UFOeUAPARQUIVO EM PORTUGUÊS

Data: De 03/07/1949 (Longview) a 10/07/1962 (New Iberia)Local: Vários lugares dos EUA: Longview (Washington), Daggett (Califórnia), Tombstone (Arizona), Virgínia, Carolina do Norte, Ohio, Flórida, Califórnia e Luisiana

Marinha e fuzileiros navais, 1949-1962: dez relatos de pilotos e militares reunidos pela NICAP, de um disco sobre uma exibição aérea a uma cúpula giratória sobre uma base na Luisiana

A seção sobre Exército, Marinha e fuzileiros do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, narra uma série de relatos de oficiais e pilotos navais. Este dossiê reúne os dez que a NICAP descreve em parágrafo próprio e que não têm dossiê separado no portal.

Arquivo da CIA
Data do evento
De 03/07/1949 (Longview) a 10/07/1962 (New Iberia)
Local
Vários lugares dos EUA: Longview (Washington), Daggett (Califórnia), Tombstone (Arizona), Virgínia, Carolina do Norte, Ohio, Flórida, Califórnia e Luisiana
Tema
Arquivo da CIA
Órgãos das fontes
CIA
Documentos
1 documento · 186 páginas
Leitura
16 min
Texto impresso em inglês em duas colunas sob o título UFOs Observed by Navy and Marine Corps Pilots.Página do relatório NICAPPágina física 37
Página do relatório NICAP · NICAP, The UFO Evidence (1964); cópia da CIA · Página física 37 do arquivo divulgado. Metade inferior da página 37, com o título "UFOs Observed by Navy & Marine Corps Pilots" e os relatos de Longview (1949), Daggett (1950), Osceola (1950), Tombstone (1952), do esquadrão AD-3 (1953) e o início do caso Balocco (1953). Página física 37 do relatório da NICAP guardado pela CIA. Texto de publicação privada; vários relatos são confidenciais ou de segunda mão, sem documento da Marinha. Fonte documental ↗ · Ampliar imagem ↗

FONTES DOCUMENTAIS · CIA

O que os registros contam

A seção IV do relatório The UFO Evidence, publicado em 1964 pela NICAP, entidade civil de Washington, e guardado em cópia pela CIA, trata do Exército, da Marinha e dos fuzileiros navais. A NICAP diz que conseguia relatos da Marinha sobretudo pelas relações do seu diretor, o major Donald Keyhoe, formado na Academia Naval, e de almirantes ligados à entidade, como Delmer S. Fahrney. Vários casos chegaram como "relato confidencial", com o nome guardado pela NICAP. Este dossiê reúne dez episódios descritos em parágrafo próprio; os casos de Osceola, Dallas e Gander estão em outros dossiês.

Em 3 de julho de 1949, em Longview, Washington, o comandante M. B. Taylor narrava uma exibição aérea quando ele e outros aviadores viram um objeto acima de um biplano que escrevia no céu: ia contra o vento, ondulando, fazia curvas em ângulo reto e, ao binóculo, parecia um disco de metal brilhante. Em 24 de junho de 1950, cerca de 100 milhas a nordeste de Los Angeles, perto de Daggett, as tripulações de dois aviões comerciais e de um transporte da Marinha viram um charuto cinza-escuro, a uma altitude estimada de 50.000 a 100.000 pés, por três minutos.

Em junho de 1952, em Tombstone, Arizona, o capitão-tenente reformado John C. Williams, aviador naval por dez anos, a esposa e um convidado viram ao pôr do sol um enorme objeto circular, parecido com xícara e pires ou chapéu-coco, que parava, voltava pelo mesmo caminho e oscilava, repetindo isso duas ou três vezes antes de sumir em uns quatro segundos. Em 1953, sem data exata, um esquadrão de aviões de ataque AD-3 embarcados em manobras ao largo da costa teria sido acompanhado por um objeto em forma de foguete, que subiu até sumir quando perseguido, segundo relato confidencial obtido pelo almirante Fahrney.

Em 3 de fevereiro de 1953, o tenente Ed Balocco, piloto de caça dos fuzileiros, procurou num F9F Panther um objeto prateado visto do chão perto da divisa da Virgínia com a Carolina do Norte e, sobre Washington, Carolina do Norte, perseguiu por 3 a 4 minutos um objeto cor de calor branco, com brilho vermelho, que subira 10.000 pés em segundos. Em 7 de setembro de 1953, perto de Vandalia, Ohio, um tenente da reserva naval e seu ala, em Corsairs FG-1D, viram duas vezes uma luz branca como magnésio queimando passar sob eles, ficar imóvel e subir até sumir.

Em 1955, um comandante da Estação Aeronaval de Anacostia, especialista em mísseis, disse ter visto sobre a Virgínia um disco metálico de uns 100 pés, como "dois pires face a face", voar em formação a 75 pés do seu avião. Em 11 de dezembro de 1955, perto de Jacksonville, Flórida, dois jatos da Marinha teriam sido rodeados por um objeto redondo laranja-avermelhado acompanhado no radar da estação aeronaval. Em 15 de agosto de 1957, em Woodland Hills, Califórnia, o piloto reformado Eugene E. Allison e a família viram um disco branco pairar entre nuvens e subir em três segundos. Em 10 de julho de 1962, em New Iberia, Luisiana, um militar viu um disco com cúpula giratória cruzar a estação.

Os relatos têm pesos muito diferentes. Alguns vêm de notícias de agência (Balocco), outros de cartas e relatórios assinados (Williams, Allison, o piloto de Daggett), e vários de relatos confidenciais ou de segunda mão obtidos por almirantes ligados à NICAP, sem nome da testemunha. Nenhum documento da Marinha aparece nestas páginas. As tabelas trazem pequenas divergências em relação ao texto, como a data do caso Balocco e a inicial do meio de Williams e de Allison, registradas nas notas das traduções. As distâncias, velocidades e tamanhos são estimativas visuais de quem estava no ar ou no chão.

LEITURA DIRETA DO ARQUIVO

O documento, em português

O relatório The UFO Evidence é publicação privada da NICAP, guardada pela CIA, e não documento oficial. Por isso cada página aparece em síntese fiel em português, um bloco por página, sem transcrição nem tradução literal, com no máximo uma citação curta; linhas de tabela são vertidas uma a uma. Os dez episódios foram reunidos num só dossiê temático. Foram vertidas linha por linha as partes "Navy & Marine Corps" da tabela das páginas 36 e 37, e sintetizados os relatos das páginas 37 e 38 e as notas da seção IV. Os trechos sobre Osceola, Dallas e Gander foram apenas indicados, porque estão em outros dossiês. Linhas da tabela de pilotos das páginas 40 a 43 sobre estes casos também foram vertidas.

TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 36

Página física 36, parte "Navy & Marine Corps" da tabela (linha por linha; o início da página, sobre o Exército, está em outros dossiês)

Trecho da tabela "Other Military Sightings", parte "Navy & Marine Corps", linha por linha: março de 1945, transporte de ataque U.S.A.T. Delarof: esfera escura vista subindo do oceano, circulou e se afastou. Maio de 1946, LaGrange, Flórida, tenente (j.g.) Andrew A. Titcomb, oficial de artilharia e radar: OVNI elíptico fez curva inclinada sobre ele [seção I]. 29/06/1947, White Sands, Novo México, C. J. Zohn, especialista em foguetes da Marinha: disco prateado indo para o norte a cerca de 10.000 pés estimados [4]. Verão de 1947, "Pittsburgh", Kansas, comandante L. H. Witherspoon: OVNI semelhante a disco passou como um raio sobre o aeroporto [5]. 03/07/1949, Longview, Washington, comandante M. B. Taylor, piloto: disco manobrou sobre exibição aérea. 22/02/1950, Key West, Flórida, pilotos, observadores em terra e radar da Estação Aeronaval: dois objetos brilhantes cruzaram o campo alto demais para perseguição (de relatório de inteligência da Força Aérea) [6]. 16/03/1950, Dallas, Texas, suboficial Charley Lewis: disco oblongo aproximou-se de um B-36, seguiu brevemente sob ele e partiu em ângulo de 45 graus [7]. 24/06/1950, perto de Daggett, Califórnia, piloto e tripulação de transporte da Marinha: objeto em forma de charuto manobrou sobre o deserto, visto também por pilotos de linha aérea. 11/07/1950, perto de Osceola, Arkansas, tenente (j.g.) J. W. Martin, piloto, e piloto praça R. E. Moore: disco com cúpula cruzou a rota de aviões da Marinha, confirmado por radar. Outono de 1951, Coreia, avistamento no radar da frota: OVNI circulou a frota, acompanhou aviões e partiu a mais de 1.000 mph [seção VIII]. 21/01/1952, Base de Mitchel, Nova York, piloto de TBM da Marinha: perseguiu OVNI em forma de cúpula que virou, acelerou e se afastou [8]. Junho de 1952, Tombstone, Arizona, capitão-tenente John D. Williams, piloto: disco com cúpula, curvas fechadas, velocidades "inacreditáveis". 02/07/1952, perto de Tremonton, Utah, suboficial Delbert C. Newhouse, fotógrafo de aviação: grupo de 12 a 14 discos manobrando; filme colorido de 16 mm [seção VIII, fotografias]. 1953, esquadrão de aviões de ataque embarcados: OVNI em forma de foguete mergulhou, pairou sobre a formação e se afastou quando perseguido.

Nota editorial: A data de Longview é 7-3-49 (a leitura automática dava 1-3-49); o nome em Tombstone está como "John D. Williams" nesta tabela; "Pittsburgh, Kansas" grafado assim no original (a cidade do Kansas é Pittsburg).

Conferir original em inglês
[p. 36: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 36, contando a capa.

TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 37

Página física 37, página inteira: fim da tabela e início dos relatos da Marinha e dos fuzileiros

Fim da tabela, linha por linha: 09/02/1953, divisa Virgínia-Carolina do Norte, tenente Ed Balocco, fuzileiros, piloto: objeto semelhante a foguete perseguido de jato por 3 a 4 minutos, branco com brilho vermelho atrás. 07/09/1953, Vandalia, Ohio, tenente (j.g.), piloto de FG-1D: OVNI passou sob o avião, empinou e subiu até sumir (cf. seção V, 4-5 de julho de 1961). 04/01/1954, Quantico, Virgínia, destacamentos dos fuzileiros: nessa data saiu a notícia de que OVNIs com luz vermelha pairaram e manobraram sobre a base nas seis noites anteriores [9]. 24/03/1954, Flórida, capitão Don Holland, fuzileiros, piloto: OVNI redondo desceu e pairou a cerca de 3.000 pés; o piloto inclinou o avião para tentar fotos com a câmera da metralhadora e o OVNI se afastou (relato verificado pelo general William G. Manly, fuzileiros). 14/05/1954, perto de Dallas, major Charles Scarborough, fuzileiros: dezesseis OVNIs em grupos escaparam à perseguição de jatos. Inverno de 1954, Pohang, Coreia, John A. Potter, observador meteorológico dos fuzileiros: formação de cerca de sete discos, oscilando de um lado a outro [seção XII]. 1955, Virgínia, perto de Washington, comandante, piloto e especialista em mísseis: disco com cúpula iluminada acompanhou o avião. 11/12/1955, perto de Jacksonville, Flórida, pilotos de jato da Marinha e outros: "combate" com OVNI redondo laranja-avermelhado, confirmado no radar. 1956, Atlântico Norte, comandante, piloto sênior, outras tripulações como passageiros: grande disco subiu até o R7V-2, acompanhou-o e se afastou. 15/08/1957, Woodland Hills, Califórnia, Eugene S. Allison, piloto de aviação-chefe reformado: OVNI em forma de disco pairou, balançou e subiu depressa. 12/07/1959, perto de Ridgecrest, Califórnia, Albert Guerrero, mecânico de eletrônica da Estação de Testes de Artilharia Naval de China Lake: três luzes redondas, aparentemente discos oscilando, manobraram a sudoeste da estação [10]. 20/10/1959, Key West, Flórida, dois praças (nomes arquivados): OVNI parecido com estrela desacelerou, juntou-se a outro que veio em alta velocidade, e os dois partiram [11]. 10/07/1962, New Iberia, Luisiana, relato confidencial certificado pelo diretor e pelo diretor-assistente da NICAP: disco passou rente à estação aeronaval. Texto "UFOs Observed by Navy & Marine Corps Pilots": em 3 de julho de 1949, em Longview, Washington, o comandante M. B. Taylor, ex-encarregado de mísseis guiados sob o contra-almirante D. S. Fahrney, narrava a abertura de uma exibição aérea quando ele e outros viram um objeto acima de um biplano que escrevia no céu; o objeto ia contra o vento com movimento ondulante, fazia curvas em ângulo reto e, ao binóculo, parecia um disco de metal brilhante; Taylor estimou o tamanho aparente como o de um objeto de 50 pés a 20.000 pés; muitos aviadores confirmaram; eles viram um só objeto, mas pessoas nos arredores relataram até uma dúzia; Taylor concluiu que era um objeto voador diferente de tudo o que se conhecia então ou em 1957. Em 24 de junho de 1950, tripulações de dois aviões comerciais e de um transporte da Marinha viram um objeto em forma de charuto cerca de 100 milhas a nordeste de Los Angeles; o piloto da Marinha (nome confidencial), com 22 anos de aviação naval e depois administrador de projetos numa empresa de eletrônica da Costa Oeste, foi alertado por um piloto da United, e os dois falaram com as estações da CAA em Daggett e Silver Lake; o copiloto viu primeiro. O piloto descreveu um charuto cinza-escuro ou cor de metal de arma, com aparência de calor tremulando na cauda, cerca de 1/8 do tamanho aparente da lua cheia, a 50.000-100.000 pés e 1.000-1.500 mph, visível três minutos, indo para o norte e depois para oeste até sumir. Relato assinado arquivado na NICAP, certificado por Paul Cerny, da subcomissão da Baía de São Francisco. Em 11 de julho de 1950 (início do caso de Osceola, tratado em outro dossiê). Em junho de 1952, em Tombstone, Arizona, o capitão-tenente reformado John C. Williams, a esposa Josephine e um convidado viam o pôr do sol quando surgiu "um enorme objeto circular" vindo de Tucson, que parou, pairou, voltou pelo mesmo caminho, retornou, oscilou e inclinou, repetindo isso duas ou três vezes; Williams, formado na Academia Naval em 1919, com treinamento de voo em Pensacola em 1922 e dez anos de voo na Marinha, escreveu em 1956 que o objeto parecia uma xícara com pires ou um chapéu-coco e que, na última partida, virou um pontinho e sumiu em uns quatro segundos. Em 1953, em manobras de combate ao largo da costa, um esquadrão de aviões de ataque AD-3 embarcados foi abordado por um OVNI em forma de foguete que mergulhou de cima, nivelou a cerca de 1.000 pés acima, desacelerou e os acompanhou; quando o comandante do esquadrão o perseguiu, virou a cauda e subiu até sumir em segundos (relato confidencial obtido pelo almirante Fahrney e pelo consultor Lou Corbin). Em 3 de fevereiro de 1953, o primeiro-tenente Ed Balocco, piloto de caça dos fuzileiros, alertado por uma torre de sinais da Marinha em Norfolk, procurou num F9F Panther um objeto prateado visto do chão perto da divisa Virgínia-Carolina do Norte; após meia hora sem nada, voltava à base quando, sobre Washington, Carolina do Norte, viu algo como um avião com luzes vermelhas abaixo dele (continua na p. 38).

Nota editorial: Tabela com 2-9-53 para Balocco, texto com "Feb. 3, 1953"; tabela com "Eugene S. Allison", texto da p. 38 com "Eugene E. Allison"; texto com "John C. Williams".

Conferir original em inglês
[p. 37: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 37, contando a capa.

TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 38

Página física 38, relatos da seção IV e notas (síntese; os trechos de Dallas e Gander estão em outros dossiês)

Continuação do texto: Balocco, a cerca de 20.000 pés, olhou de novo porque o objeto subira 10.000 pés na vertical em segundos; perseguiu-o a mais de 500 mph sem ganhar terreno, a cerca de 10 milhas, por 3 a 4 minutos; a essa distância parecia ter 1/4 de polegada de largura por 3 de comprimento, cor de "calor branco", com brilho vermelho atrás e duas luzes vermelhas do lado esquerdo descrevendo um arco; pareceu ganhar terreno, mas o objeto desceu e sumiu rumo à costa. Outro piloto da busca, capitão Thomas W. Riggs, viu algo voando baixo perto da costa da Carolina, sem identificar [13]. Em 7 de setembro de 1953, perto de Vandalia, Ohio, o tenente da reserva naval identificado como "S.D.S." voava de Columbus para Indianápolis com seu ala, ambos em Corsairs FG-1D; pouco depois das 20h, a 4.000 pés, viu uma luz branca brilhante piscando passar logo abaixo, de sul para norte, muito rápida, a cerca de 2.000 pés; o ala não viu; a luz empinou e subiu até sumir ao norte, "parecida com magnésio queimando". Na volta, por volta das 21h, viu a mesma luz à frente e no alto, e desta vez o ala também; ficou imóvel em relação ao avião por cerca de dois minutos, sumiu, reapareceu à esquerda por mais dois minutos, mergulhou, subiu à frente e sumiu; nunca chegaram perto o bastante para ver forma (caso relatado por L. H. Stringfield, do Ground Observer Corps). (Esboço e texto do caso de Dallas, 14 de maio de 1954, tratados em outro dossiê.) Em 1955, um comandante da Marinha baseado na Estação Aeronaval de Anacostia, também especialista em mísseis, voando sobre a Virgínia, olhou por cima do ombro e viu um enorme disco voando em formação com ele a uns 75 pés: "dois pires face a face", aparentemente metálico, com cerca de 100 pés de diâmetro, grosso no centro e com uma cúpula por onde brilhava luz âmbar; quando tentou se aproximar, o disco inclinou para cima e acelerou, deixando as nuvens em redemoinho (relato obtido pelo contra-almirante Delmer S. Fahrney). Em 11 de dezembro de 1955, por volta das 21h, na costa atlântica perto de Jacksonville, Flórida, um objeto redondo laranja-avermelhado, muito manobrável, foi relatado por tripulações de dois aviões comerciais e por pessoas em terra; dois jatos da Marinha em treino noturno foram dirigidos pela torre da Estação Aeronaval de Jacksonville; quando tentaram se aproximar, o objeto subiu a 30.000 pés, mergulhou de volta e circulou os jatos, enquanto oficiais e controladores acompanhavam no radar (relatado pelo comandante Joe Hull, da Capital Airlines). (Caso do R7V-2 perto de Gander, 1956, tratado em outro dossiê.) Em 15 de agosto de 1957, em Woodland Hills, Califórnia, Eugene E. Allison, piloto de aviação-chefe reformado, a mulher, o filho e um parente estavam junto à piscina, no fim da tarde, quando viram um objeto branco sólido em forma de disco pairando entre duas nuvens; depois de uns seis minutos, segundo o veterano de dez anos de Marinha formado em Pensacola, o objeto balançou de um lado a outro e subiu em linha reta até sumir em cerca de três segundos [14]. Em 10 de julho de 1962, na Estação Aeronaval Auxiliar de New Iberia, Luisiana, um militar da Marinha (nome confidencial) observava aviões S-2 Tracker no circuito de pouso quando um objeto em forma de disco entrou muito rápido e baixo, a cerca de 1.500 pés, desacelerou sobre a pista e o hangar e sumiu subindo a 20 ou 30 graus rumo nordeste; ele parou o carro para tentar cronometrá-lo, mas o objeto acelerava; o único detalhe incomum, além de não ser aeronave convencional, era uma cúpula giratória dividida em duas metades, uma cinza-clara e outra preta, girando a cerca de 90 rotações por minuto [15]. Notas da seção IV: 1, True, março de 1950; 2, San Diego Journal, 16/03/1950 e despachos; 3, relatório arquivado na NICAP; 4, Keyhoe, Flying Saucers Are Real, p. 27; 5, relatório arquivado; 6, True, dezembro de 1952; 7, Ruppelt, p. 106; 8, idem, pp. 162-165; 9, United Press, 04/01/1954; 10 e 11, relatórios arquivados; 12, New York Post e New York Journal-American, 12/07/1950; 13, Associated Press, 12/02/1953; 14 e 15, relatórios arquivados.
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[p. 38: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 38, contando a capa.

TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 40

Página física 40, linhas da tabela de pilotos sobre Longview e Daggett (síntese)

Código M: 3 de julho de 1949, Longview, Washington, comandante M. B. Taylor, Marinha, e muitos outros na exibição aérea: OVNI redondo oscilando no eixo, manobras bruscas [seção IV]. Código M: 24 de junho de 1950, perto de Daggett, Califórnia, piloto de transporte da Marinha: objeto em forma de charuto sobre o deserto [seção IV].
Conferir original em inglês
[p. 40: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 40, contando a capa.

TRECHO 5 · PÁGINA FÍSICA 41

Página física 41, linhas da tabela de pilotos sobre Tombstone, Balocco e Vandalia (síntese)

Código M: junho de 1952, Tombstone, Arizona, capitão-tenente John C. Williams, Marinha (reformado), e outros: disco pairou à vista e partiu em velocidade [seção IV]. Código M: 9 de fevereiro de 1953, perto de Washington, D.C. (sic), tenente Ed Balocco, fuzileiros: alertado por avistamentos em terra, procurou e viu OVNI luminoso com brilho vermelho subindo depressa [seção IV]. Código M: 7 de setembro de 1953, Vandalia, Ohio, pilotos de caça da Marinha: luz brilhante manobrou ao redor do avião [seção IV].

Nota editorial: A tabela situa Balocco "perto de Washington, D.C."; o texto da p. 37 fala em Washington, Carolina do Norte.

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[p. 41: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 41, contando a capa.

TRECHO 6 · PÁGINA FÍSICA 42

Página física 42, linhas da tabela de pilotos sobre o comandante de 1955 e Jacksonville (síntese)

Código M: 1955, Virgínia, perto de Washington, D.C., comandante, piloto da Marinha: disco com cúpula acompanhou o avião [seção IV]. Código AL e M: 11 de dezembro de 1955, perto de Jacksonville, Flórida, pilotos de jato da Marinha, pilotos de linha aérea e outros: jatos em "combate" com OVNI redondo avermelhado, confirmado no radar [seção IV].
Conferir original em inglês
[p. 42: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 42, contando a capa.

TRECHO 7 · PÁGINA FÍSICA 43

Página física 43, linha da tabela de pilotos sobre Woodland Hills (síntese)

Código P: 15 de agosto de 1957, Woodland Hills, Califórnia, Eugene Allison, piloto de aviação-chefe da Marinha (reformado): disco pairou, balançou e subiu em linha reta até sumir [seção IV].
Conferir original em inglês
[p. 43: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 43, contando a capa.

Datas e contexto documental

Acontecimento
Não estabelecida — Dossiê temático: episódios de 03/07/1949 a 10/07/1962; datas de cada caso nos parágrafos.
Documento
Não estabelecida — Relatos e cartas enviados à NICAP antes de 1964; a carta de Williams é de 1956.
Publicação
1964 — The UFO Evidence, NICAP, 1964; cópia liberada pela CIA em 02/04/2001.

Origem e divulgação

NICAP (National Investigations Committee on Aerial Phenomena), entidade civil privada; compilação The UFO Evidence (1964), editada por Richard H. Hall. Cópia guardada pela CIA (série CREST, CIA-RDP81R00560R000100010001-0, liberada em 02/04/2001). · CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf

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Relatos relacionados e suas diferenças

Perguntas para continuar a investigação

  • A Marinha registrou algum desses episódios, como o de Jacksonville em 1955, acompanhado por radar?
  • Quem eram as testemunhas dos relatos confidenciais de 1953, 1955 e 1962?

GEOGRAFIA DO CASO

Vários lugares dos EUA

Dossiê temático com episódios em vários estados; não há um ponto único a marcar.

RASTRO DOCUMENTAL

Volte às fontes

As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.

  1. CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf

    Páginas físicas 36 e 37 (tabela da Marinha e dos fuzileiros), 37 e 38 (relatos e notas da seção IV) e 40 a 43 (linhas da tabela de pilotos) do relatório NICAP The UFO Evidence (1964), cópia da CIA

    CIA · 186 páginas

Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.

UMA HISTÓRIA LEVA A OUTRA

Continue explorando.

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Trecho datilografado com o título July 14, 1951; White Sands, N.M.Página do relatório NICAP

Arquivo da CIA1951Local: Estação de rastreamento de mísseis do campo de provas de White Sands, Novo México, EUA

White Sands, 1951: radar, binóculo e 200 pés de filme registram objeto perto de um B-29, segundo a NICAP

Segundo o relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, dois operadores de radar de uma estação de rastreamento de mísseis em White Sands captaram um objeto rápido na manhã de 14 de julho de 1951, enquanto um rastreador via com binóculo um objeto grande perto de um B-29. Um terceiro observador teria feito 200 pés de filme de 35 mm, que nunca foi divulgado.

Abrir o caso
Texto datilografado sobre os filmes de Ray Stanford, com o subtítulo The StoryPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1959Local: Corpus Christi, Texas, EUA

Corpus Christi, 1959: dois filmes de Ray Stanford mostram uma luz parada, e a NICAP diz que não confirmam o relato de quatro objetos

O relatório privado da NICAP de 1964, guardado pela CIA, examina dois filmes coloridos feitos por Ray Stanford e um amigo em Corpus Christi, em 28 de julho de 1959. A NICAP concluiu que os filmes são registros autênticos de algum objeto no céu, mas que não confirmam o relato verbal de quatro objetos em forma de charuto e de um disco lançado por um deles.

Abrir o caso
Trecho datilografado com o título August 5, 1952; Haneda AFB, JapanPágina do relatório NICAP

Arquivo da CIA1952Local: Base Aérea de Haneda, Tóquio, Japão

Haneda, Japão, 1952: controladores veem luz com forma escura, radar acompanha e F-94 trava o alvo

O relatório privado da NICAP, guardado pela CIA, resume o caso de Haneda: dois controladores da torre viram uma luz brilhante com uma forma circular escura atrás, o radar de terra a acompanhou e um F-94 obteve travamento de radar. Segundo a NICAP, o objeto partiu a 300 nós dividindo-se em três ecos, e o caso ficou oficialmente como desconhecido.

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