UFOeUAPARQUIVO EM PORTUGUÊS

Data: Junho de 1952 a maio de 1962 (casos reunidos)Local: França, Itália, Iugoslávia, Espanha, Alemanha Ocidental, Áustria, Holanda, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Inglaterra

Europa, 1952-1962: torre de Le Bourget, radar em Orly e Pratica di Mare, caça holandês com Sidewinder e piloto da Aer Lingus no levantamento da NICAP

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne relatos europeus de 1952 a 1962: controladores de Le Bourget, radar em Orly e numa estação italiana, um piloto holandês de F-86 que armou um míssil contra um objeto, um Viscount da Aer Lingus que cruzou com um globo marrom e respostas evasivas de governos. São resumos curtos com fontes de imprensa, livros e cartas.

Arquivo da CIA
Data do evento
Junho de 1952 a maio de 1962 (casos reunidos)
Local
França, Itália, Iugoslávia, Espanha, Alemanha Ocidental, Áustria, Holanda, Dinamarca, Noruega, Finlândia e Inglaterra
Tema
Arquivo da CIA
Órgãos das fontes
CIA
Documentos
1 documento · 186 páginas
Leitura
25 min
Página impressa em duas colunas, com o título Africa no pé da coluna direita e um parágrafo em itálico sobre o monte Kilimanjaro.Página do relatório NICAPPágina física 127
Página do relatório NICAP · NICAP (texto do relatório) · Página física 127 do arquivo divulgado. Página com casos franceses (Orly, Paris), alemães (Fürstenfeldbruck, Berlim, Frankfurt, Kirchberg), italianos (costa de Roma e Roma), de Belgrado, Barcelona e Palma, e a abertura da parte sobre a África. Página física 127 do exemplar da CIA do relatório NICAP de 1964. Texto da entidade civil baseado em imprensa e relatos de membros; não reproduz documento oficial europeu. Fonte documental ↗ · Ampliar imagem ↗

FONTES DOCUMENTAIS · CIA

O que os registros contam

A parte europeia da seção de relatos estrangeiros do relatório The UFO Evidence, publicado em 1964 pela NICAP, entidade civil americana, vai da Escandinávia ao Mediterrâneo. A CIA guardou um exemplar do livro, liberado em 2001, sem comentar seu conteúdo. Vários casos desta parte já têm dossiês próprios, como os foguetes fantasmas suecos de 1946, o disco sobre Hässleholm em 1953, a Operação Mainbrace e Topcliffe em 1952, o tenente Salandin em 1954 e os discos de Kerkrade em 1952. Este dossiê reúne os demais casos com data e lugar e as respostas oficiais citadas pela NICAP.

Na França, segundo a NICAP, uma luz laranja-avermelhada pairou por uma hora à vista do aeroporto de Le Bourget em 13 de junho de 1952 e, por volta da 1h, cruzou o céu acelerando; testemunhas foram o piloto Navarri e os controladores Veillot e Damiens. Em 29 de agosto de 1952, numa estação meteorológica militar em Villacoublay, um objeto foi acompanhado por teodolito. A fonte é o livro de Aimé Michel. Em 17 de fevereiro de 1956, em Orly, radaristas teriam registrado um objeto a cerca de 1.700 mph que depois pairou sobre Paris, visto por um piloto da Air France. Em 26 de setembro de 1957, um funcionário da embaixada americana e a esposa viram uma elipse laranja por vinte minutos.

Na Itália, em 17 de setembro de 1954, um objeto circular que soltava fumaça e estampidos foi visto na costa a oeste de Roma, e o radar da Força Aérea italiana em Pratica di Mare o teria acompanhado por 39 minutos, segundo a agência INS. Em 28 de outubro de 1954, a embaixadora americana Clare Boothe Luce esteve entre as testemunhas de um objeto luminoso sobre Roma, seguido de queda de fiapos como algodão. Em 25 de outubro de 1954, em Belgrado, um engenheiro aeronáutico, um capitão da Força Aérea e funcionários do aeroporto de Zemun viram objetos em forma de lança e de ovo, e o governo iugoslavo anunciou investigação.

Em 22 de maio de 1960, o observatório de Palma, em Maiorca, telegrafou à NASA a descrição de um objeto branco triangular girando sobre si mesmo. Na Alemanha, membros da NICAP relataram sete objetos em V sobre Frankfurt em 19 de novembro de 1956 e um disco prateado em Kirchberg em 25 de maio de 1958. Na Holanda, em 29 de janeiro de 1962, um piloto da Força Aérea holandesa teria visto e captado no radar de seu F-86 um objeto também acompanhado pelo radar de terra; armou o míssil Sidewinder, mas o objeto se afastou em segundos. Na Dinamarca, oficiais viram um disco sobre Karup em 20 de setembro de 1952 e luzes sobre Bornholm em 20 de novembro de 1957.

Na Inglaterra, além de Topcliffe e Salandin, a NICAP cita a luz amarela que pairou sobre o aeroporto de Londres em 26 de fevereiro de 1959, explicada ora como Vênus, ora como luz de avião, e o caso da Aer Lingus de 21 de maio de 1962. Num Viscount de Cork para Bruxelas, a 17.000 pés, o comandante Gordon Pendleton e o primeiro oficial J. P. Murphy viram um globo marrom, sem asas e com projeções como antenas, passar cerca de 3.000 pés abaixo. As fontes são o Irish Times e a Reuters de 22 de maio de 1962. A NICAP lembra ainda dois discos vistos por cientistas noruegueses no eclipse de 30 de junho de 1954.

A NICAP põe ao lado dos casos as respostas oficiais: o Ministério do Ar britânico recusou-se em 1957 e 1963 a dar detalhes de casos; a embaixada da Noruega disse em 1958 que o material da Força Aérea era sigiloso; o adido aéreo alemão disse em 1963 que não havia órgão nem política oficial. Do outro lado, cita o marechal do ar Lord Dowding, que em 1954 se declarou convencido da origem extraterrestre, e os cientistas Hermann Oberth e Walther Riedel. Essas opiniões são de seus autores e da NICAP. Os casos são resumos de jornais, agências, livros de Aimé Michel e cartas, sem documento oficial europeu reproduzido nestas páginas.

LEITURA DIRETA DO ARQUIVO

O documento, em português

The UFO Evidence é publicação privada da NICAP (1964). As páginas não foram transcritas nem traduzidas na íntegra: cada bloco traz uma síntese fiel da página inteira em português, com no máximo uma citação curta. As páginas 125 a 127 cobrem também os casos da Venezuela e da África que estão nelas; a página 131 traz todas as notas 17 a 66, entre elas as notas 33 a 52, fontes dos casos europeus.

TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 125

Página física 125 (impressa 121), página inteira: Venezuela (filme de Díaz e casos de 1955 a 1962) e Hemisfério Oriental: Escandinávia e início da Inglaterra

...Ali Díaz, que estava num DC-3 com turistas para ver a paisagem; Ladonko e González Ganteaume avisaram a NICAP, entrevistaram Díaz e incentivaram a análise do filme. Em junho de 1963, José A. Cecin, membro da NICAP de Nova York que fala espanhol, foi a Caracas e tomou emprestado o original; a análise estava sendo providenciada (seção VIII). Visto no escritório pela equipe e por alguns membros, o filme mostra uma luz amarela brilhante, em forma de gota, subindo da base do monte Auyantepui e oscilando enquanto acelera sobre a montanha, o céu e as nuvens. (Em Caracas, contaram a Cecin que um cidadão conhecido, dirigindo numa área rural, viu um grande disco pairando sobre um campo onde trabalhavam camponeses; ao chamar a atenção deles, ouviu que o objeto vinha ali todo dia e não incomodava ninguém.) A Venezuela também tem relatos de pilotos e outros observadores experientes. 02/01/1955, 18h45: uma luz laranja se aproximou de um avião venezuelano perto de Punta San Juan e, de perto, lançou luz forte, de modo intermitente, dentro da cabine [nota 28]. Um mês depois, em 2 de fevereiro, um avião da Aeropostal ia de Maiquetía para Mérida com o comandante Darío Celis e o copiloto B. J. Cortés; por volta das 11h15, um aparelho redondo e verde, brilhante, girando no sentido anti-horário, aproximou-se; tinha no meio um anel avermelhado que soltava clarões e, acima e abaixo do anel, marcas como vigias; Celis inclinou o avião em direção a ele, e o objeto girou para baixo, nivelou e partiu; durante o avistamento, a tentativa de comunicação por rádio foi cortada [nota 29]. 02/07/1960: perto de Maiquetía, um Super Constellation da Venezuelan Airlines vindo da Espanha, por volta das 3h, a 10.000 pés, perto de 20° N e 68° O (perto de Porto Rico), viu um objeto luminoso brilhante vir em ângulo na direção do avião, na mesma altitude; depois de voar paralelo vários minutos, disparou em velocidade enorme; o piloto contou à imprensa ao pousar [nota 30]. 15/09/1960: o Prof. Germán Álvarez, de engenharia da Universidade Central, em Carrizales, estado de Miranda, depois das 19h30, viu um objeto luminoso cruzar o céu por cerca de três minutos, acelerando em curva; antes de sumir atrás das montanhas, pareceu dividir-se em dois [nota 31]. 11/02/1962: formações de OVNIs, cerca de 16 objetos ao todo, passando de leste para oeste entre 16h e 18h, foram vistas por muitas pessoas no Parque del Este, em Caracas; uma testemunha, Emiro Ayesta, correu ao Planetário Humboldt, no parque, onde Carlos Pineda, da equipe, viu um deles e o descreveu como um corpo de luz brilhante, a grande altitude, como se fosse rumo à Lua [nota 32]. B. Hemisfério Oriental. Escandinávia: os primeiros relatos muito divulgados foram os foguetes fantasmas da Suécia no verão e outono de 1946; as autoridades militares adotaram sigilo de tempo de guerra, proibindo publicar os locais e exigindo dos jornais a indicação em algum lugar da Suécia [nota 33]. Bolas de fogo e OVNIs em forma de charuto foram vistos o verão inteiro [nota 34]; em outubro, o Ministério da Defesa anunciou não ter descoberto a origem nem a natureza dos foguetes; de 1.000 relatos estudados, cerca de 80% foram atribuídos a fenômenos celestes, mas, segundo o relatório, o radar detectou alguns que não podiam ser fenômenos naturais, produtos da imaginação nem aviões suecos [nota 35]. Em maio de 1954, o comentarista Frank Edwards, da rede Mutual, hoje da diretoria da NICAP, noticiou de Estocolmo que militares suecos mandaram equipes ao norte do país, onde dezenas de moradores relataram objetos brilhantes manobrando a baixa altura sobre as florestas na semana de 10 de maio, e que militares que os viram disseram não ser aviões. Depois que a tripulação de um avião de passageiros sueco relatou um OVNI circular sem asas sobre o sul da Suécia em 17/12/1953, o Ministério da Defesa ordenou investigação completa; o capitão Ulf Christiernsson, ex-piloto da RAF, descreveu um objeto inteiramente fora do comum, metálico, simétrico e circular, passando sobre Hässleholm, na principal rota aérea entre Estocolmo e Copenhague [nota 36]. Em 1961, Sven Schalin, engenheiro aeronáutico de Linköping, tornou-se conselheiro da NICAP para a Suécia; na carta de aceitação, disse que houve uma onda por volta de janeiro de 1959, num período de julho de 1958 a junho de 1959, e que o centro de inteligência sueco em Estocolmo sabia o que se passava, mas seguia a política de desqualificação. Na Operação Mainbrace, grandes manobras navais no mar do Norte por volta de 20/09/1952, OVNIs foram vistos várias vezes (seção XII); no dia 20, um disco prateado de aspecto metálico passou depressa sobre a frota aliada, e Wallace Litwin, jornalista americano a bordo do porta-aviões Franklin Roosevelt, fez três fotos coloridas, que, pelo que se sabe, nunca foram publicadas nem explicadas. Noruega, Finlândia e Dinamarca também tiveram avistamentos: numa expedição aérea para fotografar um eclipse solar, em 30/06/1954, cientistas noruegueses e outros, em três aviões, viram e fotografaram dois discos prateados enormes, com brilho metálico (seção I). Em 1958, a embaixada da Noruega respondeu à NICAP que o material de OVNIs da Força Aérea norueguesa era em geral de grau sigiloso e não podia ser cedido [nota 37]. No inverno de 1958, observadores na fronteira entre Finlândia e União Soviética relataram objetos luminosos circulares e em forma de charuto manobrando sobre território soviético perto do Círculo Polar, e mísseis esféricos muito brilhantes, alguns subindo e descendo na vertical [nota 38]. Durante a Mainbrace, no dia 20 de setembro de 1952, um disco brilhante, aparentemente metálico, foi visto por três oficiais da Força Aérea dinamarquesa por volta das 19h30, passando sobre o aeródromo de Karup e sumindo em nuvens a leste. Em 20/11/1957, durante a onda no Hemisfério Ocidental (seção XI), oficiais da Força Aérea e muitos civis perto de Bornholm, na Dinamarca, viram um OVNI com luzes vermelhas e verdes piscando, que desceu baixo sobre a água e a ilha, às vezes parado no ar, sem som; o jornal dinamarquês Familie-blad noticiou. Em 11/09/1956, especialistas da inteligência aliada estariam investigando ecos de radar de objetos misteriosos acompanhados por três semanas sobre o mar Báltico por uma estação de radar da OTAN em Bornholm; seguiam trajetória curva a cerca de 2.000 a 2.500 mph (seção VIII, radar). Inglaterra: a política do Ministério do Ar britânico seria idêntica à dos EUA; diz que suas investigações explicaram quase todos os casos, mas recusa liberar os históricos. Quando a NICAP pediu dados de casos específicos em 1957, o ministério respondeu que não podia liberar informação sobre o avistamento por radar em West Freugh, na Escócia, em 4 de abril, nem sobre os casos da BOAC e do tenente-aviador Salandin, e que a política do ministério não mudara desde então [nota 39].

Nota editorial: A NICAP grafa “Bernholm” para Bornholm e “Haessleholm” para Hässleholm; nomes normalizados na síntese. A ilha de Bornholm aparece duas vezes no original com essa grafia.

Conferir original em inglês
[p. 125: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 125, contando a capa.

TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 126

Página física 126 (impressa 122), página inteira: Inglaterra (Ministério do Ar, Dowding, sala 801, Topcliffe, Salandin, aeroporto de Londres, Aer Lingus) e continente europeu (Suíça, Áustria, Holanda, Kerkrade com desenho, França)

Em carta de 1963 a um membro da NICAP, o Ministério do Ar britânico disse que, por suas responsabilidades de defesa, investiga os relatos à medida que chegam, quando há informação suficiente, mas não pode se comprometer a dar detalhes de nenhum caso [nota 40]. Extraoficialmente, segundo a NICAP, o quadro é outro: existem dezenas de organizações ativas na Inglaterra, muitas com boletins, e a maior e mais profissional revista é a Flying Saucer Review, de Londres; esses grupos existem por causa de uma longa série de bons avistamentos nas Ilhas Britânicas, muitos por observadores treinados. A Real Força Aérea contribuiu com vários casos. Um dos maiores defensores do tema seria o marechal do ar Lord Dowding, chefe do Comando de Caça na Batalha da Inglaterra, que num artigo assinado no Sunday Dispatch de Londres (11/07/1954) disse estar convencido de que os objetos existem, de que não são fabricados por nenhuma nação da Terra e de que vêm de alguma fonte extraterrestre. A RAF Flying Review, publicação não oficial mas respeitada, tratou o tema a sério e pediu investigação mais completa. O público soube amplamente em 1957 que o tema era levado a sério: o Reynolds News de Londres noticiou em 16 de junho que, na sala 801 do antigo Hotel Metropole, o Ministério do Ar investigava discos voadores, “e isso é oficial”, com caças prontos em aeródromos de todo o país para interceptar e, se necessário, enfrentar qualquer objeto ao alcance; um porta-voz admitiu a existência da sala, disse que as investigações vinham desde 1947 e que havia cerca de 10.000 relatos nos arquivos. Alguns casos que preocuparam as autoridades britânicas: Topcliffe, 20/09/1952 (Reuters): durante as manobras Mainbrace, a base da RAF informou ao comando das manobras que um objeto circular prateado não identificado fora visto a 15.000 pés sobre o aeródromo, cerca de cinco milhas atrás de um caça a jato Meteor pilotado pelo tenente John W. Kilburn; o objeto manteve velocidade lenta, desceu balançando como um pêndulo, girou sobre o próprio eixo e acelerou em velocidade incrível para oeste, virando depois para sudeste; foi visto por oficiais e soldados no campo. Outro piloto da RAF encontrou um OVNI em 04/10/1954: o tenente-aviador J. R. Salandin, do 604º Esquadrão de Caça, num Meteor saído de North Weald, Essex, quase colidiu de frente com um objeto enorme, de aparência metálica, com forma de dois pires unidos, um invertido sobre o outro; no último segundo, o objeto desviou para um lado e passou em velocidade tremenda; pouco antes, dois OVNIs redondos tinham sido vistos passando entre dois outros Meteors nas proximidades [nota 41]. Aeroporto de Londres, 26/02/1959: um objeto descrito como luz amarela brilhante de intensidade variável, a cerca de 200 pés do chão (alguns relatos falaram em disco amarelo), foi visto pairando pelos operadores da torre e outros funcionários, com binóculos; o relatório oficial ao Ministério do Ar concluiu que o objeto depois subiu em alta velocidade; em 6 de março, ministério e aeroporto apresentaram teorias conflitantes: para uns, Vênus distorcido pelas nuvens; para outros, a luz do nariz de um avião civil. Aer Lingus, 21/05/1962: num Viscount de Cork para Bruxelas, a cerca de 17.000 pés sobre o sul da Inglaterra, o comandante Gordon Pendleton e o primeiro oficial J. P. Murphy viram um objeto em forma de globo vindo de frente; estimaram a aproximação em cerca de 1.200 mph; o objeto passou cerca de 3.000 pés abaixo do avião, a perto de 700 mph; Pendleton disse que o viu com clareza, sem asas, marrom, aparentemente redondo e com várias projeções na superfície, como antenas de rádio, diferente de tudo o que já vira [nota 42]. Continente europeu: OVNIs foram vistos em quase todos os países. Na Suíça, o empresário J. H. Ragaz, editor do Weltraumbote, apoia a investigação da NICAP e divulga a atividade europeia; muitos avistamentos típicos ocorreram ali. Na Áustria: 15/05/1954, Viena (Reuters): três discos em formação de cunha relatados por cinco pessoas; 19/12/1954, Viena (INS): várias testemunhas viram OVNIs em grande velocidade sobre a capital; as autoridades estariam levando os relatos a sério, e a polícia recebeu ordem de informar sobre objetos voadores estranhos. Na Holanda, o Nederlandse Studiekring voor Ufologie atua há anos em Amsterdã; A. F. van Wieringen, de sua diretoria, é membro e correspondente da NICAP; um caso investigado pelo grupo: em 29/01/1962, um piloto da Força Aérea holandesa perseguiu um OVNI sobre o leste da Holanda; depois de vê-lo e de detectá-lo no radar de seu F-86, avisou a base pelo rádio e soube que o radar de terra também o acompanhava; seguindo instruções, tentou contato por rádio com o objeto, sem resposta; armou o míssil Sidewinder e tentou se aproximar, mas o objeto se afastou depressa antes que pudesse disparar e sumiu em segundos. Na noite de 6 para 7/08/1952, Will Jansen, engenheiro naval e projetista, de visita a Kerkrade, Holanda, viu pouco depois da meia-noite uma nave em forma de disco, com superestrutura visível, descer a baixa altura, pairar, fazer ziguezague e partir; um segundo disco, de contorno parecido, foi visto pairando mais longe, e por fim se inclinou na vertical e subiu até sumir [nota 43]. Um desenho na página mostra o primeiro dos dois discos, com a legenda de que uma cabine saía também da parte de baixo do segundo. Na França, numerosos casos foram investigados e documentados por Aimé Michel, matemático e engenheiro, autor de The Truth About Flying Saucers (Criterion, 1956) e Flying Saucers and the Straight Line Mystery (Criterion, 1958); desde 1958 ele se uniu a René Hardy, engenheiro dos laboratórios Drivomatic, em Paris, e a outros cientistas numa comissão científica para estudar os relatos; os dois são conselheiros da NICAP. Em 13/06/1952, uma luz laranja-avermelhada muito brilhante pairou no céu, visível do aeroporto de Le Bourget; por volta da 1h, depois de uma hora parada, começou a se mover e cruzou o céu a sudoeste do campo, acelerando; testemunhas: M. Navarri, piloto de um avião em aproximação, e os controladores M. Veillot e M. Damiens [nota 44]. Numa estação meteorológica militar em Villacoublay, em 29/08/1952, um OVNI foi acompanhado por teodolito e a observação registrada com cuidado; o objeto alternava entre pairar e mover-se de modo errático [nota 45].

Nota editorial: A citação do Reynolds News e a fala de Pendleton foram resumidas; mantida uma só citação curta. O original diz “604th Fighter Squadron”.

Conferir original em inglês
[p. 126: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 126, contando a capa.

TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 127

Página física 127 (impressa 123), página inteira: França (onda de 1954, Orly, Paris), Alemanha, sul da Europa e Mediterrâneo (Roma, Belgrado, Barcelona, Palma) e abertura da parte sobre a África

A revista New Yorker, na coluna Carta de Paris de 23/10/1954, relatou muitos avistamentos no verão e no outono daquele ano, com testemunhas como o prefeito de Briançon, gendarmes, marinheiros e taxistas; a onda europeia do outono de 1954 seria uma das concentrações mais intensas já registradas (ver os livros de Aimé Michel). No aeroporto de Orly, Paris, em 17/02/1956, um OVNI foi rastreado por radar e visto por um piloto da Air France; segundo os radaristas, o objeto apareceu nas telas a cerca de 1.700 mph e depois pairou em vários pontos sobre a capital [nota 46]. Também em Paris, em 26/09/1957, um funcionário da embaixada americana e a esposa observaram por vinte minutos, por volta das 19h, um OVNI elíptico laranja-avermelhado; o caso foi relatado à NICAP em confidência [nota 47]. Alemanha: em 1963, o major Artur W. Heyer, adido aéreo da embaixada alemã, respondeu a um membro da NICAP que não havia informação disponível nem política ou órgão oficial do governo da Alemanha Ocidental sobre OVNIs, mas lamentou a resposta e disse achar que o tema ainda não fora explorado o suficiente [nota 48]. Sobre Fürstenfeldbruck, em 23/11/1948, um OVNI vermelho brilhante foi visto por um piloto da Força Aérea dos EUA e rastreado por radar de terra e de bordo, a 900 mph, subindo 23.000 pés em poucos minutos (seção VIII, radar). O Daily Mail de Londres, em 05/07/1954, noticiou que Berlim via discos regularmente, que autoridades aliadas investigavam e que testemunhas alemãs afirmavam ver, com céu limpo, uma formação de três objetos rápidos, pequenos e discoides, entre 22h e 23h, a altitudes muito elevadas. Membros alemães da NICAP enviam informações: o estudante de engenharia Martin Bruckmann, por volta da meia-noite de 19/11/1956, viu sete objetos elípticos branco-azulados e brilhantes em formação em V passando depressa de leste para oeste sobre Frankfurt [nota 49]; em Kirchberg, no Hunsrück, às 15h30 de 25/05/1958, Günter Henn (mestre em administração de empresas) e outra pessoa viram um objeto prateado e reluzente, circular, com marcas como raios de roda, que desceu em diagonal e depois entrou nas nuvens na horizontal [nota 50]. O conselheiro da NICAP na Alemanha Ocidental, em Wolfsburg, é o Dr. Helmut H. Damm, americano nascido na Alemanha, consultor de gestão em engenharia, doutor em engenharia mecânica, que na guerra foi instrutor de sistemas e de campo e projetista na Divisão de Foguetes do Exército alemão. Em 1962 ele fez um levantamento: o quartel-general da Força Aérea em Bonn disse não ter pessoal nem verba para o tema; o Instituto Alemão de Pesquisa Aeronáutica não estudava OVNIs, mas se mostrou interessado e aberto; o jornal Bild queria mais fatos e relatos para publicar; e, em geral, pessoas e órgãos estavam mal informados. Dois cientistas alemães que trabalharam nos EUA depois da guerra defendem que os OVNIs são naves de outro planeta: o Prof. Hermann Oberth, que abriu artigo na American Weekly de 24/10/1954 com essa tese e, ao voltar à Alemanha em novembro de 1958, depois de trabalhar para os EUA em Huntsville, Alabama, repetiu que seres muito inteligentes observam a Terra há muito tempo [nota 51]; e o Dr. Walther Riedel, ex-projetista-chefe e diretor de pesquisa do centro de foguetes de Peenemünde, que dirigiu a Civilian Saucer Investigation de Los Angeles (CSI), primeiro grande grupo do gênero nos EUA, divulgado por Life e Time no início de 1952, e disse estar convencido de que os discos têm base fora deste mundo; outro membro de destaque da CSI foi o filósofo Gerald Heard, autor de Is Another World Watching? (Harpers, 1950). No sul da Europa e sobre o Mediterrâneo os relatos são tão frequentes quanto em qualquer área (por exemplo, New York Times de 30/03/1950, Mais discos voadores no Mediterrâneo e no Oriente), mas os mais documentados são da onda do outono de 1954. Por volta das 19h de 17/09/1954, um grande objeto circular, com forma de cone truncado, soltando fumaça e fazendo uma série de estampidos, foi visto ao longo de 15 milhas da costa mediterrânea a oeste de Roma; segundo a International News Service, a estação de radar da Força Aérea italiana em Pratica di Mare, 40 milhas a sudoeste de Roma, acompanhou-o por 39 minutos a 3.600 pés; voou devagar, depois acelerou e subiu na vertical em grande velocidade. Em Roma, em 28/10/1954, a embaixadora dos EUA na Itália, Clare Boothe Luce, esteve entre dezenas de testemunhas: um objeto redondo luminoso cruzou o céu, seguido da queda de partículas finas como algodão; ela disse ter visto algo sem saber o que era, e o repórter Maurizio Andreolo, da Associated Press, comparou o objeto a uma lua cruzando o céu em velocidade fantástica e em silêncio [nota 52]. Pouco depois das 6h15 de 25/10/1954, vários OVNIs, uns em forma de lança e outros de ovo, passaram sobre Belgrado, Iugoslávia (os mesmos ou parecidos foram vistos na Áustria e na Itália no mesmo dia); testemunhas: Vladimir Ajvas, engenheiro aeronáutico, Stjepan Djitkol, capitão da Força Aérea, e funcionários do aeroporto de Zemun. A United Press informou de Belgrado, em 27 de outubro, que as autoridades faziam uma investigação séria sobre objetos que não se pareciam com nada dos manuais de aviação; objetos elipsoidais brilhantes, com caudas azuladas, cruzaram o céu por cerca de uma hora depois do nascer do sol de segunda-feira, e cientistas de observatórios que os viram concluíram que não eram meteoros e provavelmente nenhum corpo celeste. Barcelona, Espanha, 12/11/1958 (AP): cientistas fundaram um centro de estudos interplanetários para investigar fenômenos inexplicados no espaço e objetos não identificados no céu; seu presidente, Eduardo Buelta, procurou a NICAP no fim de 1958 para colaborar e trocar informações. O observatório de Palma, em Maiorca, nas ilhas Baleares, viu um OVNI às 9h33 de 22/05/1960; o relatório, telegrafado à NASA em Washington, descreveu um objeto branco triangular de cerca de um quarto do tamanho da Lua, girando sobre o próprio eixo em rumo constante; a NICAP não obteve resposta do observatório. África (introdução em destaque): o continente teria sido visitado repetidamente por OVNIs com características iguais às do resto do mundo; um dos relatos mais antigos e espetaculares é o de um enorme OVNI em forma de charuto que pairou sobre o monte Kilimanjaro em 19/02/1951, fotografado de um avião da East African Airways; depois de muito tempo parado, subiu em ângulo forte e sumiu; segundo o Natal Mercury, o filme revelado mostrava imagem clara e grande do objeto.

Nota editorial: Grafias do original: “Fursten-Feldbruck”, “Practica Dimare” (Pratica di Mare), “Clare Booth Luce” (Clare Boothe Luce), “Centro do Estudios”; normalizadas na síntese.

Conferir original em inglês
[p. 127: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 127, contando a capa.

TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 131

Página física 131 (impressa 127), página inteira: notas 17 a 66 da seção X (fontes citadas), linha por linha; a metade de baixo da página está em branco

Notas da seção X (continuação), na ordem da página: 17. Diário de São Paulo, 22/02/1958. 18. Diário Popular, 07/07/1957. 19. APRO Bulletin, setembro de 1959; jornais brasileiros de 20/08/1957. 20. Piloto entrevistado pelo comandante A. B. Simões, São Paulo, Brasil. 21. O Estado de S. Paulo, 28/05/1958. 22. Relatório registrado oficialmente no aeroporto e repassado à Força Aérea Brasileira; obtido para a NICAP por J. Escobar Faria, conselheiro em São Paulo. 23. Relatório obtido por J. Escobar Faria, São Paulo. 24. Carta nos arquivos da NICAP. 25. El Mercurio, 28/10/1959. 26. El Universal, 31/01/1958. 27. Relatório nos arquivos da NICAP. 28. APRO Bulletin, abril de 1955. 29. Keyhoe, Donald E., obra citada, p. 249. 30. Últimas Noticias, 03/07/1960. 31. Relatório nos arquivos da NICAP. 32. El Universal, 13/02/1962. 33. New York Times, 28/07/1946. 34. Ver New York Times, 11/08/1946; Associated Press, 11/08/1946; Aftonbladet de Estocolmo, 13/08/1946. 35. New York Times, 11/10/1946. 36. United Press, 18/12/1953. 37. Carta assinada pelo coronel O. B. Engvik, adido aéreo, nos arquivos da NICAP. 38. Christian Science Monitor, 29/01/1959. 39. Carta nos arquivos da NICAP. 40. Carta nos arquivos da NICAP. 41. RAF Flying Review, julho de 1957; London Illustrated News, 02/12/1954. 42. Irish Times, 22/05/1962; agência Reuters, 22/05/1962. 43. Carta à CSI de Los Angeles, nos arquivos da NICAP. 44. Michel, Aimé, The Truth About Flying Saucers (Criterion, 1956), pp. 165-166. 45. Idem, p. 169 e seguintes. 46. Los Angeles Times, 19/02/1956. 47. Relatório nos arquivos da NICAP, à disposição de investigadores do Congresso. 48. Carta nos arquivos da NICAP. 49. Relatório nos arquivos da NICAP. 50. Relatório nos arquivos da NICAP. 51. United Press International, 07/11/1958. 52. Associated Press, 28/10/1954. 53. Natal Mercury (Durban), 28/01/1955. 54. New Zealand Herald, 07/11/1957 (com data de Joanesburgo). 55. Sunday Times de Joanesburgo, 13/04/1958. 56. Carta assinada por Kenneth T. C. Cheng, diretor do Serviço Meteorológico de Taiwan, nos arquivos da NICAP. 57. Informação obtida pelo reverendo Albert H. Baller, da diretoria da NICAP, a partir de jornal indiano. 58. Life, 07/04/1952; Newsweek, 03/03/1952. 59. Relatório e desenhos publicados em Japan International UFO Investigation, editado por J. I. Takanashi, Toyonaka, Osaka, Japão (8-9-2, Sakurazuka-Higashi). 60. Para mais dados sobre avistamentos na Austrália, Nova Guiné e Nova Zelândia, ver Maney, Charles A., e Hall, Richard, Challenge of Unidentified Flying Objects (Willard Courts nº 504, Washington, D.C. 20009), capítulo 3, Recent Sightings in the Pacific. 61. Carta nos arquivos da NICAP. 62. Auckland Star, 16/12/1954 (N.Z.P.A., Reuters). 63. Jornais de San Francisco, 19/06/1957. 64. Manila Bulletin, 06/11/1957. 65. Popular Science, agosto de 1951. 66. Relatórios nos arquivos da NICAP.

Nota editorial: O original grafa “Diairo de Sao Paulo” e “Diairo Popular”; corrigido para Diário. As notas 1 a 16 estão no fim da página física 130.

Conferir original em inglês
[p. 131: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 131, contando a capa.

Datas e contexto documental

Acontecimento
Não estabelecida — Conjunto de casos de 13/06/1952 (Le Bourget) a 21/05/1962 (Aer Lingus), entre eles 29/08/1952, 20/09/1952, 30/06/1954, 17/09/1954, 25/10/1954, 28/10/1954, 17/02/1956, 19/11/1956, 26/09/1957, 20/11/1957, 25/05/1958, 26/02/1959, 22/05/1960 e 29/01/1962.
Documento
Não estabelecida — Cartas oficiais citadas de 1957 (Ministério do Ar), 1958 (Noruega) e 1963 (Ministério do Ar e embaixada alemã).
Publicação
1964 — The UFO Evidence, NICAP, 1964; exemplar da CIA liberado em 02/04/2001.

Origem e divulgação

NICAP (autoria); CIA (guarda do exemplar, série CREST CIA-RDP81R00560R000100010001-0) · CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf

Páginas físicas 125, 126, 127, 131 examinadas no fac-símile.

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Relatos relacionados e suas diferenças

Perguntas para continuar a investigação

  • Os registros de radar de Orly (17/02/1956) e de Pratica di Mare (17/09/1954) citados pela imprensa foram preservados?
  • A Força Aérea holandesa guardou relatório sobre a perseguição de 29/01/1962 sobre o leste da Holanda?

GEOGRAFIA DO CASO

Vários países da Europa

Dossiê com casos em países diferentes; sem ponto único no mapa.

RASTRO DOCUMENTAL

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As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.

  1. CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf

    Páginas físicas 125, 126 e 127 (impressas 121 a 123: Escandinávia, Inglaterra e continente europeu) e 131 (impressa 127: notas 33 a 52, fontes) do relatório NICAP The UFO Evidence (1964), cópia CREST da CIA

    CIA · 186 páginas

Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.

UMA HISTÓRIA LEVA A OUTRA

Continue explorando.

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Trecho datilografado com o título July 14, 1951; White Sands, N.M.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1951Local: Estação de rastreamento de mísseis do campo de provas de White Sands, Novo México, EUA

White Sands, 1951: radar, binóculo e 200 pés de filme registram objeto perto de um B-29, segundo a NICAP

Segundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, dois operadores de radar de uma estação de rastreamento de mísseis em White Sands captaram um objeto rápido na manhã de 14 de julho de 1951, enquanto um rastreador via com binóculo um objeto grande perto de um B-29. Um terceiro observador teria feito 200 pés de filme de 35 mm, que nunca foi divulgado.

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Texto datilografado sobre os filmes de Ray Stanford, com o subtítulo The StoryPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1959Local: Corpus Christi, Texas, EUA

Corpus Christi, 1959: dois filmes de Ray Stanford mostram uma luz parada, e a NICAP diz que não confirmam o relato de quatro objetos

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, examina dois filmes coloridos feitos por Ray Stanford e um amigo em Corpus Christi, em 28 de julho de 1959. A NICAP concluiu que os filmes são registros autênticos de algum objeto no céu, mas que não confirmam o relato verbal de quatro objetos em forma de charuto e de um disco lançado por um deles.

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Trecho datilografado com o título August 5, 1952; Haneda AFB, JapanPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Base Aérea de Haneda, Tóquio, Japão

Haneda, Japão, 1952: controladores veem luz com forma escura, radar acompanha e F-94 trava o alvo

O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, resume o caso de Haneda: dois controladores da torre viram uma luz brilhante com uma forma circular escura atrás, o radar de terra a acompanhou e um F-94 obteve travamento de radar. Segundo a NICAP, o objeto partiu a 300 nós dividindo-se em três ecos, e o caso ficou oficialmente como desconhecido.

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