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1947, segundo o autor da carta (carta de 31/07/1952) / Havre, Montana, EUA, segundo a carta

Havre, Montana, 1947: homem diz ter visto um "disco" de 17 pés voar, feito por um inventor

Em julho de 1952, um ex-militar escreveu ao chefe de inteligência da Força Aérea dizendo que um inventor que conhecia desde 1929 tinha construído um aparelho em forma de disco, que ele próprio teria visto voar em Havre, Montana, em 1947. A Força Aérea pediu à contrainteligência que localizasse o autor para avaliar a história.

História da investigação
Data do evento
1947, segundo o autor da carta (carta de 31/07/1952)
Local
Havre, Montana, EUA, segundo a carta
Tema
História da investigação
Órgãos das fontes
DOW
Documentos
1 documento · 253 páginas
Leitura
9 min

FONTES DOCUMENTAIS · DOW

O que os registros contam

Em 31 de julho de 1952, dias depois das ondas de relatos sobre Washington, um homem que assinava H. D. Springer escreveu ao general John Samford, diretor de Inteligência da Força Aérea (grafado "Sanford" na carta). Apresentando-se como ex-militar, disse que achava conhecer o homem "responsável pelos discos voadores". Contou ter conhecido em 1929, num encontro de inventores em Long Beach, na Califórnia, um certo Samuel P. Jones, que tinha um motor que todos achavam uma fraude.

Segundo a carta, os dois se reencontraram no Pacífico Sul durante a Segunda Guerra, quando Jones era comandante de navio do Serviço de Transporte do Exército, e ficaram amigos. Jones teria dito que o governo riu de sua invenção e que o presidente Roosevelt a achou "mil anos à frente do tempo". Em 1947, Springer teria ido a Havre, Montana, a convite de Jones, e visto um aparelho "feito como um disco", com cerca de 17 pés (5 m) de diâmetro, controlado por um dispositivo feito da base de um telefone. "Isto eu vi com meus próprios olhos", escreveu.

Na descrição de Springer, o aparelho era redondo como um pires, tinha cauda como um avião e, ao balançar no ar, parecia às vezes um lápis, às vezes um ovo, às vezes um balão. Jones teria estimado a velocidade em 3 a 4 mil milhas por hora. Três meses depois, contou Springer, Jones escreveu que estava pronto para um teste, e dias depois ele ouviu falar pela primeira vez em discos voadores. Três semanas antes da carta, Jones teria avisado que faria voos sobre Baltimore, Washington e Alexandria.

Springer não deu endereço: disse morar em Detroit, sem residência fixa. Em 2 de setembro de 1952, a Diretoria de Inteligência pediu à contrainteligência da Inspetoria-Geral, que dirigia o OSI, que o localizasse e interrogasse para avaliar a confiabilidade da informação, a credibilidade de Jones e qualquer dado útil. O pedido diz que, se a afirmação do último parágrafo tivesse "qualquer fundamento", poderia ter importância para o projeto. O memorando interno resume que Jones teria previsto as aparições sobre Washington.

O arquivo não diz se Springer ou Jones foram encontrados, nem traz resultado da investigação. O relato é uma carta particular, com lembranças de 1929 a 1947 que ninguém confirmou, e a ligação entre o aparelho de Havre e os avistamentos de 1952 é uma dedução do próprio autor. O caso é um exemplo das cartas que chegavam ao Blue Book atribuindo os discos a inventores humanos, e do cuidado da Força Aérea em checar até alegações improváveis.

LEITURA DIRETA DO ARQUIVO

O documento, em português

Carta de particular preservada em arquivo do governo e memorandos do governo dos EUA. Traduzidas na íntegra as páginas físicas 249, 250, 247 e 248. Ficou fora a p. 251, carta anônima sobre Pebble Beach que tramitou junto mas trata de outro assunto e não tem observação própria. A referência à caixa postal do autor foi mantida só como 'em Detroit', sem número.

TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 249

Carta de H. D. Springer, primeira folha, página física 249

31 de julho de 1952. Ao major-general John Sanford, Departamento de Guerra, Washington, D.C. Senhor: General Sanford, todo mundo está falando dos discos voadores. Não sei como tive coragem de lhe escrever, mas acho que agora é minha vez de dar meu palpite. De um militar para outro, acho que posso falar com franqueza. Acho que conheço o homem responsável pelos discos voadores. É uma longa história, mas vou tentar ser o mais breve possível. Em 1929, num encontro de inventores em Long Beach, no Rainbow Pier, conheci um homem que se chamava, na época, Samuel P. Jones. Ele tinha um motor que todos achavam uma fraude. Ele explicava, mas ninguém acreditava nele, só eu. Então, como um bobo, tentei dar uma mão ao homem. Ele dizia que esse motor podia ser feito de qualquer tamanho ou potência e podia ser posto em navios, locomotivas, carros e aviões. Naquela época eu conhecia um médico em Long Beach que tinha uma clínica e um iate; levei esse Jones ao médico pensando que ele talvez o financiasse para fazer um motor para o iate. Depois de conversar um tempo com o homem, o médico não acreditou nele, achou que era maluco, e então esqueci completamente esse Jones até a Segunda Guerra Mundial. Encontrei o mesmo homem no Pacífico Sul, e ele era comandante de navio no Serviço de Transporte do Exército. Depois de vê-lo de novo e saber o cargo que ocupava, concluí que devia ser bem inteligente, não maluco. Fiquei muito amigo dele; andamos juntos por uns dois anos no Pacífico Sul, e de vez em quando ele falava da invenção. Perguntei por que, se a invenção era tão boa, o governo não a adotava. Ele me contou que tinha tentado fazer o governo adotá-la e riram dele, e que por fim conseguiu uma audiência com o presidente Roosevelt, e o presidente lhe disse que naquela época também tinha uma ideia no Congresso que, se não desse certo, levaria todos para o hospício. Disse-lhe também que a ideia dele estava mil anos à frente do tempo. Mais tarde, em 1947, recebi uma carta desse Jones pedindo que eu fosse vê-lo, e fui, em Havre, Montana. Ele tinha um avião que eu diria construído com esse motor; era o avião de aparência mais esquisita que já vi. Era feito como um disco, com cerca de 17 pés de diâmetro, e voava pelo ar com um controle feito da base de um telefone. Isto eu vi com meus próprios olhos. Ele disse que voaria tão rápido pelo ar que o ar derreteria, e eu perguntei "a que velocidade ele vai?"; ele disse que na verdade não sabia, mas calculava que fizesse de 3 a 4 mil milhas por hora.

Nota editorial: Conferido no fac-símile. Erros de digitação do original ('taling', 'coule', 'idean') mantidos no texto em inglês; a tradução segue o sentido. 'The most damnable looking plane' traduzido como 'de aparência mais esquisita'.

Conferir original em inglês
July 31, 1952. Major General John Sanford, War Department, Washington, D.C. Sir: General Sanford everybody is taling about the flying saucers I don't know how I ever got enough nerve to write you but I think it is my turn now to put in my nickels worth. As one serviceman to another I think I can talk frank with you. I think I know the man who is responsible for the flying saucers, it is a long story but I will try to make it as brief as possible. In 1929 at an inventor's meeting in Long Beach in the Rainbow Pier I met a man who called himself, at that time, Samuel P. Jones he had a motor that everyone thought was a fake. He would explain it to you but no one would believe him but me. So as a dumb cluck I tried to give the man a helping hand, he said that this motor could be made in any size or horsepower, could be put in ships, locomotives, cars and airplanes. At that time I knew a doctor in Long Beach who had a clinic and a yacht, I took this Jones to this doctor thinking that this doctor might finance him for a motor for his yacht. After the doctor talked to the man awhile, the doctor didn't beieve him, thought he was nuts, so then I forgot all about this man Jones until World War II. I met this same man in the South Pacific and he was a Skipper in the Army Transport Service. Then after seeing him again and knowing the position he held I took it for granted that he must be pretty smart, not nuts. I became very friendly with this man we chummed together for a coule of years in the South Pacifica and every once in awhile he would tak about his invention. I asked him if this invention was so good why is it that the Government wouldn't take it. This is what he told me, that he had tried to get the Government to take it and they laughed at him and he finally got an interview with President Roosevelt and the President told him that at that time he also had an idea before Congress that if it didn't work out they would all go to the insane asylum. He also told him that his idean was a thousand years ahead of time. Later in 1947 I got a letter from this Jones asking me to come to him, which I did, in Havre, Montana he had a plane that I would call built with this motor, this was the most damnable looking plane I have ever seen. It was made like a saucer, about 17 feet in diameter and it would fly through the air with a control made from the base of a telephone. This I saw with my own eyes. He said that it would fly so fast through the air that the air would melt, and I asked him "how fast will it go", he said actually he didn't know but would figure it made a speed of 3 to 4000 miles per hour.

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 249, contando a capa.

TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 250

Carta de H. D. Springer, segunda folha (cópia), página física 250

CÓPIA. Ao major-general John Sanford, 31 de julho de 1952, página 2. De novo, perguntei por que ele não fazia algo a respeito, e ele disse que era impossível. Perguntei também por que não patenteava a máquina, e ele me deu muitas razões: que cada peça da máquina já tinha sido inventada e que seria preciso um milionário para obter os direitos de patente dessa invenção. Perguntei ainda se não tinha medo de que alguém a roubasse, e ele me disse que o público era engraçado, que não enxergava além do próprio nariz, e que, se você tem um segredo que quer guardar, conte a todo mundo e ninguém vai acreditar. Cerca de três meses depois, recebi uma carta desse homem dizendo que estava pronto para fazer um teste; poucos dias depois ouvi falar pela primeira vez dos discos voadores. Desde então recebi muitas cartas desse Jones. Há cerca de três semanas recebi outra carta dele dizendo que, sobre Baltimore, Washington, Alexandria, Virgínia etc., ele ia mostrar ao mundo inteiro que sua invenção era possível. Então fui à American Broadcasting Company e a uns dois jornais e tentei contar essa história. Nem quiseram me ouvir, e aconteceu de novo. Se esse Jones não é o inventor do disco voador, como ele sabe com duas ou três semanas de antecedência quando eles vão voar? Acho que, se o senhor encontrar esse Jones, sei que vai esclarecer esta história fantástica. O endereço dele eu não sei, mas ele me escreve para minha caixa postal em Detroit, Michigan, e recebo a carta talvez duas ou três semanas depois. Quando vi o avião, ou como quiser chamá-lo, no ar, ele ia tão rápido que mal se conseguia vê-lo. Era redondo como um pires, tinha cauda como um avião e, quando balançava no ar (como eu diria), às vezes parecia um lápis, às vezes um ovo, e às vezes um balão; então o senhor segue daqui. Use seu próprio juízo; tem minha permissão para fazer o que quiser com esta carta. Meu nome é H. D. Springer, não tenho endereço fixo, mas moro em Detroit; volto para o leste hoje à noite, às 9 horas. Atenciosamente, H. D. Springer

Nota editorial: Conferido no fac-símile. 'Alexander Virginia' no original; provavelmente Alexandria, Virgínia. O número da caixa postal não aparece nesta folha.

Conferir original em inglês
COPY. Major General John Sanford, July 31, 1952, Page 2. Again, I asked him why he didn't do something about it and he said it was impossible. I also, asked him why he didn't patent this machine and he gave me many reasons, that each and every part about the machine had already been invented and it would take a millionaire to procure the patent rights to this invention. I also asked him wasn't he afraid that someone would steal it from him and he told me that the public was funny that they couldn't see no further than the nose on their face and that if you had a secret that you wanted to keep to tell everybody and nobody would believe you. About three months later I received a letter from this man telling me that he was ready to make a test, a few days later was the first time I heard about the flying saucers. Since that time I have received many letters from this man Jones. About three weeks ago I received a letter from him again telling me that over Baltimore, Washington, Alexander Virginia, etc., that he was going to let the whole world know that his invention was possible. Then I went to the American Broadcasting Company, a couple of newspapers and tried to tell them this story. They wouldn't even listen to me and it has happened again. If this man Jones is not the inventor of the flying saucer how is it that he knows two or three weeks ahead of time when they are going to fly? I think that if you will find this man Jones, I know you will get this fantastic story straightened out. His address I do not know but he writes me to my box in Detroit, Michigan and I receive a letter maybe two or three weeks later. When I saw the plane or whatever you want to call it, in the air, it would go so fast you would hardly see it. It was round like a saucer, had a tail like a plane, and when it would sway (as I would say) in the air sometimes it would look like a pencil, sometimes like a egg, and again it would look like a balloon so you take it from here. Use your own judgment, you have my permission to do anything you want with this letter. My name is H. D. Springer, I have no permanent address but I live in Detroit, I am going back east tonight at 9 o'clock P.M. Sincerely yours, H. D. Springer

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 250, contando a capa.

TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 247

Pedido à contrainteligência, 02/09/1952, página física 247

[RESTRITO] (Não classificado) Correspondência sobre "discos voadores". À Divisão de Contrainteligência, Diretor de Investigações Especiais, Inspetoria-Geral. Da Vice-Diretoria de Estimativas, Diretoria de Inteligência. [carimbo: 2 SET 1952] Major Fournet, AFOIN-2A2. 1. O anexo 1 é encaminhado para possível ação investigativa. Como o sr. Springer não dá endereço, é impossível corresponder-se com ele e pedir informações adicionais. Por isso, pede-se que sejam tomadas providências para localizar e interrogar o sr. Springer a fim de determinar (a) a confiabilidade da informação do anexo 1, (b) a credibilidade de seu informante, um certo Samuel P. Jones, e (c) qualquer informação adicional que possa ter relação com a investigação e a análise de inteligência dos "discos voadores". Se as afirmações do sr. Springer em seu último parágrafo tiverem qualquer fundamento, isso poderia ter importância para o projeto. 2. O anexo 2 é encaminhado para sua informação e para a ação que julgarem adequada. O recorte mencionado não foi recebido. 2 anexos: 1. Carta de H. D. Springer de 31 jul. 52 2. Carta anônima sem data. /ass./ William W. Wilcox, coronel, USAF, chefe do Grupo de Política e Gestão. [índice manuscrito: X095 Jones, Samuel P.; X095 Springer, H. D.; X350.05 Projetos]

Nota editorial: Conferido no fac-símile. O anexo 2 é a carta anônima da p. 251, de outro assunto; o recorte de jornal que ela citava não chegou e não está no arquivo.

Conferir original em inglês
[RESTRICTED] (Unclassified) Correspondence Concerning "Flying Saucers". Counter Intelligence Div., Director of Special Investigations, The Inspector General. Deputy Director for Estimates, Directorate of Intelligence, DCS/O. [stamp: SEP 2 1952] Maj Fournet, AFOIN-2A2. 1. Inclosure 1 is forwarded for possible investigative action. Since Mr. Springer gives no address, it is impossible to correspond with him and ask for additional information. Therefore, it is requested that steps be taken to have Mr. Springer located and questioned in order to determine (a) the reliability of the information in Inclosure 1, (b) the credibility of his informer, one Samuel P. Jones, and (c) any additional information which may have a relation to the intelligence investigation and analysis of "flying saucers". If Mr. Springer's claims in his last paragraph have any foundation whatsoever, it could have an important bearing on the project. 2. Inclosure 2 is forwarded for your information and any action considered appropriate. The clipping referred to was not recieved. 2 Incls: 1. Ltr fr H.D. Springer dtd 31 July 52 2. Ltr fr Anonymous not dtd. /s/ William W. Wilcox, Colonel, USAF, Chief, Policy and Management Group. [handwritten index: X095 Jones, Samuel P.; X095 Springer, H.D.; X350.05 Projects]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 247, contando a capa.

TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 248

Memorando para registro, página física 248

[RESTRITO] MEMORANDO PARA REGISTRO. PROBLEMA: 1. Preparar encaminhamento ao OSI. FATOS E DISCUSSÃO: 2. Numa carta pessoal ao general Samford, o sr. H. D. Springer transmite informações sobre as atividades de um certo Samuel P. Jones, que se diz conhecedor completo dos "discos voadores". Segundo o sr. Springer, esse sr. Jones previu, algum tempo antes, a recente aparição de objetos não identificados sobre Washington, D.C., e arredores. Deseja-se que o sr. Springer seja contatado para apurar certas informações de interesse do Projeto Blue Book. 3. Outra carta, de origem anônima, insinua que há alguma atividade incomum num set de filmagem na Califórnia. Deseja-se encaminhar essa carta ao OSI para a ação que julgarem justificada. 4. O encaminhamento fará as remessas mencionadas acima. 5. O assunto não será incluído no Resumo Diário do Estado-Maior. AÇÃO RECOMENDADA: 6. Aprovação, assinatura e envio do encaminhamento anexo. COORDENAÇÃO: cel. I. W. Wolfe, AFOIN-2A2; cel. W. A. Adams, AFOIN-2A; cel. J. J. Morrow, AFOIN-2.

Nota editorial: Conferido no fac-símile. Ramais telefônicos internos omitidos.

Conferir original em inglês
[RESTRICTED] MEMORANDUM FOR RECORD. PROBLEM: 1. To prepare R&R to OSI. FACTS AND DISCUSSION: 2. In a personal letter to General Samford, Mr. H. D. Springer conveys information concerning the activities of one Samuel P. Jones who has professed complete knowledge of the "flying saucers". According to Mr. Springer, this Mr. Jones predicted the recent appearance of unidentified objects over Washington, D.C. and vicinity some time before it occurred. It is desired to have Mr. Springer contacted to determine certain information bearing on Project Blue Book. 3. Another letter of anonymous origin intimates that there is some unusual activity on a movie set in California. It is desired to refer this letter to OSI for any action they consider warranted. 4. The R&R will accomplish the referrals mentioned above. 5. Subject matter will not be included in the Daily Staff Digest. ACTION RECOMMENDED: 6. Approval, signature and forwarding of attached R&R. COORDINATION: Col I. W. Wolfe, AFOIN-2A2; Col W. A. Adams, AFOIN-2A; Col J. J. Morrow, AFOIN-2.

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 248, contando a capa.

Datas e contexto documental

Acontecimento
1947 — Ano da visita a Havre, segundo a carta; mês e dia não informados.
Documento
31/07/1952 — Carta de 31/07/1952; pedido ao OSI carimbado em 02/09/1952.
Publicação
Não estabelecida — Arquivo liberado pelo Departamento de Guerra no lote DOW-UAP (release 06); a data de liberação não aparece nas páginas.

Origem e divulgação

Carta de H. D. Springer (particular); Força Aérea dos EUA, Diretoria de Inteligência (AFOIN-2A2, Divisão Tópica); Projeto Blue Book · DOW-UAP-D105_US-Air-Force-Flying-Discs-File-September-December-1952.pdf

Páginas físicas 247, 248, 249 e 250 conferidas no fac-símile; p. 251 consultada no texto extraído e excluída por tratar de outro assunto.

Perguntas para continuar a investigação

  • O OSI chegou a localizar H. D. Springer ou Samuel P. Jones, e o que apurou?

GEOGRAFIA DO CASO

Havre, Montana

Referência aproximada à cidade citada na carta, posicionada pela redação. Não indica o local exato da suposta demonstração.

RASTRO DOCUMENTAL

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As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.

  1. DOW-UAP-D105_US-Air-Force-Flying-Discs-File-September-December-1952.pdf

    Páginas físicas 249 e 250: carta de H. D. Springer ao general Samford, 31/07/1952 (a p. 250 é cópia datilografada da segunda folha) · Página física 247: pedido da Diretoria de Inteligência à contrainteligência (OSI), 02/09/1952 · Página física 248: memorando para registro que resume a carta

    DOW · 253 páginas

Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.

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DOW

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