Registro divulgadoAs luzes que voltavam
Anos de registros, uma visita de agentes do FBI e luzes que reapareciam junto às árvores.
Abrir o casoATLAS DE RELATOS
De um eco no radar a marcas no deserto. Escolha uma história e siga as conexões.
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Registro divulgadoAnos de registros, uma visita de agentes do FBI e luzes que reapareciam junto às árvores.
Abrir o casoVigilância terrestre, observadores e câmeras entram na mesma história, perto de uma instalação nuclear.
Abrir o caso
Registro divulgadoUm registro infravermelho e um relatório de curvas de 90 graus: duas peças para explorar lado a lado.
Abrir o casoUm oficial relata aproximação, divisão de um objeto e luzes sobre o rotor. Uma narrativa extraordinária de duas páginas.
Abrir o caso
Reconstituição oficial · FBI / Governo dos EUASeis agentes, dois dias e uma análise que preserva parte dos episódios sem explicação plausível.
Abrir o casoMilitares descrevem uma forma branca, parcialmente translúcida, com padrões que pareciam se mover.
Abrir o casoPontos luminosos atravessam o céu. O filme abre décadas de cálculos, pareceres e interpretações concorrentes.
Abrir o casoEcos terrestres, radares de dois caças F-86D e uma tentativa de interceptação que terminou sem identificação visual.
Abrir o casoUm relatório de missão registra possíveis UAP, objetos brancos no infravermelho e produção de vídeo.
Abrir o casoLuzes que giravam e mudavam de cor aparecem em um informe de inteligência sobre um objeto discoide.
Abrir o casoUma página no fim de um relatório descreve dois objetos redondos em imagem térmica.
Abrir o casoO vídeo de um possível UAP aparece em uma missão com horários e ocorrências operacionais preservados.
Abrir o casoUm encontro alegado leva um boné ao laboratório do FBI. O exame material guarda detalhes surpreendentes.
Abrir o casoUma criatura, um suposto pouso e amostras de solo: um dos relatos mais singulares do arquivo.
Abrir o casoEm 1947, o comando de material aéreo tratou o fenômeno relatado como uma questão que merecia estudo detalhado.
Abrir o casoO relato de Lonnie Zamora encontra uma investigação de campo, depressões no terreno e vegetação queimada.
Abrir o casoOperadores de radares descrevem alvos difíceis de acompanhar e uma sequência de movimento incomum.
Abrir o casoRelatos de interceptação e referências a fotografias de telas de radar abrem uma trilha documental.
Abrir o casoUm relatório descreve um objeto em forma de bola, descida e passagem segura, com velocidade estimada.
Abrir o casoOutro episódio operacional permite comparar sensores, duração e descrições no mesmo cenário geográfico.
Abrir o casoChiles–Whitted e Gorman: narrativas aéreas marcantes e testemunhos de alcances diferentes.
Abrir o casoUm número extraordinário no papel leva à pergunta central: como foi calculado?
Abrir o casoO depoimento de Richard Russell preserva uma história incomum em meio à Guerra Fria.
Abrir o casoVisão e radar aparecem em uma sequência de episódios que precisam ser acompanhados separadamente.
Abrir o casoUma tripulação de KC-97 relata observação aérea e contato radar aparentemente correspondentes.
Abrir o casoDepoimentos de uma base de testes registram mais de um episódio e diferentes observadores.
Abrir o casoLuzes intensas e trajetórias breves mobilizam uma conferência e hipóteses concorrentes.
Abrir o casoUm recorte de imprensa preservado no FBI descreve rastreio radar e uma breve observação visual.
Abrir o casoEstimativas extraordinárias, fotografias de radar e memorandos da CIA registram uma investigação com interpretações concorrentes.
Abrir o caso
Tela de sensor · Governo dos EUADurante um treinamento, uma tripulação registra cerca de 25 observações, objetos em grupos e velocidades estimadas no sistema operacional.
Abrir o caso
Registro divulgado · Governo dos EUAUm relatório de missão descreve seis pequenos objetos agrupados e mudanças simultâneas de direção; o vídeo oficial permite explorar a sequência.
Abrir o casoUma notícia sobre uma esfera metálica em Conde mobiliza consultas americanas e deixa uma sequência de documentos diplomáticos sobre o Brasil.
Abrir o casoUm funcionário de laboratório aeronáutico observa com binóculos um objeto cuja superfície parecia manchada. O desenho entrou em um relatório oficial.
Abrir o casoDois tripulantes relatam um disco com luz intermitente e aberturas inferiores de brilho violeta, em uma passagem diante de um avião comercial.
Abrir o casoUm músico a caminho do trabalho descreve janelas azuladas, uma figura humana e pequenas hélices na borda de um objeto próximo ao solo.
Abrir o casoDois astronautas descrevem uma cortina de luz durante a Gemini IV. Leia o diálogo preservado pela NASA, com trechos traduzidos e páginas para conferência.
Abrir o casoUm ex-prisioneiro descreveu ao FBI uma enorme máquina circular e panes de trator. O expediente preserva sua lembrança de 1944 em entrevista de 1957.
Abrir o casoUm alvo acompanhado por radar de busca aérea, sem indicação no radar de superfície. O checklist preserva distâncias, horário e uma posição de referência.
Abrir o casoRetornos reaparecem no radar de aproximação, percorrem um arco amplo e lembram uma aeronave alinhada à pista. Um resumo guarda horários e referências geográficas.
Abrir o casoMais de duas horas de contato com um possível UAP oval: uma troca de e-mails da Força Aérea registra a duração e abre uma trilha para buscar os dados originais.
Abrir o casoTrês tripulações militares descrevem uma aeronave que acelera e sobe, deixando rastros. Leia a mensagem da USAFE e a hipótese registrada pelos próprios observadores.
Abrir o casoUm memorando militar americano registra uma hipótese de origem fora da Terra atribuída a interlocutores suecos e uma busca naval em um lago. Leia as passagens traduzidas.
Abrir o casoEm comentário sobre relatos recorrentes de discos voadores, o informe afirma que, durante a semana anterior, um objeto foi observado pairando sobre a Base Aérea de Neubiberg por cerca de trinta minutos. Não informa dia, hora, observador, características visuais ou resultado de investigação.
Abrir o casoMary L. Herren informou que fotografias tiradas perto de Jefferson entre 5 e 12 de novembro de 1946 mostravam marcas no céu que ela não se lembrava de ter visto no momento, mas que considerava possivelmente discos voadores.
Abrir o casoA Eleventh Air Force encaminhou informação que diz ter recebido em 27 de maio de 1948 do agente especial do FBI D. K. Brown, em Cleveland. O memorando situa um avistamento em Hobson, Ohio, na noite de 8 de maio; enumera testemunhas ligadas ao sistema ferroviário e registra que o número de objetos era desconhecido para o quartel-general.
Abrir o casoEm memorando datado de 11 de março de 1948, a Fourth Air Force relata informação recebida por telefone do escritório do xerife em Bakersfield. O informe atribui a Les Buchner uma observação, em 5 de março entre 16h10 e 16h55, de dois objetos que pareciam cair de origem desconhecida.
Abrir o casoO mesmo memorando de 11 de março registra separadamente uma observação atribuída a Denio, funcionário da Pacific General Electric Company em Bakersfield. Segundo o informe, dois objetos de origem desconhecida caíram ao norte da cidade em 8 de março de 1948; um parecia estar em chamas e deixava fumaça vermelha e preta.
Abrir o casoNa transcrição, Houston pergunta se o objeto avistado por Borman era o booster ou uma observação natural. Borman responde que há “debris” e chama a ocorrência de avistamento real; informa que também vê o booster e descreve centenas de pequenas partículas passando à esquerda, estimadas visualmente em cerca de três ou quatro milhas. A fala qualifica a distância como aparente e contém trecho marcado como garbled.
Abrir o casoMensagem de 4 de março de 1945 retransmite informe do HQ Ninth Tactical Air Command datado de 1º de março: um cilindro cor de alumínio, estimado em 12 pés de comprimento e 1 pé de diâmetro, teria sido visto a 9.000 pés. Parecia suspenso verticalmente, com pequenas aletas e uma haste saindo da extremidade inferior.
Abrir o casoVoando a 1.000 pés, piloto relatou às 18h40 luz vermelha grande a 2.000 pés, seguindo para leste, a velocidade estimada em aproximadamente 200 mph.
Abrir o casoTripulação a 800 pés descreveu cinco ou seis luzes vermelhas e verdes piscando em T. Primeiro pensou em fogo antiaéreo; cerca de dez minutos depois, as mesmas luzes estariam mais próximas e atrás, acompanhando curvas para bombordo e estibordo, aproximando-se da posição de oito horas e a 1.000 pés. Sumiram após vários minutos.
Abrir o casoÀs 06h00, tripulação viu duas luzes vindo do solo. Ao alcançar altitude do avião, nivelaram e ficaram na cauda por cerca de dois minutos; depois se afastaram e se apagaram. Pareciam um brilho laranja grande e, na avaliação da tripulação, moviam-se sob controle.
Abrir o casoExtrato registra chamas avermelhadas a distância considerável, a aproximadamente 10.000 pés; sem orientação, duração ou número de fontes.
Abrir o casoNa noite de 23–24 de dezembro de 1944, a cerca de dez milhas ao sul de Point X (Q6745), observador relatou um objeto vermelho brilhante a aproximadamente cinco milhas a nordeste, subindo em linha reta. O extrato diz que a aparência mudou subitamente para a visão de uma aeronave fazendo uma manobra “wing over”, entrando em mergulho e desaparecendo. A redação não demonstra transformação física de um objeto em outro.
Abrir o casoÀs 01h45, relataram dois rastros amarelos de chama ao nível do avião, a cerca de 3.000 pés a bombordo, além de bolas vermelhas que teriam permanecido por dez segundos, a cerca de 45 milhas. Rastros sumiram após mudança de rumo e perda de altitude. GCI respondeu não haver aeronave inimiga. Tripulação também notou grupos de luzes em linhas semelhantes a flechas e sentiu o que pensou ser turbulência de hélice; o texto não estabelece uma fonte comum.
Abrir o casoEm patrulha no vetor 090 perto de V-7050, o extrato registra luzes brancas escalonadas verticalmente a intervalos uniformes. Diz que se podiam ver de uma a quatro “swing at once” e que pareciam estacionárias a 10.000 pés. A expressão foi conservada como oscilação, com a ambiguidade da redação indicada na tradução.
Abrir o casoLuz à mesma altitude teria se aproximado a cerca de 100 pés e continuado a seguir a aeronave por cinco minutos, apesar de ação evasiva; depois subiu rapidamente e saiu de vista.
Abrir o casoDurante patrulha em rumo norte, luzes laranja suspensas moviam-se lentamente e desapareciam; vistas sozinhas e em pares quatro ou cinco vezes, sem horários separados.
Abrir o casoNa noite de 27–28 de dezembro de 1944, a oito milhas a nordeste de Lunéville, às 19h10, o extrato registra três conjuntos de três luzes vermelhas e brancas. Menciona luzes a estibordo e bombordo, a 1.000–2.000 pés atrás, aproximando-se, com a aeronave em Angels 10. A sequência diz “Pulled up to Angels 8” e que as luzes se apagaram; a aparente inconsistência entre subir e a numeração menor foi preservada. A consulta a Churchman sobre haver algo na área recebeu resposta negativa.
Abrir o casoTripulante viu grupo de luzes voando a 30–40 milhas a leste da base durante voo a Angels 9–10; forma, cor e identificação não foram descritas.
Abrir o casoO extrato apenas menciona “foo fighters” ao norte de Strasbourg e Saverne; não informa número, aparência, hora ou observador.
Abrir o casoÀs 20h00, relataram brilho laranja no céu, estimado em cerca de cinco pés de diâmetro, a 6.000 pés. Método e distância do brilho não são informados.
Abrir o casoPor volta de 00h10, luzes âmbar a estibordo e atrás estariam uma 20–50 pés acima da outra, duraram cerca de 30 segundos e acompanharam a aeronave a aproximadamente 1.000 pés. Apagaram quando Travel 34 virou em sua direção. Tamanho estimado em cerca de um pé.
Abrir o casoSegundo o depoimento de Hervé Giraud ao COMETA, em 7 de março de 1977, por volta de 21h locais, ele e seu navegador retornavam de missão noturna num Mirage IV, sobre Dijon, a 9.600 m e Mach 0,9. Viram brilho intenso à direita, na mesma altitude, aproximando-se em aparente rota de colisão. O controlador militar de Contrexéville informou não ter contato correspondente e pediu verificação do oxigênio.
Abrir o casoO COMETA reproduz depoimento escrito de piloto inicialmente anônimo, identificado depois como Claude Bose. Em 3 de março de 1976, ele fazia voo noturno solo de instrução em T-33, na rota Rennes–Nantes–Poitiers–Tours, a 6.000 m e cerca de 460 km/h, sob céu sem nuvens.
Abrir o casoSegundo o COMETA, às 13h14 de 28 de janeiro de 1994, Jean-Charles Duboc, Valérie Chauffour e o chefe de cabine observaram o fenômeno durante voo Nice–Londres a 11.900 m. Primeiro o compararam a balão ou aeronave em curva. O relatório apresenta distância visual estimada em 50 km e inferência posterior de tamanho em torno de 250 m, dependente da correlação proposta com o radar.
Abrir o casoO COMETA reúne relatos de radar e observações visuais nas bases de Bentwaters e Lakenheath na noite de 13–14 de agosto de 1956. Descreve uma passagem leste–oeste às 22h55, com velocidade aparente estimada pelo radar entre 2.000 e 4.000 mph, acompanhada de relatos de luz pela torre e por piloto de transporte.
Abrir o casoO COMETA situa o episódio do RB-47 em 17 de julho de 1957 e resume entrevistas feitas com seis tripulantes em 1969. A aeronave, em treinamento no sul dos EUA, transportava equipamento de detecção de emissões de radar. Esse equipamento indicava características e direção dos sinais; o próprio texto ressalva que não fornecia a distância da fonte.
Abrir o casoNa noite de 18–19/09/1976, chamadas sobre luz ao norte de Teerã teriam motivado a saída de dois F-4. As tripulações relataram contato radar, falhas instrumentais/de comunicação ao se aproximarem e objetos menores; um míssil não foi disparado quando sistemas falharam, conforme a narrativa reproduzida. O COMETA cita investigação posterior e busca sem vestígios no lago indicado. Documentos de radar e depoimentos completos não estão reproduzidos aqui; a fonte não identifica a origem do objeto.
Abrir o casoO COMETA atribui a Igor Maltsev, comandante de defesa aérea, artigo de 19 de abril de 1990 no Rabochaya Tribuna sobre ocorrências de 21 de março na região de Pereslavl-Zalesski. O artigo teria resumido mais de cem relatos visuais reunidos por comandantes e mencionado envio de caças.
Abrir o casoNa narrativa atribuída ao SEPRA, o Boeing 727 do voo Aerolíneas Argentinas AR674 aproximava-se de San Carlos de Bariloche em 31 de julho de 1995 quando houve falta de energia na cidade. Na aproximação seguinte, a tripulação teria visto à direita algo semelhante a aeronave grande, com três luzes, acompanhando seu voo; outra aeronave aguardava no setor.
Abrir o casoEdmond Campagnac relatou ao COMETA que em 16/08/1954 uma bola verde vista em Antananarivo reapareceu como forma alongada, com porção verde destacada e faíscas. O texto fala de centenas de testemunhas, luzes de lojas apagadas e reação de animais; esses dados são testemunhais e não constituem medições verificadas no PDF. Dois ou três minutos depois foi narrado avistamento de objeto 'idêntico' a 150 km sobre uma escola rural, registrado em c10; a identidade física dos objetos é apenas hipótese condicional. O COMETA afirma não ter localizado nos arquivos da Força Aérea a investigação mencionada pelo depoente.
Abrir o casoJean-Pierre Fartek e sua esposa relataram ao COMETA um objeto num campo próximo de casa, em aldeia perto de Dijon, em 9 de dezembro de 1979, por volta de 09h15. Estimaram cerca de 20 m de diâmetro, 7 m de espessura e posição a 3 m do solo, diante de um bosque que o encobria parcialmente.
Abrir o casoO COMETA atribui a arquivo desclassificado pelo KGB em 1991 sete depoimentos escritos de dois setores da base próxima a Kapustin Yar, referentes à noite de 28–29/07/1989. Cinco depoentes descreveram até três objetos a 3–5 km e aproximação de caça; dois outros, incluindo Volochine, descreveram disco com domo luminoso e feixe sobre depósito. O arquivo é apresentado como incompleto e sem menção a detecção radar. A compilação não traz todos os depoimentos primários nem prova instrumental independente das trajetórias e distâncias narradas.
Abrir o casoMaurice Masse contou ter encontrado em 01/07/1965 objeto no campo de lavanda em Valensole, visto dois seres pequenos e sofrido imobilização, segundo o relato compilado. A gendarmaria registrou depressão, orifícios e lavandas afetadas; o COMETA menciona contradições no depoimento, mas julgou plausível parte dos efeitos relatados. As marcas não demonstram por si sós a causa do episódio e esta compilação não fornece cadeia de custódia ou documentação técnica primária integral.
Abrir o casoEm Cussac, em 29/08/1967, duas crianças relataram pequenos seres perto de esfera luminosa que teria decolado em espiral; odores e sintomas também são narrados. O texto distingue apuração inicial de uma segunda investigação em 1978 a pedido do conselho científico do GEPAN, com testemunhas secundárias, reconstrução e parecer favorável à sinceridade das crianças. Sinceridade e sinais relatados não identificam o objeto nem confirmam interpretação extraordinária; depoimentos e laudos integrais não acompanham o PDF.
Abrir o casoEm Trans-en-Provence, em 08/01/1981, um homem disse ter visto objeto metálico silencioso pousar por segundos e partir. Gendarmaria e GEPAN examinaram marcas no solo e amostras de plantas; o COMETA relata alterações vegetais que diminuíam com a distância e cita Michel Bounias para a hipótese de campo eletromagnético pulsado. O próprio texto diz que nenhuma pista satisfez todas as condições e que origem e identificação permaneciam incertas. As análises são resumidas, não reproduzidas integralmente, nesta compilação.
Abrir o casoNo caso Amaranth, em 21/10/1982, um pesquisador relatou objeto oval que teria pairado cerca de vinte minutos a um metro do solo; descreveu movimento do capim e alterações em amaranto. O COMETA discute a hipótese de campo elétrico, mas informa que condições de amostragem e armazenamento impediram verificá-la definitivamente. Valores de 30 e 200 kV/m aparecem como inferências de estudos anteriores, não medições do campo no local do suposto objeto.
Abrir o casoMotorista relatou bola vermelha. Depois foi identificada como esfera de poliestireno espelhada para concerto de Jean-Michel Jarre, caída de caminhão.
Abrir o casoInvestigação associou relatos de luz azul e apagão a arco elétrico numa linha de 10 kV corroída; peixes morreram após gotas de alumínio caírem no tanque, segundo COMETA.
Abrir o casoO apêndice sobre Roswell reúne anúncio da base de 08/07/1947 sobre 'disco', explicação posterior de balão e testemunhos/diligências de décadas seguintes. Menciona relatório da Força Aérea de 1994 que atribui destroços ao Projeto Mogul e relatório GAO de 1995 sobre arquivos destruídos; também relata alegações de materiais e corpos sem comprová-las. A tese de desinformação e a possibilidade extraterrestre são interpretações do COMETA, não conclusões demonstradas pelos documentos compilados. O apêndice mistura evento de 1947, publicações posteriores e especulação; cada data tem função distinta.
Abrir o casoO apêndice atribui a Kenneth Arnold a observação de nove objetos em 24 de junho de 1947 e a difusão internacional da notícia (p72). A cronologia situa o episódio na área do monte Rainier (p75). A compilação não reproduz seu depoimento original nem resolve a natureza dos objetos.
Abrir o casoAs reportagens de Leslie Kean reproduzidas nas pp89 e 91 mencionam quatro policiais em diferentes pontos de St. Claire County, Illinois, que teriam visto grande forma triangular iluminada, voando e pairando, em 5 de janeiro de 2000. A p89 explicita o ano; a p91 traz “Jan. 5” no contexto de maio de 2000. O recorte cita altitude aproximada de 1.000 pés e deslocamento rápido segundo um policial, mas não inclui os boletins primários ou medições.
Abrir o casoReportagem de Leslie Kean cita capitão Phil Schultz e copiloto; disseram ter visto objeto prateado e se preparado para colisão. Data precisa não indicada.
Abrir o casoReportagem resume encontro prolongado de um Boeing 747 com luzes ou objetos que o capitão chamou de “naves espaciais”; não reproduz o relatório FAA.
Abrir o casoMatéria diz que Boeing 747 quase foi atingido por objeto cilíndrico branco luminoso; memorando FAA citado não está no PDF.
Abrir o casoMatéria menciona curva à esquerda atribuída à interferência magnética das bússolas por UAP luminoso; sem local, data ou documento original.
Abrir o casoCronologia diz que caça noturno tentou interceptar objeto rápido detectado por radar; sem data exata ou relatório primário.
Abrir o casoNotícia da Agence France Presse datada de 27 de janeiro de 2001, citando Interfax e o diretor Ivan Komarov, relata que o aeroporto de Barnaul deixou de usar a pista por cerca de 90 minutos na sexta-feira anterior. A tripulação de um Il-76 recusou decolar ao afirmar que via objeto luminoso sobre a pista; outra aeronave pousou em aeroporto diferente. Segundo a notícia, o objeto partiu depois. O recorte está na p93 e não é duplicata da reportagem da p90. Não inclui registros de controle aéreo ou identificação do objeto.
Abrir o casoRelatório militar de 1949 descreve objeto cilíndrico prateado que desceu de aproximadamente 20 mil para 7 mil pés e desapareceu em camada de nuvens. A chama foi comparada a mais de duas vezes o comprimento do objeto. A continuação atribui as descrições ao observador/tenente-coronel Buhl e registra ausência de radar, fotografia e fragmentos.
Abrir o casoRelatório de controladores de McChord registra objeto circular e refletivo observado sobre Seattle por três controladores. Diâmetro, velocidade e altitude são estimativas; não há fotografia nem desenho.
Abrir o casoDois controladores julgaram ver um objeto semelhante a caça F-84. Consulta a bases próximas não localizou voo correspondente; o relatório não inclui foto ou desenho.
Abrir o casoRelatório Maxwell descreve objeto cinza e redondo. A investigação o atribui a balão do Geological Weather Service, provavelmente lançado no Tennessee.
Abrir o casoPiloto civil relatou oito objetos em forma de prato às 20:20 PST. Comparou o tamanho a um B-29 e estimou deslocamento mais rápido; a tripulação de um B-29 próximo não percebeu algo anormal.
Abrir o casoRelatório reúne observações de operadores da torre. O número de pontos luminosos variou de um a sete; observadores com binóculos disseram distinguir asas.
Abrir o casoA torre comunicou luz que apareceu branca e depois avermelhada, movendo-se em linha reta. O relatório não determinou tamanho nem velocidade e diz não haver foto ou desenho.
Abrir o casoRelatório do McChord Flight Service Center registra ocorrência entre 21h e 21h30 e identifica quatro testemunhas profissionais. A página não contém fotografias.
Abrir o casoRelato atribuído a Clark descreve sete objetos em formação em V, com aparência triangular/delta e cor cinza clara. A testemunha estimou velocidade acima de 600 mph e uma curva ampla; a continuação registra altitude inicial estimada perto de 10 mil pés.
Abrir o casoRelatório atribui a um fotógrafo a observação de objeto semelhante a uma asa voadora. Fragmento final menciona ruído de zumbido, não de rush, e ausência de exaustão; contexto está truncado.
Abrir o casoDois observadores relataram cauda de chama e fumaça. O cabeçalho do relatório traz 29 de junho, enquanto o formulário do evento registra 28 de junho, entre 17:50B e 17:55B. Tamanho e velocidade ficaram indeterminados; altura, manobrabilidade e som não foram determinados.
Abrir o casoRelatório Olmsted sobre observação por tripulante de T-6 às 12h. Descreve objeto tubular branco, cerca de seis milhas à frente; o formulário traz estimativas de dimensões e altitude, mas alguns campos são corrompidos. Não há radar, foto ou fragmento; horários de voos e eventual dispositivo de teste ficaram desconhecidos.
Abrir o casoTelegrama recebido em 2 de maio de 1949, às 11:40 MST, relata três discos aparentes perto de Elko por cerca de três a quatro minutos; a data do avistamento não é explicitada. Diâmetro, altitude e velocidade são estimativas da testemunha; piloto próximo não os viu.
Abrir o casoResumo operacional de 16 de junho descreve interferência na tela de radar de um RB-29 durante voo de 2 de maio de 1949. A frase datilografada sobre interferência deliberada foi riscada e emendada à mão; seu sentido final não é recuperável com segurança. Um diagrama esquemático mostra arcos rotulados como interferência, sem constituir fotografia de alvo físico.
Abrir o casoRelatório de 23 de abril reúne relatos divergentes sobre luz ou objeto luminoso. Herring descreveu luz verde-azulada por cerca de 15 segundos e estimou velocidade e altitude; outros depoimentos diferem quanto a cor, forma, tamanho e horário. Comentário institucional considera provável a ocorrência, sem avaliar conclusivamente sua natureza. Páginas 55–58 repetem ou acompanham o mesmo episódio.
Abrir o casoMensagem preliminar relata, em 18 de março de 1949, luz vermelha semelhante à de aeronave, a aproximadamente10 mil pés (ONE ZERO THOUSAND na mensagem) e velocidade estimada em 200 mph. Quatro testemunhas teriam visto a luz durante três minutos, seguindo de oeste para leste, sem som. A investigação ainda seria completada.
Abrir o casoMensagem transmitida informa ruído semelhante a motores lentos por 15–20 minutos. Não foram vistos objeto ou luzes. Checagem inicial não identificou aeronaves na área; relatório escrito estava pendente.
Abrir o casoPiloto John T. Smith, em voo T-11, relatou que um objeto descrito como “jet propelled blimp” o circulou às 20:30P. Estimou cerca de 500 mph e 9.000 pés.
Abrir o casoDois residentes relataram objeto em chamas. Horário e alguns campos têm correções manuscritas. O documento não determina se o objeto chegou ao solo.
Abrir o casoRelato descreve um objeto às 16:30 e mais dois às 17h. O relatório considera possibilidades como balão, sem conseguir identificar os objetos; menção a navios russos é especulativa.
Abrir o casoRelatório de 7 de fevereiro de 1949 e telegrama associado registram quatro testemunhas de uma luz verde, amarela e vermelha, descrita como rotativa, observada a sudoeste de Fort Knox. O objeto/luz foi acompanhado com teodolito; desapareceu após clarões por volta de 03:10, após início aproximado às 02:50 Eastern. O instrumento foi mencionado, sem medidas instrumentais suficientes para identificar a fonte luminosa.
Abrir o casoRelatórios de estações descrevem brilho e ruído em 25 de janeiro. Alguns informantes sugeriram meteoro; o mapa traça caminho e área provável de explosão ou desaparecimento, sem comprovar impacto.
Abrir o casoCapitão Stoney relata observação entre 14:07 e 14:35 local de objeto branco, plano, comparado a papelão, que oscilava. Estimou 85 mph e suspeitou que pudesse ter sido solto de um C-54. Memorando propõe corrente ascendente levantando material leve, sem exame ou determinação final.
Abrir o casoRelatório registra avistamento às 20:15 PST por McFarland e outro operador da torre. Páginas seguintes do dossiê apresentam protocolo condicional de investigação; não demonstram que todas as ações foram realizadas nem resultado final.
Abrir o casoMensagem relata luz, sem observação do objeto em si. A interpretação como estrela cadente ou meteoro é apresentada como dedução de pessoal local.
Abrir o casoRelato às 17h descreve objeto escuro, comparado a charuto ou alvo de manga, com estimativa visual de dimensões. Páginas 132–136 parecem cópias ou peças associadas ao mesmo evento, não ocorrências adicionais.
Abrir o casoEm 17 de novembro de 1948, às 14:18Z, tripulação em voo entre Edmonton e Kittigazuit relatou objeto único em forma de ovo com cauda, laranja e flamejante, com rumo sudoeste e velocidade desconhecida. O relatório estima cerca de 50 pés de altura para o objeto e, na continuação, altitude aproximada de 18.000 pés, mergulho raso, ausência de som e presença de rastro; a aeronave seguia a 7.000 pés MSL. O objeto foi visto brevemente acima de nuvens estratiformes e teria iluminado o céu atrás de si. Todas as medidas do objeto são estimativas relatadas.
Abrir o casoFormulário Olmsted datado de 13 de dezembro registra evento em 11 de dezembro, às 22:45E, observado de C-45F. Descreve luz vermelha-azul-vermelha, semelhante a sinalizador de paraquedas, a altitude estimada de 10–11 mil pés, por cerca de um minuto. Parecia sinalizador apagando; sem radar.
Abrir o casoRelatório e dois depoimentos descrevem um objeto branco e redondo observado em Chanute em 8 de dezembro de 1948, por volta de 18:16. Dois observadores o compararam a foguete ou meteoro e relataram movimento para sudoeste e desaparecimento após poucos segundos; suas estimativas de direção, ângulo e rastro não coincidem em todos os detalhes. Os documentos foram assinados em 9 de dezembro. Não há fotografia ou identificação definitiva.
Abrir o casoChecklist e relato de policial descrevem cinco formas redondas ou em disco, com dois seguindo para sul e três para leste; a observação teria sido breve e o observador não determinou cor ou altitude.
Abrir o casoEarl Patterson, ex-piloto do Air Corps e então policial, relatou um disco de cor alumínio seguindo para sudoeste, em velocidade que considerou extraordinária. Estimou altitude de cerca de 30.000 pés e disse que o objeto mudou de direção em ângulo de 90 graus; por isso supôs que pudesse ser controlado por rádio. Não ouviu som nem viu rastro.
Abrir o casoChecklist policial e breve relato descrevem três discos que teriam voado em fila, com reflexo castanho-esbranquiçado, por um período curto. O observador não determinou velocidade ou altitude.
Abrir o casoRelatos de W. A. Lissy e D. W. Ellis descrevem três discos brancos, planos e redondos, voando em formação reta para sul; o último teria oscilado rapidamente de lado. O registro identifica Ellis e Lissy como observadores e afirma que um corroborou o outro.
Abrir o casoCapitão K. A. Prehn e outras testemunhas relataram três a seis objetos brilhantes rumo ao sul sobre Globe Mills. Os clarões impediam contar com precisão; as formas pareciam discos de cromo, ora inteiros, ora como meia-lua, desaparecendo e reaparecendo. Um avião também estava no céu, mas as testemunhas disseram que não era ele.
Abrir o casoEm 4 de julho de 1947, às 20h04, o capitão E. J. Smith e tripulantes de uma aeronave da United Air Lines relataram perto de Emmett, Idaho, cinco formas parecidas com discos em formação frouxa e depois outras quatro. Smith disse que as acompanhou por cerca de 45 milhas rumo noroeste; a comissária Marty Morrow foi chamada à cabine e também as viu, segundo a narrativa da p. 26. A aparência das faces e o desaparecimento foram descritos visualmente; o próprio piloto não determinou a forma nem a natureza dos objetos.
Abrir o casoChecklist e narrativa relatam um ponto branco ou bola luminosa observada por integrante da Guarda Costeira e acompanhante; houve tentativa de fotografar, mas a fotografia não está reproduzida nessas páginas.
Abrir o casoUm delegado do xerife descreveu cerca de 20–30 objetos em formação de V, a alguns quilômetros sobre Portland, comparando-os a um bando de gansos; mencionou zumbido baixo. O resumo retoma o mesmo relato.
Abrir o casoFicha e resumo registram um objeto inicialmente e depois dois, visíveis por poucos segundos. A testemunha descreveu discos metálicos brilhando ao sol, um rumo oeste–leste e outros ao norte. A ficha não identifica com segurança todos os dados do observador.
Abrir o casoMrs. Lawrence J. Hayward relatou um objeto redondo e prateado que se movia lentamente e parecia uma moeda nova virando no ar.
Abrir o casoFicha parcial registra três objetos prateados: um teria seguido para sudeste e dois para nordeste.
Abrir o casoUma ficha resume relato de quatro discos passando pela região do Monte Jefferson; não preserva detalhes suficientes de percurso ou características.
Abrir o casoChecklist e narrativa descrevem dois objetos claros, alongados como charutos, deslocando-se de oeste para leste, um atrás do outro, sem som audível e com leve rastro parecido com vapor. A altitude foi estimada entre uma e cinco milhas, sem determinação precisa.
Abrir o casoChecklist atribuído ao incidente 20 relata um objeto circular prateado seguindo para sudoeste, sem som.
Abrir o casoChecklist do incidente 21 relata grupos de objetos em fila e ruído comparado a motor elétrico.
Abrir o casoGuy R. Overman relatou inicialmente um objeto e depois outros menos distintos, altos no céu, seguindo ao sul e um pouco a oeste. A ficha descreve flashes repetidos e aparência brilhante prateada, comparando a velocidade à de aviões bimotores; a narrativa associa os flashes à trajetória aparente de aeronave.
Abrir o casoAngelo Donofrio descreveu objeto brilhante e prateado, semelhante a espelho ao sol, aparentemente estacionário e parecendo aderir a uma grande nuvem. A narrativa diz que não lhe pareceu avião.
Abrir o casoMrs. Herbert Erickson relatou um objeto e depois outro, visíveis por poucos segundos rumo sudeste, movendo-se para cima e para baixo e brilhando ao sol. A narrativa associada menciona pontos distantes e trilhas de vapor.
Abrir o casoMiss Marion Marshall relatou um objeto luminoso e rápido, alto no céu, sem cauda ou halo percebidos, sob luar intenso. A carta associada não oferece medida nem registro visual.
Abrir o casoChecklist e narrativa mencionam uma faixa azul atravessando nuvens e um contorno circular, após observação de céu por funcionário da Pan American. A fonte menciona um filme Kodachrome, não incluído nestas páginas.
Abrir o casoChecklist e breve relato descrevem ponto luminoso no céu ocidental, comparado a cometa e aparentemente imóvel antes de desaparecer perto do horizonte.
Abrir o casoFicha descreve dois grupos em formação V, comparados pelo observador a uma aeronave experimental de asa larga; número, altitude e velocidade são estimativas visuais.
Abrir o casoK. D. Wood, professor de engenharia aeronáutica, relatou ter visto apenas um rastro branco, descrito como semelhante a exaustão de foguete ou jato; a ficha explicitamente diz que não viu o objeto.
Abrir o casoO arquivo reúne quatro relatos de 7 de janeiro de 1948 em torno de Lockbourne e Columbus: observações de luzes feitas por McGee, um operador de torre, Eisele e dois pilotos em voo. Há referências cruzadas entre relatórios e comunicação a Lockbourne, o que justifica uma página documental conjunta.
Abrir o casoUm recorte da Associated Press preservado no acervo do FBI reúne observações no Texas, uma narrativa de incêndio e a alegação de encontro de material metálico, sem estabelecer uma ocorrência única.
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