Data: De julho de 1948 (Pasco) a 07/02/1963 (Charlottesville)Local: Vários lugares dos EUA e rotas aéreas do Atlântico e do Caribe
Pilotos de linha aérea e particulares, 1948-1963: dezesseis relatos da seção de pilotos da NICAP, de uma "roda vermelha" ao lado de um DC-3 a uma luz que respondia aos faróis
A seção V do relatório The UFO Evidence, guardado pela CIA, organiza relatos de pilotos em três tipos: objetos geométricos, luzes que manobram e objetos em forma de charuto. Este dossiê reúne dezesseis casos de pilotos de linha aérea, particulares e um da Guarda Nacional que não têm dossiê próprio no portal.
- Data do evento
- De julho de 1948 (Pasco) a 07/02/1963 (Charlottesville)
- Local
- Vários lugares dos EUA e rotas aéreas do Atlântico e do Caribe
- Tema
- Arquivo da CIA
- Órgãos das fontes
- CIA
- Documentos
- 1 documento · 186 páginas
- Leitura
- 17 min
Página do relatório NICAPPágina física 44FONTES DOCUMENTAIS · CIA
O que os registros contam
A seção V do relatório The UFO Evidence, publicado em 1964 pela NICAP, entidade civil de Washington, e guardado em cópia pela CIA, defende que pilotos são observadores qualificados e lista mais de cem casos numa tabela. Depois, descreve em detalhe casos de pilotos civis, separados em objetos geométricos, luzes que manobram e objetos em forma de charuto. Este dossiê reúne dezesseis desses relatos que não têm dossiê próprio. As fontes vão de cartas e relatórios assinados a artigos de revistas de aviação e despachos de agência; nenhuma é documento oficial.
Entre os objetos geométricos, Don Newman, ex-piloto da Força Aérea, viu em julho de 1948 em Pasco, Washington, um disco com cúpula de "alumínio escovado" mergulhar e subir sobre a cidade. Em 18 de março de 1950, Robert Fisher, levando a família num Bonanza perto de Bradford, Illinois, viu um disco oval metálico que continuou brilhando sob as nuvens. Em 27 de abril de 1950, perto de Goshen, Indiana, tripulação e passageiros de um DC-3 da TWA viram um disco laranja-avermelhado, "como uma grande roda vermelha", que se afastava cada vez que o avião se aproximava.
Em 29 de maio de 1950, ao sul de Washington, a tripulação do comandante Willis T. Sperry, da American Airlines, viu um objeto com luz azulada circular o avião e mostrar, contra a lua, um corpo de torpedo. No outono de 1952, três DC-4 da Pan American a caminho de Porto Rico viram juntos uma enorme bola verde parada, que partiu para oeste. Em 27 de janeiro de 1953, John B. Bean, aviador experiente, viu perto do laboratório da Comissão de Energia Atômica em Livermore um pequeno disco esbranquiçado subir em nove segundos. Em 4 de março de 1960, Charles Morris e a mulher viram em Dubuque, Iowa, três elípticos branco-azulados em fila.
Entre as luzes que manobram, o comandante Art Shutts, da TWA, viu em 27 de dezembro de 1950 uma luz oscilar por 25 minutos perto de Bradford, Illinois. Em agosto de 1952, Max M. Jacoby, piloto-chefe da Pioneer Airlines, perseguiu uma luz laranja perto de Dallas e só contou o caso dias depois, com medo do ridículo. Em 23 de junho de 1954, o tenente Harry L. Roe Jr., da Guarda Nacional Aérea, foi seguido por uma luz de Columbus a Vandalia, Ohio. Em 14 de novembro de 1955, sobre as montanhas de San Bernardino, Gene Miller piscou os faróis e uma luz branca respondeu piscando o mesmo número de vezes.
Em 29 de março de 1957, o comandante Kenneth G. Brosdal, da Pan American, viu ao largo da Flórida uma luz pulsante e acompanhou no radar de bordo um alvo no mesmo ângulo por 20 minutos. Em 8 de outubro de 1957, o comandante Joseph L. Flynn viu perto de Boston, de manhã, um ponto prateado rápido; o Sputnik só passaria uma hora depois. Em 4 de fevereiro de 1959, o comandante H. Dunker viu sobre o Caribe uma luz avermelhada cruzar sua rota várias vezes. Em julho de 1961, Ernest Stadvec viu sobre Akron uma luz mergulhar na direção do avião em duas noites. Em 7 de fevereiro de 1963, Carl Chambers relatou à FAA uma luz que o acompanhou por quase uma hora perto de Charlottesville.
Os casos têm pesos diferentes. Alguns têm confirmação parcial citada pela NICAP, como o radar de bordo de Brosdal, o radar de Cleveland na segunda noite de Stadvec ou a torre da FAA no caso Chambers; outros dependem só da testemunha. Velocidades, tamanhos e distâncias são estimativas de quem voava. A tabela e o texto divergem em alguns pontos, como a data do caso Chambers e o lugar do caso Dunker. Explicações como planetas, estrelas, balões ou bólidos não são discutidas pela NICAP; a menção ao Sputnik no caso Flynn é a única checagem astronômica relatada.
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LEITURA DIRETA DO ARQUIVO
O documento, em português
O relatório The UFO Evidence é publicação privada da NICAP, guardada pela CIA, e não documento oficial. Por isso cada página aparece em síntese fiel em português, um bloco por página, sem transcrição nem tradução literal, com no máximo uma citação curta; linhas de tabela são vertidas uma a uma. Os dezesseis casos foram reunidos num só dossiê temático. As linhas da tabela de pilotos sobre eles (pp. 40 a 44) foram vertidas uma a uma, e as partes dos relatos das pp. 44 a 49 e das notas da p. 53 foram sintetizadas. As partes dessas páginas sobre outros casos (Smith, Hanford, Nash, Kratovil, Schenectady, Killian, Rutledge) estão em outros dossiês. Despachos de agência foram resumidos, sem reprodução.
TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 40
Página física 40, linhas da tabela de pilotos sobre estes casos (síntese, linha por linha)
Linhas da tabela de pilotos, uma a uma: código P, julho de 1948, Pasco, Washington, Don Newman, veterano de seis anos da Força Aérea na Segunda Guerra e na Coreia: disco mergulhando e subindo. Código P, 18 de março de 1950, perto de Bradford, Illinois, Robert Fisher e família: OVNI oval, com luz própria, passou pelo avião a 600 a 1.000 mph estimadas. Código AL, 27 de abril de 1950, perto de Goshen, Indiana, comandantes Robert Adickes e Robert F. Manning, TWA, e passageiros: disco acompanhou o avião e partiu quando perseguido. Código AL, 29 de maio de 1950, perto de Washington, D.C., comandante Willis T. Sperry e primeiro oficial Bill Gates, American Airlines: objeto elíptico circulou o avião e partiu em velocidade. Código AL, 27 de dezembro de 1950, perto de Bradford, Illinois, comandante Art Shutts, TWA: fonte de luz fazendo manobras erráticas e violentas.Conferir original em inglês
[p. 40: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 40, contando a capa.
TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 41
Página física 41, linhas da tabela de pilotos sobre estes casos (síntese, linha por linha)
Linhas da tabela de pilotos: código AL, 13 de agosto de 1952, Dallas, Texas, comandante Max M. Jacoby, piloto-chefe, e comandante J. W. McNaulty, Pioneer Airlines: perseguiu luz não identificada, que virou e mergulhou. Código AL, outono de 1952, de Nova York a Porto Rico, comandantes Charles Zammett, Robert Harris e William Hutchins, Pan American: grande esfera verde que pairou e depois partiu em velocidade. Código P, 27 de janeiro de 1953, perto de Livermore, Califórnia, J. B. Bean: objeto circular brilhante subiu íngreme a "velocidade terrível".Conferir original em inglês
[p. 41: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 41, contando a capa.
TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 42
Página física 42, linhas da tabela de pilotos sobre estes casos (síntese, linha por linha)
Linhas da tabela de pilotos: código M, 23 de junho de 1954, Ohio, tenente Harry L. Roe Jr.: F-51 acompanhado por luz não identificada. Código P, 14 de novembro de 1955, montanhas de San Bernardino, Califórnia, Gene Miller: globo de luz que piscava num padrão aparente.Nota editorial: A leitura automática do acervo não trazia as datas desta página.
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[p. 42: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 42, contando a capa.
TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 43
Página física 43, linhas da tabela de pilotos sobre estes casos (síntese, linha por linha)
Linhas da tabela de pilotos: código AL, 29 de março de 1957, ao largo da costa leste da Flórida, comandante Kenneth G. Brosdal e primeiro oficial George Jacobson, Pan American: luz pulsante brilhante, confirmada por radar; observação visual de 4 a 5 minutos. Código AL, 8 de outubro de 1957, perto de Boston, comandante Joseph L. Flynn, Pan American: objeto brilhante como um planeta, de dia, em alta velocidade e rumo constante. Código AL, 4 de fevereiro de 1959, ao largo de Nova Orleans, comandante H. Dunker, Pan American: fonte de luz avermelhada cruzou várias vezes a rota do DC-6B e subiu em linha reta. Código P, 4 de março de 1960, Dubuque, Iowa, Charles Morris, instrutor de voo: três OVNIs elípticos em fila. Código P, 4 e 5 de julho de 1961, Akron, Ohio, Ernest Stadvec, dono de serviço de voo e ex-piloto de bombardeiro da Força Aérea, e outros: fonte de luz mergulhou na direção do avião e subiu; experiência parecida na noite seguinte, confirmada por radar.Nota editorial: A leitura automática não trazia as datas.
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[p. 43: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 43, contando a capa.
TRECHO 5 · PÁGINA FÍSICA 44
Página física 44, parte sobre estes casos (síntese)
Linha da tabela: código P, 5 de fevereiro de 1963, perto de Washington, D.C., Carl Chambers, passageiro: luz branco-amarelada pulsante manobrou ao redor do avião. Texto (parte sobre estes casos): em julho de 1948, em Pasco, Washington, Don Newman, ex-piloto da Força Aérea, viu à 13h um OVNI em forma de disco com cúpula manobrando sobre a cidade; disse em relato à NICAP que o acabamento parecia "alumínio escovado"; o objeto desacelerava e acelerava, mergulhava e subia [32]. Em 18 de março de 1950, Robert Fisher levava a família de Chicago para Keokuk, Iowa; perto de Bradford, Illinois, às 8h40, viu um disco oval de aparência metálica à frente e à esquerda do seu Bonanza NC 505B, em rumo de cerca de 120 graus verdadeiros (ele voava a cerca de 225 graus); brilhava ao sol, mas continuou a brilhar ao passar sob uma camada de nuvens, o que indicaria luz própria; afastou-se a 600 a 1.000 mph estimadas [33]. Perto de Goshen, Indiana, em 27 de abril de 1950, um disco laranja-avermelhado acompanhou um DC-3 da TWA pilotado pelos comandantes Robert Adickes e Robert F. Manning; a tripulação e muitos passageiros viram; parecia "uma grande roda vermelha rolando"; cada vez que o piloto se aproximava, o objeto se afastava; quando o avião virou, o disco mergulhou de lado e partiu para o norte, rumo a South Bend [34]. Um mês depois, em 29 de maio, um avião da American Airlines saiu de Washington rumo ao sul; por volta das 21h30, o primeiro oficial Bill Gates viu uma luz vindo de frente e avisou o comandante Willis T. Sperry (continua na coluna seguinte): o mecânico Robert Arnholt também viu; o objeto, com luz azulada na borda dianteira, aproximou-se, pareceu parar, disparou para a esquerda, parou, circulou para a direita e, contra a lua, mostrou corpo em forma de torpedo ou elipse estreita; partiu para leste; Sperry chamou a velocidade de "fantástica" [35].Nota editorial: A tabela dá 2-5-63 para Chambers; o texto da p. 49 dá 7 de fevereiro de 1963.
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[p. 44: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 44, contando a capa.
TRECHO 6 · PÁGINA FÍSICA 45
Página física 45, parte sobre estes casos (síntese)
Parte sobre estes casos: no outono de 1952, três aviões DC-4 da Pan American, com 15 minutos de distância entre si, a cerca de 600 milhas ao sul de Nova York, a caminho de San Juan, viram ao mesmo tempo uma enorme bola verde, muito brilhante, maior que a lua cheia, aparentemente parada; o caso só foi contado anos depois, quando um dos pilotos voou com o comandante William B. Nash, consultor da NICAP; pelo rádio, as três tripulações comentaram o objeto, que ficou parado cerca de 45 segundos e depois partiu para oeste em velocidade fantástica, diminuindo na horizontal. Em seguida, sob "Disc Sightings", John B. Bean, aviador com 17 anos de experiência, em carta de 7 de fevereiro de 1953: na tarde de 27 de janeiro de 1953, depois de passar pelo escritório de compras das instalações de pesquisa da Comissão de Energia Atômica perto de Livermore, Califórnia, ele parou o carro junto ao canto nordeste da cerca; ouviu um DC-6 descendo para Oakland, a 2.500 a 3.000 pés, e notou um pequeno objeto esbranquiçado indo para o sul sobre a área da Comissão; pensou primeiro em fibra vegetal no ar, mas era inverno, e percebeu que o objeto se afastava muito depressa (continua na p. 46).Conferir original em inglês
[p. 45: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 45, contando a capa.
TRECHO 7 · PÁGINA FÍSICA 46
Página física 46, parte sobre estes casos (síntese)
Continuação de Bean: o objeto fez uma curva suave à esquerda e se mostrou perfeitamente redondo, com brilho metálico difuso, como alumínio acetinado ou escovado; virou para o sul, depois fez uma curva fechada à direita e subiu na mais terrível razão de subida que ele já vira, muito mais rápido que dois F-86 que observara dias antes perto de Hamilton Field; contou até três e o objeto sumiu. Nesse momento passou um jato a oeste, mais baixo, deixando rastro, em rota cruzada com a do disco mas milhares de pés abaixo; Bean pensou que o disco pudesse ter se desviado dele. O disco não deixou rastro, nenhum dos dois fez ruído, e o vento soprava dele para os aviões; às 13h43, céu limpo; a observação inteira durou cerca de nove segundos. (O despacho da United Press sobre Kratovil, de 1º de junho de 1954, está em outro dossiê.) Sob "Elliptical Objects": Charles R. Morris, de Dubuque, Iowa, tentou sem sucesso filmar em 8 mm três objetos elípticos que ele e a mulher viram em 4 de março de 1960; às 17h57, enquanto via um aluno fazer acrobacias, notou os três a sudeste, em fila, brilhando branco-azulado como néon, em arco de 25 graus de altura a sudeste até o nordeste; em cerca de 4 minutos cobriram 135 graus; ele correu buscar a câmera enquanto a mulher os acompanhava; pareciam subir ao sumir [38]. Lex Mebane, membro da NICAP, entrevistou-o por telefone: no máximo, tinham 1/8 do tamanho aparente da lua, sem som nem rastro, e o terceiro às vezes ficava para trás. A Força Aérea o interrogou e disse não haver aviões programados; ele confirmou o mesmo com o controle de Cedar Rapids. Sob "Maneuvering or Gyrating Lights": a NICAP descreve uma segunda categoria, luzes que alternam pairar e disparar "como beija-flor", e diz ser questão aberta se diferem dos objetos geométricos diurnos. Em 27 de dezembro de 1950, um voo da TWA de Chicago para Kansas City, rumo de cerca de 200 graus: logo após o pôr do sol, o comandante Art Shutts viu uma luz branca à frente, às vezes verde e vermelha, que começou a oscilar e a correr de norte a sul num arco de 10 a 30 graus, pairando e acelerando; o horizonte perto dela parecia vibrar; por fim reduziu-se a um ponto, deu um tranco, subiu a 45 graus, fez uma curva quase em ângulo reto e mergulhou abaixo do horizonte, ao norte; ficou visível 25 minutos [39]. Começo do despacho da United Press de Dallas, 15 de agosto de 1952: um veterano piloto de linha aérea contou como perseguiu uma misteriosa luz laranja perto de Dallas; o comandante Max M. Jacoby, piloto-chefe da Pioneer Airlines, chamou-a só de "luz" por medo de ser ridicularizado e disse que a viu num voo de teste na quarta-feira à noite.Nota editorial: "1343", "March 4, 1960", "5:57 p.m.", "December 27, 1950".
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[p. 46: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 46, contando a capa.
TRECHO 8 · PÁGINA FÍSICA 47
Página física 47, parte sobre estes casos (síntese)
Fim do despacho sobre Jacoby: ele tentou interceptar a luz, que escapou e sumiu; viu-a primeiro a 15 a 25 milhas de Love Field, a cerca de 3.000 pés; o objeto virou e mergulhou sem mudar de aparência, e Jacoby não soube dizer se era só uma luz ou luz de algum objeto; estava acompanhado do comandante J. W. McNaulty. Em 23 de junho de 1954, um piloto da Guarda Nacional Aérea num F-51 Mustang foi seguido por um OVNI sobre Ohio; o caso foi comunicado a Leonard H. Stringfield; o tenente Harry L. Roe Jr. viu o objeto por volta das 20h perto de Columbus e o manteve à vista por 45 minutos até Vandalia; tentou ver uma silhueta atrás da "luz branca redonda", mas ela se mantinha contra a parte escura do céu; quando ele virou para persegui-la, ela partiu. Em 14 de novembro de 1955, à noite, sobre as montanhas de San Bernardino, Gene Miller, ex-instrutor da Força Aérea, voando de Phoenix para Banning, com o passageiro Dr. Leslie Ward, de Redlands, viu um "globo de luz branca" lento à frente; piscou os faróis duas vezes e o globo apagou duas vezes; piscou três vezes e o objeto piscou três vezes e então "recuou no ar"; o caso saiu no Los Angeles Times de 26/11/1955. (O caso de Schenectady, 1956, está em outro dossiê.)Conferir original em inglês
[p. 47: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 47, contando a capa.
TRECHO 9 · PÁGINA FÍSICA 48
Página física 48, parte sobre estes casos (síntese)
Em 29 de março de 1957, por volta das 19h30, o voo 206A da Pan American ia de Nassau para Nova York a 16.000 pés, ao largo da costa leste da Flórida, a 30 graus de latitude norte; pilotava o comandante Kenneth G. Brosdal, com o mecânico John Wilbur no assento do copiloto e o copiloto George Jacobson navegando. Cerca de 50 milhas a leste do ponto Papa-3, os três viram uma luz branca muito brilhante que crescia até três ou quatro vezes o brilho de Vênus nascendo e diminuía, várias vezes; Brosdal verificou o radar e viu um alvo às 3 horas, a 45-50 milhas, no mesmo ângulo da luz; o controle de Miami não tinha outro tráfego; o radar acompanhou o alvo por 20 minutos e a observação visual durou 4 a 5 minutos; o eco parecia maior que o de um avião comum, e a altitude estimada era de 20.000 a 25.000 pés [40]. Em 8 de outubro de 1957, às 7h05, o comandante Joseph L. Flynn, da Pan American, trazendo um DC-7C de Paris para Nova York, viu cerca de 25 milhas a sudoeste de Boston um objeto "como uma estrela viajando muito depressa", prateado e mais brilhante que a estrela da manhã; seguiu-o por cinco minutos, mas ele sumiu; Flynn pensou no Sputnik I, mas o observatório do Smithsonian informou que o satélite passara sobre Nova York às 8h03 [41]. Em 4 de fevereiro de 1959, às 3h, sobre o oeste do Caribe, o comandante H. Dunker, da Pan American, num DC-6B de Nova Orleans para o Panamá, viu com a tripulação uma luz avermelhada cruzar a rota da direita para a esquerda, parar, voltar, mover-se de novo e, após 45 segundos, subir em linha reta [42]. (O caso de 24 de fevereiro de 1959, de Killian, está em outro dossiê.)Nota editorial: A tabela da p. 43 situa Dunker "Off New Orleans"; o texto diz "Over the Western Caribbean".
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[p. 48: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 48, contando a capa.
TRECHO 10 · PÁGINA FÍSICA 49
Página física 49, parte sobre estes casos (síntese)
Em 4 e 5 de julho de 1961, em duas noites seguidas sobre a área de Cleveland e Akron, Ernest Stadvec, ex-piloto de bombardeiro e dono de um serviço de voo em Akron, viu luzes que manobravam de modo estranho; na primeira noite, por volta das 22h15, com dois passageiros, uma luz verde e branca pareceu suspensa à direita, mergulhou em rota de colisão, inverteu e subiu; na noite seguinte a luz surgiu à frente e subiu de novo, sumindo a noroeste; segundo uma declaração do supervisor de operações do aeroporto ao Cleveland Plain Dealer, o radar do aeroporto Hopkins detectou na segunda noite um objeto parecido com meteoro, que brilhou na tela e sumiu em poucos minutos [46]. Em 7 de fevereiro de 1963, às 23h45, perto de Charlottesville, Virgínia, voltando de Danville para a Pensilvânia, o piloto particular Carl Chambers, de Williamsport, com o passageiro John P. Campbell, repórter do Sun-Gazette, viu uma luz parecida com estrela vindo em sua direção e avisou a FAA em Washington; por quase uma hora, a luz pairou à direita e passou à frente, sob e sobre o avião, depois apareceu 35 milhas ao sul de Washington, sobre uma base de defesa antimísseis, e em menos de meio minuto 10 a 15 milhas ao norte da capital; a torre da FAA disse ter recebido relato parecido de outro piloto; o objeto tinha brilho branco-amarelado intermitente e, no ponto mais próximo, parecia ter três pés.Nota editorial: O texto diz "Williamsburg Sun-Gazette" depois de citar piloto de Williamsport; o jornal de Williamsport é o Sun-Gazette.
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[p. 49: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 49, contando a capa.
TRECHO 11 · PÁGINA FÍSICA 53
Página física 53, notas da seção V sobre estes casos (síntese)
Notas da seção V sobre estes casos: 32, relatório arquivado na NICAP (Newman); 33, Air Facts, 1º de maio de 1950, pp. 29-30 (Fisher); 34, caso investigado pessoalmente pelo diretor da NICAP, com relato em Flying Saucers From Outer Space, de Keyhoe, pp. 145-148, e na revista Flying de julho de 1950 (Goshen); 35, Flying, setembro de 1950, com esboço do piloto, e Ruppelt, p. 120, e Popular Science, agosto de 1951 (Sperry); 37 e 38, relatórios arquivados na NICAP (Bean e Morris); 39, Air Facts, 1º de setembro de 1951 (Shutts); 40, entrevistado pelo CSI de Nova York (Brosdal); 41, New York World Telegram & Sun, 08/10/1957, e New York Daily Mirror, 09/10/1957 (Flynn); 42, relatado ao comandante William B. Nash (Dunker); 45, declaração arquivada na NICAP; 46, declaração ao Cleveland Plain Dealer de 08/07/1961 pelo supervisor de operações do aeroporto John M. Gieb (Stadvec).Nota editorial: A leitura automática perdia os números de 1 a 40.
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[p. 53: texto da publicação privada não reproduzido; ver o resumo]Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 53, contando a capa.
Datas e contexto documental
- Acontecimento
- Não estabelecida — Dossiê temático: episódios de julho de 1948 a 07/02/1963; datas de cada caso nos parágrafos.
- Documento
- Não estabelecida — Cartas, relatos e artigos de 1950 a 1963 citados nas notas; a carta de Bean é de 07/02/1953.
- Publicação
- 1964 — The UFO Evidence, NICAP, 1964; cópia liberada pela CIA em 02/04/2001.
Origem e divulgação
NICAP (National Investigations Committee on Aerial Phenomena), entidade civil privada; compilação The UFO Evidence (1964), editada por Richard H. Hall. Cópia guardada pela CIA (série CREST, CIA-RDP81R00560R000100010001-0, liberada em 02/04/2001). · CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf
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Relatos relacionados e suas diferenças
- E. J. Smith, Idaho, 1947
- Hanford, 1952
- Nash e Fortenberry, 1952
- Kratovil, Boston, 1954
- Schenectady, 1956
- Killian, 1959
- Benjamin, Texas, 1961
Perguntas para continuar a investigação
- Os relatos de Brosdal e Chambers, que envolvem radar e FAA, deixaram registro nos arquivos da Força Aérea ou da FAA?
- O esboço do piloto citado na nota 35 (caso Sperry) foi preservado na revista Flying de setembro de 1950?
GEOGRAFIA DO CASO
Vários lugares dos EUA e rotas aéreas
Dossiê temático com episódios em vários estados e em voo sobre o mar; não há um ponto único a marcar.
RASTRO DOCUMENTAL
Volte às fontes
As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.
- CIA-RDP81R00560R000100010001-0_NICAP-The-UFO-Evidence_1964.pdf
Páginas físicas 40 a 49 (tabela e relatos da seção V, "Pilots & Aviation Experts") e 53 (notas) do relatório NICAP The UFO Evidence (1964), cópia da CIA
CIA · 186 páginas
Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.


