Registro divulgadoAs luzes que voltavam
Anos de registros, uma visita de agentes do FBI e luzes que reapareciam junto às árvores.
Abrir o casoATLAS DE RELATOS
De um eco no radar a marcas no deserto. Escolha uma história e siga as conexões.
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Registro divulgadoAnos de registros, uma visita de agentes do FBI e luzes que reapareciam junto às árvores.
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Mapa documental com trilha de radarVigilância terrestre, observadores e câmeras entram na mesma história, perto de uma instalação nuclear.
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Registro divulgadoUm registro infravermelho e um relatório de curvas de 90 graus: duas peças para explorar lado a lado.
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Cronologia da missão: encontro com os orbesUm oficial relata aproximação, divisão de um objeto e luzes sobre o rotor. Uma narrativa extraordinária de duas páginas.
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Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUASeis agentes, dois dias e uma análise que preserva parte dos episódios sem explicação plausível.
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Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUAMilitares descrevem uma forma branca, parcialmente translúcida, com padrões que pareciam se mover.
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Carta oficialPontos luminosos atravessam o céu. O filme abre décadas de cálculos, pareceres e interpretações concorrentes.
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Fac-símile de documentoEcos terrestres, radares de dois caças F-86D e uma tentativa de interceptação que terminou sem identificação visual.
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Relatório de missão (primeira página)Um relatório de missão registra possíveis UAP, objetos brancos no infravermelho e produção de vídeo.
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Relatório de inteligência da CIA (primeira página)Luzes que giravam e mudavam de cor aparecem em um informe de inteligência sobre um objeto discoide.
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Relatório de missão: descrição do UAPUma página no fim de um relatório descreve dois objetos redondos em imagem térmica.
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Relatório de missão (primeira página)Um relatório de missão registra a observação de um UAP pela câmera de vídeo contínuo, horas depois de duas perdas de enlace.
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Carta de encaminhamento da Força AéreaUm encontro alegado leva um boné ao laboratório do FBI. O exame material guarda detalhes surpreendentes.
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Memorando oficialUma criatura, um suposto pouso e amostras de solo: um dos relatos mais singulares do arquivo.
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Documento oficialEm 1947, o comando de material aéreo tratou o fenômeno relatado como uma questão que merecia estudo detalhado.
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Diagrama manuscritoO relato de Lonnie Zamora encontra uma investigação de campo, depressões no terreno e vegetação queimada.
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Teletipo do FBI sobre Fort MonmouthOperadores de radares descrevem alvos difíceis de acompanhar e uma sequência de movimento incomum.
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Documento (relatório de contrainteligência)Relatos de interceptação e referências a fotografias de telas de radar abrem uma trilha documental.
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Relatório de missão (primeira página)Um relatório descreve um objeto em forma de bola, descida e passagem segura, com velocidade estimada.
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Relatório de missão (primeira página)Outro episódio operacional permite comparar sensores, duração e descrições no mesmo cenário geográfico.
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Desenho de relatório oficialChiles–Whitted e Gorman: narrativas aéreas marcantes e testemunhos de alcances diferentes.
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Relatório militar (trecho)Um número extraordinário no papel leva à pergunta central: como foi calculado?
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Esboço de entrevistaO depoimento de Richard Russell preserva uma história incomum em meio à Guerra Fria.
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Página de documento oficialVisão e radar aparecem em uma sequência de episódios que precisam ser acompanhados separadamente.
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Fac-símile de documentoUma tripulação de KC-97 relata observação aérea e contato radar aparentemente correspondentes.
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Página de depoimento (afidavit)Depoimentos de uma base de testes registram mais de um episódio e diferentes observadores.
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GráficoLuzes intensas e trajetórias breves mobilizam uma conferência e hipóteses concorrentes.
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Recorte de jornalUm recorte de imprensa preservado no FBI descreve rastreio radar e uma breve observação visual.
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Memorando da CIA sobre o radar (primeira folha)Estimativas extraordinárias, fotografias de radar e memorandos da CIA registram uma investigação com interpretações concorrentes.
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Tela de sensor · Governo dos EUADurante um treinamento, uma tripulação registra cerca de 25 observações, objetos em grupos e velocidades estimadas no sistema operacional.
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Registro divulgado · Governo dos EUAUm relatório de missão descreve seis pequenos objetos agrupados e mudanças simultâneas de direção; o vídeo oficial permite explorar a sequência.
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Boletim de rádio traduzidoUma notícia sobre uma esfera metálica em Conde mobiliza consultas americanas e deixa uma sequência de documentos diplomáticos sobre o Brasil.
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Ilustração de relatório oficialUm funcionário de laboratório aeronáutico observa com binóculos um objeto cuja superfície parecia manchada. O desenho entrou em um relatório oficial.
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Desenho de relatório oficialDois tripulantes relatam um disco com luz intermitente e aberturas inferiores de brilho violeta, em uma passagem diante de um avião comercial.
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Desenho de relatório oficialUm músico a caminho do trabalho descreve janelas azuladas, uma figura humana e pequenas hélices na borda de um objeto próximo ao solo.
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Debriefing da tripulação: início do relatoDois astronautas descrevem uma cortina de luz durante a Gemini IV. Leia o diálogo preservado pela NASA, com trechos traduzidos e páginas para conferência.
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Esboço manuscrito de entrevistaUm ex-prisioneiro descreveu ao FBI uma enorme máquina circular e panes de trator. O expediente preserva sua lembrança de 1944 em entrevista de 1957.
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Ficha do incidente 124Um alvo acompanhado por radar de busca aérea, sem indicação no radar de superfície. O checklist preserva distâncias, horário e uma posição de referência.
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Ficha do incidente 188Retornos reaparecem no radar de aproximação, percorrem um arco amplo e lembram uma aeronave alinhada à pista. Um resumo guarda horários e referências geográficas.
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E-mail: primeira páginaMais de duas horas de contato com um possível UAP oval: uma troca de e-mails da Força Aérea registra a duração e abre uma trilha para buscar os dados originais.
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Mensagem militar (teletipo)Três tripulações militares descrevem uma aeronave que acelera e sobe, deixando rastros. Leia a mensagem da USAFE e a hipótese registrada pelos próprios observadores.
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Mensagem militar (teletipo)Um memorando militar americano registra uma hipótese de origem fora da Terra atribuída a interlocutores suecos e uma busca naval em um lago. Leia as passagens traduzidas.
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Mensagem de inteligênciaEm comentário sobre relatos recorrentes de discos voadores, o informe afirma que, durante a semana anterior, um objeto foi observado pairando sobre a Base Aérea de Neubiberg por cerca de trinta minutos. Não informa dia, hora, observador, características visuais ou resultado de investigação.
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Documento oficialMary L. Herren informou que fotografias tiradas perto de Jefferson entre 5 e 12 de novembro de 1946 mostravam marcas no céu que ela não se lembrava de ter visto no momento, mas que considerava possivelmente discos voadores.
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Relatório oficialA Eleventh Air Force encaminhou informação que diz ter recebido em 27 de maio de 1948 do agente especial do FBI D. K. Brown, em Cleveland. O memorando situa um avistamento em Hobson, Ohio, na noite de 8 de maio; enumera testemunhas ligadas ao sistema ferroviário e registra que o número de objetos era desconhecido para o quartel-general.
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Memorando oficialEm memorando datado de 11 de março de 1948, a Fourth Air Force relata informação recebida por telefone do escritório do xerife em Bakersfield. O informe atribui a Les Buchner uma observação, em 5 de março entre 16h10 e 16h55, de dois objetos que pareciam cair de origem desconhecida.
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Memorando militarO mesmo memorando de 11 de março registra separadamente uma observação atribuída a Denio, funcionário da Pacific General Electric Company em Bakersfield. Segundo o informe, dois objetos de origem desconhecida caíram ao norte da cidade em 8 de março de 1948; um parecia estar em chamas e deixava fumaça vermelha e preta.
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Transcrição oficialNa transcrição, Houston pergunta se o objeto avistado por Borman era o booster ou uma observação natural. Borman responde que há “debris” e chama a ocorrência de avistamento real; informa que também vê o booster e descreve centenas de pequenas partículas passando à esquerda, estimadas visualmente em cerca de três ou quatro milhas. A fala qualifica a distância como aparente e contém trecho marcado como garbled.
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Mensagem militar (teletipo recebido)Mensagem de 4 de março de 1945 retransmite informe do HQ Ninth Tactical Air Command datado de 1º de março: um cilindro cor de alumínio, estimado em 12 pés de comprimento e 1 pé de diâmetro, teria sido visto a 9.000 pés. Parecia suspenso verticalmente, com pequenas aletas e uma haste saindo da extremidade inferior.
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Documento militar (trecho de relatório)Voando a 1.000 pés, piloto relatou às 18h40 luz vermelha grande a 2.000 pés, seguindo para leste, a velocidade estimada em aproximadamente 200 mph.
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Documento militar (trecho de relatório)Tripulação a 800 pés descreveu cinco ou seis luzes vermelhas e verdes piscando em T. Primeiro pensou em fogo antiaéreo; cerca de dez minutos depois, as mesmas luzes estariam mais próximas e atrás, acompanhando curvas para bombordo e estibordo, aproximando-se da posição de oito horas e a 1.000 pés. Sumiram após vários minutos.
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Documento militar (trecho de relatório)Às 06h00, tripulação viu duas luzes vindo do solo. Ao alcançar altitude do avião, nivelaram e ficaram na cauda por cerca de dois minutos; depois se afastaram e se apagaram. Pareciam um brilho laranja grande e, na avaliação da tripulação, moviam-se sob controle.
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Documento militar (trecho de relatório)Extrato registra chamas avermelhadas a distância considerável, a aproximadamente 10.000 pés; sem orientação, duração ou número de fontes.
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Documento militar (trecho de relatório)Na noite de 23–24 de dezembro de 1944, a cerca de dez milhas ao sul de Point X (Q6745), observador relatou um objeto vermelho brilhante a aproximadamente cinco milhas a nordeste, subindo em linha reta. O extrato diz que a aparência mudou subitamente para a visão de uma aeronave fazendo uma manobra “wing over”, entrando em mergulho e desaparecendo. A redação não demonstra transformação física de um objeto em outro.
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Documento militar (trecho de relatório)Às 01h45, relataram dois rastros amarelos de chama ao nível do avião, a cerca de 3.000 pés a bombordo, além de bolas vermelhas que teriam permanecido por dez segundos, a cerca de 45 milhas. Rastros sumiram após mudança de rumo e perda de altitude. GCI respondeu não haver aeronave inimiga. Tripulação também notou grupos de luzes em linhas semelhantes a flechas e sentiu o que pensou ser turbulência de hélice; o texto não estabelece uma fonte comum.
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Documento militar (trecho de relatório)Em patrulha no vetor 090 perto de V-7050, o extrato registra luzes brancas escalonadas verticalmente a intervalos uniformes. Diz que se podiam ver de uma a quatro “swing at once” e que pareciam estacionárias a 10.000 pés. A expressão foi conservada como oscilação, com a ambiguidade da redação indicada na tradução.
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Documento militar (trecho de relatório)Luz à mesma altitude teria se aproximado a cerca de 100 pés e continuado a seguir a aeronave por cinco minutos, apesar de ação evasiva; depois subiu rapidamente e saiu de vista.
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Documento militar (trecho de relatório)Durante patrulha em rumo norte, luzes laranja suspensas moviam-se lentamente e desapareciam; vistas sozinhas e em pares quatro ou cinco vezes, sem horários separados.
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Documento militar (trecho de relatório)Na noite de 27–28 de dezembro de 1944, a oito milhas a nordeste de Lunéville, às 19h10, o extrato registra três conjuntos de três luzes vermelhas e brancas. Menciona luzes a estibordo e bombordo, a 1.000–2.000 pés atrás, aproximando-se, com a aeronave em Angels 10. A sequência diz “Pulled up to Angels 8” e que as luzes se apagaram; a aparente inconsistência entre subir e a numeração menor foi preservada. A consulta a Churchman sobre haver algo na área recebeu resposta negativa.
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Documento militar (trecho de relatório)Tripulante viu grupo de luzes voando a 30–40 milhas a leste da base durante voo a Angels 9–10; forma, cor e identificação não foram descritas.
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Documento militar (trecho de relatório)O extrato apenas menciona “foo fighters” ao norte de Strasbourg e Saverne; não informa número, aparência, hora ou observador.
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Documento militar (trecho de relatório)Às 20h00, relataram brilho laranja no céu, estimado em cerca de cinco pés de diâmetro, a 6.000 pés. Método e distância do brilho não são informados.
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Documento militar (trecho de relatório)Por volta de 00h10, luzes âmbar a estibordo e atrás estariam uma 20–50 pés acima da outra, duraram cerca de 30 segundos e acompanharam a aeronave a aproximadamente 1.000 pés. Apagaram quando Travel 34 virou em sua direção. Tamanho estimado em cerca de um pé.
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Recorte de relatórioSegundo o depoimento de Hervé Giraud ao COMETA, em 7 de março de 1977, por volta de 21h locais, ele e seu navegador retornavam de missão noturna num Mirage IV, sobre Dijon, a 9.600 m e Mach 0,9. Viram brilho intenso à direita, na mesma altitude, aproximando-se em aparente rota de colisão. O controlador militar de Contrexéville informou não ter contato correspondente e pediu verificação do oxigênio.
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Recorte de relatórioO COMETA reproduz depoimento escrito de piloto inicialmente anônimo, identificado depois como Claude Bose. Em 3 de março de 1976, ele fazia voo noturno solo de instrução em T-33, na rota Rennes–Nantes–Poitiers–Tours, a 6.000 m e cerca de 460 km/h, sob céu sem nuvens.
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Recorte de jornalSegundo o COMETA, às 13h14 de 28 de janeiro de 1994, Jean-Charles Duboc, Valérie Chauffour e o chefe de cabine observaram o fenômeno durante voo Nice–Londres a 11.900 m. Primeiro o compararam a balão ou aeronave em curva. O relatório apresenta distância visual estimada em 50 km e inferência posterior de tamanho em torno de 250 m, dependente da correlação proposta com o radar.
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Recorte de relatórioO COMETA reúne relatos de radar e observações visuais nas bases de Bentwaters e Lakenheath na noite de 13–14 de agosto de 1956. Descreve uma passagem leste–oeste às 22h55, com velocidade aparente estimada pelo radar entre 2.000 e 4.000 mph, acompanhada de relatos de luz pela torre e por piloto de transporte.
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Recorte de relatórioO COMETA situa o episódio do RB-47 em 17 de julho de 1957 e resume entrevistas feitas com seis tripulantes em 1969. A aeronave, em treinamento no sul dos EUA, transportava equipamento de detecção de emissões de radar. Esse equipamento indicava características e direção dos sinais; o próprio texto ressalva que não fornecia a distância da fonte.
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Recorte de jornalNa noite de 18–19/09/1976, chamadas sobre luz ao norte de Teerã teriam motivado a saída de dois F-4. As tripulações relataram contato radar, falhas instrumentais/de comunicação ao se aproximarem e objetos menores; um míssil não foi disparado quando sistemas falharam, conforme a narrativa reproduzida. O COMETA cita investigação posterior e busca sem vestígios no lago indicado. Documentos de radar e depoimentos completos não estão reproduzidos aqui; a fonte não identifica a origem do objeto.
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Recorte de relatórioO COMETA atribui a Igor Maltsev, comandante de defesa aérea, artigo de 19 de abril de 1990 no Rabochaya Tribuna sobre ocorrências de 21 de março na região de Pereslavl-Zalesski. O artigo teria resumido mais de cem relatos visuais reunidos por comandantes e mencionado envio de caças.
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Recorte de jornalNa narrativa atribuída ao SEPRA, o Boeing 727 do voo Aerolíneas Argentinas AR674 aproximava-se de San Carlos de Bariloche em 31 de julho de 1995 quando houve falta de energia na cidade. Na aproximação seguinte, a tripulação teria visto à direita algo semelhante a aeronave grande, com três luzes, acompanhando seu voo; outra aeronave aguardava no setor.
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Recorte de relatórioEdmond Campagnac relatou ao COMETA que em 16/08/1954 uma bola verde vista em Antananarivo reapareceu como forma alongada, com porção verde destacada e faíscas. O texto fala de centenas de testemunhas, luzes de lojas apagadas e reação de animais; esses dados são testemunhais e não constituem medições verificadas no PDF. Dois ou três minutos depois foi narrado avistamento de objeto 'idêntico' a 150 km sobre uma escola rural, registrado em c10; a identidade física dos objetos é apenas hipótese condicional. O COMETA afirma não ter localizado nos arquivos da Força Aérea a investigação mencionada pelo depoente.
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Recorte de relatórioJean-Pierre Fartek e sua esposa relataram ao COMETA um objeto num campo próximo de casa, em aldeia perto de Dijon, em 9 de dezembro de 1979, por volta de 09h15. Estimaram cerca de 20 m de diâmetro, 7 m de espessura e posição a 3 m do solo, diante de um bosque que o encobria parcialmente.
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Recorte de relatórioO COMETA atribui a arquivo desclassificado pelo KGB em 1991 sete depoimentos escritos de dois setores da base próxima a Kapustin Yar, referentes à noite de 28–29/07/1989. Cinco depoentes descreveram até três objetos a 3–5 km e aproximação de caça; dois outros, incluindo Volochine, descreveram disco com domo luminoso e feixe sobre depósito. O arquivo é apresentado como incompleto e sem menção a detecção radar. A compilação não traz todos os depoimentos primários nem prova instrumental independente das trajetórias e distâncias narradas.
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Recorte de revistaMaurice Masse contou ter encontrado em 01/07/1965 objeto no campo de lavanda em Valensole, visto dois seres pequenos e sofrido imobilização, segundo o relato compilado. A gendarmaria registrou depressão, orifícios e lavandas afetadas; o COMETA menciona contradições no depoimento, mas julgou plausível parte dos efeitos relatados. As marcas não demonstram por si sós a causa do episódio e esta compilação não fornece cadeia de custódia ou documentação técnica primária integral.
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Recorte de revistaEm Cussac, em 29/08/1967, duas crianças relataram pequenos seres perto de esfera luminosa que teria decolado em espiral; odores e sintomas também são narrados. O texto distingue apuração inicial de uma segunda investigação em 1978 a pedido do conselho científico do GEPAN, com testemunhas secundárias, reconstrução e parecer favorável à sinceridade das crianças. Sinceridade e sinais relatados não identificam o objeto nem confirmam interpretação extraordinária; depoimentos e laudos integrais não acompanham o PDF.
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Recorte de revistaEm Trans-en-Provence, em 08/01/1981, um homem disse ter visto objeto metálico silencioso pousar por segundos e partir. Gendarmaria e GEPAN examinaram marcas no solo e amostras de plantas; o COMETA relata alterações vegetais que diminuíam com a distância e cita Michel Bounias para a hipótese de campo eletromagnético pulsado. O próprio texto diz que nenhuma pista satisfez todas as condições e que origem e identificação permaneciam incertas. As análises são resumidas, não reproduzidas integralmente, nesta compilação.
Abrir o caso
Recorte de relatórioNo caso Amaranth, em 21/10/1982, um pesquisador relatou objeto oval que teria pairado cerca de vinte minutos a um metro do solo; descreveu movimento do capim e alterações em amaranto. O COMETA discute a hipótese de campo elétrico, mas informa que condições de amostragem e armazenamento impediram verificá-la definitivamente. Valores de 30 e 200 kV/m aparecem como inferências de estudos anteriores, não medições do campo no local do suposto objeto.
Abrir o caso
Recorte de revistaMotorista relatou bola vermelha. Depois foi identificada como esfera de poliestireno espelhada para concerto de Jean-Michel Jarre, caída de caminhão.
Abrir o caso
Recorte de revistaInvestigação associou relatos de luz azul e apagão a arco elétrico numa linha de 10 kV corroída; peixes morreram após gotas de alumínio caírem no tanque, segundo COMETA.
Abrir o caso
TeletipoO apêndice sobre Roswell reúne anúncio da base de 08/07/1947 sobre 'disco', explicação posterior de balão e testemunhos/diligências de décadas seguintes. Menciona relatório da Força Aérea de 1994 que atribui destroços ao Projeto Mogul e relatório GAO de 1995 sobre arquivos destruídos; também relata alegações de materiais e corpos sem comprová-las. A tese de desinformação e a possibilidade extraterrestre são interpretações do COMETA, não conclusões demonstradas pelos documentos compilados. O apêndice mistura evento de 1947, publicações posteriores e especulação; cada data tem função distinta.
Abrir o caso
EsboçoO apêndice atribui a Kenneth Arnold a observação de nove objetos em 24 de junho de 1947 e a difusão internacional da notícia (p72). A cronologia situa o episódio na área do monte Rainier (p75). A compilação não reproduz seu depoimento original nem resolve a natureza dos objetos.
Abrir o caso
Recorte de jornalAs reportagens de Leslie Kean reproduzidas nas pp89 e 91 mencionam quatro policiais em diferentes pontos de St. Claire County, Illinois, que teriam visto grande forma triangular iluminada, voando e pairando, em 5 de janeiro de 2000. A p89 explicita o ano; a p91 traz “Jan. 5” no contexto de maio de 2000. O recorte cita altitude aproximada de 1.000 pés e deslocamento rápido segundo um policial, mas não inclui os boletins primários ou medições.
Abrir o caso
Recorte de jornalReportagem de Leslie Kean cita capitão Phil Schultz e copiloto; disseram ter visto objeto prateado e se preparado para colisão. Data precisa não indicada.
Abrir o caso
Carta manuscritaReportagem resume encontro prolongado de um Boeing 747 com luzes ou objetos que o capitão chamou de “naves espaciais”; não reproduz o relatório FAA.
Abrir o caso
Recorte de jornalMatéria diz que Boeing 747 quase foi atingido por objeto cilíndrico branco luminoso; memorando FAA citado não está no PDF.
Abrir o caso
Recorte de jornalMatéria menciona curva à esquerda atribuída à interferência magnética das bússolas por UAP luminoso; sem local, data ou documento original.
Abrir o caso
Ficha de incidenteFicha da Força Aérea americana, baseada em relato do Ministério do Ar britânico: em 16/01/1947, às 22h30, um caça noturno Mosquito em treino foi guiado por radar até uma aeronave não identificada a 22.000 pés sobre o Mar do Norte; seguiu-se uma perseguição que terminou às 23h sobre Norfolk, na Inglaterra.
Abrir o caso
Recorte de jornalNotícia da Agence France Presse datada de 27 de janeiro de 2001, citando Interfax e o diretor Ivan Komarov, relata que o aeroporto de Barnaul deixou de usar a pista por cerca de 90 minutos na sexta-feira anterior. A tripulação de um Il-76 recusou decolar ao afirmar que via objeto luminoso sobre a pista; outra aeronave pousou em aeroporto diferente. Segundo a notícia, o objeto partiu depois. O recorte está na p93 e não é duplicata da reportagem da p90. Não inclui registros de controle aéreo ou identificação do objeto.
Abrir o caso
Relatório de observaçãoRelatório militar de 1949 descreve objeto cilíndrico prateado que desceu de aproximadamente 20 mil para 7 mil pés e desapareceu em camada de nuvens. A chama foi comparada a mais de duas vezes o comprimento do objeto. A continuação atribui as descrições ao observador/tenente-coronel Kuhl (leitura provável) e registra ausência de radar, fotografia e fragmentos.
Abrir o caso
Relatório de observaçãoRelatório de controladores de McChord registra objeto circular e refletivo observado sobre Seattle por três controladores. Diâmetro, velocidade e altitude são estimativas; não há fotografia nem desenho.
Abrir o caso
Relatório de observaçãoDois controladores julgaram ver um objeto semelhante a caça F-84. Consulta a bases próximas não localizou voo correspondente; o relatório não inclui foto ou desenho.
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Relatório de observaçãoRelatório Maxwell descreve objeto cinza e redondo. A investigação o atribui a balão do Geological Weather Service, provavelmente lançado no Tennessee.
Abrir o caso
Relatório de observaçãoPiloto civil relatou oito objetos em forma de prato às 20:20 PST. Comparou o tamanho a um B-29 e estimou deslocamento mais rápido; a tripulação de um B-29 próximo não percebeu algo anormal.
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Relatório de observaçãoRelatório reúne observações de operadores da torre. O número de pontos luminosos variou de um a sete; observadores com binóculos disseram distinguir asas.
Abrir o caso
Relatório de observaçãoA torre comunicou luz que apareceu branca e depois avermelhada, movendo-se em linha reta. O relatório não determinou tamanho nem velocidade e diz não haver foto ou desenho.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoRelatório do McChord Flight Service Center registra ocorrência entre 21h e 21h30 e identifica quatro testemunhas profissionais. A página não contém fotografias.
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Fac-símile de documentoRelato atribuído a Clark descreve sete objetos em formação em V, com aparência triangular/delta e cor cinza clara. A testemunha estimou velocidade acima de 600 mph e uma curva ampla; a continuação registra altitude inicial estimada perto de 10 mil pés.
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Fac-símile de documentoRelatório atribui a um fotógrafo a observação de objeto semelhante a uma asa voadora. Fragmento final menciona ruído de zumbido, não de rush, e ausência de exaustão; contexto está truncado.
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Fac-símile de documentoDois observadores relataram cauda de chama e fumaça. O cabeçalho do relatório traz 29 de junho, enquanto o formulário do evento registra 28 de junho, entre entre 17h50 e 17h55 (hora do Leste). Tamanho e velocidade ficaram indeterminados; altura, manobrabilidade e som não foram determinados.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoRelatório Olmsted sobre observação de um único piloto de T-6 às 08h45 (hora do Leste). Descreve objeto tubular branco, cerca de seis milhas à frente; o formulário traz estimativas de dimensões e altitude, mas alguns campos são corrompidos. Não há radar, foto ou fragmento; horários de voos e eventual dispositivo de teste ficaram desconhecidos.
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Fac-símile de documentoTelegrama recebido em 2 de maio de 1949, às 11:40 MST, relata três discos aparentes perto de Elko por cerca de três a quatro minutos; a data do avistamento não é explicitada. Diâmetro, altitude e velocidade são estimativas da testemunha; piloto próximo não os viu.
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Diagrama de tela de radarResumo operacional de 16 de junho descreve interferência na tela de radar de um RB-29 durante voo de 2 de maio de 1949. A frase datilografada sobre interferência deliberada foi riscada e emendada à mão; seu sentido final não é recuperável com segurança. Um diagrama esquemático mostra arcos rotulados como interferência, sem constituir fotografia de alvo físico.
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Detalhe de croqui de testemunhaRelatório de 23 de abril reúne relatos divergentes sobre luz ou objeto luminoso. Herring descreveu luz verde-azulada por cerca de 15 segundos e estimou velocidade e altitude; outros depoimentos diferem quanto a cor, forma, tamanho e horário. Comentário institucional considera provável a ocorrência, sem avaliar conclusivamente sua natureza. Páginas 55–58 repetem ou acompanham o mesmo episódio.
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Fac-símile de documentoMensagem preliminar relata, em 18 de março de 1949, luz vermelha semelhante à de aeronave, a aproximadamente10 mil pés (ONE ZERO THOUSAND na mensagem) e velocidade estimada em 200 mph. Quatro testemunhas teriam visto a luz durante três minutos, seguindo de oeste para leste, sem som. A investigação ainda seria completada.
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Fac-símile de documentoMensagem retransmitida por Goose Bay informa que a estação Crystal 1, em Fort Chimo, ouviu ruído semelhante a motores lentos por 15–20 minutos. Não foram vistos objeto ou luzes. Checagem inicial não identificou aeronaves na área; relatório escrito estava pendente.
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Fac-símile de documentoPiloto John T. Smith, em voo T-11, relatou que um objeto descrito como “jet propelled blimp” o circulou às 20:30P. Estimou cerca de 500 mph e 9.000 pés.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoDois residentes relataram objeto em chamas. Horário e alguns campos têm correções manuscritas. O documento não determina se o objeto chegou ao solo.
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Fac-símile de documentoRelato descreve um objeto às 16:30 e mais dois às 17h. O relatório considera possibilidades como balão, sem conseguir identificar os objetos; menção a navios russos é especulativa.
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Fac-símile de documentoRelatório de 7 de fevereiro de 1949 e telegrama associado registram quatro testemunhas de uma luz verde, amarela e vermelha, descrita como rotativa, observada a sudoeste de Fort Knox. O objeto/luz foi acompanhado com teodolito; desapareceu após clarões por volta de 03:10, após início aproximado às 02:50 Eastern. O instrumento foi mencionado, sem medidas instrumentais suficientes para identificar a fonte luminosa.
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Mapa documentalRelatórios de estações descrevem brilho e ruído em 25 de janeiro. Alguns informantes sugeriram meteoro; o mapa traça caminho e área provável de explosão ou desaparecimento, sem comprovar impacto.
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Fac-símile de documentoCapitão Stoney relata observação entre 14:07 e 14:35 local de objeto branco, plano, comparado a papelão, que oscilava. Estimou 85 mph e suspeitou que pudesse ter sido solto de um C-54. Memorando propõe corrente ascendente levantando material leve, sem exame ou determinação final.
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Mapa anotadoRelatório registra avistamento às 20:15 PST por McFarland e outro operador da torre. Páginas seguintes do dossiê apresentam protocolo condicional de investigação; não demonstram que todas as ações foram realizadas nem resultado final.
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Fac-símile de documentoMensagem relata luz, sem observação do objeto em si. A interpretação como estrela cadente ou meteoro é apresentada como dedução de pessoal local.
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Croqui testemunhalRelato às 17h descreve objeto escuro, comparado a charuto ou alvo de manga, com estimativa visual de dimensões. As páginas 132, 133 e 136 trazem uma carta distinta, do Centro de Serviço de Voo de Maxwell, com dados que divergem do relatório de Jackson.
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Esboço no relatório militarEm 17 de novembro de 1948, às 14:18Z, tripulação em voo entre Edmonton e Kittigazuit relatou objeto único em forma de ovo com cauda, laranja e flamejante, com rumo sudoeste e velocidade desconhecida. O relatório estima cerca de 50 pés de altura para o objeto e, na continuação, altitude aproximada de 18.000 pés, mergulho raso, ausência de som e presença de rastro; a aeronave seguia a 7.000 pés MSL. O objeto foi visto brevemente acima de nuvens estratiformes e teria iluminado o céu atrás de si. Todas as medidas do objeto são estimativas relatadas.
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Formulário oficialFormulário Olmsted datado de 13 de dezembro registra evento em 11 de dezembro, às 22:45E, observado de C-45F. Descreve luz vermelha-azul-vermelha, semelhante a sinalizador de paraquedas, a altitude estimada de 10–11 mil pés, por cerca de um minuto. Parecia sinalizador apagando; sem radar.
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Formulário oficialRelatório e dois depoimentos descrevem um objeto branco e redondo observado em Chanute em 8 de dezembro de 1948, por volta de 18:46. Dois observadores o compararam a foguete ou meteoro e relataram movimento para sudoeste e desaparecimento após poucos segundos; suas estimativas de direção, ângulo e rastro não coincidem em todos os detalhes. Os documentos foram assinados em 9 de dezembro. Não há fotografia ou identificação definitiva.
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Formulário oficialChecklist e relato de policial descrevem cinco formas redondas ou em disco, com dois seguindo para sul e três para leste; a observação teria sido breve e o observador não determinou cor ou altitude.
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Formulário oficialEarl Patterson, ex-piloto do Air Corps e então policial, relatou um disco de cor alumínio seguindo para sudoeste, em velocidade que considerou extraordinária. Estimou altitude de cerca de 30.000 pés e disse que o objeto mudou de direção em ângulo de 90 graus; por isso supôs que pudesse ser controlado por rádio. Não ouviu som nem viu rastro.
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Formulário oficialChecklist policial e breve relato descrevem três discos que teriam voado em fila, com reflexo castanho-esbranquiçado, por um período curto. O observador não determinou velocidade ou altitude.
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Formulário oficialRelatos de W. A. Lissy e D. W. Ellis descrevem três discos brancos, planos e redondos, voando em formação reta para sul; o último teria oscilado rapidamente de lado. O registro identifica Ellis e Lissy como observadores e afirma que um corroborou o outro.
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Formulário oficialCapitão K. A. Prehn e outras testemunhas relataram três a seis objetos brilhantes rumo ao sul sobre Globe Mills. Os clarões impediam contar com precisão; as formas pareciam discos de cromo, ora inteiros, ora como meia-lua, desaparecendo e reaparecendo. Um avião também estava no céu, mas as testemunhas disseram que não era ele.
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Recorte de jornalEm 4 de julho de 1947, às 20h04, o capitão E. J. Smith e tripulantes de uma aeronave da United Air Lines relataram perto de Emmett, Idaho, cinco formas parecidas com discos em formação frouxa e depois outras quatro. Smith disse que as acompanhou por cerca de 45 milhas rumo noroeste; a comissária Marty Morrow foi chamada à cabine e também as viu, segundo a narrativa da p. 26. A aparência das faces e o desaparecimento foram descritos visualmente; o próprio piloto não determinou a forma nem a natureza dos objetos.
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Fac-símile de documentoChecklist e narrativa relatam um ponto branco ou bola luminosa observada por integrante da Guarda Costeira e acompanhante; houve tentativa de fotografar, mas a fotografia não está reproduzida nessas páginas.
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Formulário oficialUm delegado do xerife descreveu cerca de 20–30 objetos em formação de V, a alguns quilômetros sobre Portland, comparando-os a um bando de gansos; mencionou zumbido baixo. O resumo retoma o mesmo relato.
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Formulário oficialFicha e resumo registram um objeto inicialmente e depois dois, visíveis por poucos segundos. A testemunha descreveu discos metálicos brilhando ao sol, um rumo oeste–leste e outros ao norte. A ficha não identifica com segurança todos os dados do observador.
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Formulário oficialMrs. Lawrence J. Hayward relatou um objeto redondo e prateado que se movia lentamente e parecia uma moeda nova virando no ar.
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Formulário oficialFicha parcial registra três objetos prateados: um teria seguido para sudeste e dois para nordeste.
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Transcrição datilografada de jornalUma ficha resume relato de quatro discos passando pela região do Monte Jefferson; não preserva detalhes suficientes de percurso ou características.
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Fac-símile de documentoChecklist e narrativa descrevem dois objetos claros, alongados como charutos, deslocando-se de oeste para leste, um atrás do outro, sem som audível e com leve rastro parecido com vapor. A altitude foi estimada entre uma e cinco milhas, sem determinação precisa.
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Fac-símile de documentoChecklist atribuído ao incidente 20 relata um objeto circular prateado seguindo para sudoeste, sem som.
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Fac-símile de documentoChecklist do incidente 21 relata grupos de objetos em fila e ruído comparado a motor elétrico.
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Fac-símile de documentoGuy R. Overman relatou inicialmente um objeto e depois outros menos distintos, altos no céu, seguindo ao sul e um pouco a oeste. A ficha descreve flashes repetidos e aparência brilhante prateada, comparando a velocidade à de aviões bimotores; a narrativa associa os flashes à trajetória aparente de aeronave.
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Recorte de revistaAngelo Donofrio descreveu objeto brilhante e prateado, semelhante a espelho ao sol, aparentemente estacionário e parecendo aderir a uma grande nuvem. A narrativa diz que não lhe pareceu avião.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Mrs. Herbert Erickson relatou um objeto e depois outro, visíveis por poucos segundos rumo sudeste, movendo-se para cima e para baixo e brilhando ao sol. A narrativa associada menciona pontos distantes e trilhas de vapor.
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Recorte de revistaMiss Marion Marshall relatou um objeto luminoso e rápido, alto no céu, sem cauda ou halo percebidos, sob luar intenso. A carta associada não oferece medida nem registro visual.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Checklist e narrativa mencionam uma faixa azul atravessando nuvens e um contorno circular, após observação de céu por funcionário da Pan American. A fonte menciona um filme Kodachrome, não incluído nestas páginas.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Checklist e breve relato descrevem ponto luminoso no céu ocidental, comparado a cometa e aparentemente imóvel antes de desaparecer perto do horizonte.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Ficha descreve dois grupos em formação V, comparados pelo observador a uma aeronave experimental de asa larga; número, altitude e velocidade são estimativas visuais.
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Formulário oficialK. D. Wood, professor de engenharia aeronáutica, relatou ter visto apenas um rastro branco, descrito como semelhante a exaustão de foguete ou jato; a ficha explicitamente diz que não viu o objeto.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)O arquivo reúne quatro relatos de 7 de janeiro de 1948 em torno de Lockbourne e Columbus: observações de luzes feitas por McGee, um operador de torre, Eisele e dois pilotos em voo. Há referências cruzadas entre relatórios e comunicação a Lockbourne, o que justifica uma página documental conjunta.
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Recorte de jornalUm recorte da Associated Press preservado no acervo do FBI reúne observações no Texas, uma narrativa de incêndio e a alegação de encontro de material metálico, sem estabelecer uma ocorrência única.
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Desenhos testemunhaisSaunders descreveu objeto lento rumo sul, forma paralelogramo/circular e fumaça; estimativas de 20–30 pés, 1.500–2.000 pés e duração 10–15 min.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Watson descreveu formas douradas do tamanho aparente de cinzeiros, pairando; motorista não identificado teria corroborado.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Duas mulheres relataram objeto preto oblongo movendo-se lentamente e soltando fumaça; sem asas ou motor visíveis segundo continuação.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Goshorn descreveu objeto recuperado como balão de papel crepom branco com resíduo que produzia fumaça; narrativa relata descida e pouso.
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Desenhos testemunhaisYantis descreveu rastro negro; esboços mostram mancha entre nuvens que virou faixa torcida e desapareceu, sem sólido identificado.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Felton relatou cilindro sem asas/cauda, rumo sudoeste; esposa também o teria visto.
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Carta de particularJamnicky descreveu ponto tipo estrela que parou três vezes e desapareceu.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Uma ficha de arquivo reproduz uma notícia do Daily News sobre duas vizinhas e uma forma prateada que teria atravessado o céu de McKeesport.
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Trecho de relatório de agenteEm 11 de agosto de 1948, dois irmãos, de dez e oito anos, disseram ter visto um objeto redondo e cinza descer entre eles e pousar suavemente no quintal da família em Hamel, Minnesota.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Esfera nítida mudou de azulada a alaranjada, moveu-se em arco e sumiu abruptamente.
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Esboço em ficha oficialTrês objetos luminosos em tempo chuvoso; testemunhas disseram ver relâmpagos através de um e perderam vista atrás de casas.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Operador relatou luz rápida com aparente curva/subida; compilação inclui descrições de moradores de cores e movimentos diferentes.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Estes descreveu corpo prateado tipo foguete/V-2, maior que B-29 e com rastro azul; estimativas próprias.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Barnes viu bola branca à frente do avião e depois luzes na água, atribuídas por ele a embarcação.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Objeto entre nuvens foi comparado a aeronave sem asas e dois conveses, velocidade semelhante a V-2 segundo testemunha.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Relato diz que esfera prateada flutuou, soltou material e se desintegrou; impressão do compilador sobre sinceridade não confirma natureza.
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Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Robert W. Meyers relata uma tentativa de aproximação de uma forma prateada durante voo de P-47 nas Filipinas. O arquivo preserva sua descrição e informa que os outros três pilotos não avistaram o objeto.
Abrir o caso
Desenho oficial de reconstituição · USAF / Governo dos EUAEm 29 de julho de 1948, dois trabalhadores que viajavam de caminhão relataram um objeto brilhante, baixo e silencioso acima das árvores na região nordeste de Indianapolis.
Abrir o caso
Ficha de incidente (checklist de objetos voadores não identificados)Duas fichas registram observações feitas no mesmo voo, às 15h de 28 de maio de 1948, quando a aeronave estava cerca de seis milhas a leste de Monroe, Michigan, a caminho de Selfridge Field.
Abrir o caso
Esboço em ficha oficialEm 30 de junho de 1948, Norman Pfutzenreuter, descrito como engenheiro químico e astrônomo amador, relatou observar entre Watertown e Webster um agrupamento prateado aparentemente estacionário por pouco mais de duas horas.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Em 9 de julho de 1948, dois integrantes de uma unidade fotográfica de reconhecimento relataram cerca de vinte pontos escuros sobre Fielding Lake, no Alasca, durante uma observação de cinco segundos ou menos.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Em 5 de abril de 1948, três observadores de balões treinados ligados à Seção do Laboratório de Geofísica relataram um objeto arredondado e indistinto nas proximidades da Base Aérea de Holloman, no Novo México.
Abrir o caso
Desenho oficial de reconstituição · USAF / Governo dos EUAEm 31 de julho de 1948, Vernon Swigert e sua esposa relataram um objeto branco fosco cruzando o céu da região centro-sul de Indianapolis em cerca de dez segundos.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Em 17 de julho de 1948, dois sargentos-mestres da Força Aérea relataram sete objetos próximos à barragem de San Acacia, no Novo México.
Abrir o caso
Desenho anexado à ficha militarEm 9 de abril de 1948, o tenente-coronel Robert B. Hughes relatou uma observação de cinco segundos sobre Montgomery. A ficha militar preserva uma descrição incomum e um desenho anexo, sem fotografia do objeto.
Abrir o caso
Diagrama anexado à ficha militarEm 19 de abril de 1948, dois oficiais da USAF relataram objetos brancos sobre a Base Aérea de Greenville. A ficha registra velocidade indeterminada, um diagrama da sequência e a investigação de um balão lançado em Spartanburg.
Abrir o caso
Memorando oficialDuas tripulações de B-29 registraram uma bola de fogo multicolorida; as fichas divergem sobre o local e não trazem fotografia.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Em Memphis, dezenas de pontos brilhantes foram relatados em 1948; uma nota militar discute a hipótese de meteoros sem identificação conclusiva.
Abrir o caso
Diagrama anexado à carta da testemunhaUma ficha militar descreve doze formas elípticas em formação entre 15 e 20 de agosto de 1947 e menciona esboços ainda não localizados.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Três fichas militares registram luzes coloridas em Assunção, Areguá e Villa Hayes no mesmo dia, sem demonstrar que fosse um único objeto.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Em 1948, descrições de uma ave enorme chegaram a uma ficha militar, com testemunhas e horários que precisam ser separados.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Um objeto oblongo e uma faixa de fumaça foram relatados perto de Wilmington; a autoridade local contestou a hipótese de um P-80, sem identificar a causa.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Zittek relatou dois objetos prateados em 1948; a investigação registrou dois F-80 na região como hipótese possível, sem correspondência conclusiva.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Uma bola azul foi relatada perto de Moose Factory; a ficha discute meteoro como hipótese e contém uma referência geográfica inconciliada.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Ferroviários relataram formas luminosas em sequência em 1948; as coordenadas impressas não correspondem a Middleport, Ohio.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Um resumo do adido militar dos EUA preserva notícia turca sobre um suposto foguete; o rumor de origem soviética não foi confirmado.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)As duas fichas do casal Bergen documentam um único episódio em Delaware; o observatório foi alertado, sem registrar avistamento próprio.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Um disco aparentemente oscilante foi relatado em Fairbanks; reflexo solar em aeronave aparece como hipótese não testada.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Um relato perto de Moscou preserva estimativas divergentes de distância e um comentário do adido militar, não da CIA.
Abrir o caso
DocumentoUm piloto de P-51 relatou objetos perto do Lago Mead; a rota descrita conflita com a posição e 285 mph era a velocidade do avião.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Dois tripulantes relataram uma luz avermelhada que pareceu dividir-se perto de Necker; durou seis segundos e 1.000 nós é estimativa.
Abrir o caso
Diagrama anexado à declaraçãoA tripulação de um B-25 relatou um disco durante voo; 210 mph era velocidade do avião e o objeto saiu de vista durante a curva.
Abrir o caso
Ficha de incidenteGrupos de formas luminosas foram descritos sobre Twin Falls; nuvens e ausência de distância impedem estabelecer escala ou contagem física.
Abrir o caso
Ficha de incidente (lista de verificação de objetos voadores não identificados)Uma esfera prateada foi relatada perto de Fort Richardson; o tamanho legível no fac-símile é de dois a três pés.
Abrir o caso
Esquema da trajetória anexado ao relatórioUm piloto de AT-6 descreveu manobras entre Boise e Meridian; a ficha contém esquema numerado; segundo o FBI, a película de 8 mm foi revelada e não mostrou o objeto.
Abrir o caso
Relatório policialEm Grand Falls, quatro luzes foram vistas antes da chegada de um policial, que relatou uma quinta forma; o verso alterna Jackman e Jackson.
Abrir o caso
Carta oficialUma tripulação relatou seguir uma forma escura perto de Bethel; 520 mph aparece na ficha sem cálculo, enquanto 170 mph pertence ao avião.
Abrir o caso
DocumentoDurante rastreio de balões, um observador relatou ver um disco pelo teodolito; não há ângulos medidos nem triangulação documentada.
Abrir o casoUma notícia reproduzida em ficha militar relata dois clarões com rastros vistos do petroleiro Ticonderoga; a velocidade estimada não tem cálculo.
Abrir o caso
Relato testemunhal datilografadoPerto de Canyon Ferry, testemunhas relataram um disco brilhante que pareceu desaparecer; a ficha troca os campos de data e horário.
Abrir o caso
Fotografia impressa com a notíciaRecortes de agências preservados no arquivo do FBI contam a perseguição feita por dois policiais de Portage County na madrugada de domingo. As duas versões divergem em distância, tamanho e velocidade.
Abrir o caso
Recorte de revistaUma revista ufológica guardada pelo FBI reproduz matéria do El Paso Times sobre objetos vistos no campo de mísseis. O texto cita radar de segunda mão e pilotos que não encontraram nada.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm memorando interno registra a consulta do Centro de Comando Militar Nacional sobre um objeto recolhido pela polícia de Milwaukee, descrito como metálico e com uma “fonte interna de calor”.
Abrir o caso
Memorando do FBIJames C. Collins telefonou ao FBI de madrugada relatando um objeto oblongo que pousou na rua e tripulantes baixos. O memorando registra também uma lacuna de oito horas em sua memória.
Abrir o caso
Cópias de fotografias entregues pelo declarantePaul L. Peyerl contou ao FBI em 1967 que testou e fotografou, no fim da guerra, uma aeronave em forma de disco com motores a jato. O FBI registrou o relato e repassou as imagens à Força Aérea sem endossá-lo.
Abrir o caso
Retrato impresso na reportagemUm recorte da Canadian Press conta que um menino de 13 anos relatou dois objetos pousados e uma queimadura na mão. Um policial confirmou a marca, mas não sua causa.
Abrir o caso
Fotografia de jornal dos supostos danosO Wichita Beacon publicou o relato de um menino que viu da janela dois objetos zumbindo e girando. A família mostrou concreto quebrado; vizinhos e polícia não tinham outros registros.
Abrir o caso
Recorte de jornalPoliciais de seis cidades viram, por volta das 2h, um objeto azul que cruzou o céu e se desfez num clarão silencioso sobre Valdese. Não foram vistos fragmentos.
Abrir o caso
Recorte de jornalSeis estudantes de 17 anos relataram ao chefe de polícia de Littleton luzes vermelhas, azuis e brancas num parque. Ele os achou sinceros e sóbrios, mas não identificou o que viram.
Abrir o caso
Esboço da testemunha publicado pelo jornalUm jornal local relatou que uma família observou por cerca de dez minutos, com binóculos e telescópio, um objeto com uma faixa central brilhante. O filho desenhou a forma.
Abrir o caso
Recorte de jornalA primeira página do London Free Press reuniu relatos de luzes coloridas numa noite de março e a menção de um eco de radar numa base americana. Os repórteres enviados só acharam aviões a jato.
Abrir o caso
Recorte de jornalO governador Haydon Burns, sua esposa, assessores e jornalistas viram duas luzes que pareceram seguir o avião por cerca de 40 milhas. O controle de Miami não tinha outro eco no radar.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm corretor de imóveis contou à polícia de Bridgeton que, enquanto fincava uma placa, o rádio do carro parou e ele viu no céu um objeto cinzento em forma de dois pires sobrepostos.
Abrir o caso
Recorte de jornalDois rapazes de 17 anos contaram aos xerifes do condado que viram, por cerca de um minuto, um objeto do tamanho de um carro pairando sobre um pântano, antes de subir em linha reta.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm diretor de defesa civil e 87 estudantes relataram um objeto pairando perto de um dormitório. Dias depois, o consultor da Força Aérea J. Allen Hynek falou em gás de pântano, e o diretor se disse insatisfeito.
Abrir o caso
Recorte de revistaUma revista ufológica arquivada pelo FBI relata dois avistamentos com cinco minutos de diferença: dois garotos de bicicleta e, depois, a avó de um deles, que passou de carro por baixo das luzes.
Abrir o caso
Recorte de jornalUma nota curta, sem data, atribui à polícia de Lewiston o relato de oito pessoas que viram um objeto oval pairar sobre uma casa e partir para leste.
Abrir o caso
Recorte de jornalUma nota da Associated Press conta que cinco moradores viram uma luz parecida com estrela se deslocar para o sul e sumir. Os números do próprio relato sugerem um movimento lento.
Abrir o caso
Recorte de jornalUma moradora de Hollywood disse ao jornal Citizen-News que viu uma grande bola de fogo muito brilhante sobre a Sunset Strip, seguindo para noroeste até sumir sobre o San Fernando Valley.
Abrir o caso
Carta ao FBIEm 1969, Edward A. Stewart Jr. escreveu a Hoover que um objeto visto por ele na véspera da queda do voo da Pan Am em Elkton lançava “minas aéreas”. O órgão oficial havia apontado um raio.
Abrir o caso
Carta de observatórioUm observador de Nova Jersey enviou a Harvard os detalhes de um objeto visto em julho de 1964. O observatório respondeu que era um meteoro brilhante, também relatado em Wilmington.
Abrir o caso
Memorando oficialUma jovem que se recusou a dar o nome procurou o FBI com supostas mensagens extraterrestres sobre mísseis, radares e um objeto derrubado. O memorando só registra o que ela disse.
Abrir o caso
Retrato impresso na reportagemUma reportagem do Houston Post, guardada pelo FBI, entrevista Gabriel Green, líder de uma rede de clubes ufológicos. Ele fala de encontros com um marciano e com um homem de Alpha Centauri, sem datas nem testemunhas.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm recorte de janeiro de 1966 relata que um ponto de luz voltou a aparecer sobre o reservatório de Wanaque, atraindo carros ao redor da represa. A Força Aérea falou em Vênus e Júpiter.
Abrir o caso
Relatório de missãoUm relatório de missão da Operação Inherent Resolve registra um UAP visto no vídeo do sensor por cerca de nove minutos, descrito como branco e redondo e com velocidade de até 500 milhas por hora. O vídeo oficial PR133 mostra quase cinco minutos em que o sensor persegue uma área de contraste, perde-a e a reencontra.
Abrir o caso
Relatório de missãoUm relatório de missão registra UAPs que voavam de forma esporádica sobre a área-alvo por mais de uma hora e meia, estimados entre 80 e 180 milhas por hora e com 1 a 2 metros. Dois vídeos oficiais, PR140 e PR141, mostram o sensor acompanhando áreas de contraste e alternando câmera óptica e infravermelho.
Abrir o caso
Relatório de missãoUm relatório de missão registra, durante 45 minutos, clarões de luz de origem desconhecida que cruzaram a câmera de vídeo da aeronave e um efeito de halo no alto da imagem. Três vídeos oficiais, PR31, PR32 e PR33, mostram manchas coloridas que duram poucos segundos.
Abrir o caso
Relatório de missãoUm relatório de missão registra um UAP “aparentemente circular, pequeno demais para distinguir detalhes”, voando logo acima do mar em direção à terra, a cerca de 30 mph. O vídeo oficial PR35 mostra o alvo sobre a água e sua perda quando o fundo passa a ser terra.
Abrir o caso
Formulário Range FoulerUm formulário de interferência em área de treino registra um objeto branco e sólido, redondo, que cruzou o campo de visão do sensor durante uma missão noturna e foi seguido com dificuldade. O vídeo oficial PR36 mostra mais de dois minutos de perseguição com o sensor, que não chega a travar no alvo.
Abrir o caso
Formulário Range FoulerUm formulário Range Fouler registra um objeto escuro, meio bordô, com 12 a 15 pés de altura, que seguia com o vento e não manobrou. O vídeo oficial PR116 mostra 32 segundos em que o sensor mantém uma área de contraste no centro da imagem.
Abrir o caso
Formulário Range FoulerUm operador a bordo de uma aeronave civil King Air, com 28 anos de trabalho para a Força Aérea e a Marinha, relatou um objeto pequeno que passou abaixo em linha reta e em sentido oposto. O vídeo oficial PR112 mostra 20 segundos em que a área de contraste sai do quadro quando o zoom muda.
Abrir o caso
Relatório de missãoUm relatório de missão registra dois UAPs, com velocidades estimadas de 320 e 440 mph, sem manobras e avaliados como benignos. O vídeo oficial PR27 tem quase cinco minutos, e o alvo só aparece depois de 1 minuto e 56 segundos.
Abrir o caso
Relatório de missãoUm relatório de missão conta cinco UAPs que cruzaram a tela do sensor em pouco mais de quatro horas: o primeiro com aparência de possível míssil, os outros quatro mais próximos do perfil de aves. O vídeo oficial PR19 tem cinco segundos e mostra só o primeiro.
Abrir o caso
Formulário FD-302Um formulário de entrevista do FBI registra que um observador, alertado por uma detecção de radiofrequência, apontou um aparelho térmico e viu dois objetos escuros que se moviam devagar e juntos. O vídeo oficial PR007 mostra as duas áreas de contraste em modo preto-quente.
Abrir o casoDois rapazes disseram ter visto um objeto redondo e rápido sobre um bairro de Hackensack num domingo à noite. O FBI entrevistou todos os presentes e registrou versões que divergem em cor, tamanho, duração e até sobre quem estava lá.
Abrir o caso
Teletipo do FBIUm ex-piloto da Marinha que dava aula de voo viu um objeto brilhante a leste de Myrtle Creek, tentou segui-lo e voltou a vê-lo com o aluno na decolagem seguinte. O FBI ouviu os dois e não achou outras testemunhas.
Abrir o caso
Fotografia do acontecimento (ampliações de fotos de autor particular, arquivadas pelo governo)Um técnico de Phoenix fotografou com uma câmera caixão um objeto escuro que circulava sob as nuvens. O arquivo guarda as ampliações, o memorando militar e a entrevista em que ele entregou os negativos sabendo que não voltariam.
Abrir o caso
DocumentoDick Rankin, piloto com 7 mil horas de voo, disse ter visto do gramado de casa uma formação de objetos redondos passar e voltar com três a menos. A declaração que assinou para a inteligência militar e a entrevista que deu ao jornal não batem na data.
Abrir o caso
DocumentoUm sargento da base de Hamilton Field viu, junto com um grupo de militares, três objetos cruzarem o céu. O oficial que o entrevistou anotou que ele relutou em falar por medo do ridículo.
Abrir o caso
Fotografia de objeto (evidência física)Uma mulher telefonou aos bombeiros dizendo que um disco caíra em chamas no seu jardim. O FBI fotografou a peça, feita de duas chapas de aço com uma aleta, e a inteligência do Exército concluiu que era uma farsa incapaz de voar.
Abrir o caso
Fotografia de objeto (evidência física)Seis fotografias guardadas pelo FBI mostram um disco artesanal com fios, peças mecânicas e uma caixa pintada com a palavra “RUSSIA”. A única ordem escrita nas páginas é consultar o Exército e, se não houvesse interesse, destruí-lo.
Abrir o caso
Teletipo do FBIUm funcionário da Dow Chemical contou ter ouvido um estalo e visto uma bola branca em chamas perto do chão. A areia que recolheu tinha prata e radioatividade muito baixa, mas o casal não soube mostrar onde foi e suas versões divergiam.
Abrir o caso
Teletipo do FBIUma moradora de Oswego, no Oregon, disse ter visto ao meio-dia um grupo de objetos redondos e prateados, parados em arco ao lado do sol. Um deles pareceu cair devagar atrás das árvores.
Abrir o caso
Carta ao FBIO superintendente escolar de um distrito de Vermont escreveu ao FBI no mesmo dia em que viu dois objetos brancos cruzarem o céu em silêncio, um atrás do outro. O FBI mandou um agente ouvi-lo.
Abrir o caso
FotografiaDois homens de Tacoma contaram que discos soltaram fragmentos sobre um barco perto de Maury Island, e os dois oficiais de inteligência que os entrevistaram morreram na queda de um B-25 horas depois. Relatórios militares e do FBI preservam a investigação, fotografias das amostras e a declaração assinada em que os dois negaram qualquer ligação do material com discos.
Abrir o caso
Desenho testemunhalO dono de uma criação de trutas no fundo do cânion do rio Snake disse ter visto, com os dois filhos pequenos, um objeto azul-claro com chama vermelha passar a baixa altura. O FBI o entrevistou e guardou os desenhos coloridos que ele fez, com vistas de cima, de lado e de baixo.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm perito de seguros de Sacramento e a esposa disseram ter visto, da estrada, um objeto de brilho cromado mergulhar e desaparecer numa nuvem de fumaça escura. Agentes da contrainteligência militar voltaram ao local com ele, não acharam vestígios e cogitaram um avião comum visto de longe.
Abrir o caso
Teletipo do FBIPor volta das 22h45, moradores de dois bairros de Filadélfia a cerca de dez milhas um do outro relataram um objeto branco ou azulado, rápido, com rastro de fumaça e um zumbido. O FBI os entrevistou, descartou experimentos militares e um incêndio numa fábrica química, e encerrou o caso sem explicação.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm engenheiro de som e piloto particular contou a militares de Tinker Field que, em maio de 1947, viu um objeto branco, redondo e achatado cruzar o céu de Oklahoma City em 15 a 20 segundos. A inteligência da Força Aérea pediu ao FBI que verificasse seus antecedentes, junto com os de Kenneth Arnold.
Abrir o caso
Teletipo do FBIA segurança da Comissão de Energia Atômica informou ao FBI que dois empregados da Du Pont viram uma luz azul de borda laranja, em forma de pires, passar rápido sobre uma área da usina de Savannah River. O teletipo urgente de um parágrafo é o único registro do caso nesta seção do arquivo.
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Fac-símile de documentoUm morador de Jackson escreveu a J. Edgar Hoover que uma vizinha viu uma luz branca circular uma fazenda de madrugada e que, na manhã seguinte, o tio dele achou no pasto um monte de tiras brilhantes sobre trevo queimado. O FBI anotou que a amostra parecia papel-alumínio picado e repassou tudo à Força Aérea.
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Carta manuscritaUma moradora de Watertown escreveu ao FBI que, ao sair de uma aula no MIT, viu com outro estudante um objeto redondo e alaranjado atravessar o céu devagar e sumir em segundos. Sem saber a quem avisar, ligou para vários órgãos sem resposta; o FBI encaminhou a carta à Força Aérea.
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CartaCorria em Circleville a história de que agentes do FBI haviam mostrado a um fazendeiro fotos de discos capturados e dito que o dele vinha de Marte. O FBI checou e descobriu que o visitante era um vendedor de antenas que investigava discos por passatempo.
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Teletipo oficialTrês homens de Atlanta levaram a um jornal o corpo de um pequeno ser sem pelos e disseram tê-lo atropelado ao lado de um disco voador. O FBI registrou o caso sem investigar e o repassou à Força Aérea; um professor de anatomia disse que parecia um macaco.
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Recorte de jornalUma semana depois do primeiro voo orbital americano, John Glenn descreveu a cientistas da NASA milhares de pontos amarelo-esverdeados que apareciam em volta da cápsula a cada nascer do sol. Um rascunho interno de março de 1962 concluiu que eram partículas ligadas à nave ou ao foguete, não vindas do espaço.
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Rascunho de nota científicaUm rascunho de nota da NASA registra que Scott Carpenter viu e fotografou partículas brancas parecidas com flocos de neve nas três órbitas e, pouco antes da reentrada, bateu com a mão na parede da cápsula, liberando muitas delas. O texto conclui que o mais provável eram flocos formados pelo vapor do sistema de suporte de vida.
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Folha de título de debriefingNo debriefing científico de março de 1963, Walter Schirra descreveu partículas brancas e outras amarelo-esverdeadas em volta da Sigma 7 e uma película na janela deixada pelo foguete de escape. Ele próprio atribuiu os “vaga-lumes” a gases e vapor liberados pela nave.
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Transcrição de debriefingSchirra chamou de sua maior surpresa uma camada marrom-acinzentada, “cor de smog”, que ocupava todo o horizonte e escurecia as estrelas vistas através dela. Os cientistas estimaram que ela seria centenas de vezes mais brilhante que o brilho noturno comum, e a questão ficou sem resposta no documento.
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Transcrição de debriefingNo debriefing de junho de 1963, Gordon Cooper contou que o farol piscante que ele mesmo soltou em órbita apareceu primeiro como uma luz fixa subindo do escuro, parecida com um míssil. Ele também descreveu jatos de partículas luminosas saindo dos propulsores.
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Diagrama científicoJohn Glenn viu uma faixa de cor bege a cerca de 6 a 8 graus acima do horizonte noturno, que fazia as estrelas enfraquecerem e voltarem a brilhar ao se aproximarem do horizonte. O relato gerou memorandos na NASA e uma carta de um cientista de Los Alamos, que propôs dióxido de nitrogênio como explicação.
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Transcrição de debriefingWalter Schirra contou a cientistas da NASA que, viajando como passageiro, foi chamado à cabine porque os pilotos não sabiam o que era um enorme brilho no céu depois do pôr do sol. Ele o atribuiu ao lançamento de um foguete Blue Scout na base de Vandenberg.
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Recorte de revistaNo debriefing preliminar da Gemini IV, James McDivitt conta que viu um satélite perto do Havaí, a distância incerta, e que o perdeu quando o Sol bateu na janela. Na mesma transcrição, ele e Edward White admitem que várias luzes tomadas pelo foguete eram, na verdade, um planeta.
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Transcrição de debriefingNa seção de avistamentos do debriefing da Gemini V, Gordon Cooper e Charles Conrad falam de uma luz verde intensa que mudava a aparência do brilho atmosférico, de algo que não conseguiram identificar em voo livre e de um objeto grande reentrando atrás deles. Os próprios astronautas sugerem aurora e peças da nave como explicação.
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Recorte de jornalDois memorandos do FBI registram que policiais da Filadélfia viram um objeto leve, parecido com um paraquedas, descer num terreno e se desfazer em poucos minutos. Os dois textos divergem nas medidas, no tempo e no resíduo deixado.
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Carta do FBIO chefe dos laboratórios químicos da Winchester contou ao FBI que viu, com a mulher e a filha, uma esfera de brilho dourado-alaranjado atravessar o céu por cerca de 20 segundos. Ele calculou a velocidade, mas admitiu não saber a altura.
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Mensagem militar classificadaUma mensagem militar de dezembro de 1950 relata que pilotos de jato sobre o campo Weeks, em Fairbanks, viram um clarão amarelo, uma fumaça marrom subindo e um objeto escuro em forma de charuto. Eles o perseguiram até a vila de Clear, mas o perderam de vista.
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Esboço de testemunha (cópia negativa)Donald Stewart contou que um disco com cúpula pairou três minutos sobre seu carro na Ritchie Highway e parou o motor. A investigação da Força Aérea enviada ao FBI reúne o esboço da testemunha, uma inspeção do carro e o recuo do único outro ocupante, que disse não ter visto nada.
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Teletipo do FBIUm teletipo urgente do FBI relata que quatro empregados da DuPont viram, em meia hora, oito objetos em forma de disco, amarelos a dourados, passar em silêncio sobre a Área 400 da usina da Comissão de Energia Atômica. Um deles teria voado tão baixo que precisou subir para passar por cima de tanques altos.
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Mensagem militar classificadaUma mensagem da Força Aérea enviada da base de Pepperell, na Terra Nova, relata que cinco oficiais de um avião da Marinha viram por sete ou oito minutos uma luz amarelada, “como fogo”, aproximar-se, crescer em forma semicircular e sumir no horizonte. A cópia foi parar no arquivo do FBI.
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Fac-símile de documentoO artista Karl Nyquist contou ao FBI que viu, pela janela de casa, um disco branco-azulado sair de uma nuvem, ficar parado por uma fração de segundo e sumir para o sul em três segundos. Ele fez um esboço, entregue à Força Aérea, que não está no arquivo.
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Memorando do FBISylvia L. Richards, funcionária do FBI em Washington, relatou que, ao amanhecer, viu com o noivo um objeto brilhante voar baixo na direção do carro, passar por cima e sumir. Dois memorandos internos registram versões diferentes da forma e da cor.
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Teletipo do FBIUm teletipo urgente do FBI em Nova York relata que moradores de Old Brookville e um membro da polícia local viram duas luzes vermelhas pairando, que em certo momento se acenderam e pareceram soltar uma poeira ou névoa vermelha. Bases aéreas próximas disseram estar recebendo muitos relatos.
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Radiograma do FBIDois policiais da Polícia Estadual de Illinois relataram ter seguido de carro, por 20 milhas, uma luz branca brilhante que ficava âmbar e laranja. Por alguns segundos, disseram, o rádio da viatura foi afetado.
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Fotografia (ampliação de quadro de filme)Um fotógrafo do Louisville Times disse ter filmado em 16 mm um disco parado ao lado de um avião de passageiros, e o filme chegou à televisão nacional. Um mês depois, um fotógrafo do jornal concorrente levou ao FBI suas dúvidas sobre a autenticidade das imagens.
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Desenho testemunhal em carta manuscritaUma mulher de Geneva escreveu ao FBI contando ter visto da estrada um objeto branco-prateado com o formato que desenhou na própria carta. O FBI agradeceu e repassou o relato à Força Aérea.
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Teletipo do FBIUm objeto no céu de Phoenix foi visto por muitos moradores, captado por radar e seguido por um bombardeiro B-29. Dias depois, a Força Aérea encerrou o caso: um piloto de caça que subiu até 47 mil pés o descreveu como um balão com instrumentos.
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Memorando do FBIUm informante do FBI, com nome suprimido, relatou ter visto de madrugada um objeto em forma de charuto, com dois terços da frente iluminados e um rastro azulado, cruzar em linha reta sobre a base naval. Não havia outras testemunhas conhecidas.
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Folha de rosto de relatório navalUm ex-piloto da Marinha, voando em seu próprio avião da Califórnia para o Oregon, relatou uma fila de seis ou sete objetos ovais de metal sem pintura voando no sentido contrário. O oficial da inteligência naval que registrou o caso descartou as explicações mais comuns e disse que o avistamento continuava sem resposta.
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Memorando do FBIUm mecânico de instrumentos de Houston levou ao FBI filme e uma peça de um "disco voador" que ele e conhecidos fotografaram caído no deserto. Em menos de dois dias, o FBI de Los Angeles descobriu que o objeto era o protótipo de uma pipa-alvo, testado e abandonado ali por seus fabricantes.
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Teletipo do FBINo feriado de 4 de julho de 1950, um objeto elíptico com antenas, aberturas e a inscrição "não toque" apareceu perto do aeroporto de Alice. Em poucas horas, a polícia descobriu que era feito de pedaços de asas de avião soldados por mecânicos do próprio aeroporto.
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Fotografia enviada como provaUm morador de Oak Ridge fotografou um rastro e uma esfera luminosa no céu, e a segurança da Comissão de Energia Atômica recolheu 24 cópias das fotos. Em 1949, a análise da Força Aérea concluiu que as imagens vinham de uma gota que escorreu no negativo durante a revelação.
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Carta manuscritaNuma carta de cinco folhas, uma moradora de Nobleboro descreveu ao FBI um pequeno objeto brilhante que mudou de forma várias vezes diante da família. Ela mesma concluiu que devia ser algum tipo de balão meteorológico.
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Recorte de jornalUm entregador de correspondência expressa viu um objeto muito brilhante cruzar o céu para sudeste e desceu do carro para mostrá-lo a outros motoristas. Minutos depois, um oficial do Exército contou que a esposa vira algo parecido no dia anterior.
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Carta oficialUm boletim secreto da Divisão de Inteligência do Departamento de Guerra resumiu, em janeiro de 1947, a onda de “foguetes-fantasma” sobre a Escandinávia. A análise admitiu apenas poucos casos compatíveis com mísseis do tipo V-1 e atribuiu os relatos de grande altitude a meteoros ou fogos de artifício.
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Diagrama de análiseNicholas Mariana filmou em 16 mm dois objetos brilhantes sobre Great Falls, e a Força Aérea levou o filme à análise da Marinha em 1952. Os cálculos navais de velocidade partiram de uma distância arbitrária de cinco milhas, bem maior que a estimada pela própria testemunha.
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Primeira página de transcriçãoA transcrição de uma palestra do capitão Edward J. Ruppelt mostra como a Força Aérea reorganizou a investigação de objetos voadores não identificados no início de 1952. Ele conta cerca de 800 casos, dos quais uns 20% seriam bons relatos sem explicação, e descreve câmeras e radares que pretendia usar para obter dados físicos.
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Recorte de revista com fotografiaNa palestra de 1952, o capitão Ruppelt chamou Lubbock de o caso mais interessante que a Força Aérea já tinha tido. Professores do Texas Tech viram e mediram grupos de luzes, um calouro as fotografou, e a investigação terminou entre fraude não provada e a hipótese de patos iluminados pela cidade.
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DocumentoDois meses depois do avistamento de Kenneth Arnold, um garimpeiro de Portland escreveu à Força Aérea dizendo ter visto os mesmos objetos, no mesmo dia, com um telescópio. Entrevistado pelo FBI, acrescentou que a bússola que levava oscilou pouco antes de os discos aparecerem.
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Fotografia de evidênciaUm fazendeiro de Illinois disse que um objeto caiu em sua terra e queimou o mato ao redor, e o xerife mandou os restos ao FBI. Wright Field concluiu que eram gesso, bobinas refeitas e um alto-falante antigo, provavelmente uma fraude, apesar de uma funcionária do Exército ter sugerido ligação com um projeto secreto.
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Memorando do FBICinco pessoas em Fort Buchanan, Porto Rico, disseram ter visto às 11h30 um objeto como uma estrela brilhante ou bola de fogo, muito alto e rápido. Duas aeronaves RB-36 voavam na área, e o FBI arquivou o caso apenas para informação.
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Resumo de entrevistaUm Constellation da Pan American voava de Gander para Nova York quando o navegador viu um objeto dourado à direita e o comandante, um objeto alaranjado à esquerda. O Air Defense Command entrevistou os dois e registrou versões que não coincidem.
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FotografiaNa noite de 6 de julho de 1947, centenas de moradores de Birmingham telefonaram aos jornais dizendo ter visto discos no céu. Um comandante da reserva aérea mandou ao comando superior uma fotografia, o depoimento de um sargento e recortes; a Força Aérea respondeu que não investigaria um caso isolado.
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Relatório final de avistamentoUma funcionária do governo da Terra Nova e um tenente navegador caminhavam em Harmon Field quando viram uma luz avermelhada em lampejos, que primeiro tomaram por estrela cadente ou avião. O relatório militar registra a conclusão deles, sem explicação oficial.
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Declaração assinadaDois homens conversavam à porta de uma loja em Codroy quando viram um círculo vermelho muito brilhante cruzar o céu com um rastro mais pálido. Um menino viu algo semelhante sozinho, e um guarda de rio de outra localidade deu descrição parecida.
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Relatório final de avistamentoQuatro homens de uma construtora que trabalhava em Harmon Field conversavam no convés com o capitão do Burgeo quando viram quatro ou cinco lampejos espaçados por cerca de um segundo. O capitão disse ter visto algo parecido quatro dias antes, no mesmo trecho.
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CroquiUm tenente-coronel da Força Aérea, sentado na cama, viu uma luz branca passar rapidamente diante da janela e sumir para o sul. Três semanas depois, a pedido da contrainteligência, escreveu um memorando com croquis e cálculos, e concluiu que devia ser um fenômeno natural raro.
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Recorte de jornalUm funcionário da seção de foguetes-sonda do Laboratório de Pesquisa Naval, dois colegas e a mulher de um deles viram de um carro um objeto brilhante cruzar a estrada rumo ao norte. As estimativas de altura e velocidade divergem, e um dos cientistas disse que o teria tomado por balão meteorológico, não fosse a velocidade.
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CroquiDois pilotos e dois oficiais de inteligência viram uma luz pouco mais brilhante que uma estrela cruzar o céu de oeste para leste em ziguezague, virar para o sul e sumir no brilho da Lua. A base informou que não havia voo experimental previsto.
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Recorte de jornalJoseph Perry fotografava a Lua com um telescópio caseiro e, ao revelar o filme, encontrou numa imagem uma forma oval com brilho e rastro. Entregou dois slides ao FBI, que os passou à Força Aérea; segundo um relato de segunda mão, a Força Aérea devolveu o slide dizendo tratar-se de defeito de revelação.
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Teletipo do FBIAo sair para acalmar cavalos, Orlando Gallegos disse ter visto no chão, a uns 300 pés da casa do pai, um objeto do formato de um tanque de butano cercado de chama branco-azulada. A polícia estadual achou marcas e área queimada; um major da Força Aérea viu lixo no local e cogitou uma lata de tinta em combustão.
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Página de debriefing técnicoNo debriefing técnico da Apollo 11, Aldrin, Armstrong e Collins contam que viram pela janela um objeto brilhante que parecia um “L”, uma mala aberta ou um cilindro oco, conforme o foco do instrumento. Pensaram no terceiro estágio do foguete, mas o controle informou que ele estava a cerca de 6.000 milhas, e a tripulação encerrou a conversa sem conclusão, suspeitando de algo solto da própria nave.
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Página de debriefing técnicoBuzz Aldrin contou no debriefing técnico que, com as luzes apagadas, via pequenos clarões dentro da cabine, às vezes duplos ou em forma de linha, e arriscou que algo penetrava na nave. Armstrong, que só procurou o fenômeno na última noite, disse ter feito cerca de 50 observações em uma hora.
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Página de debriefing técnicoNa seção de avistamentos do debriefing técnico da Apollo 11, Aldrin conta que, em órbita lunar, viu na Terra uma fonte de luz bastante brilhante e a atribuiu provisoriamente a um laser. Na volta, ao ver algo parecido pelo monóculo, a tripulação revisou a conclusão para o reflexo do Sol num lago, embora Aldrin ainda achasse o brilho incomum.
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Transcrição de comunicaçãoNa transcrição ar-terra da Apollo 12, Alan Bean conta a Houston que, olhando pelo telescópio de alinhamento do módulo lunar, via partículas e clarões de luz passando e seguindo para o espaço; pensou no próprio sistema de refrigeração, mas disse que algumas pareciam estar “escapando da Lua”. Houston apenas acusa o recebimento.
Abrir o caso
Transcrição de comunicaçãoPouco depois de deixar a órbita da Terra, a tripulação da Apollo 17 descreveu a Houston partículas “muito brilhantes”, fragmentos angulosos que giravam e cintilavam perto da nave. Ronald Evans arriscou gelo ou tinta soltando do terceiro estágio, e o controle lembrou ter visto tinta descascando no foguete.
Abrir o caso
Transcrição de comunicaçãoGene Cernan relatou a Houston um objeto brilhante e distante que girava e piscava em ritmo regular, “algo físico lá longe”, e marcou sua passagem para que o controle calculasse a posição. Schmitt, que já o vinha observando, achava que era o terceiro estágio do foguete, e horas depois Cernan falou em dois piscantes que poderiam ser painéis do adaptador da nave.
Abrir o caso
Transcrição de comunicaçãoDescrevendo a Lua iluminada pela luz da Terra, o geólogo Harrison Schmitt interrompeu a narração para dizer que tinha acabado de ver um clarão na superfície, ao norte de Grimaldi, e sugeriu conferir os sismômetros porque um pequeno impacto produziria luz. No debriefing técnico, ele diz apenas que teve um clarão “que pensou ser” na superfície lunar.
Abrir o caso
Transcrição de comunicaçãoNa Apollo 17, que levou um experimento para estudar os clarões vistos pelos astronautas, Gene Cernan contou a Houston que, quase dormindo, viu um ponto muito brilhante piscar “bem entre os olhos, como o farol de um trem vindo na sua direção”. No debriefing, Schmitt disse que viram clarões quase continuamente, exceto durante o experimento de olhos vendados.
Abrir o caso
Página de debriefing técnicoNo debriefing da segunda tripulação do Skylab, Owen Garriott, Jack Lousma e Alan Bean descrevem um objeto avermelhado, mais brilhante que Júpiter, que variava de brilho a cada 10 segundos e seguiu a estação por cerca de dez minutos. Para eles era um satélite em órbita muito parecida, mas ninguém lhes disse qual, e Garriott pediu a identificação.
Abrir o caso
Capa de debriefing técnicoNo debriefing da última tripulação do Skylab, o comandante Gerald Carr conta que, duas ou três vezes, viram luzes piscando do lado de fora, com movimento claro em relação à estação. Supuseram pedaços do próprio Skylab ou outros satélites, e atribuíram a aparência de “tombamento” à oscilação dos clarões.
Abrir o caso
Lâmina de briefing com mapa e quadros de sensorUma lâmina de briefing da Marinha dos EUA registra que um avião de patrulha P-8A viu, pelo sensor eletro-óptico e infravermelho, um objeto voando baixo sobre o mar a cerca de 500 nós por uns dois minutos. O próprio documento o trata como “possível míssil” ligado a um grupo naval russo e avalia a atividade como padrão.
Abrir o caso
Formulário Range FoulerDois formulários do 172º Esquadrão de Ataque, preenchidos com seis semanas de intervalo, descrevem com quase as mesmas palavras um objeto redondo e frio no infravermelho, com mudanças bruscas de direção. Os números mudam muito: 277 mph durante oito minutos no primeiro caso, 20 mph durante cerca de um minuto no segundo.
Abrir o caso
Formulário oficialUm piloto do esquadrão de helicópteros HSM-73 relatou três possíveis contatos aéreos pequenos, sem sinal de radar, de sensores eletrônicos ou de identificação amigo-inimigo. O primeiro foi perdido atrás de uma nuvem; quando reapareceu, havia mais dois a leste, todos mantendo o mesmo curso, velocidade e altitude.
Abrir o caso
Formulário oficialUm piloto do 77º Esquadrão de Caça Expedicionário, mandado identificar um contato desconhecido, travou o radar e gravou o pod de mira, mas não chegou a menos de 16,9 milhas náuticas. O pod mostrou dois contatos quentes, um circulando o outro; ele viu duas luzes vermelhas piscando e o radar indicou interferência.
Abrir o caso
Formulário oficialUm piloto do 482º Esquadrão de Ataque relatou que um objeto cruzou a tela do sensor e foi ultrapassado por outro de mesmo tamanho e forma, muito mais rápido. Em certo momento havia três objetos na tela, movendo-se entre si.
Abrir o caso
Relatório de missãoUm relatório de missão do 3º Esquadrão de Operações Especiais descreve uma “esfera quente e brilhante” com uma haste vertical presa embaixo, voando em linha reta rente à água a cerca de 140 nós. A própria tripulação sugeriu que a haste podia ser o reflexo do objeto na água; o vídeo oficial PR29 mostra 21 segundos da cena.
Abrir o caso
Relatório de missãoUma dupla de F-16 em missão de defesa aérea registrou “possivelmente 10 a 20” UAPs, objetos brilhantes que manobravam depressa de oeste para leste e ficavam cerca de 20 segundos no pod de mira antes de escurecer e sumir. A tripulação comparou a imagem com a de uma estrela e anotou que os resultados foram diferentes.
Abrir o caso
Imagem de sensor militarUm relatório do 196º Esquadrão de Ataque diz que, durante a varredura de uma área-alvo, a tripulação viu periodicamente UAPs “voando de forma esporádica”, com 1 a 2 metros e velocidades entre 80 e 180 mph. Duas imagens de sensor publicadas como PR130 e PR131 estão numeradas logo antes do relatório no mesmo pacote de liberação.
Abrir o caso
Relatório de missãoNuma calibração de armas perto da base de Ayn al-Asad, dois oficiais viram um objeto não identificado “voar” pelos sensores em alta velocidade, entre o disparo de um míssil AGM-176 e o impacto. O objeto causou um reflexo intenso nos sensores infravermelhos, e a tripulação não soube dizer se outro objeto se soltou dele.
Abrir o caso
Memorando oficialDois moradores de Passaic disseram ter visto e fotografado um disco cinzento que pairou sobre a rua por sete minutos. A Força Aérea duvidou das fotos, e o FBI apurou apenas a reputação dos envolvidos, recolhendo uma versão diferente sobre o autor das imagens.
Abrir o caso
Memorando oficialUma moradora de Glen Ridge contou ao FBI que ela, o marido e dois filhos viram do gramado um objeto cilíndrico, sem asas e com aletas atrás. Segundo ela, o objeto voltou ao entardecer, mais alto e com algum ruído de motor.
Abrir o caso
Memorando oficialNa madrugada de 14 de dezembro de 1958, dois detetives da polícia de Jersey City e vários moradores telefonaram ao FBI para descrever um objeto com chama longa e brilhante. Uma anotação no próprio memorando registra que o Planetário Hayden atribuiu os avistamentos a meteoros muito brilhantes.
Abrir o caso
Memorando oficialEm pouco mais de uma hora, o FBI de Newark recebeu cerca de sete telefonemas sobre um objeto muito brilhante, cercado de luzes cintilantes e névoa. Uma anotação à mão menciona um balão lançado na Virgínia, que um dos informantes disse não ser o que viu.
Abrir o caso
Memorando oficialQuatro telefonemas ao FBI de Newark descreveram um objeto brilhante, com contorno enevoado, que pareceu parar no céu na direção de Nova York por alguns minutos. Uma anotação à mão no memorando diz: “Balão da Virgínia”.
Abrir o caso
Carta oficialUm adolescente telefonou ao FBI de Newark para contar que viu cinco objetos redondos e cinzentos cruzando o céu em formação de losango. O FBI repassou o relato ao OSI da Força Aérea, junto com a declaração da mãe de que o filho não inventava histórias.
Abrir o caso
Carta oficialO pai de um menino de 11 anos telefonou ao FBI para contar que o filho viu, às 7h da manhã, um objeto em forma de pires invertido pairando a poucos metros do chão perto de casa. O menino teria tirado duas fotos, que não estão no arquivo.
Abrir o caso
Recorte de jornal com fotografias e desenhoUm jornal da Cidade do México publicou em março de 1950 as fotografias que um estudante de engenharia disse ter tirado de um objeto sobre Durango. O recorte chegou ao FBI anexado à carta de um inventor de Veracruz, e a agência mandou traduzir tudo.
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Recorte de despacho de agênciaDois despachos da United Press, colados em folhas que circularam pela cúpula do FBI, relatam que motoristas e o xerife de Levelland viram um objeto luminoso em forma de ovo. Três motoristas disseram que o objeto parou o motor e apagou os faróis dos carros.
Abrir o caso
Desenho de jornal baseado em relatoReinhold O. Schmidt afirmou ter visto uma nave pousada perto de Kearney e conversado com seus seis ocupantes. Recortes do Omaha World-Herald guardados pelo FBI registram a história, o ceticismo das autoridades e a análise de um óleo achado no local.
Abrir o caso
Informe de inteligênciaUm informe da CIA sobre o campo soviético de testes de mísseis de Sary Shagan termina com um parágrafo sobre um fenômeno visto no céu por um ex-cidadão soviético que serviu no local. Ele descreve uma massa verde e brilhante que se alargou em círculos concêntricos e sumiu sem ruído.
Abrir o caso
Recorte de revistaUm relatório de informação da CIA de abril de 1968 reúne numa tabela sete avistamentos de objetos brilhantes sobre o Himalaia entre fevereiro e março daquele ano. A última linha diz que, depois de um objeto se desintegrar com estrondo sobre o Nepal, um objeto metálico em forma de disco foi achado numa cratera perto de Pokhara.
Abrir o caso
Esboço reproduzido em relatórioUm cidadão americano de origem húngara entregou à CIA trechos de cartas de uma sobrinha em Budapeste. Ela dizia que os chamados discos voadores tinham deixado o povo nervoso durante semanas e mandou um esboço de uma formação em rota entre Budapeste e Moscou.
Abrir o caso
Memorando oficialUm memorando de dezembro de 1952 do chefe de inteligência científica da CIA registra o que um mensageiro trouxe da Grã-Bretanha: um comitê britânico sobre discos voadores e um incidente em Yorkshire em que altos oficiais da RAF e pilotos teriam visto um 'disco voador perfeito'.
Abrir o caso
Relatório de inteligênciaUm astrofísico americano que visitou observatórios soviéticos na primavera de 1967 anotou o que os colegas pensavam sobre UFOs. As respostas vão da piada à curiosidade, e dois astrônomos contam ter visto juntos um objeto avermelhado cruzando o céu.
Abrir o caso
Guia de circulação com anotação manuscritaEm janeiro de 1953 a CIA reuniu cinco cientistas para avaliar se os discos voadores ameaçavam a segurança nacional. O painel concluiu que não havia ameaça física direta, mas que o excesso de relatos podia congestionar as comunicações de defesa, e recomendou tirar do tema o 'status especial'.
Abrir o caso
Fac-símile de páginaA história interna da CIA sobre os aviões espiões U-2 e OXCART, escrita em 1992, afirma que os voos em grande altitude provocaram um grande aumento de relatos de UFOs. Segundo o texto, os investigadores do Blue Book conferiam os relatos com os registros de voo da CIA, mas não podiam revelar a causa ao público.
Abrir o caso
Memorando oficialUm memorando interno registra que a CIA disse ao pesquisador Leon Davidson que não podia resolver sua dúvida sobre uma 'mensagem espacial' porque os registros tinham sido destruídos. O próprio autor admite que a resposta, dada por instrução superior, foi evasiva e pouco justa com Davidson.
Abrir o caso
Memorando oficialUm chefe de seção da inteligência de defesa australiana enviou ao seu diretor, em 1971, um estudo sobre a atitude americana diante dos UFOs. O texto afirma que a CIA usou o painel de 1953 e o Blue Book para desacreditar o assunto e recomenda que a Austrália crie um programa próprio e mais aberto.
Abrir o caso
Relatório de inteligênciaDois relatórios da CIA baseados em contatos de cientistas americanos mostram como o tema dos UFOs aparecia na ciência soviética dos anos 1970. Em 1971, um membro do comitê soviético de fenômenos incomuns foi alvo de risos numa conferência; em 1976, um radiobiólogo explicou clarões vistos por pilotos como efeito de raios cósmicos.
Abrir o caso
Memorando do FBINa noite do feriado de 4 de julho de 1950, um meteorologista da United Air Lines telefonou ao FBI em Chicago dizendo que ele e a esposa tinham visto um objeto grande, brilhante e prateado sobre Downers Grove. Ele estimou altitude e velocidade comparando o movimento com o de aviões comerciais e afastou avião e fogos de artifício.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm piloto da reserva da Força Aérea contou que, ao sair de casa perto de Merced, ouviu um ruído forte de cliques e viu uma massa escura cobrir as estrelas enquanto fazia uma curva a baixa altitude. A declaração chegou ao FBI por um repórter e pelo escritório de investigações especiais da base aérea de Castle.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm tenente que comandava um pelotão de guarda da base de Killeen, junto a Camp Hood, viu uma luz do tamanho de uma bola de basquete, seguida de um rastro de fogo, passar sobre a pista e sumir no alto. O Exército informou ao FBI que outras luzes já tinham sido vistas perto da base naquele mês.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm piloto particular que voava num monomotor para Parkersburg contou ao FBI que um objeto amarelo vivo, de uns 40 centímetros, sem asas e com aletas, passou em sentido contrário a uns 30 metros abaixo do avião. Ele pediu que o caso não fosse divulgado; o FBI repassou o relato à Força Aérea como vindo de fonte confidencial.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm capitão-tenente da Marinha contou ao FBI que, do quintal de casa em Nashville, viu um objeto circular azul muito vivo, com borda avermelhada atrás, cruzar o céu sem som por três segundos. Ele comparou a luz a um holofote numa nuvem, mas disse que não havia nuvens nem holofotes naquela noite.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm médico de Kokomo, Indiana, pescando no Canadá, contou ao FBI que viu de 16 a 20 aviões de bombardeio soltarem objetos que primeiro caíram como paraquedas e depois soltaram vapor e partiram em alta velocidade. O FBI mandou o relato à polícia canadense e à Força Aérea dos EUA.
Abrir o caso
Teletipo do FBINa manhã de 5 de abril de 1949, um guarda de um depósito do Exército, um tenente da polícia de Logan, um patrulheiro rodoviário e moradores de Trenton relataram explosões no ar e objetos prateados caindo no norte de Utah. O OSI da Força Aérea disse ao FBI, no mesmo dia, que a causa provável eram dois B-29 em treino de bombardeio a grande altitude.
Abrir o caso
Mensagem classificadaEm 8 de julho de 1947, um tenente da Guarda Nacional da Califórnia, voando um P-51 em teste, viu um objeto plano que refletia luz, sem asas nem deriva, muito acima dele, e o avistou de novo sobre Mount Baldy. Tentou acompanhá-lo, sem conseguir; as bases da região disseram não ter aviões no ar.
Abrir o caso
Esboço testemunhal (no corpo de carta datilografada)Um astrônomo descrito como observador confiável escreveu a um cientista do Laboratório de Pesquisa Naval que, em 3 de julho de 1947, ouviu um ronco forte e viu uns dez objetos muito claros, sem formação regular, cruzarem o céu do Maine. Ele próprio fez as contas de distância e velocidade e perguntou se não seriam aviões.
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Recorte de jornalNas semanas seguintes à onda de relatos de junho de 1947, o FBI recebeu notícias de pelo menos seis "discos" achados no chão, feitos de serra circular, alumínio, papelão, placa de posto de gasolina e compensado. Nenhum resistiu a um exame: eram artefatos montados por alguém, alguns com tubos de rádio e fios para parecerem máquinas.
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Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUANuma entrevista ao FBI em 2024, um piloto contou que, em 2002, viu com outro piloto um grande triângulo sem luzes passar em silêncio sobre Bagram. O FBI divulgou uma reconstituição digital da cena.
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Formulário FD-302 do FBIUm piloto disse ao FBI ter visto cerca de dez vezes, desde outubro de 2023, luzes brancas que acendiam e apagavam acima do avião. Ele gravou uma dessas ocorrências com o celular em fevereiro de 2024.
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Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUAUm morador de Colorado Springs contou ao FBI que ele e a mulher viram, do alpendre, um triângulo silencioso e translúcido passar baixo sobre a casa. O FBI produziu uma reconstituição em cinco quadros.
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Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUADois homens com longa carreira no Exército contaram ao FBI, em 2025, ter visto de perto um enorme triângulo negro, com uma luz em cada canto, passando baixo e devagar sobre um bairro residencial.
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Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUAUm observador habitual de aeronaves disse ao FBI ter visto, de um estacionamento, um grande triângulo negro emergir de uma nuvem que parecia pixelada, acelerar de repente e inclinar-se de lado.
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Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUADois homens em reconhecimento noturno contaram ao FBI, em entrevistas separadas, ter visto luzes vermelhas sobre as montanhas e perto do chão. Um relógio automático teria ficado 25 minutos adiantado. O FBI produziu quatro reconstituições digitais.
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Formulário FD-302 do FBIUma declaração assinada por um agente especial, transcrita num formulário do FBI, descreve um objeto aéreo quente visto por equipamento térmico, na segunda noite seguida de observação. O agente filmou um helicóptero para ter referência de tamanho.
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Carta de testemunhaUm pastor presbiteriano do Oregon contou ao diretor do FBI que viu quatro feixes cruzarem o céu e convergirem nas montanhas, com um efeito de explosão. O FBI repassou o relato à Força Aérea e à Comissão de Energia Atômica.
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Envelope postalEm 1974, o pesquisador Larry W. Bryant pediu ao FBI de Chicago o que houvesse sobre um relatório do Exército de 1954 que descrevia um objeto tripulado perseguido pela Guarda Costeira. O FBI respondeu que não tinha nada e que não coletava relatos de UFO.
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Imagem de sensorUma série de 24 imagens monocromáticas com carimbo de 31 de dezembro de 1999 mostra pequenos pontos escuros e, num par de quadros, uma silhueta que lembra um helicóptero. O catálogo oficial do governo diz que o carimbo está errado por relógio desajustado e liga a série ao episódio de final de 2025 numa instalação de testes no oeste dos EUA.
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Telegrama diplomáticoUm telegrama da embaixada americana em Port Moresby registra a consulta do serviço de inteligência da Papua-Nova Guiné sobre objetos rápidos, luzes e rastros vistos na noite de 24 de janeiro de 1985. A embaixada disse não saber de aviões americanos na área e pediu confirmação ao comando do Pacífico.
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Telegrama diplomáticoUm telegrama da embaixada americana em Dushanbe transmite o relato de três pilotos americanos da Tajik Air, que viram uma luz intensa fazer círculos e espirais e depois voaram sob os rastros que ela teria deixado. A embaixada registrou o relato sem opinar.
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Transcrição de vídeoTrês transcrições do AARO acompanham vídeos de celular feitos por um policial do Colorado em outubro de 2023. Na mais longa, de 15 minutos, ele narra uma luz que ganha altitude e se aproxima, e diz que na noite anterior uma delas projetou um feixe vermelho e azul em sua viatura.
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Transcrição de vídeoTranscrição do AARO de um vídeo de celular gravado por um policial em 2 de janeiro de 2024. Ele diz observar “outro orbe” a cerca de 300 pés do chão, parado havia 15 minutos, e que o radar não mostrava aeronaves na área.
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Formulário FD-302 do FBITrês relatórios de entrevista do FBI, fortemente tarjados, registram o que integrantes de uma equipe de testes de LiDAR e drones viram ao passar por um portão: um objeto alongado com luz muito forte, visível por 5 a 10 segundos. As versões divergem em hora, altura, tamanho e cor.
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Memorando do FBIUm memorando do escritório do FBI em Detroit registra o telefonema de David Weaver, de 23 anos, que tinha acabado de ver um objeto circular com uma cúpula que refletia luzes. Ele tentou falar com a Força Aérea antes de ligar para o FBI.
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Mapa de sobreposição com linhas de visadaResumos de inteligência do Exército registram clarões, bolas de fogo e luzes piscantes vistos por guardas e patrulhas em volta de uma instalação de armas especiais no Texas. Os soldados foram levados aos pontos de observação para medir direções e elevações, e o mapa resultante está no arquivo.
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Relatório científicoDois pesquisadores da Escola de Minas do Novo México coletaram poeira do ar depois de uma bola de fogo e acharam partículas com cobre. Eles próprios consideraram “muito arriscado” ligar o material ao fenômeno, e Lincoln LaPaz registrou por que o tema importava.
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Fotografia do observador preservada no arquivo oficialUma tabela de avistamentos da Força Aérea registra uma luz redonda, branca com mudanças para vermelho e verde, observada por duas horas e meia em Datil. O arquivo guarda a foto feita pelo cabo Lertis Stanfield e uma análise de Lincoln LaPaz.
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Memorando oficialUm integrante do Conselho Nacional de Aeronáutica e Espaço escreveu ao Departamento de Estado sobre o que fazer caso se descobrisse uma inteligência alienígena. O texto se distancia dos defensores dos discos voadores e termina com ironia sobre o “tradicional pânico”.
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Recorte de revistaOperadores da torre e oficiais de Godman Field observaram durante mais de uma hora um objeto claro no céu, e três caças P-51 da Guarda Nacional subiram para identificá-lo. O líder da formação, Mantell, deixou de responder por rádio durante a subida; as fichas da Força Aérea registram a hipótese de falta de oxigênio e uma tentativa de explicar o objeto como Vênus ou um cometa.
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Relatório da Força AéreaDa base de Godman viu-se um objeto esférico e prateado, estimado a 30 ou 40 mil pés, que um caça F-51 enviado de Standiford não conseguiu localizar. As leituras de teodolito tomadas minuto a minuto levaram o astrônomo-chefe da Universidade de Louisville a concluir que era o planeta Vênus.
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MapaO estudo Analysis of Flying Object Incidents in the U.S., classificado como ultrassecreto, examinou cerca de 210 relatos e concluiu que algum tipo de objeto voador vinha sendo observado, sem conseguir dizer o que era. Entre as hipóteses, pôs lado a lado lançamentos americanos, fenômenos naturais e aeronaves estrangeiras, com ênfase numa possível origem soviética.
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TabelaTrês meses depois de criado, o Projeto Sign enviou ao Estado-Maior da Força Aérea seu relatório inicial, com a tabulação dos relatos recebidos até 1º de fevereiro de 1948. O documento conta formas, números e trajetórias, avalia as fotografias do incidente 40 e registra a opinião do cientista Irving Langmuir de que os dados não bastavam para identificar nada.
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Memorando oficialA pedido do setor de Planos e Operações, a Divisão de Inteligência do Exército preparou em 1949 uma avaliação curta dos discos voadores: cerca de 20% de 210 casos explicados e nenhuma evidência tangível de atividade estrangeira. Quando o radialista Walter Winchell disse que os discos eram mísseis vindos da Rússia, a inteligência respondeu que não tinha como confirmar a afirmação.
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Recorte de jornalA pedido da Força Aérea, um comitê do seu Conselho Consultivo Científico, presidido por Brian O'Brien, revisou o Projeto Blue Book e recomendou uma investigação científica mais funda de casos selecionados, feita por universidades. A recomendação levou ao contrato com a Universidade do Colorado e, em 1969, ao relatório Condon.
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Carta oficialO comandante do voo 14 da Colonial Airlines viu um objeto com chama de exaustão azul-esbranquiçada cruzar à frente do avião, soltar faíscas e explodir num clarão ofuscante. Tripulantes de outro voo da empresa viram o clarão, e a companhia pediu à Força Aérea que dissesse o que era.
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Carta manuscritaO curador de um museu do Philmont Scout Ranch escreveu à Força Aérea contando que um grupo de jovens em treinamento de liderança viu cerca de oito luzes cruzarem a Urraca Mesa, e que dois rapazes, tentando se comunicar, teriam recebido de volta o mesmo sinal que enviaram. A Força Aérea agradeceu e disse ter passado o relato aos analistas.
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Carta oficialUm aparelho com paraquedas branco achado perto da barragem de Sardis foi entregue ao Corpo de Engenheiros do Exército, que perguntou à Força Aérea o que fazer com ele. A resposta identificou o objeto como instrumento de sondagem da alta atmosfera e pediu que fosse devolvido para recondicionamento.
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Desenho de testemunhaUm supervisor de projetos da General Electric em Hanford escreveu ao FBI dizendo ter observado por luneta um objeto branco, com quatro braços e um anel azulado, e anexou um esboço. A segurança da Comissão de Energia Atômica apontou um balão meteorológico lançado às 14h05 e acompanhado por radar na mesma direção.
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Fac-símile de documentoDois moradores de Kennewick disseram ter visto, durante um jantar ao ar livre, duas bolas de fogo vermelho-alaranjadas muito rápidas que sumiram atrás da Rattlesnake Mountain. A segurança da Comissão de Energia Atômica não encontrou aviões nem testes de radar no horário e sugeriu bancos de neblina iluminados pelo farol do aeroporto.
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Fac-símile de documentoUm morador de Seattle telefonou ao FBI dizendo que ele e a esposa observavam havia cerca de cinco minutos um objeto grande, com luzes, sobre o canal da ilha Vashon. O FBI passou a informação à Força Aérea quinze minutos depois, e o agente recomendou nenhuma outra ação.
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Fac-símile de documentoO supervisor do posto local do Corpo de Observadores Terrestres relatou dois objetos brancos em forma de meia-lua que se transformaram em bolas de fogo, vistos por dez minutos. A inteligência da 25ª Divisão Aérea não julgou o caso digno de investigação, e a assessoria da Força Aérea informou à imprensa que não houve eco de radar.
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Fac-símile de documentoUm comitê do Quartel-General da Força Aérea dos EUA concluiu que o que tripulações de RB-47 viram sobre o arquipélago canadense em junho de 1955 eram aeronaves de nacionalidade desconhecida. As conclusões foram enviadas à Real Força Aérea Canadense junto com a avaliação do caso do KC-97 em Newfoundland.
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Fac-símile de documentoUm sargento da polícia de Kennewick contou ao FBI, um ano depois, ter visto de madrugada uma esfera de metal de uns 30 pés chegar baixa e rápida, parar sobre a cidade fazendo ruído de motor e partir em segundos. O FBI não investigou, repassou o relato à Força Aérea e depois informou que o sargento queria expor suas teorias.
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Fac-símile de documentoUm homem que pescava na orla de Seattle telefonou ao FBI no dia seguinte para contar que, com o binóculo emprestado de um desconhecido, viu um grande disco e seis objetos menores se afastando dele. O FBI arquivou o relato e o repassou à Força Aérea sem investigar.
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Recorte de jornalDois engenheiros de Hanford viram uma luz brilhante cair do céu em plena manhã de sol e cogitaram um pedaço do satélite Explorer III, que devia reentrar naqueles dias. Dois vendedores de carros em Pasco disseram ter visto algo parecido cair perto do rio Columbia; o FBI repassou tudo à contrainteligência do Exército.
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Fac-símile de documentoUma moradora de Marysville telefonou ao FBI dizendo que ela e quatro vizinhos viram na noite anterior um objeto não identificado sobre a área da ilha Whidbey, que ela acompanhou por 40 minutos com binóculo. A Força Aérea disse ter interesse em ouvir as testemunhas para buscar uma explicação lógica.
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Fac-símile de documentoUma moradora de Spokane contou a um oficial da Força Aérea que, numa tarde clara, viu um objeto alaranjado com forma de bola de futebol americano passar muito rápido, sem ruído nem rastro, enquanto observava um bombardeiro e um caça no céu. O FBI registrou o que o oficial lhe repassou.
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Carta oficialEm novembro de 1948, o Estado-Maior da Força Aérea pediu ao Air Materiel Command as conclusões do Projeto Sign e uma recomendação sobre o que dizer à imprensa. A resposta, assinada pelo coronel H. M. McCoy, relata o estudo de cerca de 180 incidentes, admite casos sem explicação e aconselha não divulgar o que não podia ser identificado.
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Relatório oficialEm dezembro de 1947, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea preparou um estudo de cinco folhas sobre os relatos de discos voadores e o enviou, com a opinião do Air Materiel Command, ao diretor de Pesquisa e Desenvolvimento. O texto lista relatos, contatos de radar no Japão e diligências feitas, e conclui que parte dos relatos representava algo real, sem prova física.
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Memorando oficialNo começo de 1948, o Air Materiel Command sugeriu que cada instalação da Força Aérea nos Estados Unidos e no Alasca mantivesse pelo menos um caça em alerta permanente, com câmera, para investigar discos voadores. A Diretoria de Planos e Operações recusou a ideia como inviável.
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Carta oficialEm outubro de 1948, o Departamento de Inteligência do Air Materiel Command pediu ao Estado-Maior autorização para a Rand Corporation fazer um estudo sobre as características de projeto e desempenho de naves espaciais. O anexo diz que o comando considerou a hipótese de naves experimentais, mas julgava mais provável o esforço de uma nação estrangeira do que algo vindo de fora da Terra.
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Memorando oficialEm setembro de 1947, o Air Materiel Command enviou a Washington, sob controle de material ultrassecreto, um desenho chamado "Loedding Flying Disc" e relatórios sobre as asas voadoras dos irmãos Horten. Em 1948, a inteligência da Força Aérea tentou entrevistar os projetistas alemães, e em abril ainda não tinha resultado.
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Memorando de testemunhaO tenente-comandante Marcus L. Lowe Jr., da Marinha, relatou ter visto do seu avião de treinamento uma esfera amarela de 25 a 40 pés de diâmetro, cerca de 1.000 pés abaixo e a uma milha de distância. O objeto seguia de sul para norte, apesar do vento de norte-noroeste, e o próprio piloto achou que podia ser um balão.
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Carta oficialEm janeiro de 1948, o chefe de inteligência do Air Materiel Command pediu que se obtivessem, por canais discretos, as cartas de leitores da revista Amazing Stories sobre discos voadores. A CIA procurou a editora e concluiu que as cartas não tinham valor; a Força Aérea mandou encerrar o assunto.
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Cópia de carta de civilEm setembro de 1948, Ruth Shook escreveu ao Departamento de Guerra pedindo explicação para objetos redondos e alongados, como charutos gigantes, com motor que soava como motocicleta, que moradores do norte da Geórgia vinham vendo. A carta passou pelo Exército e pela Força Aérea e foi enviada ao Air Materiel Command.
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Carta oficialEm julho de 1948, o Air Materiel Command pediu ao Estado-Maior que o adido militar em Oslo colhesse um depoimento assinado sobre estrelas cadentes vistas em dezembro de 1947. A resposta foi que a testemunha era uma adolescente de 16 anos e que não valia a pena interrogá-la oito meses depois.
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Carta circular oficialEntre dezembro de 1947 e fevereiro de 1948, o Estado-Maior da Força Aérea fez do Air Materiel Command o destino central de todos os relatos de discos voadores, primeiro nos Estados Unidos e no Alasca e depois no mundo inteiro. As cartas circulares trazem a lista de dados que cada relato deveria conter.
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Página de documentoA coleção oficial de arquivos UAP guarda a versão inglesa do relatório que a associação francesa COMETA publicou em 1999, com casos, estatísticas, hipóteses e recomendações de defesa. O próprio pacote traz um bilhete que o define como relatório privado, não governamental, e reportagens que o apresentaram como estudo militar francês.
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Recorte de jornalUma fotografia atribuída a um avião do Instituto Geográfico Nacional da Costa Rica, de 4 de setembro de 1971, foi capa da edição da revista VSD com o relatório COMETA. O arquivo americano guarda só a legenda e uma reprodução em jornal, sem negativo, dados de voo ou análise.
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Croqui de investigaçãoUm morador de Arlington achou no gramado um círculo quase perfeito de 18 pés de diâmetro, marcado por uma substância cinzenta, e a família avisou a Força Aérea. O major Fournet, do Projeto Blue Book, visitou o local, desenhou um croqui e mandou nove amostras ao FBI; um mês depois, a Força Aérea escreveu que o relatório do OSI explicava o incidente por completo.
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Registro internoEm 1952, um sargento lotado na Wright-Patterson procurou o Projeto Blue Book para contar que, em novembro de 1950, tinha visto em Okinawa um objeto não identificado cair no mar. A Força Aérea estudou cartas náuticas para avaliar uma busca, mas concluiu que o ponto indicado ficava em água funda demais e arquivou o caso para uma tentativa futura.
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Fac-símile de documentoUma esquadrilha de caças guiada pelo controle de interceptação da 27ª Divisão Aérea foi mandada investigar um "estranho" avistado pelos pilotos perto do monte San Gorgonio. O líder disse que o objeto não tinha cauda e se afastou com grande aceleração para leste; o radar de terra nunca o captou.
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Fac-símile de documentoUma sequência de fotos tiradas em Austin em 8 de junho de 1952 mostrava imagens perto do Sol, atrás de uma nuvem. O centro de desenvolvimento da Força Aérea falou em parélio; a Divisão Fotográfica em Washington rejeitou essa explicação, achou possível uma miragem, mas apontou um detalhe que não se encaixava e sugeriu ouvir um astrônomo.
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Memorando oficialUm fotógrafo de imprensa americano, Wallace Litvin, fez três transparências coloridas perto da frota que participava do exercício Mainbrace, em 20 de setembro de 1952. A Força Aérea ampliou as imagens, confirmou que o objeto continuava redondo na ampliação e pediu ao comando naval informações sobre balões lançados pelos navios.
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Fac-símile de documentoUm integrante da Guarda Costeira fotografou "objetos não identificados" na Estação Aérea de Salem em 16 de julho de 1952, e o negativo foi analisado pelo centro técnico da Força Aérea. Em dezembro, a pedido da Guarda Costeira, o capitão Ruppelt levou o negativo a Washington, e ele foi devolvido com uma carta de agradecimento.
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Fac-símile de documentoUm fazendeiro de Dodson, Montana, mandou à Força Aérea tiras de folha de alumínio que achou em sua terra, temendo que tivessem relação com os discos voadores. A resposta identificou o material como chaff, as tiras que os próprios aviões militares soltam para confundir radares.
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Carta de particularEm julho de 1952, um ex-militar escreveu ao chefe de inteligência da Força Aérea dizendo que um inventor que conhecia desde 1929 tinha construído um aparelho em forma de disco, que ele próprio teria visto voar em Havre, Montana, em 1947. A Força Aérea pediu à contrainteligência que localizasse o autor para avaliar a história.
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CartaUma carta arquivada pelo FBI registra o que um morador de Benkelman, Nebraska, viu no céu em 13 de março de 1948 e relatou ao senador Kenneth Wherry. Hoover respondeu que o assunto não era da alçada do FBI e encaminhou o caso ao Exército.
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CartaEm setembro de 1948, o Comando de Material Aéreo (parte do Projeto Sign) enviou ao FBI uma amostra de solo retirada de uma depressão atribuída a um 'disco voador'. O laboratório do FBI não encontrou nada incomum na análise.
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Recorte de jornalRecortes de jornal preservados pelo FBI descrevem objetos compridos e em chamas vistos por diversas pessoas em duas noites seguidas de maio de 1949, no sudoeste da Virgínia e no leste do Tennessee. As descrições e as explicações propostas pelos próprios jornais variam entre meteoro, avião a jato e objeto não identificado.
Abrir o caso
CartaUm morador de Toronto escreveu ao FBI, em agosto de 1950, contando que viu um objeto luminoso circular sobre sua propriedade por cerca de 35 minutos numa noite de julho, com um empregado da casa como segunda testemunha. Hoover respondeu agradecendo e encaminhou o relato à Força Aérea americana.
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Carta oficialUm eleitor mandou ao senador Charles Grassley um relato de terceiro sobre uma luz vista na TV da NASA em 1997 e uma coletânea de histórias sobre astronautas. A NASA respondeu que não investigava UFOs e anexou um ensaio crítico de 1976.
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Memorando oficialDois cidadãos escreveram ao presidente Clinton em 1998 pedindo audiências públicas sobre UFOs, na esteira da campanha de Steven Greer e do CSETI. A Casa Branca repassou as mensagens à NASA, que respondeu não saber de audiências marcadas e anexou sua ficha sobre o tema.
Abrir o caso
Carta oficialEm maio de 1998, a senadora Olympia Snowe encaminhou à NASA duas cartas de eleitores do Maine: uma duvidava das novas fotos de Marte, outra, de um menino de 12 anos, pedia documentos sobre Roswell. A NASA respondeu à primeira explicando o processamento das imagens da Mars Global Surveyor e à segunda com um fax da sua ficha sobre UFOs.
Abrir o caso
Recorte de jornalUma eleitora do deputado Bart Gordon mandou-lhe uma coluna do Weekly World News que acusava o Congresso de gastar 120 milhões de dólares para “falar com extraterrestres”. A NASA respondeu que o Congresso tinha encerrado seu programa de busca em 1993 e anexou a ficha oficial sobre UFOs, que resume a posição do governo em 1997.
Abrir o caso
Recorte de revistaAnalistas do governo acharam em fotos do Skylab 2 um objeto que parecia um cilindro com dois painéis solares e suspeitaram de um satélite soviético. Segundo James Oberg, a investigação concluiu que era uma pista de pouso na selva brasileira, que aparecia no mesmo lugar em fotos feitas meses depois.
Abrir o caso
Recorte de revistaDurante a Gemini 11, Charles “Pete” Conrad viu um objeto em movimento e o fotografou três vezes. O NORAD o identificou como o satélite Proton 3, mas grupos ufológicos apontaram que a posição não batia; James Oberg defendeu em 1976 que a órbita do satélite, em queda, explicava a diferença.
Abrir o caso
Recorte de revistaDuas fotos da Gemini 12 com uma fileira de luzes circularam como imagens de UFOs. Segundo James Oberg, faziam parte de uma sequência de 20 fotos da nave-alvo Agena passando para a sombra da Terra, e os “quatro objetos em fila” relatados por James Lovell eram sacos que a tripulação tinha descartado.
Abrir o caso
Recorte de revistaNa ida à Lua, a tripulação da Apollo 12 comentou com Houston luzes piscando do lado de fora, e Conrad disse, em tom de brincadeira, que estavam sendo seguidos. Grupos ufológicos transformaram o diálogo em encontro com naves; a NASA e os três astronautas atribuíram as luzes aos painéis descartados do foguete Saturno.
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Recorte de revistaUma foto de dois objetos hexagonais brilhantes “sobre um campo de força”, atribuída à Gemini 7, circulou em livros e palestras. James Oberg afirmou em 1976 que era uma foto comum da NASA em que alguém apagou a borda do nariz da nave, deixando soltos no espaço dois propulsores refletindo o Sol.
Abrir o caso
Recorte de revistaScott Carpenter fotografou um balão que ele mesmo soltou da cápsula e que não inflou direito. James Oberg mostrou em 1976 que essas fotos passaram a circular como “disco clássico com cúpula” e até como imagem feita pelo Skylab em 1973.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialO maior estudo estatístico da Força Aérea dos EUA sobre discos voadores reuniu cerca de 4.000 relatos de 1947 a 1952, aproveitou 3.201 e classificou 434 fenômenos como desconhecidos. A conclusão oficial foi que nada indicava tecnologia além do conhecimento da época, embora o próprio texto admita que isso nunca poderia ser provado de forma absoluta.
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Formulário oficial com desenhos impressosO Relatório Especial 14 explica passo a passo como relatos de testemunhas viraram números: três versões de questionário, um código mestre, números de série por ano e uma conferência de quatro pessoas para decidir cada identificação. O próprio texto admite um limite importante: as manobras dos objetos, que depois se mostraram decisivas, nunca foram codificadas.
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Gráfico de relatório oficialOs gráficos do Relatório Especial 14 mostram que 1952 concentrou cerca de dois terços dos relatos e que 434 dos 2.199 fenômenos estudados ficaram como desconhecidos. O dado mais citado vem da Figura 8: entre os relatos de confiabilidade "excelente", a proporção de desconhecidos era maior, e não menor.
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Gráfico de relatório oficialA equipe do Relatório Especial 14 calculou a posição do Sol em cada avistamento e comparou, com o teste do qui-quadrado, os casos explicados e os desconhecidos. Em cinco de seis características a diferença foi estatisticamente significativa, e mesmo após retirar os casos astronômicos o resultado ficou, nas palavras do próprio relatório, "inconclusivo".
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Desenho de relatório oficialDos 434 fenômenos classificados como desconhecidos, a equipe do Relatório Especial 14 separou só 12 descritos com detalhe suficiente para desenhar o objeto. As formas iam de hélice e charuto a disco com janelas, e o relatório concluiu que nenhum modelo comum servia para todos.
Abrir o caso
Desenho de relatório oficialNuma noite sem nuvens de abril de 1952, um estudante de aviação naval, a esposa e outras pessoas num cinema drive-in viram passar cerca de 20 grupos de objetos com forma de avião, cada um envolto num brilho vermelho. O Relatório Especial 14 o incluiu entre os 12 desconhecidos mais bem descritos, mas sugeriu que o brilho podia ser reflexo das luzes da cidade.
Abrir o caso
Desenho de relatório oficialDois operadores de torre viram uma luz sobre o aeroporto, e os pilotos de um avião que decolava foram chamados a verificar. Eles relataram um objeto com fuselagem de charuto e asas retas, maior que um B-29, que cruzou o nariz do avião, surgiu instantaneamente do outro lado e sumiu por baixo.
Abrir o caso
Desenho de relatório oficialDois homens que curavam tabaco à meia-noite viram dois objetos em forma de charuto: um parado, outro indo para leste e voltando, até os dois subirem e sumirem. O relatório os achou descritos com detalhe, mas descartou o caso por julgar a testemunha pouco qualificada tecnicamente.
Abrir o caso
Desenho de relatório oficialUm técnico de instrumentos parou o carro para observar, por 15 minutos, um objeto que subiu aos arrancos, voou nivelado mostrando ora luz branca, ora um lado vermelho, e terminou oscilando ao sul do planeta Júpiter. O relatório considerou o desenho da testemunha incoerente e descartou o caso.
Abrir o caso
Desenho de relatório oficialDurante a Guerra da Coreia, um sargento de voo viu sobre sua base um objeto que girava e dava cambalhotas, parava, disparava para cima e ia e voltava diante do Sol; um caça F-86 chegou a passar entre ele e o objeto. O relatório o descartou porque essas manobras não se pareciam com as de nenhum outro caso.
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Formulário oficialDuas moradoras de Wildwood, Nova Jersey, relataram à Força Aérea ter visto, na noite de 10 de janeiro de 1948, um objeto alaranjado que desceu devagar, partiu-se em dois pedaços e caiu no mar. As mesmas testemunhas comunicaram avistamentos semelhantes nos meses seguintes.
Abrir o caso
Memorando oficialA Força Aérea dos EUA registrou, em setembro de 1955, o relato repassado por um oficial da Marinha sobre um objeto em forma de disco visto por sua mãe em Chase, no Canadá, um mês antes. Ela descreveu um disco prateado com algo parecido com uma chaminé no topo, observado por cerca de 20 a 30 segundos em pleno dia.
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Croqui de testemunhaUm morador do Ejido Nuevo León, perto de Mexicali, escreveu à Força Aérea dos Estados Unidos relatando que viu, cerca de dois anos antes, uma nave suspensa perto do Cerro Prieto, e ofereceu revelar seu desenho e funcionamento em troca de vinte mil dólares. A carta veio acompanhada de um croqui manuscrito do local.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm recorte de jornal de Marysville, Ohio, preservado num arquivo da Força Aérea, descreve duas professoras e cerca de 60 alunos da escola de Jerome vendo um objeto cilíndrico prateado parado no ar, que soltou fios parecidos com teia de aranha, batizados de 'cabelo de anjo'. Um dos relatores confirmou por escrito que a notícia estava correta.
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Memorando oficialUm soldado da Polícia Militar, de guarda numa pista de pouso ao lado de uma área de artilharia, disse ter visto, na tarde de 6 de janeiro de 1949, um objeto brilhante em forma de diamante cruzar o céu muito mais rápido que os jatos que conhecia. Dois colegas que estavam de guarda com ele não chegaram a ver o objeto.
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Documento tabularUm inspetor da Atomic Energy Security Service (AESS) em serviço em Los Alamos relatou ter visto, em 8 de março de 1949, um objeto elíptico de superfície metálica envolto em chamas, que sumiu atrás das nuvens sem ruído. O breve registro faz parte de uma série de notas sobre luzes anômalas investigadas pela Força Aérea na região.
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Página de documento oficialA Agência de Inteligência de Defesa (DIA) contratou em setembro de 2008 a Bigelow Aerospace Advanced Space Studies (BAASS) para produzir estudos sobre aplicações aeroespaciais avançadas e avaliar a ameaça estrangeira até 2050. Os documentos de contratação não mencionam UFOs nem UAPs: descrevem doze áreas técnicas, prazos, entregas e um valor total de US$ 21.948.810,00.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialEste DIRD de 38 páginas revisa sintomas atribuídos a exposições próximas a “sistemas aeroespaciais anômalos” e propõe que queimaduras e efeitos neurológicos seriam causados sobretudo por radiação eletromagnética. É um estudo teórico e de compilação: o autor afirma que as lesões apoiam a hipótese de sistemas avançados já em operação, mas não apresenta casos novos examinados nem prova independente dessa conclusão.
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Capa de relatório oficialO relatório transforma cada fator da equação de Drake em variável aleatória e calcula uma distribuição de probabilidade para a distância até a civilização comunicante mais próxima. Todo o resultado numérico depende de valores de entrada escolhidos pelo autor; não é observação nem prova da existência de civilizações extraterrestres.
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Capa de relatório oficialO relatório projeta uma cabine “provisória” para um veículo hipotético com controle sobre gravidade e inércia, seis graus de liberdade e velocidade acima da luz. O próprio autor chama suas previsões de “conjecturas informadas”, sem teoria verificada nem implementação, e diz que elas não foram publicadas nem debatidas com outros cientistas.
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Capa de relatório oficialDois DIRDs de abril de 2010 revisam soluções da relatividade geral que permitiriam, em princípio, viagens mais rápidas que a luz: a bolha de dobra de Alcubierre e os buracos de minhoca atravessáveis. Ambos exigem energia negativa ou “matéria exótica” em quantidades que ninguém sabe produzir, e os próprios autores reconhecem que não há instruções para construir nada disso.
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Carta oficialEm outubro de 1948, o chefe de inteligência do Air Materiel Command escreveu à CIA que a origem dos discos voadores continuava obscura e pediu qualquer prova de que fossem projetos americanos. O Estado-Maior da Força Aérea repassou o pedido ao Diretor de Inteligência Central num memorando quase idêntico.
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Relatório oficialDois oficiais do centro de serviço de voo de Carswell relataram uma bola prateada que cruzou o céu de Fort Worth em poucos segundos, com um rastro prateado. A base não encontrou nenhum jato voando na área naquele momento.
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Esquema do relato (vestígios)Antes do nascer do sol, o presidente de uma empresa de terras de New Orleans disse ter visto por cerca de dez segundos um objeto em forma de casquinha de sorvete, branco-incandescente na frente e vermelho atrás, voando para leste sem ruído. A ficha do Projeto Sign registra o relato e a avaliação dos investigadores sobre a testemunha, sem identificação do objeto.
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Formulário oficialUm coronel reformado do Exército viu, acima de um bombardeiro, uma forma translúcida e ondulante como uma ameba; o homem ao lado dele descreveu uma caixa retangular com nervuras, como um engradado de verduras. O próprio investigador registrou que as duas descrições estavam em contradição direta.
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Resumo oficialPiloto e operador de radar de um caça noturno F-61 relataram ter captado no radar de bordo, e visto de relance ao luar, uma aeronave não identificada que acelerava e mergulhava sempre que eles se aproximavam. O radar de terra só registrou o próprio F-61.
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Resumo oficialDois trabalhadores de Minneapolis, em pontos diferentes da cidade, descreveram um corpo alaranjado com cauda de chamas cruzando o céu para nor-nordeste. Em Winona, dois homens contaram a um jornal ter visto um "punhado de faíscas com cauda" que se desfez em partículas brilhantes.
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Formulário oficial (recorte)Durante uma caçada, um comerciante de carros usados e mecânico de aviões ouviu um ronco pulsante e viu passar sobre ele um objeto prateado e preto, em forma de bola de futebol americano achatada. O investigador registrou que o homem errava muito ao estimar distâncias.
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Resumo oficialDepois de dois telefonemas de leitores, o editor de esportes de um jornal de Richmond observou por 20 minutos uma luz branca e tremulante a leste e fez duas fotos de exposição longa. O arquivo registra a consulta a um astrônomo e a comparação com sinalizadores, e cita uma revista que falava de um cometa visível naqueles dias.
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Resumo oficialVoando para o norte num caça F-82, o tenente Kunzman viu um pequeno grupo compacto de formas amarelas que se alinharam, ficaram brancas e se dissolveram em cerca de 20 segundos. O piloto, ocupado, não viu nada, e o próprio tenente pensou primeiro em gaivotas.
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Resumo oficialUm barbeiro, um pescador, um dono de tinturaria e uma dona de casa, em pontos diferentes de Crescent City, descreveram um objeto prateado sem asas, em forma de ovo ou de bala, que seguia para o sul e às vezes brilhava como um espelho ao sol. Não foram encontrados voos nem lançamentos de teste na área.
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Resumo oficialUm sargento e dois soldados da Força Aérea viram, de madrugada, uma luz alaranjada ou branco-amarelada seguir para o norte, oscilando para a frente e para trás, até sumir nas nuvens. A seção de inteligência A-2 opinou que era um balão meteorológico com uma luz pendurada.
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Resumo oficialNuma noite de lua cheia, dois segundos-tenentes da reserva da Força Aérea em voo sobre a base relataram ter perseguido por mais de dez minutos um objeto oval e luminoso, sem asas, que circulava sobre a base, subia na vertical e escapava de cada aproximação. Um sargento em terra ouviu um ruído forte e viu um objeto brilhante cruzar o campo.
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Formulário oficialNa noite de 7 de março de 1948, o comandante da base aérea de Smyrna e dois operadores de rádio e de torre acompanharam por 45 minutos uma luz oval amarelo-alaranjada logo acima do horizonte. A própria ficha diz que ela parecia um sinalizador luminoso.
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Relatório de investigaçãoUm superintendente da Duke Power Co. relatou ter visto, por cerca de dez segundos, um objeto redondo e prateado que refletia o sol e seguia em linha reta para leste. O agente que o ouviu destacou que ele não afirmava ter visto um "disco voador".
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Formulário oficialO piloto Hugh DuBose, da Eastern Air Lines, relatou uma chama azul intensa que cruzou a trajetória do avião às 23h30 e depois caiu para o chão e se apagou. Meses depois, ele sugeriu uma ligação com mortes de gado, que o Departamento de Agricultura descartou.
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Carta de testemunhaUm gerente regional da B. F. Goodrich parou o carro perto da ponte do rio Powder, desligou o motor e observou com binóculo uma luz branca muito brilhante que ia e voltava entre as nuvens. Em duas cartas ao Exército e à Força Aérea, ele descreveu o que viu e respondeu às perguntas de Wright Field.
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Formulário oficialÀs 22h30 de 20 de junho de 1948, dois oficiais pilotos da Base Aérea de Scott relataram uma luz branca e redonda que seguia em ziguezague abaixo de um teto de nuvens a 6.000 pés. As fichas anotam que nenhum avião voava perto da base naquele momento.
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Formulário oficialÀs 21h40 de 30 de junho de 1948, a esposa de um comandante do Exército, instrutores da reserva e um morador de Oak Ridge viram uma bola de fogo laranja, com uma fita azulada atrás, cruzar o céu para oeste. As fichas guardam uma divergência grande: três minutos para uma testemunha, três segundos para as outras.
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Formulário oficialNa noite de 7 de julho de 1948, um instrutor de matemática da Universidade da Carolina do Norte e um capitão da reserva relataram três objetos em forma de charuto, sem asas, que passaram muito alto e depressa por cerca de um minuto. As duas fichas anotam som de jato.
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Declaração de testemunhaO próprio investigador de inteligência técnica do Air Materiel Command, tenente Clarence Glasebrook, relatou uma luz branco-amarelada que apareceu três vezes, por um ou dois segundos cada, a intervalos regulares, sobre Osborn, Ohio. Ele era ex-piloto de reconhecimento e considerou suas estimativas razoavelmente precisas.
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Formulário oficialDuas famílias viram uma luz cruzar o céu de nordeste para sudoeste em dois ou três segundos. Uma testemunha falou em "lindo pires dourado" com borda prateada; outra, ex-militar, em simples brilho amarelo-branco. O investigador foi ao local e concluiu que árvores podiam ter limitado a visão.
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Formulário oficialÀ 1h da madrugada de 5 de agosto de 1948, o ex-piloto da Força Aérea James Amaral viu de seu carro um risco de luz branco-azulado que durou de 5 a 10 segundos e deixou um rastro de faíscas visível por quase um minuto. Ele disse que não se tratava de corpo celeste, mas de algo parecido com um foguete.
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Desenho testemunhalUm capitão da reserva da Força Aérea, ex-piloto, parou o carro para observar o que parecia o rastro de um avião escrevendo no céu, mas não viu nada na ponta da trilha. A ficha do incidente 71 guarda os esboços que ele fez do trajeto, com uma curva perto do monte Charleston.
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Ficha de incidenteQuatro fichas da Força Aérea registram, na mesma noite e quase no mesmo minuto, um objeto com chamas verdes e azuis visto por dois pilotos militares, chamas coloridas vistas por um C-47, uma explosão no ar vista por um motorista e um clarão visto por um voo da United. O próprio arquivo diz que os relatos parecem ligados.
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Ficha de incidenteUm funcionário das comunicações aéreas de Hickam Field viu um objeto brilhante que parecia um grande balão com um disco prateado suspenso embaixo, subindo devagar para o mar. O disco piscava ao girar, o que ele atribuiu ao reflexo do sol.
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Ficha de incidentePouco antes do nascer do sol, a sra. Brimberry viu da cama uma grande bola de fogo com cauda descer e se apagar antes de chegar ao chão, aparentemente num terreno vazio ao lado da casa. O marido a descreveu como quase redonda, talvez oval, brilhante e girando, sem cauda.
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Ficha de incidenteO dono de uma mina e seu sócio, ambos pilotos, viram ao meio-dia uma forma escura sem cauda cruzar o céu em linha reta, de noroeste para sudeste, sem nenhum som. Compararam-na a uma asa voadora; a cor mudava conforme o fundo, avermelhada contra o céu azul e preta contra uma nuvem branca.
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Ficha de incidenteCaminhando por uma rodovia perto de Lakeland, um pintor de letreiros disse ter visto cinco objetos brilhantes, sem asas, subirem rapidamente para nordeste, o primeiro parecendo rebocar os outros. Ele fez um modelo do que viu; o investigador o descreveu como pessoa muito exaltada e de imaginação exagerada.
Abrir o caso
Ficha de incidenteNa hora do almoço, três funcionários da ferrovia do Pikes Peak observaram por vários minutos um pequeno objeto prateado que subia, mergulhava, invertia o rumo e às vezes parecia parar sobre a região ao norte de Manitou. O episódio é de maio de 1947, mais de um mês antes do relato de Kenneth Arnold.
Abrir o caso
Ficha de incidenteUm tenente-coronel do setor científico da divisão de pesquisa do Estado-Maior do Exército viu, à noite, um brilho alaranjado passar baixo sobre um celeiro, em linha reta e horizontal, deixando uma faixa branca como a de uma bala traçante. Em três ou quatro segundos o objeto sumiu no ar.
Abrir o caso
DocumentoVoando a 25 mil pés sobre o Grand Canyon, um tenente em treinamento no caça a jato P-80 viu dois objetos redondos descerem na vertical em velocidade “inconcebível”, um poucos segundos atrás do outro. Ele calculou que teriam atingido o chão cerca de 25 milhas ao sul da borda sul do cânion.
Abrir o caso
Ficha de incidenteDois capitães de uma esquadrilha de evacuação aeromédica viram um objeto em forma de disco, azulado no centro e vermelho nas bordas, descer a 45 graus em altíssima velocidade, sem cauda nem rastro. Disseram que lembrava uma estrela cadente, mas não tinham certeza.
Abrir o caso
Estudo de inteligênciaDois estudos de inteligência da Força Aérea, de 1947 e 1948, citam três contatos de radar americanos no Japão ocupado como indício de atividade aérea incomum. O mais citado é o de Fukuoka em 16 de setembro de 1947: um alvo seguido por 70 milhas a 840 a 900 milhas por hora.
Abrir o caso
Formulário oficialNa noite de 5 de dezembro de 1948, o piloto de um C-47 da Força Aérea e o comandante de um voo comercial da Pioneer Airlines relataram luzes verdes parecidas com sinalizadores perto de Las Vegas e das montanhas Sandia, no Novo México. As fichas da Força Aérea listam outros relatos da mesma noite e dizem que nenhum aeródromo nem a base de Holloman tinha explicação.
Abrir o caso
Formulário oficialNa noite de 6 de dezembro de 1948, um integrante da segurança da Comissão de Energia Atômica na Base Sandia viu, parado num cruzamento dentro da base, um clarão esverdeado quase sobre sua cabeça, que caiu em arco de leste para oeste com uma cauda flamejante. A observação durou dois ou três segundos.
Abrir o caso
Formulário oficialEm 8 de dezembro de 1948, dois agentes especiais do Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea, ambos pilotos, voavam num T-7 a leste de Las Vegas, no Novo México, quando viram uma luz verde intensa cruzar à frente, um pouco acima do avião, em trajetória quase horizontal. Depois de uns dois segundos ela pareceu apagar-se e caiu como uma chuva de fragmentos laranja-avermelhados.
Abrir o caso
Resumo do OSINa noite de 20 de dezembro de 1948, dois pares de inspetores de segurança de Los Alamos viram uma bola de fogo branco-esverdeada descer e depois seguir quase na horizontal. Com os esboços deles e medições de teodolito, Lincoln LaPaz calculou uma trajetória que passava cerca de seis milhas ao norte da cidade e afirmou que não se tratava de meteorito.
Abrir o caso
Formulário oficialO oficial executivo do Distrito Militar do Novo México relatou ter visto, em três noites entre o fim de 1947 e novembro de 1948, uma bola de luz branca descer devagar na vertical perto da rodovia 60, junto a Vaughn, e estourar a baixa altura em faíscas vermelhas, sem ruído. Na primeira vez ele parou o carro e viu a explosão a 40 ou 60 jardas.
Abrir o caso
Relatório científicoNo fim da tarde de domingo, 30 de janeiro de 1949, uma bola de fogo muito brilhante cruzou o céu do Novo México e do Texas e foi vista por milhares de pessoas. Lincoln LaPaz calculou uma trajetória quase horizontal de 143 milhas e registrou que ninguém ouviu as detonações típicas de grandes meteoritos, mas considerou que, entre os casos investigados, só esse dava algum indício de ser uma queda de meteorito.
Abrir o caso
Documento tabularUma nota do resumo do OSI de abril de 1949 descreve dois incidentes em que observadores viram objetos alongados, vermelhos, laranja, rosados ou cor de âmbar, com luz própria, subir, mergulhar e fazer curvas sem ruído. Segundo os relatos, os objetos pareciam flexíveis e 'escoavam' pelas curvas, e a investigação não encontrou avião a jato na área.
Abrir o caso
Gráfico oficialA tabela de avistamentos do 17º Distrito do OSI registra, em 24 e 25 de fevereiro de 1950, dez observações diurnas em Los Alamos: objetos de aspecto metálico, prateado ou de alumínio, redondos ou oblongos. Na tarde de 25, dois registros somam 12 e 14 observadores no mesmo intervalo de dez minutos.
Abrir o caso
Tabela do OSIEm 21 de março de 1950, por volta das 13h, quatro registros da tabela do OSI descrevem objetos redondos, prateados ou brancos, vistos da Base Sandia e da Base Aérea de Kirtland, em Albuquerque, por até meia hora. No dia seguinte, 11 pessoas em Kirtland relataram um objeto castanho em forma de 'asa voadora' a grande velocidade.
Abrir o caso
Memorando do FBI (fac-símile)Memorandos internos do FBI de 1950 registram que a Força Aérea contratou a empresa Land-Air para instalar postos de observação perto de Vaughn, no Novo México, e fotografar as bolas de fogo verdes numa vigilância de 24 horas chamada Projeto Twinkle. Em 24 de maio de 1950 a equipe teria avistado de 8 a 10 objetos, mas até outubro a Força Aérea não repassou resultados ao FBI.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialRelatório teórico de março de 2010 do programa AAWSAP aplica a relatividade geral a uma aeronave hipotética capaz de “engenheirar” o espaço-tempo e lista o que um observador externo veria: brilho, encolhimento aparente, manobras bruscas, sumiço súbito. O próprio autor diz que a energia necessária excede em muitas ordens de grandeza o que a engenharia consegue produzir.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialUm DIRD de março de 2010 revisa propostas de antigravidade, da física de Newton à teoria quântica, e conclui que todas enfrentam desafios técnicos “assustadores”. Outro, de janeiro de 2011, especula que massa negativa poderia estar acumulada no centro da Lua e calcula a energia de um túnel aberto com explosivos termonucleares, embora o próprio autor considere a propulsão por massa negativa improvável.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialDois DIRDs do mesmo autor avaliam se o vácuo quântico poderia fornecer energia ou propulsão e como medir a “energia negativa” produzida em laboratório. O primeiro conclui que não há apoio teórico definitivo para extrair energia útil do vácuo; o segundo recomenda sensores que, no futuro, poderiam vigiar e detectar “plataformas aeroespaciais anômalas” movidas por espaço-tempo alterado.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialRelatório de novembro de 2010 do programa AAWSAP revisa como radar, câmeras, infravermelho, lidar, infrassom e sismógrafos detectam objetos acima de Mach 5, de meteoros a mísseis. Termina com quatro recomendações para as três décadas seguintes, entre elas um banco de assinaturas de esteira para identificar aeronaves “novas e desconhecidas” e a busca de veículos “projetados para serem indetectáveis”.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialRelatório de abril de 2010 do programa AAWSAP defende que ondas gravitacionais de alta frequência, ainda nunca geradas nem detectadas em laboratório, poderiam transmitir dados diretamente através da Terra. Na parte final, o autor especula sobre fusão nuclear a distância, propulsão, vigilância através de estruturas e comunicação mais rápida que a luz.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialDois DIRDs com o mesmo título e a mesma data, 1º de novembro de 2010, avaliam foguetes movidos a fusão nuclear sem emissão de nêutrons. Um conclui que a antimatéria seria mais promissora; o outro, que a fusão aneutrônica poderia substituir propulsores de satélites e levar missões a Marte, mas só serviria além do sistema solar com uma física de propulsão ainda inexistente.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialDois DIRDs de março de 2010 tratam de propulsão de energia extrema com física conhecida. Um propõe turbojatos, mísseis e foguetes aquecidos pela aniquilação de pósitrons e prevê um voo de volta ao mundo em dez anos; o outro defende naves movidas por pequenas explosões de fusão de deutério refletidas por um espelho magnético.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialDois DIRDs de 2010 revisam materiais artificiais capazes de desviar a luz e as micro-ondas. Um conclui que a ocultação perfeita é impossível e que só a invisibilidade a micro-ondas estava ao alcance da tecnologia; o outro vê nos metamateriais sobretudo sensores e componentes ópticos pequenos e leves para plataformas aeroespaciais.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialRelatório de janeiro de 2010 do programa AAWSAP revisa as fontes pulsadas de micro-ondas de alta potência usadas como armas de energia dirigida, capazes de danificar circuitos eletrônicos. Explica por que seus pulsos, de nanossegundos, são muito difíceis de detectar e cita um episódio de 2001 em que testes com um helicóptero teriam perturbado o GPS de um aeroporto.
Abrir o caso
Capa de relatório oficialDois DIRDs de março de 2010 revisam interfaces entre o cérebro e máquinas e sensores biomédicos microfabricados. O primeiro conclui que sensores de atividade muscular seriam a opção prática a curto prazo e que o controle direto pelo pensamento exigiria implantes no cérebro ainda sem durabilidade demonstrada; o segundo descreve implantes e laboratórios em chip.
Abrir o caso
Recorte de jornalDois recortes do Columbia Basin News guardados pelo escritório do FBI em Seattle reúnem relatos de moradores de Pasco, Kennewick e Richland sobre um objeto redondo, rápido e cercado de luzes. Não há, nestas páginas, investigação do FBI: só o jornal carimbado e arquivado.
Abrir o caso
Recorte de jornalEm outubro de 1952 o FBI de Seattle arquivou um recorte sobre um objeto que ficou parado cinco minutos sobre o sul da cidade e, três semanas depois, anotou o telefonema de uma mulher que viu uma luz difusa cair e mudar de rumo. São dois episódios independentes.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoUm memorando assinado pelo agente W. Mark Felt reúne dois relatos independentes de objetos brilhantes no céu sobre a base aeronaval de Sand Point, em dias seguidos de fevereiro de 1953. Nenhum dos dois traz descrição de manobra ou de velocidade.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoHilton Brown ligou ao FBI para contar que ele e vizinhos viram dois objetos de brilho metálico atravessarem lentamente o céu rumo a oeste por uma hora e meia, soltando pequenas baforadas de fumaça branca. Ele supôs que uma espécie de gôndola pendia sob os objetos.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoDuas notícias do Tacoma News Tribune, uma sobre um policial que viu um disco parar no ar e outra sobre uma bola laranja vista por um motorista de ônibus e seus passageiros, chegaram ao FBI pela Força Aérea. A inteligência da 25ª Divisão Aérea não recebeu relatório de nenhuma delas e julgou as matérias insuficientes para investigar.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoUm controlador de tráfego aéreo da Administração de Aeronáutica Civil passou ao FBI o que um colega ouvira de um piloto vizinho da mãe: uma aeronave sem luzes, que ele julgava ser um helicóptero, aparecia de madrugada e pairava 10 a 20 minutos sobre a rodovia perto de McMurray. O piloto via nisso algo suspeito, não um fenômeno aéreo desconhecido.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoUma moradora de Mercer Island contou ao FBI que, numa praia perto de La Push, viu um homem com uma corda enrolada no braço, notou clarões no céu, ouviu um estouro como de fogos de artifício e viu um paraquedas chegar do mar ao encontro do homem. O memorando não traz avaliação.
Abrir o caso
Fac-símile de documentoA mulher de um administrador do programa de mísseis Bomarc, da Boeing, contou ao FBI que ela e o marido viram de madrugada uma luz de brilho enorme a leste, que subia e descia, sumia e reaparecia. O FBI repassou o relato à Força Aérea sem investigar.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Um relatório de missão da Força Aérea dos EUA, em voo de inteligência, vigilância e reconhecimento, anota quatro UAPs vistos abaixo de um ponto tarjado entre 17h36min22s e 17h36min49s (hora Z). As nuvens impediram acompanhar os objetos e obter uma visão clara, e a ficha não traz forma, tamanho nem velocidade.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Num relatório de missão quase todo tarjado, um piloto registra às 12h58 (hora Z) um possível UAP com velocidade estimada em 321 nós, que acelerou e virou para leste. A observação foi tão breve que não permitiu estimar a altitude, e a grade de posição aponta o mar Jônico, não o Golfo Arábico do título do arquivo.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)O mesmo relatório de missão, quase todo tarjado, guarda dois registros separados: às 13h54 (hora Z), um UAP a velocidade constante de 40 nós entre 16.000 e 17.000 pés; às 22h43, dois possíveis UAPs estimados a 278 nós, que aceleraram e viraram para o sul. As grades de posição apontam o mar Jônico e o mar Negro, a cerca de 1.300 km uma da outra, e não o Golfo Arábico do título.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Um relatório de missão quase todo tarjado descreve um UAP que “parece um balão” e se deslocava com os ventos a 31.000 pés, rastreado com qualidade suficiente para emprego de armas e identificado visualmente no sensor infravermelho de mira. O texto compara o objeto a um UAP relatado antes pela 48ª Ala de Caça da Força Aérea dos EUA.
Abrir o caso
Formulário FD-1057 do FBI (fac-símile)Numa madrugada de novembro de 2021, um morador que se dizia cético viu uma luz se dividir em duas ou três e formar um triângulo por cerca de dez minutos. Foi o começo de três anos de observações que ele levou ao FBI em 2024.
Abrir o caso
Formulário FD-1057 do FBI (fac-símile)Numa tarde de novembro de 2024, dois agentes especiais do FBI foram à casa de um morador que relatava luzes havia três anos e registraram o que eles mesmos viram sobre um lago. Uma vistoria de dia, em dezembro, não achou nada incomum e concluiu que seria irrealista pilotar um drone à noite entre aquelas árvores.
Abrir o caso
Formulário FD-302 do FBI (fac-símile)Ao chegar em casa à noite, uma pessoa viu uma luz intensa pairando abaixo das árvores do quintal; o cônjuge saiu e os dois viram duas esferas subirem e se afastarem juntas. O FBI ouviu os dois em entrevistas separadas e publicou o vídeo que gravaram.
Abrir o caso
E-mail de liberação de informações (fac-símile)Dois resumos de uma linha, liberados como não classificados, dizem que uma aeronave dos EUA observou um possível UAP por 12 segundos e outro por 23 segundos, com altitude e velocidade desconhecidas. O restante do documento é a troca de e-mails que autorizou a divulgação dessas linhas.
Abrir o caso
E-mail e resumo do relato (fac-símile)Um resumo de relatório de inteligência descreve um civil que viu, por cerca de oito minutos, um grande objeto triangular azul com luz branco-azulada no contorno, parado por três minutos sobre ou perto de uma instalação de segurança nacional. O resumo foi liberado como não classificado depois de uma troca de e-mails com a contrainteligência da Força Aérea.
Abrir o caso
Formulário Range Fouler Debrief (fac-símile)Um formulário de interferência em área de treino, preenchido por um piloto de patente O-4, descreve um objeto que parecia bem pequeno, metálico e com a parte de baixo refletora, movendo-se em direção constante. O Comando Norte enviou ao AARO 11 segundos de vídeo infravermelho do caso, publicados como PR106.
Abrir o caso
Imagem de sensor infravermelho com anotaçõesUma única imagem de sensor infravermelho, tomada do alto, mostra um ponto brilhante com um rastro fino, circulado à mão em vermelho. As legendas dizem apenas que se trata de uma recomendação do Comando Central ao AARO, feita pelo chefe do Estado-Maior do comando em 8 de outubro de 2025 e liberada para publicação em 10 de março de 2026.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Um relatório de missão do 124º Esquadrão de Ataque registra um UAP em voo reto e baixo sobre o Golfo de Áden, mais rápido que a aeronave americana, seguido até a distância ficar grande demais. A descrição física do objeto foi tarjada.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)O relatório de uma missão de vigilância de mais de 20 horas no Golfo registra três fenômenos aéreos não identificados vistos pela câmera de vídeo contínuo, em 16 de julho de 2020. O documento não descreve forma, tamanho, cor nem movimento de nenhum deles.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Uma missão de vigilância do 482º Esquadrão de Ataque anotou, em 8 de agosto de 2020, que observou pela câmera de vídeo contínuo “1 UAP” em trânsito, sem impacto na missão. É o único dado sobre o objeto no relatório.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Em 27 de agosto de 2020, uma aeronave de vigilância acompanhou pelo sensor, por cerca de dois minutos, uma “formação de objetos voadores” que seguia ao longo da costa. A tripulação perdeu a identificação nas nuvens e não conseguiu reencontrá-la.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)O relatório de uma missão de vigilância de 2 de outubro de 2020 diz que a tripulação observou “1 UAP” às 18h29 e remete à “linha de observação 1”. Essa linha não está em nenhuma das oito páginas liberadas.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Durante uma busca por um veículo submarino não tripulado, uma aeronave de vigilância registrou às 21h43 um UAP de altitude desconhecida com rumo 080 e, às 21h48, “um UAP adicional” seguindo para noroeste. Os dois foram vistos pela câmera de vídeo contínuo.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Numa missão de reconhecimento de quase 19 horas, uma aeronave do 196º Esquadrão de Ataque registrou um UAP voando de norte para nordeste e o acompanhou “pelo maior tempo possível”, sem identificação. A imagem oficial PR26 é ligada a este relatório, embora o título dela fale em Emirados Árabes Unidos, 2023.
Abrir o caso
Relatório de missão (fac-símile)Um relatório de missão arquivado com o título “Iraque” descreve, na verdade, um voo do 50º Esquadrão de Ataque sobre o Mediterrâneo oriental e a costa síria, com um UAP sem identificação à 01h17 (hora Z). A ficha oficial do vídeo PR21 diz que o relatório descreveu o UAP como “provável SU-27/35”, mas no documento o caça é uma observação separada, feita uma hora antes.
Abrir o caso
Relatório de missão (primeira página)Durante uma vigilância noturna para a Força-Tarefa Chosin no leste da Síria, uma aeronave do 89º Esquadrão de Ataque registrou um “evento UAP” de menos de um minuto, com o objeto indo de norte para sul. O vídeo oficial PR22 mostra 14 segundos em infravermelho e óptico lado a lado.
Abrir o caso
Relatório de missão (primeira página)Numa missão de vigilância perto de Bagdá, uma aeronave do 482º Esquadrão de Ataque registrou um possível UAP ou drone voando de oeste para leste. A tripulação não o seguiu; o vídeo oficial PR23 tem dez segundos de infravermelho com uma área de contraste que sai do quadro.
Abrir o caso
Memorando oficialUm memorando do FBI de agosto de 1956 registra que a Força Aérea queria sondar, sem publicidade, um morador de Van Nuys que dizia ter recebido duas visitas de um veículo esférico. O oficial que pediu ajuda achava a história "totalmente ridícula", e o FBI recusou-se a investigar.
Abrir o caso
Memorando interno do FBIA polícia de Elmira avisou que um disco voador tinha pousado perto do aeroporto. O agente do FBI encontrou uma caixa de papelão pintada de alumínio, com uma válvula de rádio e um sinalizador de caminhão que tinha chamuscado o capim embaixo dela.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm despacho da Associated Press publicado em Boston conta que dois policiais em patrulha viram, pouco depois da meia-noite, um objeto em chamas de uns 9 metros pousado numa estrada perto de Pretória. Cientistas teriam encontrado um trecho do asfalto muito queimado e capim chamuscado nas margens.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm despacho de agência guardado pelo FBI relata que quatro pilotos da Flórida viram um disco branco, quase transparente, com rastros de vapor comparados a tentáculos de polvo sobre a usina de Hanford. Segundo o comandante, o objeto recuou, mudou de forma, achatou-se e sumiu.
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Recorte de jornalUm estudante de Norfolk disse ter visto e fotografado um objeto grande e preto seguido por dois menores, em julho de 1947. O FBI entrevistou o menino, anotou que ele admitia a possibilidade de balões e encerrou o caso.
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Memorando do FBI de NewarkUm morador de Westfield telefonou ao FBI para contar que via, havia quatro noites, uma luz redonda e muito brilhante que depois virou três objetos com forma alongada, parecidos com um espectro. A polícia estava ocupada removendo neve e o FBI não recomendou providência.
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Memorando oficialEm 1949, o colunista Walter Winchell recebeu a carta de um homem que dizia ter visto em 1947 um objeto metálico em forma de pião, com janelas, que decolou e o derrubou. O FBI tentou localizar o autor e não o encontrou.
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Recorte de jornalUm piloto de Springfield contou que um risco azul em forma de salsicha, com fogo amarelo atrás, mergulhou contra a hélice do seu avião e explodiu sem causar dano. O Serviço Meteorológico sugeriu um meteoro que explodiu à frente do avião.
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Memorando oficialUm policial de Washington contou a um agente do FBI o que teria ouvido de um investigador da Força Aérea: três discos com três corpos pequenos cada. O memorando registra o boato e diz que ninguém tentou avaliá-lo.
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Mensagem oficialEm 1950, a Força Aérea e o FBI registraram histórias de discos caídos com tripulantes mortos de 90 centímetros, louros e sem cáries. As versões levavam a George Koehler, vendedor de uma rádio de Denver, que a Força Aérea considerou sem informação verificável.
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Teletipo oficialUm estudante e repórter do jornal da Universidade do Novo México levou ao FBI uma montagem com um disco em chamas e homenzinhos fugindo, e disse que ele mesmo a fizera. O FBI avisou que não autorizava a brincadeira.
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Recorte de jornalEm 1950, uma foto de um pequeno "homem de Marte" levado por dois policiais militares, vinda de um impresso alemão, chegou ao FBI por Nova Orleans. Entre 1966 e 1969, leitores de revistas perguntaram várias vezes se era verdade que o FBI tinha capturado um ocupante de disco, e Hoover respondeu sempre que não.
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Carta do escritório de Cincinnati ao diretor do FBIUm empresário de Cincinnati levou ao FBI o anúncio de uma palestra paga sobre “a verdadeira história dos discos voadores”, com Truman Bethurum, que dizia ter subido onze vezes a bordo de discos. Queria que o governo dissesse se aquilo era fraude; o FBI respondeu que não tinha jurisdição e que o aviso não o isentaria se houvesse crime.
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Recorte de revistaEm julho de 1966, a revista dos Amalgamated Flying Saucer Clubs of America publicou uma mensagem que teria sido captada por rádio de ondas curtas, atribuída ao “Mestre Kalen-Li Retan”, chefe de um planeta a 400 anos-luz. Dois assinantes, em estados diferentes, acharam o texto alinhado à linha comunista e o mandaram ao FBI, que não abriu investigação.
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Desenho testemunhalNuma carta manuscrita de quatro páginas, uma moradora de Tulsa contou a Hoover ruídos noturnos muito rápidos e uma “nuvem” redonda que se desfez no céu, e expôs sua teoria: os discos seriam lançados de uma base russa na Sibéria para fotografar os EUA, mudar o clima e espalhar doenças. Anexou um mapa; Hoover agradeceu em três linhas.
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Memorando oficialEm cartas a um imigrante austríaco em Nova Jersey, Adolf Dornig declarou “sob juramento” que o disco voador era invenção sua, que antigos companheiros o construíam na América do Sul e que ele podia fazer uma máquina de mais de 2.000 km/h. O imigrante levou a história ao FBI, que mandou traduzir as cartas, repassou tudo à Força Aérea e não investigou.
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Recorte de jornalUma reportagem de agência, guardada numa pasta do FBI, registra que um engenheiro do centro de mísseis da Força Aérea em Alamogordo relatou 10 carros parados numa rodovia do deserto perto de White Sands, atribuídos a um objeto luminoso. A Força Aérea local disse dar crédito ao relato; um astrônomo de Harvard, no mesmo arquivo, atribuiu o fenômeno a miragem.
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Recorte de jornalUm morador de Omaha escreveu ao FBI que, na noite de 7 de julho de 1947, seis pessoas viram um objeto em chamas cair na rua e se desfazer em pedaços. Um químico consultado pelo jornal disse que as cinzas eram iguais às de fumo de cachimbo; o morador contestou, e Hoover mandou a carta à inteligência do Exército.
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Relatório do FBI da FiladélfiaUm engenheiro da Filadélfia mandou analisar cinzas de uma casa que, segundo o dono, pegou fogo depois que um grande objeto atingiu o telhado numa noite de tempestade perto de Scranton. A análise municipal achou minerais comuns, o FBI viu que não havia crime federal e mandou as cinzas ao seu laboratório.
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Teletipo oficialPessoas numa varanda viram fumaça saindo de pontos queimados num gramado e pequenos focos de fogo num círculo de uns 200 pés. Cientistas do MIT trataram os fragmentos metálicos como assunto sigiloso e concluíram que eram ferro fundido comum exposto a calor muito alto.
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Recorte de boletimUm boletim de clube civil de discos voadores, anexado a um memorando do FBI, resume notícias da United Press sobre dezenas de pedaços de metal incandescente que queimaram o asfalto de uma estrada em Woodside. Metalurgistas e a Força Aérea não teriam explicação; a hipótese militar de escapamento de jato esbarrou na ausência de jatos na região.
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Formulário oficialEm janeiro de 1948, o adido militar dos EUA em Helsinque repassou duas notícias finlandesas: um objeto brilhante de cauda longa visto por 30 segundos perto de Vaasa e, dois dias depois, outro visto por 10 segundos perto de Pietarsaari, que teria soltado chamas e deixado riscos cinzentos. A Força Aérea registrou os dois como incidentes 99 e 100 e arquivou o segundo junto do primeiro.
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CartaEm julho de 1947, Robert J. Sroka, de Waukesha, Wisconsin, escreveu ao FBI para contar um episódio "quase esquecido" da Alemanha do pós-guerra: um objeto no céu se aproximou, parou o avanço, desceu oscilando como um paraquedas e caiu em espiral. O FBI mandou a carta à inteligência do Departamento de Guerra, e o Projeto Sign a registrou como incidente 87.
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Formulário oficialNa tarde de 28 de março de 1948, um "Dr. Ormans", descrito como ex-especialista em mísseis guiados da Rheinmetall-Borsig, e a esposa viram de Berlim-Lichtenrade um ponto branco passar depressa de sul para norte, sem som nem rastro. A ficha da Força Aérea estima a altura em 14 quilômetros.
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Formulário oficialÀs 7h30 de 19 de janeiro de 1948, observadores em vários pontos do norte da Jutlândia relataram objetos envoltos em luz azulada, com cauda de luz verde, indo de leste para oeste. Em Skagen, alguns disseram que eram objetos parecidos com foguetes que pararam de repente, explodiram e desapareceram; o adido militar dos EUA não conseguiu confirmação das autoridades dinamarquesas.
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Formulário oficialPor volta de 7 de fevereiro de 1948, três homens que trabalhavam num campo em Gadbjerg, perto de Vejle, viram um objeto brilhante passar em alta velocidade de sudeste para noroeste, a cerca de 200 metros de altitude, visível por três segundos. O adido militar dos EUA anotou que não recebeu confirmação e deu ao informe a avaliação "P-6".
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Formulário oficialPor volta de 1º de março de 1948, o piloto e o copiloto de um avião norueguês que ia de Aalborg a Oslo relataram um "projétil" vindo do sudeste, que passou ao longo da costa sueca a 20.000 pés, emitiu uma chama azul-esverdeada sem deixar rastro e sumiu sobre a Noruega em quatro segundos. O adido militar americano acrescentou que "mísseis semelhantes" tinham sido vistos em Rjukan e Finse.
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Formulário oficialUm despacho de imprensa de maio de 1948 citou moradores da região do lago Doiran, na fronteira entre a Iugoslávia e a Grécia, que disseram ter visto um "disco voador" vindo em alta velocidade da Iugoslávia para o sul, a cerca de 3.000 pés, com barulho de projétil de artilharia. A Força Aérea registrou a notícia como incidente 127.
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Formulário oficialEm 6 de julho de 1947, M. Lenore Corey disse ter visto de um terminal de ônibus em Hollywood vários "discos" que seguiam para o norte, paralelos ao Ventura Boulevard. A ficha da Força Aérea registra que ela se interessou mais por raios brancos cruzados e por fragmentos avermelhados que giravam no centro deles.
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Formulário oficialNa noite de 27 de julho de 1948, uma moradora de Springfield, Ohio, viu por três segundos uma "bola enorme" com cauda vermelha de fogo cruzar o céu para o norte durante uma trovoada. Na madrugada seguinte, outra moradora da cidade viu da janela uma luz amarela intensa, do tamanho de uma bola de basquete, que ficou quase parada, sumiu e voltou por mais quinze minutos.
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Formulário oficialNa manhã de 23 de setembro de 1948, A. Ruble Angier, piloto desde 1928, viu em Santa Fe um objeto branco, redondo e chato como uma moeda, quase parado por 15 a 20 minutos. Seu companheiro John C. Fairchild descreveu um objeto prateado, oblongo e rápido, e o próprio arquivo registra que os dois relatos não batem.
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Formulário oficialNo fim da tarde de 18 de outubro de 1948, o major Robert C. Drum, piloto da Força Aérea, viu de casa em Honolulu um objeto prateado, redondo ou elíptico, aparecer quatro vezes entre duas camadas de nuvens em dez minutos. A mulher e a filha de 8 anos repetiram a mesma descrição.
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Formulário oficialEm outubro de 1948, o major C. M. Smartt, piloto de um C-47 a 6.000 pés perto de Dayton, disse ter visto três ou quatro objetos prateados em forma de gota passarem tão perto que ele e o copiloto se abaixaram. O investigador anotou que a primeira versão falava de 15 a 20 objetos.
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Formulário oficialNa tarde de 24 de outubro de 1948, o capitão Glenn Huber, oficial de operações (S-3) de Fort Riley, viu do solo perto de Junction City, Kansas, um objeto metálico que seguia para oeste na velocidade de um avião rápido. Depois, o objeto virou para o sul numa velocidade maior que a de qualquer aeronave que ele já tinha visto.
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Formulário oficialNo começo da noite de 24 de outubro de 1948, L. G. Sanders e a esposa, de Fargo, viram da rodovia 52, perto de Moorhead, Minnesota, uma luz que cruzava o céu de leste para oeste duas ou três vezes mais rápido que um avião. Os dois concluíram que não era meteoro porque durou muito e subia levemente.
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Formulário oficialEm 9 de dezembro de 1948, o coronel J. K. Brown e o capitão E. G. Mulling, do grupo de mísseis guiados do quartel-general da Força Aérea, voavam num C-45 de Washington para Patterson Field quando viram um objeto redondo, branco-giz, cruzar entre as nuvens por 7 minutos. O coronel achou que era um balão; o capitão discordou.
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Formulário oficialNa noite de 10 de novembro de 1954, E. H. Whitson telefonou ao FBI em Seattle para contar que viu dois objetos brancos muito brilhantes, parecidos com estrelas mas sem piscar, cruzarem o céu rapidamente para o sul. Depois de um minuto entraram numa nuvem, e só um pareceu sair dela.
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Memorando oficialNa noite de 27 de junho de 1955, Raymond Kent telefonou ao FBI em Seattle dizendo ter visto, em frente ao hotel onde estava, um objeto sem forma definida e com brilho prateado seguindo para o sul, paralelo à costa. Antes, ele tinha ligado para a Força Aérea em Boeing Field, que tratou o caso como piada.
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Formulário oficialUm operário da construtora Armex disse que ele e mais oito colegas viram, na hora do almoço, um objeto que piscava entre claro e escuro sobre a área restrita de Los Alamos. O FBI arquivou a notícia junto com um exemplar em branco do formulário que a Comissão de Energia Atômica usava para registrar esses relatos.
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Fac-símile de documentoUm teletipo do FBI de Louisville registra que três mulheres viram objetos ovais flutuando baixo sobre Ashland por dois ou três minutos. As próprias observadoras admitiram que podiam ser balões.
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Recorte de jornalO arquivo de discos voadores do FBI guarda o Sunday Graphic de 6 de julho de 1952, que publicou o relato de Oskar Linke, ex-prefeito de Gleimershausen fugido da zona soviética. Ele disse, em declaração perante notário em Berlim Ocidental, que ele e a enteada viram duas figuras vestidas de metal entrarem num objeto circular que decolou de uma clareira.
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Carta manuscritaNarvel W. Reece, da Marinha, escreveu ao FBI que ele e a esposa tiraram uma foto a caminho do Smithsonian sem notar nada no céu, mas que depois uma "mancha" apareceu no negativo. O FBI enviou a carta e os anexos à Força Aérea e não guardou a imagem no arquivo.
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Desenho de testemunhaUm boletim de pesquisadores civis de discos voadores que o FBI recebeu em Cincinnati trazia o relato de Peter Bartkus e Theodore McColm, que observavam a Lua por telescópio em Rockford. Eles disseram ver um objeto esférico e opaco subir perto do limbo norte da Lua, e McColm desenhou a posição em cinco momentos.
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Recorte de jornalUma americana que morava na Irlanda enviou ao FBI dois recortes do Rome Daily American: um sobre a "epidemia" de para-brisas que explodiam na Itália e outro sobre aldeões do delta do Pó que viram um disco prateado pousar e acharam uma cratera rasa e choupos chamuscados. Hoover agradeceu e repassou tudo à Força Aérea.
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Memorando interno do FBIÀs 23h35 de 4 de maio de 1956, um homem telefonou ao FBI dizendo ter acabado de ver uma luz amarela, forte e silenciosa, seguir para Baltimore a cerca de 2.000 pés. No dia seguinte ele ligou de novo para dar o nome e o endereço verdadeiros.
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Mensagem de rádio decodificada do FBI de HoustonUma moradora de Houston informou que em 24 de outubro de 1957 um objeto entre o tamanho de uma bola de golfe e o de um punho caiu, quente e brilhante, no quintal de sua casa. O OSI da base de Ellington investigou e concluiu que era parte de um sinalizador comum.
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Memorando do FBI de Kansas CityEm novembro de 1957, um morador de Kansas City disse ao FBI que um tio, empregado de uma empresa aeronáutica em Fort Worth, tinha filmado um disco voador perto de casa cerca de dois anos antes. Kansas City pediu que Dallas buscasse o filme; Dallas apenas passou o caso à Força Aérea.
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Memorando do adido legal do FBI em HavanaO adido legal do FBI em Havana repassou a Washington uma notícia do Diario de la Marina: dois homens que chegavam das minas de Matahambre disseram ter visto um disco em forma de chapéu de homem pairar por vários minutos e sumir em alta velocidade rumo ao mar.
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Capa do debriefing técnico da tripulaçãoNo debriefing técnico da primeira tripulação do Skylab, o médico-astronauta Joseph Kerwin abre o item "fenômeno visual incomum ou inesperado" dizendo que todos viram clarões de luz, às vezes dois ou três por minuto, sobretudo de olhos fechados. Weitz e Conrad descrevem riscos de "entrada e saída" que atribuíram a partículas cósmicas.
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Fac-símile de capa de documentoO trecho que a NASA incluiu na coleção de arquivos UAP é a fala de um cientista do espectrômetro ultravioleta da Apollo 17 diante da tripulação. O "mistério" citado é astronômico: o que mantém unido o aglomerado de galáxias de Coma e de onde vem um brilho ultravioleta difuso.
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Recorte de revistaNas notas do debriefing científico da Gemini IX-A, Thomas Stafford e Eugene Cernan contam ter visto um meteoro muito brilhante, branco-amarelado segundo a nota manuscrita da sessão, e respondem a perguntas de cientistas sobre partículas luminosas, "faíscas" e luzes piscando no alvo ATDA, que dizem nunca ter visto. Um pesquisador quis saber se a luz que atrapalhava as observações vinha "do espaço" ou da janela.
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Fotografia da missão com área ampliada inserida pelo governoO Departamento de Guerra abriu um caso para examinar uma foto da Apollo 17 em que três pontos em triângulo aparecem no céu negro da Lua quando a imagem é ampliada. Uma análise preliminar do governo diz que os pontos podem ser um objeto físico na cena; a análise completa ainda não saiu.
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Fotografia da missão com áreas ampliadas inseridas pelo governoCinco fotos seguidas da Apollo 12 foram publicadas com quadros amarelos que ampliam pontos e manchas no céu negro, acima do horizonte lunar. As fichas oficiais chamam o que aparece de "fenômenos não identificados", mas avisam que os destaques não são conclusão sobre a natureza do que se vê.
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Fotografia da missãoAstronautas do Columbia fotografaram três vezes um pequeno objeto claro, de contorno triangular, visto pela janela contra o espaço e depois contra a Terra. As descrições oficiais dizem que ele parece ter girado e seguido uma trajetória entre a nave e a Terra, compatível com um objeto flutuando livremente, sem identificá-lo.
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Relatório de informação da CIAEm julho de 1950, a CIA distribuiu a tradução de um artigo que o Dr. Eduard Ludwig, alemão radicado em Santiago do Chile, tinha enviado a uma revista em língua alemã. Ludwig atribuía os discos voadores a aeronaves com turbinas a gás e rotores giratórios, derivadas de pesquisas alemãs que talvez tivessem caído em mãos soviéticas.
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Capa de pasta do ExércitoUma circular confidencial da Marinha, de dezembro de 1948, repassa às unidades do 5º Distrito Naval o aviso da inteligência da Força Aérea de que um “ciclo de reaparecimento” dos discos voadores estava ficando evidente. O texto manda relatar qualquer objeto aéreo não identificado e fotografá-lo sempre que possível.
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Página tarjada do relatório de missãoUm relatório de missão militar dos EUA chegou ao público com seis de sete páginas inteiramente pretas. A única parte legível registra um UAP “triangular e metálico” visto às 13h19Z, durante o retorno à base, sobre o sul do mar Egeu.
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Memorando do FBI de Chicago (trecho)Na noite de 16 de setembro de 1967, um menino de 11 anos telefonou a um agente do FBI em Chicago dizendo ter ouvido um ruído “estranho” e visto um clarão seguir para o norte. O agente registrou o relato e o repassou a um sargento do 755º Esquadrão de Radar, em Arlington Heights.
Abrir o caso
Formulário oficialNo fim da tarde de 16 de setembro de 1948, um morador de Shreveport, na Louisiana, examinava o céu com binóculo quando viu um objeto redondo, cor de alumínio, deslizar para o sul sem som nem rastro. Uma nota do agente na própria ficha lembra que uma radiossonda fora lançada de Barksdale Field duas horas antes e diz que ela pode ter sido o objeto visto.
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Formulário oficialNum dia de outubro de 1948 que a ficha deixa em branco, homens da Base Aérea de Neubiberg, perto de Munique, viram de um conjunto habitacional um objeto preto, de contorno redondo, seguir para sudoeste por cerca de 2 minutos. O objeto estava entre eles e o sol alto, e a avaliação do arquivo foi B-2.
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Formulário oficialEm novembro de 1948, um operador identificado como Solera, que fazia um boletim meteorológico no Panamá, viu no quadrante sudeste do céu o que lhe pareceu um cometa: um longo cone de luz terminado numa estrela maior que Vênus. O resumo do Projeto Sign o compara a um cometa recém-descoberto e manda a pergunta ao astrônomo Hynek.
Abrir o caso
Formulário oficialNa tarde de 12 de novembro de 1948, o sargento Fredrick M. Wright, da Base Aérea de Clark, nas Filipinas, viu um ponto branco se alongar e ganhar a forma de uma aeronave sem cauda, que atravessou uma grande formação de nuvens seis vezes. O oficial que o interrogou pôs em dúvida seu caráter e sua honestidade, e a avaliação do arquivo foi D-5.
Abrir o caso
Formulário oficialÀs 14h30 de 17 de novembro de 1948, dois tenentes pilotos de caça viram do solo, na borda leste da Base Aérea de Clark, uma massa branca parecida com a explosão de um projétil antiaéreo, parada no ar e ligada a um rastro curvo em saca-rolhas. A massa e o rastro se desfizeram como fumaça em cerca de 3 minutos.
Abrir o caso
Formulário oficialNa noite de 29 de novembro de 1948, Robert Thatcher, veterano da Força Aérea e professor de ciências numa escola de São Francisco, telefonou para o quartel-general da 4ª Força Aérea para relatar uma luz amarela que cruzou o céu em cerca de 7 segundos. Ela seguiu para o norte, virou para norte-noroeste e sumiu, rápida demais para avião, mas sem parecer cometa nem estrela cadente.
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Formulário oficialÀs 22h20 de 23 de novembro de 1948, o capitão Hugh Slater, piloto de F-80 em Fürstenfeldbruck, na Alemanha, viu uma luz parecida com uma estrela avermelhada cruzar Munique para o sul. Uma estação terrestre de controle informou depois um objeto não identificado a 27.000 pés ao sul de Munique, que teria subido a 40.000 pés e passado a circular.
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Formulário oficialEntre 2h e 3h de 4 de agosto de 1948, J. B. McCullough, de Boise, Idaho, dirigia para o sul pela rodovia 30, no Oregon, quando viu uma bola de fogo verde seguir em linha horizontal e depois se curvar para a terra e se apagar. A análise das bolas verdes do Novo México, na mesma caixa de fichas, cita o caso como próximo da época das Perseidas.
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Formulário oficialNa madrugada de 1º de janeiro de 1948, segundo a ficha, A. Schroeder, de Abilene, no Texas, viu no horizonte a oeste um brilho azul-esverdeado em forma de leque, saindo de algo como um grande sino. Durou 2 segundos e se repetiu cinco minutos depois. O caso chegou ao Projeto Sign por uma carta do estudioso de meteoros Oscar Monnig.
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Mapa anotadoUm relatório da Civil Air Patrol registra dois avistamentos feitos do ar por quatro pessoas em dois aviões, com trajetos e velocidades calculadas. O Departamento de Guerra ligou o caso a um telegrama anônimo sobre o escritor Richard Shaver, e o FBI foi ouvi-lo.
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Teletipo do FBI de PortlandUm morador da costa do Oregon relatou ao FBI um brilho de luz que atravessou o céu sobre o oceano por 15 a 30 segundos. Entrevistado por um agente, ele admitiu não saber forma, tamanho nem velocidade.
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Teletipo urgente do FBI de Seattle (página 1)Dois moradores de Redmond disseram ao FBI ter visto dois objetos muito brilhantes, afilados nas duas pontas e sem ruído, cruzarem o céu por cerca de oito segundos. Uma terceira pessoa só viu de relance "duas bolas prateadas".
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Memorando de entrevista com o capitão RyherdDois pilotos que tinham acabado de pousar um AT-6 contaram, em entrevistas separadas, ter visto dois objetos brancos, circulares e sem rastro acompanharem um jato P-80 em velocidade muito maior. A contrainteligência da Força Aérea mandou as duas entrevistas ao FBI.
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Memorando do FBI de ButteO diretor da penitenciária estadual de Montana contou ao FBI que, semanas antes do caso Kenneth Arnold, viu com a esposa e o motorista um objeto prateado cruzar o céu, mergulhar e se desintegrar antes de chegar ao chão. No lugar ficou uma coluna de "gás" que não se desfazia.
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Memorando do FBINo mesmo dia, engenheiros da Boeing viram um objeto escuro e triangular flutuar sobre a pista e moradores de Seattle viram um cilindro brilhante muito alto. O FBI atribuiu o primeiro a papel queimado levado pelo vento e o segundo a um balão meteorológico.
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Recorte de despacho de agênciaO primeiro oficial William B. Nash e o copiloto William H. Fortenberry, da Pan American, relataram seis objetos brilhantes em formação abaixo de seu DC-4, que viraram de repente, foram acompanhados por mais dois e subiram até sumir. O FBI arquivou os despachos da United Press sobre o caso.
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Recorte de jornalDurante cinco noites, sentinelas e oficiais de Quantico relataram uma luz vermelha piscante que subia, descia e parava. Os jornais falaram até em pouso, e os fuzileiros concluíram que eram as novas luzes de navegação dos aviões comerciais.
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Recorte de jornalO comandante Ulf Christiernsson e sua tripulação relataram um objeto metálico, simétrico e circular, visto por cerca de seis segundos sobre o sul da Suécia. A Força Aérea sueca abriu investigação e pediu os dados de todos os radares do país.
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Memorando oficialUm objeto caiu do céu e atravessou o telhado da casa da Sra. Hewlett Hodges, em Sylacauga. A Força Aérea mandou dois oficiais, levou a peça para Wright-Patterson dentro do programa de objetos voadores não identificados, identificou um meteorito e, depois de reclamação chegada a um senador, devolveu-o à dona.
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Carta oficialEm 1955 a Força Aérea dos EUA e a Real Força Aérea Canadense redigiram uma versão combinada do CIRVIS, o procedimento de rádio para relatar avistamentos vitais para a inteligência. O Comando de Defesa Aérea Continental propôs levar o sistema à OTAN, mas Washington decidiu testar primeiro o acordo entre os dois países.
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Carta manuscritaEm 1958, uma viúva de Elkhart, Indiana, escreveu ao FBI contando que anos antes, numa noite de verão, um objeto escuro com luzes piscando acompanhou seu carro até a fazenda da família e pairou sobre a horta. O FBI apenas repassou a carta à Força Aérea, à Marinha e ao Exército, sem investigar.
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Carta anexada a documento oficialSete meses depois de um avistamento comunicado ao Corpo de Observadores Terrestres em Torrington, uma das testemunhas recebeu uma carta de uma "Electronics Service Unit 4" de Roseau, Minnesota, pedindo detalhes. O Exército e a Força Aérea não acharam unidade alguma ali, e o FBI concluiu que o signatário parecia ser membro da própria Força Aérea.
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Memorando do FBIUm agente do FBI ouviu no rádio o anúncio da palestra de George Van Tassel, o contatado de Giant Rock, e foi assistir sem se identificar. Seu relatório descreve o filme exibido, o público e as ideias do palestrante sobre seres do espaço, a Bíblia e a bomba atômica.
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Memorando do FBIO pesquisador civil Leonard Stringfield contou ao FBI que um homem que não quis se identificar ligou para o seu trabalho e previu "a maior onda" de avistamentos entre 15 e 19 de outubro, por causa de explosões nucleares russas. O FBI registrou o relato e mandou cópia à Força Aérea.
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Carta de particular ao FBIEm 1964, um leitor do Texas mandou ao FBI o resumo de uma história do livro "Flying Saucers on the Attack", de Harold T. Wilkins: dois homens altíssimos, de pele verde-azulada, teriam trabalhado num escritório de Los Angeles e sumido antes da chegada de agentes do FBI. O Bureau não confirmou nem negou nada, e anotou que não tinha registro do autor nem do livro.
Abrir o caso
Documento tabularA tabela do 17º Distrito do OSI registra, em 16 de março de 1950, dois avistamentos em Farmington, cada um com dez observadores: objetos achatados, brilhantes, que manobraram para cima e para baixo e pareceram mais rápidos que aviões. O resumo não traz nomes nem depoimentos.
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Documento tabularNa tabela do 17º Distrito do OSI, o caso 55 registra cinco observadores muito confiáveis em White Sands e o caso 56, dois observadores em Springer, ambos em abril de 1949. São resumos codificados de objetos rápidos, sem depoimentos.
Abrir o caso
Documento tabularA tabela do 17º Distrito do OSI traz dois registros de Tucson, em 9 e 16 de maio de 1949: um objeto prateado redondo e plano, de 25 pés, e outro preto, sólido e plano, de 3 a 4 pés, ambos a 750 a 1.000 mph. Os dois foram avaliados como "disco".
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Documento (teletipo)Às 23h25 de 12 de outubro de 1950, o radar da Força Aérea em Knoxville registrou onze ou mais alvos cruzando a área controlada de Oak Ridge. Um caça enviado não viu nada. O FBI de Knoxville escreveu que não havia explicação razoável.
Abrir o caso
Documento (declaração)Na manhã de 18 de dezembro de 1950, funcionários da divisão NEPA em Oak Ridge viram, da estrada, uma luz circular branca que escureceu e encolheu em cerca de 30 segundos. Um grupo concluiu que era reflexo do Sol em superfície metálica; outro não conseguiu identificá-la.
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Recorte de revistaEm janeiro de 1951, a revista Look publicou que o físico Urner Liddel, da Marinha, atribuía os discos voadores a balões de pesquisa Skyhook. O FBI recomendou arquivar o artigo "para informação", sem comentário. É uma explicação atribuída a um cientista, não um achado do FBI.
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Memorando do FBIUm oficial de segurança da Marinha contou ao FBI que passou três dias na casa de um almirante reformado no Maine para acompanhar Frances Swan, vizinha que dizia escrever mensagens ditadas por comandantes de naves espaciais. O FBI registrou o relato, repassou-o à Força Aérea, à Inteligência Naval e ao Exército e não tomou outra providência.
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FolhetoUm morador escreveu ao FBI que o novo Detroit Flying Saucer Club seria "ideal" como fachada comunista. O escritório de Detroit juntou, só com informantes voluntários, palestras, relatos de avistamento dos sócios, previsões de pousos em outubro e um diretor que dizia trabalhar com o FBI, mas não investigou o clube.
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Carta ao FBIUma semana depois da prisão de Wilhelm Reich, a filha dele, a médica Eva Reich, escreveu ao pesquisador Leonard Stringfield dizendo ter testemunhado no Arizona um trabalho com aparelhos voltados contra naves espaciais. Stringfield levou a carta ao FBI, que a julgou fora de sua jurisdição, mas mandou avisar a polícia de Alexandria sobre a ameaça de "usar a força" para provocar tempestades e inundações.
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Recorte de jornalUm recorte do Cincinnati Post de 11 de outubro de 1954, guardado pelo FBI, diz que discos alaranjados e silenciosos, sempre em grupos de três, foram vistos cinco vezes numa semana sobre a cidade. A mesma nota reproduz a história de um projecionista alemão que disse ter visto quatro criaturas baixas saírem de uma nave em Münster.
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Página de boletimUm boletim civil de discos voadores, arquivado pelo FBI, reúne notícias do Salt Lake Tribune sobre uma explosão que sacudiu casas em Logan e deixou uma cratera de 16 pés de largura. Três cientistas, entre eles Lincoln La Paz, concluíram que não fora "queda convencional de meteorito" e pararam a escavação sem dizer o que abriu o buraco.
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Página de boletimUm boletim civil de discos voadores, arquivado pelo FBI, junta duas notícias do mesmo dia: a queda de um caça F-94C que voltava de uma missão de interceptação e matou quatro pessoas em Walesville, e um objeto prateado que à noite gerou mais de mil telefonemas em Utica. A Força Aérea falou em avião sem plano de voo e em balão; o boletim viu ali uma "tragédia de disco" escondida.
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Fotografia de imprensaEm agosto de 1949, uma notícia da United Press dizia que a Força Aérea procurava Jonathan Caldwell, que teria construído "discos voadores" descobertos em Marley Park, Maryland. O FBI de Los Angeles localizou um J. E. Caldwell na Califórnia e passou o endereço à Força Aérea.
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Carta manuscritaEm fevereiro de 1950, Walter Fisher escreveu ao FBI com uma tabela de datas, horários e direções em que dizia ter visto discos voadores a partir de sua casa, e pediu que a lista fosse comparada com os registros do projeto da Força Aérea. Hoover agradeceu e indicou o escritório de Filadélfia.
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Memorando do FBINa manhã de 25 de junho de 1950, Douglas Harrison viu da janela de casa, em Washington, um objeto prateado parecido com um charuto, com uma ponta inclinada para a terra. O FBI registrou o relato sem investigar e depois foi cobrado por não tê-lo passado à Força Aérea.
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Carta manuscritaNuma carta ao FBI, F. Ray Turner contou que um "disco" bateu no alto de um freixo sob o qual deixava o caminhão e que, um mês depois, achou no banco um bilhete sobre o objeto. O arquivo guarda só a carta, sem apuração.
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Teletipo do FBINo fim da tarde de 11 de setembro de 1947, o chefe de polícia de Portland e policiais de duas viaturas disseram ter visto um objeto prateado e brilhante atravessar o céu da cidade. O FBI ouviu cinco policiais e encontrou versões que vão de disco veloz a reflexo de avião, além de uma dupla que não viu nada.
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Teletipo do FBIUma moradora de Ocean View, na Virgínia, contou ao FBI ter visto um "disco voador" em Shouns, no Tennessee, em 6 de setembro de 1947. O genro, que também o viu, descreveu um objeto com forma de bola de futebol americano girando no ar e achou que podia ser um balão meteorológico solto.
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Teletipo do FBIUm jornal de Salt Lake City noticiou que oito pessoas viram três passagens de discos sobre Logan na noite de 8 de setembro de 1947. O FBI entrevistou os citados: uns descreveram grupos de luzes brancas ou amareladas girando sobre a cidade, outros disseram nunca ter visto nada.
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Recorte de jornalUm piloto com trinta anos de experiência contou ao FBI que em 1946 viu, perto de Rehoboth Beach, dois projéteis que soltavam jatos de chama e cruzavam sua rota em alta velocidade. Ele acreditava tratar-se de foguetes em teste e suspeitava que um deles tivesse causado a queda de um avião comercial.
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Carta manuscritaEm carta a J. Edgar Hoover, uma moradora de Florence contou ter visto algo descer do céu em alta velocidade e explodir a poucos pés dela, e disse ter entregado os pedaços à polícia. Hoover respondeu que nenhum órgão do governo oferecia recompensa por discos voadores.
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Bilhete manuscritoUma moradora da zona rural de Estill mandou ao FBI um material que dizia ter recolhido depois de um disco voador. O Laboratório do FBI identificou o conteúdo como pedra-sabão em pó e recomendou devolvê-lo com essa explicação.
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Documento oficial (folha de encaminhamento)Memorandos internos do FBI de agosto e setembro de 1947 mostram a desconfiança do órgão sobre seu papel nas investigações de discos voadores. Um coronel da inteligência da Força Aérea chegou a dizer, em confidência, que os discos eram provavelmente um projeto secreto do governo, e o FBI exigiu uma resposta formal, que veio negativa.
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Recorte de jornalNa tarde de 6 de julho de 1947, o advogado J. U. Watts Jr. mandou um telegrama ao Departamento de Justiça dizendo que cerca de doze “discos voadores” tinham acabado de passar sobre Darlington, na Carolina do Sul. O FBI agradeceu, não pediu os detalhes oferecidos e repassou a mensagem ao Departamento da Guerra.
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Carta manuscritaUm morador de Jersey City escreveu ao FBI dizendo que, no feriado de 4 de julho de 1947, viu em Asbury Park um objeto que parecia ter partido do salão de baile da cidade e subiu aos poucos até sumir ao longo da praia. Primeiro pensou num balão, mas achou que o objeto seguia um rumo definido e velocidade constante.
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Recorte de jornalEm 12 de julho de 1947, um casal de Yoakum, no Texas, mandou ao governo federal uma página do jornal local com duas notícias: bolas de fogo vistas por centenas de pessoas em Palestine e um disco prateado visto em Cuero. A carta foi parar no arquivo do FBI sobre discos voadores.
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Memorando oficial com anotações manuscritasMemorandos internos de julho de 1947 mostram o FBI passando de “não investigamos” para uma ordem a todos os escritórios de apurar cada relato de disco voador. A mudança veio de um pedido do general George F. Schulgen, da inteligência das Forças Aéreas do Exército, e da exigência de J. Edgar Hoover de ter acesso aos discos recolhidos.
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Recorte de jornalDois jornais de Milwaukee de 7 de julho de 1947, arquivados pelo FBI por causa do falso disco de Grafton, trazem também uma série de relatos de moradores de Wisconsin que disseram ter visto discos no fim de semana. Nenhum desses relatos foi investigado nas páginas do arquivo.
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Carta ao FBIEm novembro de 1966, o chefe de polícia de Princeton, na Virgínia Ocidental, escreveu a J. Edgar Hoover dizendo ter visto pessoalmente dois objetos voadores não identificados e pedindo que o FBI falasse ao público. Hoover respondeu que o assunto não era da competência do Bureau e mandou a carta à Força Aérea.
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Recorte de revistaFred Steckling, colaborador de George Adamski, disse ter filmado em 8 mm, da janela de um trem na Alemanha Ocidental, grupos de objetos em forma de cigarro. Em 1967, a NASA e a Força Aérea aceitaram ver o filme; a história e os fotogramas chegaram ao FBI numa revista ufológica enviada a Hoover.
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Documento oficialJ. A. Hennessey, pesquisador londrino que escrevia ao FBI sobre pousos de UFOs, aparece em 1967 numa carta secreta enviada ao adido do FBI em Londres a partir do endereço postal usado pelo serviço de segurança britânico. O texto diz que ele fez contatos e pediu que um questionário do estudo do Colorado fosse repassado; os nomes dos contatos continuam suprimidos.
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Memorando do FBIEm 1967, o escritor Ivan Sanderson entregou ao FBI capítulos de um livro que falava de pessoas se passando por agentes federais e militares no meio dos UFOs. Em 1969, um autor de Oklahoma perguntou ao FBI sobre rumores de homens de roupas escuras que intimidariam testemunhas; o Bureau disse não ter informação.
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Carta anônimaUma carta sem assinatura avisou o Pentágono de que cópias de documentos secretos sobre o envolvimento militar com UFOs seriam entregues ao New York Times, comparando o caso à polêmica dos papéis do Vietnã. A inteligência do Exército passou a carta ao FBI, que a devolveu sem tomar providência.
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Memorando do FBIEm 1973, um homem que se apresentou como capitão capelão da Força Aérea procurou o jornal Waco Tribune pedindo relatos de UFOs vistos na região, carregando uma pasta marcada "Top Secret" com fotos de instalações militares. Um sargento da Força Aérea contou o caso ao FBI, que o passou aos militares.
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Tabela oficialEm junho de 1977, um assessor do escritório científico da Casa Branca telefonou ao FBI porque o gabinete do presidente queria saber se algum órgão do Executivo coordenava as informações sobre UFOs. O FBI respondeu que não tinha jurisdição e só repassava tudo à Força Aérea, que por sua vez encerrara seu programa em 1969.
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Carta manuscritaEm agosto de 1952, Roy Elwell, de Roadstown, Nova Jersey, escreveu ao diretor do FBI sobre um objeto amarelo pálido que, segundo ele, viu numa noite de 1917 descer em direção ao chão, correr na horizontal e subir até sumir. A partir dessa lembrança, expôs em doze folhas uma teoria pessoal sobre gravidade, e o FBI repassou a carta à aeronáutica civil e à Defesa.
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Recorte de revistaIncomodado com uma reportagem da New Yorker que dizia que o FBI investigava discos voadores a pedido da Força Aérea, o Bureau procurou a Força Aérea e o assessor do Pentágono para o tema. Recebeu deles o informativo padrão entregue à imprensa, que falava em cerca de 1.500 relatos examinados, uns 20% sem explicação.
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Recorte de revistaA reportagem da New Yorker de 6 de setembro de 1952 guardada pelo FBI descreve as duas noites de julho em que radares de Washington mostraram alvos não identificados e caças foram enviados. Barnes, que acompanhava o radar, escreveu que não sabia o que eram; a Força Aérea atribuiu parte dos ecos a fenômenos do tempo.
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Recorte de revistaUm boletim de entusiastas de discos voadores arquivado pelo FBI publica, como tirado de um relatório policial, o relato de três policiais de Franklin, Indiana, que teriam visto três objetos luminosos manobrar sobre a cidade por mais de quatro horas em 28 de julho de 1952. O relatório policial em si não está no arquivo.
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Carta manuscritaUma moradora de Menomonee Falls contou a uma revista de ficção científica que o irmão tinha visto de sete a dez discos voarem sobre a casa, sem ruído, em junho de 1947. Meses depois, recebeu pelo correio um bilhete anônimo mandando parar de falar do assunto, assinado pelo "Governo" de "Rainbow City, Antártida", e levou tudo a J. Edgar Hoover.
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Carta datilografadaUm remetente que usou o papel do Departamento de Recreação e Parques de Los Angeles contou ao radialista Walter Winchell que três funcionários, trabalhando a meia milha de distância uns dos outros, viram o mesmo objeto no céu do Griffith Park. Winchell mandou a carta a Hoover, e o FBI a repassou à Força Aérea sem investigar.
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Memorando do FBIA inteligência naval informou ao FBI três avistamentos de um disco solitário sobre Nova Orleans em maio de 1949, em voo reto para o norte, no fim da tarde. A Marinha considerou balões meteorológicos, mas ela mesma anotou por que a explicação não se encaixava bem.
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TelegramaO criador do programa Believe It or Not telegrafou a Walter Winchell dizendo ter o único disco voador japonês autêntico recuperado nos Estados Unidos. Winchell perguntou a Hoover se era verdade, e o FBI ouviu do Exército e da Força Aérea que não havia registro de nenhum disco recuperado no país.
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Carta datilografadaUm fabricante de San Luis Obispo mandou ao radialista Walter Winchell uma amostra de um disco de plástico para arremessar, pedindo publicidade. Winchell repassou o pacote a Hoover com a anotação "To Hoover! Ha!", e o folheto do brinquedo ficou guardado no arquivo dos discos voadores.
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Carta manuscritaNove cartas e memorandos do arquivo do FBI mostram o que particulares escreviam sobre os discos sem ter visto nada: incêndios sabotados, censura, um boato sobre a Espanha, projéteis com traçadores e uma fábrica secreta no México. Hoover agradece e arquiva; a Força Aérea recebe só uma cópia.
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Diretriz militarUma diretriz da Força Aérea de fevereiro de 1948 dizia que os discos voadores seriam investigados com coordenação do FBI. San Francisco estranhou, porque o Boletim 57 mandava não investigar; Washington confirmou que a política não mudara e a Força Aérea admitiu que o comando não sabia.
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Memorando do FBIEm julho de 1949 o FBI de New Orleans avisou Washington de que um clube de Alexandria pensava em promover uma convenção de quem tinha visto discos voadores, e que a ideia gerou pedidos do país todo. O escritório temia que isso estimulasse avistamentos inventados.
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Carta oficial (página de documento)Em setembro de 1947, uma carta interna das Forças Aéreas dizia que o FBI fora chamado para cuidar dos “discos” achados no chão, que tantas vezes eram tampas de lata de lixo e assentos de privada. Hoover protestou e mandou os escritórios do FBI pararem de investigar discos voadores.
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Memorando da Força AéreaEm fevereiro de 1949, a inteligência da Força Aérea dos EUA fixou num memorando o que deveria ser perguntado sobre cada avistamento de “aeronave não convencional”, incluindo os discos voadores, e para onde mandar as respostas. O FBI recebeu dezessete cópias do texto e as guardou num envelope anexo ao seu processo sobre discos voadores.
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Recorte de jornalO comandante W. J. Hull, da Capital Airlines, que em 1953 escrevera um “obituário” dos discos voadores, contou que ele e o copiloto viram uma luz intensa parar à frente do avião e fazer manobras bruscas. O FBI arquivou a notícia publicada em 1957.
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Recorte de jornalO comandante Jan P. Boshoff e outros oficiais do Groote Beer observaram com binóculos um objeto circular, primeiro acinzentado e depois brilhante, que subiu rapidamente de perto do nível do mar até as nuvens. A divisão do FBI em Nova York recortou a notícia e a enviou à sede.
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Recorte de jornalUm relato dos arquivos de inteligência da Força Aérea, divulgado à imprensa em janeiro de 1953, conta que o tenente David C. Brigham viu de perto um objeto metálico de cerca de 20 cm fazer uma passagem controlada junto a um caça-bombardeiro F-84. O piloto do F-84 não o viu.
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Fotografia de imprensa (recorte de jornal)Dois recortes de 1956 e 1957 guardados pelo FBI: uma noite de chamadas à polícia estadual de Michigan sobre um objeto com luzes vermelhas e azuis, e a foto de um objeto “em forma de diamante” tirada perto de Amarillo, entregue ao FBI e devolvida com a explicação da Força Aérea de que era “vapor de radiação”.
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Fotografia de imprensa (recorte de jornal)Seis folhas do arquivo do FBI mostram como a onda de 1952 chegou ao Bureau fora de Washington: explicações por balões e rastros de avião, uma foto de jornal, uma bola de fogo vista em cinco estados e um objeto branco em Montana que a imprensa disse estar sob investigação do FBI, o que o próprio Bureau negou num memorando interno.
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Recorte de jornal com fotografiaO escritório do adido legal na Embaixada dos EUA em Londres, posto do FBI, mandou à sede recortes de jornais britânicos sobre discos na Itália, uma foto publicada na Espanha e dois episódios ingleses de 1950 com centenas de testemunhas. O Ministério da Aeronáutica disse não poder explicar um deles; um químico sugeriu meteoro.
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Despacho de agência (teletipo)Quatro folhas do arquivo do FBI reúnem relatos de 1949 e 1950 no interior dos EUA: um deputado que diz ter visto um disco em Michigan, observadores do aeroporto de Fargo, pilotos da Marinha que dizem ter captado um objeto no radar e caças da Guarda Nacional que não alcançaram uma esfera parada no céu do Missouri.
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Recorte de jornalRecortes guardados pelo FBI na primeira semana de julho de 1947 mostram a Força Aérea do Exército admitindo que “há algo nisso”, uma mulher que diz ter visto oito discos descerem numa floresta de Idaho, testemunhas na capital americana, a foto de um guarda-costeiro em Seattle e uma carta sobre “aviões russos” que foi parar nas mãos de agentes federais.
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Memorando da Força AéreaEm 9 de outubro de 1952, Gerald W. Harrington, de Providence, Rhode Island, escreveu à Força Aérea para descrever um objeto voador não identificado que tinha observado a bordo do navio SS Caronia em 5 de outubro. A Diretoria de Inteligência considerou o relato de qualidade incomum, a ponto de recomendar que o próprio chefe de inteligência assinasse a resposta, mas a carta original foi para o Projeto Blue Book e não está neste arquivo.
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Memorando da Força AéreaEm outubro de 1952, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea mandou ao Projeto Blue Book um relatório sobre a Townsend Brown Foundation, levado ao serviço de investigações especiais (OSI) pelo general V. E. Bertrandias depois de uma visita em que ele viu o modelo de um "disco voador". Os cientistas lhe disseram que trabalhavam no projeto havia 20 a 25 anos; as consultas do OSI não encontraram nada mais sobre a fundação.
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Carta da Força AéreaEm 26 de outubro de 1952, a sra. C. R. Zepp, de Hyattsville, Maryland, telefonou ao oficial de serviço da Diretoria de Inteligência da Força Aérea para contar que vinha vendo luzes estranhas havia alguns meses e que tinha um registro de todas as observações. A Força Aérea pediu o registro por carta, recebeu-o em novembro e o mandou ao Projeto Blue Book, mas o conteúdo das anotações não está no arquivo.
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Carta do Air Materiel CommandEntre fevereiro e abril de 1948, o setor de inteligência do Air Materiel Command pediu a Washington um serviço de recortes de jornais e revistas do mundo inteiro sobre discos voadores, para o Projeto Sign. A proposta de uma revista de Dayton foi vetada, e o Estado-Maior sugeriu que um civil do comando assinasse o serviço em nome próprio, com caixa postal e pagamento por vale postal.
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Documento oficial com anotação manuscritaUm capitão da Força Aérea e dois sargentos da polícia aérea de Hanscom Field viram, numa manhã limpa, um objeto branco-leitoso e oval, sem asas nem ruído, que cruzou os rastros de dois jatos e seguiu para sudoeste. O OSI registrou as descrições divergentes dos três, não encontrou explicação e alguém anotou à mão "Prob Balloon" (provável balão) no alto do relatório.
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Memorando do FBIUma moradora de Elizabeth que tinha avisado o FBI de um disco voador visto de madrugada recebeu, um mês depois, a ligação de um suposto agente federal que marcou visita e não foi. O FBI verificou que não era um de seus agentes; no mesmo dia, ela contou que o investigador era de uma agência federal de aviação.
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Memorando do FBITrês pessoas de cidades diferentes de Nova Jersey, entre elas um integrante do departamento de física da Universidade Rutgers, ligaram ao FBI para relatar um objeto muito brilhante, avermelhado ou cor de tangerina, a meia altura no céu, um pouco ao sul do leste. Ele aumentou de tamanho "como uma explosão", sem se mover e sem ruído.
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Carta da políciaUm vigia de agência de detetives contou ao FBI ter visto "discos voadores" sobre Lodi em setembro de 1962 e de novo em fevereiro de 1963. No mesmo mês de setembro de 1962, uma associação de amadores pediu à polícia de Westwood dados sobre um avistamento de dois policiais, e o FBI guardou a carta.
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Recorte de jornalUm recorte do Newark Evening News, colado pelo FBI numa ficha própria, relata que um sargento e dois patrulheiros da polícia do reservatório de Wanaque e mais de uma dúzia de moradores viram um objeto grande e brilhante pairar a cerca de 150 pés sobre a água e partir para o norte. Na mesma noite, um morador de Newark relatou algo parecido com uma pipa com uma fileira de luzes.
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Memorando do FBIOito memorandos curtos do escritório do FBI em Newark registram relatos telefônicos de moradores de Nova Jersey entre 1957 e 1966: luzes vermelhas e azuis sobre Nova York, um objeto prateado em forma de bala, um "foguete em chamas", luzes que se dividiam e três pontos brancos que sumiram quando dois aviões se aproximaram. Em todos, o FBI apenas anotou e passou a informação à Força Aérea.
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DocumentoEm julho de 1947, um advogado de Oklahoma City escreveu ao Departamento de Guerra afirmando que os discos voadores eram reflexos de objetos brilhantes em janelas de carros e vidros de aviões. O CIC do Exército o entrevistou e o ensaio foi parar no arquivo do FBI.
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DocumentoUm morador de Greenfield escreveu à base de Westover Field dizendo que, às 11h30 de 22 de junho de 1947, viu um objeto pequeno, redondo e prateado cruzar o céu para noroeste, mais rápido que um avião. Pediu que seu nome não fosse divulgado.
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DocumentoUm capitão da Força Aérea do Exército declarou por escrito que, num domingo, 6 de julho de 1947, ele e a esposa viram por cerca de um minuto um objeto sem forma definida cruzar o céu de noroeste a sudeste. O objeto girou três vezes de um lado para o outro e, numa delas, refletiu o sol num clarão.
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DocumentoUm morador de Frostburg escreveu à inteligência do Exército que, na manhã de domingo, 20 de julho de 1947, viu acima das nuvens um objeto redondo, quase branco, com uma área escura no centro. O objeto veio com um ronco que cresceu até virar rugido, sem rastro de fumaça, e ele o comparou a um DC-4 que cruzou o mesmo caminho dois minutos depois.
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DocumentoDuas mensagens do 59º Grupo do Serviço de Controle e Alerta Aéreo, enviadas de Elmendorf à inteligência do Exército, relatam objetos que pareciam balões: um cinzento de uns 3 metros, que seguia o relevo paralelo ao curso de um C-47 em pouso, e outro cor de alumínio, de uns 90 centímetros, muito rápido. Nenhuma das mensagens diz que se tratava de balão.
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DocumentoEm 18 e 22 de agosto de 1952, um funcionário da sede do FBI escreveu a A. H. Belmont sobre como tratar relatos de discos voadores: primeiro, avisar os supervisores noturnos de que a Força Aérea queria receber tudo por telefone, na hora; depois, pedir que os escritórios de campo voltassem a seguir as instruções que já existiam desde 1947 e 1949.
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DocumentoDois memorandos do setor de ligação do FBI contam que, numa reunião do Comitê Consultivo de Inteligência em 4 de dezembro de 1952, um dirigente da CIA falou de uma teoria sobre os discos atribuída a um cientista atômico alemão e de um avistamento na África. Os militares propuseram que cientistas estudassem os dados.
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Memorando oficialEm dezembro de 1944, o 415º Esquadrão de Caça Noturna dos EUA relatou luzes que piscavam, mudavam de cor e voavam em formação com seus aviões. O pedido de explicação subiu até o quartel-general aliado e o Ministério da Aeronáutica britânico, que em março de 1945 sugeriu jatos Me 262 em alguns casos e foguetes antiaéreos nos demais, admitindo que o assunto continuava um mistério.
Abrir o caso
Memorando oficialEm 1954, um analista da inteligência da Força Aérea dos EUA investigou o Projeto Y2, uma aeronave circular de decolagem vertical da canadense A. V. Roe, e concluiu que, se o Ocidente podia construir um 'disco voador', a União Soviética também podia. Um artigo otimista na revista interna de inteligência provocou reação: o conselho científico da Força Aérea desaconselhou apoio ao projeto, e o assunto foi tirado das mãos do analista.
Abrir o caso
Formulário oficialEm 11 de outubro de 1948, seis militares da 86ª Ala de Caça viram da Base Aérea de Neubiberg um objeto redondo, prateado e muito brilhante, que ficou à vista por 45 minutos e foi diminuindo até sumir atrás de nuvens. Um caça F-80 que passou entre o objeto e os observadores pareceu pequeno em comparação.
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Formulário oficialEm 3 de novembro de 1948, um piloto da Guarda Costeira relatou um objeto perto de Andrews Field, e dois caças Mustang subiram até 37 mil pés sem alcançá-lo; de lá, ele parecia um intestino inflado. O caso foi encerrado quando se estabeleceu que era um conjunto de oito balões usados pelo MIT em pesquisa de raios cósmicos.
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Formulário oficialNo crepúsculo de 3 de dezembro de 1948, dois homens ligados ao comando de Wright-Patterson, em carros diferentes nos arredores de Dayton, relataram com dois minutos de intervalo uma luz semelhante à de foguete. O Projeto Sign preparou uma carta perguntando se a Seção de Testes de Voo tinha voado estatorreatores naquela noite, mas ela foi carimbada como devolvida e não enviada.
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Ficha de incidenteNa madrugada de 13 de outubro de 1947, pessoas em estradas, lagos e caçadas de Manitoba e Saskatchewan viram uma bola luminosa cruzar o céu e explodir ou se desfazer. O arquivo reúne sete fichas do mesmo fenômeno, e um grupo técnico ouvido pela Força Aérea concluiu que era um meteoro.
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Esboço datilografado em documento oficialNa noite do dia em que o piloto Thomas Mantell morreu perseguindo um objeto em Kentucky, operadores da torre de Clinton County, em Ohio, viram a sudoeste uma luz brilhante que parecia subir, descer e mudar de vermelho para verde até sumir no horizonte perto das 20h. O arquivo guarda cinco fichas de testemunhas e liga o episódio aos relatos de Godman Field e Lockbourne do mesmo dia.
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Formulário oficialEm 22 de setembro de 1948, o tenente Martin G. Rubisch, copiloto de um C-47 que se aproximava da Base Aérea de Turner, viu por cerca de 3 segundos um objeto metálico e brilhante, do tamanho de um aeromodelo, sem asas nem leme. Ninguém mais a bordo viu o objeto, e a ficha registra opiniões divergentes sobre o observador.
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Formulário oficialEm 31 de outubro de 1948, o operador do radar de aproximação de Goose Bay viu um alvo a cerca de 3 milhas ao sul da pista, que seguiu para sudoeste a uns 25 milhas por hora e sumiu no eco do terreno. O comandante da base e o comandante do grupo, presentes na sala, confirmaram o alvo na tela.
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Formulário oficialEm 6 de novembro de 1948, o operador do radar de Wakkanai, no extremo norte do Japão, acompanhou por 1 hora e 5 minutos um eco que circulava a estação e às vezes parecia dois caças em combate. Ninguém viu nada a olho nu, e a ficha avaliou o alvo como um avião soviético de reconhecimento eletrônico.
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Formulário oficialNa noite de 8 de novembro de 1948, o despachante civil Edmund J. Cisek, ex-capitão da reserva da Força Aérea, viu da porta de um hangar da Base Aérea de Newark um disco pálido e luminoso, do tamanho aparente da Lua, cruzar o céu em arco em um segundo ou menos. Não houve som, e nenhum voo ou lançamento de equipamento foi registrado na área.
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Formulário oficialWesley H. Long, de Carthage, no Missouri, contou que, deitado de costas no quintal por volta das 17h, viu um objeto cor de alumínio, com 30 a 40 pés de diâmetro, cruzar o céu para nordeste girando devagar, sem fumaça nem ruído. A ficha do Projeto Sign não registra a data da observação.
Abrir o caso
Formulário oficialEm novembro de 1948, postos de observação do Exército americano no oeste da Coreia do Sul viram uma aeronave com forma e tamanho de bombardeiro bimotor passar de leste para oeste a uns 5.000 pés, circular um dos postos e seguir para o norte. A ficha a considera "definitivamente" soviética.
Abrir o caso
Ficha de incidenteÀs 20h de 29 de novembro de 1948, uma estudante de 14 anos e duas amigas viram em Newburgh, Nova York, uma bola de fogo vermelha com cauda longa cruzar o norte do céu de leste para oeste em 2 segundos. Ela disse nunca ter visto nada igual entre as muitas estrelas cadentes que já vira e ficou convencida de ter visto um cometa de cauda azul.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm capitão da reserva da Força Aérea telefonou ao FBI de Newark para contar que tinha visto, a oeste de Clifton, um objeto com forma de bomba de demolição submarina, do qual saía uma luz em forma de cruz. Pelo binóculo, disse ver furos em forma de losango por onde a luz passava.
Abrir o caso
Memorando do FBIUm morador de Old Bridge contou ao FBI que ele e a esposa viram, ao entardecer, um objeto laranja de uns seis pés voar cinco minutos para nordeste e mais cinco no sentido contrário. Por alguns minutos, em cada direção, pareceram dois objetos lado a lado.
Abrir o caso
Formulário oficialNa noite de 1º de novembro de 1948, dois operadores do radar de aproximação de Fort McAndrew, na Terra Nova, seguiram um eco por 4 minutos e 7 segundos, cronometrados, a cerca de 60 milhas por hora. Segundo eles, o alvo era pequeno demais para ser um avião e grande demais para ser uma ave.
Abrir o caso
Carta oficialEm setembro de 1950, o diretor de inteligência da Força Aérea, general C. P. Cabell, mandou todos os comandos e adidos aéreos relatarem, sem publicidade, qualquer objeto no ar que não correspondesse a um tipo de aeronave conhecido, e enviou a diretriz a J. Edgar Hoover. Em 1952, a Força Aérea avisou o Exército e a Marinha de que essas instruções tinham sido substituídas pela Carta 200-5.
Abrir o caso
Recorte de jornalSegundo o London Free Press, cerca de cem pessoas acompanharam por mais de duas horas um objeto de luzes vermelhas, azuis, verdes e brancas a leste de Kettle Point, na margem do lago Huron. A matéria chegou ao FBI colada numa revista de um clube de discos voadores, e nenhum radar registrou o objeto.
Abrir o caso
Recorte de despacho de agênciaO comandante Charles J. Kratovil e dois tripulantes de um voo da TWA disseram ter visto um objeto grande, branco e parecido com um disco perto de Boston. A companhia informou depois que um balão meteorológico passava sobre a cidade, mas o piloto não aceitou a explicação; o FBI apenas arquivou o despacho.
Abrir o caso
Recorte de despacho de agênciaSegundo um despacho de 1º de julho de 1954, a base aérea de Brookley informou que um objeto "brilhante e prateado" foi acompanhado pelo radar da torre sobre Mobile e a costa do Golfo. O oficial de informação pública o comparou a um jato de desenho novo, e o FBI arquivou a notícia sem investigar.
Abrir o caso
Formulário oficial (lista de verificação)O incidente 133 do Projeto Sign reúne numa só folha relatos da Noruega, da Dinamarca e da Suécia de 20 a 26 de fevereiro de 1948: objetos com cauda verde, de uma a duas milhas por segundo, do nível das árvores a 20.000 pés, quase sempre por volta das 21h30. Não há observador, lugar nem número de objetos; a origem "da direção de Peenemünde" e o peso dado ao horário são anotações de quem compilou a ficha.
Abrir o caso
Carta oficialÀs 10h40 de 14 de agosto de 1947, três soldados americanos de um esquadrão de comunicações em Harmon Field, Guam, disseram ter visto dois objetos pequenos, em forma de crescente, passarem em zigue-zague para oeste a cerca de 1.200 pés, com o dobro da velocidade de um caça. O relato chegou ao FBI como trecho de um resumo de inteligência, sem nomes nem investigação.
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Telegrama do FBITrês teletipos urgentes de J. Edgar Hoover, de 13, 17 e 18 de outubro de 1950, mandam o escritório de Los Angeles identificar Frank Scully, autor de “Behind the Flying Saucers”, e checar se era o mesmo homem apontado como comunista. O arquivo não traz a resposta.
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Carta datilografadaEm 4 de março de 1953, o chileno Francisco Troncoso Silva escreveu a J. Edgar Hoover reunindo três relatos lidos na imprensa e deduziu que um certo Dr. Linke estaria por trás deles e dos discos voadores. Hoover agradeceu e mandou cópia à Força Aérea.
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Carta manuscritaEm 14 de agosto de 1952, C. S. Choinski escreveu a mão a Hoover afirmando que milhares de “discos” seriam lançados à noite pelos russos sobre os EUA. Hoover agradeceu e enviou cópia à Força Aérea.
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Carta manuscritaEm 24 de janeiro de 1953, Sam T. Kanter enviou a Hoover um plano próprio para atrair e abater um dos “estranhos veículos aéreos” avistados sobre o Japão e outros lugares, usando mísseis guiados e um engodo. O arquivo não traz resposta oficial.
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Memorando do FBINa noite de 9 de março de 1953, um homem que se identificou como John Bailey telefonou ao FBI dizendo ter acabado de ver um disco voador perto de Bowie. Foi vago, recusou-se a dar endereço e desligou; o FBI não repassou o caso à Força Aérea e mandou arquivar.
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Documento oficialEm novembro de 1952 o Departamento de Estado enviou à Defesa a carta de Jacques Petitjean Roget, da Martinica, que descrevia um objeto voador não identificado, e perguntou se a Força Aérea queria mais relatos assim. Em 2 de dezembro a Diretoria de Inteligência respondeu que sim, pelo Consulado.
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Documento oficialEm 14 de novembro de 1952 o editor da TRUE, Ken W. Purdy, escreveu ao general John A. Samford oferecendo a edição de dezembro, que trazia um artigo de Donald Keyhoe sobre discos voadores. A Diretoria de Inteligência preparou um agradecimento de cortesia.
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Documento oficialEm novembro de 1952 a Divisão Tópica da Diretoria de Inteligência respondeu com cartas-padrão, questionários e agradecimentos a cidadãos que escreviam sobre discos voadores e remeteu as cartas, questionários e recortes ao Centro de Inteligência Técnica Aérea, em Wright-Patterson.
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Documento oficialEm 22 de outubro de 1952 a Diretoria de Inteligência informou ao ATIC que um relatório fotográfico do OSI, de 3 de outubro, tinha descrição incompatível com a foto, que a divisão fotográfica avaliou como luminária em dupla exposição. Em 10 de novembro, outro memorando explicou por que um relato de Tucson, de 2 de setembro, não foi reenviado.
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Documento oficialUma carta de Elma McDaniel, de 9 de setembro de 1948, foi enviada em 6 de outubro ao Comando de Material Aéreo, que em 19 de outubro pediu ao escritório do CIC em Nova Orleans que investigasse o avistamento nela relatado. O texto da carta não está nas páginas.
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Documento oficialDuas fichas de arquivo de 1948 registram a chegada à Diretoria de Inteligência de uma carta do Ajudante-Geral com um “relato de um avião misterioso” e de uma carta da Base Aérea de March sobre objetos voadores não identificados. As cartas não estão nas páginas.
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Documento oficialUma ficha de 9 de junho de 1948 registra uma carta do Comando de Material Aéreo, em Ohio, com o resumo “Relatório especial, Projeto SIGN”, enviada à seção OIR em 10 de junho. O relatório não está nas páginas.
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Ficha militar (suplemento)Em 18 de fevereiro de 1948 uma explosão com grande nuvem de fumaça foi vista e ouvida no norte do Kansas e registrada como incidente 101. A ficha militar a classifica como meteoro, o diretor do Instituto de Meteorítica sustentou a mesma tese, e um civil de Pueblo escreveu ao Exército propondo, como especulação, uma nave-foguete.
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Carta militarEm 23 de março de 1948 uma moradora de Baltimore ligou para o FBI e disse que, havia semanas, ouvia entre 3h e 5h ruídos no céu parecidos com motores de aviões de tipo estrangeiro. O Comando Aéreo Estratégico repassou o relato à Força Aérea e não previu nenhuma ação.
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Carta manuscritaEm 7 de outubro de 1950, E. L. Welton, de Glendale, mandou ao FBI uma carta curta com sua teoria de que os discos voadores obtêm energia de um gerador acionado por um disco giratório. Não há avistamento: é uma hipótese do remetente, arquivada com a nota “sobre discos voadores”.
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Aviso impresso (fotocópia)Em 20 de dezembro de 1957, um editor de Hannibal mostrou ao FBI uma carta de Robert T. Stone, que pedia publicação de um aviso para recrutar observadores de UFOs para a Inter Continental Aerial Research Foundation. O FBI nada achou sobre Stone nem sobre a entidade e não abriu investigação.
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Carta datilografadaEm setembro de 1958, Donald E. Keyhoe, diretor do NICAP, fez ao FBI perguntas diretas sobre seu papel em casos de UFOs. O Bureau redigiu uma resposta geral, negou investigar avistamentos e mandou cópias à Força Aérea.
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Carta e instrução internaEm novembro de 1958 um jovem de Oklahoma City escreveu a Hoover sobre rumores de que agentes do FBI teriam desencorajado pesquisadores de UFOs. O FBI respondeu em 2 de dezembro e mandou um agente procurá-lo, sem confirmar nada.
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Memorando do FBIEm 23 de julho de 1954, por volta das 14h40, o casal Keyser viu uma forma prateada circular ou esférica no céu de Milford, Ohio. O defensor civil do condado repassou o relato ao FBI, que avisou a Força Aérea.
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Carta datilografadaEm agosto de 1954, um leitor de Zanesville escreveu ao FBI sobre um artigo da revista Mystic em que dois homens de Vênus teriam pousado perto de Barstow. Hoover respondeu que o artigo era incorreto quanto ao FBI e não havia informação a dar.
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Formulário e bilheteEm outubro de 1954, Harold Mattan, que se dizia investigador de fenômenos aéreos, mandou de Londres ao prefeito de Tucson um formulário para registrar avistamentos de discos voadores. O FBI de Phoenix repassou o caso à Força Aérea e ao adido jurídico em Londres.
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Memorando do FBIEm 13 de janeiro de 1955, C. W. Cheek telefonou ao FBI em Kansas City e disse ser engenheiro aeronáutico na fábrica da Ford em Claycomo. Afirmou ter, com dois colegas, planos de uma “aeronave do tipo disco voador” e negociar a venda à Força Aérea.
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Capa de relatório oficialO DIRD de 23 de março de 2010 faz um panorama histórico das tentativas de laboratório de ligar supercondutores à gravidade, de 1966 a 2008, com destaque para o disco giratório de Podkletnov e para as teorias de Li, Torr e Tajmar. O autor conclui que ninguém publicou uma replicação do experimento de Podkletnov e que os efeitos medidos ficam perto do ruído.
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Tabela de relatório oficialO DIRD de 30 de março de 2010 classifica cinco tipos de inventor, do autodidata sem recursos ao pequeno grupo comercial, e os compara com o inventor de grandes organizações. Conclui que os independentes com formação (Tipos 3 e 4) são a melhor aposta para inovações em energia e propulsão e que os Tipos 1 e 2 devem ser apenas observados.
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Capa de relatórioO DIRD de 27 páginas revisa ligas de alumínio, titânio e níquel, compósitos e cerâmicas para veículos lançadores, módulos tripulados reutilizáveis e motores de foguete. É uma revisão de tecnologia existente, com o ônibus espacial como referência, e não aborda objetos aéreos não identificados.
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Capa de documentoO Documento de Referência de Inteligência de Defesa de 14 de dezembro de 2009 avalia vidros metálicos para uso aeroespacial. Conclui que eles são muito resistentes, mas frágeis e de fadiga ruim, e que só compósitos com dendritos dúcteis e novas ligas leves poderiam torná-los úteis, em horizonte de 20 a 50 anos.
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Capa de documentoO DIRD de 15 de dezembro de 2010 revisa pesquisas sobre controle de tráfego aéreo e de drones para estimar quantas espaçonaves não tripuladas um único piloto remoto conseguiria acompanhar numa missão futura ao espaço profundo. Chega a 16, 7 e 4 naves, conforme a complexidade da tarefa, e não menciona UAPs.
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Capa de relatório oficialO DIRD de 31 de março de 2010 faz um panorama das armas laser de alta energia, dos lasers químicos aos de elétrons livres, e conclui que nenhuma havia sido implantada. Projeta armas elétricas de quilowatts a megawatts nas próximas décadas, possíveis em espaçonaves em até 20 anos, e lista vulnerabilidades e proteções de naves.
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Figura técnicaO DIRD de 21 de novembro de 2010 revisa propulsão e geração de energia por plasma e magnetohidrodinâmica para veículos aeroespaciais. Conclui que o MHD em ar frio, abaixo de Mach 12, é impraticável, e vê aplicações próximas na reentrada, em planadores hipersônicos e na propulsão elétrica de espaçonaves.
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Diagrama de relatório oficialO DIRD de 30 de março de 2010 revisa o entrelaçamento e a não localidade quânticos e propõe um experimento sem coincidências para testar se eles permitiriam sinais entre observadores. O próprio texto diz que não há resposta convincente e que a questão é experimental; o exemplo de aplicação é o controle em tempo real de um rover em Marte.
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Capa de relatórioEste DIRD de 32 páginas, escrito por autor cujo nome foi substituído por “AAP Person 65”, revisa silicones, Teflon, polímeros biodegradáveis, titânio, cerâmicas, tecidos cultivados e seus usos em implantes, lentes de contato, medicamentos e diálise. O texto trata de tecnologia médica já existente e não explica por que o programa o encomendou.
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Figura técnicaO DIRD de 14 de dezembro de 2009 apresenta a matéria programável, isto é, materiais cujas propriedades ópticas, elétricas e térmicas mudam sob comando, como uma tecnologia para espaçonaves nos próximos 50 anos. Dá como mais próximas as janelas inteligentes e reconhece que parte do cenário é especulativa.
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Figura técnicaO DIRD de 23 de março de 2010 revisa a spintrônica em metais, com a magnetorresistência gigante e o torque de transferência de spin, e avalia memórias, osciladores e eletrônica resistente à radiação. Conclui que o campo ainda precisa de muito trabalho fundamental antes de aplicações comerciais.
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Capa de relatório oficialO DIRD de 1º de novembro de 2010 revisa a tecnologia dos ultracapacitores, de seus materiais a aplicações civis e militares, e projeta sua evolução até 2030 e além. Sugere que a descarga de ultracapacitores teria uma assinatura de radiofrequência de banda larga, detectável por receptores modestos, e recomenda que o governo dos EUA acompanhe e adote a tecnologia.
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Capa de relatório oficialO DIRD de 10 de dezembro de 2010 revisa a computação quântica e a computação molecular com DNA como alternativas aos chips de silício em futuras viagens espaciais. O autor prevê computadores quânticos de íons em até 10 anos, computação óptica em cerca de 20 e dispositivos de DNA e híbridos de pontos quânticos na escala de 40 anos.
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Capa de relatório oficialO DIRD de 8 de março de 2010 reúne a visão de um único autor sobre o histórico do acesso ao espaço. Defende que planadores hipersônicos de corpo sustentador e foguetes que respiram ar, estudados nos anos 1960 a 1980, poderiam dar acesso regular à órbita baixa com capacidade industrial já demonstrada. O documento não trata de UFOs nem de UAPs.
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Capa de relatório oficialO DIRD de março de 2010 revisa o confinamento eletrostático inercial (IEC) como via para a fusão nuclear, com ênfase no trabalho da Universidade de Illinois, e discute aplicações de curto prazo e de longo prazo, como propulsão espacial. O próprio autor admite que os dispositivos atuais estão muito abaixo do equilíbrio energético.
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Capa de relatório oficialO relatório descreve o Lightcraft, veículo que sobe sobre um feixe de laser e usa o ar como massa de reação, como meio barato de pôr nanossatélites de até 3 kg em órbita baixa. Reúne testes de voo de poucas dezenas de metros, estimativas de custo e uma comparação de lasers de classe megawatt, e conclui que o lançamento orbital nunca foi demonstrado.
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Carta ao FBIEm 3 de dezembro de 1958, o editor M. A. Wolcott, do jornal The Daily Iberian, enviou ao FBI comunicados do Aerial Phenomena Research Group e perguntou se o grupo era legítimo ou uma farsa. Hoover não respondeu sobre a credibilidade do grupo e repassou o material ao OSI da Força Aérea.
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Carta ao FBIEm 7 de dezembro de 1958, C. H. Marek Jr. escreveu ao FBI sobre o suposto silenciamento de Albert K. Bender, do International Flying Saucer Bureau, por "três homens de terno preto", e sobre uma "ameaça subterrânea". O FBI não achou nada sobre o "Caso Bender", mandou entrevistá-lo e, por fim, pediu a Chicago um exemplar do livro de Gray Barker sobre o tema.
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Memorando do FBIUm oficial do Exército em Fort McClellan achou que o endereço do Aerial Phenomena Research Group, em Seattle, era o de um motorista do cônsul russo. O escritório de Seattle apurou que era a casa do diretor do grupo, um bombeiro, e que não havia consulado soviético na cidade.
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Carta ao FBIEm 24 de agosto de 1959, Hayden Hewes, diretor associado do Interplanetary Intelligence of Unidentified Flying Objects, pediu a J. Edgar Hoover um artigo de cerca de 350 palavras para a publicação do grupo. Hoover recusou em 31 de agosto, e o FBI não tinha registro sobre ele nem sobre a organização.
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Memorando do FBIEm 5 de outubro de 1959, um memorando interno do FBI relembrou que a política era não conduzir investigação sobre discos voadores e repassar os fatos à Força Aérea. Disse que nos 12 meses anteriores houvera só duas consultas, ambas encaminhadas ao OSI, e que o tema seria revisto por volta de 5 de outubro de 1960.
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Carta ao FBIEm 10 de outubro de 1960, Alfred Zigler escreveu ao FBI para saber se o "Dr. Stranges", autor de um livro sobre discos voadores, era ex-integrante do Bureau, como daria a entender. Hoover mandou um agente procurar Zigler e disse a Seattle que os registros não indicavam que Stranges tivesse sido funcionário.
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Carta de cidadão ao FBIEm junho de 1963, R. G. Mastroberte, que assinou como diretor de uma organização chamada FSRO, perguntou ao FBI se o governo retém informações sobre UFOs e se alguma nave foi capturada. Hoover respondeu que o assunto não é da competência do FBI e indicou a Força Aérea.
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Carta de cidadão ao FBIEm julho de 1963, John L. Black, de Sacramento, perguntou ao FBI se o órgão tem interesse oficial em relatos de UFOs e se auxilia o Projeto Blue Book da Força Aérea. Hoover respondeu que o assunto está fora da autoridade do Bureau e enviou cópia da carta à Força Aérea.
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Carta e esboço técnicoEm 22 de novembro de 1963, Barry Storm escreveu à NASA dizendo ter visto vários UFOs e propondo, como conceito, um motor de fusão de hidrogênio capaz de explicar o voo dos discos. A carta chegou ao FBI com uma anotação manuscrita de encaminhamento.
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Carta de cidadão ao FBIEm 15 de janeiro de 1964, Ray Montello, que disse integrar um grupo de pesquisa de UFOs, pediu ao FBI que confirmasse ou negasse rumores de investigações privadas e de pressão sobre testemunhas. Hoover respondeu que o FBI não fez a investigação mencionada, por não ser de sua jurisdição.
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Carta manuscrita ao FBIEm fevereiro de 1965, Joe Caldwell, de Talladega, perguntou ao FBI se o material de leitura sobre discos voadores que recebia pelo correio poderia ser de inspiração comunista. Hoover respondeu que as informações dos arquivos são confidenciais e enviou a lista de organizações consideradas subversivas.
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Carta manuscrita ao FBIEm abril de 1965, Mark Powell, vice-presidente de um empreendimento imobiliário de Illinois, pediu ao FBI o nome e o endereço do órgão que investiga UFOs. Hoover o orientou a escrever à Diretoria de Investigações Especiais da Força Aérea.
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Memorando interno do FBIEm 21 de outubro de 1966, o escritor John Moss ligou ao FBI para saber a identidade real de um ex-oficial da Força Aérea conhecido por um pseudônimo, que um produtor de TV queria levar a um programa sobre UFOs. O FBI disse que não podia ajudar e que UFOs não são da sua jurisdição.
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Resposta oficial do FBIEm dezembro de 1966, uma estudante de Bradford, Pensilvânia, pediu a J. Edgar Hoover todas as informações do FBI sobre UFOs para um projeto de feira de ciências. Hoover respondeu que o assunto não é da jurisdição do FBI e enviou cópia da carta à Força Aérea.
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Memorando interno do FBIEm 30 de janeiro de 1967, o escritório do FBI na Cidade do México repassou ao Bureau o texto de um telegrama de W. R. Hanawalt, de Harlingen, Texas, à polícia federal mexicana. O autor afirma ter visto UFOs em 1945 e atribui a um "raio" o controle de pessoas e máquinas.
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Recorte de revistaO arquivo do FBI guarda um exemplar da revista UFO CONTACT, do International Get Acquainted Program (IGAP), dedicada a George Adamski, enviada a Hoover em agosto de 1967. A revista publica textos de defesa de Adamski, notícias sobre UFOs e uma proposta à ONU, tudo como opinião de seus editores.
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Memorando do FBIEm 19 de outubro de 1950, o agente A. H. Belmont registrou para o sr. Ladd, chefe na sede do FBI, uma conversa de 16 de outubro entre um agente e o major-general Joseph F. Carroll, do Escritório de Investigações Especiais (OSI) da Força Aérea. Carroll disse que, até onde sabia, a Força Aérea não trabalhava em nenhum tipo de disco voador.
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Teletipo do FBIEm 8 de dezembro de 1950, o escritório do FBI em Richmond informou ao Diretor, em teletipo urgente, que a inteligência do Exército na cidade fora posta em alerta imediato para qualquer dado sobre discos voadores e que a inteligência da Força Aérea não sabia o motivo. Duas folhas de 1951 mostram documentos do mesmo arquivo sendo transferidos para outros números.
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Carta manuscritaEm 14 de fevereiro de 1951, um leitor do livro de Donald Keyhoe escreveu a J. Edgar Hoover perguntando sobre os discos voadores e dizendo acreditar que o Exército escondia algo por trás dos balões de raios cósmicos. Hoover respondeu que o FBI não tinha material sobre o tema e mandou folhetos sobre o próprio Bureau.
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Memorando do FBIEm 17 de abril de 1952, o agente E. H. Mossburg avisou W. A. Branigan, na sede do FBI, que a edição da revista Life de 7 de abril trazia um artigo sobre discos voadores, e que um exemplar estava guardado na Biblioteca do Bureau.
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Carta do FBIEm 5 de maio de 1952, Fred J. Eekhout, gerente de uma gráfica de Haia, foi à sede do FBI e expôs uma teoria própria sobre como um disco voador poderia ser sustentado no ar. Dois dias depois, Hoover repassou o resumo à Força Aérea, sem comentário.
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Carta datilografadaEm 7 de maio de 1952, um empresário de Black Mountain, W. B. Burgess, escreveu a Hoover com uma teoria própria sobre os discos voadores: seriam movidos pela energia do Sol, não representariam ameaça e valeria buscar contato. Hoover respondeu que mandara cópia ao Secretário de Defesa.
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Memorando do FBIEm 31 de julho de 1952, às 2h15, Harry H. Winchester, de Jersey Shore, telefonou ao FBI para dizer que, na madrugada de 28 de julho, durante uma forte tempestade elétrica, viu sete clarões incomuns no céu, cada um com um estrondo. O agente arquivou o caso.
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Carta datilografadaEm agosto de 1952, duas moradoras da Virgínia Ocidental escreveram a Hoover com o mesmo receio: que o rádio e a imprensa, ao dizer onde os discos eram vistos, ajudassem um inimigo. Uma, de Fairmont, recebeu resposta e teve a carta enviada à Força Aérea.
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Carta manuscrita em alemãoEm julho de 1952, o jornal Cincinnati Enquirer recebeu uma carta anônima em alemão, assinada "H.Sch.", que dizia ser o disco voador uma arma-V de 42 a 50 metros, produzida em série e em mãos russas. O jornal a entregou ao FBI, que a mandou à Força Aérea.
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Carta manuscrita com esboçoEm 5 de agosto de 1952, W. H. Jennings, de Pontiac, escreveu ao FBI uma teoria: se os discos forem reais, não seriam de outro planeta, e sim tanques de alumínio com hélio e ímãs que repelem tudo o que se aproxima. Hoover agradeceu e enviou a carta à Força Aérea.
Abrir o caso
Carta manuscritaEm 28 de julho de 1952, Dewey T. Wilson, de Baltimore, escreveu ao FBI que os discos voadores poderiam ser luzes causadas por feixes de rádio e televisão que iluminam vapor úmido, e propôs desligar as transmissões na próxima aparição para testar a ideia. Hoover mandou a carta à Força Aérea.
Abrir o caso
Carta manuscritaEm setembro de 1947, a sra. Joseph H. Ryan escreveu ao FBI sobre um artigo de um pequeno jornal religioso de Los Angeles segundo o qual os discos seriam lançados pelos russos, com ajuda de outros países, a partir do Polo Norte. Ela dizia não acreditar e pedia informações; Hoover respondeu que o Bureau não divulga resultados a particulares.
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MemorandoEm 8 de agosto de 1947, o responsável pelo FBI em San Francisco enviou à sede cópias de três cartas da 4ª Força Aérea, de Hamilton Field, com relatos de discos no Oregon e no Arizona e os resultados das apurações do Exército, feitas antes de o FBI assumir investigações próprias.
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TeletipoEm 8 de agosto de 1947, o escritório do FBI em Chicago telegrafou à sede que um jornal noticiara que a sra. Robert Little teria visto um disco deslizar sobre o lago Michigan às 3h30. O sogro dela disse que ela o vira havia mais de um mês, e o FBI encerrou a apuração.
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Boletim privadoUm boletim privado de San Diego, assinado por N. Meade Layne e datado de 8 de julho de 1947, apresenta como "memorando de importância" uma lista de nove afirmações sobre os discos e seus ocupantes, atribuídas a fontes que o autor chama de "supernormais". O FBI o recebeu e o arquivou sem comentário.
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Carta datilografadaEm abril de 1954, uma aluna da sétima série de Milton, Kentucky, escreveu ao FBI porque a turma estudava discos voadores e ela queria a opinião do Bureau. Hoover respondeu em 27 de abril que o assunto não era da jurisdição do FBI e sugeriu escrever ao Secretário da Força Aérea.
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Carta datilografadaEm carta de 18 de junho de 1954, o chefe do FBI em Seattle informou à sede que a OSI da Força Aérea não tem interesse próprio nos relatos de submarinos, paraquedistas, luzes e discos, que seguem rotineiramente para Wright-Patterson. O coronel S. W. Raynor disse que a OSI não lhes dá crédito.
Abrir o caso
Carta datilografadaEm 21 de junho de 1954, Joseph Gunderson, de Chicago, perguntou ao FBI se o livro "Flying Saucers Have Landed", de Desmond Leslie e George Adamski, é fato ou ficção. Hoover respondeu em 25 de junho que o Bureau não comenta o livro e sugeriu escrever ao Secretário da Força Aérea.
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Carta do FBIEm fevereiro de 1953, o major E. P. Walkers, da base americana de Mildenhall, telefonou ao adido do FBI em Londres para lembrar uma matéria sobre “discos voadores” que teria saído num pequeno jornal de Jeffersonville, Nova York, entre o fim de 1946 e o início de 1947. Em 6 de março, Hoover repassou o recado à Força Aérea, sem abrir investigação.
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Memorando do FBIEm setembro de 1949, o escritório do FBI em Indianápolis informou que um oficial da Força Aérea ouvira de um médico de Decatur a opinião de que os discos voadores tinham relação direta com uma epidemia de pólio e talvez com “envenenamento por urânio”. A faculdade de medicina consultada tratou a ideia como piada e o FBI não tomou providência.
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Carta de cidadão ao FBIEm 8 de outubro de 1949, Maurice E. Hatten, de Circleville, Ohio, propôs a Hoover pedir à ONU licença para lançar impressos americanos sobre a URSS por balões ou discos de papelão, a partir da suposta intenção soviética de usar discos voadores. Hoover respondeu que o FBI não atua fora dos Estados Unidos e sugeriu o Departamento de Estado.
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Carta de cidadão ao FBIEm 24 de janeiro de 1950, Ferdinand E. C. Pfeil escreveu ao FBI dizendo ter uma opinião “de natureza internacional” sobre os discos voadores, sem revelá-la. Hoover respondeu em 30 de janeiro que o assunto não estava sendo investigado pelo FBI.
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DesenhoEm abril de 1950, Lewis A. Ward, de Yuba City, Califórnia, mandou ao FBI cartas e desenhos de um mecanismo de “disco voador” que dizia ter visto nos projetos de um certo Herman Ubalsky, descrito por ele como russo. O FBI o encaminhou ao Secretário do Exército e, em junho, um agente o entrevistou: ele não acrescentou nada.
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Resumo institucionalEm maio de 1950, a inteligência do Exército (G-2) entregou ao FBI um resumo de quatro páginas sobre os “fenômenos aéreos não identificados”. O texto descarta naves de outros planetas, armas soviéticas e experimentos americanos e atribui a onda de relatos à histeria coletiva, à crença na ciência e a declarações de pessoas de “nome” na imprensa.
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Carta de pesquisador ao FBIEm 2 de junho de 1950, o estudante de pós-graduação DeWayne B. Johnson, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, escreveu a Hoover perguntando se há razão para os discos voadores serem “minimizados” e se existe atitude oficial sobre o assunto. Hoover respondeu que o FBI não tinha informações a distribuir e sugeriu o Secretário de Defesa.
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Cartão-postalEm julho de 1950, um leitor de Louisville escreveu num cartão-postal ao FBI para saber quanto há de verdade no livro “The Flying Saucers Are Real”, de Donald Keyhoe. Hoover o remeteu à Força Aérea e disse que o livro não cita o FBI, apenas o menciona.
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Carta manuscritaEm julho de 1950, o editor do Midwest Times, de Chicago, levou ao FBI uma carta assinada Albert Holmberg, que descrevia o “disco voador” visto sobre o sul da cidade em abril como um tanque de combustível alado, controlado por rádio e financiado por Howard Hughes. Ninguém no jornal conhecia o autor, e o FBI de Chicago não tinha registro dele.
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Carta datilografadaEm abril de 1955, a Força Aérea mandou ao FBI uma carta de novembro de 1953 em que Charles A. Yost, que se apresenta como coordenador do OC Research Laboratory, de Michigan, diz que a pesquisa do laboratório é sigilosa, trata sobretudo de campos elétricos e tem ligação secundária com os discos voadores. O FBI fez buscas nominais nos seus índices.
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Carta manuscritaEm julho de 1955, Catherine Aughenbaugh, que escrevia de um hotel de Miami, mandou a Hoover uma carta de seis páginas pedindo que agentes do FBI vigiassem os discos voadores, que ela dizia reais e causadores de granizo e tornados. Um memorando interno de 26 de julho recomendou não responder.
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Recorte de revistaO arquivo do FBI guarda páginas recortadas da reportagem “Something in the Sky”, publicada pela The New Yorker em 6 de setembro de 1952, que resume a investigação da Força Aérea sobre os discos voadores e cita militares e cientistas. Este dossiê traz só uma síntese e a imagem do recorte, por se tratar de texto de revista.
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Capa de boletimO arquivo do FBI guarda o número de janeiro de 1953 do boletim Space Review, do clube de entusiastas IFSB, de Bridgeport, Connecticut. As dez páginas reúnem notícias de discos no mundo, teorias de sócios, avistamentos e a organização do clube. Este dossiê traz só uma síntese e a imagem da capa.
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Capa de revistaA edição de 7 de abril de 1950 da revista U.S. News & World Report, guardada no arquivo do FBI, traz a matéria “Flying Saucers: The Real Story”, que defende que os discos são aeronaves reais, nascidas de um projeto de 1942, e que as provas apontam para a Marinha. É texto de revista, sem prova documental.
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Capa de arquivoA Seção 5 do arquivo 62-HQ-83894 do FBI sobre discos voadores reúne os seriais 186 a 245. A capa e o verso mostram as etiquetas do Centro de Registros Centrais e os carimbos de cópia para a lei de acesso à informação, feitos entre 1976 e 1978.
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Memorando do FBIEm 31 de agosto de 1956, Harlan N. Wold, eletricista da McDonnell Aircraft, disse ao FBI de St. Louis que o boletim da APRO, de Alamogordo, criticava a Força Aérea e era, na opinião dele, comunista. O FBI não investigou e repassou o assunto ao OSI da Força Aérea.
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Capa de panfletoEm 5 de outubro de 1956, Esther D. Fillion enviou a Hoover uma carta com opiniões sobre o silêncio do governo e um panfleto religioso que relaciona discos voadores à Bíblia. O FBI respondeu que o assunto estava fora de sua jurisdição e mandou cópias ao OSI da Força Aérea.
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Carta datilografadaEm janeiro e fevereiro de 1957, uma funcionária do Exército em Richmond e o xerife do condado de Polk, na Flórida, mostraram ao FBI cartas do Aerial Phenomena Research Group, de Seattle, que pediam nomes de testemunhas de discos voadores. O Bureau não investigou e repassou o material ao OSI da Força Aérea.
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Memorando do FBIEm 14 de março de 1957, John Stuart Martin, ex-editor de "The March of Time", telefonou ao FBI sobre um objeto voador não identificado visto perto de Great Meadows dois dias antes e pediu que um agente o visitasse. O FBI registrou que o tema fugia à sua jurisdição, mas mandou o escritório de Newark verificar o que ele tinha em mente.
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Recorte de jornalEm depoimento a uma subcomissão da Câmara, em 19 de fevereiro de 1957, Hugh Dryden, do NACA, disse que não existe disco voador e, com James Doolittle, negou que a Alemanha nazista tivesse um disco e um bombardeiro transatlântico. Despachos da imprensa de 14 de março foram arquivados pelo FBI.
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Capa de arquivoA primeira página do SUB A é a capa do volume 1 do arquivo 62-83894-A do FBI. As folhas seguintes guardam recortes de jornal e despachos de agência sobre discos voadores, colados em folhas de circulação interna, sem comentário do Bureau.
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Recorte de jornalEm 25 de fevereiro de 1959, a Associated Press relatou que o capitão Peter Killian, de um DC-6 da American Airlines, disse que três objetos que pareciam discos brilhantes acompanharam o avião por 45 minutos na noite anterior. O FBI arquivou o recorte sem comentário.
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Despacho de agênciaUm despacho da United Press de 9 de agosto de 1958, rasgado em parte, diz que testemunhas viram por mais de uma hora um grupo de objetos voadores não identificados e que o diretor do Filter Center da APRO, L. J. Lorenzen, informou que não havia jatos nem balões meteorológicos no ar. O FBI arquivou a folha sem comentário.
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Recorte de jornalEm 29 de julho de 1958, a Associated Press noticiou que um relatório atribuído a Carl Jung, divulgado pelo Filter Center da APRO, dizia que os objetos voadores não identificados são reais e mostram sinais de direção inteligente. A Força Aérea manteve que não há evidência.
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Recorte de jornalEm 15 de janeiro de 1957, a Associated Press noticiou que o contra-almirante reformado Delmer S. Fahrney, ex-chefe do programa de mísseis teleguiados da Marinha, apresentou o NICAP, comitê privado do qual era presidente do conselho, e disse que relatos confiáveis indicam objetos entrando na atmosfera em alta velocidade.
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Recorte de jornalUma reportagem da Scripps-Howard, de janeiro de 1954, diz que a Força Aérea não poderia mais receber visitas, nem da imprensa, no ATIC, em Dayton, porque o volume de pedidos de informação sobre discos voadores interferia nas investigações. O FBI guardou o recorte sem comentário.
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Recorte de jornalDois recortes de 1953 arquivados pelo FBI mostram a polêmica em torno de "Flying Saucers from Outer Space", de Donald Keyhoe: a posição da Força Aérea, a carta de Albert Chop publicada na sobrecapa e as seis conclusões que Keyhoe atribui à análise do chamado filme de Utah.
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Recorte de jornalUm despacho da AP publicado no Miami Herald de 28 de dezembro de 1953 diz que um comentarista soviético, K. Khachaturov, acusou no jornal Estrela Vermelha "forças agressivas" dos EUA e de outros países de inventarem discos voadores para atiçar a histeria de guerra. O FBI arquivou o recorte.
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Despacho de agênciaEm 11 de dezembro de 1953, um piloto particular, que pediu anonimato, disse ter visto sobre Bowling Green, Ohio, um objeto mais brilhante que o Sol por cerca de cinco segundos: uma bola branca que ficou azul e partiu para o oeste. O FBI arquivou o despacho sem comentário.
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Recorte de jornalUm recorte de 12 de novembro de 1953, arquivado pelo FBI em janeiro de 1954, anuncia o estabelecimento de um observatório do governo canadense para discos voadores em Shirley Bay, perto de Ottawa, e cita o cientista Wilbert B. Smith, que fala em 60% de probabilidade de que sejam veículos alienígenas.
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Recorte de jornalEm agosto de 1953, a Associated Press resumiu um relatório da revista Aviation Week segundo o qual mais de 90% dos avistamentos de "discos" coincidiram com as subidas registradas dos balões plásticos "Moby Dick" da Força Aérea. O FBI arquivou o recorte em setembro.
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Despacho de agênciaUm despacho de 8 de janeiro de 1953 diz que o Santa Fe New Mexican achava "possível" que o Departamento de Defesa esclarecesse em breve parte do mistério dos discos com uma demonstração de mísseis guiados em White Sands. O coronel M. G. Hendricks, comandante do campo, disse que a pesquisa nada tem a ver com discos voadores.
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Despacho de agênciaUma nota de agência de novembro de 1952 informa que Robert R. Coles, do Planetário Hayden, avisou que as luzes no céu da semana seguinte seriam rastros de meteoros das chuvas Taurídeas e Leônidas, e não discos voadores. O FBI arquivou a nota em novembro.
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Despacho de agênciaUma nota de agência de fim de julho de 1950 diz que a Força Aérea não recebeu nenhum informe sobre outro objeto, descrito como parecido com um míssil guiado, que o Comando Aéreo do Alasca disse ter passado sobre Fairbanks no sábado à noite. O FBI arquivou a nota em agosto.
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Recorte de jornal com fotografiaRecortes do Washington Post e da United Press de abril de 1950, arquivados pelo FBI, mostram a reação do governo à tese do comentarista Henry J. Taylor e da revista U.S. News and World Report de que os discos seriam aeronaves da Marinha: Truman, a Força Aérea e a Marinha negaram, e Taylor insistiu.
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Recorte de jornalDois recortes de 1949 arquivados pelo FBI tratam da hipótese interplanetária na imprensa: o jornal The Mirror, de Los Angeles, especula sobre satélites e "vizinhos interestelares"; a AP resume o artigo de Donald Keyhoe na True, de janeiro de 1950, e a resposta da Força Aérea.
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Carta datilografadaSete remessas de cidadãos ao FBI nas três semanas seguintes ao início da onda de relatos: um palpite sobre germes e explosivos, uma luz entre feixes de holofote, uma carta de brincadeira em circulação, uma defesa de quem relatou discos, uma ideia de controle remoto e uma teoria sobre pipas e miragens.
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TelegramaEm 7 de julho de 1947, um morador de San Marcos, Texas, telegrafou ao FBI sugerindo que se procurasse, nos arquivos do Inventors Council, o desenho de uma catapulta que ele enviara ao Departamento da Guerra em 1945. Segundo ele, algo parecido poderia lançar um disco em silêncio por várias milhas.
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Carta manuscritaUma moradora da Pensilvânia escreveu ao FBI em julho de 1947 perguntando se os foguetes com que estudantes enviavam correspondência da Califórnia ao Arizona teriam alguma ligação com os "discos voadores". O FBI mandou cópia ao Departamento da Guerra e respondeu com uma carta de cortesia.
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Recorte de jornalUm suposto radioamador de Bellmore publicou no Newsday uma mensagem em código que dizia ter captado em 4 de julho de 1947. Uma leitora de Hicksville a decifrou como o anúncio de que "marcianos" instalariam uma nova ordem mundial, e o FBI confirmou a decifração e procurou o autor sem sucesso.
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Carta datilografadaEm julho de 1947, uma moradora de Santa Fe que dizia colaborar com o Projeto Atômico de Los Alamos escreveu ao colunista Walter Winchell pedindo 10 mil dólares para continuar a coleta de dados sobre os discos. O FBI recebeu a carta de Winchell, não tinha registro dela e arquivou sem providência.
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CartaEm 19 de setembro de 1947, um inspetor do Departamento dos Correios de Chicago perguntou ao FBI se havia registro de C. W. Stevens, antes de Lake Forest, investigado por suposta violação de regra postal numa venda de informações sobre discos voadores. O FBI respondeu que não conseguia buscar apenas pelo nome.
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TeletipoUm teletipo urgente de Omaha ao diretor do FBI, de 14 de julho de 1949, informa que o agente especial Clive G. Matthews, em férias no Canadá, observou uma aeronave não convencional que lembrava um disco voador e já contara tudo à inteligência da Força Aérea em Fort Crook.
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Documento datilografadoUma folha datilografada, sem cabeçalho, data nem assinatura, resume conclusões de um estudo de relatos de discos: a situação não seria toda imaginária, poderia ser um projeto doméstico e os objetos teriam superfície metálica, forma circular e rastro parecido com o de um foguete.
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FotografiaDuas fotografias em preto e branco, coladas em folhas cinza no Serial 130, mostram um traço claro em diagonal no céu, sobre nuvens. As páginas não trazem legenda, data, local, autor nem relato ligado a elas.
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Carta de cidadão ao FBIEm 24 de junho de 1970, um morador de Montesano, Washington, escreveu ao FBI uma pergunta hipotética: se alguém construísse uma unidade de propulsão sem escapamento para um disco voador selado, isso seria considerado ultrassecreto? E o que a pessoa deveria fazer com ela?
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Carta de cidadão ao FBIEm 15 de fevereiro de 1972, uma moradora de Westmoreland City, na Pensilvânia, escreveu três linhas a J. Edgar Hoover pedindo sua opinião sobre os UFOs. O FBI respondeu em 23 de fevereiro que não comentaria e que investigar UFOs nunca foi da sua competência.
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Carta de cidadão ao FBIEm 18 de outubro de 1973, um morador de La Habra, na Califórnia, escreveu ao FBI perguntando se os avistamentos de UFOs eram verdadeiros ou falsos e sugerindo que o presidente Nixon fosse informado. O diretor Clarence Kelley respondeu que o FBI não investiga UFOs.
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CartaEm 20 de fevereiro de 1963, um major da Força Aérea, antigo porta-voz do Projeto Blue Book, mandou a Hoover uma página do boletim Saucer News e descreveu a publicação. Hoover agradeceu em 26 de fevereiro, e Newark pediu busca nos índices pelo nome do editor.
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CartaEm 15 de janeiro de 1964, John Laval, de Matawan, Nova Jersey, escreveu como membro do NICAP à polícia estadual do Arizona com três perguntas sobre divulgação de relatos de UFOs. O FBI de Phoenix mandou a carta a Washington e a Newark; em abril, Newark disse ao OSI não ter dado depreciativo sobre o NICAP.
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Carta de cidadã ao FBIEm março de 1968, uma estudante do Glendale City College escreveu ao FBI pedindo informações sobre a controvérsia dos UFOs para um trabalho de faculdade. Hoover respondeu que o assunto não era da jurisdição do Bureau e mandou a carta à Força Aérea.
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Carta de pesquisador ao FBIEm abril de 1969, o representante oriental de um comitê civil de pesquisa de UFOs pediu ao FBI relatórios sobre avistamentos para um artigo. Hoover respondeu em 7 de maio que o tema não era da jurisdição do Bureau.
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Memorando interno do FBIEm 16 de maio de 1969, Forrest E. Wood telefonou ao FBI, disse ser ex-agente da CIA e afirmou ver discos voadores. O Bureau pediu à CIA uma busca em seus índices, que não localizou registro sobre ele.
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Recorte de revistaO número 24 da Flying Saucers International, edição especial da Terceira Convenção Nacional dos clubes AFSCA, está em dois lugares do arquivo do FBI. Além da mensagem atribuída ao planeta Korendor, traz o programa da convenção de Reno, notícias do movimento e fotos atribuídas a Daniel Fry.
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Recorte de jornalEm 16 de julho de 1949, a agência INS informou que "discos voadores" e "jatos em alta velocidade" vistos em Chicago eram balões da universidade usados em pesquisa de raios cósmicos. O FBI guardou o recorte no volume SUB A.
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Capa de pasta do FBIA primeira página do documento D013 é a capa da pasta do FBI de Seattle, arquivo 100-18945, com o assunto "Flying Discs?" escrito à mão. Mostra a revisão feita em 1984 para pedidos de acesso à informação.
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Memorando interno do FBIEm 29 de setembro de 1956, um oficial da Guarda Costeira informou ao FBI de Seattle que objetos não identificados relatados perto de Cape Disappointment eram sinalizadores de aeronave Mark Six. Outros tinham sido relatados em Willapa, Point Grenville e Neah Bay.
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Memorando interno do FBIEm 1º de dezembro de 1958, Bertha Harrison, de Bellingham, contou ao FBI que um veterinário de Kansas City lhe escrevera por causa de reportagens segundo as quais ela vira um segundo disco voador. Ela disse que já informara Hoover do primeiro avistamento.
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Recorte de jornalEm fevereiro de 1960, a UPI noticiou que a Força Aérea distribuíra aos comandos um aviso do inspetor-geral para tratar relatos de OVNIs como assunto sério de defesa. O NICAP, que revelou o documento, acusou a Força Aérea de enganar o público.
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Ficha de incidenteEm outubro de 1948, o comandante do navio S/S Gulfport viu durante 50 minutos um objeto redondo e brilhante, de um quarto do tamanho da Lua cheia, com um centro mais luminoso. A ficha do Projeto Sign traz três marcações de rumo e não registra explicação.
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Relatório militarEm 9 de janeiro de 1950, o Centro de Serviço de Voo de Lowry enviou ao Comando de Material Aéreo o relato de dois funcionários da Bendix Aviation, um deles piloto, que na noite de 6 de janeiro viram dois objetos esféricos brilhantes sobre Kansas City e Olathe. Os objetos teriam ficado parados de dez a quinze minutos e depois partido muito rápido para sudoeste.
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Ficha de incidenteUm morador de Boston disse ter visto, por volta das 5h de cerca de 10 de novembro de 1948, três formas rápidas parecidas com aviões monomotores sobre o rio Charles, sem luzes e sem som. A ficha do Projeto Sign não traz o resumo narrativo nem conclusão.
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TeletipoUm teletipo de 7 de dezembro, do comando do Comando de Material Aéreo à sede da Força Aérea, diz que a investigação da chamada “roda flamejante” de Bellefontaine indicou um sinalizador tipo Very disparado do solo. Os restos queimados foram enviados ao laboratório de materiais.
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Ficha de incidenteUm estudante de aviação disse, em ficha do Projeto Sign, que caminhava no Golden Gate Park por volta de outubro de 1947 quando viu uma luz misteriosa que iluminou o oceano e sentiu algo “como um arco elétrico”. Quem preencheu a folha considerou o relato pouco confiável.
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Lista de verificaçãoEm 16 de novembro de 1948, uma dona de casa de Demarest, Nova Jersey, viu de casa, durante cerca de um minuto, um objeto cor de alumínio ou prateado, em forma de bola, passar do norte para o sul. O escritório que preencheu a lista não investigou mais, por haver uma só testemunha.
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Ficha de incidenteDuas fichas consecutivas do Projeto Sign registram observações com binóculos na Flórida: em 13 de dezembro de 1948, um círculo de estrelas vermelhas, azuis e amarelas em volta de uma estrela ofuscante; em 14 de dezembro, um objeto prateado de cerca de 6 metros, em forma de pipa. As duas dispensam investigação completa por falta de dados.
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Envelope de arquivoEste dossiê reúne páginas do Projeto Sign sem relato: o envelope e a capa do volume de fichas 101 a 172 e cinco fichas que trazem só o nome do observador ou do lugar. Mostram como o arquivo foi montado e quais incidentes existem apenas como registro.
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FormulárioQuatro páginas em branco, com o carimbo RESTRITO, listam o que um investigador da Força Aérea devia perguntar a uma testemunha de objeto aéreo não identificado: de coordenadas e ângulos a verificações com a polícia, o FBI e o radar. O guia mostra o que o Projeto Sign considerava dados essenciais.
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EsboçoEm 17 de fevereiro de 1949, a Divisão de Inteligência do Comando de Material Aéreo comunicou ao Projeto Sign que um periódico britânico de reconhecimento de aeronaves publicou a foto do Chance-Vought V-173 da Marinha com a legenda “disco voador”. Anexou o traçado do contorno da foto.
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CartaEm janeiro de 1948, o quartel-general da Décima Força Aérea enviou à sede da Força Aérea e a outros comandos o resumo de um relato de “discos voadores” recebido pelo FBI em Houston. Em março, a sede o repassou ao Comando de Material Aéreo. O resumo anexo não está nas páginas.
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Memorando de encaminhamentoDuas folhas de 1948 da inteligência da Força Aérea encaminham relatórios que não estão nas páginas: o do adido aéreo no Canadá, que encerrou o incidente comunicado por Johnson e Harrison, e um relatório de disco voador enviado pela Quarta Força Aérea, em Hamilton Field.
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CircularUma circular de 20 de maio de 1986 do clube de astronomia Pajarito Astronomers, de Los Alamos, convida os membros para uma palestra do Dr. John Warren, do AT-6, em 29 de maio, sobre por que um cientista deveria se preocupar com os UFOs.
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Documento oficialEntre 10 de janeiro e 17 de fevereiro de 1955, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea e a sua Ligação Legislativa responderam a cerca de duas dezenas de cartas do público com um texto-padrão e o anexo "Resumo de eventos e informações sobre o programa de objetos voadores não identificados". As páginas mostram o que as pessoas pediam e como a instituição tratava a correspondência.
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Documento oficialDe fevereiro a abril de 1955 a Força Aérea continuou respondendo a cartas do público, algumas enviadas ao Presidente e outras repassadas pelo Exército, anexando sempre o resumo público do programa de objetos voadores. Algumas respostas confirmam que relatos de observação foram entregues aos analistas.
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Documento oficialEntre maio e agosto de 1955 a Força Aérea seguiu respondendo à correspondência do público: cartas ao Presidente, pedido de um deputado em nome de um eleitor, pedidos de um holandês e de moradores de vários estados, quase todos atendidos com o resumo público do programa.
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Documento oficialEm 28 de abril de 1955, John Caldwell, de Syracuse, mandou um cartão postal ao "Projeto Disco", no Pentágono, pedindo informações sobre a história de Frank Scully de que o governo dos EUA teria capturado três discos voadores e seus ocupantes. A Inspetoria-Geral acusou o recebimento e passou o assunto à Diretoria de Inteligência.
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Documento oficialEm 11 de março de 1955, Bernard M. Baruch Jr. escreveu ao general John A. Samford, diretor de Inteligência da Força Aérea, dizendo ter transmitido a um amigo, adido científico numa embaixada europeia, a sugestão de que relatos de objetos voadores recebidos por adidos sejam entregues ao adido aéreo do país.
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Documento oficialEm 11 de março de 1955, o editor da revista Challenge for Men escreveu ao presidente Eisenhower perguntando em que a Força Aérea se baseava para garantir que os discos voadores não vêm do espaço. A carta chegou à Ligação Legislativa, e em 1.º de abril a Diretoria de Inteligência a devolveu sem resposta.
Abrir o caso
Documento oficialEm fevereiro de 1955, o Chefe de Pesquisa Naval pediu à Diretoria de Inteligência da Força Aérea um briefing, para cerca de 25 técnicos, sobre os relatos de avistamentos classificados como de causa desconhecida. Uma anotação à mão diz que ele foi feito em 2 de março pelo capitão Hardin, do ATIC.
Abrir o caso
Documento oficialEm 26 de maio de 1955, a Diretoria de Inteligência da Força Aérea informou ao esquadrão de caças na Islândia que o relatório de informações sobre objetos voadores de 9 de maio recebera o número IR-1-55 e que os relatórios seguintes deveriam citar um número IR. O conteúdo do relato não consta da página.
Abrir o caso
Documento oficialEm 15 de junho de 1955, a Diretoria de Inteligência encaminhou ao setor AFOIN-4 uma carta do adido aéreo dos EUA na Argentina, de 24 de maio, sobre uma "teoria dos discos voadores", para preparar a resposta. A carta e o manuscrito não estão na página.
Abrir o caso
Documento oficialEm 23 de outubro de 1955, o escritor Lloyd Mallan escreveu ao capitão C. A. Hardim, do ATIC, pedindo uma entrevista para um capítulo sobre discos voadores em um livro de pesquisa e desenvolvimento aeronáuticos. O ATIC enviou a carta à Diretoria de Inteligência, e uma nota registra que o tenente-coronel Johnson tentou contatá-lo sem sucesso.
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Documento oficialEm 24 e 25 de agosto de 1955, o tenente-coronel Timothy R. Johnson, da Diretoria de Inteligência, respondeu com a mesma carta a Eugen Schwenzer, Richard Ericson, Ernest C. K. Brown e à sra. John Olwyler, que haviam enviado relatos de observação. Os relatos foram passados aos analistas e ao ATIC; seu conteúdo não consta das páginas.
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Documento oficialO deputado John C. Watts, de Kentucky, escreveu ao general Samford enviando os dados de uma observação de objeto voador feita por George M. Allender, de Nicholasville. A Diretoria de Inteligência redigiu em 12 de agosto de 1955 o texto da resposta, e a Ligação Legislativa a enviou em 18 de agosto, dizendo que os dados foram entregues aos analistas.
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Ficha de incidenteUma ficha da lista de incidentes da Força Aérea registra que, segundo o jornalista Dave Johnson, do Statesman, um funcionário da CAA viu uma luz azul-esverdeada pulsante cruzar as montanhas entre Boise e Mountain Home. A ficha não traz data nem o nome do observador.
Abrir o caso
MemorandoEm dois memorandos de outubro de 1952, a Divisão de Inteligência Tópica da USAF devolveu ao ATIC um arquivo secreto chamado Flyobrpt e remeteu um relatório do Comando de Defesa Aérea (ADC) de 3 de outubro, que considerou provável fraude. Nenhum dos dois documentos descreve o avistamento.
Abrir o caso
MemorandoEm 23 de setembro de 1952, a Divisão de Inteligência Tópica da USAF devolveu ao ATIC um rolo de filme de 16 mm de câmera de arma, feito pelo 97.º Esquadrão FI. O memorando diz que quatro fotogramas foram copiados e desclassificados e que dois deles seriam dados à revista TRUE.
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MemorandoMartin V. Walsh enviou uma teoria sobre acidentes aéreos e discos voadores ao senador Mike Monroney, que a repassou à CAA e à Força Aérea. Em 22 de setembro de 1952, a Diretoria de Inteligência chamou a teoria de amadorística e sugeriu uma resposta curta.
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Capa de relatórioRelatório de 10 de setembro de 1996 do Research Triangle Institute para a Força Aérea dos EUA sobre como incluir falhas raras de foguetes Atlas, Delta, Titan e Thor nos cálculos de risco de lançamento. O documento não trata de UAP: o governo o incluiu no lote de arquivos liberados sobre o tema, e os dossiês Gemini 7, 11 e 12 citam só a página 161.
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Capa de documentoResumo oficial de fevereiro de 2000 da 30ª Ala Espacial com os 1.790 lançamentos feitos da Base Aérea de Vandenberg entre 16 de dezembro de 1958 e 26 de janeiro de 2000, mais glossário, quadros anuais e histórico das instalações. É um registro institucional sem relato de avistamento; o dossiê de Schirra usa só as páginas 24 e 25.
Abrir o caso
Página de relatório de missãoUm relatório de missão de aeronave militar dos EUA, liberado com seis páginas inteiras tarjadas, registra na página 7 a observação de “1x provável UAP” às 12h46 (hora Z), sem impacto na missão. Quem observou, o local e todo o resto estão tarjados.
Abrir o caso
MemorandoEntre julho e setembro de 1955, a Força Aérea dos EUA trocou cartas sobre quem receberia e quem controlaria os dados técnicos de meteoros e mísseis colhidos pelo radar AN/FPS-17. As cartas não descrevem avistamento algum e estão na pasta “Objetos Voadores Não Identificados”.
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Retrato falado (desenho)Desenho digital colorido divulgado no primeiro release de 2026, intitulado retrato falado e datado de 30 de abril de 2024. Mostra um objeto dourado alongado e um clarão sobre um campo com árvores. O arquivo não traz texto, local, testemunha nem explicação.
Abrir o caso
Croqui do observador reproduzido no relatório NICAPSegundo o relatório civil da NICAP guardado pela CIA, o piloto particular Waldo J. Harris voou até um objeto em forma de disco que pairava ao sul do aeroporto, enquanto 8 a 10 pessoas o viam do chão. O objeto subiu, se afastou, voltou a parar e sumiu em dois ou três segundos.
Abrir o caso
Declaração datilografada reproduzida no relatório NICAPO meteorologista e astrônomo Seymour L. Hess escreveu, uma hora depois de ver, que um pequeno objeto passou entre ele e uma nuvem cúmulo, movendo-se em ângulo reto com o vento. O relatório civil da NICAP, guardado pela CIA, reproduz a declaração assinada.
Abrir o caso
Diagrama de reconstrução do relatório NICAPO engenheiro aeronáutico Donald R. Carr contou à NICAP que um rastro vermelho que parecia de meteoro virou um ponto branco que desacelerou, voou nivelado e circulou a baía de San Diego; meia hora depois, o que parecia o mesmo objeto voltou. Um ex-piloto da Marinha e alunos em La Mesa teriam visto a mesma cena.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo o relatório civil da NICAP guardado pela CIA, um objeto visto pelo Corpo de Observadores Terrestres apareceu no radar, e dois F-84 o perseguiram por 120 e 160 milhas; o segundo piloto chegou a travar a mira de radar nele. A Força Aérea respondeu em 1958 que as fotos do radar e da câmera do caça não serviam para avaliação e que o caso seguia sem explicação.
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Desenho das testemunhas reproduzido no relatório NICAPEm patrulha de madrugada, os policiais LeRoy A. Arboreen e B. Talada viram um objeto vermelho vir do oeste, crescer, parar, virar à esquerda e subir na vertical. O relatório civil da NICAP, guardado pela CIA, reproduz o desenho que os dois assinaram.
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Página do relatório NICAPSegundo trechos de um relatório de inteligência da Força Aérea citados pela NICAP, um piloto em treino de interceptação captou um grande alvo no radar, viu um objeto redondo onde o radar indicava, travou a mira, sofreu interferência e perdeu o alvo, que se afastou rápido demais para o radar acompanhar. Data, nomes e local foram apagados.
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Carta da testemunha reproduzida no relatório NICAPNuma carta de 1955 reproduzida pela NICAP, o arquiteto Andrew A. Titcomb, que fora oficial de radar da Marinha, conta ter visto em 1946 um objeto escuro em forma de bola de futebol americano passar a cerca de 1.000 pés, só com o som do ar. A esposa o viu de relance antes de sumir nas nuvens.
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Diagrama de relatório privado (NICAP)Segundo o major Paul A. Duich, navegador da Força Aérea, ao menos 25 oficiais, praças e engenheiros de mísseis viram por cerca de 20 minutos um objeto alongado e imóvel no céu do poente, que mudou de cor, soltou um enxame de pontos escuros e se afastou para oeste. O relato está no relatório privado da NICAP de 1964, cuja cópia ficou nos arquivos da CIA.
Abrir o caso
Documento oficial reproduzido em relatório privadoUm relatório de inteligência do Exército, assinado pelo capitão James A. Muncie, resume as declarações de cinco militares que viram uma grande bola de metal brilhante imóvel no céu, que sumia e reaparecia, e de um sargento e um capitão que viram dois objetos acastanhados, um deles com forma de disco, sair em ângulo reto. O documento chegou à NICAP, que o reproduziu no relatório de 1964 guardado pela CIA.
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Documento oficial reproduzido em relatório privadoUma carta da Primeira Força Aérea à NICAP cita um informe segundo o qual oito objetos redondos, cor de laranja, silenciosos e sem luzes de navegação foram vistos do chão em Fort Devens numa noite de setembro de 1957. A NICAP reproduziu a carta em seu relatório de 1964, cuja cópia ficou nos arquivos da CIA.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo relato obtido pelo contra-almirante reformado Delmer S. Fahrney e publicado pela NICAP, a tripulação de um R7V-2 Super Constellation da Marinha, com quase 30 aviadores a bordo, viu luzes subirem do oceano e se tornarem um disco enorme que voou ao lado do avião antes de partir. Gander teria acompanhado os dois no radar. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO comandante Raymond Ryan e o primeiro oficial William Neff, da American Airlines, contaram na TV que uma luz muito forte, primeiro parada sobre Schenectady, atravessou o céu e ficou à frente do avião, e que a Base de Griffiss pediu que abandonassem a escala em Syracuse para segui-la. A transcrição está no relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA.
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Página do relatório NICAPSegundo a NICAP, o piloto W. K. Rutledge e o passageiro George Thomas seguiram de avião um objeto vermelho brilhante que desceu em planeio e pareceu pousar num mato perto de Benjamin, enquanto o xerife e policiais procuravam por terra. No dia seguinte, um tenente da Força Aérea entrevistou o piloto. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.
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Esboço de relatório privado (NICAP)Segundo a NICAP, o major Charles Scarborough, que liderava uma esquadrilha de jatos dos Fuzileiros Navais, viu 16 objetos em grupos de quatro à frente e acima; o capitão Roy Jorgensen, mais alto, viu-os abaixo da asa. Quando tentaram cercá-los, os objetos passaram de branco a laranja e sumiram. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.
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Croqui e mapa (relatório NICAP)Os patrulheiros Charles A. Carson e Stanley Scott relataram por teletipo um objeto silencioso, com luzes vermelhas nas pontas, que descia, parava, se aproximava da viatura e lançava um facho vermelho sobre o chão. O relato chegou ao arquivo da CIA dentro de uma compilação privada da NICAP, que reproduz o teletipo, uma carta de Carson e o croqui do objeto.
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Mapa (relatório NICAP)Na madrugada de 18 de setembro de 1962, policiais estaduais, municipais e um delegado do xerife, em quatro condados vizinhos, relataram de forma independente luzes ou objetos a nordeste ou a leste. A NICAP reuniu os cinco relatos num mapa e sugere que viram fenômenos ligados entre si.
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Croqui (relatório NICAP)Um grupo regional da NICAP localizou nove testemunhas de um objeto visto de madrugada na região da baía de San Francisco. O relato mais detalhado é o do policial Galen Anderson, de Sunnyvale, que o viu por cerca de 45 segundos e ajudou a preparar um croqui.
Abrir o caso
Diagrama (relatório NICAP)Paul R. Hill, engenheiro de pesquisa aeronáutica, e a mulher, Frances, disseram ter visto duas luzes âmbar girarem uma em torno da outra até que outras duas se juntassem a elas e as quatro partissem para o sul. Segundo a NICAP, Hill foi interrogado por um oficial de inteligência da Força Aérea da Base de Langley.
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Croqui (relatório NICAP)Charles H. Otis, professor emérito de biologia da Bowling Green State University, enviou à NICAP um relato detalhado de quinze objetos silenciosos em formação, com um brilho forte na frente e duas caudas atrás. Ele os acompanhou com um binóculo até o horizonte e viu um deles sair da formação em grande velocidade.
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Página do relatório NICAPJames C. Beatty, que chefiava equipes civis no Centro de Filtragem da Força Aérea em White Plains, contou em palestra gravada que observadores do Ground Observer Corps, dois radares e jatos de duas bases acompanharam um objeto laranja que, na hora da interceptação, girou em luzes coloridas e subiu até sumir. O relato é uma lembrança registrada anos depois e reproduzida pela NICAP.
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Página do relatório NICAPNum livro publicado por conta própria, Leonard H. Stringfield contou que jatos da Guarda Aérea Nacional chegaram a Cincinnati em 12 minutos depois que radares e observadores voluntários relataram três objetos. O relato, reproduzido pela NICAP, diz que os jatos fizeram contato e o objeto fugiu, mas Stringfield não viu nada por causa da visibilidade.
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Diagrama (relatório NICAP)Walter N. Webb, depois consultor da NICAP, reuniu relatos de três grupos que, ao pôr do sol de 2 de outubro de 1955, viram baixo no oeste um objeto brilhante e parado que parecia mudar de forma. O relatório monta uma sequência de fases num diagrama e anexa relatos do mesmo dia em Uhrichsville, onde teriam caído fios parecidos com teia.
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Desenho (relatório NICAP)Melvin C. Vagle Jr., metalurgista da Minneapolis-Honeywell, contou à NICAP que ele e a mulher pararam ao lado de um objeto em forma de charuto, inclinado sobre um campo, com uma luz branca piscando numa ponta, uma vermelha na outra e uma fileira de janelas. Um fazendeiro da região relatou, no mesmo fim de tarde, um charuto avermelhado.
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Página do relatório NICAPJ. J. Kaliszewski, supervisor de fabricação de balões dos laboratórios de pesquisa aeronáutica da General Mills, descreveu em dois memorandos objetos vistos do avião durante o acompanhamento de balões de pesquisa. No segundo dia, observadores da estação de rastreamento disseram ter captado alguns deles de relance no teodolito.
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Desenho a partir de fotografia (relatório NICAP)O relatório privado da NICAP, cuja cópia está no arquivo da CIA, resume o caso das quatro fotos de um objeto em forma de Saturno feitas por Almiro Baraúna do convés do Almirante Saldanha, em 16 de janeiro de 1958. A organização rebate a acusação de fraude feita por Donald Menzel, conclui que as fotos parecem autênticas e pede que Brasil e Estados Unidos abram os laudos.
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Fotograma de filme reproduzido no relatório NICAPSegundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, o turista Ali R. Diaz, de Caracas, filmou em cores um objeto amarelado em forma de gota subindo diante do Auyantepui durante um voo turístico ao Salto Ángel. Quando o relatório foi escrito, o filme estava com um cientista nos Estados Unidos para análise, e o adido da Força Aérea americana já o tinha visto.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, junta os relatos de uma noite de março de 1957 em Los Angeles: chamadas à polícia, observadores no centro de filtragem de Pasadena, a mulher de um capitão de Oxnard e um caça F-89 enviado. A peça central é um relato confidencial atribuído a um operador de radar da CAA, que teria cronometrado alvos a 3.600 milhas por hora.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, resume o caso de Haneda: dois controladores da torre viram uma luz brilhante com uma forma circular escura atrás, o radar de terra a acompanhou e um F-94 obteve travamento de radar. Segundo a NICAP, o objeto partiu a 300 nós dividindo-se em três ecos, e o caso ficou oficialmente como desconhecido.
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Página do relatório NICAPSegundo o relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, três pilotos da TWA, mais de 20 pessoas da área de Vandalia, a torre e pessoal do centro de inteligência técnica da Força Aérea viram um objeto brilhante parado a grande altura. O radar teve um alvo na mesma posição, e dois pilotos de F-51 disseram vê-lo redondo e metálico antes de voltar por causa das nuvens.
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Página do relatório NICAPNuma carta de 1957 reproduzida em parte no relatório privado da NICAP guardado pela CIA, o capitão de corveta M. C. Davies, da Marinha dos EUA, conta que um alvo de radar que circulava a frota se colocou atrás do seu avião antissubmarino por cerca de cinco minutos e partiu a mais de mil milhas por hora. Segundo ele, o navio informou que 14 radares o acompanhavam.
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Página do relatório NICAPUm extrato do diário da estação da FAA em Redmond, reproduzido pela NICAP no relatório The UFO Evidence (1964), descreve uma luz que pairou, mudou de cor e subiu para as nuvens quando um avião rápido se aproximou, e um eco de radar ao sul da cidade. A Força Aérea deu ao caso, em sequência, as explicações de balão, dados insuficientes, falso eco de radar e planeta Vênus.
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Página do relatório NICAPSegundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, um interceptador F-89C da base de Kinross foi guiado por radar até um alvo não identificado sobre o Lago Superior, e os dois ecos se fundiram e sumiram da tela. A Força Aérea disse depois que o alvo era um C-47 canadense; a Força Aérea Real Canadense respondeu a dois leitores que não tinha registro de tal interceptação.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP guardado pela CIA conta que a sra. William Fitzgerald viu um objeto em forma de disco com cúpula a poucos pés do chão junto a uma casa. A Força Aérea atribuiu o caso ao farol giratório de um trem e ao holofote de um barco da Guarda Costeira; um grupo civil de Akron contestou ponto por ponto.
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Página do relatório NICAPSegundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, W. M. Sheneman e a esposa viram um grande objeto circular pairar com feixes de luz e janelas perto de casa. Um major do ATIC teria tentado por três horas convencê-los de que viram um teste do disco canadense Avro, com base numa ilustração artística.
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DesenhoO relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume o relato do capitão Jack Bicknell, da East African Airways, publicado num jornal de Nairóbi: um objeto metálico em forma de projétil, com faixas escuras e uma aleta, ficou parado acima do Kilimanjaro e depois subiu para o leste. A NICAP publica um desenho do objeto, sem dizer quem o fez.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP guardado pela CIA junta três relatos de 21 de setembro de 1961: o do navio americano Iberville, publicado no Aviso aos Navegantes da Marinha, o de um avião da BOAC e o de um da Pan American. Todos descrevem uma massa luminosa que cresceu como um halo e seguiu para sudeste.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume o relato que o comandante James Howard, da BOAC, deu a um jornal de Londres: um objeto escuro e mutável, cercado de seis objetos menores, acompanhou o avião em rota paralela até sumir, enquanto um caça era enviado de Goose Bay.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que o capitão Paul L. Carpenter, da American Airlines, viu sobre Denver luzes amarelas que corriam para um lado e para o outro. Ele estimou 3.000 milhas por hora, número que depende inteiramente da distância que supôs.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que um coronel da Força Aérea, num F-84, viu dois objetos redondos e prateados lado a lado, que sumiram e reapareceram. A NICAP atribui a frase do coronel a um relatório de inteligência da Força Aérea que não reproduz.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, descreve uma série de relatos entre 15 e 28 de setembro de 1962 perto de Oradell e Hawthorne, muitos feitos por policiais. A entidade a classifica como concentração de avistamentos, sem investigação oficial publicada.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, resume três relatos do sul de Illinois em agosto de 1963, dois deles com objetos que acompanhavam carros. A própria NICAP avisa que um avião de propaganda e o planeta Júpiter produziram relatos falsos no mesmo período.
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Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que um redator técnico filmou em Sunnyvale um disco que pairava e que teria subido e sumido em três segundos quando quatro jatos convergiram. Os quadros enviados à NICAP eram pequenos demais para mostrar detalhes.
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Ilustração do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, traz uma ilustração do relato de John A. Potter, observador meteorológico do Corpo de Fuzileiros Navais, que viu sete objetos laranja em formação, cada um balançando de um lado para o outro. O desenho mostra o movimento descrito, não é foto do episódio.
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Ilustração do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, traz o desenho de um objeto alongado com quatro "janelas" quadradas que um arquiteto disse ter visto em Sarasota. A NICAP usou o caso para defender que as marcas vistas nos objetos estavam sempre em fila ou em círculo.
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Ilustração do relatório NICAPNo relatório de 1964 guardado pela CIA, a NICAP contesta a conclusão da Força Aérea de que os relatos não tinham padrão e apresenta estatísticas, uma prancha com dez tipos de OVNI e tabelas de manobras. São análises de uma entidade privada, baseadas na sua própria seleção de casos.
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Página do relatório NICAPA NICAP, entidade civil de Washington, publicou em 1964 o relatório The UFO Evidence, com 746 casos escolhidos entre mais de cinco mil relatos. Uma cópia completa ficou nos arquivos da CIA e foi liberada pelo sistema CREST; isso mostra que a agência guardou o livro, não que o escreveu ou o validou.
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Página do relatório NICAPSegundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, o estucador Olden Moore viu uma luz se dividir e uma parte descer num campo de Ohio, onde ele a observou por cerca de 15 minutos. No dia seguinte, a defesa civil encontrou marcas no chão e mediu radiação acima do normal.
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Página do relatório NICAPSegundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, dois policiais militares de White Sands viram um objeto luminoso descer sobre o bunker do primeiro teste atômico na madrugada de 3 de novembro de 1957. À noite, outra patrulha viu uma luz parada sobre o mesmo bunker subir e sumir.
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Página do relatório NICAPO relatório da NICAP guardado pela CIA reúne uma série de avistamentos em seis noites de agosto de 1960 no norte da Califórnia. A lista de testemunhas inclui 14 policiais, entre patrulheiros estaduais e auxiliares de xerife.
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Página do relatório NICAPO relatório da NICAP guardado pela CIA resume uma onda de relatos na Argentina entre maio e setembro de 1962, com base em informes da embaixada argentina em Washington e em jornais de Buenos Aires. Os casos mais detalhados envolvem oficiais e alunos-pilotos da Marinha perto de Bahía Blanca.
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Fotografia de câmera de rastreamento (reprodução no relatório NICAP)Segundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, uma câmera do programa de rastreamento de satélites do Smithsonian em Mitaka, Tóquio, fotografou em 14 de abril de 1959 um objeto brilhante fora da posição prevista para o satélite Vanguard 2. A foto, reproduzida no relatório, mostra um rastro luminoso entre as estrelas.
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Documento oficialNuma declaração de janeiro de 2010, a coordenadora de FOIA da CIA, Delores M. Nelson, descreve as buscas feitas para atender ao pesquisador Larry W. Bryant e afirma que nenhum registro da alegada reunião de 1987 na FAA sobre o voo 1628 foi encontrado. Para casos aéreos posteriores a 1986, só apareceram três documentos de outras agências.
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Fac-símile de documentoEm 2006, o pesquisador Larry W. Bryant recorreu à CIA de duas respostas a pedidos FOIA: uma sobre o ex-capitão John Joseph McCarthy Jr., que ele ligava a uma operação chamada Project Cherry, e outra sobre Philip J. Corso, que ele associava ao suposto painel MJ-12. A CIA respondeu que não encontrou registros sobre McCarthy, que uma busca anterior nada achara sobre Corso e que havia papéis do OSS sobre Corso nos Arquivos Nacionais.
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Fotografia de investigação de campoEm 1967, o centro de interpretação fotográfica administrado pela CIA mediu fotos de um suposto UFO tiradas na margem do lago St. Clair, em Michigan, a partir de cópias ruins enviadas pela Força Aérea. O memorando estimou dimensões com base em premissas declaradas e concluiu que não podia afirmar nem fraude nem autenticidade: o resultado foi inconclusivo.
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Página de documento oficialO Regulamento da Força Aérea 200-2, de fevereiro de 1958, define o que era um UFO, divide entre as bases e o ATIC a tarefa de investigar e analisar os relatos e manda divulgar à imprensa só os casos identificados como objetos conhecidos. A cópia integral, com sete páginas, está no arquivo CREST da CIA.
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Recorte de revistaA CIA guardou no seu arquivo uma cópia do artigo "The UFO Gap", em que o astrônomo J. Allen Hynek, consultor da Força Aérea, diz temer que a União Soviética estivesse à frente no estudo dos UFOs e critica o tamanho e os métodos do Projeto Blue Book. O texto cita o cientista soviético Felix Zigel, propõe um programa de pesquisa com índices de estranheza e de credibilidade e resume três relatos de sua coleção, sem datas nem nomes.
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Fac-símile de memorandoEm junho de 1977, o conselheiro jurídico-geral da CIA, Anthony A. Lapham, encaminhou à área de pesquisa e desenvolvimento da agência uma carta do Stanford Research Institute que propunha um amplo projeto de pesquisa sobre UFOs. Lapham disse suspeitar fortemente que não haveria interesse, e as três páginas não mostram resposta, reunião ou contratação.
Abrir o caso
Recorte de jornalUm editorial de 24 de abril de 1967, guardado pela CIA, repercute a acusação do físico James E. McDonald de que a agência pediu em 1953 uma política sistemática de desmistificação dos discos voadores. O texto registra a alegação de McDonald e a opinião do jornal, sem documento interno que a comprove.
Abrir o caso
Recorte de revistaA CIA guardou a primeira página de uma reportagem da New York Times Magazine de 1979 que cita uma mensagem confidencial do Departamento de Defesa sobre objetos suspeitos vistos por militares em bases dos EUA e do Canadá no fim de 1975, com detalhes de radar, caças F-106 e luzes em Malmstrom. A fonte é a reportagem, não a mensagem militar original, que não está no acervo.
Abrir o caso
Recorte de jornalUma carta de leitor publicada em janeiro de 1967 no Post-Standard de Syracuse, e guardada no arquivo da CIA, conta que em setembro de 1966 um piloto em Sebring, na Flórida, foi acompanhado por vários minutos por um objeto em forma de cone que fazia muito barulho. A fonte é uma carta de um entusiasta do tema, baseada em boletim da NICAP, e não um relatório oficial.
Abrir o caso
Recorte de jornalUma carta de leitor publicada em janeiro de 1967 no Post-Standard de Syracuse, e guardada no arquivo da CIA, diz que em 21 de setembro de 1966 oito membros da Real Força Aérea Canadense e dois pescadores viram um objeto redondo e brilhante pairar perto do chão e disparar para cima. A fonte é uma carta baseada em boletim da NICAP, e não um relatório militar.
Abrir o caso
Recorte de jornalUma nota da agência japonesa Kyodo, captada pelo serviço de monitoramento de imprensa do governo americano e guardada pela CIA, anuncia que Hakui queria construir um centro de estudo de UFOs com mais de 10 mil documentos oficiais. A nota repete, sem conferir, a alegação de que um relatório do FBI de 1950 trataria de corpos alienígenas recuperados perto da fronteira mexicana.
Abrir o caso
Transcrição de rádioA CIA guardou a transcrição de um comentário de Bob Schieffer na rádio CBS sobre a ação de Peter Gersten e do grupo CAUSE para obter arquivos de UFOs da NSA. A reportagem cita, como suposição do grupo, um relatório sobre um UFO que teria derrubado um MiG russo sobre Cuba, sem mostrar o documento.
Abrir o caso
MapaNo relatório privado The UFO Evidence, que ficou guardado nos arquivos da CIA, a NICAP reproduz o formulário de um engenheiro da Pensilvânia que diz ter visto quatro objetos luminosos em linha e os acompanhado de carro, a uns 30 km/h, até sumirem atrás de uma montanha. O formulário traz um mapa feito pela testemunha e respostas a perguntas iguais às usadas pela Força Aérea.
Abrir o casoO relatório privado da NICAP guardado pela CIA cita uma carta em que o major A. B. Cox, engenheiro formado em Yale, descreve um objeto em forma de lente, com uns 10 metros de diâmetro, que passou silencioso perto de sua fazenda, parou bruscamente e subiu em ângulo até sumir nas nuvens. É um relato individual, contado mais de um ano depois.
Abrir o casoO relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir do livro do ex-chefe do Projeto Blue Book Edward Ruppelt, um caso em que funcionários da General Mills e outras pessoas, acompanhando um balão de pesquisa Skyhook, viram dois discos se aproximarem, darem uma volta ao redor do balão e sumirem no horizonte. É relato de segunda mão, sem os depoimentos originais.
Abrir o casoO relatório privado da NICAP guardado pela CIA afirma que, durante o eclipse total do Sol de 30 de junho de 1954, cerca de 50 pessoas a bordo de três aviões de uma expedição científica viram dois grandes discos prateados descerem das nuvens e cruzarem o horizonte, e que o cinegrafista da expedição filmou uns 10 segundos. O filme não está reproduzido no livro, e as passagens sobre o caso divergem em local e datas.
Abrir o caso
IlustraçãoO relatório privado da NICAP guardado pela CIA conta que os cinco tripulantes de um trem de carga da ferrovia Monon viram quatro luzes brancas cruzarem à frente da locomotiva, percorrerem o trem de ponta a ponta e segui-lo por cerca de 70 minutos, afastando-se quando o chefe do trem apontou para elas uma lanterna forte. Os tripulantes foram entrevistados por Frank Edwards, membro do conselho da entidade.
Abrir o casoO relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir de um artigo da revista True de março de 1950, um caso em que dois objetos circulares teriam surgido logo depois do lançamento de um míssil em White Sands, subido atrás dele, atravessado o jato do motor e o ultrapassado. Segundo a NICAP, cinco postos de observação viram a cena, e o chefe da equipe de rastreamento da Marinha confirmou o caso.
Abrir o casoO relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir de um livro do próprio explorador, um avistamento de 1926: enquanto observavam uma águia, Nicholas Roerich e membros de sua caravana viram, muito acima, um objeto oval e brilhante que seguia para o sul em alta velocidade e depois virou para sudoeste. A NICAP usa o caso para argumentar que os OVNIs não poderiam ser aparelhos secretos do pós-guerra.
Abrir o caso
Diagrama de relatório privado (NICAP)Segundo a NICAP, dois funcionários da Administração de Aeronáutica Civil viram um objeto redondo e achatado passar sobre o aeroporto de Terre Haute em 15 segundos, e dois minutos depois um piloto particular perto de Paris, Illinois, encontrou um objeto parado que disparou quando ele se aproximou. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.
Abrir o caso
Desenho de testemunha reproduzido pela NICAPO desenhista Gordon Higgins, que fora operador de torre e controlador de voo na Força Aérea, viu da estrada um objeto branco e brilhante descer devagar e depois disparar na horizontal, deixando faíscas e mudando para laranja. O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, publica o desenho que ele fez da cena.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO capitão Alvah M. Reida, comandante de um B-29, relatou à NICAP que, depois de bombardear Palembang, um objeto esférico vermelho ou laranja, com halo, acompanhou seu avião a 500 jardas por cerca de oito minutos, repetindo cada manobra evasiva. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO capitão Jack Puckett, oficial de segurança de voo do Comando Aéreo Tático, contou à NICAP que, a caminho de MacDill, ele, o copiloto e o mecânico viram um objeto longo e cilíndrico, do dobro do tamanho de um B-29, com vigias luminosas e um jorro de fogo atrás. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo uma reportagem do Cleveland Press de 1952 resumida pela NICAP, o tenente George Kinman contou que um disco branco, oval e grosso, do dobro do tamanho do seu caça, veio de frente várias vezes durante 5 a 10 minutos, passando rente à hélice e, na última vez, sobre a cabine.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo uma carta de Don Widener, então sargento que registrava avistamentos para o Projeto Blue Book em MacDill, o radar da base captou um objeto a 40.000 pés, e um B-29 pilotado por um coronel o procurou até a meia-noite, viu uma luz branca em forma de bola de futebol americano e a perdeu quando tentou persegui-la.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO primeiro-tenente Edward B. Wilford III, instrutor de jato, relatou à NICAP que num voo de teste num T-33 viu um objeto marrom em forma de charuto, com um rastro de condensação sempre do mesmo tamanho, circular a base de Laredo e sumir a noroeste, sempre muito acima dele. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPA seção sobre Exército, Marinha e fuzileiros do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, narra uma série de relatos de oficiais e pilotos navais. Este dossiê reúne os dez que a NICAP descreve em parágrafo próprio e que não têm dossiê separado no portal.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPA seção V do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, organiza relatos de pilotos em três tipos: objetos geométricos, luzes que manobram e objetos em forma de charuto. Este dossiê reúne dezesseis casos de pilotos de linha aérea, particulares e um da Guarda Nacional que não têm dossiê próprio no portal.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo um livro do químico Wells Alan Webb, citado pela NICAP, o geólogo John Zimmerman e o engenheiro civil Charles Fisher viram três discos prateados cortarem o rastro de condensação de um avião de asas enflechadas e darem voltas verticais em torno dele. O relato chega por uma cadeia de fontes: a NICAP reproduz o livro, e não um depoimento assinado pelas testemunhas.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPWalter N. Webb, mais tarde conferencista-chefe de astronomia do Planetário Hayden, em Boston, mostrava estrelas a dois meninos num acampamento quando viu uma luz amarela ou amarelo-avermelhada seguir para oeste num trajeto ondulado, baixo sobre os morros. Ele descartou um reflexo numa camada de inversão térmica e disse não conhecer nada que se movesse assim.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO químico Wells Alan Webb contou em livro, citado pela NICAP, que viu com dois passageiros uma luz trêmula pairar sobre um avião num campo de aviação e subir até sumir, e que o meteorologista local descartou o balão que soltara. Em maio, viu um objeto branco mudar de rumo e de forma e notou anéis escuros em volta dele, visíveis só com os seus óculos Polaroid.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO astrônomo lunar britânico H. Percy Wilkins contou em livro, resumido pela NICAP, que viu de um avião dois objetos ovais cor de latão polido, aparentemente parados sobre nuvens cúmulos, e um terceiro, cinzento, que acelerou e sumiu atrás de outra nuvem. Pelo tamanho aparente e pela distância que estimou, calculou cerca de 50 pés de diâmetro.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPFrank Halstead, ex-curador do Darling Observatory, da Universidade de Minnesota, contou a um conselheiro da NICAP que ele e a mulher viram de um trem um objeto em forma de charuto, que estimou em 800 pés, seguir paralelo à serra e ser alcançado por um disco com cúpula. Depois de alguns minutos, os dois subiram e sumiram em segundos.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPNuma carta reproduzida pela NICAP, o fotógrafo de aviação Dick Beemer, da North American Aviation, conta que ele e os cinegrafistas Carlos Garcia e Gene Pichler viram por quase dez minutos, sobre Edwards, objetos esbranquiçados que pairavam e davam voltas rápidas uns em torno dos outros. Tinham uma câmera de cinema em cores, mas esperaram os objetos saírem da direção do Sol, e eles se afastaram antes.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPQuatro engenheiros da Rocketdyne que voltavam de carro para Canoga Park viram três objetos brilhantes cruzarem a estrada no céu, um oval quase em forma de charuto e dois menores, quase redondos, que mantiveram a formação em V enquanto aceleravam e subiam. Um deles, Harold R. Lamb Jr., preencheu o formulário da NICAP; a entidade liga o caso a outro relato da mesma tarde, feito do ar.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO meteorologista brasileiro Rubens J. Villela, depois empregado no Centro Goddard da NASA, viu do convés do quebra-gelo americano Glacier um corpo luminoso em forma de lágrima, multicolorido, cruzar o céu devagar, dividir-se em dois e sumir de repente após cerca de dez segundos. Ele anotou no diário e depois preencheu o formulário da NICAP, que reconhece no fenômeno traços de meteoro e traços que não combinam com um.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPNa noite de 25 de outubro de 1962, o delegado de Cedaredge, Ed Marah, e o policial estadual Richard Kuta observaram de binóculo dois objetos brilhantes que mudavam de cor, segundo a NICAP. A despachante da polícia no fórum de Delta, Helen G. Mitchell, confirmou ter visto pela janela um objeto branco que piscava, ficou vermelho e pairou por cerca de 25 minutos.
Abrir o caso
Diagrama (relatório NICAP)Segundo a NICAP, o zoólogo Ivan T. Sanderson viu um disco chato dar voltas sobre o Delaware Water Gap, aparecendo ora de perfil, como linha fina, ora oval ou redondo, até partir em alta velocidade para oeste. O relatório publica um diagrama com oito posições numeradas do objeto acima da garganta do rio.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, dois operadores de radar de uma estação de rastreamento de mísseis em White Sands captaram um objeto rápido na manhã de 14 de julho de 1951, enquanto um rastreador via com binóculo um objeto grande perto de um B-29. Um terceiro observador teria feito 200 pés de filme de 35 mm, que nunca foi divulgado.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta uma sequência de 1º de julho de 1952 atribuída ao chefe do projeto de óvnis da Força Aérea: objetos prateados vistos sobre Boston, dois alvos de radar que pairaram e partiram para sudoeste em Fort Monmouth e um objeto acinzentado sobre Washington. Segundo o texto, nenhum dos avistamentos foi explicado.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPNo relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o sargento William Kelly conta que a estação de radar da Força Aérea em Yaak, Montana, captou seis alvos que mudavam de direção em curvas de 90 graus e que a equipe saiu e viu seis objetos trocando de formação. A velocidade calculada pela equipe foi de 1.400 a 1.600 milhas por hora.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, reproduz uma mensagem da estação de radar da zona de identificação de defesa aérea de Albuquerque, interceptada por acaso em Chicago, sobre nove objetos esféricos de luz verde parados a 24.000 pés e depois em deslocamento a cerca de 2.600 milhas por hora. Os números, segundo a mensagem, vieram de triangulação.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPNo relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o major reformado Edwin A. Jerome conta que, no verão de 1948, os radares de aproximação americano e canadense de Goose Bay captaram um alvo a cerca de 9.000 milhas por hora durante a visita de uma comitiva de inspeção, e que no dia seguinte mostraram um objeto quase parado a 45.000 pés. A explicação oficial, segundo ele, foi meteoro e depois "gaivotas de grande altitude".
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, Jay Rees viu e fotografou em San Francisco um objeto circular e muito luminoso que cruzou o céu para oeste contra o vento. Depois de análises de dois consultores e de técnicos de balões da General Mills, a NICAP concluiu que o objeto provavelmente era um grande balão de pesquisa de plástico a 60.000 pés ou mais.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, examina dois filmes coloridos feitos por Ray Stanford e um amigo em Corpus Christi, em 28 de julho de 1959. A NICAP concluiu que os filmes são registros autênticos de algum objeto no céu, mas que não confirmam o relato verbal de quatro objetos em forma de charuto e de um disco lançado por um deles.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPNuma declaração de 1963 publicada no relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o biólogo Craig Phillips, ex-curador do Miami Seaquarium, conta que por mais de duas horas viu fios finos como teia caírem do céu sobre o barco de coleta, sem aranhas. Ele guardou alguns num frasco, mas no laboratório não havia mais nada. Ninguém relatou óvni.
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Recorte de jornalO relatório privado The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, cita uma formação de objetos circulares prateados vista sobre a base aérea de Porto Alegre em 24 de outubro de 1954 e reproduz um despacho de agência sobre o comunicado da base. Segundo o despacho, o comando disse que os objetos não eram astros nem balões e pediu investigação ao Ministério da Aeronáutica.
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DesenhoNo relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, o engenheiro naval Will Jansen relata ter visto em Kerkrade, na noite de 6 para 7 de agosto de 1952, um disco com superestrutura que desceu, pairou e fez ziguezague, e depois um segundo disco que se inclinou e subiu na vertical. A página traz um desenho do primeiro objeto.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPSegundo o relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, os controladores Horacio Alora e Mario Pezzutto viram em Ezeiza, na madrugada de 22 de dezembro de 1962, um grande objeto redondo e incandescente na cabeceira de uma pista, depois que o comandante de um DC-8 e um piloto argentino perguntaram pelo rádio o que era aquilo. O objeto subiu uns dez metros, pairou e partiu para nordeste.
Abrir o caso
Página do relatório NICAPO relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, conta que o tenente-aviador J. R. Salandin, num caça Meteor saído de North Weald, quase colidiu de frente em 4 de outubro de 1954 com um objeto enorme e metálico, que desviou no último segundo. Em 1957, segundo a NICAP, o Ministério do Ar britânico recusou-se a dar qualquer informação sobre o caso.
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Página do relatório NICAPA seção de relatos estrangeiros do relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, abre com o Canadá e o Alasca: quatro casos de 1957 a 1960, entre eles uma luz vermelha que pairou sobre a base de St. Hubert e um tubo prateado que soltava chama sobre Nome, e uma série de declarações da Força Aérea canadense e do governo. É um conjunto de resumos curtos, com fontes de imprensa e cartas.
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Página do relatório NICAPO relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne sete relatos de pilotos no Brasil entre 1954 e 1961, dois deles com efeitos em aviões: motores falhando e luzes enfraquecendo num C-47 da Varig perto de Joinville e três equipamentos queimados num C-46 perto de Araranguá. São resumos curtos baseados em jornais brasileiros e em relatórios obtidos por pesquisadores do país.
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Página do relatório NICAPO relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, resume relatos do México, da América Central e de países sul-americanos de língua espanhola, de 1950 a 1962: dois objetos sobre o aeroporto de Córdoba relatados pelo chefe da meteorologia, um carro que perdeu os faróis perto de Lima, um piloto uruguaio que sentiu calor intenso na cabine e cinco casos venezuelanos com pilotos e um professor.
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Página do relatório NICAPO relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne relatos europeus de 1952 a 1962: controladores de Le Bourget, radar em Orly e numa estação italiana, um piloto holandês de F-86 que armou um míssil contra um objeto, um Viscount da Aer Lingus que cruzou com um globo marrom e respostas evasivas de governos. São resumos curtos com fontes de imprensa, livros e cartas.
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Página do relatório NICAPO relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, resume relatos da África e da Ásia: um meteorologista que acompanhou um objeto com teodolito em Upington em 1954, holofotes militares apontados para um cilindro no Transvaal em 1957, um disco sobre uma mina de mica na Índia e cinco alunas japonesas que desenharam o mesmo objeto em 1962.
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Página do relatório NICAPO relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne relatos da Oceania, da Antártida e do Pacífico: um piloto naval australiano acompanhado por dois objetos que o radar de Nowra mostrou, o ex-comandante da Força Aérea australiana, um filme de Port Moresby enviado à Força Aérea americana, um meteorologista brasileiro na Antártida e uma formação vista em 1959 por vários aviões a leste do Havaí.
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Página do relatório NICAPSegundo a cronologia da NICAP, auxiliares do xerife de Port Huron perseguiram uma luz branca piscante que voava baixo e às vezes parecia ter uma grande janela dividida. Quando piscaram o farol da viatura, surgiu no objeto uma luz vermelha piscante; ele se afastou para noroeste com ruído de motor.
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Página do relatório NICAPSegundo a NICAP, Blanche Pritchett ouvia rádio de madrugada quando uma luz forte atravessou as cortinas; lá fora, um grande disco azul-esverdeado pairava a noroeste e lançava um facho sobre um morro. O rádio desligou enquanto ela olhava e voltou a tocar quando o objeto se apagou e sumiu.
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Página do relatório NICAPSegundo a NICAP, uma família e a governanta observaram por mais de uma hora um objeto elíptico, aparentemente no chão junto à Molasses Pond, com luzes ao longo do corpo e fachos que às vezes subiam das pontas. As testemunhas foram entrevistadas por Walter N. Webb, consultor da entidade.
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Página do relatório NICAPSegundo a NICAP, dois coronéis da Força Aérea, ambos pilotos qualificados como comandantes, voavam num B-25 quando três objetos triangulares prateados, em V fechado, se aproximaram e passaram a menos de mil jardas, a mais de mil milhas por hora. A investigação não teria encontrado aviões nem balões na área, e o caso ficou como “desconhecido”.
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Página do relatório NICAPSegundo a NICAP, um entregador que fazia sua ronda às 4h15 se assustou com um objeto brilhante, laranja e vermelho, que se aproximou da caminhonete e passou a seguir à frente dela. O objeto acompanhou o veículo pela beira da estrada, sumiu atrás de um morro e não foi mais visto.
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Página do relatório NICAPA última página da cronologia da NICAP reúne relatos de um parágrafo do segundo semestre de 1963, enviados por testemunhas, colhidos por grupos locais da entidade ou tirados do resumo anual do Projeto Blue Book. Este dossiê junta os treze que não têm página própria no site.
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Croqui da testemunha (relatório NICAP)O arquiteto Russell M. Peirce contou à NICAP que, ao ouvir um rugido forte como de muitos motores, olhou para cima e viu um anel cor de chama com um pequeno disco brilhante encostado, que descia em direção à Terra, vacilou, inverteu o rumo e subiu como um disco prateado. A filha e outras três pessoas disseram ter ouvido o som; ele deixou um croqui assinado.
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