UFOeUAPARQUIVO EM PORTUGUÊS

Dezembro de 1972 (fotografia AS17-147-22470) / Vale Taurus-Littrow, na Lua, local de pouso da Apollo 17

Apollo 17, 1972: a foto do vale Taurus-Littrow com três pontos no céu que o governo reabriu como caso

O Departamento de Guerra abriu um caso para examinar uma foto da Apollo 17 em que três pontos em triângulo aparecem no céu negro da Lua quando a imagem é ampliada. Uma análise preliminar do governo diz que os pontos podem ser um objeto físico na cena; a análise completa ainda não saiu.

Relatos de astronautas
Data do evento
Dezembro de 1972 (fotografia AS17-147-22470)
Local
Vale Taurus-Littrow, na Lua, local de pouso da Apollo 17
Tema
Relatos de astronautas
Órgãos das fontes
NASA
Documentos
1 documento · 1 página
Leitura
3 min
Paisagem lunar cinza com colinas ao fundo e céu negro; um quadro amarelo no alto à direita amplia três pontos coloridos muito pequenos.Fotografia da missão com área ampliada inserida pelo governoPágina física 1
Fotografia da missão com área ampliada inserida pelo governo · NASA (fotografia de 1972); destaque amarelo do governo dos EUA (2026) · Página física 1 do arquivo divulgado. Foto AS17-147-22470 da Apollo 17: colinas do vale Taurus-Littrow sob céu negro, com um quadro amarelo que amplia três pontos minúsculos em triângulo. Imagem única, reduzida para 1000 px de largura. O quadro amarelo não faz parte da fotografia de 1972: foi inserido na publicação oficial. A ficha oficial avisa que destaques desse tipo não constituem juízo analítico. Fonte documental ↗ · Ampliar imagem ↗

FONTES DOCUMENTAIS · NASA

O que os registros contam

A imagem publicada é a fotografia AS17-147-22470, da última missão tripulada à Lua, em dezembro de 1972. Segundo a ficha oficial, dentro do programa PURSUE de revisão de materiais históricos sobre UAP, o Departamento de Guerra dos Estados Unidos "abriu um caso para investigar" a foto. Ela mostra "três pontos" em formação triangular no quadrante inferior direito do céu lunar, visíveis quando a imagem é ampliada. O arquivo divulgado já vem com um quadro amarelo que amplia essa pequena área, colocado pelo governo sobre o céu escuro.

Na foto, o céu negro ocupa quase metade do quadro, acima de colinas claras e de um terreno plano com pedras. No canto inferior esquerdo aparece uma silhueta escura, e há faixas nas bordas laterais. Catálogos de arquivo registram o quadro no magazine de filme 147, com a paisagem do vale Taurus-Littrow, e o descrevem como parte de uma sequência feita a partir do módulo lunar, perto da primeira caminhada. No quadro ampliado, os três pontos são minúsculos: dois azulados e um avermelhado, muito próximos.

A ficha lembra que a foto já tinha sido publicada e discutida por observadores atentos, sem consenso sobre a natureza da anomalia. Diz também que uma "nova análise preliminar do governo dos EUA sugere que o detalhe da imagem é potencialmente resultado de um objeto físico na cena" e que o governo obteve o filme original da Apollo 17. Os resultados da análise completa da NASA e do Departamento de Guerra, segundo o texto, serão divulgados quando concluídos.

Uma análise preliminar não é conclusão. "Objeto físico na cena" quer dizer algo real diante da câmera, e não um defeito do filme ou da digitalização, mas não informa distância, tamanho nem natureza. Hipóteses editoriais a testar incluem reflexos ou partículas junto da janela, pedaços da própria nave, ou pontos mais distantes. A ficha não liga a foto a nenhum relato da tripulação, e o número do quadro não aparece no texto extraído das transcrições da Apollo 17 publicadas no mesmo conjunto.

LEITURA DIRETA DO ARQUIVO

O documento, em português

O arquivo é uma imagem sem texto próprio; o único texto oficial é a ficha de publicação, traduzida na íntegra. O identificador AS17-147-22470 vem dos metadados embutidos no JPG (título "AS17-147-22470_Zoom"). Informações de catálogo sobre o magazine e a sequência vêm de catálogos públicos (NASA Earth Observations e Project Apollo Archive) e estão atribuídas no texto.

TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 1

Ficha oficial de publicação de NASA-UAP-VM6, íntegra

Como parte da revisão de materiais históricos sobre UAP no âmbito do PURSUE, o DOW abriu um caso para investigar a fotografia da NASA que acompanha este texto, da missão Apollo 17, tirada em dezembro de 1972. A imagem contém três "pontos" em formação triangular no quadrante inferior direito do céu lunar, claramente visíveis quando a imagem é ampliada. Embora esta foto já tenha sido divulgada e discutida por observadores atentos, não há consenso sobre a natureza da anomalia. Uma nova análise preliminar do governo dos EUA sugere que o detalhe da imagem é potencialmente resultado de um objeto físico na cena. Além disso, como parte desta investigação, o governo obteve o filme original da missão Apollo 17, e os resultados da análise completa da NASA e do DOW serão divulgados quando concluídos.

Nota editorial: Texto da ficha oficial de publicação do arquivo na coleção war.gov/UFO (não está escrito dentro do JPG). A página oficial recusou acesso automatizado (HTTP 403) em 28/09/2026; o texto foi lido na reprodução da ficha em pursueufotracker.com e conferido contra a imagem: posição e número das áreas destacadas batem com o arquivo. DOW é a sigla do Departamento de Guerra (Department of War). A página no JPG é contada como 1 por convenção: o arquivo é uma imagem única.

Conferir original em inglês
As part of the review of historical UAP materials under PURSUE, DOW has opened a case to investigate the accompanying NASA photograph from the Apollo 17 mission, taken December 1972. The image contains three "dots" in a triangular formation in the lower right quadrant of the lunar sky that is clearly visible upon magnification of the image. While this photo has been previously released and discussed by keen observers, there is no consensus about the nature of the anomaly. New preliminary US government analysis suggests the image feature is potentially the result of a physical object in the scene. Additionally, as part of this investigation, the government has obtained the original film from the Apollo 17 mission and the results of the full NASA and DOW analysis will be released when completed.

Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 1, contando a capa.

Datas e contexto documental

Acontecimento
12/1972 — A ficha oficial diz "dezembro de 1972". Catálogos de arquivo situam o quadro perto da primeira caminhada lunar, em 11/12/1972, mas isso não foi conferido em fonte primária.
Documento
Não estabelecida — Os metadados do JPG só trazem o título "AS17-147-22470_Zoom", sem data de preparo legível.
Publicação
05/2026 — Release 1 da coleção de arquivos UAP, maio de 2026.

Origem e divulgação

NASA (fotografia); área ampliada inserida pelo governo dos EUA na publicação de 2026 · NASA-UAP-VM6-Apollo-17-1972.jpg

Imagem examinada inteira e na área ampliada. Metadados XMP conferidos.

undefined ↗ — undefined

Relatos relacionados e suas diferenças

Perguntas para continuar a investigação

  • O que a análise completa do filme original, prometida pela NASA e pelo Departamento de Guerra, dirá sobre os três pontos?
  • Os quadros vizinhos do mesmo magazine mostram os pontos, o que permitiria saber se se moveram?

GEOGRAFIA DO CASO

Vale Taurus-Littrow, Lua

Local na Lua; não há ponto no mapa da Terra.

RASTRO DOCUMENTAL

Volte às fontes

As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.

  1. NASA-UAP-VM6-Apollo-17-1972.jpg

    Imagem única: fotografia AS17-147-22470 da Apollo 17 com área ampliada inserida pelo governo

    NASA · 1 página

Publicações e mídias relacionadas

Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.

UMA HISTÓRIA LEVA A OUTRA

Continue explorando.

Voltar ao arquivo ↗

NASA

Apollo 17, 1972: fragmentos brilhantes em volta da nave na separação do terceiro estágio

Pouco depois de deixar a órbita da Terra, a tripulação da Apollo 17 descreveu a Houston partículas “muito brilhantes”, fragmentos angulosos que giravam e cintilavam perto da nave. Ronald Evans arriscou gelo ou tinta soltando do terceiro estágio, e o controle lembrou ter visto tinta descascando no foguete.

Abrir o caso

NASA

Apollo 17, 1972: “há algo lá fora”, o objeto piscante que Cernan pediu para localizar

Gene Cernan relatou a Houston um objeto brilhante e distante que girava e piscava em ritmo regular, “algo físico lá longe”, e marcou sua passagem para que o controle calculasse a posição. Schmitt, que já o vinha observando, achava que era o terceiro estágio do foguete, e horas depois Cernan falou em dois piscantes que poderiam ser painéis do adaptador da nave.

Abrir o caso

NASA

Apollo 17, 1972: Harrison Schmitt vê um clarão na superfície da Lua ao norte da cratera Grimaldi

Descrevendo a Lua iluminada pela luz da Terra, o geólogo Harrison Schmitt interrompeu a narração para dizer que tinha acabado de ver um clarão na superfície, ao norte de Grimaldi, e sugeriu conferir os sismômetros porque um pequeno impacto produziria luz. No debriefing técnico, ele diz apenas que teve um clarão “que pensou ser” na superfície lunar.

Abrir o caso

SUA ESCOLHA

Você pode navegar por todo o arquivo sem aceitar medição. O Google Analytics só carrega quando você autoriza a medição de visitas. Você pode recusar ou mudar sua escolha a qualquer momento.

Ler política de privacidade