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Data: 23/03/2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

DIA, 2010: estudo do AAWSAP revê a busca por efeitos de gravidade em supercondutores e diz que nenhuma réplica confirmou o disco de Podkletnov

O DIRD de 23 de março de 2010 faz um panorama histórico das tentativas de laboratório de ligar supercondutores à gravidade, de 1966 a 2008, com destaque para o disco giratório de Podkletnov e para as teorias de Li, Torr e Tajmar. O autor conclui que ninguém publicou uma replicação do experimento de Podkletnov e que os efeitos medidos ficam perto do ruído.

Dossiê completoHistória da investigação
Data do evento
23/03/2010
Local
Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA
Tema
História da investigação
Órgãos das fontes
DOW
Documentos
1 documento · 16 páginas
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47 min
Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, a data de 23 de março de 2010 e o título do relatório sobre supercondutores e gravidade.Capa de relatório oficialPágina física 1
Capa de relatório oficial · Defense Intelligence Agency (DIA) · Página física 1 do arquivo divulgado. Capa do DIRD “The Role of Superconductors in Gravity Research”, de 23 de março de 2010, com o selo da DIA, a linha Acquisition Threat Support, a data de ICOD e o número DIA-08-1003-013. Página física 1. A marca de uso restrito aparece riscada na capa. A capa só identifica o documento e não mostra conteúdo científico. Fonte documental ↗ · Ampliar imagem ↗

FONTES DOCUMENTAIS · DOW

O que os registros contam

Este é um levantamento histórico de física experimental, não um relato de avistamento. O DIRD “The Role of Superconductors in Gravity Research”, de 23 de março de 2010 (DIA-08-1003-013), foi preparado pela Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) do Escritório de Alerta de Defesa da DIA e faz parte de uma série de relatórios de tecnologia avançada produzidos no ano fiscal de 2009 no programa AAWSA, como diz o expediente. O nome do autor foi substituído por “AAP Person 75”, o mesmo código que aparece no outro estudo de março de 2010 desta série, sobre inventores independentes. O texto não menciona UAPs, UFOs nem engenharia reversa.

O autor define o que o estudo cobre: a busca recente por manipular a gravidade em escala de laboratório, impulsionada pelos supercondutores cerâmicos de alta temperatura (YBCO), que funcionam resfriados a nitrogênio líquido. Distingue ondas gravitacionais de baixa frequência, procuradas por detectores como LIGO e VIRGO, e de alta frequência, hoje só teóricas, e explica o paralelo matemático entre a relatividade geral simplificada e as equações de Maxwell, que dá origem aos campos chamados gravitoelétrico e gravitomagnético. Segundo ele, a ligação com propulsão é só teórica e os acoplamentos acessíveis em laboratório são muitas ordens de grandeza menores que o necessário.

A cronologia gira em torno de duas linhas. Uma é a teoria de Li e Torr, de 1991 a 1993, que previa um campo gravitomagnético dentro de supercondutores e foi criticada por Kowitt e por Harris, para quem o efeito externo seria cerca de 20 ordens de grandeza menor. A outra é o artigo de Podkletnov e Nieminen, de 1992, que relatava uma perda de peso de cerca de 0,3 por cento numa massa suspensa sobre um disco supercondutor giratório. O autor aponta falhas no projeto criogênico descrito e diz que o diretor do instituto finlandês nunca viu o experimento e que o coautor não participou dele.

O que se relata como resultado é pouco. Pequenas variações de peso na transição de temperatura foram vistas por Gonnelli, Woods, Reiss e pelo próprio autor, mas perto do nível de ruído. O teste preliminar da NASA não viu blindagem, e um sinal fraco medido depois por Noever e Kaczor foi atribuído pelos próprios autores a um artefato de instrumento. A réplica do grupo do autor, em Toronto, concluída em 2001 e publicada em 2003, deu resultado nulo e é descrita como a mais próxima do experimento original. O sinal residual de Tajmar, medido até 2007, continuou sem explicação, mas se aproximou do ruído com as melhorias do aparelho.

Quanto ao horizonte, o documento trata de pesquisa básica de longo prazo, sem protótipo e sem data. A conclusão afirma que uma descoberta teria retorno enorme, com novos sistemas de transporte e fontes de energia, mas que poucos a perseguem e que o risco de ridículo científico é muito alto. Pede que os experimentalistas divulguem informação completa para permitir replicação e que os teóricos revisem seus fundamentos. Sobre o motivo da encomenda, o texto só diz que integra a série de relatórios de tecnologia avançada do AAWSA. O que o estudo trata, na página 6, é de duas possibilidades: neutralizar a atração gravitacional de um corpo próximo, como a Terra, ou obter força propulsiva da mesma física que fundamenta a gravidade.

Convém separar as camadas. As alegações de Podkletnov, Li e Torr e Tajmar são relatos e teorias de terceiros, que o autor descreve e critica. As medições citadas, como a de cerca de 0,5 por cento de aumento de peso de Reiss, são resultados de laboratório sem confirmação independente. A avaliação de que o experimento de Podkletnov talvez nunca tenha sido realizado é opinião do autor, apoiada na falta de provas. O estudo não é uma análise institucional conclusiva da DIA sobre o tema: o próprio expediente indica que se trata de um produto de série, com autoria individual.

LEITURA DIRETA DO ARQUIVO

O documento, em português

Traduzidas na íntegra as 16 páginas do documento: capa, expediente, sumário, introdução, o texto do estudo (páginas 5 a 15) e as listas de referências (páginas 15 e 16). Nas referências, foram traduzidos apenas os elementos descritivos; os títulos de obras em inglês ficaram marcados como “referências bibliográficas no original”.

TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 1

página inteira

NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] Documento de Referência de Inteligência de Defesa Apoio à Ameaça de Aquisição 23 de março de 2010 ICOD: 1.º de dezembro de 2010 DIA-08-1003-013 O Papel dos Supercondutores na Pesquisa da Gravidade NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]

Nota editorial: Capa do documento de referência da DIA, com data de 23 de março de 2010, número DIA-08-1003-013 e o título do estudo.

Conferir original em inglês
UNCLASSIFIED/ /P'8ft [email protected] USE 8HL\f Defense Intelligence Reference Document Acquisition Threat Support 23 March 2010 !COD: 1 December 2010 DIA-08 -1003-013 The Role of Superconductors in Gravity Research UNCLASSIFIED/ /F8R 8ffle1Jltl tJ9! OHL I

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 1, contando a capa.

TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 10

página inteira

NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] ímãs permanentes) e se girasse um disco maior em temperaturas mais baixas, o efeito de blindagem seria extremamente pequeno. O experimento permanece controverso desde a publicação. Pouquíssimos cientistas lhe dão algum crédito. O mais prejudicial ao caso de Podkletnov foi a total falta de qualquer prova que sustente que o experimento chegou a ser realizado. Quando o artigo de Podkletnov começou a circular lentamente, Li e Torr publicaram outro artigo (Referência 18), ampliando suas investigações anteriores na tentativa de delinear o mecanismo físico que fundamentaria a produção de um campo gravitomagnético dentro de um supercondutor. O básico de sua análise era a suposição de permeabilidade magnética quase nula no supercondutor e a exigência de alinhamento coerente dos spins dos íons da rede, em conjunto com um campo de potencial vetor magnético aplicado e variável no tempo. Com esse entendimento, determinaram valores para campos gravitomagnéticos internos induzidos em escala de laboratório e para campos gravitoelétricos externos, e como esses campos poderiam ser maximizados. Contudo, em 1994 Kowitt (Referência 26) afirmou que os resultados de 1992 e 1993 não eram críveis por causa da suposição de permeabilidade quase nula dentro de um supercondutor. Li e Torr, porém, contra-argumentaram com bastante eficácia logo depois, e Woods (Referência 3) também pôs em dúvida essa crítica. Mais tarde, no entanto, Harris (Referência 27) argumentou, numa crítica mais eficaz, que os resultados anteriores de Li e Torr eram errôneos porque supunham distâncias arbitrárias (e extremamente pequenas) entre o íon da rede e o observador, produzindo assim efeitos despropositadamente grandes. De fato, Harris assinalou que a estimativa correta do campo gravitoelétrico induzido fora de um supercondutor é cerca de 20 ordens de grandeza menor! Nenhuma refutação evidente veio de Li ou de Torr. Por volta dessa época, Torr e Li se separaram, embora ambos continuassem a trabalhar na área. Em 1995, Li estava suficientemente convencida de que tinha a resposta para produzir um campo gravitacional artificial mensurável fora de um supercondutor, a ponto de procurar R. Kaczor, na NASA, para financiar o desenvolvimento adicional de sua versão da teoria. A essa altura o artigo de Podkletnov já havia sido "descoberto", e alguns cientistas da NASA, de visão avançada, concluíram que talvez fosse hora de iniciar alguma pesquisa na área. Afinal, havia agora uma base teórica revisada por pares para um experimento revisado por pares. Também nessa época, este autor e colegas iniciaram experimentos preliminares em Toronto, depois de contatar Podkletnov. Nossa abordagem foi tentar reproduzir o experimento do disco giratório publicado na Physica C em 1992, com dados adicionais de Podkletnov, mas com um projeto criogênico melhor e a possibilidade de girar o disco mecanicamente. Este autor e colegas começaram a fabricar em casa os próprios discos grandes de YBCO. No ano seguinte, ainda no Instituto de Ciência de Materiais da Universidade de Tecnologia de Tampere, Podkletnov e Vuorinen tentaram publicar experimentos atualizados com o disco giratório no periódico britânico Journal of Physics D: Applied Physics, v. 29 (1996), mas o artigo foi retirado em meio a uma nuvem de controvérsia. Mais tarde foi publicado na internet (Referência 28) com autoria de Podkletnov e Levit e, depois, só de Podkletnov. Vuorinen e Levit já haviam escrito com Podkletnov artigos sobre processamento de cerâmicas. Esse novo experimento envolvia um grande disco de YBCO sinterizado em duas camadas, com 27 cm de diâmetro, levitado em corrente alternada e girado a 5.000 rpm por campos de "rotação" bifásicos de radiofrequência (RF) de alta frequência, e supostamente mostrou blindagem gravitacional na faixa de alguns por cento. O projeto do criostato era um pouco melhor, pois havia proteção consideravelmente maior da massa de teste contra o empuxo e as correntes térmicas. NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 6

Nota editorial: Ressalta a ausência de qualquer prova de que o experimento de Podkletnov foi realizado e relata a crítica de Harris à teoria de Li e Torr, que reduziria em cerca de 20 ordens de grandeza o efeito externo previsto.

Conferir original em inglês
UNCLASSIFIED//POll Offl@IAL YSlii &P•tlf permanent magnets), and a larger disk was spun at lower temperatures, the shielding effect would be extremely small. The experiment has remained controversial since its publication. Very few scientists put any stock into it at all. Most damning to Podkletnov's case was the complete lack of any supporting evidence that the experiment had ever actually taken place. As the Podkletnov article began to slowly circulate, Li and Torr published another article (Reference 18) expanding on their earlier investigations in an attempt to outline the physical mechanism underlying the production of a gravitomagnetic field inside a superconductor. Basic to their consideration was an assumption of near-zero magnetic permeability in the superconductor and the requirement of coherent alignment of lattice ion spins in conjunction with a time-varying applied magnetic vector potential field. With this understanding, they determined values for laboratory-scale induced internal gravitomagnetic fields and external gravitoelectric fields and how these fields could be maximized. However, in 1994 Kowitt (Reference 26) claimed that their 1992 and 1993 results were not credible owing to their assumption of near-zero permeability inside a superconductor. However, Li and Torr rather effectively countered shortly thereafter, and Woods (Reference 3) also called that criticism into question. Later, however, Harris (Reference 27) argued in a more effective critique that Li and Torr's previous results were erroneous because they assumed arbitrary (and extremely small) distances from the lattice ion to the observer, thus producing unreasonably large effects. In fact, Harris pointed out that the correct estimation of the induced gravitoelectric field outside a superconductor is some 20 orders of magnitude smaller! No evident rebuttal has been forthcoming from Li or Torr. At about this time, Torr and Li parted company, although both continued to work in the area. In 1995, Li was sufficiently convinced that she now had the answer to producing an artificial gravity field that could be measured outside a superconductor that she approached R. Kaczor at NASA to fund further development of her version of the theory. By this time the Podkletnov paper had been "discovered," and a few forward­ thinking NASA scientists determined that perhaps it was time to initiate some research in the area. After all, now there was a peer-reviewed theoretical basis for a peer­ reviewed experiment. Also at this time, this author and colleagues began preliminary experiments in Toronto after contacting Podkletnov. Our approach was to attempt to reproduce the 1992 Physica C spinning disk experiment with additional data from Podkletnov but using a better cryogenic design with the possibility of mechanically spinning the disk. This author and colleagues started manufacturing our own large YBCO disks in house. The following year, while still at the Tampere University of Technology's Institute for Materials Science, Podkletnov and Vuorinen attempted to publish updated spinning disk experiments in the British Journal of Physics D Applied Phys Vol. 29 (1996), but the paper was withdrawn in a cloud of controversy. It was later published on the Internet (Reference 28) under the authorship of Podkletnov and Levit and then Podkletnov alone. Vuorinen and Levit had coauthored papers on ceramic processing with Podkletnov previously. This new experiment involved a large AC levitated 27-cm­ diameter bi-layer sintered YBCO disk spun to 5,000 rpm using two-phase high­ frequency radiofrequency (RF) "rotation" fields and allegedly showed gravitational shielding in the few percent range. The cryostat design was somewhat better in that there was considerably more shielding of the test mass from buoyancy and thermal UNCLASSIFIED/ /FOA OFFitl.t.k W&lii &P•kY 6

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TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 11

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] Não houve confirmação independente de que esse experimento tenha realmente ocorrido. Vuorinen e Levit haviam desaparecido de cena quando este autor perguntou a Podkletnov se estavam disponíveis para discutir o experimento. Mesmo assim, este autor providenciou que Podkletnov visitasse o laboratório de Toronto para uma consulta preliminar sobre o projeto experimental de replicação de seus resultados de 1992 na Physica C. Enquanto isso, um comunicado à imprensa da Universidade da Carolina do Sul, em 1997, declarou que se buscavam investidores para uma tecnologia de "Gerador de Gravidade", baseada em experimentos confirmatórios aparentemente em andamento na universidade, com supercondutores de alta temperatura não giratórios e bobinas de RF. Essa máquina "substituiria as rodas de um carro... levantaria e propulsionaria aeronaves, acionaria geradores com mais eficiência e produziria ambientes sem gravidade na Terra". Evidentemente, o trabalho de Douglas Torr, que havia assumido há pouco um posto ali, era a base do comunicado. Infelizmente, a empolgação durou pouco, pois um comunicado posterior declarou que o anterior era "prematuro". Em experimentos preliminares na NASA, Kaczor, Li e outros não viram o efeito de blindagem esperado num experimento do tipo Podkletnov (Referência 29). Usavam, porém, um disco pequeno, disponível no comércio, levitado sobre ímãs permanentes em temperaturas de LN2. Sem se deixar abater, seguiram em frente, animados com a publicação na internet do artigo de Podkletnov antes rejeitado e com conversas com o próprio Podkletnov. No ano seguinte, Noever e Kaczor (Referência 30) publicaram os resultados de suas investigações com discos supercondutores não giratórios irradiados por radiofrequências de 1 a 15 MHz e detectaram um aumento de gravidade muito fraco. Esse achado foi mostrado depois, pelos mesmos autores, como provável resultado de um artefato de instrumentação (Referência 31). Em 1999, pediram a este autor que apresentasse a situação da replicação experimental de Toronto aos físicos e engenheiros reunidos na reunião de abril de 1999 no Politécnico de Turim. Gonnelli e outros apresentaram suas constatações iniciais de uma possível e minúscula mudança de peso em amostras de teste suspensas sobre um disco enquanto ele passava por Tc. Também apresentou G. Modanese, que vinha formulando suas próprias explicações teóricas para os resultados de Podkletnov. Podkletnov descreveu como o efeito de "blindagem gravitacional" foi descoberto. Aparentemente, seu grupo havia feito grandes discos-alvo de YBCO para pulverização catódica, destinados ao processamento de monocristais mencionado acima, e, para assegurar a uniformidade e a porosidade corretas, o disco foi posto em rotação (presumivelmente de forma mecânica) enquanto levitava sobre um "solenoide de sustentação". Isso permitia varrer de modo rápido e completo a superfície do alvo por meio de um pequeno ímã de teste móvel, suspenso acima do disco giratório e ligado a uma balança química analítica. Quando a fumaça do cachimbo de um técnico pareceu subir sem explicação acima do aparelho, eles consideraram a possibilidade de blindagem gravitacional e substituíram o pequeno ímã suspenso por uma massa de teste não magnética e não condutora. Note-se que as velocidades normais de rotação na pulverização catódica magnetron são da ordem de dezenas, e não de milhares, de rpm. Podkletnov passou a descrever seus primeiros experimentos com o chamado aparelho de "feixe de gravidade" de alta tensão. Um conjunto de whiskers monocristalinos de YBCO foi crescido sobre um pequeno substrato (poucos cm² de área), usando uma técnica depois comercializada por cientistas de materiais (professores Kettunen e Tiainen) da Universidade de Tecnologia de Tampere. Essa placa foi colocada na vertical num pequeno dewar de LN2 e ligada eletricamente a uma pequena máquina de Van de Graaff (cerca de 200 quilovolts). Um disco anular metálico aterrado foi posicionado a poucos centímetros, lateralmente. Todo o conjunto foi colocado numa grande campânula que NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 7

Nota editorial: Relata que não houve confirmação independente do novo disco de Podkletnov, o resultado nulo do teste preliminar da NASA e o sinal fraco que seus autores depois atribuíram a um artefato de instrumento.

Conferir original em inglês
UNCLASSIFIED//FOA OFFl€1Ak Wiili 0NLY current effects. There was no independent confirmat ion that th is experiment actually took place. Vuorinen and Levit had disappeared from the scene when this autho r asked Podkletnov whether they were available to discuss the experiment. Nevertheless, this author arranged for Podkletnov to visit the Toronto laboratory for preliminary consultation on the experimental design to replicate his 1992 Physica C results. Meanwhile, a 1997 University of South Carolina press announcement declared that investo rs were being sought for a "Gravity Generator" technology based on confirmatory experiments apparently underway at the university involving nonrotating high-temperature superconductors and RF coils. This machine would "rep lace the wheels of a car...lift and propel aircraft, drive generators more efficiently and produce gravity-free environments on Earth." Evidently, the work of Douglas Torr, who had recent ly taken up a post there, was the basis for the announcement. Unfortunately, the excitement was short-lived, as a subsequent announcement was issued stating that the previous announcement was " premature ." In preliminary experiments at NASA, Kaczor, Li, et al. failed to see expected shielding effect in a Podkletnov -li ke exper iment (Reference 29). However, they were using a small, commercially available disk levitated above permane nt magnets at LN2 temperatures. Undeterred, they pressed on, buoyed by the Internet publication of Podkletnov 's previously rejected paper and discussions with Podkletnov himse lf. The following year, Noever and Kaczor (Reference 30) published the results of their investigat ions into nonrotating superconducto r disks irradiated by radiofrequencies from 1 to 15 MHz and detected a very weak grav ity increase. This finding was later shown by the same authors to be t he likely result of an instrumentat ion artifact (Refere nce 31) . In 1999, this author was asked to present the state of the Toronto experimental replication to the assembled physicists and engineers at the April 1999 Turin Politecnico meeting. Gonnell i and others presented their init ial find ings of a tiny possible weight change in test samples suspended above a disk as it passed through Tc. Also presenting was G. Modanese, who had been formulating his own theoret ical explanat ions for the Podkletnov results. Podkletnov described how the "grav ity shielding" effect was discovered . Apparently his group had made large sputtering target disks of YBCO for the aforementioned single-crystal processing, and to ensure the correct uniformity and porosity, the disk was set into rotat ion (presumably mechanically) while being levitated over a "support ing solenoid." This allowed quick and complete scanning of the target's surface by means of a small, movab le test magnet suspended above the rotat ing disk and connected to an analytical chemical balance. When the smoke from a technician's pipe inexplicably appeared to rise above the apparatus, they considered the possibil ity of gravitational shielding and subst ituted a nonmagnetic , nonconducting test mass for the small suspended magnet . Note that the normal rotational speeds for magnetron sputtering are in the tens, not thousands, of rpm . Podkletnov went on to describe his first experiments with the so-called high-voltage "gravity beam" apparatus. An array of single-crystal whiskers of YBCO was grown on a small (few cm2 in area) substrate using a technique later commercialized by mater ials scient ists (Professors Kettunen and Tiainen) at the Tampere University of Technology. This plate was placed upright in a small LN2 dewar and electr ically attached to a small (~200-kilovolt) van de Graaff machine . A grounded metal annular disk was placed a few centimeters laterally away. The whole assembly was placed in a large bell jar that UNCLASSIFIED/ /FOA QFFIEiIAL Y!H! 9HLY 7

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TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 12

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] foi evacuada e preenchida com argônio, para evitar a degradação do YBCO pelo vapor de água. Quando a máquina estática foi acionada, viu-se uma "descarga" plana, azul-clara, passar do conjunto supercondutor para o anel. Nesse instante, um lápis em pé sobre uma mesa numa sala contígua, separada do experimento por uma grossa parede de concreto, caiu. Por volta dessa época, Koczor havia levantado algum financiamento da NASA para encomendar a fabricação comercial de um disco de duas camadas de 27 cm, conforme as especificações de Podkletnov e Levit de 1997. Podkletnov visitou o laboratório de Toronto pela segunda vez, para avaliar o andamento do experimento, em particular a fabricação dos discos especiais de YBCO cerâmico sinterizado de duas camadas. Diante de perguntas insistentes sobre os métodos usados para alimentar as várias bobinas (sem sofrer arcos de alta tensão), mantê-las em fase em altas frequências e manter a estabilidade durante a rotação, soube-se que Podkletnov não participara do projeto elétrico, mas só do lado cerâmico do experimento. Mesmo assim, afirmou que, com nosso aparelho e discos "caseiros", deveria ser possível ver o efeito de blindagem, mas numa magnitude um pouco menor que a de seus resultados originais, em razão das velocidades de rotação mais baixas que se esperavam. Durante vários anos antes de 1999, o professor Harald Reiss trabalhava em testes da influência da gravidade sobre supercondutores de alta temperatura, e vice-versa, como pesquisador na Asea Brown Boveri e depois na Universidade de Würzburg, na Alemanha, onde lecionava supercondutividade. Naquele ano publicou (Referência 32) os resultados de medições precisas do peso de amostras supercondutoras e não supercondutoras resfriadas abaixo de Tc e encontrou anomalias que não se explicavam com facilidade. Pesou pequenas amostras em forma de disco, mantidas numa cápsula feita sob medida, enquanto a mergulhava em LN2, e encontrou um leve aumento de peso (cerca de 0,5 por cento) num supercondutor de alta temperatura, para o qual não conseguiu oferecer uma explicação prosaica. Fornecemos alguns discos de YBCO para seus experimentos. Sua análise de possíveis artefatos é minuciosa e muito útil a outros pesquisadores que investigam essa área. Em 2003, publicou (Referência 33) uma atualização de seus experimentos em andamento com LN2, com maior precisão e redução de artefatos. Ele ainda observava variações de peso durante a transição em Tc, num grau repetível não alcançado em outros lugares. Em 1999 encerraram-se os experimentos da NASA com discos não giratórios de pequeno diâmetro, sem resultados inequívocos. Como o orçamento para esse tipo de experimentação se esgotara com a fabricação dispendiosa do disco de duas camadas de 27 cm, Koczor tentou interessar outros, inclusive nosso laboratório, a assumir a tarefa de levitar e girar por RF esse disco monstruoso em temperaturas de LHe; declinamos respeitosamente. Por volta de 2002, Koczor desistiu, pois o experimento foi considerado difícil demais sem esforço considerável, e não havia discos sobressalentes caso o único disco de YBCO fabricado se quebrasse! Dois anos depois, Podkletnov e seu colaborador teórico, Modanese, publicaram na internet um artigo sobre uma versão aprimorada do feixe de gravidade, ou experimento de "Gravidade por Impulso" (Referência 34). Foi a primeira publicação geral do experimento de força de impulso de alta tensão. Havia descrição técnica suficiente para permitir uma avaliação da validade da montagem experimental. Infelizmente, muitas questões técnicas não resolvidas lançaram dúvida considerável sobre se o experimento chegou a ser realizado. Nem Podkletnov nem Modanese apresentaram o menor indício confirmatório. O artigo, porém, apresentou um resumo geral do trabalho teórico de Modanese e incluiu uma extensa bibliografia. NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 8

Nota editorial: Registra a alegação anedótica de um impulso à distância no aparelho de alta tensão de Podkletnov, as anomalias de pesagem relatadas por Reiss e as dificuldades que encerraram a tentativa da NASA com o disco maior.

Conferir original em inglês
UNCLASSIFIED/ /POlt err1e1J1tt U.!I! er\tt I was evacuated and back-filled with argon to prevent YBCO degradation by water vapor. When the static machine was operated, a light blue planar "discharge" was seen to pass from the superconductor array to the annulus. At this instant, a pencil standing upright on a table in an adjoining room and separated from the experiment by a thick concrete wall fell over. Around this time, Koczor had raised some NASA funding to commission the commercial fabrication of a 27-cm bi-layer disk conforming to Podkletnov and Levit's 1997 specifications. Podkletnov visited the Toronto laboratory for a second time to assess the experimental progress, in particular the fabrication of the special bi-layer sintered ceramic YBCO disks. Upon persistent questioning about the methods he used to power the various coils (without sustaining high-voltage arcs), keep them in phase at high frequencies, and maintain stability during rotation, it was learned that Podkletnov was not involved in the electrical design but only in the ceramic side of the experiment. Nevertheless, he claimed that with our apparatus and "home-made" disks, one should see the shielding effect, but at a somewhat smaller magnitude than his original results owing to our expected lower rotational speeds. For several years prior to 1999, Professor Harald Reiss had been working on tests of gravity's influence on high-temperature superconductors and vice versa as a researcher at Asea Brown Boveri and later the University of Wuerzburg in Germany, where he taught courses in superconductivity. In that year he published (Reference 32) the results of precise measurements of the weights of superconducting and non­ superconducting samples cooled below Tc and found anomalies not easily explained away. He weighed small, disk-shaped samples held in a specially made capsule while dipping it into LN2 and found a slight ( ~0.5 percent) weight increase of a high­ temperature superconductor for which he was not able to offer a prosaic explanation. We supplied some YBCO disks for his experiments . His analys is of possible artifacts is thorough and very useful to other researchers investigating this area. In 2003, he published (Reference 33) an update of his ongoing LN2 experiments with increased precision and artifact reduction. He was still observing weight changes during Tc transition to a repeatable degree not achieved elsewhere. 1999 saw the wind-up of the NASA small-diameter nonrotating disk experiments with no unequivocal results. As the budget for such experimentation had been exhausted by the costly fabrication of the 27-cm bi-layer disk, Koczor tried to interest others, including our laboratory, to take on the task of levitat ing and RF-spinning this monster disk at LHe temperatures; we respectfully declined. Around 2002, Koczor gave up trying, as the experiment was deemed too difficult without considerable effort, and no spare disks were available in case the only YBCO disk that was made broke! Two years later, Podkletnov and his collaborator on theory, Modanese, published a paper on the web concerning an enhanced version of the gravity beam, or "Impulse Gravity" experiment (Reference 34). This was the first general publication of the high ­ voltage impulse force experiment. Enough technical description was available to allow an assessment of the validity of experimental setup. Unfortunately, many unresolved technical questions cast considerable doubt on whether the experiment actually had been undertaken. Neither Podkletnov nor Modanese provided by a shred of confirmatory evidence. However, the paper presented a general summary of the theoretical work by Modanese and included an extensive bibliography. UNCLASSIFIED/ /POlt err1e1J1tt U.!I! er\tt I 8

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TRECHO 5 · PÁGINA FÍSICA 13

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] Nossa própria versão do experimento do disco giratório de Podkletnov foi concluída no fim de 2001 e publicada em 2003 (Referência 35), com resultado nulo. Ela representou, e ainda representa, a replicação publicada mais próxima do experimento original de Podkletnov. Contém uma discussão das dificuldades experimentais que decorrem da própria natureza do experimento e destaca a incapacidade do experimentalista (Podkletnov) de fornecer dados críticos sobre seus alegados experimentos anteriores. Essa falta teria prejudicado seriamente nossa replicação, se Podkletnov não tivesse participado ativamente da montagem experimental, ao menos quanto à construção do disco cerâmico. De fato, enviamos a Podkletnov, na Finlândia, um de nossos discos de duas camadas, que ele declarou aceitável para experimentação. Infelizmente, nem a publicação de Podkletnov de 1992 nem as conversas posteriores com ele permitiram compreender por completo como o experimento original foi realizado. Em 2001, Tajmar e De Matos começaram a publicar um conjunto de artigos teóricos e experimentais (Referência 36) que, em essência, davam continuidade e incorporavam o trabalho anterior de Li e Torr, além de trazer percepções adicionais. Martin Tajmar era um pós-doutor recém-formado, que trabalhava no Centro Europeu de Pesquisa e Tecnologia Espacial, na Holanda. O artigo condensou o trabalho anterior, inclusive o de Li e Torr, para mostrar que todo campo eletromagnético está acoplado a um campo gravitoelétrico e a um gravitomagnético, e que o acoplamento "é geralmente válido e não exige propriedades especiais como a supercondutividade". Os autores reconheceram as críticas de Kowitt e de Harris a Li e Torr e observaram que o coeficiente de acoplamento simples que derivam é extremamente pequeno. Ele pode, no entanto, ser aumentado com o uso de correntes iônicas maciças (por exemplo, massa em movimento ou rotação, ou plasmas densos) e com o alinhamento de spins eletrônicos e nucleares. Numa publicação mais ou menos simultânea (Referência 37), De Matos e Tajmar, agora nos Austrian Research Centres, ampliaram suas ideias anteriores e usaram um análogo do efeito Barnett para mostrar que "qualquer substância posta em rotação torna-se sede de um campo gravitomagnético intrínseco uniforme". Alguns experimentalistas ainda não estavam dispostos a desistir dos efeitos gravitacionais mediados por supercondutores, apesar do fracasso de nossa replicação e dos resultados nulos da NASA e de outros. Em 2002, alguns pesquisadores da Boeing Phantom Works, na Califórnia, tentaram interessar sua gerência em replicar o experimento do feixe de gravidade por impulso de alta tensão de Podkletnov, mas foram recusados, em parte pela publicidade resultante do vazamento de uma cópia da proposta interna para a imprensa. Nesse mesmo ano, Chiao, na Califórnia, propôs (Referência 38) usar supercondutores como transdutores de ondas gravitacionais em radiação de RF e vice-versa, e tentou um experimento que aparentemente fracassou. Harris (Referência 39) rebateu depois Chiao, afirmando que nem campos gravitoelétricos nem gravitomagnéticos acompanham ondas gravitacionais. Em seu livro de 1950 sobre superfluidos, London (Referência 40) deduziu uma expressão para o campo magnético produzido por um supercondutor ou superfluido em rotação, proporcional à razão massa-carga do par de Cooper e à velocidade angular. Ela é também chamada de momento de London, e seu valor foi medido em laboratório por Tate e outros (Referência 41). Uma expressão geral do momento de London pode ser usada para determinar a massa do par de Cooper. Num artigo de 2003, Tajmar e outros (Referência 42) observaram que os experimentos de Tate mostraram que a massa do par de Cooper, que fora prevista como ligeiramente menor que o dobro da do elétron, era na verdade ligeiramente maior. Intrigado por não haver solução publicada para essa discordância, Tajmar perguntou se um efeito gravitacional poderia estar em ação. Aplicando seu trabalho anterior a essa "anomalia da massa do par de Cooper", concluiu que seria necessário um campo gravitomagnético interno relativamente enorme NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 9

Nota editorial: Conta que a réplica do autor, próxima do disco giratório, deu resultado nulo, e discute as propostas seguintes de Tajmar e De Matos, com acoplamento teórico extremamente pequeno.

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UNCLASSIFIED/ ;re" orr1e1J1tt YSI!! 8,.LY Our own version of the Podkletnov spinning disk experiment was completed in late 2001 and published in 2003 (Reference 35) showing a null result. It represented-and still represents-the closest published replication of the original Podkletnov experiment. It contains a discussion of the experimental difficulties arising from the nature of the experiment itself and highlights the inabilit y of the experimentalist (Podkletnov) to supply critical data on his alleged prior experiments. Such a lack would have seriously hampered our replication had not Podkletnov been actively involved in the experimental setup, at least from the standpoint of the construction of the ceramic disk. In fact, we sent to Podkletnov in Finland one of our bi-layered disks that he pronounced acceptable for experimentation. Unfortunately, neither Podkletnov's 1992 publication nor subsequent discussions with Podkletnov allowed a complete understanding of how the original experiment was carried out . In 2001, Tajmar and De Matos began publishing a set of theoretical and experimental papers (Reference 36) that essentially carried on and incorporated Li and Torr's earlier work while also providing additional insights. Martin Tajmar was a newly minted post­ doc working at the European Space Research & Technology Centre, Holland. The paper condensed the previous work, including that of Li and Torr, to show that every electromagnetic field is coupled to a gravitoelectric and gravitomagnetic field and that the coupling "is generally valid and does not require special properties like superconductivity." The authors acknowledged the criticisms of Li and Torr by Kowitt and Harris and noted that the simple coupling coefficient they derive is exceedingly small. However, it can be increased by using massive ion currents (for example, moving/rotat ing mass or dense plasmas) and by aligning electron and nuclear spins. In a roughly concurrent publication (Reference 37), De Matos and Tajmar, now at the Austrian Research Centres, extended their previous ideas and used a Barnett Effect analog to show that "any substance set into rotation becomes the seat of a uniform intrinsic gravitomagnetic field ." Some experimentalists were still not willing to give up on superconductor-mediated gravity effects, in spite of the failure of our replication and the null results of NASA and others. In 2002, a few researchers at Boeing Phantom Works in California attempted to interest their management in replicat ing the Podkletnov high-voltage impulse gravity beam experiment but were turned down in part because of the publicity resulting from a leaked copy of the internal proposal getting to the media. That same year, Chiao in California proposed (Reference 38) using superconductors as gravitational wave transducers into RF radiation and vice versa and attempted an experiment that apparently failed. Harris (Reference 39) later rebutted Chiao by stating that neither gravitoelectric nor gravitomagnetic fields accompany gravitational waves. In his 1950 book on superfluids, London (Reference 40) derived an expression for the magnetic field produced by a rotating superconductor or superfluid that was proportional to the Cooper pair mass-to-charge ratio and the angular velocity . This is also called the London moment, and its value had been measured in the laboratory by Tate et al. (Reference 41). A genera l expression of the London moment can be used to determine the Cooper pair mass. In a 2003 paper, Tajmar et al. (Reference 42) noted that the Tate experiments showed that the Cooper pair mass, which had been predicted to be slightly smaller than twice that of the electron, was actually slightly larger. Intrigued that there had been no published solution to this disagreement, Tajmar asked if a gravitational effect might be at work. By applying his previous work to this "Cooper Pair Mass Anomaly," he found that a relatively huge internal gravitomagnetic field UNCLASSIFIED/ /FOA OFFitl.t.k W&lii &P•kY 9

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] para explicar a anomalia de massa, um campo que poderia ser investigado em laboratório. De fato, ele propôs um experimento que "mede o torque sobre um giroscópio em rotação produzido pelo campo gravitomagnético possivelmente gerado por supercondutores em rotação". Suas publicações seguintes mostraram que estava convencido de que o "momento de London gravitomagnético anômalo" pode de fato ser detectado no laboratório, e observou que um experimento já estava em andamento sob sua direção. Numa tentativa de pôr alguma ordem na discussão sobre as práticas corretas de laboratório em experimentos concebidos para detectar forças semelhantes à gravidade, Reiss e Hathaway (Referência 43) colaboraram num artigo publicado em 2005. Procuraram lembrar aos experimentalistas os perigos e armadilhas do tipo de pesquisa documentado neste trabalho. Este autor, entretanto, apresentou uma extensa lista de questões experimentais que está disponível, e ainda recebe acréscimos, na internet (Referência 9). Essas questões vão de efeitos mecânicos espúrios a efeitos eletromagnéticos e eletrostáticos, junto com uma discussão sobre análise de sinais e instrumentação. No ano seguinte, Tajmar e outros (Referência 44) descreveram os resultados de um experimento que haviam realizado para tentar validar suas conclusões sobre o momento de London anômalo, que chamaram de "momento de London gravitomagnético". O experimento envolvia anéis de nióbio e de supercondutor cerâmico de alta temperatura em rotação, em temperaturas de LHe. Nenhum campo magnético externo foi aplicado. Afirmaram ter encontrado o grande campo gravitomagnético esperado, detectado por acelerômetros próximos, coincidindo com seus resultados teóricos dentro de um fator de 1,5. Eric Davis, do Institute for Advanced Studies, em Austin, levantou preocupações sobre a base teórica da afirmação. Davis sustenta (Referência 45) que a base para calcular a massa do par de Cooper ainda está tão cheia de incertezas que a anomalia de massa de Tajmar fica sem fundamento. Isso deixa em dúvida a base teórica do experimento de Tajmar. Houve também várias preocupações sobre o projeto e o protocolo experimentais. Em 2007, Tajmar (Referência 46) reconheceu que os novos dados de experimentos aprimorados não correspondiam às previsões anteriores. Mesmo assim, persistia um sinal residual sem explicação, que apresentava várias características inesperadas, entre elas uma constante de acoplamento relativamente grande, de 10⁻⁸, entre o efeito de aceleração observado e a velocidade angular aplicada. O efeito parece ser proporcional ao momento angular e inversamente proporcional à temperatura depois de passada uma temperatura crítica (que depende do material do anel giratório e não coincide com a temperatura crítica de supercondutividade). Além disso, o efeito é mais pronunciado no sentido de rotação horário (visto de cima) e não decai como decairia um campo dipolar. Embora Tajmar e outros se esforcem para tratar todos os possíveis erros sistemáticos ou explicações prosaicas, concluem que as "medições descartam nosso modelo teórico anterior, que previa um acoplamento proporcional à massa do par de Cooper e à densidade de massa da rede do material". O sinal residual observado nos experimentos mais recentes continua sem explicação. Depois que Tajmar e outros consideraram melhorias no aparelho sugeridas por outros pesquisadores, o efeito de Tajmar continuou a se aproximar do piso de ruído. Infelizmente, as explicações que Tajmar deu em 2008 (Referência 47) para os efeitos residuais tornaram-se mais difíceis de entender e de acreditar. Não se sabe se Tajmar continua a experimentação no momento. NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 10

Nota editorial: Revisa o sinal gravitomagnético que Tajmar alegou: os dados novos contrariaram a previsão inicial e as melhorias aproximaram o resíduo do nível de ruído.

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UNCLASSIFIED//FOlt err1e1At U.!I! 014[1 would be required to explain the mass anomaly, a field that may be investigated in the laboratory. In fact, he proposed an experiment "measuring the torque on a spinning gyroscope produced by the gravitomagnetic field possibly generated by rotating superconductors." His subsequent publications showed that he was convinced that the "anomalous gravitomagnetic London moment" can actually be detected in the lab and noted that an experiment was already underway under his direction. In an attempt to bring some order to the discussion about correct laboratory practices in experiments designed to detect gravity-like forces, Reiss and Hathaway (Reference 43) collaborated on a paper published in 2005. They tried to remind experimentalists about the perils and pitfalls in the kind of research documented in the present paper. This author meanwhile presented an extensive list of experimental issues that is available and is still being added to on the Internet (Reference 9). These issues range from spurious mechanical effects to electromagnetic and electrostatic effects together with a discussion of signal analysis and instrumentation issues. The following year, Tajmar et al. (Reference 44) described the results of an experiment they had performed to try to validate their conclusions about the anomalous London moment, which they termed the "gravitomagnetic London moment." The experiment involved spinning niobium and high-temperature ceramic superconductor rings at LHe temperatures. No external magnetic fields were applied. They claimed to have found the expected large gravitomagnetic field as detected by nearby accelerometers that matched to within a factor of 1.5 of their theoretical results. Eric Davis at the Institute for Advances Studies in Austin has raised concerns about the theoretical basis for the claim. Davis contends (Reference 45) that the basis for calculating the Cooper pair mass is still so fraught with uncertainties as to leave Tajmar's mass anomaly unfounded . This leaves the theoretical basis of Tajmar's experiment in some doubt. There were also several concerns about the experimental design and protocol. By 2007, Tajmar (Reference 46) recognized that new data from improved experiments did not match their prior predictions. Nevertheless, an unexplained residual signal persisted that exhibited several unexpected features, including a relatively large coupling constant of 10-s between the observed acceleration effect and the applied angular velocity. The effect appears to be proportional to angular momentum and inversely proportional to temperature after passing a critical temperature (which is dependent on the mater ial of the spinning ring and is not coincident with the superconducting critical temperature). In addition, the effect is more pronounced in the clockwise rotation direction (as viewed from above), and it does not decay as a dipole field would. While Tajmar et al. endeavor to address all possible systematic errors or prosaic explanations, they conclude that the "measurements rule out our previous theoretical model that predicted a coupling proport ional to the material's Cooper pair and lattice mass density." The residual signal observed in the most recent experiments remains unexplained. After Tajmar et al. considered improvements to the apparatus suggested by other researchers, Tajmar's effect continued to approach the noise floor. Unfortunately, the explanations Tajmar provided in 2008 (Reference 47) for the residual effects became more difficult to understand and believe. It is not known whether Tajmar is continuing the exper imentation at present. UNCLASSIFIED/ /FOA OFFI&il.t.k W&li 8PtLY 10

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TRECHO 7 · PÁGINA FÍSICA 15

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] Até o momento desta redação, não houve novos pronunciamentos de Podkletnov. Ninguém publicou uma replicação de seu experimento do "feixe de gravidade" e, com o passar do tempo, cada vez mais cientistas chegam à conclusão de que o experimento nunca foi realizado. As preocupações com os procedimentos experimentais tampouco se limitam à franja da ciência. A análise final dos dados do satélite Gravity Probe B também está aparentemente em sérias dificuldades (Referência 48), o que reforça a conclusão de que a experimentação nessa área é cheia de dificuldades até para os pesquisadores mais experientes. Conclusão Embora o ganho da descoberta de uma interação entre matéria e gravidade mediada por supercondutores fosse enorme, só poucos pesquisadores perseguem esse objetivo. A principal razão é a adesão ao dogma sobre a impossibilidade de aumentar os coeficientes de acoplamento entre matéria e eletromagnetismo. Essa adesão é reforçada por físicos respeitados que apontam que as construções teóricas apresentadas até agora se baseiam em fundamentos questionáveis. Como em qualquer incursão no desconhecido, é preciso aceitar alguns tropeços no caminho, inclusive voltar às vezes ao ponto de partida para recomeçar. A probabilidade de ridículo científico é extremamente alta na busca por interações gravitacionais em escala de laboratório. Uma compreensão maior da natureza da supercondutividade de alta temperatura será vantajosa para estabelecer a base firme a partir da qual prosseguir. Os verdadeiros cientistas continuarão a especular sobre as ideias consideradas acima, extravagantes ou não. Os experimentos continuarão até que o financiamento acabe ou até que a teoria prove de forma inequívoca que os efeitos esperados serão pequenos demais para serem vistos; no entanto, os experimentalistas devem assegurar que outros pesquisadores tenham informação completa para poder replicar os experimentos. A teoria continuará de qualquer maneira, mas os teóricos devem assegurar que os fundamentos científicos estejam corretos, e os experimentalistas devem permanecer atentos a possíveis armadilhas. [referências bibliográficas no original] 1 Conferência sobre Ondas Gravitacionais: Grupo de Trabalho Internacional sobre Ondas Gravitacionais de Alta Frequência (HFGW), The Mitre Corporation, McLean, VA, maio de 2003 2 Woods, R.C., [referências bibliográficas no original], Space Technologies and Applications International Forum 2005, El Genk, M.S. (org.), American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2005 3 Woods, R.C., [referências bibliográficas no original], Space Technologies and Applications International Forum 2006, El Genk, M.S. (org.), American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2006 (4) Graham-Rowe, Duncan: [referências bibliográficas no original], New Scientist, 21 de abril de 2001 4 Puthoff, H.E., [referências bibliográficas no original], Physics Review A, v. 39, 1989, p. 2333-2342 5 Sakharov, A.O., Dokl. Akad. Nauk. SSSR (Sov. Phys. Docl.), v. 12, 1968, p. 1040-1041 6 Alzofon, F.E., [referências bibliográficas no original], AIAA-81-1608, 17.ª Conferência Conjunta de Propulsão AIAA/SAE/ASME, Colorado Springs, CO, julho de 1981 (7) [referências bibliográficas no original], Window Film, v. 12, n.º 4, julho/agosto de 2008 7 Hughes, W.L., [referências bibliográficas no original], Galilean Electrodynamics, v. 15, n.º 5, 2004, p. 97-100 8 Braginski V.B., Caves C.M. e Thorne K.S., [referências bibliográficas no original], Physics Review D, 1977, p. 2047-2068 9 Hathaway, G.D., [referências bibliográficas no original], Space Technologies and Applications International Forum 2006, El Genk, M.S. (org.), American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2006, e http://earthtech.org/experiments/Hathaway Nightmare List.pdf, acessado em 20 de janeiro de 2009 10 Forward, R. L., [referências bibliográficas no original], Proc. IRE, v. 49, 1961, p. 892-904. 11 Forward, R. L., [referências bibliográficas no original], Am. J. Phys., v. 31, 1963, p. 166-170. 12 Nordvedt, K., [referências bibliográficas no original], Phys. Rev. Lett., v. 61, 1988, p. 2647-2649 13 Fairbank, J. D. e outros (orgs.), [referências bibliográficas no original], W. H. Freeman and Company, Nova York, 1988, cap. VI. 14 http://www.geocities.com/Area51/Shadowlands/6583/project124.html, acessado em 20 de janeiro de 2009 11 NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]

Nota editorial: Conclusão do estudo: o autor não identifica nenhuma demonstração replicada de blindagem ou de feixe gravitacional e insiste em protocolos e informações suficientes para reprodução; começa aqui a lista de referências.

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UNCLASSIFIED/ j'POlt Offl@IAL YSli &P•tlf As of this writing, there have been no further pronouncements from Podkletnov. No one has published a replication of his "gravity beam" experiment, and as time passes, more and more scientists are coming to the conclusion that the experiment was never actually performed. Concerns about experimental procedures are not confined to the fringe, either. Final analysis of the Gravity Probe B satellite data is also apparently in serious difficulty (Reference 48), adding weight to the conclusion that experimentation in this area is fraught with difficulty even for the most experienced researchers. Conclusion Although the payoff of the discovery of a superconductor-mediated interaction between matter and gravity would be tremendous, only a few researchers are pursuing this goal. The main reason for this is the adherence to dogma concerning the impossibility of increasing the matter/electromagnetic coupling coefficients. This adherence is reinforced by reputable physicists pointing out that the theoretical constructs presented so far are based on questionable foundations. As with any forays into the unknown, one has to accept a few bumps along the way, including sometimes going back to the starting point in order to start again. The likelihood of scientific ridicule is extremely high in the search for laboratory-scale gravitational interactions. Increased understanding of the nature of high-temperature superconductivity will be advantageous in setting the firm basis from which to proceed. True scientists will continue to speculate about the ideas considered above, whether outlandish or not. Experiments will continue until either funding runs out or theory proves unequivocally that the expected effects will be far too small to see; however, experimentalists must ensure that other researchers have complete information so they can replicate experiments. Theory will continue regardless, but theoreticians must ensure that the scientific foundations are correct, and experimentalists must remain wary of potential traps. 1 Gravitational Wave Conference: International High-Frequency Gravitational Waves (HFGW) Working Group, The Mitre Corporat ion, McLean, VA, May 2003 z Woods, R.C., "Gravitat ional Waves and Superconduct ivity," Space Technologies and Applications International Forum 2005 , El Genk, M.S. (ed.) American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2005 3 Woods, R.C., "A Novel Variable Focus Lens for HFGW," Space Technologies and Applications International Forum 2006, El Genk, M.S. (ed.) American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2006 (4) Graham­ Rowe, Duncan : Cool colours, man, New Scientist, 21 April 2001 4 Puthoff, H.E., 'Gravity as a Zero-Point Fluctuation Force," Physics Review A, Vol. 39, 1989, pp 2333 - 2342 5 Sakharov, A.O., Dokl. Akad. Nauk. SSSR (Sov. Phys. Docl.), Vol. 12, 1968, pp 1040 - 1041 6 Alzofon, F.E., "Anti-Gravity with Present Technology: Implementation and Theoret ical Foundation," AIAA-81 - 1608, 17th AIAA/SAE/ASME Joint Propulsion Conference, Colorado Springs, CO, July, 1981 (7) "At a Crossroad, " Window Film, Volume 12, Issue 4 - July/August 2008 7 Hughes, W.L., "On Kopernicky's Conjecture: Gravity is a Difference Between Electrostatic Attraction and Repulsion," Galilean Electrodynamics, Vol. 15, No.5, 2004, pp 97 - 100 8 Braginski V.B., Caves C.M., and Thorne K.S., "Laboratory Experiments to test Relativity Gravity" Physics Review D, Vol.ls, Nos, 1977, pp. 2047 - 2068 9 Hathaway , G.D., " Nightmares of the Art of Measuring," Space Technologies and Applications International Forum 2006, El Genk, M.S. (ed.) American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2006 and htt p://e arthtech.org/expe riments/Hathaway Nightm are List. pdf, accessed Jan 20, 2009 1 °Forward, R. L., "General Relativity for the Experimentalist, " Proc. IRE, Vol. 49, 1961, pp. 892 -904. 11 Forward, R. L., "Guidelines to Antigravity," Am. J. Phys., Vol. 31, 1963, pp. 166-170 . iz Nordvedt , K. "Gravitomagnetic Interaction and Laser Ranging to Earth Satellites," Phys. Rev. Lett., Vol, 61, 1988, pp 2647 - 2649 13 Fairbank, J. D. et al. (eds.), Near Zero : New Frontiers of Physics, W. H. Freeman and Company , New York, 1988, Chap. VI. 14 http://www .geocities .com/ Area51/Shadowlands/6583/project124 .html, accessed Jan 20, 2009 11 UNCLASSIFIED/ /FOR. Offl@IAL l::191: OHL¥

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TRECHO 8 · PÁGINA FÍSICA 16

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] [referências bibliográficas no original] 15 Podkletnov, E. e Nieminen, R., [referências bibliográficas no original], Physica C, v. 203, 1992, p. 441-444 16 Li, N. e Torr, D. G., [referências bibliográficas no original], Phys. Rev. D, v. 43, n.º 2, 1991, p. 457-459 17 Li, N. e Torr, D. G., [referências bibliográficas no original], Bull. Am. Phys. Soc., v. 37, n.º 2, 1992, sessão G8, trabalho 10 18 Li, N. e Torr, D. G., [referências bibliográficas no original], Found. Phys. Lett., v. 6, n.º 4, 1993, p. 371-383 19 Dewitt, B.S., [referências bibliográficas no original], Physical Review Letters, v. 16, 1966, p. 1902 20 Ross, D.K., [referências bibliográficas no original], Journal of Physics A, v. 16, 1983, p. 1331-1335 21 Prof. Pentti Kettunen, Tampere, Finlândia, comunicação particular, 2007 22 Risto Nieminen, Tampere, Finlândia, comunicação particular, 2007 23 de Podesta, M. e Bull, M., [referências bibliográficas no original], Physica C, v. 253, 1995, p. 199-200 24 Prof. R. Gonnelli, Turim, Itália, comunicação particular, 1999 25 Woods, R. C., Cooke, S. G., Helme, J. e Caldwell, C. H., [referências bibliográficas no original], AIAA-2001-3363, 37.ª Conferência Conjunta de Propulsão AIAA/ASME/SAE/ASEE, Salt Lake City, UT, julho de 2001. 26 Kowitt, M., [referências bibliográficas no original], Phys. Rev. B, v. 49, 1994, p. 704-708 27 Harris, E. G., [referências bibliográficas no original], Found. Phys. Lett., v. 12, 1999, p. 201 28 Podkletnov, E., [referências bibliográficas no original], LANL cond-mat/9701074 v.3, 16 de setembro de 1997 29 Li, N., Noever, D., Robertson, T., Koczor, R. e Brantley, W., [referências bibliográficas no original], Physica C, v. 281, 1997, p. 260-267 30 Noever, D. e Koczor, R., [referências bibliográficas no original], NASA JPL, 9.º Workshop e Conferência de Pesquisa de Propulsão Espacial Avançada, Pasadena, CA, 1998 31 Noever, D., Koczor, R. e Roberson, R., [referências bibliográficas no original], AIAA-98-3139, 34.ª Conferência Conjunta de Propulsão AIAA/ASME/SAE/ASEE, Cleveland, OH, julho de 1998 32 Reiss, H. D., [referências bibliográficas no original], 15.ª Conferência Europeia sobre Propriedades Termofísicas, Würzburg, Alemanha, setembro de 1999 33 Reiss, H. D., [referências bibliográficas no original], Phys. Essays, v. 16, 2003, p. 236-253 34 Podkletnov, E. e Modanese, G., [referências bibliográficas no original], arXiv: physics/0108005, agosto de 2001 35 Hathaway, G., Cleveland, B. e Bao, Y., [referências bibliográficas no original], Physica C, v. 385, 2003, p. 488-500 36 Tajmar, M. e De Matos, C., [referências bibliográficas no original], Jnl. of Theoretics, v. 3, n.º 1, 2001 37 De Matos, C. e Tajmar, M., [referências bibliográficas no original], Indian J. Phys., v. 75B, n.º 5, 2001, p. 459-461 38 Chiao, R., [referências bibliográficas no original], arXiv: gr-qc/0204012, abril de 2002 39 Harris, E., [referências bibliográficas no original], 69.º Encontro Anual da Seção Sudeste da Am. Phys. Soc., n.º NC.001, 2002 40 London, F., em: Superfluids, v. 1, John Wiley & Sons, Nova York, 1950, p. 78 41 Tate, J., Cabrera, B., Felch, S. e Anderson, J., [referências bibliográficas no original], Phys. Rev. Lett., v. 62, n.º 8, 1989, p. 845-848 42 Tajmar, M. e De Matos, C., [referências bibliográficas no original], Physica C, v. 385, 2003, p. 551-554. 43 Reiss, H.D. e Hathaway, G.D., [referências bibliográficas no original], Space Technologies and Applications International Forum 2005, El Genk, M.S. (org.), American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2005 44 Tajmar, M., Plesescu, F., Marhold, K. e De Matos, C., [referências bibliográficas no original], arXiv: gr-qc/0603033, março de 2006 45 E. W. Davis, Institute for Advanced Studies, Austin, TX, comunicação particular, 2007 46 Tajmar, M., Plesescu, F., Seifert, B., Schnitzer, R. e Vasiljevich, I., [referências bibliográficas no original], arXiv: abs/0707.3806v7 47 M. Tajmar, Austrian Research Centres, Seibersdorf, Áustria, comunicação particular, 2008 48 http://www.newscientist.com/article/dn13938?feedid=online-news_rss20, acessado em 25 de janeiro de 2009 NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 12

Nota editorial: Continuação da bibliografia: trabalhos teóricos, alegações experimentais, críticas, a réplica com resultado nulo e comunicações particulares citados no estudo.

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UNCLASSIFIED/ /Pelt err1e1J1tt l!ISI!!! 8HL'I 15 Podkletnov, E. and Nieminen, R., "A Possibility of Gravitational Force Shielding by Bulk YBa2Cu3O7-x Superconductor," Physica C, Vol. 203, 1992, pp. 441-444 16 Li, N. and Torr, D. G., "Effects of a Gravitomagnetic Field on Pure Superconductors," Phys. Rev. D, Vol. 43, No. 2, 1991, pp. 457-459 17 Li, N. and Torr, D. G., "The Grav itoelectrodynamics of Superconductors: A Theoretical Basis for a Principle of Electrically Induced Gravitation," Bull. Am. Phys. Soc., Vol. 37, No. 2, 1992, Session G8 paper 10 18 Li, N. and Torr, D. G., "Gravitoelectric - Electric Coupling via Superconductivity," Found. Phys. Lett., Vol. 6, No. 4, 1993, pp. 371-383 19 Dewitt, B.S., "Superconductors and Gravitational Drag, " Physical Review Letters, Vol. 16, 1966, p. 1902 20 Ross, D.K., "The London Equation for Superconductors in a Gravitational Field," Journal of Physics A, Vol. 16, 1983, pp . 1331 - 1335 21 Prof. Pentti Kettunen, Tampere, Finland, private communication, 2007 22 Risto Nieminen, Tampere, Finland, private communication, 2007 23 de Podesta, M., Bull, M., "Alternative Explanation of "Gravitational Screening" Experiments," Physica C, Vol. 253, 1995, pp 199-200 24 Prof. R. Gonnelli, Turin, Italy, private communicatio n, 1999 25 Woods, R. C., Cooke, S. G., Helme, J., and Caldwell, C. H., "Gravity Modification by High-Temp erature Superconductors," AIAA-2001-3363, 37th AIAA/ASME/SAE/ASEE Joint Propulsion Conference, Salt Lake City, UT, July 2001. 26 Kowitt, M., "Gravitomagnetism and Magnetic Permeability in Superconductors," Phys. Rev. B, Vol. 49, 1994 , pp. 704-708 27 Harris, E. G., "Comments on 'Gravitoelectric -electr ic Coupling via Superconductivity'," Found. Phys. Lett ., Vol. 12, 1999, pg. 201 28 Podkletnov, E., "Weak Gravitationa l Shielding Properties of Composite Bulk YBCO Superconductor below 70K under EM Field" LANL cond-mat/9701074 v.3, 16 Sept 1997 29 Li, N., Noever, D., Robertson, T., Koczor, R., and Brantley, W., "Static Test for a Gravitational Force Coupled to Type II YBCO Superconductors," Physica C, Vol. 281, 1997, pp. 260-267 30 Noever, D., and Koczor, R., "Radio-freq uency Illuminated Superconductive Disks: Reverse Josephson Effects and Imp lications for Precise Measuring of Proposed Gravity Effects," NASA JPL 9th Advanced Space Propulsion Research Workshop & Conference, Pasadena, CA, 1998 31 Noever, D., Koczor, R., Roberson, R., "Superconductor-Mediated Modification of Gravity? AC Motor Experiments with Bulk YBCO Disks in Rotating Magnetic Fields," AIAA-98-3139, 34th AIAA/ASME/SAE/ASEE Joint Propulsion Conference, Cleveland, OH, July 1998 32 Reiss, H. D., "A Possible Interaction between Gravity and High Temperature Superconductivity - by a Materials Property?," 15th European Conference on Thermophysical Properties, Wuerzburg, Germany, Sept 1999 33 Reiss, H. D., "Weight Anomalies Observed during Cool-Down of High Temperature Superconductors," Phys. Essays, Vol. 16, 2003, pp. 236-253 34 Podkletnov, E. and Modanese, G., "Impulse Gravity Generator Based on Charged YBa2Cu3O7-y Superconductor with Composite Crystal Structure," arXiv : physics/0108005, Aug . 2001 35 Hathaway, G., Cleveland, B., and Bao, Y., "Gravity Modification Experiment using a Rotating Superconducting Disk and Rad io Frequency Fields," Physica C, Vol. 385, 2003, pp. 488-500 36 Tajmar, M., and De Matos, C., "Coup ling of Electromagnetism and Gravitation in the Weak Field Approximation," Jnl. of Theoretics, Vol. 3, No. 1, 2001 37 De Matos, C., and Tajmar, M., "Gravitomagnetic Barnett Effect," Indian J. Phys., Vol . 75B, No. 5, 2001, pp. 459- 461 38 Chiao, R., "Superconductors as Quantum Transducers and Antennas for Gravitat ional and Electromagnetic Radiation," arXiv: gr-qc/0204012, Apr. 2002 39 Harris, E., "Superconductors as Gravitational Wave Detectors," 69th Annual Meeting Southeastern Section, Am. Phys. Soc., No. NC.001, 2002 40 London, F., in : Superfluids, Vol 1, John Wiley & Sons, New York, 1950, pg . 78 41 Tate, J., Cabrera, B., Felch, 5., and Anderson, J., "Precise Determination of the Cooper-pair Mass," Phys. Rev. Lett., Vol. 62, No. 8, 1989 pp. 845-848 42 Tajmar, M., and De Matos, C., "Grav itomagnetic Field of a Rotating Superconductor and of a Rotating Superfluid," Physica C, Vol. 385, 2003, pp. 551-554. 43 Reiss, H.D., Hathaway, G.D., "Minimum Experimental Standards in the Laboratory Search for Gravity Effects," Space Technologies and Applications International Forum 2005, El Genk, M.5. (ed .) American Institute of Physics Conference Proceedings, Melville, NY, 2005 44 Taj mar, M., Plesescu, F., Marhold, K., De Matos, C., "Experimental Detection of the Gravitomagnetic London Moment," arXiv: gr-qc/0603033, Mar. 2006 45 E. W. Davis, Inst itute for Advanced Studies, Austin, TX, private communication, 2007 46 Tajmar, M., Plesescu, F., Seifert, B., Schnitzer, R., and Vasiljevich, I., "Search for Frame-Dragging in the Vicinity of Spinning Superconductors" arXiv : abs/0707 .3806v7 47 M. Tajmar, Austrian Research Centres, Seibersdorf, Austria, private communication, 2008 48 http://www .newscientist .com/article/dn13938?feedid=online-news _rss20, accesses Jan 25, 2009 UNCLASSIFIED/ /FOR 8FFI@IAL YSI!! er•tv 12

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TRECHO 9 · PÁGINA FÍSICA 2

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] O Papel dos Supercondutores na Pesquisa da Gravidade Preparado por: Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) Escritório de Alerta de Defesa Diretoria de Análise Agência de Inteligência de Defesa Autor: AAP Person 75 Nota administrativa AVISO DE DIREITOS AUTORAIS: não é autorizada a divulgação adicional das fotografias desta publicação. Este produto faz parte de uma série de relatórios de tecnologia avançada produzidos no ano fiscal de 2009 no âmbito do programa Advanced Aerospace Weapon System Applications (AAWSA), do Escritório de Alerta de Defesa da Agência de Inteligência de Defesa. Comentários ou perguntas sobre este documento devem ser dirigidos a [AAP Person 1], gerente do programa AAWSA, Agência de Inteligência de Defesa, ATTN: CLAR/DWO-3, Bldg 6000, Washington, DC 20340-5100. NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]

Nota editorial: Página de expediente: indica a divisão da DIA que preparou o estudo, o autor com nome substituído e o vínculo com a série de relatórios do programa AAWSA.

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UNCLASSIFIED/ /l'Clt Cl'l'ICl,CL t,91! OHL I The Role of Superconductors in Gravity Research Prepared by: Acquisition Support Division (DW0-3) Defense Warning Office Directorate for Analysis Defense Intelligence Agency Autho r: AAP Person 75 Administrative Note COPYRIGHT WARNING: Further dissemination of the photographs in this publication is not author ized. This product is one in a series of advanced technology reports produced in FY 2009 under the Defense Intelligence Agency, Defense Warning Office's Advanced Aerospace Weapon System Applications (AAWSA) Program. Comments or questions pertaining to this document should be addressed to !AAP Person 1 I, AAWSA Program Manager, Defense Intelligence Agency, ATTN: CLAR/ DW0-3, Bldg 6000, Washington, DC 20340-5100 . UNCLASSIFIED/ }FQA QliFiliCiliOL Pl&li QIIL¥

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TRECHO 10 · PÁGINA FÍSICA 3

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] Sumário Introdução ........ iii Ondas gravitacionais ........ 1 Gravitoeletromagnetismo ........ 1 Cronologia histórica ........ 3 Conclusão ........ 11 NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] ii

Nota editorial: Sumário do estudo, com as cinco partes do texto e a página de cada uma na numeração impressa.

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UNCLASSIFIED/ /FOA OFFI&iIAk Wlilii QNLY Contents Introduction ........................................................................................................... iii Gravity Waves ........................................................................................................ 1 Gravitoelectromagnetism ....................................................................................... 1 Historical Timeline ................................................................................................. 3 Conclusion ............................................................................................................ 11 UNCLASSIFIED/ /FOR OFFl@IAL l:191!! OHL¥ ii

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] O Papel dos Supercondutores na Pesquisa da Gravidade Introdução Este trabalho é um levantamento histórico do papel que os supercondutores desempenharam na busca recente por uma manipulação da gravidade em escala de laboratório. A invenção dos supercondutores e, em particular, o desenvolvimento recente dos supercondutores cerâmicos de alta temperatura deram o impulso para se buscar uma ligação entre a gravidade, o eletromagnetismo e, em especial, o magnetismo e a matéria no estado sólido. A descoberta das cerâmicas de óxido de ítrio, bário e cobre (YBCO), YBa2Cu3O7, capazes de supercondutividade na temperatura do nitrogênio líquido, permitiu que muitos laboratórios no mundo fabricassem esses supercondutores em vários tamanhos úteis para experimentos. A verdadeira repulsão de Meissner passou a ser obtida resfriando-os com nitrogênio líquido, relativamente barato, em vez de hélio líquido. Para o teórico, a possibilidade de considerar o supercondutor um objeto quântico macroscópico, como realidade e não como fantasia, sugeriu vários caminhos para desenvolver teorias que ligassem a gravidade e forças semelhantes à gravidade a uma matéria que se possa projetar. Para o experimentalista, extrapolações dessas teorias sugeriram que poderia haver, de fato, perturbações gravitacionais no laboratório passíveis de medição, desde que se tomassem todas as precauções necessárias para excluir artefatos. NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] iii

Nota editorial: Introdução: o estudo se apresenta como um levantamento histórico da busca por efeitos de gravidade em laboratório com supercondutores, com a ressalva de que é preciso excluir artefatos de medição.

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UNCLASSIFIED/ /FOR: 8ffl@IJllt t:191!! l>flt I The Role of Superconductors in Gravity Research Introduction This paper is a historical survey of the role superconductors have played in the recent search for laboratory-scale manipulation of gravity. The invention of superconductors and, in particular, the recent development of high­ temperature ceramic superconductors have provided the impetus for pursuing a connection between gravity, electromagnetism, and, in particular, magnetism and matter in the solid state. The discovery of yttrium-barium­ copper oxide (YBCO) YBa2Cu301 ceramics able to superconduct at liquid nitrogen temperatures allowed many laboratories around the world to fabricate these superconductors in various experimentally useful sizes. True Meissner repulsion was obtained by cooling them using relatively cheap liquid nitrogen rather than liquid helium. For the theoretician, the possibility of considering the superconductor being a macroscopic quantum object as a reality rather than a fantasy suggested several avenues for developing theories connecting gravity and gravity-like forces to engineerable matter. For the experimentalist, extrapolations from these theories suggested there might actually be gravitational disturbances in the laboratory that would be amenable to measurement, assuming all necessary precautions were taken to exclude artifact. UNCLASSIFIED/ /FOA QFFI&IAI:: WSE 8HL'/ iii

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TRECHO 12 · PÁGINA FÍSICA 5

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] Ondas gravitacionais É preciso distinguir entre ondas gravitacionais, a "força" gravitacional e forças anômalas. Atualmente, o trabalho sobre ondas gravitacionais se divide em dois domínios mais ou menos distintos: baixa frequência (menos de algumas centenas de Hz) e alta frequência (mais de várias dezenas de kHz). A existência de ondas gravitacionais de qualquer frequência é uma consequência natural da teoria da relatividade geral (RG) de Einstein. A busca por ondas gravitacionais de baixa frequência utiliza hoje como detectores barras metálicas grandes, pesadas e longas, junto com interferômetros, extensômetros e acelerômetros, na tentativa de detectar ondas gravitacionais quadrupolares de fontes cosmológicas, como estrelas binárias. A ideia geral é que, se uma grande massa de dimensões conhecidas com precisão for efetivamente isolada do ambiente em volta (como a Terra) por meio de isoladores especiais de vibração e de outros tipos, essas massas interagirão com as ondas gravitacionais de pequena amplitude emitidas por grandes massas no cosmos, e seus comprimentos mudarão, mas por quantidades extremamente pequenas. LIGO, LISA, VIRGO, DECIGO (Japão) e CEGO (China) são algumas das siglas dadas a esses experimentos. São sobretudo tentativas de verificar a existência dessas ondas, para consolidar ainda mais a compreensão que a RG nos dá sobre a natureza do espaço e da matéria. Vários pesquisadores consideram que ondas gravitacionais de alta frequência (HFGW) serão produzidas em laboratório, sob certas condições, num futuro próximo (Referência 1). Esses pesquisadores têm uma visão do futuro consideravelmente mais ambiciosa do que a dos pesquisadores de ondas gravitacionais de baixa frequência, incluindo o uso de HFGW em comunicações, telescopia, microscopia e, possivelmente, propulsão. Alguns consideram que a produção e a detecção dessas ondas serão mediadas, ou ao menos auxiliadas, por supercondutores (Referências 2 e 3). A pesquisa atual sobre a ligação entre HFGW e a manipulação da gravidade para propulsão é, por ora, apenas teórica. Se as ondas gravitacionais puderem interagir com a matéria em escala de laboratório e ser convertidas em forças, espera-se que essas forças se manifestem não como forças gravitacionais propriamente ditas, que seriam extremamente pequenas e difíceis de detectar de modo inequívoco no laboratório, mas como forças eletromagnéticas ou forças ponderáveis não gravitacionais, o que as tornaria mais fáceis de detectar por meios eletromagnéticos. Gravitoeletromagnetismo A "força" gravitacional decorre da tendência de um corpo a acelerar em direção a outro. (A palavra "força" aparece entre aspas aqui apenas por simplicidade e facilidade de uso ao comparar a gravidade com outras forças, pois muitas outras forças semelhantes à gravidade podem ser facilmente confundidas, no laboratório, com a atração gravitacional real.) A explicação física da atração gravitacional tem sido, na melhor das hipóteses, esquiva. Várias tentativas notáveis de explicações novas foram publicadas recentemente. Puthoff (Referência 4) desenvolveu uma ideia apresentada originalmente por Sakharov (Referência 5), segundo a qual a gravidade seria uma atração do tipo Casimir que surge dentro do mar universal de interações eletromagnéticas flutuantes, às vezes chamadas de flutuações de ponto zero. Alzofon (Referência 6) apresentou uma abordagem de engenharia para interagir com a gravidade por meio da alteração da entropia nuclear, usando uma técnica associada à ressonância paramagnética de elétrons chamada orientação nuclear dinâmica, isto é, a polarização reforçada dos momentos magnéticos dos núcleons por interação com spins de elétrons polarizados e pulsados. Hughes (Referência 7) analisou a Conjectura de Kopernicky, segundo a qual a gravidade nada mais é do que a pequena diferença entre as forças de atração e de repulsão coulombianas. Contudo, nenhum desses pesquisadores recorreu à forma especial de matéria que constitui os supercondutores. NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 1

Nota editorial: Define a diferença entre ondas gravitacionais, a atração gravitacional e forças anômalas, e apresenta teorias que tentam explicar a gravidade por meio do eletromagnetismo.

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UNCLASSIFIED/ /FOA QFFI@IAL l::ISI!!! er~t I Gravity Waves A distinction should be made between gravitational waves, the gravitational "force," and anomalous forces. Currently, work on gravitational waves is divided into two more or less distinct realms: low frequency (less than a few hundred Hz) and high frequency (greater than ~several tens of kHz). The existence of gravitational waves of any frequency is a natural outcome of Einstein's theory of general relativity (GR). The search for low-frequency gravitational waves currently utilizes large, heavy, and long metal bars as detectors together with interferometers, strain gauges, and accelerometers in an attempt to detect quadrupolar gravitational waves from cosmological sources, such as binary stars. The general idea is that if a large mass of precisely known dimensions is effectively isolated from the surrounding environment (such as Earth) by means of special vibration and other isolators, the masses will interact with the small-amplitude gravity waves emitted by large masses in the cosmos and their lengths will change, but by extremely small amounts. UGO, LISA, VIRGO, DECIGO (Japan), and CEGO {China) are some of the acronyms given to these experiments. They are primarily attempts to verify the existence of these waves to further solidify the understanding that GR gives us about the nature of space and matter. Several researchers consider that high-frequency gravitational waves (HFGW) will be produced in the laboratory under certain conditions in the near future (Reference 1). These researchers have a considerably more ambitious view of the future than the low-frequency gravitational wave researchers, including the use of HFGW for communications, telescopy, microscopy, and possibly propulsion. Some consider that the production and detection of these waves will be mediated, or at least assisted, by superconductors (References 2, 3). Current research on the link between HFGW and the manipulation of gravity for propulsion is at present only theoretical. If gravitational waves can interact with and be converted into forces in laboratory-scale matter, it is hoped that those forces would be manifest not as gravitational forces per se, as these gravitational forces would be exceedingly small and difficult to unequivocally detect in the laboratory, but rather as electromagnetic or ponderable nongravitational forces, thus making them more amenable to detection by electromagnetic means. Gravitoel ectromag netism The gravitational "force" arises from the tendency of one body to accelerate toward another. (Force is in quotation marks here merely for simplicity and ease of use when comparing gravity with other forces, as many other gravity-like forces can be easily confused in the laboratory with actual gravitational attraction.) The physical explanat ion for gravitational attraction has been elusive at best. Several notable attempts at novel explanations have recently been published. Puthoff (Reference 4) developed an idea originally put forward by Sakharov (Reference 5) that posits gravity as a Casimir-like attraction arising within the universal sea of fluctuating electromagnetic interactions, sometimes called zero-point fluctuations. Alzofon (Reference 6) presented an engineering approach to interacting with gravity by means of altering nuclear entropy using a technique associated with electron paramagnetic resonance called dynamic nuclear orientation-that is, enhanced polarization of the magnetic moments of nucleons by interaction with pulsed polarized electron spins. Hughes (Reference 7) analyzed the Kopernicky Conjecture, which holds that gravity is nothing other than the slight difference between forces of coulomb attraction and repulsion. However, none of these researchers appealed to the special form of matter constituting superconductors. UNCLASSIFIED/ /P"91l 9P"P"l@IAL l::ISI!! 8HLY 1

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TRECHO 13 · PÁGINA FÍSICA 6

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] O "atrativo" de modificar a gravidade, seja a própria, a de uma espaçonave ou a de uma grande massa próxima, para fins de propulsão, está em duas categorias gerais de efeito: • A modificação, neutralização ou anulação da atração gravitacional de um corpo próximo, tipicamente a Terra. • O fornecimento de força ou impulso propulsivo a uma espaçonave com base na manipulação do mesmo fenômeno físico subjacente que fundamenta a gravidade. As tentativas teóricas e experimentais descritas neste trabalho tratam das duas possibilidades. Em experimentos concebidos para produzir uma força semelhante à gravidade ou para interagir diretamente com um campo gravitacional local, o pesquisador precisa procurar desvios extremamente pequenos de um resultado nulo. As observações até hoje demonstram que as interações entre a gravidade e os campos eletromagnéticos, dadas as densidades e intensidades de campo disponíveis até no laboratório mais bem equipado, são muitas ordens de grandeza menores do que as necessárias para começar a ver tais forças. Braginski e outros (Referência 8) mostraram que a matéria comum não pode ser usada para gerar campos gravitacionais mensuráveis no laboratório. A proibição habitual contra coisas como escudos gravitacionais pode ser resumida observando-se a ausência de massa gravitacional negativa, ao menos neste setor do universo, o que faz com que a "permissividade/permeabilidade gravitacional" relativa seja igual a um na matéria normal. Portanto, demonstrar que uma nova força, gravitacional ou não, foi descoberta no laboratório exigirá um esforço intenso para fornecer provas. Isso implica ser capaz de distinguir entre verdadeiras forças semelhantes à gravidade e interações gravitacionais, de um lado, e uma série de efeitos prosaicos que se passam por essas forças, de outro. Uma lista de possíveis artefatos associados a tais experimentos pode ser encontrada na Referência 9. A relatividade geral introduz uma teoria tensorial métrica da gravidade e, embora não explique a base física fundamental da atração gravitacional entre dois corpos, permite prever uma ampla gama de interações entre corpos. De modo semelhante, as equações vetoriais de Maxwell não explicam a base fundamental das interações eletromagnéticas, mas permitem prever os resultados dessas interações. É possível reformular o formato tensorial da RG num formato vetorial simples, válido apenas para um subconjunto das condições da RG, a saber, a aproximação de campo fraco e velocidades não relativísticas. Usando-se a teoria de perturbação, por exemplo, para calcular as equações de movimento nas equações simplificadas da RG, resultam termos que têm análogos diretos nas equações de Maxwell, nos quais o fluxo de corrente elétrica é substituído, por exemplo, pelo fluxo de massa. Forward (Referências 10 e 11) foi um dos primeiros a investigar esse análogo. Um termo é análogo ao campo magnético do tipo Biot-Savart e é geralmente chamado de "campo gravitomagnético" (e às vezes também de "arrasto gravitacional de referenciais" ou "efeito Lense-Thirring"), com dimensões de s⁻¹. Outro termo é análogo ao campo coulombiano eletrostático e é chamado de "campo gravitoelétrico". Em essência, o campo gravitomagnético produz uma força entre correntes de matéria em fluxo, enquanto o campo gravitoelétrico produz uma força entre as próprias massas (o campo gravitacional newtoniano). Às vezes usa-se o termo "campo gravitoeletromagnético" para designar os campos gravitoelétrico e gravitomagnético em conjunto. Assim, a gravidade é composta por um campo (newtoniano) independente da velocidade e por um campo (gravitomagnético) dependente da velocidade, análogos aos campos elétrico e magnético 2 NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL]

Nota editorial: Explica que as interações entre gravidade e eletromagnetismo acessíveis em laboratório são minúsculas e descreve a analogia matemática, entre a relatividade geral simplificada e as equações de Maxwell, que dá origem aos campos gravitoelétrico e gravitomagnético.

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UNCLASSIFIED/ /POlt err1e1J1tt U.!I! er\tt I The "attraction" of modifying gravity-whether your own, your spacecraft's, or that of a nearby large mass-for propulsive purposes lies in two general categories of effect: • The modifying, neutralizing, or negating of the gravitational attraction of a nearby body, typically Earth. • The provision of propulsive force or impulse to a spacecraft based on manipulation of the same underlying physical phenomenon that forms the basis of gravity. The theoretical and experimental attempts outlined in this paper deal with both these possibilities . In experiments designed to produce a gravity -like force or to interact directly with a local gravity field, the researcher has to be looking for extremely small deviations from a null result. Observations to date demonstrate that interactions between gravity and electromagnetic fields, given the field densities and strengths available to even the most well-equipped laboratory, are many orders of magnitude smaller than those required to begin to see such forces. Braginski et al. (Reference 8) showed that ordinary matter cannot be used to generate measurable gravitational fields in the laboratory. The standard edict against such things as gravity shields can be summed up by noting the absence of negative grav itational mass, at least in this sector of the universe, resulting in the relative "gravitational permittivity/permeability" being unity in normal matter. Therefore, demonstrating that a new force, whether gravitational or not, has been discovered in the laboratory will require an intense effort to provide proof. This implies being able to distinguish between true gravity-like forces and gravity interactions and a host of prosaic effects masquerading as these forces . A list of potent ial artifacts attendant on such exper iments can be found in Reference 9. General relativity introduces a metric tensor theory of gravity, and while it does not explain the fundamental physical basis of the gravitational attraction between two bodies, it does allow the prediction of a large range of interactions between bodies. Simi larly, Maxwell's vector equat ions do not explain the fundamental basis for electromagnetic interactions but do allow us to predict the outcomes of such interactions. It is possible to reformulate the tensor format of GR into a simple vector format that is valid only for a subset of GR conditions, namely in the weak field approximation and for nonrelativistic velocities. Using perturbation theory, for example, to compute the equations of motion in the simplified GR equations results in terms that have direct analogs in Maxwell equations where electrical current flow is replaced by mass flow, for example. Forward (Reference 10, 11) was among the first to investigate this analog. One term is analogous to the Biot-Savart-like magnet ic field and is generally referred to as the "gravitomagnetic field" (and also sometimes as "gravitational frame dragging" or the "Lense-Th irring Effect") and has the dimensions of s-1 . Another term is analogous to the electrostatic coulomb field and is referred to as the "gravitoelectric field." Essentially, the gravitomagnetic field produces a force between currents of flowing matter, while the gravitoelectric field produces a force between masses themselves (the Newtonian gravitational field). Sometimes the term "gravitoelectromagnetic field" is used to refer to both the gravitoelectric and gravitomagnetic fields. Gravity is thus composed of a (Newtonian) velocity-independent field and a (gravitomagnetic) velocity-dependent field analogous to the electr ic and magnetic fields 2 UNCLASSIFIED/ /fOll Offl@IAL YSE 8HLY

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TRECHO 14 · PÁGINA FÍSICA 7

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NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] na teoria eletromagnética. As equações simplificadas da RG e de Maxwell mostram que existe também uma lei de indução do tipo Faraday, capaz de gerar campos gravitacionais newtonianos a partir de campos gravitomagnéticos que variam no tempo. As tentativas modernas de confirmar a existência do campo gravitomagnético incluem a medição a laser, de altíssima precisão, da distância Terra-Lua (Referência 12), bem como o lançamento do satélite Gravity Probe B (Referência 13). Cronologia histórica Para auxiliar futuros pesquisadores, é instrutivo acompanhar o desenvolvimento histórico geral da busca moderna por uma ligação entre eletromagnetismo, matéria e gravidade. Este esboço incluirá aspectos teóricos e experimentais, ampliando e enfatizando as questões experimentais quando apropriado. Por limitações de espaço, nem todas as muitas contribuições à área podem ser destacadas. Recomenda-se ao leitor consultar as referências citadas neste trabalho para avaliar melhor a quantidade de esforço dedicada a essa área da física. Podkletnov e Nieminen (Referência 15) publicaram o que se considera a primeira possível evidência de uma ligação experimental entre os efeitos de supercondutores de alta temperatura, resfriados a nitrogênio líquido (LN2), e a gravidade, supostamente na forma de um escudo gravitacional. Desde então, muitos cientistas lançaram dúvidas consideráveis sobre as conclusões dos dois. Apesar dessas críticas severas, desde a publicação do artigo muitos outros pesquisadores passaram a considerar que a busca experimental por forças relacionadas à gravidade poderia sair do campo da pura especulação e chegar à bancada de laboratório. O aparente sucesso experimental de Podkletnov levou, por sua vez, alguns teóricos a considerar abordagens novas para investigar os supercondutores como uma forma especial de matéria condensada, capaz de modificar ou produzir tais forças. Descobrir uma ligação repetível, em escala de laboratório, até agora oculta, entre a gravidade, formas especiais de matéria que podem ser criadas em laboratório e o eletromagnetismo seria um avanço de primeira ordem, que possivelmente abriria a porta a novos sistemas de transporte, novas fontes de energia e uma série de outros benefícios terrenos, sem falar em reconhecimento profissional e riqueza incalculável para os desenvolvedores da tecnologia. No entanto, a corrida para ser o primeiro a encontrar um vínculo repetível e verificável entre supercondutores e gravidade produziu muitas baixas. Teóricos fizeram suposições para forçar suas teorias a explicar os supostos resultados experimentais. A maioria dos experimentos foi, literalmente, montada às pressas, com pouca atenção às inúmeras armadilhas e ciladas que povoam o campo minado da física experimental nesse território inexplorado. Isso se deve principalmente à expectativa de que as forças procuradas serão extremamente pequenas e difíceis de distinguir de influências prosaicas. O trabalho teórico mais proeminente, embora controverso, sobre a criação de campos gravitomagnéticos detectáveis em laboratório por meio de supercondutores de alta temperatura foi iniciado por Li e Torr (Referências 16 a 18). O trabalho deles ampliou estudos anteriores de DeWitt (Referência 19) e Ross (Referência 20), que consideraram modificações das equações de London, as quais relacionam o fluxo da supercorrente (isto é, de pares de Cooper) aos campos elétrico e magnético dentro e em volta de um supercondutor, de modo a incluir campos gravitomagnéticos. DeWitt mostrou que um campo gravitomagnético variável no tempo deve surgir em razão da quantização do fluxo magnético nos supercondutores. O trabalho de DeWitt foi ampliado por Ross, que NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 3

Nota editorial: Abre a cronologia histórica: apresenta o artigo de Podkletnov e Nieminen como suposta primeira evidência experimental, as dúvidas que se seguiram e a base teórica de Li e Torr.

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UNCLASSIFIED/ /FOR: 8FFI@IAL l!ISI!!! er~t a in electromagnetic theory. The simplified GR/Maxwell equations show that there is also a Faraday-like law of induction that can generate Newtonian gravitational fields from time-varying gravitomagnetic fields. Modern attempts to confirm the existence of the gravitomagnetic field include highly accurate laser ranging of the Earth-Moon distance (Reference 12), as well as the launch of the Gravity Probe B satellite (Reference 13). Historical Timeline In order to aid future researchers, it is instructive to follow the general historical development of the modern search for a link between electromagnetism, matter, and gravity. This outline will include both theoretical and experimental aspects, expanding and emphasizing experimental issues where appropriate. Because of space limitations, not all of the many contributions to the field can be highlighted. The reader is encouraged to consult the source references cited in this paper to obtain a fuller appreciation of the amount of effort that has been expended in this area of physics. Podkletnov and Nieminen (Reference 15) published what is considered the first possible evidence for an experimental link between high-temperature liquid nitrogen (LN2) superconductor effects and gravity, allegedly in the form of a gravity shield. Many scientists since then have cast considerable doubt on their findings. Notwithstanding these severe criticisms, since the publication of this paper, many other researchers have considered that the experimental search for gravity-related forces could be taken out of the realm of pure speculation and onto the laboratory bench. Podkletnov's apparent experimental success has in turn prompted some theoreticians to consider fresh approaches to investigating superconductors as a special form of condensed matter capable of modifying and/or producing such forces. It would be a breakthrough of the first order to discover a repeatable, laboratory -scale, heretofore hidden connection between gravity, special forms of matter that can be created in the laboratory, and electromagnetism that would possibly unlock the door to new transportation systems, new energy sources, and a host of other earthly benefits, not to mention professional accolades and untold wealth for the technology developers. However, the rush to be the first to successfully find a repeatable and verifiable link between superconductors and gravity has produced many casualties. Theoreticians have made assumptions to force their theories to explain the putative experimental results. Most experiments have been literally thrown together with little thought paid to the myriad traps and pitfalls that litter the minefield of experimental physics in this uncharted territory. This is primarily due to the expectation that the sought-after forces will be extremely tiny and hard to distinguish from prosaic influences. The most prominent, albeit controversial theoretical work on creating laboratory­ detectable gravitomagnetic fields via high-temperature superconductors was initiated by Li and Torr (Reference 16-18). Their work expanded on earlier work by DeWitt (Reference 19) and Ross (Reference 20), who considered modifications to the London equations, which relate supercurrent (that is, Cooper pair) flow to electric and magnetic fields in and around a superconductor, to include gravitomagnetic fields. Dewitt showed that a time-varying gravitomagnetic field must arise owing to the presence of magnetic flux quantization in superconductors. Dewitt's work was expanded on by Ross, who UNCLASSIFIED/ /fOll 8FFI@IAL WS& 8PUslf 3

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 7, contando a capa.

TRECHO 15 · PÁGINA FÍSICA 8

página inteira

NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] produziu um conjunto modificado de equações de London. Esses artigos lançaram as bases teóricas do trabalho posterior de Li, Torr e Tajmar, por exemplo. No final da década de 1980, na Universidade do Alabama, Douglas Torr examinava áreas negligenciadas da física, incluindo teorias e experimentos do éter, bem como antenas de ondas gravitacionais, tema de um artigo que recebeu o "Primeiro Prêmio" da Gravity Research Foundation em 1989. Em 1991, Torr e Ning Li publicaram um artigo sobre os efeitos de um campo gravitomagnético na matéria supercondutora (Referência 16). Em geral, todos os campos magnéticos são excluídos do interior de um supercondutor pela expulsão de Meissner. No entanto, resolvendo as equações acopladas de Maxwell, da RG e de London para os campos magnético e gravitomagnético internos de supercondutores expostos a campos gravitomagnéticos e magnéticos externos, eles previram um pequeno campo magnético interno residual. Este, por sua vez, produz um campo gravitomagnético interno. Os campos se relacionam entre si pela razão entre massa e carga do par de Cooper. A profundidade de penetração do campo gravitomagnético é maior que a do campo magnético normal. Um ano depois, os mesmos autores apresentaram trabalhos numa reunião da American Physical Society (Referência 17). Animados com o aparente sucesso de suas análises anteriores, parte do título de uma das apresentações era "Uma base teórica para um princípio de gravitação induzida eletricamente". Nesse trabalho, usaram equações acopladas de Ginzburg-Landau para calcular as intensidades relativas dos campos elétrico e gravitacional em supercondutores na presença de campos magnéticos e gravitomagnéticos. Concluíram que, em certas circunstâncias, um campo gravitacional secundário poderia ser induzido dentro de um supercondutor e "fornecer uma base para a geração elétrica de campos gravitacionais em laboratório". Então veio a bomba. Um cientista de materiais russo do quadro do Instituto de Ciência de Materiais da Universidade de Tecnologia de Tampere, na Finlândia, publicou em 1992 um artigo sobre um aparente experimento de blindagem gravitacional com um disco supercondutor giratório (Referência 15). Em meados da década de 1980, o autor principal, Evgueny E. Podkletnov, havia publicado vários artigos sobre cerâmicas quando estava no Instituto de Altas Temperaturas, em Moscou. Mais tarde mudou-se para a Finlândia, onde concluiu o doutorado sob a direção de Pentti Kettunen, então diretor do Instituto de Ciência de Materiais. A tese de Podkletnov tratava da preparação de whiskers de YBCO puro por pulverização catódica magnetron, e ele produzia esse material para fio supercondutor de alta temperatura do tipo pó em tubo, para uma empresa local. Segundo Kettunen (Referência 21), o experimento do disco giratório não foi realizado de fato no instituto, mas por Podkletnov e outros "fora do expediente". Kettunen também confidenciou que, embora soubesse da existência do experimento de blindagem gravitacional porque "tantas outras pessoas" lhe falaram dele, nunca o presenciou. Confirmou, sim, a história que Podkletnov contou depois sobre a descoberta do efeito de blindagem: a fumaça do cachimbo de um colega subia exatamente na "sombra" do disco giratório. O disco foi aparentemente fabricado na Rússia para fins de pulverização catódica e levado para a Finlândia. O coautor do experimento de blindagem gravitacional, Risto Nieminen (este Risto Nieminen não é, enfaticamente, o mais famoso professor de física computacional hoje na Universidade de Tecnologia de Helsinque), era técnico no Instituto de Ciência de Materiais na época de Podkletnov. Não participou dos experimentos de Podkletnov, mas observou (Referência 22) que provavelmente foram realizados no Departamento de Engenharia Elétrica do Instituto de Tecnologia de Tampere ou no Instituto de Física. Até hoje não sabe por que lhe pediram que fosse coautor do artigo, NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 4

Nota editorial: Resume as previsões teóricas de Li e Torr e os antecedentes do disco giratório de Podkletnov; registra que o diretor do instituto e o coautor citados não presenciaram nem participaram do experimento.

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UNCLASSIFIED/ /FOR 8FFI€il.t..L l:ISE 8HLV produced a modified set of London equations. These papers laid the theoretical foundations for the later work of Li, Torr, and Tajmar, for example . In the late 1980s while at the University of Alabama, Douglas Torr was examining neglected areas of physics, including aether theories and experiments, as well as gravitational wave antennas, the subject of a paper awarded the Gravity Research Foundation's "First Award" in 1989. In 1991, Torr and Ning Li published a paper on the effects of a gravitomagnetic field on superconducting matter (Reference 16). Ordinar ily, all magnetic fields are excluded from the interior of a superconductor because of Meissner expulsion . However, by solving the coupled Maxwell, GR, and London equations for the internal magnetic and gravitomagnetic fields of superconductors exposed to external gravitomagnet ic and magnetic fields, they predicted a small residual internal magnetic field. This in turn produces an internal gravitomagnetic field. The fields are related to one another by the Cooper pair mass-to-charge ratio. The gravitomagnetic fie ld penetration depth is larger than the normal magnetic field depth. A year later the same authors presented papers at a meeting of the American Physical Society (Reference 17). Buoyed by the apparent success of the ir prev ious analyses, part of the title of one presentation was "A Theoretical Basis for a Principle of Electrically Induced Gravitation." In this paper, they used coupled Ginzburg-Landau equations to calculate the relative strengths of the electric and grav itational fields in superconductors in the presence of magnet ic and gravitomagnet ic fields. They concluded that under certain circumstances, a secondary gravitational field could be induced inside a superconductor and "provide a basis for the electrical generation of gravitational fields in the laboratory ." Then came the bombshell. A Russian materials scientist on staff at the Institute of Materials Science at the Tampere University of Technology in Finland published a paper in 1992 on an apparent grav ity shielding experiment using a spinning superconductor disk (Reference 15). In the mid-1980s, the lead author, Evgueny E. Podkletnov, had published several papers on ceramics while at the Institute for High Temperatures in Moscow. He later moved to Finland, where he completed his doctorate under then­ Director of the Institute of Materials Science Pentti Kettunen. Podkletnov's thesis was on preparation of pure YBCO whiskers by magnetron sputter ing, and he was producing this material for powder-in-tube high-temperature superconducting wire for a local business concern . According to Kettunen (Reference 21), the spinning disk experiment was not actually performed at the institute but rather was conducted by Podkletnov and others "after hours ." Kettunen also confided that although he was aware of the existence of the gravity shielding experiment through "so many others" telling him about it, he never witnessed it himself. He did confirm the story Podkletnov later told about discover ing the shielding effect by watching the smoke from a coworker's pipe float up exactly in the "shadow" of the spinning disk. The disk was apparently made in Russia for sputter ing purposes and brought to Finland . The coauthor of the gravity shielding experiment, Risto Nieminen (this Risto Nieminen is emphatica lly not the more famous professor of computational physics current ly at Helsinki University of Technology), was a technician working at the Institute of Materials Science during Podkletnov's time there. He was not involved in Podkletnov's experiments but noted (Reference 22) that they were likely conducted at either the Tampere Institute of Technology's Department of Electrical Engineering or the Institute of Physics. To this day, he is still not sure why he was asked to coauthor the paper, UNCLASSIFIED/ /fOR: 8FFI€il.t.k Uili Ql"IL¥ 4

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TRECHO 16 · PÁGINA FÍSICA 9

página inteira

NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] a não ser, possivelmente, por suas habilidades de revisão de texto. Estranhamente, as únicas pessoas que contataram Podkletnov em meados da década de 1990 sobre o artigo foram o físico teórico italiano G. Modanese e este autor. Podkletnov afirmou nunca ter ouvido falar do trabalho de Li e Torr antes de publicar o artigo. Segundo o artigo de 1992, a essência do experimento era a rotação em alta velocidade de um disco cerâmico supercondutor de YBCO sinterizado, relativamente grande (14,5 cm de diâmetro por 6 mm de espessura), nos vapores de hélio líquido (LHe). O disco era levitado por repulsão de Meissner sobre um grande eletroímã de sustentação imerso em LHe, alimentado por uma fonte de frequência variável de 50 Hz a 10⁶ Hz. Na periferia diametral do disco havia outros dois eletroímãs, menores, também alimentados por fontes de frequência variável. Esses dois eletroímãs "rotacionais" serviam para girar o disco de um modo não especificado. Uma pequena massa de teste, não condutora e não magnética, era suspensa de uma balança analítica a cerca de 15 mm do topo do disco. Informações posteriores de Podkletnov indicaram que, para obter a perda máxima estável de peso da amostra de teste, de cerca de 0,3 por cento, as condições ideais exigiam operar esses dois eletroímãs em frequências de 10⁵ Hz, com velocidades de rotação do disco de vários milhares de rpm. Além da dificuldade de acreditar, em bases puramente teóricas, que uma perda de peso tão enorme fosse possível, havia dúvida considerável sobre a validade das observações por questões experimentais. Entre muitas outras preocupações, cabem alguns comentários sobre o criostato. A única informação sobre a configuração física do experimento está no esboço apresentado na Referência 15. Olhando essa figura, é difícil acreditar que a única coisa que separava os vapores de LHe do criostato da atmosfera do laboratório fosse uma fina película de plástico. Em condições normais, tanto vapor de água e outros gases teriam se condensado na superfície externa da película que ela ficaria completamente opaca, tornando extremamente improvável a observação do disco. Se o criostato foi realmente projetado mais ou menos conforme o esboço do artigo, o LHe estaria fervendo com tanto vigor que romperia qualquer película, a menos que se previsse uma saída adequada para o gás hélio. Como apontou dePodesta (Referência 23), as correntes térmicas e as variações de empuxo acima de um criostato assim seriam tão intensas que tornariam virtualmente impossível determinar o peso de uma massa de teste suspensa a apenas 1,5 cm acima do disco (e, portanto, a poucos milímetros de uma película separadora coberta de gelo). Esse foi um projeto criogênico inteiramente insatisfatório para a finalidade. Questões importantes, como a forma de equilibrar o disco, como se evitou que ele se rompesse em altas velocidades, quanta potência foi usada para operar as bobinas e que meios foram empregados para impedir que a balança fosse afetada pelos campos magnéticos das bobinas, não foram tratadas no artigo. Ainda assim, o artigo levou experimentalistas do mundo todo a tentar duplicar a essência do experimento, em geral de maneira excessivamente simplificada. Todos começaram usando a abordagem mais barata, com LN2, com ímãs permanentes fixos ou giratórios e discos pequenos (cerca de 2 a 3 cm de diâmetro) comprados no mercado. Vários pesquisadores, entre eles Gonnelli, no Politécnico de Turim (Referência 24), Woods, na Universidade de Sheffield (Referência 25), e este autor, observaram variações de peso aparentes, muito leves, enquanto o disco passava por sua temperatura crítica, Tc. Na maioria dos casos, porém, o efeito estava tão próximo do ruído que não se considerou prosseguir com a experimentação. Numa reunião privada e não publicada (ver abaixo), realizada pelo professor R. Gonnelli no Politécnico de Turim em abril de 1999, Podkletnov deixou claro, no entanto, que, a menos que se seguisse a formulação exata do disco, se empregassem campos magnéticos de alta frequência (não NÃO CLASSIFICADO // [tarjado: SOMENTE PARA USO OFICIAL] 5

Nota editorial: Descreve o disco e a perda de peso alegada por Podkletnov em 1992 e expõe os problemas de criogenia, correntes térmicas e campos magnéticos que, segundo o autor, comprometem a medição.

Conferir original em inglês
UNCLASSIFIED/ /FOR OFFl&I.t..k WSI: OPtklf except possibly for his proofreading skills. Strangely, the only persons who contacted Podkletnov in the mid-1990s about the paper were the Ital ian theoretical physicist G. Modanese and this author. Podkletnov claimed he had never heard of the work of Li and Torr prior to publish ing the paper. According to the 1992 paper, the essence of his experiment was the high-speed rotation of a relatively large ( 14. 5-cm diameter x 6-mm thick) YBCO sintered ceram ic superconduct ing disk in the vapors of liquid helium {LHe). The disk was levitated by Meissner repulsion over a large support electromagnet immersed in LHe that was powered by a variable-frequency supply from 50 Hz to 106 Hz. At the diametrical periphery of the disk were positioned two additional but smaller electromagnets also powered by variable frequency supplies. These two "rotational" electromagnets were used to spin the disk in some unspecified manner. A small nonconducting, nonmagnetic test mass was suspended from an analytical balance about 15 mm from the top of the disk. Subsequent information from Podkletnov indicated that to obtain the maximum stable test sample weight loss of about 0.3 percent, the optimum conditions required operation of these two electromagnets at frequencies of 105 Hz and disk rotational speeds of several thousand rpm. Apart from the difficulty believing, on purely theoretical grounds, that such an enormous weight loss was possible, there was considerable doubt about the validity of the observations based on experimental issues. Among many other concerns, a few comments regarding the cryostat are in order . The only information on the physical configuration of the experiment is given in the sketch provided in Reference 15. Referring to that figure, it is difficult to believe the only thing separating the vapors of LHe in the cryostat from the laboratory atmosphere was a thin plastic film. Ordinarily, so much water vapor and other gases would have condensed on the outer surface of the film as to render it completely opaque, thus making the observation of the disk extremely unlikely. If the cryostat was actually designed roughly per the sketch in the article, the LHe would be boiling so vigorously that it would rupture any film unless adequate He gas escape was provided . As pointed out by dePodesta (Reference 23), thermal currents and buoyancy changes above such a cryostat would be so severe as to render the determination of the weight of a test mass suspended only 1.5 cm above the disk (and therefore only a few mm above a separating film covered with ice) virtually impossible . This was an entirely unsatisfactory cryogenic design for the purpose. Important issues such as how the disk was balanced, how it was prevented from rupturing at high speeds, how much power was used to operate the coils, and what means were employed to prevent the balance from being affected by the magnetic fields from the coils were not addressed in the article. Nevertheless, the article caused experimental ists around the world to try to duplicate the essence of the exper iment, generally in an overly simplified manner. All started out using the less costly LN2 approach with either fixed or rotating permanent magnets and small ( ~2- to 3-cm diameter) disks purchased commercially. Several researchers, including Gonnelli at Turin Politecnico (Reference 24), Woods at the University of Sheffield (Reference 25), and this author witnessed very slight apparent weight changes while the disk was passing through its critical temperature, Tc. However, in most cases, the effect was so close to the noise that further experimentation was not considered. At a private unpublished meeting (see below) hosted by Professor R. Gonnelli at the Turin Politecnico in April 1999, however, Podkletnov made it clear that unless the exact disk formulation was followed, high-frequency magnetic fields were employed (not UNCLASSIFIED/ /FOR. OFFI&I.t.k W&& &Ptklf 5

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Datas e contexto documental

Acontecimento
23/03/2010 — Data de capa. ICOD: 1.º de dezembro de 2010. Número do documento: DIA-08-1003-013.
Documento
23/03/2010 — Capa, página física 1.
Publicação
Não estabelecida — Liberado na série DOW-UAP em 18/09/2026.

Origem e divulgação

Defense Intelligence Agency (DIA), Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3), programa AAWSAP; autor com nome substituído por “AAP Person 75” · DOW-UAP-D131_AAWSAP-DIRD-The-Role-of-Superconductors-in-Gravity-Research-March-23-2010.pdf

Páginas físicas 1 a 16.

Relatos relacionados e suas diferenças

Perguntas para continuar a investigação

  • Por que o programa AAWSAP encomendou um levantamento sobre supercondutores e gravidade, e que uso a DIA fez da conclusão de que nenhuma réplica confirmou o efeito?
  • A data de ICOD da capa é 1.º de dezembro de 2010, nove meses depois da data do documento; o que ela marca nesta série de relatórios?

GEOGRAFIA DO CASO

Washington, D.C., EUA (sede da DIA)

Estudo teórico sem local de ocorrência; o relatório foi preparado para a DIA em Washington.

RASTRO DOCUMENTAL

Volte às fontes

As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.

  1. DOW-UAP-D131_AAWSAP-DIRD-The-Role-of-Superconductors-in-Gravity-Research-March-23-2010.pdf

    Páginas físicas 1 a 16: capa, expediente, sumário, texto do estudo (páginas impressas iii a 11) e referências (11 e 12)

    DOW · 16 páginas

Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.

UMA HISTÓRIA LEVA A OUTRA

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