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AAWSAP e tecnologias avançadas

Relatórios técnicos do programa AAWSAP sobre propulsão, energia, magnetismo, materiais e outras tecnologias aeroespaciais. Explore as análises e propostas dos autores, com fontes e contexto em cada dossiê.

Página datilografada com o título Statement of Objectives for the Advanced Aerospace Weapon System Applications Program e lista numerada de 1 a 12.Página de documento oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2008Local: Virginia Contracting Activity, Bolling AFB, Washington, D.C.; contratada em Las Vegas, Nevada, EUA

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Washington, 2008: a DIA contrata a BAASS para estudar tecnologias aeroespaciais “de ruptura” até 2050

A Agência de Inteligência de Defesa (DIA) contratou em setembro de 2008 a Bigelow Aerospace Advanced Space Studies (BAASS) para produzir estudos sobre aplicações aeroespaciais avançadas e avaliar a ameaça estrangeira até 2050. Os documentos de contratação não mencionam UFOs nem UAPs: descrevem doze áreas técnicas, prazos, entregas e um valor total de US$ 21.948.810,00.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, o título Defense Intelligence Reference Document e o nome do relatório em azul.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: relatório do AAWSAP sustenta que “veículos anômalos” feriram testemunhas e tenta deduzir sua tecnologia pelas lesões

Este DIRD de 38 páginas revisa sintomas atribuídos a exposições próximas a “sistemas aeroespaciais anômalos” e propõe que queimaduras e efeitos neurológicos seriam causados sobretudo por radiação eletromagnética. É um estudo teórico e de compilação: o autor afirma que as lesões apoiam a hipótese de sistemas avançados já em operação, mas não apresenta casos novos examinados nem prova independente dessa conclusão.

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Capa com selo da DIA e o título do relatório sobre a equação de Drake estatística.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP aplica estatística à equação de Drake e estima a distância da civilização extraterrestre mais próxima

O relatório transforma cada fator da equação de Drake em variável aleatória e calcula uma distribuição de probabilidade para a distância até a civilização comunicante mais próxima. Todo o resultado numérico depende de valores de entrada escolhidos pelo autor; não é observação nem prova da existência de civilizações extraterrestres.

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Capa com selo da DIA, o subtítulo Defense Futures e o título do relatório sobre cabines.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP imagina a cabine de uma nave que controlaria a gravidade e voaria mais rápido que a luz

O relatório projeta uma cabine “provisória” para um veículo hipotético com controle sobre gravidade e inércia, seis graus de liberdade e velocidade acima da luz. O próprio autor chama suas previsões de “conjecturas informadas”, sem teoria verificada nem implementação, e diz que elas não foram publicadas nem debatidas com outros cientistas.

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Capa com selo da DIA e o título do relatório sobre dobra espacial e energia escura.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: dois estudos do AAWSAP discutem, em teoria, a “dobra espacial” e buracos de minhoca para viajar mais rápido que a luz

Dois DIRDs de abril de 2010 revisam soluções da relatividade geral que permitiriam, em princípio, viagens mais rápidas que a luz: a bolha de dobra de Alcubierre e os buracos de minhoca atravessáveis. Ambos exigem energia negativa ou “matéria exótica” em quantidades que ninguém sabe produzir, e os próprios autores reconhecem que não há instruções para construir nada disso.

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Capa com selo da DIA, a indicação Defense Intelligence Reference Document e o título do relatório sobre engenharia da métrica.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP descreve como seria vista uma aeronave capaz de alterar o espaço-tempo à sua volta

Relatório teórico de março de 2010 do programa AAWSAP aplica a relatividade geral a uma aeronave hipotética capaz de “engenheirar” o espaço-tempo e lista o que um observador externo veria: brilho, encolhimento aparente, manobras bruscas, sumiço súbito. O próprio autor diz que a energia necessária excede em muitas ordens de grandeza o que a engenharia consegue produzir.

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Capa com selo da DIA, a indicação Defense Intelligence Reference Document e o título Antigravity for Aerospace Applications.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a DIA (divisões DWO-3 e DWO-4), Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010-2011: dois estudos do AAWSAP avaliam a antigravidade e a “massa negativa” e concluem que nada disso está ao alcance da tecnologia

Um DIRD de março de 2010 revisa propostas de antigravidade, da física de Newton à teoria quântica, e conclui que todas enfrentam desafios técnicos “assustadores”. Outro, de janeiro de 2011, especula que massa negativa poderia estar acumulada no centro da Lua e calcula a energia de um túnel aberto com explosivos termonucleares, embora o próprio autor considere a propulsão por massa negativa improvável.

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Capa com selo da DIA e o título do relatório sobre extração de energia do vácuo quântico.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a DIA (divisões DWO-3 e DWO-4), Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010-2011: estudos do AAWSAP sobre energia do vácuo propõem sensores para detectar “plataformas aeroespaciais anômalas”

Dois DIRDs do mesmo autor avaliam se o vácuo quântico poderia fornecer energia ou propulsão e como medir a “energia negativa” produzida em laboratório. O primeiro conclui que não há apoio teórico definitivo para extrair energia útil do vácuo; o segundo recomenda sensores que, no futuro, poderiam vigiar e detectar “plataformas aeroespaciais anômalas” movidas por espaço-tempo alterado.

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Capa com selo da DIA, a indicação Defense Futures e o título sobre detecção de veículos hipersônicos.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP recomenda como detectar veículos hipersônicos, inclusive os “projetados para serem indetectáveis”

Relatório de novembro de 2010 do programa AAWSAP revisa como radar, câmeras, infravermelho, lidar, infrassom e sismógrafos detectam objetos acima de Mach 5, de meteoros a mísseis. Termina com quatro recomendações para as três décadas seguintes, entre elas um banco de assinaturas de esteira para identificar aeronaves “novas e desconhecidas” e a busca de veículos “projetados para serem indetectáveis”.

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Capa com selo da DIA e o título sobre comunicações por ondas gravitacionais de alta frequência.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP projeta comunicações por ondas gravitacionais através da Terra e imagina vigilância e propulsão com elas

Relatório de abril de 2010 do programa AAWSAP defende que ondas gravitacionais de alta frequência, ainda nunca geradas nem detectadas em laboratório, poderiam transmitir dados diretamente através da Terra. Na parte final, o autor especula sobre fusão nuclear a distância, propulsão, vigilância através de estruturas e comunicação mais rápida que a luz.

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Capa com selo da DIA, parte das letras apagadas, e o título Aneutronic Fusion Propulsion.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: dois estudos do AAWSAP sobre fusão “aneutrônica” concluem que ela serviria a satélites e a Marte, mas não às estrelas

Dois DIRDs com o mesmo título e a mesma data, 1º de novembro de 2010, avaliam foguetes movidos a fusão nuclear sem emissão de nêutrons. Um conclui que a antimatéria seria mais promissora; o outro, que a fusão aneutrônica poderia substituir propulsores de satélites e levar missões a Marte, mas só serviria além do sistema solar com uma física de propulsão ainda inexistente.

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Capa com selo da DIA e o título Positron Aerospace Propulsion.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudos do AAWSAP propõem aviões movidos a pósitrons e naves impulsionadas por microexplosões de fusão

Dois DIRDs de março de 2010 tratam de propulsão de energia extrema com física conhecida. Um propõe turbojatos, mísseis e foguetes aquecidos pela aniquilação de pósitrons e prevê um voo de volta ao mundo em dez anos; o outro defende naves movidas por pequenas explosões de fusão de deutério refletidas por um espelho magnético.

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Capa com selo da DIA e o título Invisibility Cloaking: Theory and Experiments.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudos do AAWSAP avaliam capas de invisibilidade e metamateriais e concluem que ocultar da luz visível ainda é incerto

Dois DIRDs de 2010 revisam materiais artificiais capazes de desviar a luz e as micro-ondas. Um conclui que a ocultação perfeita é impossível e que só a invisibilidade a micro-ondas estava ao alcance da tecnologia; o outro vê nos metamateriais sobretudo sensores e componentes ópticos pequenos e leves para plataformas aeroespaciais.

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Capa com selo da DIA e o título Pulsed High-Power Microwave Source Technology.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP descreve armas de micro-ondas que queimam eletrônicos e são difíceis de detectar

Relatório de janeiro de 2010 do programa AAWSAP revisa as fontes pulsadas de micro-ondas de alta potência usadas como armas de energia dirigida, capazes de danificar circuitos eletrônicos. Explica por que seus pulsos, de nanossegundos, são muito difíceis de detectar e cita um episódio de 2001 em que testes com um helicóptero teriam perturbado o GPS de um aeroporto.

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Capa com selo da DIA e o título sobre controle de dispositivos externos sem interfaces operadas pelos membros.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatórios preparados para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudos do AAWSAP avaliam controlar máquinas pelo pensamento e implantes biomédicos em miniatura

Dois DIRDs de março de 2010 revisam interfaces entre o cérebro e máquinas e sensores biomédicos microfabricados. O primeiro conclui que sensores de atividade muscular seriam a opção prática a curto prazo e que o controle direto pelo pensamento exigiria implantes no cérebro ainda sem durabilidade demonstrada; o segundo descreve implantes e laboratórios em chip.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, a data de 23 de março de 2010 e o título do relatório sobre supercondutores e gravidade.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP revê a busca por efeitos de gravidade em supercondutores e diz que nenhuma réplica confirmou o disco de Podkletnov

O DIRD de 23 de março de 2010 faz um panorama histórico das tentativas de laboratório de ligar supercondutores à gravidade, de 1966 a 2008, com destaque para o disco giratório de Podkletnov e para as teorias de Li, Torr e Tajmar. O autor conclui que ninguém publicou uma replicação do experimento de Podkletnov e que os efeitos medidos ficam perto do ruído.

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Tabela com cinco colunas e doze linhas de atributos, de idade a interesse pela mídia, avaliados como baixo, médio, alto ou variado.Tabela de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP compara inventores independentes e corporativos para dizer onde surgirão as próximas inovações em energia e propulsão

O DIRD de 30 de março de 2010 classifica cinco tipos de inventor, do autodidata sem recursos ao pequeno grupo comercial, e os compara com o inventor de grandes organizações. Conclui que os independentes com formação (Tipos 3 e 4) são a melhor aposta para inovações em energia e propulsão e que os Tipos 1 e 2 devem ser apenas observados.

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Capa com selo da Agência de Inteligência de Defesa, texto Defense Intelligence Reference Document e o título Materials for Advanced Aerospace PlatformsCapa de relatório

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP examina ligas e compósitos para lançadores, módulos reutilizáveis e propulsão, sem tratar de objetos anômalos

O DIRD de 27 páginas revisa ligas de alumínio, titânio e níquel, compósitos e cerâmicas para veículos lançadores, módulos tripulados reutilizáveis e motores de foguete. É uma revisão de tecnologia existente, com o ônibus espacial como referência, e não aborda objetos aéreos não identificados.

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Capa azul e branca de relatório da DIA com o selo da agência, a data de 14 de dezembro de 2009 e o título sobre vidros metálicos.Capa de documento

AAWSAP e tecnologias avançadas2009Local: Relatório da Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2009: estudo do AAWSA sobre vidros metálicos conclui que só compósitos com dendritos servem a estruturas aeroespaciais

O Documento de Referência de Inteligência de Defesa de 14 de dezembro de 2009 avalia vidros metálicos para uso aeroespacial. Conclui que eles são muito resistentes, mas frágeis e de fadiga ruim, e que só compósitos com dendritos dúcteis e novas ligas leves poderiam torná-los úteis, em horizonte de 20 a 50 anos.

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Capa azul e branca do documento da DIA, com o selo da agência, a data de 15 de dezembro de 2010 e o título sobre limites cognitivos no controle de várias espaçonaves não tripuladasCapa de documento

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado pela Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP calcula quantas naves não tripuladas um único piloto consegue controlar

O DIRD de 15 de dezembro de 2010 revisa pesquisas sobre controle de tráfego aéreo e de drones para estimar quantas espaçonaves não tripuladas um único piloto remoto conseguiria acompanhar numa missão futura ao espaço profundo. Chega a 16, 7 e 4 naves, conforme a complexidade da tarefa, e não menciona UAPs.

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Capa com selo da DIA, a data de 31 de março de 2010, o código DIA-08-1003-019 e o título do relatório sobre armas laser de alta energia.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia que armas laser de alta energia ainda não existem, mas poderiam chegar a espaçonaves em 20 anos

O DIRD de 31 de março de 2010 faz um panorama das armas laser de alta energia, dos lasers químicos aos de elétrons livres, e conclui que nenhuma havia sido implantada. Projeta armas elétricas de quilowatts a megawatts nas próximas décadas, possíveis em espaçonaves em até 20 anos, e lista vulnerabilidades e proteções de naves.

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Desenho em perspectiva de um veículo hipersônico alongado, com esquemas coloridos de fluxos de energia e um diagrama de blocos do motor magneto-plasma-químicoFigura técnica

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia motores e energia por plasma e MHD e vê uso próximo só na reentrada e no espaço

O DIRD de 21 de novembro de 2010 revisa propulsão e geração de energia por plasma e magnetohidrodinâmica para veículos aeroespaciais. Conclui que o MHD em ar frio, abaixo de Mach 12, é impraticável, e vê aplicações próximas na reentrada, em planadores hipersônicos e na propulsão elétrica de espaçonaves.

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Diagrama óptico com laser, cristal, lente, divisor de polarização, fendas, chave de fibra, detectores e uma câmera com dois padrões de exemplo.Diagrama de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório da Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP discute se o entrelaçamento quântico poderia permitir comunicação mais rápida que a luz no espaço

O DIRD de 30 de março de 2010 revisa o entrelaçamento e a não localidade quânticos e propõe um experimento sem coincidências para testar se eles permitiriam sinais entre observadores. O próprio texto diz que não há resposta convincente e que a questão é experimental; o exemplo de aplicação é o controle em tempo real de um rover em Marte.

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Capa de relatório da DIA com o título Biomaterials e a data de 7 de janeiro de 2010Capa de relatório

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP faz uma revisão técnica dos biomateriais usados em implantes, sensores e diálise

Este DIRD de 32 páginas, escrito por autor cujo nome foi substituído por “AAP Person 65”, revisa silicones, Teflon, polímeros biodegradáveis, titânio, cerâmicas, tecidos cultivados e seus usos em implantes, lentes de contato, medicamentos e diálise. O texto trata de tecnologia médica já existente e não explica por que o programa o encomendou.

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Desenho de uma fibra cilíndrica cortada, com anéis concêntricos rotulados Power & Control Signals, Memory, N-Layer e P-Layer e peças amarelas na superfície rotuladas ConductorsFigura técnica

AAWSAP e tecnologias avançadas2009Local: Relatório preparado para a Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2009: estudo do AAWSA imagina materiais que mudam de propriedade por comando, de janelas inteligentes a cascos de espaçonave

O DIRD de 14 de dezembro de 2009 apresenta a matéria programável, isto é, materiais cujas propriedades ópticas, elétricas e térmicas mudam sob comando, como uma tecnologia para espaçonaves nos próximos 50 anos. Dá como mais próximas as janelas inteligentes e reconhece que parte do cenário é especulativa.

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Esquema com dois nanofios verticais em U marcados em vermelho e azul, elementos de leitura e escrita à direita e um arranjo de muitos fios sobre uma baseFigura técnica

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DIA, 2010: estudo do AAWSA sobre spintrônica metálica vê saída para o limite térmico dos chips e usos aeroespaciais

O DIRD de 23 de março de 2010 revisa a spintrônica em metais, com a magnetorresistência gigante e o torque de transferência de spin, e avalia memórias, osciladores e eletrônica resistente à radiação. Conclui que o campo ainda precisa de muito trabalho fundamental antes de aplicações comerciais.

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Capa de documento oficial com o selo da DIA, a indicação Defense Futures e o título sobre ultracapacitores, com tarja de marcação de distribuição no alto e no pé.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório preparado para a Divisão de Alerta Tecnológico (DWO-4) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia ultracapacitores para alimentar propulsão elétrica e armas de energia dirigida e sugere detectar suas descargas

O DIRD de 1º de novembro de 2010 revisa a tecnologia dos ultracapacitores, de seus materiais a aplicações civis e militares, e projeta sua evolução até 2030 e além. Sugere que a descarga de ultracapacitores teria uma assinatura de radiofrequência de banda larga, detectável por receptores modestos, e recomenda que o governo dos EUA acompanhe e adote a tecnologia.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, a data de 10 de dezembro de 2010 e o título do relatório sobre computação quântica e moléculas orgânicas.Capa de relatório oficial

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP avalia computadores quânticos e de DNA para missões espaciais em horizontes de 10 a 40 anos

O DIRD de 10 de dezembro de 2010 revisa a computação quântica e a computação molecular com DNA como alternativas aos chips de silício em futuras viagens espaciais. O autor prevê computadores quânticos de íons em até 10 anos, computação óptica em cerca de 20 e dispositivos de DNA e híbridos de pontos quânticos na escala de 40 anos.

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Capa com selo da DIA, a data de 8 de março de 2010, o código DIA-08-1001-006 e o título do relatório sobre o acesso ao espaço.Capa de relatório oficial

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP defende planadores hipersônicos e foguetes que respiram ar como caminho para um acesso regular ao espaço

O DIRD de 8 de março de 2010 reúne a visão de um único autor sobre o histórico do acesso ao espaço. Defende que planadores hipersônicos de corpo sustentador e foguetes que respiram ar, estudados nos anos 1960 a 1980, poderiam dar acesso regular à órbita baixa com capacidade industrial já demonstrada. O documento não trata de UFOs nem de UAPs.

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Capa com o selo da Agência de Inteligência de Defesa, o título Defense Intelligence Reference Document e o título do relatório sobre fusão por confinamento eletrostático inercial.Capa de relatório oficial

AAWSAP e tecnologias avançadas2010Local: Relatório da Divisão de Apoio à Aquisição (DWO-3) da DIA, Washington, D.C., EUA

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DIA, 2010: relatório do AAWSA descreve a fusão por confinamento eletrostático inercial e propõe um reator pequeno

O DIRD de março de 2010 revisa o confinamento eletrostático inercial (IEC) como via para a fusão nuclear, com ênfase no trabalho da Universidade de Illinois, e discute aplicações de curto prazo e de longo prazo, como propulsão espacial. O próprio autor admite que os dispositivos atuais estão muito abaixo do equilíbrio energético.

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Capa com selo da DIA, o subtítulo Defense Futures, a data, o número do documento e o título do relatório sobre nanossatélites a laser.Capa de relatório oficial

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DIA, 2010: estudo do AAWSAP propõe lançar nanossatélites sobre um feixe de laser, sem combustível na subida

O relatório descreve o Lightcraft, veículo que sobe sobre um feixe de laser e usa o ar como massa de reação, como meio barato de pôr nanossatélites de até 3 kg em órbita baixa. Reúne testes de voo de poucas dezenas de metros, estimativas de custo e uma comparação de lasers de classe megawatt, e conclui que o lançamento orbital nunca foi demonstrado.

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