Setembro e outubro de 1952 / Washington, D.C., EUA
Pentágono, 1952: o informativo sobre discos voadores que a Defesa dava aos jornalistas, e o FBI irritado com a New Yorker
Incomodado com uma reportagem da New Yorker que dizia que o FBI investigava discos voadores a pedido da Força Aérea, o Bureau procurou a Força Aérea e o assessor do Pentágono para o tema. Recebeu deles o informativo padrão entregue à imprensa, que falava em cerca de 1.500 relatos examinados, uns 20% sem explicação.
- Data do evento
- Setembro e outubro de 1952
- Local
- Washington, D.C., EUA
- Tema
- Arquivo do FBI
- Órgãos das fontes
- FBI
- Documentos
- 1 documento · 205 páginas
- Leitura
- 17 min
FONTES DOCUMENTAIS · FBI
O que os registros contam
Em 6 de setembro de 1952, a revista The New Yorker publicou uma longa reportagem de Daniel Lang sobre os discos voadores. Entre outras coisas, o texto dava a entender que o FBI fazia averiguações sobre o assunto a pedido da Força Aérea. O Bureau não gostou. Um memorando interno de 8 de outubro, de V. P. Keay para A. H. Belmont, chama a informação de incorreta e explica que, embora o FBI tivesse investigado discos voadores em certa época, havia então um acordo pelo qual o Bureau apenas repassava as queixas ao Escritório de Investigações Especiais (OSI) da Força Aérea.
O FBI foi atrás da origem da informação. O OSI disse que ninguém ali falara com Lang. O coronel C. M. Young, do gabinete do diretor de Inteligência da Força Aérea, general John A. Samford, telefonou em 30 de setembro ao capitão Edward Ruppelt, do Centro de Inteligência Técnica Aérea (ATIC). Segundo o memorando da Força Aérea arquivado pelo FBI, Ruppelt disse que o ATIC nunca indicara a Lang interesse do FBI, que o Bureau nunca fora chamado a fornecer relatórios sobre discos e que Lang teria inventado a história ou a tirado de algum artigo antigo.
O último contato foi com Albert Chop, que atendia a imprensa sobre discos voadores no Escritório de Informação Pública do Gabinete do Secretário de Defesa. Chop disse que Lang juntara a maior parte do material cerca de dois anos antes e voltara a procurá-lo para atualizar o texto. Afirmou que lhe deu só informação de rotina, que o orientou a não procurar o ATIC e que o FBI nunca foi mencionado. Ofereceu-se para descobrir discretamente a fonte de Lang; o FBI agradeceu e recusou. Nenhuma providência foi tomada.
Chop entregou ao FBI o informativo mimeografado que, segundo o memorando, era normalmente dado a repórteres e escritores. Em quatro folhas, o texto do Departamento de Defesa resume a história oficial: a Força Aérea tomou conhecimento dos relatos no outono de 1947, criou o projeto no Comando de Material Aéreo em 30 de dezembro de 1947 e anunciou, em 27 de dezembro de 1949, depois de 375 casos, que a maioria se explicava por objetos comuns mal interpretados, histeria leve, fenômenos do tempo, aberrações de luz ou fraudes. Desde então, o trabalho seguia como rotina de inteligência no ATIC.
Os números novos estão na segunda folha: cerca de 1.500 relatos examinados até 1952, dos quais da ordem de 20% não podiam ser associados a nada conhecido, sobretudo por falta de dados sobre tamanho, forma, velocidade e altitude. Nenhum padrão indicava propósito ou ameaça. O texto diz que 8% dos relatos vinham de pilotos de linha e 25% de militares, atribui parte dos ecos de radar a inversões térmicas e cita uma interceptação em janeiro de 1951 perto de Oak Ridge, no Tennessee, em que o radar dos caças os levou a um ponto no chão.
O informativo também anuncia planos: câmeras com rede de difração para registrar o espectro das luzes e um telescópio Schmidt com câmera para fotografar quase todo o céu noturno. Termina negando que os fenômenos fossem arma secreta americana e dizendo que, pelo que se sabia, nada neles estava ligado a veículos dirigidos contra os Estados Unidos, "de outro país ou de outros planetas". São avaliações da Força Aérea em 1952, feitas para o público; o documento não detalha os casos por trás das porcentagens.
LEITURA DIRETA DO ARQUIVO
O documento, em português
Traduzidos na íntegra o memorando da Força Aérea de 30/09/1952 (página 69), as quatro folhas do informativo do Departamento de Defesa (páginas 71 a 74) e as três folhas do memorando do FBI de 08/10/1952 (páginas 90, 92 e 93), conferidos no fac-símile. A reportagem da New Yorker (páginas 75 a 84), texto de revista protegido por direitos autorais, é tratada por síntese no dossiê sobre os ecos de radar de Washington; os versos de carimbos (páginas 70 e 91) ficaram de fora.
TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 69
Memorando da Diretoria de Inteligência da Força Aérea, 30/09/1952, página física 69 (íntegra)
Departamento da Força Aérea, quartel-general da Força Aérea dos Estados Unidos, Washington 25, D.C. 30 de setembro de 1952. Memorando para o sr. [iniciais manuscritas] Cox. Assunto: comentários sobre artigo da revista The New Yorker. 1. Foi feita uma ligação ao Centro de Inteligência Técnica Aérea (ATIC), às 13h30 de hoje (capitão Ruppelt), a respeito do artigo anexo. 2. O ATIC não indicou de forma alguma ao sr. [Daniel] Lang que o FBI tenha interesse em discos voadores. Além disso, o capitão Ruppelt afirmou que, que ele saiba, o FBI nunca foi chamado a fornecer relatórios sobre discos voadores. O ATIC tem a impressão de que o sr. Lang inventou a história ou a tirou de algum artigo de revista ou jornal de tempos atrás que certamente não tinha ligação com aquela organização. 3. O ATIC sugere que o senhor verifique com o sr. Al Chop, do Escritório de Informação Pública, que talvez possa lhe fornecer a informação pedida. 1 anexo: artigo da New Yorker de 6 de setembro de 1952. C. M. Young, coronel da USAF, chefe do Grupo de Política e Administração, Diretoria de Inteligência. [manuscrito:] Recebido da Inteligência da Força Aérea em 1/10/1952.Nota editorial: Conferido na imagem. As iniciais antes de 'Cox' são manuscritas e não foram lidas com segurança. Anotações de margem: 'Reporter at Large / Something in the Sky / Project Saucer' e 'memo from Mr. Keay to Mr. Belmont 10/8/52'. Carimbo 62-83894-320.
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Department of the Air Force, Headquarters United States Air Force, Washington 25, D. C. 30 September 1952. MEMORANDUM FOR: MR. [iniciais manuscritas] COX. SUBJECT: Comments on Article in The NEW YORKER. 1. A call was made to the Air Technical Intelligence Center, 1330 this date, (Captain Ruppelt) regarding the attached article. 2. ATIC did not in any way indicate to Mr. [Daniel, manuscrito] Lang that the FBI has an interest in flying saucers. Furthermore, Captain Ruppelt stated that the FBI to his knowledge has never been called upon to furnish reports on flying saucers. ATIC is under the impression that Mr. Lang made the story up or picked it up from a magazine or newspaper article sometime back that definitely was not associated with their organization. 3. ATIC suggests that you check further with Mr. Al Chop, Office of Public Information, and perhaps he can supply you with the information you have requested. 1 Incl: Article fr NEW YORKER, dtd Sept 6, 1952. C. M. YOUNG, Colonel, USAF, Chief, Policy & Management Group, Directorate of Intelligence. [manuscrito:] Rec'd from Air Intelligence 10/1/52.Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 69, contando a capa.
TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 71
Informativo do Escritório de Informação Pública do Departamento de Defesa, folha 1, página física 71 (íntegra)
Departamento de Defesa, Escritório de Informação Pública, Washington 25, D.C. [manuscrito: Recebido do sr. Albert Chop, Escritório de Informação Pública, Gabinete do Secretário de Defesa, 6/10/1952] As informações a seguir, sobre as investigações da Força Aérea a respeito de fenômenos aéreos incomuns, são enviadas em resposta ao seu pedido. No outono de 1947, a Força Aérea dos Estados Unidos tomou conhecimento oficial dos relatos dos chamados "discos voadores", porque os relatos do público indicavam que o problema podia estar ligado à responsabilidade da Força Aérea pela defesa aérea dos Estados Unidos. Em 30 de dezembro de 1947, a Força Aérea mandou seu Comando de Material Aéreo, na base aérea de Wright-Patterson, em Dayton, Ohio, montar um projeto para reunir e avaliar todos os fatos disponíveis sobre avistamentos de "discos voadores". Para isso, o Comando de Material Aéreo obteve os serviços de astrônomos civis e militares, psicólogos, especialistas em eletrônica, meteorologistas, engenheiros aeronáuticos e físicos. Em 27 de dezembro de 1949, depois de investigados 375 avistamentos relatados, a Força Aérea, com a concordância do Exército e da Marinha, anunciou as conclusões do projeto dos "discos voadores". As provas naquele momento indicavam que a maioria dos relatos de objetos voadores não identificados podia ser explicada como interpretação errada de vários objetos comuns, uma forma leve de histeria, fenômenos meteorológicos, aberrações de luz ou fraudes. Restava, porém, certo número de avistamentos não explicados, e a Força Aérea continuou suas investigações, já que é responsabilidade dela identificar e analisar fenômenos aéreos que possam representar ameaça aos Estados Unidos. Depois de dezembro de 1949, essas investigações passaram a ser feitas como função normal de inteligência, e não como projeto especial, pelo Centro de Inteligência Técnica Aérea, na base aérea de Wright-Patterson, em Dayton, Ohio.Nota editorial: Conferido na imagem. Datas e o número 375 confirmados no fac-símile (o texto automático trazia '19,7' e 'December ;o, 19"7'). Carimbo 62-83894-320 'Enclosure'.
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DEPARTMENT OF DEFENSE, OFFICE OF PUBLIC INFORMATION, WASHINGTON 25, D. C. [manuscrito: Rec'd from Mr. Albert Chop, Office of Public Info., OSD - 10/6/52] The following information concerning Air Force investigations of unusual aerial phenomena is submitted in answer to your request. In the Fall of 1947 the United States Air Force took official notice of reports of so-called "flying saucers" because the reports from the public indicated that the problem might be related to the Air Force responsibility for the air defense of the United States. On December 30, 1947 the Air Force directed its Air Materiel Command, at Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio, to set up a project to collect and evaluate all available facts concerning "flying saucer" sightings. To perform this task the Air Materiel Command obtained the services of civilian and military astronomers, psychologists, electronic specialists, meteorologists, aeronautical engineers, and physicists. On December 27, 1949, after 375 reported sightings had been investigated, the Air Force, with the concurrence of the Army and the Navy, announced the findings of the "flying saucer" project. The evidence at that time indicated that the majority of the reports of unidentified flying objects could be accounted for as misinterpretations of various conventional objects, a mild form of hysteria, meteorological phenomena, light aberrations, or hoaxes. There remained, however, a number of unexplained sightings, and the Air Force has continued its investigations inasmuch as it is an Air Force responsibility to identify and analyze aerial phenomena that could possibly be a menace to the United States. Subsequent to December 1949, these investigations have been conducted as a normal intelligence function, rather than a special project, by the Air Technical Intelligence Center, Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio.Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 71, contando a capa.
TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 72
Informativo do Departamento de Defesa, folha 2, página física 72 (íntegra)
Até agora, a Força Aérea se dispôs a investigar e analisar cerca de 1.500 relatos sobre esses fenômenos. Como antes, a maioria foi identificada e arquivada como aviões amigos relatados por engano, fenômenos eletrônicos e meteorológicos conhecidos, aberrações de luz, fraudes e outras ocorrências naturais conhecidas ou objetos feitos pelo homem. Os relatos não explicados, porém, que são da ordem de 20% do total, não podem ser associados com certeza a essas coisas conhecidas. Dificuldade de avaliar os relatos. A dificuldade de resolver esses relatos não explicados vem sobretudo da falta de dados básicos precisos, como tamanho, forma, composição e características de voo (velocidade, aceleração, altitude, padrão exato de manobra etc.) dos objetos. Embora existam alguns instrumentos úteis para obter dados mais precisos desse tipo, os relatos baseados em observações com esses instrumentos foram muito raros e formam uma porcentagem extremamente pequena do total. Além disso, mesmo esses relatos não traziam boa parte da informação necessária. Por causa da insuficiência desses dados básicos, a Força Aérea dedicou seus esforços, no passado, principalmente a determinar se esses avistamentos não explicados indicavam a existência de uma ameaça aos Estados Unidos. De início, acreditou-se que algum padrão poderia surgir do estudo de um grande volume de relatos. Até agora, nenhum padrão apareceu que revele qualquer coisa que se possa interpretar como indício de propósito ou coerência, ou que se possa entender como ameaça aos Estados Unidos. Ainda assim, como esses avistamentos não explicados persistem, a Força Aérea continuará suas investigações, dando ao problema atenção adequada, mas não frenética. Considera-se agora, porém, que só os relatos de pessoas cujo treino e experiência em observar objetos aéreos as qualificam a obter dados essenciais têm probabilidade de produzir material adequado para análise sistemática. A Força Aérea planeja fornecer ferramentas adicionais para ajudar esses observadores a obter os dados básicos de que ela precisa. Relatos de fenômenos semelhantes remontam aos tempos bíblicos. Houve ondas deles em vários séculos. A série atual de avistamentos começou, de modo geral, em 1946. Há muitas razões para o volume desses relatos ter aumentado bastante nos últimos anos. A atividade aérea criada pelo homem aumentou, e as pessoas hoje têm mais curiosidade por ela do que antes. Além disso, nossos eficientes meios de comunicação e a imprensa atuais estimulam a relatar observações incomuns, a divulgá-las e a registrá-las. A capacidade de medir esses fenômenos, porém, não parece ter avançado no mesmo passo que as oportunidades de observá-los. A Força Aérea acredita que a maioria desses fenômenos será compreendida aos poucos, à medida que se souber mais sobre o que ocorre na alta atmosfera.Nota editorial: Conferido na imagem. Números 1500 e 20% confirmados.
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To date, the Air Force has undertaken to investigate and analyze about 1500 reports dealing with these phenomena. As before, most of the reports were identified and disposed of as friendly aircraft erroneously reported, known electronic and meteorological phenomena, light aberrations, hoaxes, and other known natural occurrences or man-made objects. The unexplained reports, however, which are in the order of 20 percent of the total, cannot be definitely associated with these familiar things. Difficulty in Evaluating Reports. The difficulty in disposing of these unexplained reports is based largely upon the insufficiency of accurate basic data such as size, shape, composition and flight characteristics (speed, acceleration, altitude, exact maneuver pattern, etc.) of the objects. Although some instruments which are useful in obtaining more accurate data of this type have been available, the reports based on sightings with these instruments have been very infrequent and comprise an extremely small percentage of the total. Moreover, even these reports have not included much of the information required. Because of the inadequacy of this basic data, the Air Force has in the past devoted its efforts primarily to determining whether these unexplained sightings indicated the existence of a menace to the United States. Initially it was believed that some pattern might evolve from the study of a large volume of reports. To date, no pattern has materialized to reveal anything whatsoever which can be interpreted as indicative of purpose or consistency or which can be construed as a menace to the United States. Nonetheless, since these unexplained sightings persist, the Air Force will continue its investigations, giving the problem adequate but not frantic attention. It is now felt, however, that reports from people whose training and experience in observing aerial objects qualify them to obtain essential data are the only ones likely to produce material suitable for systematic analysis. The Air Force is planning to provide additional tools to help these observers obtain the basic data it needs. Reports of similar phenomena go back to Biblical times. There have been flurries of them in various centuries. The current series of sightings began generally in 1946. There are many reasons why the volume of these reports has increased materially during the past few years. Aerial activity originated by man has increased, and people today have a greater curiosity about this activity than before. Also, our present efficient communication facilities and news media provide an incentive for reporting unusual observations, for publicizing them and for recording them. However, the ability to measure these phenomena does not seem to have advanced in step with opportunities for observing them. The Air Force believes that most of these phenomena will gradually be understood as more is known about occurrences in the upper atmosphere.Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 72, contando a capa.
TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 73
Informativo do Departamento de Defesa, folha 3, página física 73 (íntegra)
Origem dos relatos. A maioria dos relatos de fenômenos aéreos veio de civis. Cerca de 8% vêm de pilotos de empresas aéreas, e aproximadamente 25% são feitos por militares. Também foram recebidos relatos de cientistas altamente qualificados. Embora se dê importância maior aos relatos de observadores qualificados, não há intenção de desacreditar observadores sem treino. Avistamentos por radar. A Força Aérea recebeu muitos relatos de imagens incomuns nas telas de radar. Está razoavelmente bem estabelecido que algumas dessas imagens são objetos do solo refletidos por uma camada de ar quente acima da terra (uma inversão térmica). Reflexos de inversão térmica podem dar na tela de radar um retorno tão nítido quanto o de um avião. As velocidades desses retornos vão, segundo os relatos, de zero a velocidades fantásticas. Os "objetos" também parecem se mover em todas as direções. Esses avistamentos por radar resultaram em centenas de tentativas inúteis de interceptação. Uma teoria científica sustenta que a luz pode ser refletida da mesma maneira por uma camada de ar quente acima da terra e, se isso se provar correto, poderia explicar alguns avistamentos visuais. Confirma a teoria do reflexo por inversão térmica um incidente ocorrido em janeiro de 1951 perto de Oak Ridge, Tennessee. Dois aviões da Força Aérea tentaram interceptar um "objeto" não identificado e chegaram a travar o radar nele. Sua altitude no momento era de 7.000 pés. O objeto não identificado, segundo o radar deles, parecia estar a uma elevação de 10 a 25 graus. Foram feitas três passagens para tentar se aproximar do objeto. Em cada uma, os pilotos relataram que o radar os levou primeiro para cima e depois para baixo, em direção a um ponto específico no solo. Acredita-se que nuvens ionizadas causem alguns retornos de radar não identificados. A atividade de tempestades é identificável por radar, e o radar é usado para evitá-las. Além disso, o radar captou muitos objetos relatados de início como "fenômenos não identificados" que depois foram identificados como aviões, aves, balões, formações de gelo no ar ou outros objetos ou manifestações aéreas conhecidos. Política sobre tentativas de interceptação. O Comando de Defesa Aérea não deu ordens a suas unidades de caça para atirar em fenômenos aéreos não identificados. O Comando de Defesa Aérea é encarregado da defesa aérea dos Estados Unidos, e sua missão é atacar qualquer coisa no ar que seja sabidamente hostil ou que pareça hostil. Isso não deve ser interpretado como se nossos pilotos fossem atirar a esmo em qualquer coisa que voe. - 3 -Nota editorial: Conferido na imagem. 'Oakridge' conforme o original (Oak Ridge). 7.000 pés e 10 a 25 graus confirmados no fac-símile; as últimas linhas, ilegíveis no texto automático, foram lidas na imagem.
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Source of Reports. The majority of reports of aerial phenomena have come from civilians. About 8 percent come from civil airlines pilots, while approximately 25 percent are reported by military personnel. Reports have been received also from highly qualified scientists. Although primary significance is attached to reports from qualified observers, there is no intention to discredit untrained observers. Radar Sightings. The Air Force has received many reports of unusual images on radar scopes. It is fairly well established that some of these images are ground objects reflected from a layer of warm air above the earth (a temperature inversion). Temperature inversion reflections can give a return on a radar scope that is as sharp as that received from an aircraft. Speed ranges of these returns are reportedly from zero to fantastic speeds. The "objects" also appear to move in all directions. Such radar sightings have resulted in hundreds of fruitless intercept efforts. One scientific theory holds that light can be similarly reflected from a layer of warm air above the earth and, if proven to be correct, this could account for some visual sightings. Bearing out the theory of temperature inversion reflection is an incident which occurred in January 1951 near Oakridge, Tennessee. Two Air Force aircraft attempted to intercept an unidentified "object" and actually established a radar "lock" on the object. Their altitude at the time was 7,000 feet. The unidentified object, according to their radar, appeared to be at an elevation of ten to 25 degrees. Three passes were made in an attempt to close on the object. In each instance the pilots reported that their radar led them first upward and then down toward a specific point on the ground. Ionized clouds are believed to be the cause of some unidentified radar returns. Thunderstorm activity is identifiable by radar, and radar is used for the purpose of avoiding thunderstorms. In addition, radar has picked up many objects first reported as "unidentified phenomena" which were later identified as aircraft, birds, balloons, ice formations in the air, or other known aerial objects or manifestations. Policy Regarding Attempted Interception. No orders have been issued by the Air Defense Command to its fighter units to fire on unidentified aerial phenomena. The Air Defense Command is charged with air defense of the United States, and its mission is to attack anything airborne which is known or appears to be hostile. This should not be interpreted to mean that our pilots will fire haphazardly on anything that flies. - 3 -Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 73, contando a capa.
TRECHO 5 · PÁGINA FÍSICA 74
Informativo do Departamento de Defesa, folha 4, página física 74 (íntegra)
Não se tentam interceptações toda vez que imagens não identificadas aparecem por pouco tempo numa tela de radar da Força Aérea. Os interceptadores atuais da Força Aérea são aviões de curto alcance, curta autonomia e alta velocidade, e podem ser usados com mais eficácia quando é possível seguir um alvo por meios visuais ou de radar, de modo a prever com razoável precisão sua posição no ar num momento futuro. Métodos de avaliação. O primeiro passo para avaliar avistamentos de fenômenos aéreos incomuns é reunir todos os dados disponíveis e confrontá-los com objetos aéreos conhecidos, como balões, aviões, mísseis, meteoros e fenômenos do tempo. Se continuarem sem explicação, os relatos de fontes confiáveis, com detalhes suficientes, são entregues a especialistas de vários campos científicos para análise mais profunda. Como já dito, há necessidade de relatos melhores, de observadores treinados usando equipamento adequado. A Força Aérea pretende complementar seu estudo atual com instrumentos sempre que possível. O desenvolvimento recente de um equipamento fotográfico especial pode permitir reunir dados até agora impossíveis de obter por métodos fotográficos comuns. Esse equipamento é uma câmera com rede de difração, que separa a luz em suas partes componentes (espectro) e as registra em filme. O princípio é o mesmo usado pelos astrônomos para determinar a composição das estrelas. Assim, os cientistas da Força Aérea talvez possam determinar as características dos fenômenos e depois identificar sua origem. Outra proposta envolve o uso de um telescópio Schmidt em funcionamento contínuo, equipado com câmera. Esse telescópio tem lente de grande abertura e consegue cobrir um cone de 150 graus, quase todo o céu de horizonte a horizonte. Esse equipamento permitirá obter, numa série de chapas fotográficas, um registro completo do que acontece no céu à noite. O que os "discos" não são. A Força Aérea já afirmou no passado, e reafirma agora, que esses fenômenos aéreos não identificados não são arma, míssil ou avião secretos desenvolvidos pelos Estados Unidos. Nenhum dos três departamentos militares nem qualquer outro órgão do governo faz experiências, classificadas ou não, com objetos voadores que possam ser a base dos fenômenos relatados. Pelo que se sabe, não há neles nada associado a material ou veículos dirigidos contra os Estados Unidos, vindos de outro país ou de outros planetas. Agradecemos muito o seu interesse pelo assunto. Por favor, recorra a nós se pudermos ser úteis de novo. Atenciosamente,Nota editorial: Conferido na imagem. A folha termina em 'Sincerely yours,' sem assinatura; 150 graus confirmado no fac-símile.
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Attempts at interception are not made every time that unidentified images appear briefly on an Air Force radar-scope. Current Air Force interceptors are short-range, short-duration, high-speed aircraft and can be employed most effectively when it is possible to track a target by visual or radar means so that its position in the air at some future time may be predicted with a reasonable degree of accuracy. Methods of Evaluating. The first step in evaluating sightings of unusual aerial phenomena is to collect all available data and check it against known airborne objects such as balloons, aircraft, missiles, meteors, and weather phenomena. If still unexplained, reports from reliable sources, with sufficient details, are turned over to specialists in various scientific fields for further analysis. As stated earlier, there is a need for better reports from trained observers using adequate equipment. The Air Force intends to implement its present study with instruments wherever possible. The recent development of special photographic equipment may make it possible to gather data hitherto unobtainable through ordinary photographic methods. This equipment consists of a diffraction grating camera which separates light into its component parts (spectrum) and registers them on film. The principle involved is that used by astronomers in determining the composition of the stars. In this manner Air Force scientists may be able to determine the characteristics of the phenomena and subsequently identify the source. Another proposal involves the use of a continuously operating Schmidt telescope equipped with a camera. This telescope has a wide aperture lens and is capable of covering a cone of 150 degrees or nearly the whole sky from horizon to horizon. This equipment will make it possible to get on a series of photographic plates a complete record of what happens in the sky at night. What "Saucers" Are Not. The Air Force has stated in the past, and reaffirms at the present time, that these unidentified aerial phenomena are not a secret weapon, missile or aircraft, developed by the United States. None of the three military departments nor any other agency in the government is conducting experiments, classified or otherwise, with flying objects which could be a basis for the reported phenomena. As far as is known there is nothing in them that is associated with material or vehicles that are directed against the United States, from another country or from other planets. Your interest in this matter is greatly appreciated. Please call upon us if we may be of further service. Sincerely yours,Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 74, contando a capa.
TRECHO 6 · PÁGINA FÍSICA 90
Memorando de V. P. Keay a A. H. Belmont, FBI, 08/10/1952, folha 1, página física 90 (íntegra)
Memorando interno do governo dos Estados Unidos. Para: sr. [A. H. Belmont]. Data: 8 de outubro de 1952. De: V. P. Keay. Assunto: discos voadores. Refere-se a um artigo publicado na revista The New Yorker de 6 de setembro de 1952, anexo. O artigo, escrito por Daniel Lang, trazia informação incorreta sobre investigações do FBI, dando a entender que o FBI faz certas averiguações sobre discos voadores a pedido da Força Aérea. Esclarece-se aqui que, embora o Bureau tenha em certa época feito algumas investigações sobre discos voadores, há hoje um acordo com a Força Aérea pelo qual ela conduz todas as investigações sobre discos voadores, e o Bureau, ao receber queixas dessa natureza, apenas as repassa ao Escritório de Investigações Especiais (OSI), que por sua vez transmite a informação à Inteligência da Força Aérea. A Inteligência da Força Aérea criou o Centro de Inteligência Técnica Aérea, na base aérea de Wright-Patterson, em Dayton, Ohio, para coordenar e conduzir a pesquisa sobre discos voadores. Fez-se uma averiguação para determinar, se possível, a fonte da informação do artigo anexo sobre investigações do FBI. O tenente-coronel L. L. Free, chefe do Setor de Espionagem da Divisão de Contrainteligência do OSI, informou que ninguém do OSI foi procurado por Lang e sugeriu contato direto do representante do Bureau com a Inteligência da Força Aérea, para saber se Lang tinha falado com alguém dessa organização ao reunir informação para o artigo. O coronel C. M. Young, oficial executivo do major-general John A. Samford, diretor de Inteligência da Força Aérea, informou que Lang não procurou o gabinete do general Samford. O coronel Young também telefonou ao capitão Ruppelt, do Centro de Inteligência Técnica Aérea, em 30 de setembro de 1952. O capitão Ruppelt informou ao coronel Young que nunca indicaram de nenhuma forma ao sr. Lang que o FBI tenha interesse em discos voadores. Disse que, que ele saiba, o FBI nunca foi chamado a fornecer relatórios sobre discos voadores. Ruppelt tem a impressão de que o sr. Lang inventou a história ou a tirou de algum artigo de revista ou jornal de tempos atrás. O coronel Young e o capitão Ruppelt conhecem bem a política do Bureau sobre discos voadores. Anexos (2).Nota editorial: Conferido na imagem. O destinatário está parcialmente apagado na folha 1; as folhas 2 e 3 (páginas 92 e 93) o identificam como A. H. Belmont. Rubricas e carimbos de indexação (Recorded 116) não traduzidos.
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Office Memorandum, United States Government. TO: Mr. [A. H. Belmont]. DATE: October 8, 1952. FROM: V. P. Keay. SUBJECT: FLYING SAUCERS. Reference is made to an article which appeared in "The New Yorker" dated September 6, 1952, which is attached. This article which was written by Daniel Lang contained inaccurate information regarding FBI investigations, indicating that the FBI conducts certain inquiries regarding flying saucers at the request of the Air Force. It is pointed out here that, although the Bureau did at one time conduct some investigations regarding flying saucers, a present agreement has been set up with the Air Force whereby the Air Force conducts all investigations pertaining to flying saucers and the Bureau, upon receiving complaints of this nature, merely turns the complaints over to the Office of Special Investigations (OSI), which in turn transmits the information to Air Intelligence. Air Intelligence has set up the Air Technical Intelligence Center at Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio, for the purpose of coordinating and handling of research pertaining to flying saucers. Inquiry was conducted in order to determine, if possible, the source for the information appearing in the attached article regarding FBI investigations. Lieutenant Colonel L. L. Free in charge of the Espionage Branch, Counter-Intelligence Division, Office of Special Investigations, advised that no one in OSI has been contacted by Lang, and he suggested direct contact by the Bureau Representative with Air Intelligence to determine if Lang had been in touch with anyone in that organization in order to gather information for his article. Colonel C. M. Young, Executive Officer to Major General John A. Samford, Director of Air Intelligence, advised that Lang has not contacted General Samford's office. Colonel Young also telephonically contacted Captain Ruppelt of the Air Technical Intelligence Center, Wright-Patterson Air Force Base, Dayton, Ohio, on September 30, 1952. Captain Ruppelt advised Colonel Young that they have never indicated in any way to Mr. Lang that the FBI has an interest in flying saucers. Captain Ruppelt stated that the FBI to his knowledge has never been called upon to furnish reports on flying saucers. Ruppelt is under the impression that Mr. Lang made the story up, or picked it up from some magazine or newspaper article sometime back. Both Colonel Young and Captain Ruppelt are thoroughly familiar with Bureau policy pertaining to flying saucers. Attachments (2).Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 90, contando a capa.
TRECHO 7 · PÁGINA FÍSICA 92
Memorando de 08/10/1952, folha 2, página física 92 (íntegra)
Memorando para o sr. A. H. Belmont, 8/10/1952. O coronel Young sugeriu novo contato com o sr. Albert Chop, do Escritório de Informação Pública do Gabinete do Secretário de Defesa, que representa a Força Aérea nos contatos de relações públicas sobre discos voadores. O sr. Chop foi procurado e disse conhecer o artigo anexo da New Yorker. Informou que Lang reuniu a maior parte do material cerca de dois anos antes, quando houve muita publicidade sobre discos voadores nos jornais. Não sabe onde Lang reuniu o material na época, mas supõe que tenha sido em várias fontes, como outros artigos de jornal. Quando a publicidade recente sobre discos voadores apareceu nos jornais, Lang renovou o interesse pelo tema e tentou atualizar o artigo. Procurou o sr. Chop para obter informação atual. O sr. Chop disse que deu a Lang alguns itens rotineiros sobre queixas de discos voadores e investigações da Força Aérea, mas que o instruiu a não procurar o Centro de Inteligência Técnica Aérea para obter mais informação dessa fonte. Disse também que em nenhum momento o FBI foi mencionado e que não faz ideia de onde Lang obteve a informação do artigo sobre investigações do FBI. O sr. Chop afirmou conhecer bem a política do Bureau sobre investigações de discos voadores e que nunca indicou a nenhum escritor ou representante de jornal que o FBI investigue discos voadores. Disse que, se o Bureau desejasse, teria prazer em procurar Lang para descobrir discretamente de onde ele tirou a informação de que o FBI investiga discos voadores, e que poderia fazer esse contato sem indicar de modo algum que o Bureau o procurara. Foi-lhe dito que a oferta de cooperação era apreciada, mas que não se desejava essa averiguação no momento. Segue anexo um formulário mimeografado atual com informação atualizada sobre toda a questão dos discos voadores, entregue por Chop. É a informação que - 2 -Nota editorial: Conferido na imagem. O texto automático troca 'f' por '/' em várias palavras; lido no fac-símile.
Conferir original em inglês
Memorandum for Mr. A. H. Belmont, 10/8/52. Colonel Young suggested that further contact be made with Mr. Albert Chop of the Office of Public Information, Office of the Secretary of Defense, who represents the Air Force in public relations contacts pertaining to flying saucer matters. Mr. Chop was contacted and advised that he was familiar with the attached "New Yorker" magazine article. He advised that Lang had gathered most of the material about two years ago when considerable publicity regarding flying saucers had appeared in newspapers. He does not know where Lang gathered the material at that time but assumes that he gathered it from various sources, such as other newspaper articles. When the recent publicity regarding flying saucers appeared in newspapers, Lang renewed his interest in flying saucers and attempted to bring his article up to date. He contacted Mr. Chop for further current information. Mr. Chop advised that he gave Lang some routine items of interest regarding flying saucer complaints and investigations by the Air Force, but that he instructed Mr. Lang not to contact the Air Technical Intelligence Center for further information from that source. Mr. Chop also advised that at no time was the FBI mentioned and that he has no idea where Lang obtained the information appearing in his article concerning FBI investigations. Mr. Chop advised that he is thoroughly familiar with Bureau policy pertaining to flying saucer investigations, and that he at no time has indicated to any writer or newspaper representative that the FBI conducts investigations pertaining to flying saucers. Mr. Chop advised that, if the Bureau desires, he would be glad to contact Lang to discreetly determine where Lang obtained his information indicating that the FBI conducts investigations pertaining to flying saucers. He stated that he could make this contact without indicating in any way the Bureau has contacted him. He was advised that his offer of cooperation was appreciated, but that it was not desired that he make such an inquiry at the present time. There is attached a current mimeographed form containing current information regarding the whole flying saucer matter which was turned over by Chop. This is the information which - 2 -Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 92, contando a capa.
TRECHO 8 · PÁGINA FÍSICA 93
Memorando de 08/10/1952, folha 3, página física 93 (íntegra)
Memorando para o sr. A. H. Belmont, 8/10/1952. normalmente é dada a repórteres de jornal ou escritores que fazem perguntas no Escritório de Informação Pública. Providência: nenhuma. Para seu conhecimento. - 3 -Nota editorial: Conferido na imagem.
Conferir original em inglês
Memorandum for Mr. A. H. Belmont, 10/8/52. is ordinarily given to newspaper reporters or writers who make inquiry in the Office of Public Information. ACTION: None. For your information. - 3 -Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 93, contando a capa.
Datas e contexto documental
- Acontecimento
- 08/10/1952 — Data do memorando do FBI que encerra a averiguação; o contato com Ruppelt foi em 30/09/1952 e o informativo foi recebido de Albert Chop em 06/10/1952.
- Documento
- 08/10/1952 — Memorandos de 30/09/1952 e 08/10/1952; o informativo não tem data impressa.
- Publicação
- 06/09/1952 — Data da edição da New Yorker que motivou a averiguação.
Origem e divulgação
FBI, custódia; autoria: Escritório de Informação Pública do Departamento de Defesa (informativo), Diretoria de Inteligência da Força Aérea (memorando de 30/09/1952) e FBI (memorando de 08/10/1952) · 65_HS1-834228961_62-HQ-83894_Section_7.pdf
Páginas físicas 69, 71 a 74, 90, 92 e 93, conferidas no fac-símile.
Relatos relacionados e suas diferenças
- Washington, julho de 1952: ecos de radar, na New Yorker
- Palestra de Ruppelt, 1952
- Oak Ridge, 1950: radar e alvos
- O filme de Tremonton
Perguntas para continuar a investigação
- Quais eram os casos por trás dos cerca de 20% não explicados citados no informativo?
- As câmeras com rede de difração e o telescópio Schmidt chegaram a ser usados, e com que resultado?
GEOGRAFIA DO CASO
Washington, D.C.
Referência aproximada da capital, onde ficavam o FBI, o Pentágono e a Diretoria de Inteligência da Força Aérea, posicionada pela redação. Não indica local de avistamento.
RASTRO DOCUMENTAL
Volte às fontes
As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.
- 65_HS1-834228961_62-HQ-83894_Section_7.pdf
Página física 69: memorando da Diretoria de Inteligência da Força Aérea sobre o artigo da New Yorker, 30/09/1952 · Páginas físicas 71 a 74: informativo mimeografado do Escritório de Informação Pública do Departamento de Defesa, recebido pelo FBI em 06/10/1952 · Páginas físicas 90, 92 e 93: memorando de V. P. Keay a A. H. Belmont, FBI, 08/10/1952
FBI · 205 páginas
Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.