Data: 30/03/2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA
DIA, 2010: estudo do AAWSAP compara inventores independentes e corporativos para dizer onde surgirão as próximas inovações em energia e propulsão
O DIRD de 30 de março de 2010 classifica cinco tipos de inventor, do autodidata sem recursos ao pequeno grupo comercial, e os compara com o inventor de grandes organizações. Conclui que os independentes com formação (Tipos 3 e 4) são a melhor aposta para inovações em energia e propulsão e que os Tipos 1 e 2 devem ser apenas observados.
- Data do evento
- 30/03/2010
- Local
- Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA
- Tema
- História da investigação
- Órgãos das fontes
- DOW
- Documentos
- 1 documento · 19 páginas
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- 49 min
Tabela de relatório oficialPágina física 16FONTES DOCUMENTAIS · DOW
O que os registros contam
Este é um estudo sobre como surge a inovação, não um relato de avistamento. O DIRD “Maverick Inventor Versus Corporate Inventor: Where Will the Next Major Innovations Arise?”, de 30 de março de 2010 (DIA-08-1003-017), foi preparado pela Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) do Escritório de Alerta de Defesa da DIA, numa série de relatórios de tecnologia avançada produzidos no ano fiscal de 2009 no programa AAWSA. O autor, “AAP Person 75”, tem o mesmo código do estudo sobre supercondutores e gravidade. O texto não menciona UAPs, UFOs nem engenharia reversa.
O ponto de partida é histórico. No começo do século XX, diz o autor, o inventor independente (maverick) criou a base de grande parte da indústria. Depois, as empresas passaram a manter laboratórios próprios, as universidades ganharam peso e os governos criaram centros de pesquisa por causa de guerras e de necessidades sociais. O estudo se concentra em duas áreas em que as soluções são difíceis: energia e propulsão aeroespacial e espacial. Para o autor, materiais novos e caros e o capital necessário deslocaram a pesquisa do inventor solitário para o inventor corporativo, ligado a uma grande organização.
O núcleo do documento é uma tipologia de cinco inventores. O Tipo 1 não tem formação nem dinheiro, usa instrumentos baratos, mede mal, evita a verificação independente, divulga em vídeos e vive de pequenos investidores. O Tipo 2 tem mais recursos, mas igual falta de formação. O Tipo 3 tem formação, parte de hipótese e de experimentos graduais e publica, mas pode errar na medição. O Tipo 4 tem formação e dinheiro próprio, mas evita questões fundamentais como a gravidade. O Tipo 5 é um grupo de cinco a seis inventores, voltado a produtos comerciais de curto prazo. A Tabela 2 resume idade, motivação, realismo, burocracia, capitalização, medição e outros atributos.
As conclusões são do autor e não trazem cálculos. Os Tipos 1 e 2 são motivados e flexíveis, mas fracos em formação, medição e laboratório e dependentes da mídia. Os Tipos 3 e 4 superam os dois primeiros em quase tudo, e o autor os vê como a melhor escolha entre os independentes, a serem escolhidos por critérios como publicações e credibilidade, monitorados e incentivados com recursos financeiros. O inventor corporativo, sobretudo o universitário, seria um excelente candidato se tivesse motivação e flexibilidade. Os Tipos 1 e 2 devem apenas ser observados de forma casual. O texto cita Dean Kamen, Ovshinsky, Tesla, Goddard, Tsiolkovsky e Marc Millis como exemplos e referências.
O horizonte tecnológico é de longo prazo e difuso: energia primária nova, como ponto zero e fusão, e propulsão por modificação do campo gravitacional, além da antimatéria, que o autor cita como proposta cara demais. O documento é crítico das alegações de energia livre e de antigravidade que circulam na internet: diz que muitas se apoiam em ímãs permanentes e em medições sem controle e ignoram a conservação de energia. Sobre o motivo da encomenda, o estudo diz apenas que busca indicar onde esperar as inovações necessárias em energia e propulsão; além do expediente da série AAWSA, o texto não explica por que o programa o pediu.
Convém separar as camadas. A tipologia e as comparações da Tabela 2 são classificação qualitativa do autor, sem amostra nem medição declaradas. As referências são em boa parte páginas de internet, acessadas em janeiro de 2009, e nomeiam empresas e inventores como exemplos de alegações. Os casos de fraude e de energia livre citados não são avaliados um a um, e o próprio texto diz que as façanhas de vigaristas não serão analisadas. O documento também não afirma que qualquer tecnologia exótica exista ou tenha sido construída.
LEITURA DIRETA DO ARQUIVO
O documento, em português
Traduzidas na íntegra as 19 páginas do documento: capa, expediente, sumário, introdução, o texto do estudo (páginas 4 a 18), as tabelas 1 e 2 (em forma de lista) e as listas de referências (páginas 18 e 19). Nas referências, foram traduzidos apenas os elementos descritivos; os títulos de obras em inglês ficaram marcados como “referências bibliográficas no original”, e os endereços de internet foram mantidos.
TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 1
página inteira
30 de março de 2010
ICOD: 1.º de dezembro de 2009
DIA-08-1003-017
NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]
Documento de Referência de Inteligência de Defesa
Apoio à Ameaça de Aquisição
Inventor Independente versus Inventor Corporativo: Onde Surgirão as Próximas Grandes Inovações?
NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]Nota editorial: Capa do documento de referência da DIA, com data de 30 de março de 2010, número DIA-08-1003-017 e o título do estudo; a data de ICOD impressa na capa é 1.º de dezembro de 2009.
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30 Marc'h 2010
ICOD: 1 December 2009
DIA-08- 1003-017
UNCLASSIFIED/ I FOR 8FFIEiIAl W&& &Nia¥
Defense
Intelligence
Reference
Document
Acquisition Threat Support
Maverick Inventor Versus
Corporate Inventor: Where
Will the Next Major
Innovations Arise?
UNCLASSIFIED/ /5i0A OFFIEil.t.l WS& OHL¥Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 1, contando a capa.
TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 10
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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]
Os inventores destacados neste estudo investigam tecnologias que envolvem a produção ou a conversão de energia a partir de fontes novas, às vezes chamadas de "novas fontes primárias de energia", incluindo ímãs permanentes, fusão fria e morna, "flutuações de ponto zero" e usos novos de baterias e de sistemas giratórios, além de abordagens teóricas e experimentais para modular o campo gravitacional local. Alguns desses inventores e invenções estão descritos em livros recentes (ver Referências 5 e 6).
Historicamente, qual foi a contribuição relativa às principais inovações nessas áreas? Tomando como exemplo a área específica de produção de energia elétrica, foram as contribuições, a inspiração e a determinação de inventores independentes como Tesla que resultaram no projeto de muitas das tecnologias de geração de energia hoje em uso. Quanto a projetos radicalmente novos e recentes de alternadores e motores, houve pouquíssimas inovações de inventores independentes, sendo o circuito magnético de duplo caminho de Flynn uma exceção notável (Referência 7). A maioria das inovações nessa área vem de inventores corporativos da indústria de energia elétrica, pois o único caminho que resta para aumentar a eficiência passa por materiais novos, como os supercondutores de alta temperatura. Essa pesquisa costuma estar fora do alcance do inventor independente. Não faltaram tentativas de inventores independentes de produzir "energia livre" elétrica e máquinas afins.
Na área da propulsão espacial e, em particular, dos métodos da Terra à órbita, foram de novo as contribuições de independentes como Tsiolkovsky e Goddard que lançaram as bases da foguetaria moderna. Os dois inventores adotaram uma abordagem prática da foguetaria, pois o campo estava em estado embrionário. Inicialmente depreciado por ser "apenas" professor de matemática do ensino médio, sem formação científica formal, Tsiolkovsky desenvolveu a equação fundamental da propulsão de foguetes. Embora Goddard tivesse formação universitária, assim como Tsiolkovsky, seu trabalho fundamental sobre a dinâmica de foguetes foi em grande parte ignorado até mais tarde em sua vida. Em seus primeiros anos criativos, nenhum dos dois trabalhou para grandes organizações. Quanto a meios propulsivos radicalmente novos, houve inovações apenas na eficiência e no projeto geral, e o modelo fundamental de expulsão de massa permaneceu inalterado. As inovações de eficiência surgiram de inventores corporativos, que têm os recursos para planejar e testar seus projetos, cada vez mais caros, apenas no contexto de grandes organizações.
As inovações atuais nesses dois campos vêm de organizações maiores, como as destacadas na seção anterior. Deve-se notar, porém, que essas inovações, em grande parte aumentos de eficiência, têm sido viáveis tanto econômica quanto tecnicamente. Há muitos projetos novos de propulsores que seriam excelentes candidatos à categoria de avanço decisivo, se não fossem tão caros. A propulsão por antimatéria, com pósitrons e antiprótons, é um bom exemplo (Referências 8 e 9). No início do desenvolvimento das máquinas elétricas, muitas partes do sistema eram muito caras (as lâminas de aço elétrico, por exemplo), mas a produção em massa derrubou os preços. Felizmente, as invenções não são descartadas por completo só porque são caras demais no momento de sua concepção. Cada vez mais, hoje, o custo dos materiais, e não o de fabricação, orienta as decisões econômicas sobre o desenvolvimento e a comercialização de invenções dessa categoria. Isso se deve em parte à substituição da mão de obra humana por seu equivalente robótico e à escassez de certas matérias-primas estratégicas e tecnologicamente importantes, como as terras raras.
NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]
5Nota editorial: Cita contribuições históricas de independentes à geração elétrica e aos foguetes e observa que as melhorias modernas, caras, dependem em geral de organizações; a propulsão por antimatéria aparece como proposta cara.
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UNCLASSIFIED// POR OPPICIJltt tt9! or•t I
The inventors highlighted in this study investigate technologies encompassing the
production or conversion of energy from novel sources, sometimes referred to as "new
primary energy sources," including permanent magnets, cold and warm fusion, "zero
point fluctuations," and novel uses of batteries and rotating systems, as well as
theoretical and experimental approaches to modulating the local gravity field. Some of
these inventors and inventions are described in recent books (see Reference 5, 6).
Historically, what has been the relative contribution to the major innovations in these
areas? Taking the specific area of electrical energy production as an example, it was the
contributions, inspiration, and determination of maverick inventors such as Tesla that
resulted in the design of many of the current power-generating technologies in use
today. As far as radically new recent designs of alternators and motors is concerned,
there have been very few innovations from maverick inventors, Flynn's dual-path
magnetic circuit being a notab le exception (Reference 7). Most of the innovations in this
area come from corporate inventors in the electric power industry, as the only path left
toward increasing efficiency is through novel materials such as high-temperature
superconductors. Such research is generally out of reach of the maverick inventor.
There has been no lack of attempts by maverick inventors to produce electrical "free
energy" and related machines.
In the area of space propulsion and earth-to-orbit methods in particular, again it was
the contributions of mavericks such as Tsiolkovsky and Goddard that laid the
foundations for modern rocketry. Both inventors took a practical approach to rocketry,
as the field was in its embryonic state. Initially denigrated as being "on ly" a high school
math teacher with no formal scientific training, Tsiolkovsky developed the fundamental
equation for rocket propullsion. Although Goddard was university trained, like
Tsiolkovsky, his fundamental work on rocket dynamics was largely ignored until later in
his life. During their early, creative years, neither man worked for large organizations.
As far as radically new propulsive means are concerned, there have been innovat ions
only in the efficiency and overall design, and the fundamental mass expulsion model
has remained unchanged. The efficiency innovations have sprung from corporate
inventors who have the resources to plan and test their increasingly costly designs only
in the context of large organizations.
The current innovations in these two fields come from larger organizations such as
those highlighted in the previous section. However it should be noted that these
innovations, largely increased in efficiency, have been economically as well as
technically viable. There are plenty of novel thruster designs that would be excellent
candidates for inclusion in the breakthrough category if only they were not so
expensive. Antimatter propulsion using positrons and antiprotons is a good example
(Reference 8, 9). In the early development of electr ical machines, many parts of the
system were very expensive-electrical steel laminations, for example - but mass
production brought prices down. Fortunately inventions are not completely discarded
simply because they are too costly at the time of their conception. Increasingly today,
materials costs rather than manufacturing costs drive economic decisions about the
development and commercialization of inventions in this category. This is due in part to
the replacement of human manpower with its robotic equivalent and the scarcity of
certain strategic technologically important raw materials, such as rare earths.
UNCLASSIFIED/ ,'FOR QfifilCIAk Wli& 8PtLY
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TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 11
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O inventor Tipo 1
Convém examinar a área das invenções de geração de energia nova do ponto de vista do inventor independente sem formação formal. Como a abordagem e a linha do tempo do inventor típico de energia se assemelham às do inventor de propulsão (leia-se "antigravidade")², vamos nos concentrar no inventor de energia. Muitas vezes a invenção envolve um dispositivo que supostamente produz mais energia do que consome. Em alguns casos, o inventor pensa, com ingenuidade, que sua invenção simplesmente cria a energia extra do nada. Mais frequentemente, acredita que seu dispositivo aproveita uma nova fonte de energia, como a "energia de ponto zero" ou a "energia magnética". Em geral começa sua busca literalmente brincando com baterias de armazenamento ou com motores simples movidos a pulso, baseados em ímãs permanentes. Como o inventor independente típico tem recursos desprezíveis para pesquisa e desenvolvimento, instrumentos de medição baratos são a norma. Um conhecimento muito superficial de fiação elétrica e, possivelmente, uma capacidade rudimentar de projetar circuitos de estado sólido parecem ser tudo o que é preciso em termos de formação. Mergulhar em termodinâmica, projeto adequado de experimentos, análise de erros ou mesmo fator de potência costuma ser visto como tempo precioso tirado da construção de um protótipo da invenção.
Infelizmente, é na área da medição que o inventor independente mais frequentemente consolida a crença de que descobriu a resposta aos problemas de energia do mundo. O medo do ridículo e a crença de que a universidade ou o órgão de testes local (a) roubariam a invenção, (b) não fariam um teste adequado por não acreditarem no conceito subjacente (por exemplo, a energia de ponto zero) ou (c) estariam mancomunados com as petroleiras e suprimiriam a invenção fazem com que medições adequadas raramente sejam feitas nas importantes fases iniciais do desenvolvimento da invenção. O medo da supressão também contribui para que o inventor típico não faça anotações adequadas. Os instrumentos de teste usados em geral não servem para medir os vários parâmetros elétricos de, por exemplo, projetos de motores pulsados. Mesmo que se comprem osciloscópios mais caros, confia-se demais em suas funções matemáticas internas, sem pensar duas vezes na aplicabilidade, na calibração ou no uso de pontas de prova dentro da especificação, entre uma série de detalhes incômodos. O problema de medição em geral se agrava quando se tenta medir a potência ou a energia reais de saída de um dispositivo, sobretudo quando a saída é um eixo giratório ou uma fonte de calor.
O inventor Tipo 1 moderno evita publicar na literatura revisada por pares, por razões óbvias, e em vez disso faz um vídeo no YouTube ou aparece num programa de TV de "ciência estranha" ou num trecho de telejornal para promover ainda mais essa invenção incrível.
Até aqui, a invenção foi desenvolvida com recursos pessoais ou da família imediata. Quando o inventor independente se convence de que tem a solução definitiva, o passo seguinte é levantar os fundos necessários para produzir um protótipo maior, de potência mais alta. Note-se que o passo essencial de verificar de forma independente a validade técnica do dispositivo em baixa potência é evitado. "Só uma grande potência de saída convencerá os céticos" é o lema nesta fase. E um protótipo de alta potência levará muito mais tempo para ser construído, o que dá ao inventor mais tempo para inventar desculpas sobre por que a ideia toda era inviável desde o início. Em geral o protótipo original é descartado ou tem componentes retirados para fazer um novo dispositivo de alta potência.
² Para exemplos típicos de inventores que se concentram em gravidade e meios de propulsão, ver as Referências 10, 11 e 12.
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6Nota editorial: Descreve o Tipo 1, o inventor sem formação que alega obter energia excedente com medições inadequadas, evita a verificação independente e busca ampliar o protótipo.
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UNCLASSIFIED/) FOR CFFIEIAL ~SE 8PU1¥
The Type 1 Inventor
One should examine the area of novel energy generation inventions from the
standpoint of the maverick inventor who has no formal training. Because the approach
and timel ine of the typica l energy inventor mimic those of the propuls ion (read
"antigravity") inventor ,2 we will concentrate on the energy inventor. Often the invention
involves a device that is p•urported to produce more energy than it consumes. In some
cases the inventor naively thinks his invention is simply creat ing the ext ra energy from
nothing. More often the invento r believes his device is tapping a new energy source,
such as "zero-point energy" or "magnet ic energy ." He typically begins his quest by
literally playing with storage batteries or pulse-driv en, simple, permanent-magnet
based motors. Since the typical maverick inventor has negligible funds for research and
development, cheap measuring instruments are the norm. A very cursory
understand ing of electr ical wiring and possibly a rudimentary capability in designing
solid-state circuitry seem all that are necessary from an educational standpoint. Delving
into thermodynamics, proper experiment design, error analysis, or even power factor is
usually seen as taking valuable time away from construction of an invention prototype.
Alas, it is most often in the area of measurement that the maverick inventor solidifies
his belief that he has discovered the answer to the world's energy problems. His fear of
ridicule and belief that the local university or testing agency would (a) steal the
invent ion, (b) not do a proper test because they do not believe in the underly ing
concept (for example, zero-point energy), or (c) are in league with big oil and will
suppress the invention ensure that proper measurements are rarely performed at the
important early stages of the invention's developme nt. Fear of suppression also
contributes to the typical inventor's lack of proper note taking. The test instruments
used usually are not suitable for use in measuring the various electrical parameters in,
for example, pulsed-motor designs. Even if more expensive oscilloscopes are
purchased, their internal math functions are overrelied upon without giving a second
thought to applicability, calibrat ion, or use of proper probes within specification, among
a host of bothersome deta ils. The measurement problem is generally compounded
when attempting to measure the true power or energy output of a device, especially
where the output is a rotating shaft or source of heat.
The modern Type 1 inventor shuns publishing in the peer-reviewed literature for
obvious reasons and instead makes a YouTube video or appears on a TV "weird science"
program or news clip to further promote this incredible invention .
Up to th is point, the invention has been developed using personal or immediate family
funds. Once the maverick inventor is convinced he has the ultimate solution, the next
step is to raise the necessary funds to produce a larger, higher power prototype . Note
the key step of independently verifying the technical validity of the device at low power
is to be avoided . "Only a big power output will convince the skeptics" is the slogan at
this stage. And a high-power prototype will take much longer to build, thus buying
more time for the inventor to invent excuses for why the whole idea was unworkable in
the first place. Usually the original prototype is either scrapped or robbed of
components to make a new high-power device.
2 For t ypical examples of Inventors concentrating on gravity and propul sion means, see Reference 10, 11, 12.
UNCLASSIFIED//EAR 0551Cl.t.L Wi& 8PtLY
6Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 11, contando a capa.
TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 12
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Onde o inventor encontra financiamento para esse desenvolvimento? O inventor típico (Referência 13) vai batalhar numa rede mais ampla de amigos, em sua igreja, num capitalista de risco local ou investidor particular pouco esperto, ou num fundo criado especificamente para investir em startups de energia exótica (Referências 14 e 15). Depois de convencê-los do retorno incrível de seu investimento na tecnologia por meio de uma "demonstração" (sem protocolos adequados, equipamento de teste e assim por diante), compram-se mão de obra, espaço e equipamento novo. Em geral a última coisa na mente do inventor, nesta fase, é desperdiçar o dinheiro dos investidores num teste de laboratório independente, como o que se poderia fazer no departamento de engenharia ou de física de uma universidade local ou num laboratório de testes certificado, para determinar se a tecnologia tem alguma validade.
Por volta dessa época, os principais investidores começam a sentir que pode haver algo errado em sua avaliação original da validade da tecnologia. Isso pode decorrer de vários fatores, entre eles os pedidos contínuos de mais financiamento, os atrasos contínuos na demonstração da nova unidade de alta potência, amigos mais bem informados que fazem perguntas técnicas incisivas e assim por diante. Os investidores começam a se retirar, aceitando o fato de seu mau investimento, e o inventor acaba caindo no esquecimento ou some da cidade para recomeçar em outro lugar, sob outro disfarce. Esse é o comportamento típico do vigarista (Referências 16, 17 e 18), cujas façanhas não serão analisadas aqui. Contudo, alguns indivíduos empreendedores aproveitam sua experiência para negócios convencionais afins (Referência 19), e alguns investidores persistem muito depois do momento em que uma pessoa razoável desistiria (Referência 20).
O inventor Tipo 1 em geral não busca proteção por patente. E, se uma patente é requerida, ou é rejeitada de saída pelo escritório de patentes ou se obtém uma versão diluída, em geral inútil do ponto de vista da física ou da técnica, ou como parte da propriedade intelectual a ser vendida no futuro a um investidor interessado em comercializar o dispositivo.
O que se pode aprender com o inventor Tipo 1? Dada a falta de formação nas disciplinas relevantes, é desprezível a chance de que inventores Tipo 1 contribuam com algo significativo para as grandes inovações nas áreas de energia e propulsão. Sua abordagem indisciplinada, somada à falta de recursos e ao interesse da mídia pela ciência, praticamente garante o fracasso.
O inventor Tipo 2
A principal, e às vezes única, diferença entre os inventores Tipo 2 e Tipo 1 é que os Tipo 2 tendem a ter ainda mais confiança em suas invenções porque puderam comprar equipamento de medição sofisticado e caro e mandar fazer usinagem de alta qualidade. Contudo, pela falta geral de formação nas áreas relevantes de instrumentação, podem usar mal os instrumentos ou interpretar mal os dados resultantes, tão mal quanto os inventores Tipo 1 (Referência 21). Os inventores Tipo 2, porém, têm a vantagem de poder comprar conhecimento externo nessas áreas (Referência 22). O grau em que dependem desse conhecimento externo, por exemplo o de um laboratório universitário, e acreditam nele depende de vários fatores, sobretudo da personalidade do próprio inventor. A personalidade mais autoconfiante depende menos de conhecimento externo.
Os inventores Tipo 2 em geral têm mais a perder em dinheiro, pois costumam começar grande e querem crescer mais depressa. Tendem a investigar áreas menos especulativas de
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7Nota editorial: Continua a trajetória de financiamento e fracasso atribuída ao Tipo 1 e começa a descrever o Tipo 2, que dispõe de mais recursos, mas pode interpretar mal os instrumentos.
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UNCLASSIFIED/ }FOR 8FFI@IAL ~91! 8HLY
Where does the inventor find funding for such a development? The typical inventor
(Reference 13) will canvas a wider network of friends, his church, a local venture
capitalist or private investor who is not very savvy, or a fund specifically establlished to
invest in exotic energy startups (Reference 14, 15). After convincing them of the
incredible return on their investment in the technology by "demonstrating" it (without
proper protocols, test equipment, and so forth), manpower, space, and new equipment
are purchased. Usually the last thing on the inventor's mind at this stage is wasting
investors' money on an independent laboratory test such as might be found at a local
university's engineering or physics department or certified testing laboratory to
determine whether there is any validity to the technology.
Around this time, the major investors start to sense there might be something amiss in
their original assessment of the validity of the technology. This might arise from any
number of factors, including continual requests for more funding, continual delays in
demonstrating the new high-power unit, more-informed friends asking probing
technical questions, and so forth. Investors start to withdraw, accepting the fact of their
bad investment, and the inventor eventually recedes into oblivion or skips town to start
up again under a different guise somewhere else. This is typical behavior for the con
artist (Reference 16, 17, 18), whose exploits will not be further analyzed herein.
However, some enterprising individuals parlay their experience into related
conventional businesses (Reference 19), and some investors hang on long past the time
a reasonable person would quit (Reference 20).
Patent protection generally is not sought by the Type 1 inventor. And if a patent is
sought, either it is rejected outright by the patent office or a watered-down version is
obtained that is usually worthless from either the physics or technical point of view or
as part of the intellectual property to eventually be sold to an investor interested in
commercializing the device.
What can be learned from the Type 1 inventor? Given their lack of formal education in
the relevant disciplines, there is a negligible chance that Type 1 inventors will
contribute anything of significance to major innovations in the energy and propulsion
areas. Their undisciplined approach, coupled with th,eir lack of funds and interest in
science by media, virtually guarantees failure.
The Type 2 Inventor
The major-and sometimes only-difference between Type 2 and Type 1 inventors is
that Type 2 inventors tend to be even more confident in their inventions because they
have been able to purchase fancy and costly measuring equipment and have high
quality machining done. However, because of their general lack of education in the
relevant areas of instrumentation, they can misuse the instruments or misinterpret the
resulting data just as badly as Type 1 inventors (Reference 21). However, Type 2
inventors have the advantage of being able to purchase external expertise in these
areas (Reference 22). The degree to which they rely on and believe the external
expertise-for example, a university laboratory-is dependent on several factors, most
notably the personality of the inventor himself. The more self-assured personality relies
less on outside expertise.
Type 2 inventors generally have more to lose in terms of money, as they typically start
out big and want to go bigger faster. They tend to investigate less speculative areas of
UNCLASSIFIED/ ,'FOR OFFI&ilAL Wili QNL¥
7Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 12, contando a capa.
TRECHO 5 · PÁGINA FÍSICA 13
página inteira
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uma tecnologia. Também em geral não sofrem das inseguranças do inventor Tipo 1 quanto a submeter suas invenções ao escrutínio externo, e alguns terão ousadia suficiente para publicar em periódicos científicos respeitados (Referência 23). Isso significa que mantêm anotações de laboratório melhores que as dos inventores Tipo 1. Não significa que sejam, intrinsecamente, melhores cientistas ou inventores.
Os inventores Tipo 2 em geral têm um pouco mais de formação em física e às vezes começam com uma teoria, cuja análise pedem, por exemplo, a um professor universitário local. Em geral a teoria é parcialmente formada ou não é diretamente relevante para a invenção proposta. O professor examina com zelo a teoria apresentada, sem ser informado do uso geral a que seu trabalho se destina, e faz uma declaração que o inventor costuma poder torcer de um jeito ou de outro para atender a seus futuros esforços de captação de recursos (Referência 24). Muitas vezes o inventor tem acesso a várias teorias sobre energia ou gravidade publicadas em meios sem revisão por pares e as usa para iniciar ou justificar a invenção proposta.
Os inventores Tipo 2 em geral têm maior sucesso em obter patente, pois têm melhor base para fazer a reivindicação e podem pagar advogados de patentes melhores. Alguns dos inventores Tipo 2 mais avançados percebem que precisam começar com uma abordagem experimental de física mais pura, em vez de partir direto para a invenção aplicada, embora sejam raros (Referência 23).
Quando o conceito inicial se mostra inviável na bancada, esses inventores podem queimar uma grande quantidade de dinheiro adicional numa abordagem de tiro ao léu, tentando salvar as aparências e o pouco dinheiro que resta. Alguns vão varrer continuamente a internet ou a imprensa alternativa em busca de outros candidatos promissores de energia para trocar de lealdade (Referências 14 e 15), ou simplesmente convencerão outros investidores crédulos a continuar escorando a tecnologia com descrições cada vez mais contorcidas do que é preciso para ter sucesso. Por fim o castelo de cartas desaba, e todos os envolvidos vão para casa, lambendo suas feridas financeiras e psicológicas. Isso ocorre quando um investidor finalmente começa a fazer as perguntas técnicas e de medição difíceis, que deveriam ter sido tratadas desde o início.
O que se pode aprender com o inventor Tipo 2? Por um lado, esses inventores podem ser muito mais perigosos que os Tipo 1, pois podem usar seu maior peso financeiro para parecer que têm algo de valor e, assim, atrair capital que poderia ser usado em atividades mais frutíferas. Por outro lado, os inventores Tipo 2 podem cumprir uma função útil ao mostrar aos outros onde não pisar. Sua capacidade de dar alguma aparência de sofisticação profissional, por exemplo a de um professor universitário, aumenta marginalmente a probabilidade de uma inovação verdadeira. Contudo, a personalidade do inventor Tipo 2 ditará sua receptividade a conselhos externos.
O inventor Tipo 3
À medida que o inventor ganha mais formação formal, o alicerce das inovações tende a ser uma hipótese ou um modelo matemático que leva a experimentos básicos, em vez de começar com uma encarnação completa da invenção esperada. No melhor caso, trata-se de uma abordagem em etapas, em que o inventor já tem conhecimento suficiente da área para saber projetar uma sucessão de experimentos e interpretar corretamente os resultados, de modo a fazer avaliações cada vez mais precisas da provável validade da invenção. O ideal é que a hipótese se baseie numa extensão de leis físicas conhecidas
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8Nota editorial: Diz que o Tipo 2 pode obter patentes e pareceres, mas adverte contra teorias mal ligadas ao dispositivo e a falta de perguntas de medição, e introduz o Tipo 3.
Conferir original em inglês
UNCLASSIFIED! /FOR OfifilQlalik wse 8HL'I
a technology. Also, they are not generally plagued by the insecurities of the Type 1
inventor about subject ing their invent ions to outside scrutiny, and some will be bold
enough to publish in respected scientific journals (Reference 23). This means they keep
better lab notes than Type 1 inventors. It does not mean they are intrinsically better
scientists or inventors.
Type 2 inventors generally have a bit more training in physics and sometimes start with
a theory of which they request analysis from a local university professor, for example.
Usually the theory is either partially formed or is not directly relevant to the proposed
invention. The professor dutifully examines the theory presented while not being
informed of the overall us,e to which his work is to be put and makes a pronouncement
that the inventor can usually twist one way or another to suit his future fundraising
efforts (Reference 24). Often the inventor has access to various theories about energy
or gravity that are posted in non-peer-reviewed media and uses these to initia te or
justify the proposed invention.
Type 2 inventors have a generally greater success at securing a patent, as they have a
better basis on which to make a claim and can afford better patent lawyers. Some of
the more advanced Type 2 inventors realize they need to start with a more pure
physics experimental approach rather than going straight for the applied invention,
although these are rare (Reference 23).
Once the initial concept has proved infeasible on the bench, these inventors can burn
through a large amount of additional money in a scatter -shot approach, trying to save
face and what little money is left . Some will continually scan the Internet or
underground press for other likely energy candidates to switch allegiance to (Reference
14, 15), or will simply convince other gullible investors to continue to prop up the
technology with ever-more contorted descriptions of what is needed to succeed.
Eventually the house of cards collapses, and all the players go home, licking their
financial and psychological wounds. This occurs when an investor finally starts asking
the tough technical and measurement questions that should have been addressed at
the outset.
What can be learned from the Type 2 inventor? On the one hand, these inventors can
be much more dangerous than Type 1 inventors, as they can use their enhanced
financial clout to make it appear as if they have something of value and thereby attract
capital that might otherwise be used in more fruitful pursuits. On the other hand, Type
2 inventors can serve a useful purpose in showing others where not to tread. Their
ability to instantiate some degree of professional sophistication - for example, university
professor-marginally increases the likelihood of a true innovation. However, the
personality of the Type 2 inventor will dictate their receptiveness to external advice.
The Type 3 Inventor
As the inventor gains more formal training, the foundation for the innovations tends to
be a hypothesis or mathematical model leading to basic experiments, as opposed to
starting with a full -blown embodiment of the hoped-for invention . In the best case, this
is a staged approach in which the inventor already has sufficient knowledge about the
area to know how to design a succession of experiments and interpret the results
properly to make increasingly accurate assessments of the likely validity of the
invention. Optimally, the hypothesis is based on an extension of known physical laws
UNCLASSIFIED/ ffiOR OFifilCIOL 11ili ONI X
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TRECHO 6 · PÁGINA FÍSICA 14
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e recorra a fontes primárias de energia conhecidas ou razoavelmente postuladas. Em contraste com os inventores Tipo 1 e 2, que parecem nunca perceber, por exemplo, que um ímã permanente não pode ser, por si só, uma fonte de energia, o inventor Tipo 3 se apoia nas leis de conservação conhecidas. Os inventores Tipo 3 (e 4) em geral percebem a enormidade dos problemas que enfrentam, ao passo que os Tipos 1 e 2 se isolaram dessa percepção.
Em razão de sua formação, o inventor Tipo 3 (e 4) deve saber onde acessar a literatura técnica e científica específica para ajudar a pesquisar suas ideias. O inventor pode estar associado a uma universidade local ou a um professor emérito e usar esse conhecimento de modo informal para compensar a falta de recursos. O financiamento principal vem de finanças pessoais ou da família ou de pequenos grupos de aficionados de mentalidade semelhante (Referência 25). Em geral os inventores Tipo 3 (e 4) são mais velhos que os Tipos 1 e 2. Também são muito melhores em explicar a base científica de sua invenção proposta e, por isso, podem atrair financiamento adicional de capitalistas de risco, fundações ou órgãos governamentais de fomento. Essa é uma abordagem muito mais palatável aos olhos de investidores em potencial, pois há a sensação de que seu investimento se baseia em ciência, e não em pura especulação, e tem, portanto, melhor chance de retorno positivo. Em alguns casos, os fundos do indivíduo ou dos investidores de risco podem ser igualados por subsídios do governo, se a ideia for aprovada por um conselho de revisão científica. A maioria dos investidores em invenções Tipo 3 e 4 é mais sofisticada que os que investem nos Tipos 1 e 2.
Os inventores Tipo 3 em geral têm um histórico de publicações na literatura revisada por pares. Contudo, mesmo com maior grau de formação, é frequente que o inventor cometa erros de medição ou de interpretação de dados (Referências 26 e 27), sobretudo quando os resultados iniciais aparentemente confirmam a hipótese ou o modelo físico do próprio pesquisador (Referência 28). Isso é o que mais costuma levar ao fim da inovação. Nesses casos, porém, os investidores não ficam tão irados nem constrangidos quanto os dos inventores Tipo 1 e 2 e, por isso, podem continuar a apoiar o inventor por algum tempo, enquanto ele tenta resolver os problemas para compreender a inovação mais plenamente.
O simples fato de terem maior formação torna o inventor Tipo 3 mais capaz de desqualificar teorias e experimentos concorrentes. Essa faceta pode derivar de, ou evoluir para, uma crença bastante dogmática de que a teoria do inventor Tipo 3 é a única interpretação correta e a única com probabilidade de êxito. Esse aspecto deve ser levado em conta ao avaliar o potencial do inventor de aceitar outras explicações ou ajuda quando enfrentar, enfim, dificuldades com sua teoria ou experimento. Em geral o alcance das alegações é mais modesto que o dos Tipos 1 e 2. Em vez de alardear que a invenção literalmente salvará o mundo, esses inventores são mais realistas e sugerem como a invenção pode ser uma parte de uma solução geral.
O que se pode aprender com o inventor Tipo 3? A formação e a familiaridade dos inventores Tipo 3 com o método científico os colocam numa liga inteiramente diferente da dos Tipos 1 e 2. O acesso às suas publicações dá boa ideia de suas capacidades. Eles são mais realistas em seus objetivos e expectativas. É mais fácil para investidores e outros cientistas lidar com inventores Tipo 3, mas eles têm mais fome de financiamento que os inventores Tipo 4, de modo que ainda é preciso cautela ao interpretar sua lábia. Um inventor Tipo 3 que exiba uma abordagem rígida e dogmática deve ser evitado.
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9Nota editorial: O Tipo 3 parte de hipótese e testes graduais, respeita a conservação de energia e publica, mas ainda pode errar ao medir e ao interpretar dados favoráveis.
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UNCLASSIFIED/} FOR OfPle!AL HSE 8PtLlf
and calls on known or reasonably postulated primary energy sources. In contrast to
Type 1 and 2 inventors, who seem never to realize that a permanent magnet cannot be
an energy source in and of itself, for instance, the Type 3 inventor relies on the known
conservation laws. Type 3 ( and 4) inventors generally realize the enormity of the
problems they face, whereas Types 1 and 2 have insulated themselves from this
realization.
As a result of his education, the Type 3 (and 4) inventor should know where to access
specific technical and scientific literature to aid in the process of researching their ideas.
The inventor may be associated with a local university or an emeritus professor and use
this expertise on an informal basis to compensate for a lack of funds. Primary funding
comes from personal or family finances or from small groups of like-minded aficionados
(Reference 25). Generally the Type 3 (and 4) inventors are older than Types 1 and 2.
They are also much better at explaining the scientific basis for their proposed invention
and thus can attract additional funding from venture capitalists, foundations, or
government granting agencies. This is a much more palatable approach in the eyes of
prospective investors, as there is the feeling that their investment is based on science
rather than on pure speculation and thus has a better chance of a positive return. In
some cases, the individua I or venture investors' funds can be matched by government
grants if the idea is passed by a scientific review board. Most investors in Type 3 and 4
invent ions are more sophisticated than those who invest in Types 1 and 2.
Type 3 inventors generally have a record of publications in peer-reviewed literature.
However, even with a greater degree of education, it is ohen the case that the inventor
makes mistakes in measurement or interpretations of data (Reference 26, 27),
especially when the init ial results apparently confirm the inventor's hypothesis or
physical model (Reference 28). This is most often what leads to the demise of the
innovation. However, in these cases, the investors are not as angry or embarrassed as
Type 1 and 2 inventors, and so may continue to support the inventor for some time as
he tries to work out the problems in understanding the innovation more fully.
The very fact of their higher education makes the Type 3 inventor more easily able to
denigrate competing theories and experiments. This facet can be derived from or
evolve into a rather dogmatic belief that the Type 3 inventor's theory is the only correct
interpretation and the only one likely to succeed. This aspect must be taken into
account when assessing tile inventor's potential to accept other explanations or
assistance when he eventually encounters difficulty with his theory or experiment.
Typically the scope of the claims is more modest compared with Types 1 and 2. Instead
of trumpeting that the invention will literally save the world, these inventors are more
realistic, suggesting how the invention might be one part of an overall solution.
What can be learned from the Type 3 inventor? Type 3 inventors' education and
familiarity with the scientific method puts them in an entirely different league from
Types 1 and 2. Access to their publications provides good insight into their capabilities.
They are more realistic in their goals and expectations. It is easier for investors and
other scientists to deal with Type 3 inventors, but Type 3 inventors are hungrier for
funding than Type 4 inventors, so caution is still required in interpreting their spiel. A
Type 3 inventor displaying a rigid and dogmatic approach should be avoided.
UNCLASSIFIED/ /POI\ OfPlelAL t,91! or~tY
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TRECHO 7 · PÁGINA FÍSICA 15
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O inventor Tipo 4
Se um inventor independente formado em ciência ou engenharia já dispõe de financiamento pessoal, muitos dos atributos atribuídos ao inventor Tipo 3 também se aplicam. O inventor Tipo 4, porém, tem mais liberdade para perseguir sua inovação sem tanta preocupação com a opinião externa. Muitas vezes esses inventores fizeram dinheiro com invenções anteriores e, portanto, já conhecem o processo. Têm muito mais facilidade para atrair capital, como mostram seus históricos. Mas nem todos têm dinheiro de invenções anteriores. Alguns têm riqueza familiar, e alguns podem ter ganhado dinheiro desenvolvendo tecnologia em áreas um tanto afastadas de seu interesse atual.
Os inventores Tipo 4 em geral têm menos inclinação a perseguir invenções nas áreas de geração de energia e propulsão como definidas acima. De fato, é muito menor a probabilidade de que esses inventores sequer se interessem por geração de energia primária nova ou por modificação da gravidade. Eles ainda enfrentam desafios técnicos difíceis, mas em geral não questões fundamentais como gravidade e energia primária. É evitando essas áreas supremamente difíceis que conseguiram inventar em outras áreas e, por isso, já são mais bem financiados!
Os inventores Tipo 4 percebem a necessidade de uma abordagem passo a passo e as armadilhas de desenvolver ideias do zero. Tendem a aplicar seu gênio a melhorias do status quo nessas áreas, em vez de oferecer avanços completos. Por exemplo, o Segway de Kamen (Referência 29) não contém tecnologia fundamentalmente nova. Embora Ovshinsky (Referência 30) tenha conseguido desenvolver materiais novos para a geração de eletricidade solar, a ideia geral de aproveitar a energia do Sol para produzir eletricidade não era nova. Aliás, Ovshinsky está incluído nesta categoria embora não tivesse educação universitária formal, sendo um gênio autodidata. Apesar de sua aversão às questões fundamentais relevantes para este estudo, os inventores Tipo 4 são capazes de determinar, desde cedo, se uma ideia tem mérito e como poderia ser desenvolvida de forma adequada, supondo que o conceito básico seja sólido.
Deve-se notar que os inventores Tipo 1 e 2 em geral são verdadeiros solitários, ao passo que os Tipos 3 e 4 podem fazer parte de um pequeno grupo de até 3 a 4 pessoas dedicadas a um único objetivo.
O que se pode aprender com o inventor Tipo 4 é bastante semelhante ao que se aprende com o Tipo 3. A principal diferença é o histórico de invenção e o provável maior senso de negócios do inventor Tipo 4 em comparação com o do Tipo 3.
O inventor Tipo 5
Aqui se começa a ver uma sobreposição de forma e função com o inventor corporativo. A distinção principal é o número de inventores ativos que compõem o grupo: neste estudo, supõe-se que 5 a 6 inventores sejam o tamanho típico do grupo. O ambiente de pequeno grupo permite que os indivíduos troquem ideias aparentemente malucas, com pouca preocupação com o ridículo. Dependendo da natureza da organização, nenhum tema é tabu. Contudo, o inventor nessa situação costuma ter de contribuir para produtos comerciais de curto prazo, e não para inovações exóticas. Isso porque a maioria dos pequenos grupos de inventores se interessa sobretudo por manter o empreendimento à tona. Eles percebem que o esforço necessário para enfrentar temas como a gravidade e a energia primária seria enorme e que, embora o ganho fosse imensamente grande, a probabilidade de sucesso é pequena, dado que seus concorrentes estão em laboratórios acadêmicos e governamentais bem financiados.
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10Nota editorial: O Tipo 4 tem formação ou experiência e recursos próprios; o Tipo 5 é um pequeno grupo comercial que tende a fazer melhorias de curto prazo, e não propulsão exótica.
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UNCLASSIFIED/fFOA OFFI&IAb WSE ONbV
The Type 4 Inventor
If a maverick inventor educated in science or engineering already has personal funding,
many of the attributes ascribed to the Type 3 inventor also apply. However, the Type 4
inventor is freer to pursue his innovation without as much concern for outside opinion.
It is often the case that such inventors have made their money from previous
inventions, so they already know the process. They have a much easier time attracting
capital, as evidenced by their track records. However, not all have money from previous
inventions. Some have family wealth, and some may have made money developing
technology in areas somewhat removed from their current interest.
Type 4 inventors generally are less inclined to pursue inventions in the areas of energy
generation and propulsion as defined above. In fact, the likelihood of such inventors
even being interested in novel primary energy generation or gravity modification is
greatly diminished. They still tackle difficult technical challenges, but not generally
fundamental issues like gravity and primary energy. It is by avoiding these supremely
difficult areas that they have been able to invent in other areas and are thus already
better funded!
Type 4 inventors realize the necessity of a step-by-step approach and the pitfalls of
developing ideas from scratch. They tend to apply their genius to improvements to
status quo in these areas rather than providing complete breakthroughs. For instance,
Kamen's Segway (Reference 29) contains no fundamentally new technology. Although
Ovshinsky (Reference 30) did manage to develop new materials for solar electricity
generation, the general idea of harnessing the Sun's energy to produce electricity was
not new. Incidentally, Ovshinsky is included in this category even though he had no
formal university education but is a self-taught genius. Notwithstanding their aversion
to the fundamental issues relevant to this study, Type 4 inventors are capable of
determining at an early stage whether an idea has merit and how it might properly be
developed, assuming the basic concept is sound.
It should be noted that Type 1 and 2 inventors usually are true loners, whereas Types 3
and 4 may be part of a small group of up to 3-4 people dedicated to a single objective.
What can be learned from the Type 4 inventor is quite similar to that of the Type 3
inventor. The major differ ,ence is the track record of invention and the likely increased
business sense of the Type 4 inventor compared with those of the Type 3 inventor.
The Type 5 Inventor
Here one starts to see an overlap in form and function with the corporate inventor . The
primary distinction is the number of active inventors constituting the group: in this
study, we assume that 5-6 inventors is a typical group size. The small group setting
allows the individuals to bounce seemingly crazy ideas back and forth with little concern
about ridicule. Depending on the nature of the organization, no topic is taboo. However,
the inventor in this situation is usually required to contribute to near-term commercial
products rather than exotic innovations. This is because most small groups of inventors
are primarily interested in keeping their enterprise afloat. They realize that the effort
required to tackle topics such as gravity and primary energy would be enormous, and
although the payoff would be exceedingly large, the probability of success is small
given that their competitors are in well-funded academic and government laboratories.
UNCLASSIFIED/ /FOA QFFI&IAL l:t.!I! 6NLI
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Esses inovadores têm alto grau de motivação para projetos comerciais de curto prazo, mas menos motivação para projetos exóticos de longo prazo, e em geral têm qualificações educacionais específicas nos campos relevantes. Em geral trabalham em melhorias do status quo tecnológico (Referência 31). Espera-se que essas melhorias sejam produtos comerciais no curto a médio prazo, em comparação com a tecnologia de energia e propulsão aqui discutida, que tem um horizonte de tempo longo.
O que se pode aprender com o inventor Tipo 5? Ele tem interesse significativamente menor que o do inventor independente solitário em perseguir invenções exóticas. Como parte de uma empresa comercial, a motivação de um inventor Tipo 5 para investigar possibilidades de longo prazo com baixa probabilidade de sucesso é pequena. Isso não quer dizer que o inventor individual dentro do grupo não possa ser o candidato mais adequado para considerar invenções exóticas, se puder operar com considerável liberdade e contar com o apoio e o ambiente intelectual do pequeno grupo.
Comparações
A Tabela 2, abaixo, compara os elementos essenciais que caracterizam os tipos de inventor discutidos nas seções anteriores. Os vários atributos mostrados podem ser usados como critérios para determinar o tipo de inventor com maior probabilidade de produzir as inovações necessárias nas áreas de energia primária avançada e propulsão exótica.
Tabela 2. Elementos essenciais que caracterizam os tipos de inventor
Atributo | Tipo 1 (e 2) | Tipos 3 e 4 | Tipo 5 | Corporativo
Idade | Mais jovem | Mais velho | Mais jovem | Variada
Motivação | Alta | Alta | Média | Variada
Realismo | Baixo | Médio | Alto | Alto
Burocracia | Baixa | Baixa | Média | Alta
Capitalização | Baixa (e Média) | Baixa (e Média) | Média | Alta
Formação | Baixa | Alta | Mista | Alta
Senso de negócios | Baixo | Variado | Alto | Médio
Medição | Baixa | Média | Média a Alta | Alta
Habilidades de laboratório | Baixas | Altas | Altas | Altas
Apoio externo | Baixo | Alto | Médio | Alto
Flexibilidade | Alta | Alta | Média | Média
Interesse pela mídia | Alto | Baixo | Misto | Baixo
Para clareza e concisão, os Tipos 1 e 2 e os Tipos 3 e 4 estão combinados, pois, em geral, a única diferença significativa é a capitalização. Como discutido acima, infelizmente, ter simplesmente mais financiamento não leva a capacidades substancialmente maiores em outras áreas.
Motivação: grau de comprometimento em iniciar e concluir a tarefa e crença de que ela é possível a priori.
Realismo: grau de percepção das dificuldades a enfrentar.
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11Nota editorial: Tabela que classifica os tipos de inventor segundo o autor, com atributos como idade, motivação, formação, medição e habilidades de laboratório, e início da definição dos critérios.
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UNCLASSIFIED/ I FOR 8FFI@IAL ~SE er•t'i'
These innovators have a high degree of motivation for near-term commercial projects
but less motivation for exotic long-term projects and typically have specific educational
qualifications in the relevant fields. They generally work on improvements to the
technological status quo (Reference 31). These improvements are expected to be
commercial products in the near-to-medium term, compared with the energy and
propulsion technology discussed here, which have a long time horizon.
What can be learned from the Type 5 inventor? He is significantly less interested than
the lone maverick inventor in pursuing exotic inventions . As part of a commercial
enterprise, a Type 5 inventor's motivation to investigate long-term possibilities with a
low likelihood of success is small. This is not to say that the individual inventor within
the group might not be the most suitable candidate for considering exotic inventions if
he can operate with considerable freedom and enjoy the support and intellectual milieu
of the small group.
Comparisons
Table 2 below compares the essential elements that characterize the types of inventors
discussed in the previous sections. The various attributes shown can be used as criteria
for dete rmi ning the inventor type most likely to produce the necessary innovations in
the areas of advanced primary energy and exotic propulsion.
Table 2. Essential Elements That Characterize the Types of Inventor
I Attribute I Type 1 (& 2) Type 3 and 4 Type 5 Corporate
Aqe Younqer Older Younqer Various
Motivation Hiqh Hiqh Medium Various
Rea lism Low Medium High High
Bureaucracy Low Low Medium Hiqh
Capitalization Low (&
Medium)
Low (&
Medium) Medium High
Education Low Hiqh Mixed Hiqh
Business
Sense Low Various High Medium
Measurement Low Medium Medium - High Hiqh
Lab Skills Low High High High
Externals Low Hiqh Medium Hiqh
Flexibility Hiqh Hiqh Medium Medium
Media Interest Hioh Low Mixed Low
For clarity and compactness, Types 1 and 2 and Types 3 and 4 are combined, since in
general the only meaning f ul difference is the capitalization. As discussed above,
unfortunately, merely having more funding does not lead to substantially greater
capabilities in other areas.
Motivation: degree of commitment to initiating and completing the task and belief that
it is possible a priori.
Realism: degree of realization of the difficulties to be faced.
UNCLASSIFIED/ /EAR OFFICI0L Wi& 9,.LY
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Burocracia: quantidade de despesas gerais e administrativas que o inventor precisa suportar.
Capitalização: quantidade relativa de financiamento à disposição do inventor para a invenção específica.
Formação: nível de educação alcançado pelo inventor nos campos relevantes de ciência ou engenharia.
Senso de negócios: grau de tino comercial associado ao inventor.
Medição: capacidade do inventor de entender e usar corretamente instrumentos de medição.
Habilidades de laboratório: capacidade de mostrar desenvolvimento ordenado a partir do conceito original, manter anotações de laboratório adequadas e comunicar ideias a outros.
Apoio externo: interesse do inventor em usar ajuda externa, por exemplo de uma universidade, inclusive para publicar, e sua capacidade de fazê-lo.
Flexibilidade: capacidade de trabalhar em diferentes tipos de projeto, mesmo quando muito exóticos.
Interesse pela mídia: interesse em autopromoção e dependência de vários meios populares (não científicos) como guia; é mais um indicador da psicologia do inventor do que de suas habilidades técnicas.
Num tutorial da NASA de 2003 sobre propulsão de ruptura (Referência 32), Millis descreve a divisão entre "mestres" e "pioneiros" no contexto de determinar onde poderia surgir o próximo avanço da propulsão espacial. No extremo dos mestres estão os "puritanos pedantes", que consideram que o processo já chegou ao ponto final dos avanços no campo. Essa classificação se assemelha à do inventor corporativo menos motivado. No extremo oposto, o dos pioneiros, ele coloca os "especialistas patológicos", que se caracterizam com frases como "Minha teoria é ótima... Eu não posso estar errado... Se você não concorda, faz parte da conspiração de supressão", e que podem, assim, ser classificados como inventores Tipo 1 ou 2. Millis também caracteriza os inventores Tipo 1 e 2 como "entusiastas não rigorosos" (Referência 33).
Conclusões
Podemos tirar várias conclusões das comparações da Tabela 2.
Os inventores independentes dos Tipos 1 e 2 pontuam alto em motivação e flexibilidade, com pouca burocracia, mas em todas as outras áreas são deficientes. Especialmente preocupante para o presente cenário é a falta de formação, que leva a capacidades de medição e habilidades de laboratório abaixo do padrão ou inexistentes, junto com a dependência excessiva da mídia.
Os Tipos 3 e 4 também exibem atributos benéficos quanto a motivação, flexibilidade e burocracia, bem como em seu tratamento da mídia. Quanto ao presente cenário, em todos os outros atributos os Tipos 3 e 4 ficam acima de seus equivalentes dos Tipos 1 e 2. Suas habilidades de medição poderiam ser melhoradas, particularmente em vista das exigências dessas novas áreas de energia e propulsão.
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12Nota editorial: Define os critérios comparativos da tabela e conclui, segundo o autor, que os Tipos 3 e 4 reúnem melhor combinação de atributos para pesquisa difícil do que os Tipos 1 e 2.
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UNCLASSIFIED/; FOR eFFlelAL WS& Ql'U,¥
Bureaucracy: amount of general and administrative overhead to be put up with by the
inventor.
Capitalization: relative amount of funding available to the inventor for the specific
invention.
Education: level of education achieved by the inventor in the relevant fields of science
or engineering.
Business Sense: degree of business acumen associated with inventor.
Measurement: capability of the inventor to understand and properly use measuring
instruments.
Lab Skills: ability to show orderly development from original concept, keep proper lab
notes and communicate ideas to others.
Externals: inventor's interest in and capability of using external assistance-for
example, a university, including publishing.
Flexibility: ability to work on different sorts of projects, even when highly exotic.
Media Interest: interest in self-promotion and reliance on various popular (nonscientific)
media for guidance; this is more an indicator of the psychology of the inventor than of
his technical skills.
In a 2003 NASA tutorial on breakthrough propulsion (Reference 32), Millis describes the
division between "masters" and "pioneers" in the context of determining where the next
space propulsion breakthrough might arise. At the extreme end of the masters are the
"pedantic prudes" who cornsider that the process is already at the end-point of
advancements in the field. This classification is similar to the least motivated corporate
inventor. At the opposite end of the pioneers, he places the "pathological pundits" who
characterize themselves using phrases such as "My theory is great...! can't be wrong ...If
you don't agree, you are part of the suppression conspiracy," and can thereby be
classified as Type 1 or 2 inventors. Millis also characterizes Type 1 and 2 inventors and
"nonrigorous enthusiasts" (Reference 33).
Conclusions
We can draw several conclusions from the comparisons in Table 2.
Maverick inventors of Types 1 and 2 score high in motivation and flexibility with little
bureaucracy, but in all other areas, they are lacking. Especially troubling for the present
scenario is the lack of education leading to substandard to nonexistent measurement
capabilities and laboratory skills, together with overreliance on media.
Types 3 and 4 also exhibit beneficial attributes relat ing to motivation, flexibility, and
bureaucracy, as well as their treatment of media. As far as the present scenario is
concerned, in all other attributes, Types 3 and 4 rank higher than their Type 1 and 2
counterparts. Their measurement skills could be improved, particularly in view of the
requirements of these new areas of energy and propulsion.
UNCLASSIFIED//FOR OFFICI0L Wi& 9,.LY
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Os inventores Tipo 5 não são tão motivados quanto seus equivalentes dos Tipos 1 a 4 nessas áreas de inovação, possivelmente por sua maior sensibilidade à dificuldade da tarefa. O senso de negócios é mais alto que o dos Tipos 1 a 4, mas não está claro em que medida isso afeta sua capacidade de inovar. Eles são mais limitados no que diz respeito à burocracia, o que tende a atrapalhar a realização de inovações "céu azul".
Por fim, o inventor corporativo pontua alto em todas as áreas, exceto motivação, tino comercial e flexibilidade. Como observado antes, o inventor corporativo sofre por estar empregado numa organização que, exceto a universidade, em geral não promove os tipos de inovação tratados neste trabalho. Em muitos casos, os inovadores universitários são tolhidos por um dogma que os impede até de considerar a possibilidade.
Portanto, no que diz respeito aos inventores independentes, os Tipos 3 e 4 parecem a melhor escolha quanto a onde esperar que surjam as próximas inovações, e devem ser cuidadosamente selecionados com base em critérios talvez semelhantes aos usados acima. Millis considera o mesmo cenário (Referência 32) quando afirma que os inovadores que busca são publicados, assumem riscos de forma crível e têm visão. Devem ser monitorados e estimulados, por meio de incentivos financeiros e de outros tipos, a perseguir essas áreas difíceis de inovação. Se o inventor corporativo, e especialmente o inventor de base universitária, pudesse ser motivado e ter flexibilidade suficiente, seria um excelente candidato para realizar as inovações necessárias em energia e propulsão e rivalizaria com os Tipos 3 e 4 em capacidade de inovar.
Os inventores Tipo 5 são a próxima melhor possibilidade, e os Tipos 1 e 2 devem ser apenas observados de forma casual, pois não se espera que nenhuma inovação substancial surja desses lados.
[referências bibliográficas no original]
1 http://peswiki.com/index.php/Main_Page, acessado em 12 de janeiro de 2009
2 http://www.americanantigravity.com/, acessado em 13 de janeiro de 2009
3 http://www.cnn.com/2009/LIVING/worklife/01/12/entrepreneur.psychology/index.html, acessado em 12 de janeiro de 2009
4 http://www.ilsb.tuwien.ac.at/~tajmar/, acessado em 14 de janeiro de 2009
5 Cook, N., [referências bibliográficas no original], Century/Random House, Londres, 2001
6 Tutt, K., [referências bibliográficas no original], Simon and Schuster, Londres, 2001
7 http://www.flynnresearch.net/, acessado em 12 de janeiro de 2009
8 Chiang, P.R., Smith, G.A. e outros, [referências bibliográficas no original], Kammash, T. (org.), Progress in Astronautics and Aeronautics, v. 167, AIAA, Washington, DC, 1995
9 Smith, G.A., [referências bibliográficas no original], NIAC Phase I Final Report, Research Subaward n.º 07605-003-048, apresentado na NIAC Phase I Fellows Meeting, Atlanta, GA, 7-8 de março de 2006
10 Zinsser, R., [referências bibliográficas no original], Hathaway (org.), The First International Symposium on Non-Conventional Energy Technology, University of Toronto, 23-24 de outubro de 1981 (publicação particular)
11 Interavia, v. XI, n.º 12, p. 992, (Suíça), 1956
12 [referências bibliográficas no original], New Scientist, 14 de fevereiro de 1980
13 Ball, P., [referências bibliográficas no original], Nature News, 14 de setembro de 2007
14 http://www.magneticpowerinc.com/, acessado em 15 de janeiro de 2009
15 http://www.theorionproject.org/en/index.html, acessado em 15 de janeiro de 2009
16 http://www.greaterthings.com/News/Tilley/fraud/index.html, acessado em 11 de janeiro de 2009
17 http://www.phact.org/e/z/perendev.htm, acessado em 11 de janeiro de 2009
18 Krieg, E., [referências bibliográficas no original], Skeptical Inquirer Magazine, v. 21, n.º 4, p. 34-36, julho/agosto de 1997
19 http://www.r-charge.com/about.html, acessado em 13 de janeiro de 2009
13
NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]Nota editorial: Recomenda acompanhar inventores independentes experientes e dar flexibilidade a pesquisadores institucionais; começa aqui a lista de referências.
Conferir original em inglês
UNCLASSIFIED/} POR OPPlelAL l:t9! 8HLY
Type 5 inventors are not as motivated as their Type 1 to 4 counterparts in these areas
of innovation, possibly owing to their increased sensitivity to the difficulty of the task.
Business sense is higher than Types 1 to 4, but the extent to which this impacts their
ability to innovate is not clear. They are more constrained insofar as bureaucracy is
concerned, which tends to hamper carrying out "blue-sky" innovations.
Finally, the corporate inventor scores high in all areas except motivation, business
acumen, and flexibility. As noted previously, the corporate inventor suffers from being
employed in an agency that, except for the unive rsity, does not generally promote the
types of innovations addressed in this paper. In many cases, university innovators are
hidebound by dogma that prevents them from even entertaining the possibility.
Therefore, as far as maverick inventors are concerned, Types 3 and 4 appear to be the
best choice regarding where to expect the next innovations to arise and should be
carefully selected based on criteria similar perhaps to those used above. Millis considers
the same scenario (Reference 32) when he states that the innovators he seeks are
published, credible risk-takers with vision. They should be monitored and encouraged
by means of financial and other incentives to pursue these difficult areas of innovation.
If the corporate inventor, and especially the university-based inventor, could be
motivated and granted sufficient flexibility, he would be an excellent candidate to carry
out the required innovations in energy and propulsion and rival Types 3 and 4 for
innovation capacity.
Type 5 inventors are the next best possibility, with Types 1 and 2 merely being watched
casually, as no substantial innovation is expected to arise from these quarters.
1 http ://peswiki.com/index.php/Main _Page, accessed Jan 12, 2009
2 http ://www .americanantigravlty .com/, accessed Jan 13, 2009
3 http://www.cnn.com/2009/LIVING/worklife/Ol/12/entrepreneur.psychology/index.html, accessed Jan 12, 2009
4 http://www.ilsb.tuwien .ac.at/~tajmar/, accessed Jan 14, 2009
5 Cook, N., The Hunt for Zero Point, Century/Random House, London, 2001
6 Tutt, K., The Search for Free Energy, Simon and Schuster, London, 2001
7 http ://www.flynnresearch.net/, accessed Jan 12, 2009
6 Chiang, P.R., Smith, G.A., et al "An Antiproton Driver for Internal Confinement Fusion Propulsion," Kammash, T.
(ed), Fusion Energy in Space Propulsion, Progress in Astronautics and Aeronautics, Vol. 167, AIAA, Washington,
DC, 1995
9 Smith, G.A., "Positron Propelled and Powered Space Transport Vehicle for Planetary Missions," NIAC Phase I Final
Report, Research Subaward # 07605 -003-048, presented at NIAC Phase I Fellows Meeting, Atlanta GA, Mar 7-8,
2006
10 Zinsser, R., "Mechanical Energy from Anisotropic Gravitational Fields," Hathaway (ed.) The First International
Symposium on Non-Conventional Energy Technology, University of Toronto, Oct 23 - 24, 1981 (privately
published)
11 Interav ia, Vol. XI, No. 12, pp. 992, (Switzerland), 1956
12 "Anti -Gravity not so Crazy After All," New Scientist, Feb 14, 1980
13 Ball, P. " Burning water and other myths," Nature News, Sept. 14, 2007
14 http://www .magneticpow erinc.com/, accessed Jan 15, 2009
15 http:/ /www .theor ionproject .org/en/ index.htm l, accessed Jan 15, 2009
16 http ://www.greaterthlngs .com/News/Tilley/fraud/index .html, accessed Jan 11, 2009
17 http://www.phact .org/e/z/perendev .htm, accessed Jan 11, 2009
16 Krieg, E. "Examining the Amazing Free-Energy Claims of Dennis Lee," Skeptical Inquirer Magazine, Vol. 21, No.
4, pp 34 - 36, July/Aug 1997
19 http ://www.r-charge.com/about.html, accessed Jan 13, 2009
13
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TRECHO 11 · PÁGINA FÍSICA 19
página inteira
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20 http://www.searleffect.com/free/jt_biodetail.html, acessado em 12 de janeiro de 2009
21 http://www.steorn.com/, acessado em 12 de janeiro de 2009
22 Cambier, J-L. e Micheletti, D.A., [referências bibliográficas no original], relatório da NASA NASA/CR-2000-210654, Langley Research Center, Hampton, VA, dezembro de 2000
23 http://www.lawrencevilleplasmaphysics.com/, acessado em 12 de janeiro de 2009
24 http://gammamanager.blogspot.com/, acessado em 14 de janeiro de 2009
25 Woodward, J., [referências bibliográficas no original], Foundations of Physics, v. 34, p. 1475, 2004.
26 Little, S.R., [referências bibliográficas no original], Millis, M.G. e Davis, E.W. (orgs.), Progress in Astronautics and Aeronautics Series, 227, AIAA, 2009 (no prelo)
27 Hathaway, G.D., [referências bibliográficas no original], Space Technologies and Applications International Forum 2006, El Genk, M.S. (org.), American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2006
28 Graneau, P., Graneau, N. e outros, [referências bibliográficas no original], J. Plasma Physics, v. 63, parte 2, p. 115, 2000
29 http://www.dekaresearch.com/aboutDean.html, acessado em 13 de janeiro de 2009
30 http://ovshinskyinnovation.com/, (em construção) acessado em janeiro de 2009
31 http://clever-fellows-innovation-consortium.sbcontract.com/profile.htm, acessado em 15 de janeiro de 2009
32 Millis, M.G., [referências bibliográficas no original], AIAA Professional Short Course, NASA Glenn Research Center, 2003
33 Millis, M.G., [referências bibliográficas no original], Millis, M.G. e Davis, E.W. (orgs.), Progress in Astronautics and Aeronautics Series, 227, AIAA, 2009 (no prelo)
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14Nota editorial: Fim da bibliografia: trabalhos e endereços de internet citados sobre medição, inovação independente e propulsão avançada.
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UNCLASSIFIED/ /FOR OFFICIAL tt!iE 81'1L:¥
20 http ://www.searleffect.com/free/jt _biodetail.html, accessed Jan 12, 2009
21 http://www.steorn.com/, accessed Jan 12, 2009
22 Cambier, J-L., Micheletti, D.A., "Theoretical Analysis of the Electron Spiral Toroid Concept," NASA Report
NASA/CR-2000-210654, Langley Research Center, Hampton, VA, Dec. 2000
23 http://www.law rencevilleplasmap hysics.com/, accessed Jan 12, 2009
24 http://gammamanager.blogspot .com/, accessed Jan 14, 2009
25 Woodward, J., "Flux Capacitors and the Origin of Inertia" Foundations of Physics, Vol. 34, pg 1475, 2004.
26 Little, S.R., "Null Tests of "Free-Energy" Claims," Frontiers of Propulsion Science, (in print), MIiiis, M.G., Davis,
E.W. (eds), Progress in Astronauti cs and Aeronautics Series, 227, AIAA, 2009
27 Hathaway, G.D., "Nightmares of the Art of Measuring," Space Technologies and Applications Internationa l Forum
2006, El Genk, M.S. (ed.) American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2006
28 Graneau, P., Graneau, N., et al "Arc-Liberated Chemical Energy Exceeds Electrical Input Energy" J. Plasma
Physics Vol. 63, part 2, pg 115, 2000
29 http://www.dekaresearch.com/aboutDean.html, accessed Jan 13, 2009
30 http://ovshinskyinnovation.com/, (under construction) accessed Jan 2009
31 http://clever -fellows-innovation -consortium .sbcontract .com/profile .htm, accessed Jan 15, 2009
32 Millis, M.G., "The NASA Breakthrough Propulsion Project: Methods of Advanced Research," AIAA Professional
Short Course, NASA Glenn Research Center, 2003
33 Millis, M.G., "Prioritizing Pioneering Research," Frontiers of Propulsion Science, (in print), Millis, M.G., Davis, E.W.
(eds), Progress in Astronautics and Aeronautics Series, 227, AIAA, 2009
UNCLASSIFIED/ (FOR OFFICI0L: Mi& 8Ptl\f
14Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 19, contando a capa.
TRECHO 12 · PÁGINA FÍSICA 2
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Inventor Independente versus Inventor Corporativo: Onde Surgirão as Próximas Grandes Inovações?
Preparado por:
Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3)
Escritório de Alerta de Defesa
Diretoria de Análise
Agência de Inteligência de Defesa
Autor:
AAP Person 75
Nota administrativa
AVISO DE DIREITOS AUTORAIS: não é autorizada a divulgação adicional das fotografias desta publicação.
Este produto faz parte de uma série de relatórios de tecnologia avançada produzidos no ano fiscal de 2009 no âmbito do programa Advanced Aerospace Weapon System Applications (AAWSA), do Escritório de Alerta de Defesa da Agência de Inteligência de Defesa. Comentários ou perguntas sobre este documento devem ser dirigidos a [AAP Person 1], gerente do programa AAWSA, Agência de Inteligência de Defesa, ATTN: CLAR/DWO-3, Bldg 6000, Washington, DC 20340-5100.
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iiNota editorial: Página de expediente: indica a divisão da DIA que preparou o estudo, o autor com nome substituído e o vínculo com a série de relatórios do programa AAWSA.
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UNCLASSIFIED/ /f8R 8FFIOIAL Y&E 8ttL¥
Maverick Inventor Versus Corporate Inventor: Where Will
the Next Major Innovations Arise?
Prepa red by:
Acquisition Support Division ( DW0 -3)
Defense Warning Office
Directorate for Analvsis
Defense Intelligence Agency
Author:
AAP Person 75
Administrative Note
COPYRIGHT WARNING: Furth er disseminati on o f the photographs in this publ icatio n is not authori zed.
This product is one in a series of advanced technology reports produced in FY 2009
under the Defense I ntelligence Agency, Defense Warning Office's Advanced Aerospace
Weapon System Applications (AAWSA) Program. Comments or questions pertai ning to
this document should be addressed to !AAP Person 1 lAAWSA Program
Manager, Defense Intelligence Agency, ATTN: CLAR/DWO-3, Bldg 6000, Washington,
DC 20340-5100.
UNCLASSIFIED/ /liQA QFfilGlillk W&& BHLY
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TRECHO 13 · PÁGINA FÍSICA 3
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Sumário
Introdução ........ iv
Inventor independente ........ 1
Inventor corporativo ........ 2
Tecnologias ........ 4
O inventor Tipo 1 ........ 6
O inventor Tipo 2 ........ 7
O inventor Tipo 3 ........ 8
O inventor Tipo 4 ........ 10
O inventor Tipo 5 ........ 10
Comparações ........ 11
Conclusões ........ 12
Tabelas
Tabela 1. Tipos e exemplos de centros de pesquisa (think tanks) ........ 3
Tabela 2. Elementos essenciais que caracterizam os tipos de inventor ........ 11
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iiiNota editorial: Sumário do estudo, com as seções, os cinco tipos de inventor e as duas tabelas, na numeração impressa.
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UNCLASSIFIEDt {FOR OSFIQIAl ~91!! e ..c,
Contents
Introduction ............................................................................................... ............ iv
Maverick Inventor ...................................................................................... ............ 1
Corporate Inventor .................................................................................... ............ 2
Technologies .......................................................................................................... 4
The Type 1 Inventor ............................................................................................... 6
The Type 2 Inventor ................................................................................... ............ 7
The Type 3 Inventor .................................................................................... .. ........... 8
The Type 4 Inventor ................................................................................... .......... 10
The Type 5 Inventor ................................................................................... .......... 10
Comparisons .............................................................................................. .......... 11
Conclusions ................................................................................................. .......... 12
Tables
Table 1. Types and Examples of Think Tanks .............................................. ............ 3
Table 2. Essential Elements That Characterize the Types of Inventor ........ .......... 11
UNCLASSIFIED/ I FOR 8FFl@IAL ~91! 8HLY
iiiConsultar a ficha do documento ↗ · Página física 3, contando a capa.
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Inventor Independente versus Inventor Corporativo: Onde Surgirão as Próximas Grandes Inovações?
Introdução
A inovação tecnológica foi impulsionada por vários setores da sociedade humana e por um conjunto diverso de circunstâncias. No início do século XX, o inventor independente e solitário (maverick) foi o responsável pela base da maioria das empresas industriais e comerciais de hoje. À medida que essas empresas cresceram, passaram a poder manter seus próprios departamentos de pesquisa e desenvolvimento, encarregando-os de desenvolver produtos e processos voltados a aumentar a participação de mercado da empresa-mãe. Em geral, com o passar do tempo esse tipo de empresa deixou de ser um foco de inovação verdadeira e passou a ser um lugar onde melhorias nas tecnologias existentes eram rigidamente administradas. Essa gestão tornou-se sufocante para muitos inventores que desejavam produzir inovação verdadeira, e esses independentes evitaram as agências comerciais de pesquisa e foram fazer à sua maneira a sua própria pesquisa.
Outra instituição em que se fomenta a inovação verdadeira é a universidade. A pesquisa universitária, como existe hoje, começou na Europa apenas no século XVIII. A maior parte das descobertas científicas que levaram à inovação tecnológica veio de laboratórios de pesquisa universitários nos séculos XIX e início do XX. Atualmente há controvérsia considerável sobre o grau em que a pesquisa nas universidades está livre de influências externas, sejam elas de dentro da universidade, da comunidade científica mais ampla ou de órgãos públicos ou privados que financiam a pesquisa. À medida que os salários e as despesas das universidades sobem, cresce a dependência de fontes externas de financiamento, e a maioria delas deseja exercer alguma influência sobre o tipo de pesquisa que patrocina.
A agressão humana e as necessidades humanas deram origem a duas outras áreas de inovação. À medida que os governos se envolveram em conflitos, perceberam a necessidade de financiar "think tanks" para estimular desenvolvimentos científicos que pudessem ajudar o esforço de guerra. Do mesmo modo, as necessidades de seus cidadãos, como alimento, abrigo, assistência à saúde, energia, desenvolvimento econômico, exploração espacial e assim por diante, exigiram a criação de órgãos financiados pelo governo para fazer pesquisa e produzir políticas. Para serem eficazes, os planejadores militares precisavam de acesso às tecnologias mais inovadoras em todas as áreas de atividade, não só em armamentos, e por isso estabeleceram seus próprios departamentos de pesquisa e desenvolvimento.
As circunstâncias determinam a exigência temporal de inovação. As versões modernas dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse (guerras, pestes, mentiras, fome/morte: leia-se conflito, meio ambiente, economia, saúde) resumem bem os principais estímulos que fomentam a inovação. Felizmente, a sociedade humana, ao menos até agora, tem mostrado notável propensão a inventar métodos para superar obstáculos aparentemente intransponíveis.
Este trabalho se concentra em duas áreas de inovação tecnológica em que as soluções têm sido particularmente difíceis de obter, a saber, energia e
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ivNota editorial: Introdução: o autor contrapõe o inventor independente, a empresa, a universidade e os centros de pesquisa públicos como ambientes de inovação, destacando a influência do financiamento e da gestão.
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UNCLASSIFIED/ f FOR OFFI@IAL ~SI! 8HL'I
Maverick Inventor Versus Corporate Inventor: Where Will
the Next Major Innovations Arise?
Introduction
Technological innovation has been advanced by several sectors of human
society and via a diverse set of circumstances. In the early 20th century, the
solitary maverick inventor was responsible for the bedrock of most of today's
industrial and commercial enterprises. As these enterprises grew larger, they
could afford their own research and development departments, tasking them
with developing products and processes aimed at increasing the market share
of the parent company. Generally speaking, as time went on these types of
enterprises became less hotbeds of true innovation than places where
improvements to the current technologies were tightly managed. Such
management became stultifying for many inventors wishing to produce true
innovation, and these mavericks shunned the commercial research agencies
and went off to carry out their own brand of research.
Another institution where true innovation is fostered is the university.
University research as it exists today started in Europe only in the 18th
century. The bulk of the discoveries in science leading to technologica l
innovation came from university research laboratories in the 19th and early
20th centuries. Currently there is considerable controversy surrounding the
degree to which research at universities is free from external influences,
whether from within the university, from the greater scientific community, or
from public and/or private agencies that fund the research. As university
salaries and expenses go up, there is increasing reliance on external funding
sources, the majority of which wish to exert some influence over the type of
research they are underwriting.
Human aggression and human needs gave birth to two additional areas of
innovation. As governments became embroiled in conflicts, they found the
need to fund "think tanks" for the purposes of stimulating scientific
developments that could aid war efforts. As well, the needs of their
constituents for food, shelter, health care, energy, economic development,
space exploration, and so forth demanded the establishment of government
funded agencies to perform research and produce policy. To be effective,
military planners needed access to the most innovative technologies in all
areas of endeavor, not just armaments, and so established their own research
and development departments.
Circumstances determine the temporal requirement for innovation. Modern
versions of the Four Horsemen of the Apocalypse {wars, pestilence, lies,
famine/death: read conflict, environment, economy, health) pretty well sum
up the major stimulants that foster innovation. Fortunately, human society-at
least so far-has shown a remarkable propensity for inventing methods of
overcoming seemingly insurmountable obstacles.
This paper concentrates on two areas of technological innovation where
solutions have been particularly hard to come by-namely energy and
UNCLASSIFIED/ ,'P81t err1e1At ~SI! er~L'I
ivConsultar a ficha do documento ↗ · Página física 4, contando a capa.
TRECHO 15 · PÁGINA FÍSICA 5
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propulsão, em particular a propulsão aeroespacial e espacial. Hoje ocorre que materiais novos e exóticos e suas dimensões é que determinam a qualidade e a quantidade das inovações em energia e propulsão e impedem o inventor comum de contribuir com formas e montagens novas e úteis. O desembolso de capital necessário para sondar os limites da alta tecnologia atual em busca de um novo avanço também está além dos meios da grande maioria dos inventores solitários. Essas são as principais razões da mudança de foco do inventor independente e solitário para o "inventor corporativo", este último parte de uma grande organização.
Este trabalho compara os papéis do inventor independente, menos limitado pelas restrições de uma grande organização, e os do inventor corporativo, e oferece alguma visão sobre onde esperar as futuras inovações necessárias nas áreas de energia e propulsão.
NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]
vNota editorial: Delimita energia e propulsão como os exemplos do estudo e argumenta que materiais caros e investimentos altos deslocam a pesquisa para grandes organizações.
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UNCLASSIFIED/ fFOA OFFI&IAl WSE 8HL'I
propulsion, in particular aerospace and space propulsion. It is now the case
that new and exotic materials and their dimensions are driving the quality and
quantity of energy and propulsion innovations and preventing the average
inventor from contributing new and useful forms and assemblies. The capital
outlay required to probe the limits of current high technology in search of a
new breakthrough is also beyond the means of the vast majority of lone
inventors. These are the major reasons for the shift in focus from the lone
maverick inventor to the "corporate inventor," the latter being a part of a
large organization.
This paper compares the roles of the maverick inventor who is less
constrained by the strictures of a large organization with those of the
corporate inventor and provides some insight into where to expect required
future innovations in the areas of energy and propulsion.
UNCLASSIFIED//EOR OFEICI CL lal&li 01'11.¥
VConsultar a ficha do documento ↗ · Página física 5, contando a capa.
TRECHO 16 · PÁGINA FÍSICA 6
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Inventor independente
A maioria das combinações fáceis de componentes e materiais foi investigada repetidas vezes desde a época de Michael Faraday. Ainda assim, é a essa "fruta ao alcance da mão" que o inventor independente médio se sente atraído em busca de inspiração. Por exemplo, na área de inovação em energia, ainda é atraente para muitos inventores tentar várias combinações de ímãs permanentes e fios para melhorar a eficiência de máquinas elétricas modernas ou, melhor ainda, alegar que extraem uma energia possivelmente ilimitada desses ímãs. O inventor médio de energia não se incomoda com as chatas Leis de Conservação da Energia nem com o fato de que os dispositivos em que gasta um tempo sem fim já foram investigados centenas de vezes.
Há também o papel da mídia, e principalmente da internet, em continuar estimulando a criatividade do inventor independente. Os filmes continuam a retratar o gênio solitário que salva o planeta por meio de alguma invenção, seja uma arma física, seja um trecho de código de computador. Sem dúvida isso leva as gerações seguintes a acreditar que um dia poderão desenvolver sozinhas um novo dispositivo de energia livre ou de antigravidade e salvar o planeta. Infelizmente, a internet fomentou a crença de que as novas invenções, em especial nas áreas de geração de energia e de controle da gravidade, são relativamente simples: basta a combinação correta de componentes macroscópicos.
Uma das desvantagens do acesso à aparente inovação tecnológica que a internet oferece é fomentar e manter a preguiça intelectual e experimental. Isso se manifesta de muitas formas, principalmente na crença crescente do pretenso inventor de que basta passar alguns minutos na internet para obter toda a informação de fundo sobre quem fez o quê numa determinada área de invenção. Na verdade, o aspirante a inventor nem precisa sair da cadeira e investigar a situação pessoalmente. Uma preocupação correlata é a falta de informação sobre tentativas anteriores à disposição dos inventores independentes. Enquanto o inventor corporativo tem acesso imediato a uma ampla gama de recursos técnicos, incluindo patentes e publicações científicas e técnicas, o custo desses recursos e sua concentração, acessível ao público, em bibliotecas universitárias levam o inventor independente médio a contar apenas com a internet. Felizmente há agora sinais positivos de que, ao menos no que diz respeito à "energia livre" e à antigravidade, existem sites da internet que tentam ser repositórios de invenções fracassadas nessas áreas (Referências 1 e 2).
Outro grande problema é a dependência cada vez menor de uma formação técnica sólida, seja em ciências, seja em engenharia. Por que se dar ao trabalho de suportar 4 anos de um curso de graduação extremamente difícil quando todas as respostas estão ali, na tela do computador? É a era dos gênios instantâneos, ainda que autoproclamados. Não é preciso se preocupar com procedimentos corretos de medição nem com experimentos de controle adequados, quando se podem publicar os resultados de seus estudos no YouTube sem a incômoda revisão por pares.
Então, como caracterizar o inventor independente? Categorias úteis de inventores independentes (supostos no contexto do final do século XX e início do XXI) podem incluir os seguintes tipos:
• Indivíduo sem formação formal e com pouco dinheiro.
• Indivíduo sem formação formal e com algum dinheiro.
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1Nota editorial: Critica as alegações de energia livre e de antigravidade baseadas em componentes simples, na internet e em medições sem controles adequados, e começa a classificar os inventores independentes.
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UNCLASSIFIED/ I FOR 8FFl@IAL ~8! er•t'i'
Maverick Inventor
Most of the easy combinations of components and materials have been invest igated
repeatedly since the time of Michael Faraday. However, it is still to this "low-hanging
fruit" that the average maverick inventor is drawn for inspiration. For example, in the
area of energy innovation, it is still attractive to many inventors to try various
combinations of permanent magnets and wire to try to improve the efficiency of
modern electrical machinery, or better yet, claim to extract possibly limitless energy
from these magnets. The average energy inventor is not bothered by pesky Laws of
Energy Conservation or that the devices he is spending endless time on have been
investigated hundreds of times before.
There is also the role of the media, most important the Internet, in continuing to
stimulate the creativity of the maverick inventor. Movies continue to depict the lone
genius saving the planet via some invention, be it a physical weapon or a piece of
computer code. This no doubt propels succeeding generations to believe that they may
one day single-handedly develop a new free-energy or antigravity device and save the
planet. Unfortunately, the Internet has fostered the belief that new inventions,
especially in the areas of energy generation and gravity control, are relatively
straightforward - one simply needs the correct comb,ination of macroscopic components.
One of the disadvantages of the access to apparent technological innovation that the
Internet provides is to foster and maintain intellectual and experimental laziness. This
manifests itself in many ways, principally in that the prospective inventor increasingly
believes that simply spending a few minutes on the Internet can give him all the
background information about who has done what in a particular field of invention.
Indeed, the would-be inventor does not even need to leave his chair and physically
investigate the situation himself. A corollary concern is the lack of information on prior
attempts that is available to maverick inventors. Whereas the corporate inventor has
immediate access to a broad range of technical resources, including patents and
scientific and technical publications, the cost of these resources and their publicly
accessible concentration in university libraries drive the average maverick inventor to
rely solely on the Internet. Fortunately there are now positive signs that at least as far
as "free energy" and antigravity are concerned, there are Internet sites trying to be
repositories for failed inventions in these areas (Reference 1, 2).
Another major problem is the decreasing reliance on a sound technical education, either
in the sciences or in engineering. Why bother enduri ng 4 years of an extremely difficult
undergraduate program when all the answers are right there on the computer screen. It
is the age of instant, albeit self-proclaimed, geniuses. No need to bother with correct
measurement procedures or proper control experiments when you can publish the
results of your studies on YouTube without bothersome peer review.
So how might one characterize the maverick inventor? Useful categories of maverick
inventors (assumed to be in the context of the late 20th and early 21st centur ies)
might include the following types:
• Individual with no formal training and little money.
• Individual with no formal training and some money.
UNCLASSIFIED/ IFOlil OFFIEiIAl WSE Ortllf
1Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 6, contando a capa.
TRECHO 17 · PÁGINA FÍSICA 7
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• Indivíduo com formação formal e com pouco dinheiro.
• Indivíduo com formação formal e com algum dinheiro.
• Pequeno grupo (em geral dois ou três) de inventores competentes e com dinheiro.
Presume-se que a "formação formal" seja na disciplina científica ou de engenharia específica em que a invenção naturalmente se situaria. É claro que, no último item da lista acima, o inventor independente começa a se parecer mais com o "inventor corporativo", mas a ideia deve estar clara.
Embora este trabalho não se detenha na personalidade do inventor independente, convém lembrar que, por definição, ele é um solitário, tanto no plano social quanto nas áreas científica e técnica. Num artigo na internet (Referência 3), o inventor independente Dean Kamen¹ escreve: "Não é que sejam brilhantes ou bem instruídos... Eles trabalham o tempo todo. Não deixam que o fracasso os desmoralize ou destrua. Levantam-se e seguem em frente e, de vez em quando, uma de suas ideias de fato dá certo e funciona, e isso faz com que todo o resto pareça valer a pena." O artigo de Kamen prossegue: "Teimoso, delirantemente otimista, criativo, destemido, flexível e concentrado são algumas das formas como psicólogos e empresários descrevem a personalidade do independente... 'É preciso estar em negação ou na ignorância sobre os enormes desafios que se enfrentam', ri Guy Kawasaki, ex-executivo da Apple e empreendedor que está lançando o que chama de "revisteiro" alltop.com. 'É preciso acreditar que não seria difícil ter sucesso.'"
Inventor corporativo
O inventor corporativo faz parte de uma grande organização, convenientemente chamada de think tank, e depende dela, que o estimula e o sustenta. Há interação constante entre inovadores de mentalidade semelhante, que serve tanto de estímulo para explorar áreas novas quanto de um muito necessário "detector de becos sem saída". Em geral há dinheiro e equipamento suficientes à mão, sobretudo quando a inovação desejada é financiada por fonte externa. Esses think tanks podem ser governamentais, militares, acadêmicos, corporativos ou privados. O modelo mais próximo da liberdade associada ao inventor independente costuma ser encontrado no ambiente universitário, embora existam várias instituições de patrocínio privado (por exemplo, o Perimeter Institute, em Waterloo, Canadá). Pelo menos até recentemente, as instituições acadêmicas se orgulhavam da liberdade concedida a seus cientistas e engenheiros de pesquisa. A Tabela 1 traz exemplos dos vários tipos de think tank.
¹ Dean Kamen é um inventor experiente na área médica, em que suas invenções incluem a AutoSyringe. Entre suas muitas outras invenções estão dispositivos que usam o ciclo Stirling para geração de energia e purificação de água e o Segway Personal Transporter.
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2Nota editorial: Define os perfis de inventor independente por formação e recursos e descreve o inventor corporativo dentro de grandes organizações, com seus recursos, sua colaboração e seus limites.
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UNCLASSIFIED/ }FOA OFFI€iIAb WSE ONblf
• Individual with formal training and little money.
• Individual with formal training and some money.
• Small group (usually two or three) of knowledgeable inventors with money.
"Formal training" is assumed to be in the specific scientific or engineering discipline in
which the invention would naturally be situated. Of course, in the last entry in the
above list, the maverick inventor begins to look more like the "corporate inventor," but
the idea should be clear.
Although this paper does not dwell on the personality of the maverick inventor, it is
useful to remind ourselves that the maverick inventor is by definition a loner both in
social and scientific/techn ical areas. In an online article (Reference 3), maverick
inventor Dean Kamen1 writes: "It's not that they're brilliant or well-educated ... They
work all the time. They don't let failure demoralize or destroy them. They pick
themselves up and keep going and eventually, every once in a while, one of your ideas
actually breaks through and works, and it makes all that stuff seem worthwhile."
Kamen's article goes on to state: "Stubborn, delusionally optimistic, creative, fearless,
flexible and focused are some of the ways psychologists and business people describe
the personality of the maverick ... 'You need to be in denial or in ignorance about the
huge challenges you face,' laughs Guy Kawasaki, a former Apple executive and
entrepreneur who's starting the self-described "magazine rack" alltop.com. 'You have to
believe that it wouldn't be hard for you to succeed."'
Corporate Inventor
The corporate inventor is a part of and relies on a large organization, conveniently
labeled a think tank, to both stimu late and sustain him. There is constant interaction
between like-minded innovators that serves both as a stimulus to explore new areas
and as a much-needed "dead-end detector." Usually, sufficient cash and equipment are
on hand, especially when the desired innovation is being funded externally. These think
tanks may be government, military, academic, corporate, or private. The closest model
to the freedom associated with the maverick inventor is usually found in a university
setting, although a number of privately sponsored institutions exist (for example,
Perimeter Institute in Waterloo, Canada). At least until recently, academic institutions
prided themselves in the freedom granted to their research scientists and engineers.
Table 1 provides examples of the various types of th ink tanks.
' Dean Kamen Is an experienced Inventor In the medical field, where his Invent ions Include the AutoSyrlnge . Among
his many other inventions are devices using the Stirling cycle for energy generation and water purification and the
Segway Personal Transporter .
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2Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 7, contando a capa.
TRECHO 18 · PÁGINA FÍSICA 8
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Tabela 1. Tipos e exemplos de think tanks
Tipo | Exemplos
Universidades | Radlab, MIT, Cambridge, MA
Governo | Sandia National Laboratories, Albuquerque, NM; Lawrence Livermore National Laboratory, Livermore, CA; Brookhaven National Laboratory, Upton, NY; NASA (por exemplo, Glenn Research Center, Brook Park, OH)
Quase governamental/militar | DARPA, Arlington, VA
Corporativo | GM Research Laboratory, Warren, MI; Alcatel/Lucent - Bell Labs, Murray Hill, NJ; Skunk Works, Palmdale, CA
Financiado por particulares | Perimeter Institute for Theoretical Physics, Waterloo, Canadá; Institute for Advanced Studies, Austin, TX; SARA (Scientific Applications & Research Associates), Cypress, CA
Independente, sem fins lucrativos | Battelle, Columbus, OH; SRI International, Menlo Park, CA; EPRI (Electric Power Research Institute), Palo Alto, CA; Austrian Research Centers, Seibersdorf, Áustria
Essas entidades surgiram, em geral, em resposta a uma necessidade ou crise específica. Talvez o think tank mais famoso e eficaz tenha sido a vasta agência conhecida como Distrito de Manhattan. Menos conhecido do público era, por exemplo, o RadLab do MIT.
Exceto no caso das organizações financiadas por particulares, todas sustentam muitas centenas a milhares de pesquisadores, dos quais uma proporção variável poderia ser chamada de "inventores". Mesmo as entidades menores sustentam uma dúzia ou mais de cientistas e engenheiros muito motivados, facilmente classificáveis como inventores.
Um benefício de ser inventor numa grande organização é o acesso à informação. O inventor corporativo pode determinar rapidamente se um certo caminho de abordagem
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3Nota editorial: Tabela com exemplos de universidades, laboratórios governamentais, empresas e instituições privadas, e texto que associa as grandes estruturas a recursos e acesso técnico.
Conferir original em inglês
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Table 1. Types and Examples of Think Tanks
Universit ies
Government
Type Examples
Radlab, MIT, Cambridge, MA
Sandia National Laboratories,
Albuquerque, NM
Lawrence Livermore National Laboratory,
Livermore, CA
Brookhaven National Laboratory, Upton,
NY
Quasi-Government/Military
Corporate
NASA (for example, Glenn Research
Center, Brook Park, OH)
DARPA, Arlinqton, VA
GM Research Laboratory, Warren, MI
Alcatel/Lucent - Bell Labs, Murray Hill, NJ
Privately Funded
Skunk Works, Palmdale, CA
Perimeter Institute for Theoretica I Physics,
Waterloo, Canada
Institute for Advanced Studies, Austin , TX
Independent, Nonprofit
SARA (Scient ific Applications & Research
Associates) Cypress, CA
Battelle, Columbus, OH
SRI International, Menlo Park, CA
EPRI (Electric Power Research Institute),
Palo Alto, CA
Austrian Research Centers, Sei bersdorf,
Austria
These entities typically arose in response to a particular need or crisis. Perhaps the
most famous and effect ive think tank was the vast agency known as the Manhattan
Distr ict. Less well known to the public was, for example, the RadLab at MIT.
Except in the case of privately funded organizat ions, they all support many hundreds to
thousands of researchers, of which a variable proportion could be termed "inventors."
Even the smaller entities support a dozen or so highly motivated scientists and
engineers easily classified as inventors.
A benefit of being an inventor in a large organ ization is access to information. The
corporate invento r can quick ly determine whether a certa in avenue of approach has
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3Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 8, contando a capa.
TRECHO 19 · PÁGINA FÍSICA 9
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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]
já foi tentado, usando recursos em geral não disponíveis ao inventor independente, como buscas de patentes, documentos científicos e técnicos ou uma biblioteca interna. Outro benefício é o acesso aos aparelhos técnicos mais recentes e às capacidades de prototipagem e usinagem. Na maioria dos casos, o inventor não precisa ser especialista na operação de todos os tipos de equipamentos analíticos ou experimentais ou de máquinas-ferramenta. Há técnicos à disposição, capazes de converter suas ideias em realidade.
Um desenvolvimento relativamente recente nas organizações maiores é o estabelecimento de uma equipe "céu azul" (blue-sky) de indivíduos muito criativos, às vezes apenas duas ou três pessoas, cuja função é pensar fora da caixa corporativa e dar rumos e políticas, em geral de longo prazo. Em geral, porém, suas tarefas ainda se encaixam na competência geral da entidade que as financia. Às vezes os laboratórios governamentais permitem que essas equipes investiguem áreas incomuns e possivelmente montem experimentos que levem a eventuais invenções atribuídas ao laboratório. Um exemplo particular é o de Tajmar (Referência 4). Outros modelos relevantes para esse tipo de atividade são encontrados em hospitais de pesquisa e universitários, onde a inovação contínua é a norma.
Os inventores corporativos também se beneficiam de pertencer a uma organização que inclui pessoas com tino para os negócios. Uma invenção não vale nada como inovação comercial se não puder ser produzida ou comercializada a um preço competitivo. O lado comercial da corporação é um componente essencial da inovação bem-sucedida. O inventor independente costuma não ter essas habilidades à mão, e muitas vezes o empreendimento fracassa não por razões técnicas, mas porque o inventor não pensou num plano de negócios adequado.
Há, porém, desvantagens na vida do inventor corporativo. Flutuações da economia em geral podem suspender projetos, causar seu cancelamento ou forçar demissões que podem travar ou matar um projeto. O inventor independente se esforçará para manter o projeto vivo apesar da economia externa, o que infelizmente às vezes significa perder economias, casa, família, amigos e assim por diante. Uma síndrome do "Não Inventado Aqui" (NIH) muitas vezes pode interferir no progresso geral em áreas em que a abordagem do inventor corporativo é a mais adequada. Se uma ideia não se originou numa determinada organização, pode não ser perseguida, mesmo que represente a melhor abordagem. Os inventores independentes raramente sofrem de NIH. Enquanto o inventor independente costuma estar acostumado a dedicar 100 por cento de seu tempo à invenção, o inventor corporativo pode sofrer de esgotamento se não for tão motivado pessoalmente ou não tiver participação pessoal tão grande na invenção. Passado um tempo, a síndrome do "pensamento de grupo" (group think) pode infectar grandes organizações, inclusive seus inovadores. Isso acontece em organizações que não reconhecem nem incentivam o pensamento radical, resultando em desempenho de inovação medíocre. O processo se agrava se o número de projetos de que os inventores corporativos cuidam começa a sobrecarregá-los. O inventor independente costuma ter atenção voltada a um só objetivo.
Tecnologias
Para entender com mais clareza os papéis relativos do inventor independente e do inventor corporativo, é instrutivo observar como cada um aborda áreas tecnológicas específicas. Este trabalho se concentra em inovações nas áreas de sistemas de energia e de propulsão não convencionais, como exemplos de ideias perseguidas, em particular, pelo inventor independente. O estudo não se foca em como a personalidade do inventor independente determina sua capacidade de inovar, mas sim nas ferramentas e técnicas de que ele dispõe para abordar uma determinada inovação potencial.
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4Nota editorial: Contrasta o acesso institucional a documentação, equipamentos e noções de negócio com a burocracia, os projetos cancelados e o pensamento de grupo, e introduz as tecnologias não convencionais como estudo de caso.
Conferir original em inglês
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already been tried, using resources not generally available to the maverick inventor,
such as patent searches, scientific and technical documents, or an in-house library.
Another benefit is access to the latest technical apparatus, prototyping, and machining
capabilities. In most cases, the inventor does not need to be an expert in the operation
of all types of analytical or experimental equipment or machine tools. There are
technicians at his disposal! able to convert his ideas i1nto reality.
A relatively recent development in the larger organizations is the establishment of a
"blue-sky" team of highly creative individuals, sometimes just two or three people,
whose job it is to think outside the corporate box and provide directions and policy,
usually for the long term. However, in general, their tasks still fall within the general
purview of the entity funding them. Sometimes government laboratories will allow such
teams to investigate unusual areas and possibly set up experiments leading to eventual
inventions assigned to the laboratory. A particular example is that of Tajmar (Reference
4). Other relevant models for this type of activity are found in research and university
hospitals, where continuous innovation is the norm.
Corporate inventors also benefit from belonging to an organization that includes people
with business acumen. An invention is worthless as a commercial innovation if it cannot
be produced or marketed at a competitive price. The business side of the corporation is
an essential component of successful innovation. The maverick inventor typically does
not have these skills close at hand, and often the enterprise fails not for techn ical
reasons, but because the inventor has not thought out an appropriate business plan.
However, there are drawbacks to the life of the corporate inventor. Fluctuations in the
overall economy can put projects on hold, cause them to be canceled, or force layoffs
that can stall or kill a project. The maverick inventor will strive to keep his project alive
regardless of the external economy, which unfortunately sometimes means loss of
savings, house, family, friends, and so forth. A Not Invented Here (NIH) syndrome
often can interfere with overall progress in areas where a corporate inventor approach
is the most suitable. If an idea did not originate with a particular organization, it may
not be pursued, even though it may represent the best approach. Maverick inventors
rarely suffer from NIH. Whereas the maverick inventor is generally accustomed to
putting 100 percent of his time into the invention, the corporate inventor may suffer
from burnout if he is not as personally motivated or has such a personal stock in the
invention. After a while, "group think" syndrome can infect large organizations,
including their innovators. This happens in organizations that do not recognize or
encourage radical thinking, resulting in mediocre innovation performance. This process
is exacerbated if the number of projects being attended to by corporate inventors starts
to overwhelm them. The maverick inventor is usually single minded in his attention.
Technologies
In order to gain a clearer understanding of the relatiive roles of the maverick and the
corporate invento r, it is instructive to observe how each addresses specific technological
areas. This paper concentrates on innovations in the areas of unconventional energy
and propulsion systems as examples of ideas pursued by the maverick inventor in
particular. The study does not focus on how the personality of the maverick inventor
determines his innovative capacity so much as it focuses on what tools and techniques
are available to him in addressing a particular potential innovation.
UNCLASSIFIED//FOA QFFI&IAL tt91! DNLf
4Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 9, contando a capa.
Datas e contexto documental
- Acontecimento
- 30/03/2010 — Data de capa. ICOD impressa na capa: 1.º de dezembro de 2009. Número do documento: DIA-08-1003-017.
- Documento
- 30/03/2010 — Capa, página física 1.
- Publicação
- Não estabelecida — Liberado na série DOW-UAP em 18/09/2026.
Origem e divulgação
Defense Intelligence Agency (DIA), Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3), programa AAWSAP; autor com nome substituído por “AAP Person 75” · DOW-UAP-D134_AAWSAP-DIRD-Maverick-Inventor-Versus-Corporate-Inventor-Where-Will-the-Next-Major-Innovations-Arise-March-30-2010.pdf
Páginas físicas 1 a 19.
Relatos relacionados e suas diferenças
- Contratação do AAWSAP, 2008
- DIRDs sobre antigravidade e massa negativa
- DIRD sobre supercondutores e gravidade
- DIRDs sobre energia do vácuo quântico
Perguntas para continuar a investigação
- A ICOD da capa (1.º de dezembro de 2009) é anterior à data do documento (30 de março de 2010); a data de corte da informação foi mesmo anterior ao fechamento do texto, como indicam as consultas de internet de janeiro de 2009?
- A DIA usou a tipologia para escolher ou acompanhar inventores concretos? O documento não nomeia ninguém como alvo de acompanhamento.
GEOGRAFIA DO CASO
Washington, D.C., EUA (sede da DIA)
Estudo teórico sem local de ocorrência; o relatório foi preparado para a DIA em Washington.
RASTRO DOCUMENTAL
Volte às fontes
As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.
- DOW-UAP-D134_AAWSAP-DIRD-Maverick-Inventor-Versus-Corporate-Inventor-Where-Will-the-Next-Major-Innovations-Arise-March-30-2010.pdf
Páginas físicas 1 a 19: capa, expediente, sumário, texto do estudo (páginas impressas iv a 12), tabelas 1 e 2 (páginas 8 e 16) e referências (13 e 14)
DOW · 19 páginas
Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.


