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CIA-RDP81R00560R000100010001-0 NICAP-The-UFO-Evidence 1964

CIA · 186 páginas · Documento em idioma original

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CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf
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186
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LEIA EM PORTUGUÊS

Este documento se conecta a…

O filme de Tremonton ↗

Pontos luminosos atravessam o céu. O filme abre décadas de cálculos, pareceres e interpretações concorrentes.

Dois encontros aéreos em 1948 ↗

Chiles–Whitted e Gorman: narrativas aéreas marcantes e testemunhos de alcances diferentes.

Um eco e uma luz no mar ↗

Um recorte de imprensa preservado no FBI descreve rastreio radar e uma breve observação visual.

Avistamento atribuído a Kenneth Arnold ↗

O apêndice atribui a Kenneth Arnold a observação de nove objetos em 24 de junho de 1947 e a difusão internacional da notícia (p72). A cronologia situa o episódio na área do monte Rainier (p75). A compilação não reproduz seu depoimento original nem resolve a natureza dos objetos.

Nove objetos relatados por piloto e tripulação da UAL sobre Idaho ↗

Em 4 de julho de 1947, às 20h04, o capitão E. J. Smith e tripulantes de uma aeronave da United Air Lines relataram perto de Emmett, Idaho, cinco formas parecidas com discos em formação frouxa e depois outras quatro. Smith disse que as acompanhou por cerca de 45 milhas rumo noroeste; a comissária Marty Morrow foi chamada à cabine e também as viu, segundo a narrativa da p. 26. A aparência das faces e o desaparecimento foram descritos visualmente; o próprio piloto não determinou a forma nem a natureza dos objetos.

AT-6 entre Boise e Meridian, 1947: filme citado e desenho preservado ↗

Um piloto de AT-6 descreveu manobras entre Boise e Meridian; a ficha contém esquema numerado; segundo o FBI, a película de 8 mm foi revelada e não mostrou o objeto.

Danville, Illinois, 1957: policiais estaduais seguem uma luz por 20 milhas e o rádio falha ↗

Dois policiais da Polícia Estadual de Illinois relataram ter seguido de carro, por 20 milhas, uma luz branca brilhante que ficava âmbar e laranja. Por alguns segundos, disseram, o rádio da viatura foi afetado.

Great Falls, 1950: o gerente de um time de beisebol filma dois discos brilhantes ↗

Nicholas Mariana filmou em 16 mm dois objetos brilhantes sobre Great Falls, e a Força Aérea levou o filme à análise da Marinha em 1952. Os cálculos navais de velocidade partiram de uma distância arbitrária de cinco milhas, bem maior que a estimada pela própria testemunha.

Lubbock, 1951: professores medem luzes em formação e rejeitam as fotos de um estudante ↗

Na palestra de 1952, o capitão Ruppelt chamou Lubbock de o caso mais interessante que a Força Aérea já tinha tido. Professores do Texas Tech viram e mediram grupos de luzes, um calouro as fotografou, e a investigação terminou entre fraude não provada e a hipótese de patos iluminados pela cidade.

Levelland, 1957: motoristas dizem que um objeto luminoso apagou motores e faróis ↗

Dois despachos da United Press, colados em folhas que circularam pela cúpula do FBI, relatam que motoristas e o xerife de Levelland viram um objeto luminoso em forma de ovo. Três motoristas disseram que o objeto parou o motor e apagou os faróis dos carros.

Yorkshire, 1952: oficiais da RAF veem um 'disco voador perfeito' durante uma demonstração ↗

Um memorando de dezembro de 1952 do chefe de inteligência científica da CIA registra o que um mensageiro trouxe da Grã-Bretanha: um comitê britânico sobre discos voadores e um incidente em Yorkshire em que altos oficiais da RAF e pilotos teriam visto um 'disco voador perfeito'.

Operação Mainbrace, 1952: fotógrafo registra objeto redondo perto da frota da Otan ↗

Um fotógrafo de imprensa americano, Wallace Litvin, fez três transparências coloridas perto da frota que participava do exercício Mainbrace, em 20 de setembro de 1952. A Força Aérea ampliou as imagens, confirmou que o objeto continuava redondo na ampliação e pediu ao comando naval informações sobre balões lançados pelos navios.

Salem, 1952: a Força Aérea devolve à Guarda Costeira o negativo de uma foto de "discos voadores" ↗

Um integrante da Guarda Costeira fotografou "objetos não identificados" na Estação Aérea de Salem em 16 de julho de 1952, e o negativo foi analisado pelo centro técnico da Força Aérea. Em dezembro, a pedido da Guarda Costeira, o capitão Ruppelt levou o negativo a Washington, e ele foi devolvido com uma carta de agradecimento.

Jerome, Ohio, 1954: professoras e cerca de 60 alunos veem objeto e fios de 'cabelo de anjo' caírem do céu ↗

Um recorte de jornal de Marysville, Ohio, preservado num arquivo da Força Aérea, descreve duas professoras e cerca de 60 alunos da escola de Jerome vendo um objeto cilíndrico prateado parado no ar, que soltou fios parecidos com teia de aranha, batizados de 'cabelo de anjo'. Um dos relatores confirmou por escrito que a notícia estava correta.

Japão, 1948: caça noturno F-61 persegue alvo que some do radar seis vezes ↗

Piloto e operador de radar de um caça noturno F-61 relataram ter captado no radar de bordo, e visto de relance ao luar, uma aeronave não identificada que acelerava e mergulhava sempre que eles se aproximavam. O radar de terra só registrou o próprio F-61.

Base de Andrews, 1948: dois pilotos tentam por 15 minutos se aproximar de um objeto oval sobre a base ↗

Numa noite de lua cheia, dois segundos-tenentes da reserva da Força Aérea em voo sobre a base relataram ter perseguido por mais de dez minutos um objeto oval e luminoso, sem asas, que circulava sobre a base, subia na vertical e escapava de cada aproximação. Um sargento em terra ouviu um ruído forte e viu um objeto brilhante cruzar o campo.

Hanford, 1952: pilotos descrevem disco quase transparente com rastros como tentáculos ↗

Um despacho de agência guardado pelo FBI relata que quatro pilotos da Flórida viram um disco branco, quase transparente, com rastros de vapor comparados a tentáculos de polvo sobre a usina de Hanford. Segundo o comandante, o objeto recuou, mudou de forma, achatou-se e sumiu.

Alamogordo, 1957: engenheiro relata 10 carros com motor parado numa rodovia do deserto ↗

Uma reportagem de agência, guardada numa pasta do FBI, registra que um engenheiro do centro de mísseis da Força Aérea em Alamogordo relatou 10 carros parados numa rodovia do deserto perto de White Sands, atribuídos a um objeto luminoso. A Força Aérea local disse dar crédito ao relato; um astrônomo de Harvard, no mesmo arquivo, atribuiu o fenômeno a miragem.

Fürstenfeldbruck, 1948: piloto de F-80 vê luz avermelhada, e uma estação terrestre informa alvo subindo a 40.000 pés ↗

Às 22h20 de 23 de novembro de 1948, o capitão Hugh Slater, piloto de F-80 em Fürstenfeldbruck, na Alemanha, viu uma luz parecida com uma estrela avermelhada cruzar Munique para o sul. Uma estação terrestre de controle informou depois um objeto não identificado a 27.000 pés ao sul de Munique, que teria subido a 40.000 pés e passado a circular.

Baía de Chesapeake, 1952: dois pilotos da Pan Am veem oito objetos cor de brasa passarem sob o avião ↗

O primeiro oficial William B. Nash e o copiloto William H. Fortenberry, da Pan American, relataram seis objetos brilhantes em formação abaixo de seu DC-4, que viraram de repente, foram acompanhados por mais dois e subiram até sumir. O FBI arquivou os despachos da United Press sobre o caso.

White Sands e Springer, 1949: cinco observadores veem uma elipse branca por um minuto e, no dia seguinte, quatro grupos de objetos cruzam o céu acima de 30 mil pés ↗

Na tabela do 17º Distrito do OSI, o caso 55 registra cinco observadores muito confiáveis em White Sands e o caso 56, dois observadores em Springer, ambos em abril de 1949. São resumos codificados de objetos rápidos, sem depoimentos.

Washington, julho de 1952: ecos no radar e caças no ar, contados pela New Yorker que o FBI arquivou ↗

A reportagem da New Yorker de 6 de setembro de 1952 guardada pelo FBI descreve as duas noites de julho em que radares de Washington mostraram alvos não identificados e caças foram enviados. Barnes, que acompanhava o radar, escreveu que não sabia o que eram; a Força Aérea atribuiu parte dos ecos a fenômenos do tempo.

Mobile, 1956: piloto que chamava os discos de “bobagem” relata luz que parou diante do avião ↗

O comandante W. J. Hull, da Capital Airlines, que em 1953 escrevera um “obituário” dos discos voadores, contou que ele e o copiloto viram uma luz intensa parar à frente do avião e fazer manobras bruscas. O FBI arquivou a notícia publicada em 1957.

Norte do Japão, 1952: piloto americano vê um pequeno disco cromado acompanhar um caça F-84 ↗

Um relato dos arquivos de inteligência da Força Aérea, divulgado à imprensa em janeiro de 1953, conta que o tenente David C. Brigham viu de perto um objeto metálico de cerca de 20 cm fazer uma passagem controlada junto a um caça-bombardeiro F-84. O piloto do F-84 não o viu.

Meio-oeste dos EUA, 1949-1950: um deputado que viu um disco, cinco “luas” em Fargo, um “capacete” no radar da Marinha e caças atrás de uma esfera ↗

Quatro folhas do arquivo do FBI reúnem relatos de 1949 e 1950 no interior dos EUA: um deputado que diz ter visto um disco em Michigan, observadores do aeroporto de Fargo, pilotos da Marinha que dizem ter captado um objeto no radar e caças da Guarda Nacional que não alcançaram uma esfera parada no céu do Missouri.

Boston, 1954: tripulantes de um voo da TWA veem um objeto branco em forma de disco e contestam a explicação do balão ↗

O comandante Charles J. Kratovil e dois tripulantes de um voo da TWA disseram ter visto um objeto grande, branco e parecido com um disco perto de Boston. A companhia informou depois que um balão meteorológico passava sobre a cidade, mas o piloto não aceitou a explicação; o FBI apenas arquivou o despacho.

Detroit, 1959: comandante de um DC-6 da American Airlines diz que três objetos luminosos acompanharam o avião por 45 minutos entre Newark e Detroit ↗

Em 25 de fevereiro de 1959, a Associated Press relatou que o capitão Peter Killian, de um DC-6 da American Airlines, disse que três objetos que pareciam discos brilhantes acompanharam o avião por 45 minutos na noite anterior. O FBI arquivou o recorte sem comentário.

Salt Lake City, 1961: piloto particular decola, se aproxima de um disco parado sobre o vale e o vê sumir em segundos ↗

Segundo o relatório civil da NICAP guardado pela CIA, o piloto particular Waldo J. Harris voou até um objeto em forma de disco que pairava ao sul do aeroporto, enquanto 8 a 10 pessoas o viam do chão. O objeto subiu, se afastou, voltou a parar e sumiu em dois ou três segundos.

Observatório Lowell, 1950: meteorologista vê com binóculo um objeto cruzar diante de uma nuvem contra o vento ↗

O meteorologista e astrônomo Seymour L. Hess escreveu, uma hora depois de ver, que um pequeno objeto passou entre ele e uma nuvem cúmulo, movendo-se em ângulo reto com o vento. O relatório civil da NICAP, guardado pela CIA, reproduz a declaração assinada.

National City, 1952: engenheiro aeronáutico vê um “meteoro” desacelerar, nivelar e circular sobre a baía de San Diego ↗

O engenheiro aeronáutico Donald R. Carr contou à NICAP que um rastro vermelho que parecia de meteoro virou um ponto branco que desacelerou, voou nivelado e circulou a baía de San Diego; meia hora depois, o que parecia o mesmo objeto voltou. Um ex-piloto da Marinha e alunos em La Mesa teriam visto a mesma cena.

Rapid City, 1953: observadores no chão, radar de terra e dois caças F-84 seguem uma luz que se mantém fora de alcance ↗

Segundo o relatório civil da NICAP guardado pela CIA, um objeto visto pelo Corpo de Observadores Terrestres apareceu no radar, e dois F-84 o perseguiram por 120 e 160 milhas; o segundo piloto chegou a travar a mira de radar nele. A Força Aérea respondeu em 1958 que as fotos do radar e da câmera do caça não serviam para avaliação e que o caso seguia sem explicação.

Dunellen, 1958: dois patrulheiros veem um objeto vermelho e pulsante parar no ar, virar e subir até sumir ↗

Em patrulha de madrugada, os policiais LeRoy A. Arboreen e B. Talada viram um objeto vermelho vir do oeste, crescer, parar, virar à esquerda e subir na vertical. O relatório civil da NICAP, guardado pela CIA, reproduz o desenho que os dois assinaram.

Extremo Oriente, 1956: piloto de caça persegue um alvo de radar, vê um objeto redondo cor de bronze e sofre interferência no radar ↗

Segundo trechos de um relatório de inteligência da Força Aérea citados pela NICAP, um piloto em treino de interceptação captou um grande alvo no radar, viu um objeto redondo onde o radar indicava, travou a mira, sofreu interferência e perdeu o alvo, que se afastou rápido demais para o radar acompanhar. Data, nomes e local foram apagados.

Titusville, 1946: ex-oficial de radar da Marinha ouve um assobio e vê uma “bola de futebol voadora” escura passar sem motor ↗

Numa carta de 1955 reproduzida pela NICAP, o arquiteto Andrew A. Titcomb, que fora oficial de radar da Marinha, conta ter visto em 1946 um objeto escuro em forma de bola de futebol americano passar a cerca de 1.000 pés, só com o som do ar. A esposa o viu de relance antes de sumir nas nuvens.

Offutt, Nebraska, 1958: oficiais do Comando Aéreo Estratégico veem um objeto alongado soltar "pontos pretos" e se afastar devagar ↗

Segundo o major Paul A. Duich, navegador da Força Aérea, ao menos 25 oficiais, praças e engenheiros de mísseis viram por cerca de 20 minutos um objeto alongado e imóvel no céu do poente, que mudou de cor, soltou um enxame de pontos escuros e se afastou para oeste. O relato está no relatório privado da NICAP de 1964, cuja cópia ficou nos arquivos da CIA.

Kagnew Station, 1957: militares do Exército veem uma "bola de metal" parada no céu e, à tarde, um disco que sai em ângulo reto ↗

Um relatório de inteligência do Exército, assinado pelo capitão James A. Muncie, resume as declarações de cinco militares que viram uma grande bola de metal brilhante imóvel no céu, que sumia e reaparecia, e de um sargento e um capitão que viram dois objetos acastanhados, um deles com forma de disco, sair em ângulo reto. O documento chegou à NICAP, que o reproduziu no relatório de 1964 guardado pela CIA.

Fort Devens, Massachusetts, 1957: oito objetos redondos cor de laranja cruzam o céu em 40 minutos, segundo a inteligência do Exército ↗

Uma carta da Primeira Força Aérea à NICAP cita um informe segundo o qual oito objetos redondos, cor de laranja, silenciosos e sem luzes de navegação foram vistos do chão em Fort Devens numa noite de setembro de 1957. A NICAP reproduziu a carta em seu relatório de 1964, cuja cópia ficou nos arquivos da CIA.

Perto de Gander, Terra Nova, 1956: comandante de um transporte da Marinha diz que um disco gigante subiu do mar, voou ao lado do avião e foi visto no radar ↗

Segundo relato obtido pelo contra-almirante reformado Delmer S. Fahrney e publicado pela NICAP, a tripulação de um R7V-2 Super Constellation da Marinha, com quase 30 aviadores a bordo, viu luzes subirem do oceano e se tornarem um disco enorme que voou ao lado do avião antes de partir. Gander teria acompanhado os dois no radar. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Schenectady, Nova York, 1956: pilotos da American Airlines seguem uma luz até o lago Ontário enquanto a Força Aérea pede que mantenham o rumo ↗

O comandante Raymond Ryan e o primeiro oficial William Neff, da American Airlines, contaram na TV que uma luz muito forte, primeiro parada sobre Schenectady, atravessou o céu e ficou à frente do avião, e que a Base de Griffiss pediu que abandonassem a escala em Syracuse para segui-la. A transcrição está no relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA.

Benjamin, Texas, 1961: piloto segue uma luz vermelha por 90 minutos até ela parecer pousar num mato, e a Força Aérea o entrevista no dia seguinte ↗

Segundo a NICAP, o piloto W. K. Rutledge e o passageiro George Thomas seguiram de avião um objeto vermelho brilhante que desceu em planeio e pareceu pousar num mato perto de Benjamin, enquanto o xerife e policiais procuravam por terra. No dia seguinte, um tenente da Força Aérea entrevistou o piloto. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Dallas, 1954: jatos dos Fuzileiros Navais avistam 16 objetos em grupos de quatro que mudam de cor e somem para o norte ↗

Segundo a NICAP, o major Charles Scarborough, que liderava uma esquadrilha de jatos dos Fuzileiros Navais, viu 16 objetos em grupos de quatro à frente e acima; o capitão Roy Jorgensen, mais alto, viu-os abaixo da asa. Quando tentaram cercá-los, os objetos passaram de branco a laranja e sumiram. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Corning, Califórnia, 1960: dois patrulheiros rodoviários dizem ter acompanhado por mais de duas horas um objeto que varria o chão com um facho vermelho ↗

Os patrulheiros Charles A. Carson e Stanley Scott relataram por teletipo um objeto silencioso, com luzes vermelhas nas pontas, que descia, parava, se aproximava da viatura e lançava um facho vermelho sobre o chão. O relato chegou ao arquivo da CIA dentro de uma compilação privada da NICAP, que reproduz o teletipo, uma carta de Carson e o croqui do objeto.

Nordeste de Ohio, 1962: seis policiais em cinco pontos diferentes relatam luzes e objetos no céu no mesmo quarto de hora ↗

Na madrugada de 18 de setembro de 1962, policiais estaduais, municipais e um delegado do xerife, em quatro condados vizinhos, relataram de forma independente luzes ou objetos a nordeste ou a leste. A NICAP reuniu os cinco relatos num mapa e sugere que viram fenômenos ligados entre si.

Sunnyvale, Califórnia, 1963: policial descreve um disco de perfil, maior que a Lua cheia, que pulsava a cada três ou quatro segundos ↗

Um grupo regional da NICAP localizou nove testemunhas de um objeto visto de madrugada na região da baía de San Francisco. O relato mais detalhado é o do policial Galen Anderson, de Sunnyvale, que o viu por cerca de 45 segundos e ajudou a preparar um croqui.

Hampton, Virgínia, 1952: engenheiro de pesquisa aeronáutica descreve quatro luzes âmbar que se encontraram sobre Hampton Roads e partiram juntas ↗

Paul R. Hill, engenheiro de pesquisa aeronáutica, e a mulher, Frances, disseram ter visto duas luzes âmbar girarem uma em torno da outra até que outras duas se juntassem a elas e as quatro partissem para o sul. Segundo a NICAP, Hill foi interrogado por um oficial de inteligência da Força Aérea da Base de Langley.

Ann Arbor, Michigan, 1952: professor de biologia vê pelo binóculo quinze objetos em formação, com caudas de comprimento fixo, em pleno dia ↗

Charles H. Otis, professor emérito de biologia da Bowling Green State University, enviou à NICAP um relato detalhado de quinze objetos silenciosos em formação, com um brilho forte na frente e duas caudas atrás. Ele os acompanhou com um binóculo até o horizonte e viu um deles sair da formação em grande velocidade.

Nova York, 1954: supervisor civil da defesa aérea relembra objeto laranja seguido por observadores, por dois radares e por jatos que decolaram para interceptá-lo ↗

James C. Beatty, que chefiava equipes civis no Centro de Filtragem da Força Aérea em White Plains, contou em palestra gravada que observadores do Ground Observer Corps, dois radares e jatos de duas bases acompanharam um objeto laranja que, na hora da interceptação, girou em luzes coloridas e subiu até sumir. O relato é uma lembrança registrada anos depois e reproduzida pela NICAP.

Cincinnati, 1955: segundo Leonard Stringfield, jatos da Guarda Aérea Nacional decolaram depois de radar e observadores relatarem objetos sobre a cidade ↗

Num livro publicado por conta própria, Leonard H. Stringfield contou que jatos da Guarda Aérea Nacional chegaram a Cincinnati em 12 minutos depois que radares e observadores voluntários relataram três objetos. O relato, reproduzido pela NICAP, diz que os jatos fizeram contato e o objeto fugiu, mas Stringfield não viu nada por causa da visibilidade.

Alliance e Akron, Ohio, 1955: oito pessoas em três lugares relatam ao pôr do sol um objeto que passou de disco a crescente e a charuto ↗

Walter N. Webb, depois consultor da NICAP, reuniu relatos de três grupos que, ao pôr do sol de 2 de outubro de 1955, viram baixo no oeste um objeto brilhante e parado que parecia mudar de forma. O relatório monta uma sequência de fases num diagrama e anexa relatos do mesmo dia em Uhrichsville, onde teriam caído fios parecidos com teia.

Grafton, Dakota do Norte, 1961: metalurgista e a mulher veem um charuto inclinado, com fileira de janelas iluminadas, parado sobre um campo arado ↗

Melvin C. Vagle Jr., metalurgista da Minneapolis-Honeywell, contou à NICAP que ele e a mulher pararam ao lado de um objeto em forma de charuto, inclinado sobre um campo, com uma luz branca piscando numa ponta, uma vermelha na outra e uma fileira de janelas. Um fazendeiro da região relatou, no mesmo fim de tarde, um charuto avermelhado.

Minnesota e Wisconsin, 1951: supervisor de balões da General Mills relata em memorandos objetos brilhantes que aceleraram e subiram em espiral, um deles visto no teodolito ↗

J. J. Kaliszewski, supervisor de fabricação de balões dos laboratórios de pesquisa aeronáutica da General Mills, descreveu em dois memorandos objetos vistos do avião durante o acompanhamento de balões de pesquisa. No segundo dia, observadores da estação de rastreamento disseram ter captado alguns deles de relance no teodolito.

Ilha da Trindade, 1958: as quatro fotos feitas do navio Almirante Saldanha na avaliação da NICAP ↗

O relatório privado da NICAP, cuja cópia está no arquivo da CIA, resume o caso das quatro fotos de um objeto em forma de Saturno feitas por Almiro Baraúna do convés do Almirante Saldanha, em 16 de janeiro de 1958. A organização rebate a acusação de fraude feita por Donald Menzel, conclui que as fotos parecem autênticas e pede que Brasil e Estados Unidos abram os laudos.

Salto Ángel, Venezuela, 1962: turista filma de um DC-3 um objeto amarelado subindo diante da montanha ↗

Segundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, o turista Ali R. Diaz, de Caracas, filmou em cores um objeto amarelado em forma de gota subindo diante do Auyantepui durante um voo turístico ao Salto Ángel. Quando o relatório foi escrito, o filme estava com um cientista nos Estados Unidos para análise, e o adido da Força Aérea americana já o tinha visto.

Los Angeles, 1957: centenas de chamadas, observadores em Oxnard e alvos muito rápidos num radar civil ↗

O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, junta os relatos de uma noite de março de 1957 em Los Angeles: chamadas à polícia, observadores no centro de filtragem de Pasadena, a mulher de um capitão de Oxnard e um caça F-89 enviado. A peça central é um relato confidencial atribuído a um operador de radar da CAA, que teria cronometrado alvos a 3.600 milhas por hora.

Haneda, Japão, 1952: controladores veem luz com forma escura, radar acompanha e F-94 trava o alvo ↗

O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, resume o caso de Haneda: dois controladores da torre viram uma luz brilhante com uma forma circular escura atrás, o radar de terra a acompanhou e um F-94 obteve travamento de radar. Segundo a NICAP, o objeto partiu a 300 nós dividindo-se em três ecos, e o caso ficou oficialmente como desconhecido.

Dayton, 1950: pilotos da TWA, torre e radar da Wright-Patterson acompanham objeto brilhante parado no alto ↗

Segundo o relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, três pilotos da TWA, mais de 20 pessoas da área de Vandalia, a torre e pessoal do centro de inteligência técnica da Força Aérea viram um objeto brilhante parado a grande altura. O radar teve um alvo na mesma posição, e dois pilotos de F-51 disseram vê-lo redondo e metálico antes de voltar por causa das nuvens.

Coreia, 1951: aviador naval diz que alvo de radar se pôs atrás do seu avião e foi seguido por 14 radares da frota ↗

Numa carta de 1957 reproduzida em parte no relatório privado da NICAP guardado pela CIA, o capitão de corveta M. C. Davies, da Marinha dos EUA, conta que um alvo de radar que circulava a frota se colocou atrás do seu avião antissubmarino por cerca de cinco minutos e partiu a mais de mil milhas por hora. Segundo ele, o navio informou que 14 radares o acompanhavam.

Redmond, Oregon, 1959: policial e operadores da FAA veem uma luz que sobe para as nuvens quando jatos se aproximam ↗

Um extrato do diário da estação da FAA em Redmond, reproduzido pela NICAP no relatório The UFO Evidence (1964), descreve uma luz que pairou, mudou de cor e subiu para as nuvens quando um avião rápido se aproximou, e um eco de radar ao sul da cidade. A Força Aérea deu ao caso, em sequência, as explicações de balão, dados insuficientes, falso eco de radar e planeta Vênus.

Lago Superior, 1953: um F-89 enviado atrás de um eco de radar some da tela e nunca é encontrado ↗

Segundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, um interceptador F-89C da base de Kinross foi guiado por radar até um alvo não identificado sobre o Lago Superior, e os dois ecos se fundiram e sumiram da tela. A Força Aérea disse depois que o alvo era um C-47 canadense; a Força Aérea Real Canadense respondeu a dois leitores que não tinha registro de tal interceptação.

Sheffield Lake, Ohio, 1958: moradora vê um disco com cúpula a poucos pés do chão, e a Força Aérea culpa um trem e um holofote ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA conta que a sra. William Fitzgerald viu um objeto em forma de disco com cúpula a poucos pés do chão junto a uma casa. A Força Aérea atribuiu o caso ao farol giratório de um trem e ao holofote de um barco da Guarda Costeira; um grupo civil de Akron contestou ponto por ponto.

Willoughby, Ohio, 1955: casal vê um disco com janelas sobre a casa, e um major do ATIC fala em protótipo Avro ↗

Segundo o relatório privado da NICAP guardado pela CIA, W. M. Sheneman e a esposa viram um grande objeto circular pairar com feixes de luz e janelas perto de casa. Um major do ATIC teria tentado por três horas convencê-los de que viram um teste do disco canadense Avro, com base numa ilustração artística.

Monte Kilimanjaro, 1951: tripulação de um Lodestar da East African Airways vê um objeto metálico parado no céu por 17 minutos ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume o relato do capitão Jack Bicknell, da East African Airways, publicado num jornal de Nairóbi: um objeto metálico em forma de projétil, com faixas escuras e uma aleta, ficou parado acima do Kilimanjaro e depois subiu para o leste. A NICAP publica um desenho do objeto, sem dizer quem o fez.

Pacífico Norte, 1961: um navio e dois aviões de linha veem ao mesmo tempo um halo gigante cruzar o céu antes do amanhecer ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA junta três relatos de 21 de setembro de 1961: o do navio americano Iberville, publicado no Aviso aos Navegantes da Marinha, o de um avião da BOAC e o de um da Pan American. Todos descrevem uma massa luminosa que cresceu como um halo e seguiu para sudeste.

Labrador, 1954: tripulação de um Stratocruiser da BOAC acompanha por 18 minutos um objeto grande e seis menores ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume o relato que o comandante James Howard, da BOAC, deu a um jornal de Londres: um objeto escuro e mutável, cercado de seis objetos menores, acompanhou o avião em rota paralela até sumir, enquanto um caça era enviado de Goose Bay.

Denver, 1952: piloto da American Airlines vê luzes amarelas indo e voltando a 17 mil pés, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que o capitão Paul L. Carpenter, da American Airlines, viu sobre Denver luzes amarelas que corriam para um lado e para o outro. Ele estimou 3.000 milhas por hora, número que depende inteiramente da distância que supôs.

Hermanas e El Paso, 1952: coronel da Força Aérea num F-84 vê dois objetos prateados voando lado a lado, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que um coronel da Força Aérea, num F-84, viu dois objetos redondos e prateados lado a lado, que sumiram e reapareceram. A NICAP atribui a frase do coronel a um relatório de inteligência da Força Aérea que não reproduz.

Oradell e Hawthorne, 1962: duas semanas de luzes e discos vistos por policiais no nordeste de Nova Jersey, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, descreve uma série de relatos entre 15 e 28 de setembro de 1962 perto de Oradell e Hawthorne, muitos feitos por policiais. A entidade a classifica como concentração de avistamentos, sem investigação oficial publicada.

Sul de Illinois, 1963: três relatos de luzes e objetos perto de estradas, com avião de propaganda e Júpiter no meio, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, resume três relatos do sul de Illinois em agosto de 1963, dois deles com objetos que acompanhavam carros. A própria NICAP avisa que um avião de propaganda e o planeta Júpiter produziram relatos falsos no mesmo período.

Sunnyvale, 1963: técnico filma em 8 mm um disco que teria subido quando quatro jatos se aproximaram, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta que um redator técnico filmou em Sunnyvale um disco que pairava e que teria subido e sumido em três segundos quando quatro jatos convergiram. Os quadros enviados à NICAP eram pequenos demais para mostrar detalhes.

Pohang, Coreia, 1954: observador meteorológico dos fuzileiros vê sete luzes laranja que balançavam de um lado a outro, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, traz uma ilustração do relato de John A. Potter, observador meteorológico do Corpo de Fuzileiros Navais, que viu sete objetos laranja em formação, cada um balançando de um lado para o outro. O desenho mostra o movimento descrito, não é foto do episódio.

Sarasota, 1960: arquiteto descreve objeto amarelo com quatro "janelas" quadradas, e a NICAP publica o desenho ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, traz o desenho de um objeto alongado com quatro "janelas" quadradas que um arquiteto disse ter visto em Sarasota. A NICAP usou o caso para defender que as marcas vistas nos objetos estavam sempre em fila ou em círculo.

NICAP, 1964: a prancha dos dez tipos de OVNI e os "padrões" que a entidade dizia ver nos relatos ↗

No relatório de 1964 guardado pela CIA, a NICAP contesta a conclusão da Força Aérea de que os relatos não tinham padrão e apresenta estatísticas, uma prancha com dez tipos de OVNI e tabelas de manobras. São análises de uma entidade privada, baseadas na sua própria seleção de casos.

The UFO Evidence, 1964: o relatório da NICAP que ficou guardado nos arquivos da CIA ↗

A NICAP, entidade civil de Washington, publicou em 1964 o relatório The UFO Evidence, com 746 casos escolhidos entre mais de cinco mil relatos. Uma cópia completa ficou nos arquivos da CIA e foi liberada pelo sistema CREST; isso mostra que a agência guardou o livro, não que o escreveu ou o validou.

Montville, Ohio, 1957: Olden Moore diz ter visto um objeto descer num campo, e a defesa civil mede radiação ↗

Segundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, o estucador Olden Moore viu uma luz se dividir e uma parte descer num campo de Ohio, onde ele a observou por cerca de 15 minutos. No dia seguinte, a defesa civil encontrou marcas no chão e mediu radiação acima do normal.

White Sands, 1957: duas patrulhas da polícia militar veem uma luz descer sobre o bunker do primeiro teste atômico ↗

Segundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, dois policiais militares de White Sands viram um objeto luminoso descer sobre o bunker do primeiro teste atômico na madrugada de 3 de novembro de 1957. À noite, outra patrulha viu uma luz parada sobre o mesmo bunker subir e sumir.

Norte da Califórnia, 1960: seis noites de luzes vermelhas e 14 policiais entre as testemunhas ↗

O relatório da NICAP guardado pela CIA reúne uma série de avistamentos em seis noites de agosto de 1960 no norte da Califórnia. A lista de testemunhas inclui 14 policiais, entre patrulheiros estaduais e auxiliares de xerife.

Argentina, 1962: pilotos navais de Espora, um pouso na estrada de La Pampa e amostras analisadas pela Marinha ↗

O relatório da NICAP guardado pela CIA resume uma onda de relatos na Argentina entre maio e setembro de 1962, com base em informes da embaixada argentina em Washington e em jornais de Buenos Aires. Os casos mais detalhados envolvem oficiais e alunos-pilotos da Marinha perto de Bahía Blanca.

Tóquio-Mitaka, 1959: câmera de rastreamento de satélites registra um rastro fora da posição do Vanguard 2 ↗

Segundo o relatório da NICAP guardado pela CIA, uma câmera do programa de rastreamento de satélites do Smithsonian em Mitaka, Tóquio, fotografou em 14 de abril de 1959 um objeto brilhante fora da posição prevista para o satélite Vanguard 2. A foto, reproduzida no relatório, mostra um rastro luminoso entre as estrelas.

Washington, 1958: o regulamento AFR 200-2 manda investigar todo UFO e só divulgar ao público os casos já identificados ↗

O Regulamento da Força Aérea 200-2, de fevereiro de 1958, define o que era um UFO, divide entre as bases e o ATIC a tarefa de investigar e analisar os relatos e manda divulgar à imprensa só os casos identificados como objetos conhecidos. A cópia integral, com sete páginas, está no arquivo CREST da CIA.

Ligonier, Pensilvânia, 1961: engenheiro segue de carro, por 45 minutos, quatro objetos luminosos que voavam em fila ↗

No relatório privado The UFO Evidence, que ficou guardado nos arquivos da CIA, a NICAP reproduz o formulário de um engenheiro da Pensilvânia que diz ter visto quatro objetos luminosos em linha e os acompanhado de carro, a uns 30 km/h, até sumirem atrás de uma montanha. O formulário traz um mapa feito pela testemunha e respostas a perguntas iguais às usadas pela Força Aérea.

Cherry Valley, Nova York, 1954: engenheiro vê um disco silencioso passar baixo sobre sua fazenda, parar de repente e subir para as nuvens ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA cita uma carta em que o major A. B. Cox, engenheiro formado em Yale, descreve um objeto em forma de lente, com uns 10 metros de diâmetro, que passou silencioso perto de sua fazenda, parou bruscamente e subiu em ângulo até sumir nas nuvens. É um relato individual, contado mais de um ano depois.

Artesia, Novo México, 1951: técnicos de balões da General Mills relatam dois discos que circularam um balão Skyhook e partiram ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir do livro do ex-chefe do Projeto Blue Book Edward Ruppelt, um caso em que funcionários da General Mills e outras pessoas, acompanhando um balão de pesquisa Skyhook, viram dois discos se aproximarem, darem uma volta ao redor do balão e sumirem no horizonte. É relato de segunda mão, sem os depoimentos originais.

Noruega, 1954: passageiros de três aviões de uma expedição do eclipse dizem ter visto e filmado dois discos prateados ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA afirma que, durante o eclipse total do Sol de 30 de junho de 1954, cerca de 50 pessoas a bordo de três aviões de uma expedição científica viram dois grandes discos prateados descerem das nuvens e cruzarem o horizonte, e que o cinegrafista da expedição filmou uns 10 segundos. O filme não está reproduzido no livro, e as passagens sobre o caso divergem em local e datas.

Clinton County, Indiana, 1958: tripulação de um trem de carga da Monon diz que quatro luzes acompanharam o trem por mais de uma hora ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA conta que os cinco tripulantes de um trem de carga da ferrovia Monon viram quatro luzes brancas cruzarem à frente da locomotiva, percorrerem o trem de ponta a ponta e segui-lo por cerca de 70 minutos, afastando-se quando o chefe do trem apontou para elas uma lanterna forte. Os tripulantes foram entrevistados por Frank Edwards, membro do conselho da entidade.

White Sands, 1949: cinco postos de rastreamento relatam dois objetos circulares que subiram atrás de um míssil e o ultrapassaram ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir de um artigo da revista True de março de 1950, um caso em que dois objetos circulares teriam surgido logo depois do lançamento de um míssil em White Sands, subido atrás dele, atravessado o jato do motor e o ultrapassado. Segundo a NICAP, cinco postos de observação viram a cena, e o chefe da equipe de rastreamento da Marinha confirmou o caso.

Himalaia, 1926: o explorador Nicholas Roerich e sua caravana veem um objeto oval e brilhante cruzar o céu, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP guardado pela CIA resume, a partir de um livro do próprio explorador, um avistamento de 1926: enquanto observavam uma águia, Nicholas Roerich e membros de sua caravana viram, muito acima, um objeto oval e brilhante que seguia para o sul em alta velocidade e depois virou para sudoeste. A NICAP usa o caso para argumentar que os OVNIs não poderiam ser aparelhos secretos do pós-guerra.

Terre Haute e Paris, 1951: dois funcionários da aviação civil veem um objeto achatado cruzar o aeroporto, e dois minutos depois um piloto encontra um objeto parado no ar ↗

Segundo a NICAP, dois funcionários da Administração de Aeronáutica Civil viram um objeto redondo e achatado passar sobre o aeroporto de Terre Haute em 15 segundos, e dois minutos depois um piloto particular perto de Paris, Illinois, encontrou um objeto parado que disparou quando ele se aproximou. O caso está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Walworth, Wisconsin, 1959: ex-controlador de torre para o carro e vê um objeto branco descer e partir deixando um rastro de faíscas ↗

O desenhista Gordon Higgins, que fora operador de torre e controlador de voo na Força Aérea, viu da estrada um objeto branco e brilhante descer devagar e depois disparar na horizontal, deixando faíscas e mudando para laranja. O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, publica o desenho que ele fez da cena.

Palembang, Sumatra, 1944: comandante de B-29 diz que uma esfera vermelha com halo seguiu o bombardeiro por oito minutos depois do ataque ↗

O capitão Alvah M. Reida, comandante de um B-29, relatou à NICAP que, depois de bombardear Palembang, um objeto esférico vermelho ou laranja, com halo, acompanhou seu avião a 500 jardas por cerca de oito minutos, repetindo cada manobra evasiva. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Perto de Tampa, 1946: tripulação de um C-47 da Força Aérea vê um objeto cilíndrico com "vigias" luminosas cruzar a rota ↗

O capitão Jack Puckett, oficial de segurança de voo do Comando Aéreo Tático, contou à NICAP que, a caminho de MacDill, ele, o copiloto e o mecânico viram um objeto longo e cilíndrico, do dobro do tamanho de um B-29, com vigias luminosas e um jorro de fogo atrás. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Augusta, Geórgia, 1951: tenente diz que um disco branco passou várias vezes rente ao seu F-51, quase tocando a hélice e a cabine ↗

Segundo uma reportagem do Cleveland Press de 1952 resumida pela NICAP, o tenente George Kinman contou que um disco branco, oval e grosso, do dobro do tamanho do seu caça, veio de frente várias vezes durante 5 a 10 minutos, passando rente à hélice e, na última vez, sobre a cabine.

MacDill, Flórida, 1952: radar capta um alvo a 40.000 pés e um B-29 sai à procura, vê uma luz branca em forma de bola de futebol americano e a perde ao persegui-la ↗

Segundo uma carta de Don Widener, então sargento que registrava avistamentos para o Projeto Blue Book em MacDill, o radar da base captou um objeto a 40.000 pés, e um B-29 pilotado por um coronel o procurou até a meia-noite, viu uma luz branca em forma de bola de futebol americano e a perdeu quando tentou persegui-la.

Laredo, Texas, 1953: instrutor de jato num T-33 acompanha por 25 minutos um objeto em forma de charuto que deixava um rastro de comprimento constante ↗

O primeiro-tenente Edward B. Wilford III, instrutor de jato, relatou à NICAP que num voo de teste num T-33 viu um objeto marrom em forma de charuto, com um rastro de condensação sempre do mesmo tamanho, circular a base de Laredo e sumir a noroeste, sempre muito acima dele. O relato está no relatório privado de 1964 guardado pela CIA.

Marinha e fuzileiros navais, 1949-1962: dez relatos de pilotos e militares reunidos pela NICAP, de um disco sobre uma exibição aérea a uma cúpula giratória sobre uma base na Luisiana ↗

A seção sobre Exército, Marinha e fuzileiros do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, narra uma série de relatos de oficiais e pilotos navais. Este dossiê reúne os dez que a NICAP descreve em parágrafo próprio e que não têm dossiê separado no portal.

Pilotos de linha aérea e particulares, 1948-1963: dezesseis relatos da seção de pilotos da NICAP, de uma "roda vermelha" ao lado de um DC-3 a uma luz que respondia aos faróis ↗

A seção V do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, organiza relatos de pilotos em três tipos: objetos geométricos, luzes que manobram e objetos em forma de charuto. Este dossiê reúne dezesseis casos de pilotos de linha aérea, particulares e um da Guarda Nacional que não têm dossiê próprio no portal.

Califórnia, 1950: geólogo e engenheiro dizem ter visto três discos prateados darem voltas em torno de um avião a jato ↗

Segundo um livro do químico Wells Alan Webb, citado pela NICAP, o geólogo John Zimmerman e o engenheiro civil Charles Fisher viram três discos prateados cortarem o rastro de condensação de um avião de asas enflechadas e darem voltas verticais em torno dele. O relato chega por uma cadeia de fontes: a NICAP reproduz o livro, e não um depoimento assinado pelas testemunhas.

Silver Lake, Michigan, 1951: monitor de acampamento e futuro conferencista de astronomia vê uma luz amarelada avançar em ondas sobre os morros ↗

Walter N. Webb, mais tarde conferencista-chefe de astronomia do Planetário Hayden, em Boston, mostrava estrelas a dois meninos num acampamento quando viu uma luz amarela ou amarelo-avermelhada seguir para oeste num trajeto ondulado, baixo sobre os morros. Ele descartou um reflexo numa camada de inversão térmica e disse não conhecer nada que se movesse assim.

Yuma, Arizona, 1953: químico vê uma luz dançar sobre um hangar e, meses depois, um objeto cercado de anéis que só apareciam com óculos polarizados ↗

O químico Wells Alan Webb contou em livro, citado pela NICAP, que viu com dois passageiros uma luz trêmula pairar sobre um avião num campo de aviação e subir até sumir, e que o meteorologista local descartou o balão que soltara. Em maio, viu um objeto branco mudar de rumo e de forma e notou anéis escuros em volta dele, visíveis só com os seus óculos Polaroid.

Voo Charleston–Atlanta, 1954: astrônomo britânico vê do avião dois objetos ovais brilhantes como metal polido sobre as nuvens e um terceiro, cinzento ↗

O astrônomo lunar britânico H. Percy Wilkins contou em livro, resumido pela NICAP, que viu de um avião dois objetos ovais cor de latão polido, aparentemente parados sobre nuvens cúmulos, e um terceiro, cinzento, que acelerou e sumiu atrás de outra nuvem. Pelo tamanho aparente e pela distância que estimou, calculou cerca de 50 pés de diâmetro.

Deserto de Mojave, 1955: ex-curador de observatório e a mulher veem do trem um charuto enorme e um disco acompanharem a serra ↗

Frank Halstead, ex-curador do Darling Observatory, da Universidade de Minnesota, contou a um conselheiro da NICAP que ele e a mulher viram de um trem um objeto em forma de charuto, que estimou em 800 pés, seguir paralelo à serra e ser alcançado por um disco com cúpula. Depois de alguns minutos, os dois subiram e sumiram em segundos.

Base Aérea de Edwards, 1952: fotógrafo da North American e dois cinegrafistas veem objetos brancos manobrarem como ioiôs, mas não chegam a filmá-los ↗

Numa carta reproduzida pela NICAP, o fotógrafo de aviação Dick Beemer, da North American Aviation, conta que ele e os cinegrafistas Carlos Garcia e Gene Pichler viram por quase dez minutos, sobre Edwards, objetos esbranquiçados que pairavam e davam voltas rápidas uns em torno dos outros. Tinham uma câmera de cinema em cores, mas esperaram os objetos saírem da direção do Sol, e eles se afastaram antes.

Canoga Park, Califórnia, 1957: quatro engenheiros da Rocketdyne veem à luz do dia um objeto oval e dois discos subirem em formação ↗

Quatro engenheiros da Rocketdyne que voltavam de carro para Canoga Park viram três objetos brilhantes cruzarem a estrada no céu, um oval quase em forma de charuto e dois menores, quase redondos, que mantiveram a formação em V enquanto aceleravam e subiam. Um deles, Harold R. Lamb Jr., preencheu o formulário da NICAP; a entidade liga o caso a outro relato da mesma tarde, feito do ar.

Antártida, 1961: meteorologista brasileiro vê do quebra-gelo Glacier um “corpo luminoso” lento que se divide em dois ↗

O meteorologista brasileiro Rubens J. Villela, depois empregado no Centro Goddard da NASA, viu do convés do quebra-gelo americano Glacier um corpo luminoso em forma de lágrima, multicolorido, cruzar o céu devagar, dividir-se em dois e sumir de repente após cerca de dez segundos. Ele anotou no diário e depois preencheu o formulário da NICAP, que reconhece no fenômeno traços de meteoro e traços que não combinam com um.

Delta e Cedaredge, Colorado, 1962: policiais e uma despachante veem objetos brilhantes que mudavam de cor e um deles parado por 25 minutos ↗

Na noite de 25 de outubro de 1962, o delegado de Cedaredge, Ed Marah, e o policial estadual Richard Kuta observaram de binóculo dois objetos brilhantes que mudavam de cor, segundo a NICAP. A despachante da polícia no fórum de Delta, Helen G. Mitchell, confirmou ter visto pela janela um objeto branco que piscava, ficou vermelho e pairou por cerca de 25 minutos.

Blairstown, Nova Jersey, 1958: o zoólogo Ivan T. Sanderson vê um disco manobrar sobre o Delaware Water Gap ↗

Segundo a NICAP, o zoólogo Ivan T. Sanderson viu um disco chato dar voltas sobre o Delaware Water Gap, aparecendo ora de perfil, como linha fina, ora oval ou redondo, até partir em alta velocidade para oeste. O relatório publica um diagrama com oito posições numeradas do objeto acima da garganta do rio.

White Sands, 1951: radar, binóculo e 200 pés de filme registram objeto perto de um B-29, segundo a NICAP ↗

Segundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, dois operadores de radar de uma estação de rastreamento de mísseis em White Sands captaram um objeto rápido na manhã de 14 de julho de 1951, enquanto um rastreador via com binóculo um objeto grande perto de um B-29. Um terceiro observador teria feito 200 pés de filme de 35 mm, que nunca foi divulgado.

Fort Monmouth, Boston e Washington, 1952: num só dia, jatos, radar e testemunhas seguem objetos rumo ao sudoeste, segundo a NICAP ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, conta uma sequência de 1º de julho de 1952 atribuída ao chefe do projeto de óvnis da Força Aérea: objetos prateados vistos sobre Boston, dois alvos de radar que pairaram e partiram para sudoeste em Fort Monmouth e um objeto acinzentado sobre Washington. Segundo o texto, nenhum dos avistamentos foi explicado.

Yaak, Montana, 1953: equipe de radar da Força Aérea acompanha seis objetos que trocam de formação e sai para vê-los ↗

No relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o sargento William Kelly conta que a estação de radar da Força Aérea em Yaak, Montana, captou seis alvos que mudavam de direção em curvas de 90 graus e que a equipe saiu e viu seis objetos trocando de formação. A velocidade calculada pela equipe foi de 1.400 a 1.600 milhas por hora.

Albuquerque, 1954: mensagem de radar fala em nove esferas verdes paradas por seis minutos e depois a 2.600 milhas por hora ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, reproduz uma mensagem da estação de radar da zona de identificação de defesa aérea de Albuquerque, interceptada por acaso em Chicago, sobre nove objetos esféricos de luz verde parados a 24.000 pés e depois em deslocamento a cerca de 2.600 milhas por hora. Os números, segundo a mensagem, vieram de triangulação.

Goose Bay, verão de 1948: diante de uma comitiva de inspeção, radares americano e canadense captam alvo a 9.000 milhas por hora, segundo major reformado ↗

No relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o major reformado Edwin A. Jerome conta que, no verão de 1948, os radares de aproximação americano e canadense de Goose Bay captaram um alvo a cerca de 9.000 milhas por hora durante a visita de uma comitiva de inspeção, e que no dia seguinte mostraram um objeto quase parado a 45.000 pés. A explicação oficial, segundo ele, foi meteoro e depois "gaivotas de grande altitude".

San Francisco, 1960: Jay Rees fotografa por quase uma hora um objeto luminoso, e a NICAP conclui que era provavelmente um balão de pesquisa ↗

Segundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, Jay Rees viu e fotografou em San Francisco um objeto circular e muito luminoso que cruzou o céu para oeste contra o vento. Depois de análises de dois consultores e de técnicos de balões da General Mills, a NICAP concluiu que o objeto provavelmente era um grande balão de pesquisa de plástico a 60.000 pés ou mais.

Corpus Christi, 1959: dois filmes de Ray Stanford mostram uma luz parada, e a NICAP diz que não confirmam o relato de quatro objetos ↗

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, examina dois filmes coloridos feitos por Ray Stanford e um amigo em Corpus Christi, em 28 de julho de 1959. A NICAP concluiu que os filmes são registros autênticos de algum objeto no céu, mas que não confirmam o relato verbal de quatro objetos em forma de charuto e de um disco lançado por um deles.

Costa de Miami, cerca de 1957: curador do Seaquarium vê fios como teias caírem do céu por duas horas, e a amostra some do frasco ↗

Numa declaração de 1963 publicada no relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, o biólogo Craig Phillips, ex-curador do Miami Seaquarium, conta que por mais de duas horas viu fios finos como teia caírem do céu sobre o barco de coleta, sem aranhas. Ele guardou alguns num frasco, mas no laboratório não havia mais nada. Ninguém relatou óvni.

Porto Alegre, 1954: base aérea diz que objetos circulares prateados de movimento mecânico passaram sobre a cidade e pede investigação ↗

O relatório privado The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, cita uma formação de objetos circulares prateados vista sobre a base aérea de Porto Alegre em 24 de outubro de 1954 e reproduz um despacho de agência sobre o comunicado da base. Segundo o despacho, o comando disse que os objetos não eram astros nem balões e pediu investigação ao Ministério da Aeronáutica.

Kerkrade, Holanda, 1952: engenheiro naval vê dois discos com superestrutura descerem, pairarem e sumirem na vertical ↗

No relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, o engenheiro naval Will Jansen relata ter visto em Kerkrade, na noite de 6 para 7 de agosto de 1952, um disco com superestrutura que desceu, pairou e fez ziguezague, e depois um segundo disco que se inclinou e subiu na vertical. A página traz um desenho do primeiro objeto.

Ezeiza, 1962: pilotos perguntam pelo rádio o que é a luz no fim da pista, e controladores veem objeto redondo subir e partir ↗

Segundo o relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, os controladores Horacio Alora e Mario Pezzutto viram em Ezeiza, na madrugada de 22 de dezembro de 1962, um grande objeto redondo e incandescente na cabeceira de uma pista, depois que o comandante de um DC-8 e um piloto argentino perguntaram pelo rádio o que era aquilo. O objeto subiu uns dez metros, pairou e partiu para nordeste.

North Weald, Inglaterra, 1954: piloto de caça Meteor da RAF diz ter quase colidido de frente com objeto metálico em forma de dois pires ↗

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, conta que o tenente-aviador J. R. Salandin, num caça Meteor saído de North Weald, quase colidiu de frente em 4 de outubro de 1954 com um objeto enorme e metálico, que desviou no último segundo. Em 1957, segundo a NICAP, o Ministério do Ar britânico recusou-se a dar qualquer informação sobre o caso.

Canadá e Alasca, 1957-1960: torre de St. Hubert, piloto da Trans-Canada e um tubo de fogo sobre Nome no levantamento da NICAP ↗

A seção de relatos estrangeiros do relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, abre com o Canadá e o Alasca: quatro casos de 1957 a 1960, entre eles uma luz vermelha que pairou sobre a base de St. Hubert e um tubo prateado que soltava chama sobre Nome, e uma série de declarações da Força Aérea canadense e do governo. É um conjunto de resumos curtos, com fontes de imprensa e cartas.

Brasil, 1954-1961: pane elétrica num C-47 da Varig, rádio queimado num C-46 e outros relatos de pilotos reunidos pela NICAP ↗

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne sete relatos de pilotos no Brasil entre 1954 e 1961, dois deles com efeitos em aviões: motores falhando e luzes enfraquecendo num C-47 da Varig perto de Joinville e três equipamentos queimados num C-46 perto de Araranguá. São resumos curtos baseados em jornais brasileiros e em relatórios obtidos por pesquisadores do país.

América Latina, 1950-1962: meteorologista em Córdoba, carro sem faróis perto de Lima, calor na cabine no Uruguai e pilotos venezuelanos no relatório da NICAP ↗

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, resume relatos do México, da América Central e de países sul-americanos de língua espanhola, de 1950 a 1962: dois objetos sobre o aeroporto de Córdoba relatados pelo chefe da meteorologia, um carro que perdeu os faróis perto de Lima, um piloto uruguaio que sentiu calor intenso na cabine e cinco casos venezuelanos com pilotos e um professor.

Europa, 1952-1962: torre de Le Bourget, radar em Orly e Pratica di Mare, caça holandês com Sidewinder e piloto da Aer Lingus no levantamento da NICAP ↗

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne relatos europeus de 1952 a 1962: controladores de Le Bourget, radar em Orly e numa estação italiana, um piloto holandês de F-86 que armou um míssil contra um objeto, um Viscount da Aer Lingus que cruzou com um globo marrom e respostas evasivas de governos. São resumos curtos com fontes de imprensa, livros e cartas.

África e Ásia, 1954-1962: teodolito em Upington, holofotes no Transvaal, mina na Índia e alunas em Amagasaki no levantamento da NICAP ↗

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, resume relatos da África e da Ásia: um meteorologista que acompanhou um objeto com teodolito em Upington em 1954, holofotes militares apontados para um cilindro no Transvaal em 1957, um disco sobre uma mina de mica na Índia e cinco alunas japonesas que desenharam o mesmo objeto em 1962.

Oceania e Pacífico, 1953-1961: radar de Nowra, o ex-comandante da RAAF, um filme em Port Moresby e a formação vista por aviões a leste do Havaí ↗

O relatório The UFO Evidence, da NICAP, guardado pela CIA, reúne relatos da Oceania, da Antártida e do Pacífico: um piloto naval australiano acompanhado por dois objetos que o radar de Nowra mostrou, o ex-comandante da Força Aérea australiana, um filme de Port Moresby enviado à Força Aérea americana, um meteorologista brasileiro na Antártida e uma formação vista em 1959 por vários aviões a leste do Havaí.

Port Huron, Michigan, 1963: auxiliares do xerife perseguem uma luz baixa que parecia ter uma grande janela dividida ↗

Segundo a cronologia da NICAP, auxiliares do xerife de Port Huron perseguiram uma luz branca piscante que voava baixo e às vezes parecia ter uma grande janela dividida. Quando piscaram o farol da viatura, surgiu no objeto uma luz vermelha piscante; ele se afastou para noroeste com ruído de motor.

Carson City, Nevada, 1963: moradora vê um disco azul-esverdeado pairar e diz que o rádio desligou até o objeto sumir ↗

Segundo a NICAP, Blanche Pritchett ouvia rádio de madrugada quando uma luz forte atravessou as cortinas; lá fora, um grande disco azul-esverdeado pairava a noroeste e lançava um facho sobre um morro. O rádio desligou enquanto ela olhava e voltou a tocar quando o objeto se apagou e sumiu.

Ellsworth, Maine, 1963: uma família e a governanta veem por mais de uma hora um objeto elíptico iluminado que parecia pousado junto a uma lagoa ↗

Segundo a NICAP, uma família e a governanta observaram por mais de uma hora um objeto elíptico, aparentemente no chão junto à Molasses Pond, com luzes ao longo do corpo e fachos que às vezes subiam das pontas. As testemunhas foram entrevistadas por Walter N. Webb, consultor da entidade.

Carson Sink, Nevada, 1952: dois coronéis da Força Aérea num B-25 veem três objetos triangulares passarem a mais de 1.600 km/h ↗

Segundo a NICAP, dois coronéis da Força Aérea, ambos pilotos qualificados como comandantes, voavam num B-25 quando três objetos triangulares prateados, em V fechado, se aproximaram e passaram a menos de mil jardas, a mais de mil milhas por hora. A investigação não teria encontrado aviões nem balões na área, e o caso ficou como “desconhecido”.

Daylston, Austrália, 1963: um entregador diz que um objeto laranja e vermelho de 2,4 a 3,7 metros seguiu sua caminhonete de madrugada ↗

Segundo a NICAP, um entregador que fazia sua ronda às 4h15 se assustou com um objeto brilhante, laranja e vermelho, que se aproximou da caminhonete e passou a seguir à frente dela. O objeto acompanhou o veículo pela beira da estrada, sumiu atrás de um morro e não foi mais visto.

Julho a dezembro de 1963: treze relatos curtos da cronologia da NICAP, de um deputado estadual em Connecticut a um balneário no Uruguai ↗

A última página da cronologia da NICAP reúne relatos de um parágrafo do segundo semestre de 1963, enviados por testemunhas, colhidos por grupos locais da entidade ou tirados do resumo anual do Projeto Blue Book. Este dossiê junta os treze que não têm página própria no site.

Newburyport, Massachusetts, 1954: arquiteto ouve um rugido e vê um “anel flamejante” descer, derrapar e subir como um disco prateado ↗

O arquiteto Russell M. Peirce contou à NICAP que, ao ouvir um rugido forte como de muitos motores, olhou para cima e viu um anel cor de chama com um pequeno disco brilhante encostado, que descia em direção à Terra, vacilou, inverteu o rumo e subiu como um disco prateado. A filha e outras três pessoas disseram ter ouvido o som; ele deixou um croqui assinado.

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