: Yuba City e Redwood Valley, Califórnia

Yuba City, 1950: Lewis A. Ward envia ao FBI desenhos do mecanismo de um “disco voador” russo que atribui a um certo Herman Ubalsky

Em abril de 1950, Lewis A. Ward, de Yuba City, Califórnia, mandou ao FBI cartas e desenhos de um mecanismo de “disco voador” que dizia ter visto nos projetos de um certo Herman Ubalsky, descrito por ele como russo. O FBI o encaminhou ao Secretário do Exército e, em junho, um agente o entrevistou: ele não acrescentou nada.

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Página datilografada com o título do resumo, o carimbo “Confidential” riscado e anotações manuscritas nas margens.Resumo institucional

Arquivo do FBI1950Local: Washington, D.C.

Washington, 1950: o G-2 do Exército resume ao FBI o que pensa dos discos voadores e atribui a persistência dos relatos à histeria coletiva

Em maio de 1950, a inteligência do Exército (G-2) entregou ao FBI um resumo de quatro páginas sobre os “fenômenos aéreos não identificados”. O texto descarta naves de outros planetas, armas soviéticas e experimentos americanos e atribui a onda de relatos à histeria coletiva, à crença na ciência e a declarações de pessoas de “nome” na imprensa.

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Carta datilografada com timbre da Universidade da Califórnia, sublinhados em azul e carimbos do FBI.Carta de pesquisador ao FBI

Arquivo do FBI1950Local: Los Angeles, Califórnia

Los Angeles, 1950: estudante de pós-graduação em jornalismo da UCLA pergunta a Hoover se há censura oficial sobre os discos voadores

Em 2 de junho de 1950, o estudante de pós-graduação DeWayne B. Johnson, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, escreveu a Hoover perguntando se há razão para os discos voadores serem “minimizados” e se existe atitude oficial sobre o assunto. Hoover respondeu que o FBI não tinha informações a distribuir e sugeriu o Secretário de Defesa.

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Duas folhas escritas à mão, lado a lado, dentro de plástico transparente.Carta manuscrita

Arquivo do FBI1950Local: Chicago, Illinois

Chicago, 1950: carta assinada Albert Holmberg a um jornal diz que o “disco voador” é um tanque de combustível alado, teleguiado e financiado por Howard Hughes

Em julho de 1950, o editor do Midwest Times, de Chicago, levou ao FBI uma carta assinada Albert Holmberg, que descrevia o “disco voador” visto sobre o sul da cidade em abril como um tanque de combustível alado, controlado por rádio e financiado por Howard Hughes. Ninguém no jornal conhecia o autor, e o FBI de Chicago não tinha registro dele.

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Carta datilografada com a assinatura de Charles A. Yost, em cópia fotostática com fundo escuro.Carta datilografada

Arquivo do FBI1955Local: Nome, Alasca; St. Clair Shores, Michigan; Fort McClellan, Alabama

Alasca e Michigan, 1953-1955: carta de Charles A. Yost, do OC Research Laboratory, achada num livro emprestado em Nome, chega ao FBI

Em abril de 1955, a Força Aérea mandou ao FBI uma carta de novembro de 1953 em que Charles A. Yost, que se apresenta como coordenador do OC Research Laboratory, de Michigan, diz que a pesquisa do laboratório é sigilosa, trata sobretudo de campos elétricos e tem ligação secundária com os discos voadores. O FBI fez buscas nominais nos seus índices.

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Recortes de colunas de revista colados numa folha, com a anotação datilografada “Clipped from The New Yorker” e o número do arquivo em vermelho.Recorte de revista

Arquivo do FBI1952Local: Nova York (revista); Washington e Dayton, Ohio (assuntos da reportagem)

Nova York, 1952: a reportagem “Something in the Sky”, da New Yorker, conta a história do Projeto Saucer e foi guardada pelo FBI

O arquivo do FBI guarda páginas recortadas da reportagem “Something in the Sky”, publicada pela The New Yorker em 6 de setembro de 1952, que resume a investigação da Força Aérea sobre os discos voadores e cita militares e cientistas. Este dossiê traz só uma síntese e a imagem do recorte, por se tratar de texto de revista.

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Página de boletim com o título Space Review em letras cursivas, duas colunas de texto e um número de arquivo manuscrito no rodapé.Capa de boletim

Arquivo do FBI1953Local: Bridgeport, Connecticut

Bridgeport, janeiro de 1953: o boletim Space Review, do clube IFSB de Albert Bender, que o FBI guardou em seu arquivo

O arquivo do FBI guarda o número de janeiro de 1953 do boletim Space Review, do clube de entusiastas IFSB, de Bridgeport, Connecticut. As dez páginas reúnem notícias de discos no mundo, teorias de sócios, avistamentos e a organização do clube. Este dossiê traz só uma síntese e a imagem da capa.

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Capa de revista em negativo, com o título da revista, a chamada sobre discos voadores e o retrato do presidente da Câmara Sam Rayburn.Capa de revista

Arquivo do FBI1950Local: Washington, D.C. (revista)

Washington, 1950: a U.S. News & World Report diz que os discos voadores são aeronaves da Marinha americana, e o FBI guarda a edição

A edição de 7 de abril de 1950 da revista U.S. News & World Report, guardada no arquivo do FBI, traz a matéria “Flying Saucers: The Real Story”, que defende que os discos são aeronaves reais, nascidas de um projeto de 1942, e que as provas apontam para a Marinha. É texto de revista, sem prova documental.

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Memorando do FBI de St. Louis, com tarja preta sobre o endereço residencial de Wold e anotações manuscritas e carimbos nas margensMemorando do FBI

Arquivo do FBI1956Local: St. Louis, Missouri, e Washington, D.C.

St. Louis, 1956: eletricista da McDonnell diz ao FBI que o boletim da APRO criticava a Força Aérea, e o Bureau repassa o assunto ao OSI

Em 31 de agosto de 1956, Harlan N. Wold, eletricista da McDonnell Aircraft, disse ao FBI de St. Louis que o boletim da APRO, de Alamogordo, criticava a Força Aérea e era, na opinião dele, comunista. O FBI não investigou e repassou o assunto ao OSI da Força Aérea.

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Capa desenhada à mão com o título Whirling Wheels, uma roda de raios e um disco com cúpula entre volutasCapa de panfleto

Arquivo do FBI1956Local: Stamford, Connecticut

Stamford, 1956: Esther D. Fillion pergunta a Hoover por que o governo não esclarece os discos voadores e anexa o panfleto religioso "Whirling Wheels"

Em 5 de outubro de 1956, Esther D. Fillion enviou a Hoover uma carta com opiniões sobre o silêncio do governo e um panfleto religioso que relaciona discos voadores à Bíblia. O FBI respondeu que o assunto estava fora de sua jurisdição e mandou cópias ao OSI da Força Aérea.

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Carta datilografada do Aerial Phenomena Research Group, com tarja preta no endereço do cabeçalho e carimbo do xerife de Polk no canto inferior esquerdoCarta datilografada

Arquivo do FBI1957Local: Richmond, Virgínia, e Bartow, Flórida (origem dos relatos ao FBI); Seattle, Washington (sede do grupo)

Richmond e Bartow, 1957: uma funcionária do Exército e o xerife de Polk levam ao FBI os pedidos do Aerial Phenomena Research Group por nomes de testemunhas

Em janeiro e fevereiro de 1957, uma funcionária do Exército em Richmond e o xerife do condado de Polk, na Flórida, mostraram ao FBI cartas do Aerial Phenomena Research Group, de Seattle, que pediam nomes de testemunhas de discos voadores. O Bureau não investigou e repassou o material ao OSI da Força Aérea.

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Memorando do FBI com tarjas pretas sobre o telefone e sobre uma frase pessoal, e anotações manuscritas nas margensMemorando do FBI

Arquivo do FBI1957Local: Great Meadows, Nova Jersey

Great Meadows, 1957: John Stuart Martin telefona ao FBI sobre um objeto voador visto dois dias antes e pede que um agente o visite

Em 14 de março de 1957, John Stuart Martin, ex-editor de "The March of Time", telefonou ao FBI sobre um objeto voador não identificado visto perto de Great Meadows dois dias antes e pediu que um agente o visitasse. O FBI registrou que o tema fugia à sua jurisdição, mas mandou o escritório de Newark verificar o que ele tinha em mente.

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Recorte de jornal alaranjado com a manchete 3 Objects Trailed Plane 45 Minutes, Pilot Says, colado em folha do FBIRecorte de jornal

Arquivo do FBI1959Local: Entre Philipsburg e Bradford, Pensilvânia, a caminho de Detroit

Detroit, 1959: comandante de um DC-6 da American Airlines diz que três objetos luminosos acompanharam o avião por 45 minutos entre Newark e Detroit

Em 25 de fevereiro de 1959, a Associated Press relatou que o capitão Peter Killian, de um DC-6 da American Airlines, disse que três objetos que pareciam discos brilhantes acompanharam o avião por 45 minutos na noite anterior. O FBI arquivou o recorte sem comentário.

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Despacho de teletipo alaranjado rasgado nas bordas, com texto datilografado em maiúsculas e a anotação Flying Saucers acimaDespacho de agência

Arquivo do FBI1958Local: Local ilegível no despacho rasgado

Estados Unidos, agosto de 1958: despacho da UPI sobre objetos "agrupados" vistos por mais de uma hora e a consulta do Filter Center da APRO a bases militares

Um despacho da United Press de 9 de agosto de 1958, rasgado em parte, diz que testemunhas viram por mais de uma hora um grupo de objetos voadores não identificados e que o diretor do Filter Center da APRO, L. J. Lorenzen, informou que não havia jatos nem balões meteorológicos no ar. O FBI arquivou a folha sem comentário.

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Recorte de jornal alaranjado com a manchete Flying Discs Show Sign of Guidance, Jung Says, colado em folha do FBIRecorte de jornal

Arquivo do FBI1958Local: Alamogordo, Novo México

Alamogordo, 1958: relatório atribuído a Carl Jung e divulgado pelo Filter Center da APRO diz que os discos mostram sinais de direção inteligente

Em 29 de julho de 1958, a Associated Press noticiou que um relatório atribuído a Carl Jung, divulgado pelo Filter Center da APRO, dizia que os objetos voadores não identificados são reais e mostram sinais de direção inteligente. A Força Aérea manteve que não há evidência.

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Recorte estreito de jornal com a manchete There Are Saucers, Expert Says, colado em folha do FBI com anotação Flying SaucersRecorte de jornal

Arquivo do FBI1957Local: Washington, D.C.

Washington, 1957: o contra-almirante reformado Delmer Fahrney anuncia o NICAP e diz haver relatos confiáveis de objetos em alta velocidade

Em 15 de janeiro de 1957, a Associated Press noticiou que o contra-almirante reformado Delmer S. Fahrney, ex-chefe do programa de mísseis teleguiados da Marinha, apresentou o NICAP, comitê privado do qual era presidente do conselho, e disse que relatos confiáveis indicam objetos entrando na atmosfera em alta velocidade.

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Recorte de jornal alaranjado com a manchete Air Force Hushes Up Saucer Probe, colado em folha do FBIRecorte de jornal

Arquivo do FBI1954Local: Dayton, Ohio

Dayton, janeiro de 1954: reportagem diz que a Força Aérea restringiu visitas, inclusive da imprensa, ao centro de inteligência técnica que investigava discos voadores

Uma reportagem da Scripps-Howard, de janeiro de 1954, diz que a Força Aérea não poderia mais receber visitas, nem da imprensa, no ATIC, em Dayton, porque o volume de pedidos de informação sobre discos voadores interferia nas investigações. O FBI guardou o recorte sem comentário.

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Recorte estreito de jornal com a manchete Red Labels Saucers U.S. Fiction, colado em folha do FBI com lista de nomes e carimbosRecorte de jornal

Arquivo do FBI1953Local: Moscou (artigo) e Londres (despacho)

Londres e Moscou, 1953: comentarista soviético diz no Red Star que os "discos voadores" são ficção americana para atiçar a histeria de guerra

Um despacho da AP publicado no Miami Herald de 28 de dezembro de 1953 diz que um comentarista soviético, K. Khachaturov, acusou no jornal Estrela Vermelha "forças agressivas" dos EUA e de outros países de inventarem discos voadores para atiçar a histeria de guerra. O FBI arquivou o recorte.

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Despacho de teletipo datilografado em maiúsculas sobre papel alaranjado, com rubricas e a anotação Flying DiscsDespacho de agência

Arquivo do FBI1953Local: Duas milhas a oeste de Bowling Green, Ohio

Bowling Green, Ohio, 1953: piloto de avião particular diz ter visto um objeto mais brilhante que o Sol por cerca de cinco segundos

Em 11 de dezembro de 1953, um piloto particular, que pediu anonimato, disse ter visto sobre Bowling Green, Ohio, um objeto mais brilhante que o Sol por cerca de cinco segundos: uma bola branca que ficou azul e partiu para o oeste. O FBI arquivou o despacho sem comentário.

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Coluna estreita de jornal com a manchete Canada Plans Flying Saucer Observatory, colada em folha do FBIRecorte de jornal

Arquivo do FBI1953Local: Ottawa e Shirley Bay, Canadá

Ottawa, 1953: Canadá anuncia um observatório de discos voadores em Shirley Bay, e Wilbert B. Smith fala em 60% de probabilidade de veículos alienígenas

Um recorte de 12 de novembro de 1953, arquivado pelo FBI em janeiro de 1954, anuncia o estabelecimento de um observatório do governo canadense para discos voadores em Shirley Bay, perto de Ottawa, e cita o cientista Wilbert B. Smith, que fala em 60% de probabilidade de que sejam veículos alienígenas.

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Recorte largo de jornal em quatro colunas, com manchete sobre balões Moby Dick, colado em folha do FBIRecorte de jornal

Arquivo do FBI1953Local: Estados Unidos (locais de lançamento no Oregon, Califórnia, Geórgia e Missouri)

Estados Unidos, 1953: reportagem da Associated Press atribui aos balões "Moby Dick" da Força Aérea a maior parte dos relatos de discos voadores

Em agosto de 1953, a Associated Press resumiu um relatório da revista Aviation Week segundo o qual mais de 90% dos avistamentos de "discos" coincidiram com as subidas registradas dos balões plásticos "Moby Dick" da Força Aérea. O FBI arquivou o recorte em setembro.

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Despacho de teletipo datilografado em maiúsculas sobre papel amarelo, colado em folha do FBI com lista de nomes e rubricasDespacho de agência

Arquivo do FBI1953Local: Santa Fe e White Sands, Novo México

White Sands, janeiro de 1953: jornal de Santa Fe sugere que a Defesa explicará parte dos discos com mísseis guiados, e o comandante do campo de provas nega

Um despacho de 8 de janeiro de 1953 diz que o Santa Fe New Mexican achava "possível" que o Departamento de Defesa esclarecesse em breve parte do mistério dos discos com uma demonstração de mísseis guiados em White Sands. O coronel M. G. Hendricks, comandante do campo, disse que a pesquisa nada tem a ver com discos voadores.

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Faixa laranja de teletipo com três linhas datilografadas em maiúsculas, colada em folha amarelaDespacho de agência

Arquivo do FBI1950Local: Fairbanks, Alasca

Alasca, julho de 1950: o Comando Aéreo do Alasca diz que um objeto parecido com um míssil guiado passou sobre Fairbanks, e a Força Aérea diz não ter recebido informe

Uma nota de agência de fim de julho de 1950 diz que a Força Aérea não recebeu nenhum informe sobre outro objeto, descrito como parecido com um míssil guiado, que o Comando Aéreo do Alasca disse ter passado sobre Fairbanks no sábado à noite. O FBI arquivou a nota em agosto.

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Recorte de jornal com artigo em colunas e, à direita, fotografia de um modelo de aeronave circular com hélices, em folha do FBIRecorte de jornal com fotografia

Arquivo do FBI1950Local: Washington, D.C., Nova York e Key West

Estados Unidos, abril de 1950: Truman, a Força Aérea e a Marinha negam a tese de Henry J. Taylor e da revista U.S. News de que os discos são aeronaves navais secretas

Recortes do Washington Post e da United Press de abril de 1950, arquivados pelo FBI, mostram a reação do governo à tese do comentarista Henry J. Taylor e da revista U.S. News and World Report de que os discos seriam aeronaves da Marinha: Truman, a Força Aérea e a Marinha negaram, e Taylor insistiu.

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Coluna estreita de jornal com a manchete Saucers Spies From Planets, Writer Claims, colada em folha do FBIRecorte de jornal

Arquivo do FBI1949Local: Los Angeles e Nova York

Estados Unidos, 1949: recortes arquivados pelo FBI sobre a tese de Keyhoe na revista True e a especulação do jornal The Mirror sobre naves espaciais e discos voadores

Dois recortes de 1949 arquivados pelo FBI tratam da hipótese interplanetária na imprensa: o jornal The Mirror, de Los Angeles, especula sobre satélites e "vizinhos interestelares"; a AP resume o artigo de Donald Keyhoe na True, de janeiro de 1950, e a resposta da Força Aérea.

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Folha datilografada com sete perguntas em inglês sobre os discos, carimbos de registro do FBI e anotações à mão no canto e na margemCarta datilografada

Arquivo do FBI1947Local: Estados Unidos (cartas de New Brunswick, lago St. Clair, Nova York, Boston, Westport e Augusta, Daly City e Brooklyn)

Estados Unidos, julho de 1947: cartas de particulares ao FBI com sátira, teorias e palpites sobre os discos

Sete remessas de cidadãos ao FBI nas três semanas seguintes ao início da onda de relatos: um palpite sobre germes e explosivos, uma luz entre feixes de holofote, uma carta de brincadeira em circulação, uma defesa de quem relatou discos, uma ideia de controle remoto e uma teoria sobre pipas e miragens.

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Telegrama datilografado em papel amarelado, com carimbos da Seção de Comunicações do FBI, lista de nomes na margem direita e anotações manuscritasTelegrama

Arquivo do FBI1947Local: San Marcos, Texas (origem do telegrama)

San Marcos, 1947: Woodson C. Cope telegrafa ao FBI que sua catapulta de molas poderia lançar um disco em silêncio

Em 7 de julho de 1947, um morador de San Marcos, Texas, telegrafou ao FBI sugerindo que se procurasse, nos arquivos do Inventors Council, o desenho de uma catapulta que ele enviara ao Departamento da Guerra em 1945. Segundo ele, algo parecido poderia lançar um disco em silêncio por várias milhas.

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Carta manuscrita em tinta, com carimbos de registro do FBI, sublinhado em azul em discos voadores e anotações de encaminhamentoCarta manuscrita

Arquivo do FBI1947Local: Springhaven, Chester, Pensilvânia (origem da carta)

Springhaven, 1947: a sra. Anderson pergunta ao FBI se foguetes de correspondência de estudantes têm relação com os discos

Uma moradora da Pensilvânia escreveu ao FBI em julho de 1947 perguntando se os foguetes com que estudantes enviavam correspondência da Califórnia ao Arizona teriam alguma ligação com os "discos voadores". O FBI mandou cópia ao Departamento da Guerra e respondeu com uma carta de cortesia.

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Pequeno recorte de jornal com o título County Irritant, a carta de um radioamador e grupos de letras embaralhadasRecorte de jornal

Arquivo do FBI1947Local: Bellmore e Hicksville, Long Island, Nova York

Hicksville e Bellmore, 1947: uma mensagem em código sobre marcianos, o Newsday e o Laboratório do FBI

Um suposto radioamador de Bellmore publicou no Newsday uma mensagem em código que dizia ter captado em 4 de julho de 1947. Uma leitora de Hicksville a decifrou como o anúncio de que "marcianos" instalariam uma nova ordem mundial, e o FBI confirmou a decifração e procurou o autor sem sucesso.

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Folha datilografada com papel timbrado, anotação em vermelho Ack e F.B.I., anotação manuscrita de pressa e lista de nomes de Los AlamosCarta datilografada

Arquivo do FBI1947Local: Santa Fe, Novo México

Santa Fe, 1947: Madeline Gwynne Merchant escreve a Walter Winchell e pede dinheiro para coletar dados de campo sobre os discos

Em julho de 1947, uma moradora de Santa Fe que dizia colaborar com o Projeto Atômico de Los Alamos escreveu ao colunista Walter Winchell pedindo 10 mil dólares para continuar a coleta de dados sobre os discos. O FBI recebeu a carta de Winchell, não tinha registro dela e arquivou sem providência.

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Carta datilografada em papel timbrado do Departamento dos Correios, Chicago, com carimbos do FBI e anotações a lápisCarta

Arquivo do FBI1947Local: Lake Forest, Illinois, e Chicago, EUA

Lake Forest, 1947: inspetor postal consulta o FBI sobre C. W. Stevens e a Des Arc Foundation, investigados por vender informações sobre discos voadores

Em 19 de setembro de 1947, um inspetor do Departamento dos Correios de Chicago perguntou ao FBI se havia registro de C. W. Stevens, antes de Lake Forest, investigado por suposta violação de regra postal numa venda de informações sobre discos voadores. O FBI respondeu que não conseguia buscar apenas pelo nome.

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Teletipo datilografado em papel rosado, com carimbo da Seção de Comunicações do FBI, quadro de circulação e carimbos de registroTeletipo

Arquivo do FBI1949Local: Lake of the Woods, perto de Kenora, Ontário, Canadá

Lake of the Woods, Ontário, 1949: agente do FBI em férias vê “aeronave não convencional” parecida com um disco e avisa a inteligência da Força Aérea

Um teletipo urgente de Omaha ao diretor do FBI, de 14 de julho de 1949, informa que o agente especial Clive G. Matthews, em férias no Canadá, observou uma aeronave não convencional que lembrava um disco voador e já contara tudo à inteligência da Força Aérea em Fort Crook.

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Folha datilografada sem cabeçalho com três conclusões e uma lista numerada de seis características físicas, com o número 27 manuscrito no canto inferior direitoDocumento datilografado

Arquivo do FBI1947Local: Estados Unidos (origem e autor não constam da página)

Série 130 do FBI, 1947: folha de conclusões sem cabeçalho diz que “algo está realmente voando” e cogita um projeto doméstico

Uma folha datilografada, sem cabeçalho, data nem assinatura, resume conclusões de um estudo de relatos de discos: a situação não seria toda imaginária, poderia ser um projeto doméstico e os objetos teriam superfície metálica, forma circular e rastro parecido com o de um foguete.

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Carta manuscrita em folha pautada, datada de 24 de junho de 1970, com a pergunta sobre uma unidade de propulsão para disco voador e carimbos do FBICarta de cidadão ao FBI

Arquivo do FBI1970Local: Montesano, Washington, EUA

Montesano, 1970: Victor J. House pergunta ao FBI se um motor de propulsão sem escapamento para um disco voador selado seria ultrassecreto

Em 24 de junho de 1970, um morador de Montesano, Washington, escreveu ao FBI uma pergunta hipotética: se alguém construísse uma unidade de propulsão sem escapamento para um disco voador selado, isso seria considerado ultrassecreto? E o que a pessoa deveria fazer com ela?

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Carta manuscrita a tinta azul em folha pautada, datada de 15 de fevereiro de 1972, com três linhas dirigidas a HooverCarta de cidadão ao FBI

Arquivo do FBI1972Local: Westmoreland City, Pensilvânia, EUA

Westmoreland City, 1972: Mary Beth Martine pergunta a Hoover se os UFOs existem, e o FBI responde que o assunto nunca foi de sua competência

Em 15 de fevereiro de 1972, uma moradora de Westmoreland City, na Pensilvânia, escreveu três linhas a J. Edgar Hoover pedindo sua opinião sobre os UFOs. O FBI respondeu em 23 de fevereiro que não comentaria e que investigar UFOs nunca foi da sua competência.

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Carta datilografada do Departamento da Força Aérea a Hoover, com anotações à mão e carimbos do FBI de NewarkCarta

Arquivo do FBI1963Local: Washington, D.C.; Newark e Fort Lee, Nova Jersey, EUA

Washington e Newark, 1963: major da Força Aérea envia a Hoover um exemplar do Saucer News, e o FBI de Newark pede busca no nome do editor

Em 20 de fevereiro de 1963, um major da Força Aérea, antigo porta-voz do Projeto Blue Book, mandou a Hoover uma página do boletim Saucer News e descreveu a publicação. Hoover agradeceu em 26 de fevereiro, e Newark pediu busca nos índices pelo nome do editor.

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Carta datilografada com três perguntas numeradas dirigidas à Divisão de Polícia Estadual do Arizona, com a marca xerox nas bordas e carimbo do FBI de NewarkCarta

Arquivo do FBI1964Local: Matawan, Nova Jersey; Phoenix, Arizona; Newark, EUA

Matawan e Phoenix, 1964: membro do NICAP pergunta à polícia estadual do Arizona se a Força Aérea a obriga a reter informações sobre UFOs

Em 15 de janeiro de 1964, John Laval, de Matawan, Nova Jersey, escreveu como membro do NICAP à polícia estadual do Arizona com três perguntas sobre divulgação de relatos de UFOs. O FBI de Phoenix mandou a carta a Washington e a Newark; em abril, Newark disse ao OSI não ter dado depreciativo sobre o NICAP.

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Capa da revista Flying Saucers International número 24, julho de 1966, com a foto de um disco sobre um bosqueRecorte de revista

Arquivo do FBI1966Local: Los Angeles (sede do clube); convenção em Reno, Nevada

Julho de 1966: a revista do clube AFSCA, com o programa da convenção de Reno, que o FBI guardou em Los Angeles e em Newark

O número 24 da Flying Saucers International, edição especial da Terceira Convenção Nacional dos clubes AFSCA, está em dois lugares do arquivo do FBI. Além da mensagem atribuída ao planeta Korendor, traz o programa da convenção de Reno, notícias do movimento e fotos atribuídas a Daniel Fry.

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Memorando datilografado do FBI de Seattle de 29 de setembro de 1956 sobre objetos não identificados perto de Cape DisappointmentMemorando interno do FBI

Arquivo do FBI1956Local: Cape Disappointment, Willapa, Point Grenville e Neah Bay, Washington

Cape Disappointment, 1956: a Guarda Costeira diz ao FBI que os objetos não identificados eram sinalizadores de aeronave Mark Six

Em 29 de setembro de 1956, um oficial da Guarda Costeira informou ao FBI de Seattle que objetos não identificados relatados perto de Cape Disappointment eram sinalizadores de aeronave Mark Six. Outros tinham sido relatados em Willapa, Point Grenville e Neah Bay.

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Recorte de jornal com a manchete Air Force Asks Reports on Saucers, carimbado Seattle Times, 28 de fevereiro de 1960Recorte de jornal

Arquivo do FBI1960Local: Washington (origem do despacho); recorte do Seattle Times

Estados Unidos, 1960: a UPI diz que a Força Aérea mandou aos comandos um aviso para tratar OVNIs como assunto sério, e o NICAP a acusa de enganar o público

Em fevereiro de 1960, a UPI noticiou que a Força Aérea distribuíra aos comandos um aviso do inspetor-geral para tratar relatos de OVNIs como assunto sério de defesa. O NICAP, que revelou o documento, acusou a Força Aérea de enganar o público.

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Formulário datilografado Incident Summary Sheet, incidente 182, com campos preenchidos em máquina de escrever e perfurações de pastaFicha de incidente

Relatos de 19481948Local: No mar, a bordo do S/S Gulfport, em 36°42' N, 74°40' O (Atlântico, ao largo da costa leste dos EUA)

Atlântico, outubro de 1948: o comandante do navio Gulfport observa por 50 minutos um objeto redondo e brilhante (incidente 182)

Em outubro de 1948, o comandante do navio S/S Gulfport viu durante 50 minutos um objeto redondo e brilhante, de um quarto do tamanho da Lua cheia, com um centro mais luminoso. A ficha do Projeto Sign traz três marcações de rumo e não registra explicação.

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Carta datilografada com o carimbo RESTRICTED e o cabeçalho do Lowry Flight Service Center, com faixas pretas sobre endereços de testemunhasRelatório militar

Luzes e encontros1950Local: Sobre Kansas City e Olathe, Kansas, EUA

Kansas City e Olathe, 1950: dois objetos esféricos ficam parados por dez a quinze minutos e se afastam depressa

Em 9 de janeiro de 1950, o Centro de Serviço de Voo de Lowry enviou ao Comando de Material Aéreo o relato de dois funcionários da Bendix Aviation, um deles piloto, que na noite de 6 de janeiro viram dois objetos esféricos brilhantes sobre Kansas City e Olathe. Os objetos teriam ficado parados de dez a quinze minutos e depois partido muito rápido para sudoeste.

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Texto de teletipo datilografado, desbotado, com o rótulo Incident 211 no alto à direitaTeletipo

Relatos de 19481948Local: Bellefontaine (a folha não indica o estado)

Bellefontaine, 1948: a investigação de uma “roda flamejante” aponta, em termos provisórios, um sinalizador disparado do solo (incidente 211)

Um teletipo de 7 de dezembro, do comando do Comando de Material Aéreo à sede da Força Aérea, diz que a investigação da chamada “roda flamejante” de Bellefontaine indicou um sinalizador tipo Very disparado do solo. Os restos queimados foram enviados ao laboratório de materiais.

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Formulário datilografado Incident Summary Sheet, incidente 179, com a maioria dos campos marcados como não informadosFicha de incidente

Relatos de 19471947Local: Golden Gate Park, São Francisco, Califórnia, EUA

São Francisco, 1947: estudante de aviação relata uma luz misteriosa e a sensação de um arco elétrico no Golden Gate Park (incidente 179)

Um estudante de aviação disse, em ficha do Projeto Sign, que caminhava no Golden Gate Park por volta de outubro de 1947 quando viu uma luz misteriosa que iluminou o oceano e sentiu algo “como um arco elétrico”. Quem preencheu a folha considerou o relato pouco confiável.

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Lista datilografada Check-list Unidentified Flying Objects, incidente 232, com uma faixa preta sobre o endereço da observadoraLista de verificação

Relatos de 19481948Local: Demarest, Nova Jersey (cerca de 25 milhas a noroeste de Nova York, segundo a ficha), EUA

Demarest, 1948: dona de casa vê por um minuto um objeto prateado em forma de bola passar do norte para o sul (incidente 232)

Em 16 de novembro de 1948, uma dona de casa de Demarest, Nova Jersey, viu de casa, durante cerca de um minuto, um objeto cor de alumínio ou prateado, em forma de bola, passar do norte para o sul. O escritório que preencheu a lista não investigou mais, por haver uma só testemunha.

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Formulário datilografado Incident Summary Sheet, incidente 229A, com a maioria dos campos em branco ou marcados como não informadosFicha de incidente

Relatos de 19481948Local: South Bay e Rivera Beach (grafia da ficha), Flórida, EUA

Flórida, dezembro de 1948: duas fichas do Projeto Sign, um halo de estrelas coloridas e um objeto prateado em forma de pipa (incidentes 229 e 229A)

Duas fichas consecutivas do Projeto Sign registram observações com binóculos na Flórida: em 13 de dezembro de 1948, um círculo de estrelas vermelhas, azuis e amarelas em volta de uma estrela ofuscante; em 14 de dezembro, um objeto prateado de cerca de 6 metros, em forma de pipa. As duas dispensam investigação completa por falta de dados.

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Envelope pardo com etiqueta datilografada Exhibit 530, Flying Discs, carimbos SECRET riscados e selo DECLASSIFIED no canto superior direitoEnvelope de arquivo

História da investigação1948Local: Boise (Idaho), Columbia (Carolina do Sul), South Bend (Indiana), Midland (Michigan) e New Brighton (Pensilvânia)

Projeto Sign, 1948: o envelope do Anexo 530 e cinco fichas quase em branco (incidentes 142, 143, 180, 221 e 228)

Este dossiê reúne páginas do Projeto Sign sem relato: o envelope e a capa do volume de fichas 101 a 172 e cinco fichas que trazem só o nome do observador ou do lugar. Mostram como o arquivo foi montado e quais incidentes existem apenas como registro.

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Formulário datilografado em papel amarelado, com o carimbo RESTRICTED no alto e embaixo e dezesseis perguntas numeradasFormulário

História da investigação1948Local: Sem local (formulário de uso geral da Força Aérea dos EUA)

Projeto Sign, 1948-1949: o guia de investigação restrito que dizia como interrogar quem viu um objeto aéreo não identificado

Quatro páginas em branco, com o carimbo RESTRITO, listam o que um investigador da Força Aérea devia perguntar a uma testemunha de objeto aéreo não identificado: de coordenadas e ângulos a verificações com a polícia, o FBI e o radar. O guia mostra o que o Projeto Sign considerava dados essenciais.

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Desenho a lápis de uma aeronave de forma arredondada, com duas estrelas dentro de círculos, com a legenda Chance-Vought V-173 or XF5U-1, U.S. NavyEsboço

História da investigação1949Local: Base de Wright-Patterson, Dayton, Ohio (origem do memorando); periódico publicado no Reino Unido

Wright-Patterson, 1949: o Projeto Sign registra a foto do V-173 da Marinha legendada “disco voador” num periódico britânico

Em 17 de fevereiro de 1949, a Divisão de Inteligência do Comando de Material Aéreo comunicou ao Projeto Sign que um periódico britânico de reconhecimento de aeronaves publicou a foto do Chance-Vought V-173 da Marinha com a legenda “disco voador”. Anexou o traçado do contorno da foto.

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Carta datilografada em papel acinzentado com o cabeçalho Headquarters Tenth Air Force, carimbo CONFIDENTIAL riscado e marca COPYCarta

História da investigação1948Local: Houston, Texas, EUA (relato); Brooks Field, San Antonio, Texas (carta)

Houston, 1947-1948: o FBI recebe um relato de “discos voadores” e a Décima Força Aérea encaminha o resumo à sede e ao Comando de Material Aéreo

Em janeiro de 1948, o quartel-general da Décima Força Aérea enviou à sede da Força Aérea e a outros comandos o resumo de um relato de “discos voadores” recebido pelo FBI em Houston. Em março, a sede o repassou ao Comando de Material Aéreo. O resumo anexo não está nas páginas.

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Folha datilografada em papel esverdeado com o assunto Flying Discs, carimbos de recebimento e anotações à mãoMemorando de encaminhamento

História da investigação1948Local: Canadá (local não informado) e Hamilton Field, Califórnia

Canadá e Hamilton Field, 1948: duas folhas de encaminhamento de relatos de discos voadores, sem os anexos

Duas folhas de 1948 da inteligência da Força Aérea encaminham relatórios que não estão nas páginas: o do adido aéreo no Canadá, que encerrou o incidente comunicado por Johnson e Harrison, e um relatório de disco voador enviado pela Quarta Força Aérea, em Hamilton Field.

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Capa de pasta de arquivo com o título Objetos voadores não identificados, marca confidencial riscada e selo de desclassificaçãoDocumento oficial

História da investigação1955Local: Washington, D.C., EUA (Diretoria de Inteligência da Força Aérea); remetentes em vários estados, na Suíça e na África do Sul

Washington, janeiro e fevereiro de 1955: a Força Aérea responde a cartas do público e envia o resumo do programa de objetos voadores

Entre 10 de janeiro e 17 de fevereiro de 1955, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea e a sua Ligação Legislativa responderam a cerca de duas dezenas de cartas do público com um texto-padrão e o anexo "Resumo de eventos e informações sobre o programa de objetos voadores não identificados". As páginas mostram o que as pessoas pediam e como a instituição tratava a correspondência.

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Memorando datilografado do Exército de 1.º de março de 1955 com o assunto disco voadorDocumento oficial

História da investigação1955Local: Washington, D.C., EUA (Diretoria de Inteligência da Força Aérea); remetentes em vários estados, na Venezuela e na Inglaterra

Washington, fevereiro a abril de 1955: a Força Aérea responde a cartas de cidadãos e da Presidência com o resumo público do programa

De fevereiro a abril de 1955 a Força Aérea continuou respondendo a cartas do público, algumas enviadas ao Presidente e outras repassadas pelo Exército, anexando sempre o resumo público do programa de objetos voadores. Algumas respostas confirmam que relatos de observação foram entregues aos analistas.

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Carta datilografada da Ligação Legislativa da Força Aérea ao deputado Hale Boggs, com o registro de caso abaixoDocumento oficial

História da investigação1955Local: Washington, D.C., EUA (Força Aérea); remetentes na Pensilvânia, Kansas, Flórida, Minnesota, Massachusetts, Illinois e Países Baixos

Estados Unidos, maio a agosto de 1955: a Força Aérea responde a cartas de cidadãos, de um holandês e de um deputado sobre discos voadores

Entre maio e agosto de 1955 a Força Aérea seguiu respondendo à correspondência do público: cartas ao Presidente, pedido de um deputado em nome de um eleitor, pedidos de um holandês e de moradores de vários estados, quase todos atendidos com o resumo público do programa.

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Cartão postal manuscrito com pedido de informações sobre a história de Frank ScullyDocumento oficial

História da investigação1955Local: Syracuse, Nova York (remetente); Washington, D.C. (Inspetoria-Geral e Diretoria de Inteligência da Força Aérea)

Syracuse, 1955: John Caldwell pergunta à Força Aérea sobre a história de Frank Scully de três discos capturados e seus ocupantes

Em 28 de abril de 1955, John Caldwell, de Syracuse, mandou um cartão postal ao "Projeto Disco", no Pentágono, pedindo informações sobre a história de Frank Scully de que o governo dos EUA teria capturado três discos voadores e seus ocupantes. A Inspetoria-Geral acusou o recebimento e passou o assunto à Diretoria de Inteligência.

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Carta datilografada de Bernard Baruch Jr. ao general Samford, com assinatura e anotação de arquivoDocumento oficial

História da investigação1955Local: Nova York, Nova York, EUA (remetente); Washington, D.C. (destinatário)

Nova York, 1955: Bernard Baruch Jr. responde ao general Samford sobre o encaminhamento de relatos de OVNIs feitos a adidos de embaixadas

Em 11 de março de 1955, Bernard M. Baruch Jr. escreveu ao general John A. Samford, diretor de Inteligência da Força Aérea, dizendo ter transmitido a um amigo, adido científico numa embaixada europeia, a sugestão de que relatos de objetos voadores recebidos por adidos sejam entregues ao adido aéreo do país.

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Carta datilografada em papel timbrado da revista Challenge for Men dirigida ao presidente Eisenhower, marcada como cópiaDocumento oficial

História da investigação1955Local: Nova York, Nova York (revista); Washington, D.C. (Casa Branca e Força Aérea)

Nova York e Washington, 1955: a revista Challenge for Men pergunta ao presidente Eisenhower o que embasa a afirmação de que os discos não vêm do espaço, e a Força Aérea decide não responder

Em 11 de março de 1955, o editor da revista Challenge for Men escreveu ao presidente Eisenhower perguntando em que a Força Aérea se baseava para garantir que os discos voadores não vêm do espaço. A carta chegou à Ligação Legislativa, e em 1.º de abril a Diretoria de Inteligência a devolveu sem resposta.

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Carta datilografada do Escritório de Pesquisa Naval com anotação manuscrita sobre o briefing realizado em 2 de marçoDocumento oficial

História da investigação1955Local: Washington, D.C., EUA (Escritório de Pesquisa Naval, Edifício T-3)

Washington, fevereiro de 1955: o Escritório de Pesquisa Naval pede à Força Aérea um briefing sobre os casos de causa desconhecida, realizado em 2 de março

Em fevereiro de 1955, o Chefe de Pesquisa Naval pediu à Diretoria de Inteligência da Força Aérea um briefing, para cerca de 25 técnicos, sobre os relatos de avistamentos classificados como de causa desconhecida. Uma anotação à mão diz que ele foi feito em 2 de março pelo capitão Hardin, do ATIC.

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Memorando datilografado da Diretoria de Inteligência à Força de Defesa Aérea da IslândiaDocumento oficial

História da investigação1955Local: Islândia (Força de Defesa Aérea da Islândia, 57.º Esquadrão de Interceptação de Caças)

Islândia, 1955: a Diretoria de Inteligência da Força Aérea dá o número IR-1-55 ao relato de OVNI de 9 de maio e manda numerar os próximos

Em 26 de maio de 1955, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea informou ao esquadrão de caças na Islândia que o relatório de informações sobre objetos voadores de 9 de maio recebera o número IR-1-55 e que os relatórios seguintes deveriam citar um número IR. O conteúdo do relato não consta da página.

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Memorando datilografado da Diretoria de Inteligência com o assunto teoria dos discos voadoresDocumento oficial

História da investigação1955Local: Buenos Aires, Argentina (Adido Aéreo); Washington, D.C. (Diretoria de Inteligência)

Buenos Aires, 1955: o adido aéreo dos EUA na Argentina envia à Diretoria de Inteligência uma carta sobre uma "teoria dos discos voadores"

Em 15 de junho de 1955, a Diretoria de Inteligência encaminhou ao setor AFOIN-4 uma carta do adido aéreo dos EUA na Argentina, de 24 de maio, sobre uma "teoria dos discos voadores", para preparar a resposta. A carta e o manuscrito não estão na página.

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Primeira página da carta datilografada de Lloyd Mallan em papel timbrado, com endereço e telefone cobertosDocumento oficial

História da investigação1955Local: Far Rockaway, Nova York (autor); Base Aérea de Wright-Patterson, Ohio (ATIC)

Far Rockaway, outubro de 1955: o escritor Lloyd Mallan pede entrevista ao capitão Hardim, do ATIC, para um capítulo sobre discos voadores em livro de pesquisa aeronáutica

Em 23 de outubro de 1955, o escritor Lloyd Mallan escreveu ao capitão C. A. Hardim, do ATIC, pedindo uma entrevista para um capítulo sobre discos voadores em um livro de pesquisa e desenvolvimento aeronáuticos. O ATIC enviou a carta à Diretoria de Inteligência, e uma nota registra que o tenente-coronel Johnson tentou contatá-lo sem sucesso.

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Carta datilografada da Diretoria de Inteligência da Força Aérea a um morador da SuíçaDocumento oficial

História da investigação1955Local: Wegenstetten, Suíça; Park Ridge, Illinois; Hermosillo, Sonora, México; Stroudsburg, Pensilvânia

Agosto de 1955: a Força Aérea agradece quatro relatos de observação de OVNIs, de moradores da Suíça, de Illinois, do México e da Pensilvânia

Em 24 e 25 de agosto de 1955, o tenente-coronel Timothy R. Johnson, da Diretoria de Inteligência, respondeu com a mesma carta a Eugen Schwenzer, Richard Ericson, Ernest C. K. Brown e à sra. John Olwyler, que haviam enviado relatos de observação. Os relatos foram passados aos analistas e ao ATIC; seu conteúdo não consta das páginas.

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Carta datilografada da Ligação Legislativa da Força Aérea ao deputado Watts, com registro de caso e rasurasDocumento oficial

História da investigação1955Local: Nicholasville, Kentucky, EUA (eleitor); Washington, D.C. (Câmara e Força Aérea)

Nicholasville, Kentucky, agosto de 1955: o deputado Watts pergunta à Força Aérea sobre a observação de OVNI do eleitor George M. Allender

O deputado John C. Watts, de Kentucky, escreveu ao general Samford enviando os dados de uma observação de objeto voador feita por George M. Allender, de Nicholasville. A Diretoria de Inteligência redigiu em 12 de agosto de 1955 o texto da resposta, e a Ligação Legislativa a enviou em 18 de agosto, dizendo que os dados foram entregues aos analistas.

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Memorando datilografado de uma página, com carimbos de recebimento de 16 de outubro de 1952 e de saída de 22 de outubro, assinatura em nome do coronel Adams e anotações manuscritas.Memorando

História da investigação1952Local: Washington, D.C. (Quartel-General da USAF), e Base Wright-Patterson, Ohio (ATIC)

Washington, outubro de 1952: a Diretoria de Inteligência da USAF vê "pouca dúvida" de fraude num relatório do ADC e devolve ao ATIC o arquivo Flyobrpt

Em dois memorandos de outubro de 1952, a Divisão de Inteligência Tópica da USAF devolveu ao ATIC um arquivo secreto chamado Flyobrpt e remeteu um relatório do Comando de Defesa Aérea (ADC) de 3 de outubro, que considerou provável fraude. Nenhum dos dois documentos descreve o avistamento.

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Memorando datilografado de uma página sobre papel esverdeado, com carimbo de saída de 24 de setembro de 1952, assinatura em nome do coronel Adams e anotação manuscrita "000.9 Flying Discs".Memorando

História da investigação1952Local: Washington, D.C. (Quartel-General da USAF), e Base Wright-Patterson, Ohio (ATIC)

Washington, 1952: a Diretoria de Inteligência devolve ao ATIC o filme de câmera de arma de um objeto não identificado e prevê dois fotogramas para a revista TRUE

Em 23 de setembro de 1952, a Divisão de Inteligência Tópica da USAF devolveu ao ATIC um rolo de filme de 16 mm de câmera de arma, feito pelo 97.º Esquadrão FI. O memorando diz que quatro fotogramas foram copiados e desclassificados e que dois deles seriam dados à revista TRUE.

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Memorando datilografado de uma página sobre papel esverdeado, com carimbo de 23 de setembro de 1952, assinatura do coronel Wilcox e anotações manuscritas na margem.Memorando

História da investigação1952Local: Washington, D.C. (Quartel-General da USAF e Senado dos EUA)

Washington, 1952: a Força Aérea sugere ao senador Monroney responder que não achou evidência que sustente a teoria de Martin V. Walsh

Martin V. Walsh enviou uma teoria sobre acidentes aéreos e discos voadores ao senador Mike Monroney, que a repassou à CAA e à Força Aérea. Em 22 de setembro de 1952, a Diretoria de Inteligência chamou a teoria de amadorística e sugeriu uma resposta curta.

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Capa datilografada do relatório da RTI de 10/09/1996, com título, número de contrato e nomes das duas alas espaciaisCapa de relatório

Registros militares históricos1996Local: Bases aéreas de Patrick (Flórida) e Vandenberg (Califórnia), EUA; relatório feito pelo Research Triangle Institute

Estados Unidos, setembro de 1996: relatório da RTI sobre falhas improváveis de foguetes lançadores entra no lote de arquivos sobre UAP, mas não trata de UAP

Relatório de 10 de setembro de 1996 do Research Triangle Institute para a Força Aérea dos EUA sobre como incluir falhas raras de foguetes Atlas, Delta, Titan e Thor nos cálculos de risco de lançamento. O documento não trata de UAP: o governo o incluiu no lote de arquivos liberados sobre o tema, e os dossiês Gemini 7, 11 e 12 citam só a página 161.

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Capa com o título Vandenberg AFB Launch Summary 1958-2000 e o brasão da 30th Space WingCapa de documento

Registros militares históricos2000Local: Base Aérea de Vandenberg, Califórnia, EUA

Vandenberg, Califórnia, 1958-2000: resumo oficial da 30ª Ala Espacial lista 1.790 lançamentos de foguetes e mísseis, sem relato de avistamento

Resumo oficial de fevereiro de 2000 da 30ª Ala Espacial com os 1.790 lançamentos feitos da Base Aérea de Vandenberg entre 16 de dezembro de 1958 e 26 de janeiro de 2000, mais glossário, quadros anuais e histórico das instalações. É um registro institucional sem relato de avistamento; o dossiê de Schirra usa só as páginas 24 e 25.

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Página com faixas pretas tarjadas, marcas vermelhas 1.4(a) e uma linha de texto sobre a observação de um provável UAP às 1246ZPágina de relatório de missão

Registros militares recentes2020Local: Golfo Arábico, segundo o título do arquivo; local da observação não informado de forma legível

Golfo Arábico, 2020: relatório de missão quase todo tarjado registra um “provável UAP” às 12h46 (hora Z)

Um relatório de missão de aeronave militar dos EUA, liberado com seis páginas inteiras tarjadas, registra na página 7 a observação de “1x provável UAP” às 12h46 (hora Z), sem impacto na missão. Quem observou, o local e todo o resto estão tarjados.

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Memorando datilografado com os títulos Problema, Fatos e discussão e Recomendação, assinado pelo major John A. BoganMemorando

História da investigação1955Local: Washington, D.C.; Rome (Nova York); Wright-Patterson (Ohio); Baltimore (Maryland), EUA

Washington, 1955: a Força Aérea define quem distribui os dados de meteoros e mísseis do radar AN/FPS-17, em correspondência arquivada na pasta de UFO

Entre julho e setembro de 1955, a Força Aérea dos EUA trocou cartas sobre quem receberia e quem controlaria os dados técnicos de meteoros e mísseis colhidos pelo radar AN/FPS-17. As cartas não descrevem avistamento algum e estão na pasta “Objetos Voadores Não Identificados”.

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Desenho em perfil com o aeroporto à esquerda, montanhas ao centro e à direita e o disco em várias posições com setas.Croqui do observador reproduzido no relatório NICAP

Arquivo da CIA1961Local: Utah Central Airport e sul do vale de Salt Lake, Utah, EUA

Salt Lake City, 1961: piloto particular decola, se aproxima de um disco parado sobre o vale e o vê sumir em segundos

Segundo o relatório civil da NICAP guardado pela CIA, o piloto particular Waldo J. Harris voou até um objeto em forma de disco que pairava ao sul do aeroporto, enquanto 8 a 10 pessoas o viam do chão. O objeto subiu, se afastou, voltou a parar e sumiu em dois ou três segundos.

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Folha datilografada emoldurada, com assinatura de Seymour L. Hess e uma linha manuscrita no rodapé.Declaração datilografada reproduzida no relatório NICAP

Arquivo da CIA1950Local: Terreno do Observatório Lowell, Flagstaff, Arizona, EUA

Observatório Lowell, 1950: meteorologista vê com binóculo um objeto cruzar diante de uma nuvem contra o vento

O meteorologista e astrônomo Seymour L. Hess escreveu, uma hora depois de ver, que um pequeno objeto passou entre ele e uma nuvem cúmulo, movendo-se em ângulo reto com o vento. O relatório civil da NICAP, guardado pela CIA, reproduz a declaração assinada.

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Diagrama em linhas com a trajetória curva do objeto, a Ursa Maior, a Polar e um pequeno mapa da região de San Diego.Diagrama de reconstrução do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: National City e San Diego, Califórnia, EUA

National City, 1952: engenheiro aeronáutico vê um “meteoro” desacelerar, nivelar e circular sobre a baía de San Diego

O engenheiro aeronáutico Donald R. Carr contou à NICAP que um rastro vermelho que parecia de meteoro virou um ponto branco que desacelerou, voou nivelado e circulou a baía de San Diego; meia hora depois, o que parecia o mesmo objeto voltou. Um ex-piloto da Marinha e alunos em La Mesa teriam visto a mesma cena.

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Coluna de texto impresso sobre o caso de Rapid City, 1953.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1953Local: Rapid City e base aérea de Ellsworth, Dakota do Sul, EUA

Rapid City, 1953: observadores no chão, radar de terra e dois caças F-84 seguem uma luz que se mantém fora de alcance

Segundo o relatório civil da NICAP guardado pela CIA, um objeto visto pelo Corpo de Observadores Terrestres apareceu no radar, e dois F-84 o perseguiram por 120 e 160 milhas; o segundo piloto chegou a travar a mira de radar nele. A Força Aérea respondeu em 1958 que as fotos do radar e da câmera do caça não serviam para avaliação e que o caso seguia sem explicação.

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Coluna de texto impresso com lacunas sublinhadas onde estariam data, local e nome.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1956Local: Extremo Oriente (local omitido na fonte)

Extremo Oriente, 1956: piloto de caça persegue um alvo de radar, vê um objeto redondo cor de bronze e sofre interferência no radar

Segundo trechos de um relatório de inteligência da Força Aérea citados pela NICAP, um piloto em treino de interceptação captou um grande alvo no radar, viu um objeto redondo onde o radar indicava, travou a mira, sofreu interferência e perdeu o alvo, que se afastou rápido demais para o radar acompanhar. Data, nomes e local foram apagados.

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Carta datilografada com timbre de Andrew A. Titcomb, um pequeno esboço oval no meio e assinatura manuscrita.Carta da testemunha reproduzida no relatório NICAP

Arquivo da CIA1946Local: La Grange, 4 milhas ao norte de Titusville, Flórida, EUA

Titusville, 1946: ex-oficial de radar da Marinha ouve um assobio e vê uma “bola de futebol voadora” escura passar sem motor

Numa carta de 1955 reproduzida pela NICAP, o arquiteto Andrew A. Titcomb, que fora oficial de radar da Marinha, conta ter visto em 1946 um objeto escuro em forma de bola de futebol americano passar a cerca de 1.000 pés, só com o som do ar. A esposa o viu de relance antes de sumir nas nuvens.

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Desenho em preto e branco com um objeto alongado em três posições acima de uma linha de horizonte, a base de Offutt marcada com um X e ângulos de 30, 5 e 10 graus.Diagrama de relatório privado (NICAP)

Arquivo da CIA1958Local: Base Aérea de Offutt, sede do Comando Aéreo Estratégico, Omaha, Nebraska, EUA

Offutt, Nebraska, 1958: oficiais do Comando Aéreo Estratégico veem um objeto alongado soltar "pontos pretos" e se afastar devagar

Segundo o major Paul A. Duich, navegador da Força Aérea, ao menos 25 oficiais, praças e engenheiros de mísseis viram por cerca de 20 minutos um objeto alongado e imóvel no céu do poente, que mudou de cor, soltou um enxame de pontos escuros e se afastou para oeste. O relato está no relatório privado da NICAP de 1964, cuja cópia ficou nos arquivos da CIA.

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Página datilografada de relatório militar com cabeçalho Headquarters Kagnew Station, assunto Unidentified Objects e três parágrafos numerados.Documento oficial reproduzido em relatório privado

Arquivo da CIA1957Local: Kagnew Station, estação do Exército dos EUA com endereço postal militar APO 843, Nova York (a estação ficava em Asmara, na Eritreia)

Kagnew Station, 1957: militares do Exército veem uma "bola de metal" parada no céu e, à tarde, um disco que sai em ângulo reto

Um relatório de inteligência do Exército, assinado pelo capitão James A. Muncie, resume as declarações de cinco militares que viram uma grande bola de metal brilhante imóvel no céu, que sumia e reaparecia, e de um sargento e um capitão que viram dois objetos acastanhados, um deles com forma de disco, sair em ângulo reto. O documento chegou à NICAP, que o reproduziu no relatório de 1964 guardado pela CIA.

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Carta datilografada com cabeçalho Hq Sq Sec, First Air Force, Mitchel Air Force Base, endereçada a Donald E. Keyhoe, com quatro parágrafos entre aspas.Documento oficial reproduzido em relatório privado

Arquivo da CIA1957Local: Fort Devens, Massachusetts, EUA

Fort Devens, Massachusetts, 1957: oito objetos redondos cor de laranja cruzam o céu em 40 minutos, segundo a inteligência do Exército

Uma carta da Primeira Força Aérea à NICAP cita um informe segundo o qual oito objetos redondos, cor de laranja, silenciosos e sem luzes de navegação foram vistos do chão em Fort Devens numa noite de setembro de 1957. A NICAP reproduziu a carta em seu relatório de 1964, cuja cópia ficou nos arquivos da CIA.

Abrir o caso
Coluna de texto impresso em inglês com o parágrafo que começa com 1956 e trata de um R7V-2 Super Constellation da Marinha.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1956Local: Aproximação de Gander, Terra Nova (Newfoundland), Canadá, sobre o Atlântico Norte

Perto de Gander, Terra Nova, 1956: comandante de um transporte da Marinha diz que um disco gigante subiu do mar, voou ao lado do avião e foi visto no radar

Segundo relato obtido pelo contra-almirante reformado Delmer S. Fahrney e publicado pela NICAP, a tripulação de um R7V-2 Super Constellation da Marinha, com quase 30 aviadores a bordo, viu luzes subirem do oceano e se tornarem um disco enorme que voou ao lado do avião antes de partir. Gander teria acompanhado os dois no radar. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Abrir o caso
Página impressa em duas colunas; a da direita é uma transcrição em itálico com as falas marcadas Int, Ryan, Neff e Foster.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1956Local: Entre Albany e Oswego, Nova York, EUA, a partir de Schenectady; o voo seguiu até a margem sul do lago Ontário

Schenectady, Nova York, 1956: pilotos da American Airlines seguem uma luz até o lago Ontário enquanto a Força Aérea pede que mantenham o rumo

O comandante Raymond Ryan e o primeiro oficial William Neff, da American Airlines, contaram na TV que uma luz muito forte, primeiro parada sobre Schenectady, atravessou o céu e ficou à frente do avião, e que a Base de Griffiss pediu que abandonassem a escala em Syracuse para segui-la. A transcrição está no relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA.

Abrir o caso
Coluna de texto impresso em inglês com o título UFO Landing Reported e o subtítulo Air Force Investigation.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1961Local: De Wichita Falls a cerca de 4 a 5 milhas a sudoeste de Benjamin, condado de Knox, Texas, EUA

Benjamin, Texas, 1961: piloto segue uma luz vermelha por 90 minutos até ela parecer pousar num mato, e a Força Aérea o entrevista no dia seguinte

Segundo a NICAP, o piloto W. K. Rutledge e o passageiro George Thomas seguiram de avião um objeto vermelho brilhante que desceu em planeio e pareceu pousar num mato perto de Benjamin, enquanto o xerife e policiais procuravam por terra. No dia seguinte, um tenente da Força Aérea entrevistou o piloto. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Abrir o caso
Desenho a traço com pontos agrupados marcados UFOs, uma seta de 3 milhas a partir de Scarborough a 18.000 pés, Jorgensen a 42.000 pés e prédios marcados Dallas.Esboço de relatório privado (NICAP)

Arquivo da CIA1954Local: Cerca de 6 milhas a oeste de Dallas, Texas, EUA, em voo

Dallas, 1954: jatos dos Fuzileiros Navais avistam 16 objetos em grupos de quatro que mudam de cor e somem para o norte

Segundo a NICAP, o major Charles Scarborough, que liderava uma esquadrilha de jatos dos Fuzileiros Navais, viu 16 objetos em grupos de quatro à frente e acima; o capitão Roy Jorgensen, mais alto, viu-os abaixo da asa. Quando tentaram cercá-los, os objetos passaram de branco a laranja e sumiram. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

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Mapa de condado com um X perto de Corning, quadro hachurado com três astros e desenho de um objeto alongado com luzes vermelhas nas pontas e medidas de 150 e 40 pés.Croqui e mapa (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1960Local: Hoag Road, a leste de Corning, perto de Red Bluff, condado de Tehama, Califórnia, EUA

Corning, Califórnia, 1960: dois patrulheiros rodoviários dizem ter acompanhado por mais de duas horas um objeto que varria o chão com um facho vermelho

Os patrulheiros Charles A. Carson e Stanley Scott relataram por teletipo um objeto silencioso, com luzes vermelhas nas pontas, que descia, parava, se aproximava da viatura e lançava um facho vermelho sobre o chão. O relato chegou ao arquivo da CIA dentro de uma compilação privada da NICAP, que reproduz o teletipo, uma carta de Carson e o croqui do objeto.

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Mapa em preto e branco com divisas de condados, o lago Erie no alto e cinco círculos numerados com setas.Mapa (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1962Local: Arredores de Minerva, Poland, Canal Fulton e Hudson, nordeste de Ohio, EUA

Nordeste de Ohio, 1962: seis policiais em cinco pontos diferentes relatam luzes e objetos no céu no mesmo quarto de hora

Na madrugada de 18 de setembro de 1962, policiais estaduais, municipais e um delegado do xerife, em quatro condados vizinhos, relataram de forma independente luzes ou objetos a nordeste ou a leste. A NICAP reuniu os cinco relatos num mapa e sugere que viram fenômenos ligados entre si.

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Desenho à mão de um círculo com setas e anotações em inglês, ao lado de uma pequena Lua crescente, com legenda impressa embaixo.Croqui (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1963Local: Sunnyvale e Monta Vista, região da baía de San Francisco, Califórnia, EUA

Sunnyvale, Califórnia, 1963: policial descreve um disco de perfil, maior que a Lua cheia, que pulsava a cada três ou quatro segundos

Um grupo regional da NICAP localizou nove testemunhas de um objeto visto de madrugada na região da baía de San Francisco. O relato mais detalhado é o do policial Galen Anderson, de Sunnyvale, que o viu por cerca de 45 segundos e ajudou a preparar um croqui.

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Mapa desenhado à mão da costa de Hampton Roads com linhas tracejadas, setas e cinco círculos numerados, seguido de uma legenda em inglês.Diagrama (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1952Local: Chesapeake Avenue, perto da La Salle Avenue, margem norte de Hampton Roads, Hampton, Virgínia, EUA

Hampton, Virgínia, 1952: engenheiro de pesquisa aeronáutica descreve quatro luzes âmbar que se encontraram sobre Hampton Roads e partiram juntas

Paul R. Hill, engenheiro de pesquisa aeronáutica, e a mulher, Frances, disseram ter visto duas luzes âmbar girarem uma em torno da outra até que outras duas se juntassem a elas e as quatro partissem para o sul. Segundo a NICAP, Hill foi interrogado por um oficial de inteligência da Força Aérea da Base de Langley.

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Desenho simples em linhas de um corpo alongado com duas linhas paralelas atrás e raios na frente.Croqui (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1952Local: Dexter Road, no alto de Lyon Hill (Sleepy Hollow), cerca de quatro milhas a oeste do centro de Ann Arbor, condado de Washtenaw, Michigan, EUA

Ann Arbor, Michigan, 1952: professor de biologia vê pelo binóculo quinze objetos em formação, com caudas de comprimento fixo, em pleno dia

Charles H. Otis, professor emérito de biologia da Bowling Green State University, enviou à NICAP um relato detalhado de quinze objetos silenciosos em formação, com um brilho forte na frente e duas caudas atrás. Ele os acompanhou com um binóculo até o horizonte e viu um deles sair da formação em grande velocidade.

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Coluna de texto impresso com título em letras grandes e citações entre aspas.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Céu a sudeste de Poughkeepsie, Nova York, rumo a Connecticut; acompanhamento no Centro de Filtragem da Força Aérea em White Plains, Nova York, EUA

Nova York, 1954: supervisor civil da defesa aérea relembra objeto laranja seguido por observadores, por dois radares e por jatos que decolaram para interceptá-lo

James C. Beatty, que chefiava equipes civis no Centro de Filtragem da Força Aérea em White Plains, contou em palestra gravada que observadores do Ground Observer Corps, dois radares e jatos de duas bases acompanharam um objeto laranja que, na hora da interceptação, girou em luzes coloridas e subiu até sumir. O relato é uma lembrança registrada anos depois e reproduzida pela NICAP.

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Coluna de texto impresso com título em letras grandes e longa citação entre aspas.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1955Local: Cincinnati e Mount Healthy, condado de Hamilton, Ohio, EUA

Cincinnati, 1955: segundo Leonard Stringfield, jatos da Guarda Aérea Nacional decolaram depois de radar e observadores relatarem objetos sobre a cidade

Num livro publicado por conta própria, Leonard H. Stringfield contou que jatos da Guarda Aérea Nacional chegaram a Cincinnati em 12 minutos depois que radares e observadores voluntários relataram três objetos. O relato, reproduzido pela NICAP, diz que os jatos fizeram contato e o objeto fugiu, mas Stringfield não viu nada por causa da visibilidade.

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Mapa simples com contornos de cidades, círculos numerados com setas e, abaixo, uma faixa de tempo com pequenas formas de disco, crescente e traço.Diagrama (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1955Local: Arredores de Alliance, North Georgetown e Akron, Ohio, EUA

Alliance e Akron, Ohio, 1955: oito pessoas em três lugares relatam ao pôr do sol um objeto que passou de disco a crescente e a charuto

Walter N. Webb, depois consultor da NICAP, reuniu relatos de três grupos que, ao pôr do sol de 2 de outubro de 1955, viram baixo no oeste um objeto brilhante e parado que parecia mudar de forma. O relatório monta uma sequência de fases num diagrama e anexa relatos do mesmo dia em Uhrichsville, onde teriam caído fios parecidos com teia.

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Desenho em preto e branco de um objeto alongado e inclinado com marcas ao longo do corpo e setas indicando luz vermelha no alto e luz branca embaixo.Desenho (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1961Local: Rodovia U.S. 81, na chegada a Grafton, Dakota do Norte, EUA

Grafton, Dakota do Norte, 1961: metalurgista e a mulher veem um charuto inclinado, com fileira de janelas iluminadas, parado sobre um campo arado

Melvin C. Vagle Jr., metalurgista da Minneapolis-Honeywell, contou à NICAP que ele e a mulher pararam ao lado de um objeto em forma de charuto, inclinado sobre um campo, com uma luz branca piscando numa ponta, uma vermelha na outra e uma fileira de janelas. Um fazendeiro da região relatou, no mesmo fim de tarde, um charuto avermelhado.

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Coluna de texto impresso com cabeçalhos From e Subject e assinaturas.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1951Local: Cerca de 10 milhas a leste de St. Croix Falls, Wisconsin (10/10), e poucas milhas ao norte de Minneapolis, Minnesota (11/10), EUA

Minnesota e Wisconsin, 1951: supervisor de balões da General Mills relata em memorandos objetos brilhantes que aceleraram e subiram em espiral, um deles visto no teodolito

J. J. Kaliszewski, supervisor de fabricação de balões dos laboratórios de pesquisa aeronáutica da General Mills, descreveu em dois memorandos objetos vistos do avião durante o acompanhamento de balões de pesquisa. No segundo dia, observadores da estação de rastreamento disseram ter captado alguns deles de relance no teodolito.

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Desenho em preto e branco de objeto achatado com anel sobre montanhas escurasDesenho a partir de fotografia (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1958Local: Ilha da Trindade, Brasil, a bordo do navio Almirante Saldanha

Ilha da Trindade, 1958: as quatro fotos feitas do navio Almirante Saldanha na avaliação da NICAP

O relatório privado da NICAP, cuja cópia está no arquivo da CIA, resume o caso das quatro fotos de um objeto em forma de Saturno feitas por Almiro Baraúna do convés do Almirante Saldanha, em 16 de janeiro de 1958. A organização rebate a acusação de fraude feita por Donald Menzel, conclui que as fotos parecem autênticas e pede que Brasil e Estados Unidos abram os laudos.

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Fotograma escuro com ponto claro circulado e quadro ampliado de mancha luminosaFotograma de filme reproduzido no relatório NICAP

Arquivo da CIA1962Local: Salto Ángel (Angel Falls), Venezuela; filmagem feita de um avião DC-3 de turismo

Salto Ángel, Venezuela, 1962: turista filma de um DC-3 um objeto amarelado subindo diante da montanha

Segundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, o turista Ali R. Diaz, de Caracas, filmou em cores um objeto amarelado em forma de gota subindo diante do Auyantepui durante um voo turístico ao Salto Ángel. Quando o relatório foi escrito, o filme estava com um cientista nos Estados Unidos para análise, e o adido da Força Aérea americana já o tinha visto.

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Coluna datilografada do relatório NICAP com o título March 23, 1957; Los Angeles, Calif.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1957Local: Região de Los Angeles, Califórnia, EUA (Downey, Pasadena, Base Aérea de Oxnard e vale de Santa Rosa)

Los Angeles, 1957: centenas de chamadas, observadores em Oxnard e alvos muito rápidos num radar civil

O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, junta os relatos de uma noite de março de 1957 em Los Angeles: chamadas à polícia, observadores no centro de filtragem de Pasadena, a mulher de um capitão de Oxnard e um caça F-89 enviado. A peça central é um relato confidencial atribuído a um operador de radar da CAA, que teria cronometrado alvos a 3.600 milhas por hora.

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Trecho datilografado com o título August 5, 1952; Haneda AFB, JapanPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Base Aérea de Haneda, Tóquio, Japão

Haneda, Japão, 1952: controladores veem luz com forma escura, radar acompanha e F-94 trava o alvo

O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, resume o caso de Haneda: dois controladores da torre viram uma luz brilhante com uma forma circular escura atrás, o radar de terra a acompanhou e um F-94 obteve travamento de radar. Segundo a NICAP, o objeto partiu a 300 nós dividindo-se em três ecos, e o caso ficou oficialmente como desconhecido.

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Trecho datilografado com o título March 8, 1950; Nr Dayton, OhioPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1950Local: Perto de Dayton, Ohio, EUA (área de Vandalia e Base Aérea de Wright-Patterson)

Dayton, 1950: pilotos da TWA, torre e radar da Wright-Patterson acompanham objeto brilhante parado no alto

Segundo o relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, três pilotos da TWA, mais de 20 pessoas da área de Vandalia, a torre e pessoal do centro de inteligência técnica da Força Aérea viram um objeto brilhante parado a grande altura. O radar teve um alvo na mesma posição, e dois pilotos de F-51 disseram vê-lo redondo e metálico antes de voltar por causa das nuvens.

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Trecho datilografado com o título Fall 1951; Korean AreaPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1951Local: Área da Coreia, sobre uma frota com porta-aviões de escolta (classe CVE)

Coreia, 1951: aviador naval diz que alvo de radar se pôs atrás do seu avião e foi seguido por 14 radares da frota

Numa carta de 1957 reproduzida em parte no relatório privado da NICAP guardado pela CIA, o capitão de corveta M. C. Davies, da Marinha dos EUA, conta que um alvo de radar que circulava a frota se colocou atrás do seu avião antissubmarino por cerca de cinco minutos e partiu a mais de mil milhas por hora. Segundo ele, o navio informou que 14 radares o acompanhavam.

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Folha datilografada com o cabeçalho Federal Aviation Agency, horários 1259Z, 1310Z e 1511Z e assinatura de L. E. Davis.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1959Local: Redmond, Oregon, EUA (aeroporto e arredores)

Redmond, Oregon, 1959: policial e operadores da FAA veem uma luz que sobe para as nuvens quando jatos se aproximam

Um extrato do diário da estação da FAA em Redmond, reproduzido pela NICAP no relatório The UFO Evidence (1964), descreve uma luz que pairou, mudou de cor e subiu para as nuvens quando um avião rápido se aproximou, e um eco de radar ao sul da cidade. A Força Aérea deu ao caso, em sequência, as explicações de balão, dados insuficientes, falso eco de radar e planeta Vênus.

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Carta datilografada com brasão do Canadá, cabeçalho Department of National Defence, Royal Canadian Air Force, assinada por W. B. Totman.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1953Local: Lago Superior, ao largo da ponta de Keweenaw, Michigan, EUA; o caça partiu da base aérea de Kinross

Lago Superior, 1953: um F-89 enviado atrás de um eco de radar some da tela e nunca é encontrado

Segundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, um interceptador F-89C da base de Kinross foi guiado por radar até um alvo não identificado sobre o Lago Superior, e os dois ecos se fundiram e sumiram da tela. A Força Aérea disse depois que o alvo era um C-47 canadense; a Força Aérea Real Canadense respondeu a dois leitores que não tinha registro de tal interceptação.

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Coluna de texto impresso com o título The Sheffield Lake Case e os subtítulos Air Force e Akron UFO Research Committee.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1958Local: Sheffield Lake, Ohio, EUA

Sheffield Lake, Ohio, 1958: moradora vê um disco com cúpula a poucos pés do chão, e a Força Aérea culpa um trem e um holofote

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA conta que a sra. William Fitzgerald viu um objeto em forma de disco com cúpula a poucos pés do chão junto a uma casa. A Força Aérea atribuiu o caso ao farol giratório de um trem e ao holofote de um barco da Guarda Costeira; um grupo civil de Akron contestou ponto por ponto.

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Trecho de página impressa com o título The Sheneman Case.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1955Local: Arredores de Willoughby, Ohio, EUA (cerca de 20 milhas a leste de Cleveland)

Willoughby, Ohio, 1955: casal vê um disco com janelas sobre a casa, e um major do ATIC fala em protótipo Avro

Segundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, W. M. Sheneman e a esposa viram um grande objeto circular pairar com feixes de luz e janelas perto de casa. Um major do ATIC teria tentado por três horas convencê-los de que viram um teste do disco canadense Avro, com base numa ilustração artística.

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Desenho em traço de um objeto cilíndrico com ponta arredondada, três faixas escuras e uma borda larga na extremidade direita, com legenda datilografada.Desenho

Arquivo da CIA1951Local: Céu sobre o monte Kilimanjaro, visto de um avião que partira de Nairóbi, Quênia (o relatório diz "Quênia, África")

Monte Kilimanjaro, 1951: tripulação de um Lodestar da East African Airways vê um objeto metálico parado no céu por 17 minutos

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume o relato do capitão Jack Bicknell, da East African Airways, publicado num jornal de Nairóbi: um objeto metálico em forma de projétil, com faixas escuras e uma aleta, ficou parado acima do Kilimanjaro e depois subiu para o leste. A NICAP publica um desenho do objeto, sem dizer quem o fez.

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Bloco de texto com o título North Pacific e, abaixo, um mapa quadriculado de 180 a 150 graus de longitude com as letras A, B e C, Midway e Havaí.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1961Local: Pacífico Norte, entre Midway e o Havaí (navio S.S. Iberville e dois aviões de linha)

Pacífico Norte, 1961: um navio e dois aviões de linha veem ao mesmo tempo um halo gigante cruzar o céu antes do amanhecer

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA junta três relatos de 21 de setembro de 1961: o do navio americano Iberville, publicado no Aviso aos Navegantes da Marinha, o de um avião da BOAC e o de um da Pan American. Todos descrevem uma massa luminosa que cresceu como um halo e seguiu para sudeste.

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Coluna de texto impresso que começa com "plane. The smaller objects were stretched out in a line" e termina antes do título Notes.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Cerca de 150 milhas ao sul de Goose Bay, Labrador, a nordeste de Sept-Îles (Seven Islands), Canadá

Labrador, 1954: tripulação de um Stratocruiser da BOAC acompanha por 18 minutos um objeto grande e seis menores

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume o relato que o comandante James Howard, da BOAC, deu a um jornal de Londres: um objeto escuro e mutável, cercado de seis objetos menores, acompanhou o avião em rota paralela até sumir, enquanto um caça era enviado de Goose Bay.

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Recorte de página datilografada em duas colunas com o relato do capitão Carpenter sobre luzes perto de Denver.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Céu de Denver, Colorado, EUA, com as luzes ao sul da cidade

Denver, 1952: piloto da American Airlines vê luzes amarelas indo e voltando a 17 mil pés, segundo a NICAP

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que o capitão Paul L. Carpenter, da American Airlines, viu sobre Denver luzes amarelas que corriam para um lado e para o outro. Ele estimou 3.000 milhas por hora, número que depende inteiramente da distância que supôs.

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Recorte de texto datilografado sobre o avistamento de um coronel num F-84 entre Hermanas e El Paso.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Entre Hermanas, Novo México, e El Paso, Texas, EUA

Hermanas e El Paso, 1952: coronel da Força Aérea num F-84 vê dois objetos prateados voando lado a lado, segundo a NICAP

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que um coronel da Força Aérea, num F-84, viu dois objetos redondos e prateados lado a lado, que sumiram e reapareceram. A NICAP atribui a frase do coronel a um relatório de inteligência da Força Aérea que não reproduz.

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Recorte de coluna datilografada com datas de setembro de 1962 à esquerda e descrições dos relatos à direita.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1962Local: Nordeste de Nova Jersey, sobretudo Oradell e Hawthorne, e West Nyack, Nova York, EUA

Oradell e Hawthorne, 1962: duas semanas de luzes e discos vistos por policiais no nordeste de Nova Jersey, segundo a NICAP

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, descreve uma série de relatos entre 15 e 28 de setembro de 1962 perto de Oradell e Hawthorne, muitos feitos por policiais. A entidade a classifica como concentração de avistamentos, sem investigação oficial publicada.

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Recorte de página com o título Illinois Sightings e um parágrafo em itálico.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1963Local: Condado de Wayne, arredores de Fairfield e Mount Vernon, Illinois, EUA

Sul de Illinois, 1963: três relatos de luzes e objetos perto de estradas, com avião de propaganda e Júpiter no meio, segundo a NICAP

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, resume três relatos do sul de Illinois em agosto de 1963, dois deles com objetos que acompanhavam carros. A própria NICAP avisa que um avião de propaganda e o planeta Júpiter produziram relatos falsos no mesmo período.

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Desenho em preto e branco de elipses inclinadas dentro de um cone com seta, e legenda datilografada sobre Pohang, Coreia, outono de 1954.Ilustração do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Pohang, Coreia do Sul

Pohang, Coreia, 1954: observador meteorológico dos fuzileiros vê sete luzes laranja que balançavam de um lado a outro, segundo a NICAP

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, traz uma ilustração do relato de John A. Potter, observador meteorológico do Corpo de Fuzileiros Navais, que viu sete objetos laranja em formação, cada um balançando de um lado para o outro. O desenho mostra o movimento descrito, não é foto do episódio.

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Coluna de texto impresso com o título The Olden Moore Case.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1957Local: Campo no cruzamento da Hart Road com a Route 86, perto de Montville, condado de Geauga, Ohio, EUA

Montville, Ohio, 1957: Olden Moore diz ter visto um objeto descer num campo, e a defesa civil mede radiação

Segundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, o estucador Olden Moore viu uma luz se dividir e uma parte descer num campo de Ohio, onde ele a observou por cerca de 15 minutos. No dia seguinte, a defesa civil encontrou marcas no chão e mediu radiação acima do normal.

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Coluna de texto impresso com os títulos White Sands Military Police Patrols e White Sands Engineer.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1957Local: Campo de mísseis de White Sands, perto do antigo bunker do primeiro teste atômico, Novo México, EUA

White Sands, 1957: duas patrulhas da polícia militar veem uma luz descer sobre o bunker do primeiro teste atômico

Segundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, dois policiais militares de White Sands viram um objeto luminoso descer sobre o bunker do primeiro teste atômico na madrugada de 3 de novembro de 1957. À noite, outra patrulha viu uma luz parada sobre o mesmo bunker subir e sumir.

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Coluna de texto impresso com o título August 1960; Northern California e a cronologia dos principais casos.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1960Local: Norte da Califórnia (Red Bluff, Corning, Mineral, Eureka, Santa Rosa, Roseville, Folsom, Dunsmuir, Honeydew e outros), EUA

Norte da Califórnia, 1960: seis noites de luzes vermelhas e 14 policiais entre as testemunhas

O relatório da NICAP guardado pela CIA reúne uma série de avistamentos em seis noites de agosto de 1960 no norte da Califórnia. A lista de testemunhas inclui 14 policiais, entre patrulheiros estaduais e auxiliares de xerife.

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Coluna de texto impresso com o título Argentine Concentration, 1962.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1962Local: Bahía Blanca, base aeronaval Comandante Espora e outras localidades da Argentina

Argentina, 1962: pilotos navais de Espora, um pouso na estrada de La Pampa e amostras analisadas pela Marinha

O relatório da NICAP guardado pela CIA resume uma onda de relatos na Argentina entre maio e setembro de 1962, com base em informes da embaixada argentina em Washington e em jornais de Buenos Aires. Os casos mais detalhados envolvem oficiais e alunos-pilotos da Marinha perto de Bahía Blanca.

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Fotografia de céu noturno com muitas estrelas, uma linha branca tracejada na diagonal e um traço fino contínuo abaixo dela.Fotografia de câmera de rastreamento (reprodução no relatório NICAP)

Arquivo da CIA1959Local: Estação de câmera de rastreamento de satélites de Mitaka, Tóquio, Japão

Tóquio-Mitaka, 1959: câmera de rastreamento de satélites registra um rastro fora da posição do Vanguard 2

Segundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, uma câmera do programa de rastreamento de satélites do Smithsonian em Mitaka, Tóquio, fotografou em 14 de abril de 1959 um objeto brilhante fora da posição prevista para o satélite Vanguard 2. A foto, reproduzida no relatório, mostra um rastro luminoso entre as estrelas.

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Página datilografada com o cabeçalho do tribunal, o quadro com os nomes das partes e o título Declaration of Delores M. Nelson.Documento oficial

Arquivo da CIA2010Local: Washington, D.C., EUA (Tribunal Distrital do Distrito de Colúmbia)

Washington, 2010: a CIA declara à Justiça que não achou registro da suposta reunião de 1987 sobre o voo JAL 1628

Numa declaração de janeiro de 2010, a coordenadora de FOIA da CIA, Delores M. Nelson, descreve as buscas feitas para atender ao pesquisador Larry W. Bryant e afirma que nenhum registro da alegada reunião de 1987 na FAA sobre o voo 1628 foi encontrado. Para casos aéreos posteriores a 1986, só apareceram três documentos de outras agências.

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Topo de uma impressão de e-mail com campos De e Para tarjados, carimbo 2006 JUN 14 AM 8:30 e as marcas (b)(3) e (b)(6) na margem direita.Fac-símile de documento

Arquivo da CIA2006Local: Washington, D.C. (endereço da CIA nas cartas)

Washington, 2006: Larry Bryant recorre à CIA por arquivos de McCarthy e de Corso, e a agência diz não ter registros

Em 2006, o pesquisador Larry W. Bryant recorreu à CIA de duas respostas a pedidos FOIA: uma sobre o ex-capitão John Joseph McCarthy Jr., que ele ligava a uma operação chamada Project Cherry, e outra sobre Philip J. Corso, que ele associava ao suposto painel MJ-12. A CIA respondeu que não encontrou registros sobre McCarthy, que uma busca anterior nada achara sobre Corso e que havia papéis do OSS sobre Corso nos Arquivos Nacionais.

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Foto em preto e branco de alto contraste: homem de boné de pé ao lado de uma armação retangular, com arbustos e galhos secos ao redor.Fotografia de investigação de campo

Arquivo da CIA1967Local: Margem do lago St. Clair, Michigan, EUA

Lago St. Clair, Michigan: o centro de imagens da CIA mede fotos de um suposto UFO e não consegue dizer se são autênticas

Em 1967, o centro de interpretação fotográfica administrado pela CIA mediu fotos de um suposto UFO tiradas na margem do lago St. Clair, em Michigan, a partir de cópias ruins enviadas pela Força Aérea. O memorando estimou dimensões com base em premissas declaradas e concluiu que não podia afirmar nem fraude nem autenticidade: o resultado foi inconclusivo.

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Página datilografada do regulamento AFR 200-2 com índice, carimbo de liberação e anotação manuscritaPágina de documento oficial

Arquivo da CIA1958Local: Washington, D.C., EUA (Departamento da Força Aérea)

Washington, 1958: o regulamento AFR 200-2 manda investigar todo UFO e só divulgar ao público os casos já identificados

O Regulamento da Força Aérea 200-2, de fevereiro de 1958, define o que era um UFO, divide entre as bases e o ATIC a tarefa de investigar e analisar os relatos e manda divulgar à imprensa só os casos identificados como objetos conhecidos. A cópia integral, com sete páginas, está no arquivo CREST da CIA.

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Ilustração em preto e branco das cúpulas em forma de cebola da Catedral de São Basílio, com um objeto alongado no céu e o título The UFO GapRecorte de revista

Arquivo da CIA1967Local: Estados Unidos e União Soviética (artigo publicado nos EUA)

EUA e URSS, 1967: na Playboy, J. Allen Hynek alerta para um "atraso" americano nos UFOs e critica o Projeto Blue Book

A CIA guardou no seu arquivo uma cópia do artigo "The UFO Gap", em que o astrônomo J. Allen Hynek, consultor da Força Aérea, diz temer que a União Soviética estivesse à frente no estudo dos UFOs e critica o tamanho e os métodos do Projeto Blue Book. O texto cita o cientista soviético Felix Zigel, propõe um programa de pesquisa com índices de estranheza e de credibilidade e resume três relatos de sua coleção, sem datas nem nomes.

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Memorando datilografado da CIA de 3 de junho de 1977, com assinatura de Anthony A. Lapham, tarjas pretas e carimbo de aprovação para liberaçãoFac-símile de memorando

Arquivo da CIA1977Local: CIA, Washington, EUA (carta enviada pelo Stanford Research Institute, de Menlo Park, Califórnia)

Washington, 1977: o conselheiro jurídico da CIA repassa, com ceticismo, uma proposta do Stanford Research Institute para estudar o "fenômeno UFO global"

Em junho de 1977, o conselheiro jurídico-geral da CIA, Anthony A. Lapham, encaminhou à área de pesquisa e desenvolvimento da agência uma carta do Stanford Research Institute que propunha um amplo projeto de pesquisa sobre UFOs. Lapham disse suspeitar fortemente que não haveria interesse, e as três páginas não mostram resposta, reunião ou contratação.

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Recorte de jornal em duas colunas com o título UFO's and the CIA, anotação manuscrita de data 24 de abril de 1967 e carimbo de liberação da CIARecorte de jornal

Arquivo da CIA1967Local: Washington, D.C., EUA (palestra citada); jornal identificado à mão como Boston Herald

EUA, 1967: jornal repercute a acusação de James McDonald de que a CIA pediu à Força Aérea para "desmistificar" os discos voadores

Um editorial de 24 de abril de 1967, guardado pela CIA, repercute a acusação do físico James E. McDonald de que a agência pediu em 1953 uma política sistemática de desmistificação dos discos voadores. O texto registra a alegação de McDonald e a opinião do jornal, sem documento interno que a comprove.

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Página de revista com o título U.F.O. Files: The Untold Story em letras grandes e texto em quatro colunasRecorte de revista

Arquivo da CIA1975Local: Bases aéreas de Loring (Maine), Wurtsmith (Michigan), Malmstrom (Montana) e Minot (Dakota do Norte), EUA, e estação das Forças Canadenses em Falconbridge (Ontário), Canadá

Loring, Malmstrom e outras bases, 1975: a reportagem do New York Times, guardada pela CIA, sobre objetos vistos sobre bases de mísseis e bombardeiros

A CIA guardou a primeira página de uma reportagem da New York Times Magazine de 1979 que cita uma mensagem confidencial do Departamento de Defesa sobre objetos suspeitos vistos por militares em bases dos EUA e do Canadá no fim de 1975, com detalhes de radar, caças F-106 e luzes em Malmstrom. A fonte é a reportagem, não a mensagem militar original, que não está no acervo.

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Recorte de jornal em quatro colunas com o título 1966 Good Year for UFO Reports e a assinatura de Robert BarrowRecorte de jornal

Arquivo da CIA1966Local: Sebring, Flórida, EUA

Sebring, Flórida, 1966: piloto diz ter sido acompanhado por um objeto em forma de cone que não conseguiu despistar

Uma carta de leitor publicada em janeiro de 1967 no Post-Standard de Syracuse, e guardada no arquivo da CIA, conta que em setembro de 1966 um piloto em Sebring, na Flórida, foi acompanhado por vários minutos por um objeto em forma de cone que fazia muito barulho. A fonte é uma carta de um entusiasta do tema, baseada em boletim da NICAP, e não um relatório oficial.

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Recorte de jornal em quatro colunas com o título 1966 Good Year for UFO Reports e a assinatura de Robert BarrowRecorte de jornal

Arquivo da CIA1966Local: Ilha do Príncipe Eduardo, Canadá (dois locais a 45 milhas um do outro, não nomeados)

Ilha do Príncipe Eduardo, 1966: oito militares da Força Aérea canadense e dois pescadores veem um objeto redondo subir em alta velocidade

Uma carta de leitor publicada em janeiro de 1967 no Post-Standard de Syracuse, e guardada no arquivo da CIA, diz que em 21 de setembro de 1966 oito membros da Real Força Aérea Canadense e dois pescadores viram um objeto redondo e brilhante pairar perto do chão e disparar para cima. A fonte é uma carta baseada em boletim da NICAP, e não um relatório militar.

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Folha datilografada em maiúsculas com cabeçalho do FBIS, texto de uma nota da Kyodo sobre Hakui e carimbo de liberação no rodapé.Recorte de jornal

Arquivo da CIA1994Local: Hakui, província de Ishikawa, Japão (nota enviada de Kanazawa)

Hakui, Japão, 1994: cidade litorânea planeja centro internacional de estudo de UFOs com documentos obtidos nos EUA

Uma nota da agência japonesa Kyodo, captada pelo serviço de monitoramento de imprensa do governo americano e guardada pela CIA, anuncia que Hakui queria construir um centro de estudo de UFOs com mais de 10 mil documentos oficiais. A nota repete, sem conferir, a alegação de que um relatório do FBI de 1950 trataria de corpos alienígenas recuperados perto da fronteira mexicana.

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Folha com o logotipo Radio TV Reports, campos de programa, emissora, data e assunto, e texto datilografado da fala de Bob Schieffer.Transcrição de rádio

Arquivo da CIA1981Local: Washington, D.C., EUA (rádio WTOP, rede CBS)

Washington, 1981: rádio CBS noticia processo do grupo CAUSE para abrir os arquivos de UFOs da NSA

A CIA guardou a transcrição de um comentário de Bob Schieffer na rádio CBS sobre a ação de Peter Gersten e do grupo CAUSE para obter arquivos de UFOs da NSA. A reportagem cita, como suposição do grupo, um relatório sobre um UFO que teria derrubado um MiG russo sobre Cuba, sem mostrar o documento.

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Croqui em preto e branco com estradas, um morro, as localidades de Ligonier e Rector e quatro ovais ao lado de uma meia-luaMapa

Arquivo da CIA1961Local: Ligonier, Pensilvânia, EUA (o observador morava em Derry)

Ligonier, Pensilvânia, 1961: engenheiro segue de carro, por 45 minutos, quatro objetos luminosos que voavam em fila

No relatório privado The UFO Evidence, que ficou guardado nos arquivos da CIA, a NICAP reproduz o formulário de um engenheiro da Pensilvânia que diz ter visto quatro objetos luminosos em linha e os acompanhado de carro, a uns 30 km/h, até sumirem atrás de uma montanha. O formulário traz um mapa feito pela testemunha e respostas a perguntas iguais às usadas pela Força Aérea.

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CIA

Cherry Valley, Nova York, 1954: engenheiro vê um disco silencioso passar baixo sobre sua fazenda, parar de repente e subir para as nuvens

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA cita uma carta em que o major A. B. Cox, engenheiro formado em Yale, descreve um objeto em forma de lente, com uns 10 metros de diâmetro, que passou silencioso perto de sua fazenda, parou bruscamente e subiu em ângulo até sumir nas nuvens. É um relato individual, contado mais de um ano depois.

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CIA

Artesia, Novo México, 1951: técnicos de balões da General Mills relatam dois discos que circularam um balão Skyhook e partiram

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir do livro do ex-chefe do Projeto Blue Book Edward Ruppelt, um caso em que funcionários da General Mills e outras pessoas, acompanhando um balão de pesquisa Skyhook, viram dois discos se aproximarem, darem uma volta ao redor do balão e sumirem no horizonte. É relato de segunda mão, sem os depoimentos originais.

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CIA

Noruega, 1954: passageiros de três aviões de uma expedição do eclipse dizem ter visto e filmado dois discos prateados

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA afirma que, durante o eclipse total do Sol de 30 de junho de 1954, cerca de 50 pessoas a bordo de três aviões de uma expedição científica viram dois grandes discos prateados descerem das nuvens e cruzarem o horizonte, e que o cinegrafista da expedição filmou uns 10 segundos. O filme não está reproduzido no livro, e as passagens sobre o caso divergem em local e datas.

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Desenho a traço de quatro ovais brilhantes sobre os trilhos à frente de uma locomotivaIlustração

Arquivo da CIA1958Local: Clinton County, centro de Indiana, perto de Rossville, EUA

Clinton County, Indiana, 1958: tripulação de um trem de carga da Monon diz que quatro luzes acompanharam o trem por mais de uma hora

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA conta que os cinco tripulantes de um trem de carga da ferrovia Monon viram quatro luzes brancas cruzarem à frente da locomotiva, percorrerem o trem de ponta a ponta e segui-lo por cerca de 70 minutos, afastando-se quando o chefe do trem apontou para elas uma lanterna forte. Os tripulantes foram entrevistados por Frank Edwards, membro do conselho da entidade.

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CIA

White Sands, 1949: cinco postos de rastreamento relatam dois objetos circulares que subiram atrás de um míssil e o ultrapassaram

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir de um artigo da revista True de março de 1950, um caso em que dois objetos circulares teriam surgido logo depois do lançamento de um míssil em White Sands, subido atrás dele, atravessado o jato do motor e o ultrapassado. Segundo a NICAP, cinco postos de observação viram a cena, e o chefe da equipe de rastreamento da Marinha confirmou o caso.

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CIA

Himalaia, 1926: o explorador Nicholas Roerich e sua caravana veem um objeto oval e brilhante cruzar o céu, segundo a NICAP

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir de um livro do próprio explorador, um avistamento de 1926: enquanto observavam uma águia, Nicholas Roerich e membros de sua caravana viram, muito acima, um objeto oval e brilhante que seguia para o sul em alta velocidade e depois virou para sudoeste. A NICAP usa o caso para argumentar que os OVNIs não poderiam ser aparelhos secretos do pós-guerra.

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Mapa a traço com a palavra Paris à esquerda, Terre Haute embaixo e Greencastle à direita, setas ligando os círculos numerados 1, 2 e 3, um pequeno avião, escala de 10 milhas e a legenda October 9, 1951.Diagrama de relatório privado (NICAP)

Arquivo da CIA1951Local: Aeroporto Municipal de Terre Haute, Indiana, e arredores de Paris, Illinois, EUA

Terre Haute e Paris, 1951: dois funcionários da aviação civil veem um objeto achatado cruzar o aeroporto, e dois minutos depois um piloto encontra um objeto parado no ar

Segundo a NICAP, dois funcionários da Administração de Aeronáutica Civil viram um objeto redondo e achatado passar sobre o aeroporto de Terre Haute em 15 segundos, e dois minutos depois um piloto particular perto de Paris, Illinois, encontrou um objeto parado que disparou quando ele se aproximou. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

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Desenho a nanquim de uma paisagem rural com cerca em primeiro plano, celeiro com silo e casa, um disco no alto e outro mais abaixo, um rastro tracejado à direita e legenda em letras de forma embaixo.Desenho de testemunha reproduzido pela NICAP

Arquivo da CIA1959Local: Rodovia U.S. 14, uma milha ao norte da divisa entre Illinois e Wisconsin, perto de Walworth, Wisconsin, EUA

Walworth, Wisconsin, 1959: ex-controlador de torre para o carro e vê um objeto branco descer e partir deixando um rastro de faíscas

O desenhista Gordon Higgins, que fora operador de torre e controlador de voo na Força Aérea, viu da estrada um objeto branco e brilhante descer devagar e depois disparar na horizontal, deixando faíscas e mudando para laranja. O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, publica o desenho que ele fez da cena.

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Coluna de texto impresso em inglês com o título Bomber Paced by UFO e, no meio, um quadro com texto manuscrito em letra cursiva e um pequeno desenho de esfera.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1944Local: Céu de Palembang, Sumatra (atual Indonésia), durante missão de bombardeio partida do Ceilão

Palembang, Sumatra, 1944: comandante de B-29 diz que uma esfera vermelha com halo seguiu o bombardeiro por oito minutos depois do ataque

O capitão Alvah M. Reida, comandante de um B-29, relatou à NICAP que, depois de bombardear Palembang, um objeto esférico vermelho ou laranja, com halo, acompanhou seu avião a 500 jardas por cerca de oito minutos, repetindo cada manobra evasiva. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

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Dois trechos de texto impresso em inglês, o primeiro com título grande Cigar-Shaped UFO Near AF Transport e o segundo começando com I observed what I thought to be a shooting star.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1946Local: Em voo a 4.000 pés, a nordeste de Tampa, Flórida, EUA

Perto de Tampa, 1946: tripulação de um C-47 da Força Aérea vê um objeto cilíndrico com "vigias" luminosas cruzar a rota

O capitão Jack Puckett, oficial de segurança de voo do Comando Aéreo Tático, contou à NICAP que, a caminho de MacDill, ele, o copiloto e o mecânico viram um objeto longo e cilíndrico, do dobro do tamanho de um B-29, com vigias luminosas e um jorro de fogo atrás. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

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Coluna de texto impresso em inglês com o título Disc Buzzes Fighter Plane.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1951Local: Céu de Augusta, Geórgia, EUA

Augusta, Geórgia, 1951: tenente diz que um disco branco passou várias vezes rente ao seu F-51, quase tocando a hélice e a cabine

Segundo uma reportagem do Cleveland Press de 1952 resumida pela NICAP, o tenente George Kinman contou que um disco branco, oval e grosso, do dobro do tamanho do seu caça, veio de frente várias vezes durante 5 a 10 minutos, passando rente à hélice e, na última vez, sobre a cabine.

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Coluna de texto impresso em inglês com o título Radar, Pilot, Spot Elliptical UFO.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Base Aérea de MacDill e arredores, Tampa, Flórida, EUA

MacDill, Flórida, 1952: radar capta um alvo a 40.000 pés e um B-29 sai à procura, vê uma luz branca em forma de bola de futebol americano e a perde ao persegui-la

Segundo uma carta de Don Widener, então sargento que registrava avistamentos para o Projeto Blue Book em MacDill, o radar da base captou um objeto a 40.000 pés, e um B-29 pilotado por um coronel o procurou até a meia-noite, viu uma luz branca em forma de bola de futebol americano e a perdeu quando tentou persegui-la.

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Coluna de texto impresso em inglês com o título Jet Instructor Observes Circling UFO e uma lista de tempos de T a T+25.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1953Local: Céu sobre a Base Aérea de Laredo, Texas, EUA

Laredo, Texas, 1953: instrutor de jato num T-33 acompanha por 25 minutos um objeto em forma de charuto que deixava um rastro de comprimento constante

O primeiro-tenente Edward B. Wilford III, instrutor de jato, relatou à NICAP que num voo de teste num T-33 viu um objeto marrom em forma de charuto, com um rastro de condensação sempre do mesmo tamanho, circular a base de Laredo e sumir a noroeste, sempre muito acima dele. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

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Texto impresso em inglês em duas colunas sob o título UFOs Observed by Navy and Marine Corps Pilots.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1949Local: Vários lugares dos EUA: Longview (Washington), Daggett (Califórnia), Tombstone (Arizona), Virgínia, Carolina do Norte, Ohio, Flórida, Califórnia e Luisiana

Marinha e fuzileiros navais, 1949-1962: dez relatos de pilotos e militares reunidos pela NICAP, de um disco sobre uma exibição aérea a uma cúpula giratória sobre uma base na Luisiana

A seção sobre Exército, Marinha e fuzileiros do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, narra uma série de relatos de oficiais e pilotos navais. Este dossiê reúne os dez que a NICAP descreve em parágrafo próprio e que não têm dossiê separado no portal.

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Coluna de texto impresso em inglês que começa com Private pilots, also, have witnessed typical geometrical UFOs.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1948Local: Vários lugares dos EUA e rotas aéreas do Atlântico e do Caribe

Pilotos de linha aérea e particulares, 1948-1963: dezesseis relatos da seção de pilotos da NICAP, de uma "roda vermelha" ao lado de um DC-3 a uma luz que respondia aos faróis

A seção V do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, organiza relatos de pilotos em três tipos: objetos geométricos, luzes que manobram e objetos em forma de charuto. Este dossiê reúne dezesseis casos de pilotos de linha aérea, particulares e um da Guarda Nacional que não têm dossiê próprio no portal.

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Recorte de página impressa em duas colunas com o título Discs Circle Aircraft e o relato de Zimmerman e Fisher.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1950Local: Uma pedreira na Califórnia, EUA (local exato não informado na fonte)

Califórnia, 1950: geólogo e engenheiro dizem ter visto três discos prateados darem voltas em torno de um avião a jato

Segundo um livro do químico Wells Alan Webb, citado pela NICAP, o geólogo John Zimmerman e o engenheiro civil Charles Fisher viram três discos prateados cortarem o rastro de condensação de um avião de asas enflechadas e darem voltas verticais em torno dele. O relato chega por uma cadeia de fontes: a NICAP reproduz o livro, e não um depoimento assinado pelas testemunhas.

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Recorte de página impressa com o relato datado de 3 de agosto de 1951, assinado por Walter N. Webb.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1951Local: Camp Big Silver, à beira do Silver Lake, cerca de três milhas ao sul de Pinckney, sul de Michigan, EUA

Silver Lake, Michigan, 1951: monitor de acampamento e futuro conferencista de astronomia vê uma luz amarelada avançar em ondas sobre os morros

Walter N. Webb, mais tarde conferencista-chefe de astronomia do Planetário Hayden, em Boston, mostrava estrelas a dois meninos num acampamento quando viu uma luz amarela ou amarelo-avermelhada seguir para oeste num trajeto ondulado, baixo sobre os morros. Ele descartou um reflexo numa camada de inversão térmica e disse não conhecer nada que se movesse assim.

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Recorte de duas colunas impressas com o relato de Wells Alan Webb sobre Yuma, 1953.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1953Local: Rodovia 80 diante do Spain Flying Field, a 7 milhas de Yuma, e um campo perto da fábrica da Vacuum Cooling Company, cerca de uma milha ao norte da base de caças da Força Aérea em Yuma, Arizona, EUA

Yuma, Arizona, 1953: químico vê uma luz dançar sobre um hangar e, meses depois, um objeto cercado de anéis que só apareciam com óculos polarizados

O químico Wells Alan Webb contou em livro, citado pela NICAP, que viu com dois passageiros uma luz trêmula pairar sobre um avião num campo de aviação e subir até sumir, e que o meteorologista local descartou o balão que soltara. Em maio, viu um objeto branco mudar de rumo e de forma e notou anéis escuros em volta dele, visíveis só com os seus óculos Polaroid.

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Recorte de página impressa com o título Astronomers' Reports e o relato do astrônomo H. Percy Wilkins.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Em voo de Charleston, Virgínia Ocidental, para Atlanta, Geórgia (a tabela da NICAP diz “perto de Atlanta”), EUA

Voo Charleston–Atlanta, 1954: astrônomo britânico vê do avião dois objetos ovais brilhantes como metal polido sobre as nuvens e um terceiro, cinzento

O astrônomo lunar britânico H. Percy Wilkins contou em livro, resumido pela NICAP, que viu de um avião dois objetos ovais cor de latão polido, aparentemente parados sobre nuvens cúmulos, e um terceiro, cinzento, que acelerou e sumiu atrás de outra nuvem. Pelo tamanho aparente e pela distância que estimou, calculou cerca de 50 pés de diâmetro.

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Recorte de colunas impressas com o relato de Frank Halstead sobre 1º de novembro de 1955.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1955Local: Trem da Union Pacific no deserto de Mojave, cerca de 100 milhas a oeste de Las Vegas, a caminho da Califórnia, EUA

Deserto de Mojave, 1955: ex-curador de observatório e a mulher veem do trem um charuto enorme e um disco acompanharem a serra

Frank Halstead, ex-curador do Darling Observatory, da Universidade de Minnesota, contou a um conselheiro da NICAP que ele e a mulher viram de um trem um objeto em forma de charuto, que estimou em 800 pés, seguir paralelo à serra e ser alcançado por um disco com cúpula. Depois de alguns minutos, os dois subiram e sumiram em segundos.

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Recorte de colunas impressas com o relato datado de 30 de setembro de 1952 sobre a Base Aérea de Edwards.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Leito do lago seco da Base Aérea de Edwards (antiga Muroc), Califórnia, EUA

Base Aérea de Edwards, 1952: fotógrafo da North American e dois cinegrafistas veem objetos brancos manobrarem como ioiôs, mas não chegam a filmá-los

Numa carta reproduzida pela NICAP, o fotógrafo de aviação Dick Beemer, da North American Aviation, conta que ele e os cinegrafistas Carlos Garcia e Gene Pichler viram por quase dez minutos, sobre Edwards, objetos esbranquiçados que pairavam e davam voltas rápidas uns em torno dos outros. Tinham uma câmera de cinema em cores, mas esperaram os objetos saírem da direção do Sol, e eles se afastaram antes.

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Recorte de colunas impressas com o título Rocketdyne Engineers e o relato de 11 de novembro de 1957.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1957Local: Estrada entre a instalação da Rocketdyne em Santa Susana e Canoga Park, vale de San Fernando, Califórnia, EUA

Canoga Park, Califórnia, 1957: quatro engenheiros da Rocketdyne veem à luz do dia um objeto oval e dois discos subirem em formação

Quatro engenheiros da Rocketdyne que voltavam de carro para Canoga Park viram três objetos brilhantes cruzarem a estrada no céu, um oval quase em forma de charuto e dois menores, quase redondos, que mantiveram a formação em V enquanto aceleravam e subiam. Um deles, Harold R. Lamb Jr., preencheu o formulário da NICAP; a entidade liga o caso a outro relato da mesma tarde, feito do ar.

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Recorte de colunas impressas com o título Antarctic Sighting e o relato de 16 de março de 1961.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1961Local: Convés do quebra-gelo USS Glacier, na baía do Almirantado (Admiralty Bay), Antártida

Antártida, 1961: meteorologista brasileiro vê do quebra-gelo Glacier um “corpo luminoso” lento que se divide em dois

O meteorologista brasileiro Rubens J. Villela, depois empregado no Centro Goddard da NASA, viu do convés do quebra-gelo americano Glacier um corpo luminoso em forma de lágrima, multicolorido, cruzar o céu devagar, dividir-se em dois e sumir de repente após cerca de dez segundos. Ele anotou no diário e depois preencheu o formulário da NICAP, que reconhece no fenômeno traços de meteoro e traços que não combinam com um.

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Recorte de colunas impressas com o título Dispatcher, Officers, Watch Flashing Objects.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1962Local: Delta e Cedaredge, condado de Delta, encosta oeste das Montanhas Rochosas, Colorado, EUA

Delta e Cedaredge, Colorado, 1962: policiais e uma despachante veem objetos brilhantes que mudavam de cor e um deles parado por 25 minutos

Na noite de 25 de outubro de 1962, o delegado de Cedaredge, Ed Marah, e o policial estadual Richard Kuta observaram de binóculo dois objetos brilhantes que mudavam de cor, segundo a NICAP. A despachante da polícia no fórum de Delta, Helen G. Mitchell, confirmou ter visto pela janela um objeto branco que piscava, ficou vermelho e pairou por cerca de 25 minutos.

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Desenho em preto e branco de uma serra com uma garganta, oito pequenas formas ovais numeradas no céu ligadas por linhas tracejadas e uma seta marcada WNW.Diagrama (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1958Local: Perto de Blairstown, Nova Jersey, olhando para o Delaware Water Gap, a cerca de 9 milhas, EUA

Blairstown, Nova Jersey, 1958: o zoólogo Ivan T. Sanderson vê um disco manobrar sobre o Delaware Water Gap

Segundo a NICAP, o zoólogo Ivan T. Sanderson viu um disco chato dar voltas sobre o Delaware Water Gap, aparecendo ora de perfil, como linha fina, ora oval ou redondo, até partir em alta velocidade para oeste. O relatório publica um diagrama com oito posições numeradas do objeto acima da garganta do rio.

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Trecho datilografado com o título July 14, 1951; White Sands, N.M.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1951Local: Estação de rastreamento de mísseis do campo de provas de White Sands, Novo México, EUA

White Sands, 1951: radar, binóculo e 200 pés de filme registram objeto perto de um B-29, segundo a NICAP

Segundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, dois operadores de radar de uma estação de rastreamento de mísseis em White Sands captaram um objeto rápido na manhã de 14 de julho de 1951, enquanto um rastreador via com binóculo um objeto grande perto de um B-29. Um terceiro observador teria feito 200 pés de filme de 35 mm, que nunca foi divulgado.

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Trecho datilografado com o título July 1, 1952; Ft. Monmouth, N.J.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Boston e Lynn, Massachusetts; Fort Monmouth, Nova Jersey; Washington, D.C., EUA

Fort Monmouth, Boston e Washington, 1952: num só dia, jatos, radar e testemunhas seguem objetos rumo ao sudoeste, segundo a NICAP

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta uma sequência de 1º de julho de 1952 atribuída ao chefe do projeto de óvnis da Força Aérea: objetos prateados vistos sobre Boston, dois alvos de radar que pairaram e partiram para sudoeste em Fort Monmouth e um objeto acinzentado sobre Washington. Segundo o texto, nenhum dos avistamentos foi explicado.

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Dois trechos datilografados: título Summer 1953; Yaak, Montana e continuação sobre seis alvosPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1953Local: Estação de radar da Força Aérea em Yaak, Montana, EUA

Yaak, Montana, 1953: equipe de radar da Força Aérea acompanha seis objetos que trocam de formação e sai para vê-los

No relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o sargento William Kelly conta que a estação de radar da Força Aérea em Yaak, Montana, captou seis alvos que mudavam de direção em curvas de 90 graus e que a equipe saiu e viu seis objetos trocando de formação. A velocidade calculada pela equipe foi de 1.400 a 1.600 milhas por hora.

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Trecho datilografado com o título July 3, 1954; Albuquerque, N.M. e mensagem em maiúsculasPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Cerca de 20 milhas ao norte do aeroporto de Albuquerque, Novo México, EUA

Albuquerque, 1954: mensagem de radar fala em nove esferas verdes paradas por seis minutos e depois a 2.600 milhas por hora

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, reproduz uma mensagem da estação de radar da zona de identificação de defesa aérea de Albuquerque, interceptada por acaso em Chicago, sobre nove objetos esféricos de luz verde parados a 24.000 pés e depois em deslocamento a cerca de 2.600 milhas por hora. Os números, segundo a mensagem, vieram de triangulação.

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Dois trechos datilografados com o título Summer 1948; Goose Bay, LabradorPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1948Local: Base aérea de Goose Bay, Labrador (então Terra Nova)

Goose Bay, verão de 1948: diante de uma comitiva de inspeção, radares americano e canadense captam alvo a 9.000 milhas por hora, segundo major reformado

No relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o major reformado Edwin A. Jerome conta que, no verão de 1948, os radares de aproximação americano e canadense de Goose Bay captaram um alvo a cerca de 9.000 milhas por hora durante a visita de uma comitiva de inspeção, e que no dia seguinte mostraram um objeto quase parado a 45.000 pés. A explicação oficial, segundo ele, foi meteoro e depois "gaivotas de grande altitude".

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Texto datilografado em duas colunas sobre o caso Jay Rees, San FranciscoPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1960Local: Praça do centro cívico de San Francisco, Califórnia, EUA

San Francisco, 1960: Jay Rees fotografa por quase uma hora um objeto luminoso, e a NICAP conclui que era provavelmente um balão de pesquisa

Segundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, Jay Rees viu e fotografou em San Francisco um objeto circular e muito luminoso que cruzou o céu para oeste contra o vento. Depois de análises de dois consultores e de técnicos de balões da General Mills, a NICAP concluiu que o objeto provavelmente era um grande balão de pesquisa de plástico a 60.000 pés ou mais.

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Texto datilografado sobre os filmes de Ray Stanford, com o subtítulo The StoryPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1959Local: Corpus Christi, Texas, EUA

Corpus Christi, 1959: dois filmes de Ray Stanford mostram uma luz parada, e a NICAP diz que não confirmam o relato de quatro objetos

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, examina dois filmes coloridos feitos por Ray Stanford e um amigo em Corpus Christi, em 28 de julho de 1959. A NICAP concluiu que os filmes são registros autênticos de algum objeto no céu, mas que não confirmam o relato verbal de quatro objetos em forma de charuto e de um disco lançado por um deles.

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Texto datilografado sobre cabelo de anjo e a declaração de Craig PhillipsPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1957Local: Mar entre Soldier Key e Key Biscayne, cerca de 3 milhas da costa da Flórida, ao sul de Miami

Costa de Miami, cerca de 1957: curador do Seaquarium vê fios como teias caírem do céu por duas horas, e a amostra some do frasco

Numa declaração de 1963 publicada no relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o biólogo Craig Phillips, ex-curador do Miami Seaquarium, conta que por mais de duas horas viu fios finos como teia caírem do céu sobre o barco de coleta, sem aranhas. Ele guardou alguns num frasco, mas no laboratório não havia mais nada. Ninguém relatou óvni.

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Trecho de página com parágrafo impresso e, abaixo, quadro com texto de teletipo em maiúsculas iniciado por (SAUCER) PORTO ALEGRE, BRAZIL e terminado pela marca 10/27.Recorte de jornal

Arquivo da CIA1954Local: Base aérea de Porto Alegre e céu da cidade, Rio Grande do Sul, Brasil

Porto Alegre, 1954: base aérea diz que objetos circulares prateados de movimento mecânico passaram sobre a cidade e pede investigação

O relatório privado The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, cita uma formação de objetos circulares prateados vista sobre a base aérea de Porto Alegre em 24 de outubro de 1954 e reproduz um despacho de agência sobre o comunicado da base. Segundo o despacho, o comando disse que os objetos não eram astros nem balões e pediu investigação ao Ministério da Aeronáutica.

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Trecho de página com parágrafo impresso e, abaixo, desenho a traço de um disco achatado e inclinado com pequena cúpula e haste, sobre a legenda August 6/7, 1952, Kerkrade, Holland.Desenho

Arquivo da CIA1952Local: Kerkrade, Holanda

Kerkrade, Holanda, 1952: engenheiro naval vê dois discos com superestrutura descerem, pairarem e sumirem na vertical

No relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, o engenheiro naval Will Jansen relata ter visto em Kerkrade, na noite de 6 para 7 de agosto de 1952, um disco com superestrutura que desceu, pairou e fez ziguezague, e depois um segundo disco que se inclinou e subiu na vertical. A página traz um desenho do primeiro objeto.

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Coluna de texto impresso em inglês que começa com a menção a pesquisadores argentinos e descreve o caso do aeroporto de Ezeiza em 22 de dezembro de 1962.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1962Local: Aeroporto Internacional de Ezeiza, Buenos Aires, Argentina

Ezeiza, 1962: pilotos perguntam pelo rádio o que é a luz no fim da pista, e controladores veem objeto redondo subir e partir

Segundo o relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, os controladores Horacio Alora e Mario Pezzutto viram em Ezeiza, na madrugada de 22 de dezembro de 1962, um grande objeto redondo e incandescente na cabeceira de uma pista, depois que o comandante de um DC-8 e um piloto argentino perguntaram pelo rádio o que era aquilo. O objeto subiu uns dez metros, pairou e partiu para nordeste.

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Parágrafo impresso em inglês que começa com Another RAF pilot encountered a UFO October 4, 1954.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Céu da Inglaterra, em voo de um caça Meteor que partira da base de North Weald, Essex

North Weald, Inglaterra, 1954: piloto de caça Meteor da RAF diz ter quase colidido de frente com objeto metálico em forma de dois pires

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, conta que o tenente-aviador J. R. Salandin, num caça Meteor saído de North Weald, quase colidiu de frente em 4 de outubro de 1954 com um objeto enorme e metálico, que desviou no último segundo. Em 1957, segundo a NICAP, o Ministério do Ar britânico recusou-se a dar qualquer informação sobre o caso.

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Página impressa em duas colunas com os títulos A. Western Hemisphere e North America e parágrafos sobre o Canadá e o Alasca.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1957Local: Hamilton (Ontário), lago Erie e Windsor, Montreal, Nome e Unalakleet (Alasca)

Canadá e Alasca, 1957-1960: torre de St. Hubert, piloto da Trans-Canada e um tubo de fogo sobre Nome no levantamento da NICAP

A seção de relatos estrangeiros do relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, abre com o Canadá e o Alasca: quatro casos de 1957 a 1960, entre eles uma luz vermelha que pairou sobre a base de St. Hubert e um tubo prateado que soltava chama sobre Nome, e uma série de declarações da Força Aérea canadense e do governo. É um conjunto de resumos curtos, com fontes de imprensa e cartas.

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Página impressa em duas colunas com datas sublinhadas como June 30, 1957, August 14, 1957 e November 4, 1957.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campos, Joinville, Araranguá, costa da Bahia, Pampulha e Ilha Grande, Brasil

Brasil, 1954-1961: pane elétrica num C-47 da Varig, rádio queimado num C-46 e outros relatos de pilotos reunidos pela NICAP

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne sete relatos de pilotos no Brasil entre 1954 e 1961, dois deles com efeitos em aviões: motores falhando e luzes enfraquecendo num C-47 da Varig perto de Joinville e três equipamentos queimados num C-46 perto de Araranguá. São resumos curtos baseados em jornais brasileiros e em relatórios obtidos por pesquisadores do país.

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Coluna de texto impresso em inglês com as palavras sublinhadas Chile, Peru, Uruguay e Venezuela.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1950Local: Cidade do México, canal do Panamá, Córdoba (Argentina), Valparaíso (Chile), Lima (Peru), San Carlos (Uruguai) e Venezuela

América Latina, 1950-1962: meteorologista em Córdoba, carro sem faróis perto de Lima, calor na cabine no Uruguai e pilotos venezuelanos no relatório da NICAP

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, resume relatos do México, da América Central e de países sul-americanos de língua espanhola, de 1950 a 1962: dois objetos sobre o aeroporto de Córdoba relatados pelo chefe da meteorologia, um carro que perdeu os faróis perto de Lima, um piloto uruguaio que sentiu calor intenso na cabine e cinco casos venezuelanos com pilotos e um professor.

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Página impressa em duas colunas, com o título Africa no pé da coluna direita e um parágrafo em itálico sobre o monte Kilimanjaro.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: França, Itália, Iugoslávia, Espanha, Alemanha Ocidental, Áustria, Holanda, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Inglaterra

Europa, 1952-1962: torre de Le Bourget, radar em Orly e Pratica di Mare, caça holandês com Sidewinder e piloto da Aer Lingus no levantamento da NICAP

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne relatos europeus de 1952 a 1962: controladores de Le Bourget, radar em Orly e numa estação italiana, um piloto holandês de F-86 que armou um míssil contra um objeto, um Viscount da Aer Lingus que cruzou com um globo marrom e respostas evasivas de governos. São resumos curtos com fontes de imprensa, livros e cartas.

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Página impressa em duas colunas, com um desenho de objeto cilíndrico listrado e a legenda February 19, 1951, Kenya, Africa.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1954Local: Danane (África Ocidental Francesa), Upington, Transvaal e Joanesburgo (África do Sul), Manbhum (Índia), Indonésia, Taiwan, Coreia e Japão

África e Ásia, 1954-1962: teodolito em Upington, holofotes no Transvaal, mina na Índia e alunas em Amagasaki no levantamento da NICAP

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, resume relatos da África e da Ásia: um meteorologista que acompanhou um objeto com teodolito em Upington em 1954, holofotes militares apontados para um cilindro no Transvaal em 1957, um disco sobre uma mina de mica na Índia e cinco alunas japonesas que desenharam o mesmo objeto em 1962.

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Página impressa em duas colunas com o título C. Ocean & Antarctia e o subtítulo Pacific Ocean.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1953Local: Port Moresby (Nova Guiné), Nowra (Austrália), Wellington-Auckland (Nova Zelândia), Antártida, Fiji, costa de San Francisco e Pacífico a nordeste de Honolulu

Oceania e Pacífico, 1953-1961: radar de Nowra, o ex-comandante da RAAF, um filme em Port Moresby e a formação vista por aviões a leste do Havaí

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne relatos da Oceania, da Antártida e do Pacífico: um piloto naval australiano acompanhado por dois objetos que o radar de Nowra mostrou, o ex-comandante da Força Aérea australiana, um filme de Port Moresby enviado à Força Aérea americana, um meteorologista brasileiro na Antártida e uma formação vista em 1959 por vários aviões a leste do Havaí.

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Recorte de página datilografada com o parágrafo que começa com November 12, 1963, Port Huron, Michigan.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1963Local: Port Huron, Michigan, EUA

Port Huron, Michigan, 1963: auxiliares do xerife perseguem uma luz baixa que parecia ter uma grande janela dividida

Segundo a cronologia da NICAP, auxiliares do xerife de Port Huron perseguiram uma luz branca piscante que voava baixo e às vezes parecia ter uma grande janela dividida. Quando piscaram o farol da viatura, surgiu no objeto uma luz vermelha piscante; ele se afastou para noroeste com ruído de motor.

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Recorte de página datilografada com o parágrafo que começa com November 14, 1963, Carson City Nevada.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1963Local: Carson City, Nevada, EUA

Carson City, Nevada, 1963: moradora vê um disco azul-esverdeado pairar e diz que o rádio desligou até o objeto sumir

Segundo a NICAP, Blanche Pritchett ouvia rádio de madrugada quando uma luz forte atravessou as cortinas; lá fora, um grande disco azul-esverdeado pairava a noroeste e lançava um facho sobre um morro. O rádio desligou enquanto ela olhava e voltou a tocar quando o objeto se apagou e sumiu.

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Recorte de página datilografada com o parágrafo que começa com August 13, 1963, Nr. Ellsworth, Maine.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1963Local: Perto de Ellsworth, Maine, EUA, junto à lagoa Molasses Pond

Ellsworth, Maine, 1963: uma família e a governanta veem por mais de uma hora um objeto elíptico iluminado que parecia pousado junto a uma lagoa

Segundo a NICAP, uma família e a governanta observaram por mais de uma hora um objeto elíptico, aparentemente no chão junto à Molasses Pond, com luzes ao longo do corpo e fachos que às vezes subiam das pontas. As testemunhas foram entrevistadas por Walter N. Webb, consultor da entidade.

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Recorte de tabela datilografada com a data 24, a hora 3:40 p.m., o local Nr Carson Sink, Nev. e a descrição do caso.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Perto de Carson Sink, Nevada, EUA

Carson Sink, Nevada, 1952: dois coronéis da Força Aérea num B-25 veem três objetos triangulares passarem a mais de 1.600 km/h

Segundo a NICAP, dois coronéis da Força Aérea, ambos pilotos qualificados como comandantes, voavam num B-25 quando três objetos triangulares prateados, em V fechado, se aproximaram e passaram a menos de mil jardas, a mais de mil milhas por hora. A investigação não teria encontrado aviões nem balões na área, e o caso ficou como “desconhecido”.

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Recorte de página datilografada com o parágrafo que começa com October 31, 1963, Daylston, Victoria, Australia.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1963Local: Daylston, Victoria, Austrália (grafia do original)

Daylston, Austrália, 1963: um entregador diz que um objeto laranja e vermelho de 2,4 a 3,7 metros seguiu sua caminhonete de madrugada

Segundo a NICAP, um entregador que fazia sua ronda às 4h15 se assustou com um objeto brilhante, laranja e vermelho, que se aproximou da caminhonete e passou a seguir à frente dela. O objeto acompanhou o veículo pela beira da estrada, sumiu atrás de um morro e não foi mais visto.

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Recorte de página datilografada com cinco parágrafos datados de setembro e outubro de 1963.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1963Local: Vários locais nos EUA, na Inglaterra e no Uruguai

Julho a dezembro de 1963: treze relatos curtos da cronologia da NICAP, de um deputado estadual em Connecticut a um balneário no Uruguai

A última página da cronologia da NICAP reúne relatos de um parágrafo do segundo semestre de 1963, enviados por testemunhas, colhidos por grupos locais da entidade ou tirados do resumo anual do Projeto Blue Book. Este dossiê junta os treze que não têm página própria no site.

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Desenho a traço de um anel com centro escuro, uma faixa hachurada indicando a descida, setas e um círculo tracejado mais acima, com anotações manuscritas e a assinatura R. M. Peirce.Croqui da testemunha (relatório NICAP)

Arquivo da CIA1954Local: Fundos da escola secundária de Newburyport, Massachusetts, a cerca de 4 milhas da costa, EUA

Newburyport, Massachusetts, 1954: arquiteto ouve um rugido e vê um “anel flamejante” descer, derrapar e subir como um disco prateado

O arquiteto Russell M. Peirce contou à NICAP que, ao ouvir um rugido forte como de muitos motores, olhou para cima e viu um anel cor de chama com um pequeno disco brilhante encostado, que descia em direção à Terra, vacilou, inverteu o rumo e subiu como um disco prateado. A filha e outras três pessoas disseram ter ouvido o som; ele deixou um croqui assinado.

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