Data: 04/10/1954Local: Céu da Inglaterra, em voo de um caça Meteor que partira da base de North Weald, Essex
North Weald, Inglaterra, 1954: piloto de caça Meteor da RAF diz ter quase colidido de frente com objeto metálico em forma de dois pires
O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, conta que o tenente-aviador J. R. Salandin, num caça Meteor saído de North Weald, quase colidiu de frente em 4 de outubro de 1954 com um objeto enorme e metálico, que desviou no último segundo. Em 1957, segundo a NICAP, o Ministério do Ar britânico recusou-se a dar qualquer informação sobre o caso.
- Data do evento
- 04/10/1954
- Local
- Céu da Inglaterra, em voo de um caça Meteor que partira da base de North Weald, Essex
- Tema
- Arquivo da CIA
- Órgãos das fontes
- CIA
- Documentos
- 1 documento · 186 páginas
- Leitura
- 17 min
Página do relatório NICAPPágina física 126FONTES DOCUMENTAIS · CIA
O que os registros contam
O episódio aparece duas vezes na seção de relatos estrangeiros do relatório The UFO Evidence, publicado em 1964 pela NICAP, entidade civil americana. A CIA guardou um exemplar, liberado em 2001; o livro é da NICAP, e a agência não comenta o caso. Segundo a entidade, em 4 de outubro de 1954, o tenente-aviador J. R. Salandin, do 604º esquadrão de caça, voava num jato Meteor que partira de North Weald, em Essex, quando quase colidiu de frente com um objeto enorme, de aparência metálica.
O objeto teria a forma de dois pires unidos, um invertido sobre o outro. No último segundo, diz o texto, ele virou para um lado e passou em velocidade tremenda. A NICAP acrescenta que, pouco antes, dois objetos redondos tinham sido vistos passando em alta velocidade entre outros dois Meteors nas proximidades. As fontes indicadas na nota 41 são a revista RAF Flying Review de julho de 1957 e o London Illustrated News de 2 de dezembro de 1954. O relatório não informa a hora, a altitude, o rumo nem a duração do encontro.
A outra menção mostra como o caso foi tratado oficialmente. Ao comentar a política do Ministério do Ar britânico, a NICAP diz que, em 1957, pediu informações sobre casos específicos e recebeu resposta de que o ministério não podia liberar nada sobre um avistamento por radar em West Freugh, na Escócia, em 4 de abril, nem sobre os casos da BOAC e do tenente Salandin, e que a política não mudara desde então. Em 1963, ainda segundo a NICAP, o ministério repetiu que investigava os relatos por responsabilidade de defesa, mas não daria detalhes de casos.
O valor do registro está na combinação de um piloto militar identificado, um avião e uma base conhecidos e uma recusa oficial de informar. Os limites também são claros: a descrição chega por revistas e pela redação da NICAP, sem o relatório do piloto, sem dados dos outros dois Meteors e sem resposta do ministério sobre o conteúdo do caso. A forma de dois pires e a velocidade são impressões de um encontro de poucos segundos. O livro não diz se o piloto fez relatório formal, embora a menção do ministério sugira que o caso era conhecido por ele.
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LEITURA DIRETA DO ARQUIVO
O documento, em português
The UFO Evidence é publicação privada da NICAP (1964). As páginas não foram transcritas nem traduzidas na íntegra: cada bloco traz uma síntese fiel da página inteira em português, com no máximo uma citação curta, cobrindo também os outros assuntos das páginas 125 e 126; a página 131 traz a lista completa das notas, entre elas a nota 41, fonte deste caso.
TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 125
Página física 125 (impressa 121), página inteira: Venezuela (filme de Díaz e casos de 1955 a 1962) e Hemisfério Oriental: Escandinávia e início da Inglaterra
...Ali Díaz, que estava num DC-3 com turistas para ver a paisagem; Ladonko e González Ganteaume avisaram a NICAP, entrevistaram Díaz e incentivaram a análise do filme. Em junho de 1963, José A. Cecin, membro da NICAP de Nova York que fala espanhol, foi a Caracas e tomou emprestado o original; a análise estava sendo providenciada (seção VIII). Visto no escritório pela equipe e por alguns membros, o filme mostra uma luz amarela brilhante, em forma de gota, subindo da base do monte Auyantepui e oscilando enquanto acelera sobre a montanha, o céu e as nuvens. (Em Caracas, contaram a Cecin que um cidadão conhecido, dirigindo numa área rural, viu um grande disco pairando sobre um campo onde trabalhavam camponeses; ao chamar a atenção deles, ouviu que o objeto vinha ali todo dia e não incomodava ninguém.)
A Venezuela também tem relatos de pilotos e outros observadores experientes. 02/01/1955, 18h45: uma luz laranja se aproximou de um avião venezuelano perto de Punta San Juan e, de perto, lançou luz forte, de modo intermitente, dentro da cabine [nota 28]. Um mês depois, em 2 de fevereiro, um avião da Aeropostal ia de Maiquetía para Mérida com o comandante Darío Celis e o copiloto B. J. Cortés; por volta das 11h15, um aparelho redondo e verde, brilhante, girando no sentido anti-horário, aproximou-se; tinha no meio um anel avermelhado que soltava clarões e, acima e abaixo do anel, marcas como vigias; Celis inclinou o avião em direção a ele, e o objeto girou para baixo, nivelou e partiu; durante o avistamento, a tentativa de comunicação por rádio foi cortada [nota 29]. 02/07/1960: perto de Maiquetía, um Super Constellation da Venezuelan Airlines vindo da Espanha, por volta das 3h, a 10.000 pés, perto de 20° N e 68° O (perto de Porto Rico), viu um objeto luminoso brilhante vir em ângulo na direção do avião, na mesma altitude; depois de voar paralelo vários minutos, disparou em velocidade enorme; o piloto contou à imprensa ao pousar [nota 30]. 15/09/1960: o Prof. Germán Álvarez, de engenharia da Universidade Central, em Carrizales, estado de Miranda, depois das 19h30, viu um objeto luminoso cruzar o céu por cerca de três minutos, acelerando em curva; antes de sumir atrás das montanhas, pareceu dividir-se em dois [nota 31]. 11/02/1962: formações de OVNIs, cerca de 16 objetos ao todo, passando de leste para oeste entre 16h e 18h, foram vistas por muitas pessoas no Parque del Este, em Caracas; uma testemunha, Emiro Ayesta, correu ao Planetário Humboldt, no parque, onde Carlos Pineda, da equipe, viu um deles e o descreveu como um corpo de luz brilhante, a grande altitude, como se fosse rumo à Lua [nota 32].
B. Hemisfério Oriental. Escandinávia: os primeiros relatos muito divulgados foram os foguetes fantasmas da Suécia no verão e outono de 1946; as autoridades militares adotaram sigilo de tempo de guerra, proibindo publicar os locais e exigindo dos jornais a indicação em algum lugar da Suécia [nota 33]. Bolas de fogo e OVNIs em forma de charuto foram vistos o verão inteiro [nota 34]; em outubro, o Ministério da Defesa anunciou não ter descoberto a origem nem a natureza dos foguetes; de 1.000 relatos estudados, cerca de 80% foram atribuídos a fenômenos celestes, mas, segundo o relatório, o radar detectou alguns que não podiam ser fenômenos naturais, produtos da imaginação nem aviões suecos [nota 35]. Em maio de 1954, o comentarista Frank Edwards, da rede Mutual, hoje da diretoria da NICAP, noticiou de Estocolmo que militares suecos mandaram equipes ao norte do país, onde dezenas de moradores relataram objetos brilhantes manobrando a baixa altura sobre as florestas na semana de 10 de maio, e que militares que os viram disseram não ser aviões. Depois que a tripulação de um avião de passageiros sueco relatou um OVNI circular sem asas sobre o sul da Suécia em 17/12/1953, o Ministério da Defesa ordenou investigação completa; o capitão Ulf Christiernsson, ex-piloto da RAF, descreveu um objeto inteiramente fora do comum, metálico, simétrico e circular, passando sobre Hässleholm, na principal rota aérea entre Estocolmo e Copenhague [nota 36]. Em 1961, Sven Schalin, engenheiro aeronáutico de Linköping, tornou-se conselheiro da NICAP para a Suécia; na carta de aceitação, disse que houve uma onda por volta de janeiro de 1959, num período de julho de 1958 a junho de 1959, e que o centro de inteligência sueco em Estocolmo sabia o que se passava, mas seguia a política de desqualificação.
Na Operação Mainbrace, grandes manobras navais no mar do Norte por volta de 20/09/1952, OVNIs foram vistos várias vezes (seção XII); no dia 20, um disco prateado de aspecto metálico passou depressa sobre a frota aliada, e Wallace Litwin, jornalista americano a bordo do porta-aviões Franklin Roosevelt, fez três fotos coloridas, que, pelo que se sabe, nunca foram publicadas nem explicadas. Noruega, Finlândia e Dinamarca também tiveram avistamentos: numa expedição aérea para fotografar um eclipse solar, em 30/06/1954, cientistas noruegueses e outros, em três aviões, viram e fotografaram dois discos prateados enormes, com brilho metálico (seção I). Em 1958, a embaixada da Noruega respondeu à NICAP que o material de OVNIs da Força Aérea norueguesa era em geral de grau sigiloso e não podia ser cedido [nota 37]. No inverno de 1958, observadores na fronteira entre Finlândia e União Soviética relataram objetos luminosos circulares e em forma de charuto manobrando sobre território soviético perto do Círculo Polar, e mísseis esféricos muito brilhantes, alguns subindo e descendo na vertical [nota 38]. Durante a Mainbrace, no dia 20 de setembro de 1952, um disco brilhante, aparentemente metálico, foi visto por três oficiais da Força Aérea dinamarquesa por volta das 19h30, passando sobre o aeródromo de Karup e sumindo em nuvens a leste. Em 20/11/1957, durante a onda no Hemisfério Ocidental (seção XI), oficiais da Força Aérea e muitos civis perto de Bornholm, na Dinamarca, viram um OVNI com luzes vermelhas e verdes piscando, que desceu baixo sobre a água e a ilha, às vezes parado no ar, sem som; o jornal dinamarquês Familie-blad noticiou. Em 11/09/1956, especialistas da inteligência aliada estariam investigando ecos de radar de objetos misteriosos acompanhados por três semanas sobre o mar Báltico por uma estação de radar da OTAN em Bornholm; seguiam trajetória curva a cerca de 2.000 a 2.500 mph (seção VIII, radar).
Inglaterra: a política do Ministério do Ar britânico seria idêntica à dos EUA; diz que suas investigações explicaram quase todos os casos, mas recusa liberar os históricos. Quando a NICAP pediu dados de casos específicos em 1957, o ministério respondeu que não podia liberar informação sobre o avistamento por radar em West Freugh, na Escócia, em 4 de abril, nem sobre os casos da BOAC e do tenente-aviador Salandin, e que a política do ministério não mudara desde então [nota 39].Nota editorial: A NICAP grafa “Bernholm” para Bornholm e “Haessleholm” para Hässleholm; nomes normalizados na síntese. A ilha de Bornholm aparece duas vezes no original com essa grafia.
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[p. 125: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 125, contando a capa.
TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 126
Página física 126 (impressa 122), página inteira: Inglaterra (Ministério do Ar, Dowding, sala 801, Topcliffe, Salandin, aeroporto de Londres, Aer Lingus) e continente europeu (Suíça, Áustria, Holanda, Kerkrade com desenho, França)
Em carta de 1963 a um membro da NICAP, o Ministério do Ar britânico disse que, por suas responsabilidades de defesa, investiga os relatos à medida que chegam, quando há informação suficiente, mas não pode se comprometer a dar detalhes de nenhum caso [nota 40]. Extraoficialmente, segundo a NICAP, o quadro é outro: existem dezenas de organizações ativas na Inglaterra, muitas com boletins, e a maior e mais profissional revista é a Flying Saucer Review, de Londres; esses grupos existem por causa de uma longa série de bons avistamentos nas Ilhas Britânicas, muitos por observadores treinados. A Real Força Aérea contribuiu com vários casos. Um dos maiores defensores do tema seria o marechal do ar Lord Dowding, chefe do Comando de Caça na Batalha da Inglaterra, que num artigo assinado no Sunday Dispatch de Londres (11/07/1954) disse estar convencido de que os objetos existem, de que não são fabricados por nenhuma nação da Terra e de que vêm de alguma fonte extraterrestre. A RAF Flying Review, publicação não oficial mas respeitada, tratou o tema a sério e pediu investigação mais completa. O público soube amplamente em 1957 que o tema era levado a sério: o Reynolds News de Londres noticiou em 16 de junho que, na sala 801 do antigo Hotel Metropole, o Ministério do Ar investigava discos voadores, “e isso é oficial”, com caças prontos em aeródromos de todo o país para interceptar e, se necessário, enfrentar qualquer objeto ao alcance; um porta-voz admitiu a existência da sala, disse que as investigações vinham desde 1947 e que havia cerca de 10.000 relatos nos arquivos.
Alguns casos que preocuparam as autoridades britânicas: Topcliffe, 20/09/1952 (Reuters): durante as manobras Mainbrace, a base da RAF informou ao comando das manobras que um objeto circular prateado não identificado fora visto a 15.000 pés sobre o aeródromo, cerca de cinco milhas atrás de um caça a jato Meteor pilotado pelo tenente John W. Kilburn; o objeto manteve velocidade lenta, desceu balançando como um pêndulo, girou sobre o próprio eixo e acelerou em velocidade incrível para oeste, virando depois para sudeste; foi visto por oficiais e soldados no campo. Outro piloto da RAF encontrou um OVNI em 04/10/1954: o tenente-aviador J. R. Salandin, do 604º Esquadrão de Caça, num Meteor saído de North Weald, Essex, quase colidiu de frente com um objeto enorme, de aparência metálica, com forma de dois pires unidos, um invertido sobre o outro; no último segundo, o objeto desviou para um lado e passou em velocidade tremenda; pouco antes, dois OVNIs redondos tinham sido vistos passando entre dois outros Meteors nas proximidades [nota 41]. Aeroporto de Londres, 26/02/1959: um objeto descrito como luz amarela brilhante de intensidade variável, a cerca de 200 pés do chão (alguns relatos falaram em disco amarelo), foi visto pairando pelos operadores da torre e outros funcionários, com binóculos; o relatório oficial ao Ministério do Ar concluiu que o objeto depois subiu em alta velocidade; em 6 de março, ministério e aeroporto apresentaram teorias conflitantes: para uns, Vênus distorcido pelas nuvens; para outros, a luz do nariz de um avião civil. Aer Lingus, 21/05/1962: num Viscount de Cork para Bruxelas, a cerca de 17.000 pés sobre o sul da Inglaterra, o comandante Gordon Pendleton e o primeiro oficial J. P. Murphy viram um objeto em forma de globo vindo de frente; estimaram a aproximação em cerca de 1.200 mph; o objeto passou cerca de 3.000 pés abaixo do avião, a perto de 700 mph; Pendleton disse que o viu com clareza, sem asas, marrom, aparentemente redondo e com várias projeções na superfície, como antenas de rádio, diferente de tudo o que já vira [nota 42].
Continente europeu: OVNIs foram vistos em quase todos os países. Na Suíça, o empresário J. H. Ragaz, editor do Weltraumbote, apoia a investigação da NICAP e divulga a atividade europeia; muitos avistamentos típicos ocorreram ali. Na Áustria: 15/05/1954, Viena (Reuters): três discos em formação de cunha relatados por cinco pessoas; 19/12/1954, Viena (INS): várias testemunhas viram OVNIs em grande velocidade sobre a capital; as autoridades estariam levando os relatos a sério, e a polícia recebeu ordem de informar sobre objetos voadores estranhos. Na Holanda, o Nederlandse Studiekring voor Ufologie atua há anos em Amsterdã; A. F. van Wieringen, de sua diretoria, é membro e correspondente da NICAP; um caso investigado pelo grupo: em 29/01/1962, um piloto da Força Aérea holandesa perseguiu um OVNI sobre o leste da Holanda; depois de vê-lo e de detectá-lo no radar de seu F-86, avisou a base pelo rádio e soube que o radar de terra também o acompanhava; seguindo instruções, tentou contato por rádio com o objeto, sem resposta; armou o míssil Sidewinder e tentou se aproximar, mas o objeto se afastou depressa antes que pudesse disparar e sumiu em segundos. Na noite de 6 para 7/08/1952, Will Jansen, engenheiro naval e projetista, de visita a Kerkrade, Holanda, viu pouco depois da meia-noite uma nave em forma de disco, com superestrutura visível, descer a baixa altura, pairar, fazer ziguezague e partir; um segundo disco, de contorno parecido, foi visto pairando mais longe, e por fim se inclinou na vertical e subiu até sumir [nota 43]. Um desenho na página mostra o primeiro dos dois discos, com a legenda de que uma cabine saía também da parte de baixo do segundo.
Na França, numerosos casos foram investigados e documentados por Aimé Michel, matemático e engenheiro, autor de The Truth About Flying Saucers (Criterion, 1956) e Flying Saucers and the Straight Line Mystery (Criterion, 1958); desde 1958 ele se uniu a René Hardy, engenheiro dos laboratórios Drivomatic, em Paris, e a outros cientistas numa comissão científica para estudar os relatos; os dois são conselheiros da NICAP. Em 13/06/1952, uma luz laranja-avermelhada muito brilhante pairou no céu, visível do aeroporto de Le Bourget; por volta da 1h, depois de uma hora parada, começou a se mover e cruzou o céu a sudoeste do campo, acelerando; testemunhas: M. Navarri, piloto de um avião em aproximação, e os controladores M. Veillot e M. Damiens [nota 44]. Numa estação meteorológica militar em Villacoublay, em 29/08/1952, um OVNI foi acompanhado por teodolito e a observação registrada com cuidado; o objeto alternava entre pairar e mover-se de modo errático [nota 45].Nota editorial: A citação do Reynolds News e a fala de Pendleton foram resumidas; mantida uma só citação curta. O original diz “604th Fighter Squadron”.
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[p. 126: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 126, contando a capa.
TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 131
Página física 131 (impressa 127), página inteira: notas 17 a 66 da seção X (fontes citadas), linha por linha; a metade de baixo da página está em branco
Notas da seção X (continuação), na ordem da página:
17. Diário de São Paulo, 22/02/1958.
18. Diário Popular, 07/07/1957.
19. APRO Bulletin, setembro de 1959; jornais brasileiros de 20/08/1957.
20. Piloto entrevistado pelo comandante A. B. Simões, São Paulo, Brasil.
21. O Estado de S. Paulo, 28/05/1958.
22. Relatório registrado oficialmente no aeroporto e repassado à Força Aérea Brasileira; obtido para a NICAP por J. Escobar Faria, conselheiro em São Paulo.
23. Relatório obtido por J. Escobar Faria, São Paulo.
24. Carta nos arquivos da NICAP.
25. El Mercurio, 28/10/1959.
26. El Universal, 31/01/1958.
27. Relatório nos arquivos da NICAP.
28. APRO Bulletin, abril de 1955.
29. Keyhoe, Donald E., obra citada, p. 249.
30. Últimas Noticias, 03/07/1960.
31. Relatório nos arquivos da NICAP.
32. El Universal, 13/02/1962.
33. New York Times, 28/07/1946.
34. Ver New York Times, 11/08/1946; Associated Press, 11/08/1946; Aftonbladet de Estocolmo, 13/08/1946.
35. New York Times, 11/10/1946.
36. United Press, 18/12/1953.
37. Carta assinada pelo coronel O. B. Engvik, adido aéreo, nos arquivos da NICAP.
38. Christian Science Monitor, 29/01/1959.
39. Carta nos arquivos da NICAP.
40. Carta nos arquivos da NICAP.
41. RAF Flying Review, julho de 1957; London Illustrated News, 02/12/1954.
42. Irish Times, 22/05/1962; agência Reuters, 22/05/1962.
43. Carta à CSI de Los Angeles, nos arquivos da NICAP.
44. Michel, Aimé, The Truth About Flying Saucers (Criterion, 1956), pp. 165-166.
45. Idem, p. 169 e seguintes.
46. Los Angeles Times, 19/02/1956.
47. Relatório nos arquivos da NICAP, à disposição de investigadores do Congresso.
48. Carta nos arquivos da NICAP.
49. Relatório nos arquivos da NICAP.
50. Relatório nos arquivos da NICAP.
51. United Press International, 07/11/1958.
52. Associated Press, 28/10/1954.
53. Natal Mercury (Durban), 28/01/1955.
54. New Zealand Herald, 07/11/1957 (com data de Joanesburgo).
55. Sunday Times de Joanesburgo, 13/04/1958.
56. Carta assinada por Kenneth T. C. Cheng, diretor do Serviço Meteorológico de Taiwan, nos arquivos da NICAP.
57. Informação obtida pelo reverendo Albert H. Baller, da diretoria da NICAP, a partir de jornal indiano.
58. Life, 07/04/1952; Newsweek, 03/03/1952.
59. Relatório e desenhos publicados em Japan International UFO Investigation, editado por J. I. Takanashi, Toyonaka, Osaka, Japão (8-9-2, Sakurazuka-Higashi).
60. Para mais dados sobre avistamentos na Austrália, Nova Guiné e Nova Zelândia, ver Maney, Charles A., e Hall, Richard, Challenge of Unidentified Flying Objects (Willard Courts nº 504, Washington, D.C. 20009), capítulo 3, Recent Sightings in the Pacific.
61. Carta nos arquivos da NICAP.
62. Auckland Star, 16/12/1954 (N.Z.P.A., Reuters).
63. Jornais de San Francisco, 19/06/1957.
64. Manila Bulletin, 06/11/1957.
65. Popular Science, agosto de 1951.
66. Relatórios nos arquivos da NICAP.Nota editorial: O original grafa “Diairo de Sao Paulo” e “Diairo Popular”; corrigido para Diário. As notas 1 a 16 estão no fim da página física 130.
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[p. 131: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 131, contando a capa.
Datas e contexto documental
- Acontecimento
- 04/10/1954 — Data dada pela NICAP; hora não informada.
- Documento
- Não estabelecida — A resposta do Ministério do Ar é de 1957, sem dia e mês na página.
- Publicação
- 1964 — The UFO Evidence, NICAP, 1964; exemplar da CIA liberado em 02/04/2001.
Origem e divulgação
NICAP (autoria); CIA (guarda do exemplar, série CREST CIA-RDP81R00560R000100010001-0) · CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf
Páginas físicas 125, 126, 131 examinadas no fac-símile.
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Relatos relacionados e suas diferenças
- Europa, 1952-1962: casos reunidos pela NICAP
- Yorkshire, 1952: oficiais da RAF veem um disco
- The UFO Evidence, 1964: o relatório da NICAP no arquivo da CIA
Perguntas para continuar a investigação
- O relatório do tenente Salandin ao Ministério do Ar foi preservado nos arquivos nacionais britânicos?
- Quem pilotava os dois Meteors entre os quais teriam passado os objetos redondos?
GEOGRAFIA DO CASO
North Weald, Essex, Inglaterra (base de partida do voo)
Referência aproximada da base de North Weald, posicionada pela redação. O relatório não informa onde o encontro aconteceu.
RASTRO DOCUMENTAL
Volte às fontes
As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.
- CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf
Páginas físicas 125 (impressa 121: recusa do Ministério do Ar em informar sobre o caso Salandin), 126 (impressa 122: relato do caso) e 131 (impressa 127: nota 41, fontes) do relatório NICAP The UFO Evidence (1964), cópia CREST da CIA
CIA · 186 páginas
Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.


