Data: 21/01/2010Local: Washington, D.C., EUA (Tribunal Distrital do Distrito de Colúmbia)
Washington, 2010: a CIA declara à Justiça que não achou registro da suposta reunião de 1987 sobre o voo JAL 1628
Numa declaração de janeiro de 2010, a coordenadora de FOIA da CIA, Delores M. Nelson, descreve as buscas feitas para atender ao pesquisador Larry W. Bryant e afirma que nenhum registro da alegada reunião de 1987 na FAA sobre o voo 1628 foi encontrado. Para casos aéreos posteriores a 1986, só apareceram três documentos de outras agências.
- Data do evento
- 21/01/2010
- Local
- Washington, D.C., EUA (Tribunal Distrital do Distrito de Colúmbia)
- Tema
- Arquivo da CIA
- Órgãos das fontes
- CIA
- Documentos
- 1 documento · 58 páginas
- Leitura
- 140 min
Documento oficialPágina física 3FONTES DOCUMENTAIS · CIA
O que os registros contam
Em 21 de janeiro de 2010, Delores M. Nelson, coordenadora de informação e privacidade da CIA, firmou uma declaração sob pena de perjúrio no processo Larry W. Bryant contra a CIA (ação civil 09-0940, Tribunal Distrital do Distrito de Colúmbia). O texto apoiava o pedido da agência para que a causa fosse decidida sem julgamento. Bryant, colunista da UFO Magazine e diretor em Washington do grupo Citizens Against UFO Secrecy, havia pedido em agosto de 2008 os registros de uma suposta reunião de 1987 na sede da FAA sobre o caso de 17 de novembro de 1986, quando a tripulação japonesa do voo 1628, um cargueiro 747, relatou um encontro no céu do Alasca.
A origem do pedido está no Anexo A. Na mensagem enviada primeiro ao gabinete do Diretor de Inteligência Nacional, Bryant atribui a John J. Callahan, funcionário aposentado da FAA, a revelação de que a agência de aviação reuniu em 1987 provas oficiais do caso, com a presença de assessores científicos do presidente Reagan e de três funcionários da CIA. Segundo esse relato, um dos participantes da CIA teria dito no fim que o evento “nunca aconteceu” e que os dados seriam confiscados. É uma alegação de terceiros transmitida pelo requerente. A declaração da CIA não a confirma, não a contesta e não discute o avistamento.
A disputa começou pelas tarifas. Em 30 de setembro de 2008, a CIA respondeu que não fazia pesquisa organizada sobre UFOs nem coletava inteligência sobre eles desde a década de 1950, ofereceu por US$ 267,90 o pacote de 2.779 páginas já liberadas e negou a dispensa de tarifas. Bryant recorreu, exigindo ser tratado como imprensa. A agência recusou o recurso, e ele foi à Justiça em 20 de maio de 2009, alegando também que a busca não tinha sido feita com diligência. Em 23 de junho de 2009, a CIA reabriu o pedido e passou a enquadrá-lo na categoria de imprensa.
A parte central da declaração descreve a nova busca. Foram acionadas a Diretoria de Inteligência, a de Ciência e Tecnologia, a área do diretor e o serviço clandestino. Os termos usados incluíram “FAA”, “Japanese flight crew 1628”, “UFO and 747” e o nome “Callahan”. Foram revistos os arquivos do antigo escritório de pesquisa científica e de armamentos, do centro de interpretação fotográfica e do serviço de monitoramento de rádio e imprensa estrangeiros, além de cada página reunida na revisão sobre UFOs ordenada pelo diretor James Woolsey em 1993-94. Segundo a declarante, nada foi achado sobre a reunião. Para casos aéreos posteriores a 1986, surgiram três documentos de outras agências, encaminhados ao Departamento de Estado e à Agência de Segurança Nacional.
O arquivo de 58 páginas começa com duas folhas inteiramente retidas, segue com a declaração (páginas 3 a 19) e traz seis anexos: o pedido de Bryant, a carta da CIA de 30 de setembro de 2008, o recurso de outubro, a resposta da CIA de 28 de outubro, a carta de reabertura de junho de 2009 e a resposta final de 21 de outubro de 2009. Junto com a carta de setembro foi anexado o artigo de Gerald K. Haines “O papel da CIA no estudo dos UFOs, 1947-90”, da revista interna Studies in Intelligence, reproduzido nas páginas 27 a 44, seguido de trecho do regulamento de FOIA da CIA (Título 32, Parte 1900). A cópia foi aprovada para liberação em 11 de junho de 2025.
No recurso (páginas 48 a 51), Bryant chama a resposta inicial de história oficial “requentada” e pede que o inspetor-geral da CIA investigue a revelação, atribuída a Callahan, de que funcionários da agência teriam pressionado ilegalmente o ex-funcionário da FAA em relação ao acobertamento do caso do Alasca. O que o documento estabelece é o resultado de uma busca descrita pela própria CIA: a agência afirma não ter localizado registro da reunião. Isso não confirma nem desmente que a reunião tenha ocorrido. Há duas imprecisões no original: a remissão ao “¶ 9” no parágrafo 27, que deveria ser ao 7, e a data de 15 de junho de 2009 apresentada como data da carta de reabertura, que é de 23 de junho.
Os anexos da declaração mostram a troca de cartas que levou ao processo. Em 23 de agosto de 2008, Larry W. Bryant pediu à CIA os registros da reunião especial de 1987 na sede da FAA sobre o encontro do voo da Japan Air Lines no Alasca e de casos semelhantes desde 17 de novembro de 1986. Em 30 de setembro de 2008, Delores M. Nelson respondeu que a Agência não fazia pesquisa organizada sobre UFOs desde os anos 1950, ofereceu as 2.779 páginas já liberadas por US$ 267,90, negou a isenção de taxas e enviou de graça um artigo da revista interna Studies in Intelligence.
Esse artigo, “CIA's Role in the Study of UFOs, 1947-90”, de Gerald K. Haines, publicado no verão de 1997, ocupa boa parte dos anexos, com fotografias amadoras de supostos UFOs e 93 notas. Ele é a versão da própria CIA sobre sua história no tema: o painel Robertson de 1953, o sigilo sobre o patrocínio da Agência, a avaliação de que mais da metade dos relatos do fim dos anos 1950 e dos anos 1960 se explicaria por voos de reconhecimento como os do U-2, a ajuda discreta do NPIC ao Comitê Condon e as ações FOIA do Ground Saucer Watch. São afirmações do historiador da Agência, não medições independentes.
As cartas seguintes mostram como o pedido mudou de rumo. Bryant recorreu em 3 de outubro de 2008, pediu a categoria de imprensa e quis que o inspetor-geral apurasse a afirmação de John J. Callahan, ex-funcionário da FAA, sobre pressão da CIA no caso do Alasca. A CIA recusou o recurso em 28 de outubro de 2008. Já com o processo em andamento, reabriu o pedido em 23 de junho de 2009 e o aceitou como colunista da UFO Magazine. A resposta final, de 21 de outubro de 2009, diz que nada foi achado sobre a reunião de 1987 e que material de outro órgão do governo foi encaminhado à sua origem.
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LEITURA DIRETA DO ARQUIVO
O documento, em português
Tradução integral, página por página, das páginas físicas 1 a 29: as duas folhas retidas, a declaração de Delores M. Nelson (páginas 3 a 19), o Anexo A (pedido de Larry W. Bryant), o Anexo B (carta da CIA de 30/09/2008) e as três primeiras páginas do artigo de Gerald K. Haines publicado na revista da CIA Studies in Intelligence, obra de governo anexada à carta. O inglês fica para o integrador copiar do acervo. Foram omitidos apenas dados técnicos pessoais do cabeçalho do e-mail de 2008 (endereço IP e identificador da mensagem) e o endereço de sessão do rodapé da página 21; os trechos suprimidos pela CIA aparecem como [suprimido] com a isenção indicada. As páginas 30 a 58 (resto do artigo de Haines, trecho do 32 C.F.R. Parte 1900 e Anexos C a F) ficam para ampliação deste mesmo dossiê.
TRECHO 1 · PÁGINA FÍSICA 1
Página física 1: folha inteiramente retida
[Carimbo no alto e no pé: “Aprovado para liberação: 2025/06/11 C07083374”.] [Página em branco: todo o conteúdo foi retido na liberação. À margem direita, as isenções aplicadas: (b)(3) Lei da CIA; (b)(6).]Nota editorial: Só há o retângulo vazio, o carimbo de liberação e as indicações de isenção (b)(3) CIAAct e (b)(6). Não se sabe o que a folha continha.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
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(b)(3)
C|AAct
(b)(6)Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 1, contando a capa.
TRECHO 2 · PÁGINA FÍSICA 2
Página física 2: folha inteiramente retida
[Carimbo: “Aprovado para liberação: 2025/06/11 C07083374”.] [Página em branco: todo o conteúdo foi retido na liberação. À margem direita: (b)(3) Lei da CIA; (b)(6).]Nota editorial: Igual à página 1.
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(b)(3) C|AAct
(b)(6)Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 2, contando a capa.
TRECHO 3 · PÁGINA FÍSICA 3
Página física 3: cabeçalho do processo e parágrafos 1 a 3 da declaração
TRIBUNAL DISTRITAL DOS ESTADOS UNIDOS PARA O DISTRITO DE COLÚMBIA
LARRY W. BRYANT, Autor, contra AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA e LEON PANETTA, Diretor da CIA, Réus. Ação Civil nº 09-0940 (EGS)
DECLARAÇÃO DE DELORES M. NELSON
AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA
Eu, DELORES M. NELSON, declaro e afirmo:
1. Sou a chefe da Divisão de Programas de Informação Pública, dos Serviços de Gestão da Informação (“IMS”), do Gabinete do Diretor de Informação (“CIO”) da Agência Central de Inteligência (“CIA”). Desde 21 de abril de 2008, também exerço a função de Coordenadora de Informação e Privacidade da CIA (“Coordenadora”). Trabalho na CIA há aproximadamente vinte e nove anos e, além dos cargos atuais, ocupei outros cargos de supervisão na CIA.
2. Faço esta declaração em apoio ao pedido de julgamento sumário apresentado pela CIA neste processo.
3. Em minhas funções atuais, sou responsável por administrar os programas da Lei de Liberdade de Informação (“FOIA”), da Lei de Privacidade e de Revisão Obrigatória de Desclassificação da Ordem Executiva 12958Nota editorial: O número da ação é 09-0940 (EGS); o texto do acervo trazia “ivil Action N0.”. “Summary judgment” foi traduzido como julgamento sumário (decisão sem instrução probatória).
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UNITED STATES DISTRICT COURT
FOR THE DISTRICT OF COLUMBIA
LARRY W. BRYANT,
CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY
and LEON PANETTA, Director, CIA,
%/\/\/\/\/\/%%/Q/%/§/Q4
Plaintiff,
v.
ivil Action N0.: 09-0940 (EGS)
Defendants.
DECLARATION OFDELORES M. NELSON
CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY
I, DELORES M. NELSON, hereby declare and say:
-
1.
2
3
I am the Chief, Public Infonnation Programs Division, Infonnation Management
Services (“IMS”), Office of the Chief Information Officer (“CIO”), Central
Intelligence Agency (“CIA”). Since 21 April 2008, I also serve as the CIA
Information and Privacy Coordinator (“Coordinator”). I have served with the
CIA for approximately twenty-nine years, and in addition to my current positions,
have held other supervisory positions with the CIA.
I
I make this declaration in support of the CIA’s motion for summary judgment in
this proceeding.
'
In my current capacities, I am responsible for managing the Freedom of
Information Act (“F OIA”), Privacy Act, and Executive Order 12958 Mandatory
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 3, contando a capa.
TRECHO 4 · PÁGINA FÍSICA 4
Página física 4 (p. 2 da declaração): parágrafos 3 a 6 e nota 1
na CIA. Essas responsabilidades incluem dirigir buscas nos sistemas de registros da CIA em resposta a pedidos públicos de registros feitos com base nesses programas e coordenar a revisão de quaisquer registros encontrados nessas buscas. Esses processos de revisão incluem toda a coordenação e todos os encaminhamentos, dentro da Agência e entre agências, que se mostrem necessários diante das informações encontradas nos registros pertinentes. Além disso, minhas responsabilidades incluem decisões sobre categoria de tarifa e dispensa de tarifas.
4. Como parte de minhas atribuições oficiais, garanto que a CIA processe administrativamente os pedidos feitos com base na FOIA e na Lei de Privacidade, incluindo a busca, a recuperação, a análise, a revisão, a supressão de trechos e a liberação de documentos, de acordo com a lei e com a maior eficiência possível com o pessoal e os recursos disponíveis.
5. No exercício de minhas atribuições oficiais, tomei conhecimento do pedido FOIA do Autor que é objeto desta ação civil. Faço as afirmações a seguir com base em meu conhecimento pessoal e em informações postas à minha disposição no desempenho de minhas funções oficiais.
I. O PEDIDO FOIA DO AUTOR E A RESPOSTA DA CIA
6. Por meio de “carta”¹ datada de 23 de agosto de 2008 (recebida no gabinete da Coordenadora de Informação e Privacidade em 28 de agosto de 2008), o Autor apresentou à CIA um pedido FOIA dos seguintes registros “recebidos pela CIA e gerados pela CIA”:
¹ A “carta” é, na verdade, uma impressão de correspondência por e-mail entre o Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional e o Autor, com anotações manuscritas dirigidas a “Scott Koch [ex-Coordenador de Informação e Privacidade da CIA]”, que mudam a data para “23” de agosto e trazem a assinatura do Autor. O texto diz, em parte: “Pelo correio comum, estou lhe enviando uma impressão assinada desta carta em formato eletrônico.”
2Nota editorial: Datas 23/08/2008 e 28/08/2008 confirmadas.
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Declassification Review programs in the CLA. These responsibilities include
directing searches of CIA records systems pursuant to public requests for records
under these programs and coordinating the reviews of any records retrieved in
such searches. These review processes include undertaking any intra-agency and
inter-agency coordination and referrals necessary in light of the information found
in responsive records. In addition, my responsibilities include fee category and
fee waiver determinations.
4. As part of my official duties I ensure that the CIA administratively processes
F OIA and Privacy Act requests including the search, retrieval, analysis, review,
redaction and release of documents in accordance with the law and as efficiently
as possible with the persormel and resources available.
5. Through the exercise of my official duties, I have become familiar with Plaintiffs
F OIA request for information that is the subject of this civil action. I make the
following statements based upon my personal knowledge, and information made
available to me in the course of performing my official duties.
I. PLAINTIFF’S FOIA REQUEST AND THE CIA’s RESPONSE
6. By “letter”l dated August 23, 2008 (received in the office of the Information and
Privacy Coordinator on August 28, 2008), Plaintiff submitted a FOIA request to
the CIA for the following “CIA-received and CIA-generated” records:
I The “letter” is actually a print-out of email correspondence between the Office of the
Director of National hitelligence and Plaintiff with handwritten annotations addressed to
“Scott Koch [former CIA Information and Privacy Coordinator], changing date to “23”
August, and containing signature of Plaintiff. The text states in part “By snail- mail, I’m
sending to you a signed printout of this e-formatted letter.”
l
E
Y
I
2
I
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TRECHO 5 · PÁGINA FÍSICA 5
Página física 5 (p. 3): itens do pedido e parágrafo 7
a. “Referentes à convocação, à lista de presença, às apresentações, às atas e a toda outra documentação relacionada” da “reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C., para discutir e avaliar... o encontro intrusivo com UFO vivido em 17 de novembro de 1986 pela tripulação japonesa (nº 1628) de um jato cargueiro 747... no céu do Alasca.”
b. “Referentes a todos os outros casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.”
O Autor afirmou também que, por apresentar o pedido como “representante da imprensa, principalmente como colunista do periódico mensal de bancas ‘UFO Magazine’”, solicitava a dispensa de “todas as tarifas de busca e revisão de registros”. (Uma cópia fiel e exata do pedido inicial do Autor está anexada como Anexo A.)
7. Por carta de 30 de setembro de 2008, a CIA acusou o recebimento do pedido do Autor e lhe atribuiu o número de referência F-2008-01781. A carta explicava ainda que “não há esforço organizado para fazer pesquisa relacionada ao fenômeno UFO, nem houve esforço organizado para coletar inteligência sobre UFOs desde a década de 1950”. A carta observava também que a CIA não tem programa atual para coletar ativamente informações sobre UFOs. Em seguida, tratava da liberação, pela CIA, de documentos relacionados a UFOs (2.779 páginas) em resposta a pedidos FOIA anteriores e de uma busca especial feita em 1993 por ordem do então diretor da CIA, James Woolsey, que incluiu a busca e a revisão de todos os arquivos da Agência sobre UFOs. A carta também anexava uma cópia da tabela de tarifas da CIA e informava que o custo do pacote sobre UFOs era de US$ 267,90, dez centavos por página, sendo gratuitas as primeiras 100 páginas. Esse é o custo de reprodução. Como essa informação já havia sido liberadaNota editorial: “(No. 1628)”, 2.779 páginas e US$ 267,90. A conta fecha: (2.779 − 100) × US$ 0,10 = US$ 267,90.
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a. “As pertain to the convening, attendance roster, briefings, minutes, and all
other related documentation” of the “1987 special meeting at FAA
headquarters in Washington, D.C., to discuss and evaluate...the intrusive UFO
encounter experienced on Nov. 17, 1986, by the Japanese flight crew (N
o.
-
1628) of a 747 cargo jet...in Alaskan sky.”
b. “As pertain to all other similar cases of airbome UFO encounters reportedly
occurring since Nov. 17, 1986, to date.”
Plaintiff also stated that since he was submitting his request as “a representative
of the news media principally as a columnist for the monthly newsstand periodical
_‘UFO Magazine”’, he asked that “all records-search/review fees” be waived. (A
true and correct copy of Plaintiffs initial request is attached hereto as Exhibit
By letter dated September 30, 2008, the CIA acknowledged receipt of Plaintiffs
request and assigned it reference number F-2008-01781. The letter went on to
explain that “there is no organized effort to do research in connection with UFO
phenomena, nor has there been an organized effort to collect intelligence on
UFOs since the 1950s.” The letter also noted that CIA has no current program to
actively collect information on UFOs. The letter then discussed the release by
CIA of UFO-related documents (2,779 pages) in response to prior FOIA requests
and a special search conducted in 1993 at the direction of then CIA Director
James Woolsey, which included the search for and review of all Agency files on
UFOs. The letter also enclosed a copy of CIA’s fee schedule and stated the cost
for the UFO package was $267.90, ten cents per page less the first 100 pages free.
That is the cost of duplication. Since this information was previously released
3
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 5, contando a capa.
TRECHO 6 · PÁGINA FÍSICA 6
Página física 6 (p. 4): continuação do parágrafo 7 e notas 2 e 3
e a cobrança se referia apenas à reprodução, ela não dependia da categoria de tarifa.² A carta explicava ainda que os pedidos de dispensa de tarifas³ devem ser examinados segundo os critérios que os regulamentos da Agência estabelecem na Parte 1900 do Título 32 do Código de Regulamentos Federais (C.F.R.). Com base neles, a CIA informou ao Sr. Bryant que, como a informação procurada já era de domínio público e “sua nova liberação provavelmente não contribuiria de modo significativo para a compreensão pública das operações e atividades do Governo dos Estados Unidos”, seu pedido de dispensa de tarifas estava negado. A carta de 30 de setembro de 2008 informava também ao Autor que ele podia recorrer da negativa da dispensa em até 45 dias a contar da data da carta, mas que, se a CIA já tivesse começado a processar um pedido, a Agência só aceitaria recurso contra a negativa de dispensa “se o requerente concordar em se responsabilizar pelos custos em caso de decisão administrativa ou judicial desfavorável”. Num esforço para ajudar mais o Autor, a CIA incluiu também uma cópia de um artigo da revista interna da CIA, Studies in Intelligence, do verão de 1997, intitulado “O papel da CIA no estudo dos UFOs, 1947-90”. O item foi fornecido sem custo porque tinha menos de 100 páginas. (Uma cópia fiel
² A CIA não tratou formalmente, em sua carta de 30 de setembro de 2008, do pedido do Autor de ser reconhecido como representante de “nova mídia” [assim no original, em vez de “imprensa”], embora, depois de explicar o custo do pacote sobre UFOs (dez centavos por página, descontadas as primeiras 100), a carta dissesse “como requerente na categoria ‘todos os demais’”. De todo modo, como a única cobrança era de reprodução, a tarifa seria a mesma fosse a categoria dele definida como imprensa ou como todos os demais.
³ Embora o Autor tenha usado o termo “dispensa” em sua carta de pedido, pelo contexto da carta (e do recurso e da petição inicial posteriores), parece ter havido confusão entre categoria de tarifa (status) e dispensa de tarifas, e o requerente usou o segundo termo querendo dizer seu pedido de status de imprensa. Embora pareça que o Autor não pediu dispensa de tarifas, a CIA tratou o pedido como tal por causa do uso do termo “dispensa”.
4Nota editorial: Na nota 2 o original escreve “new media representative” (provável lapso por “news media”); registrado entre colchetes.
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and the charge was for duplication only, it was not affected by fee category.2 The
letter further explained that requests for fee waiverss must be considered under the
standards that Agency regulations outlined at Part 1900 of Title 32 of the Code of
Federal Regulations (C.F.R.). In accordance therewith, the CIA infonned Mr.
Bryant that because the infonnation he sought was already in the public domain,
and “its re-release would not likely contribute significantly to public
understanding of the operations and activities of the United States Government,”
his request for a fee waiver was denied. The September 30, 2008 letter also
informed Plaintiff that he could appeal the denial of his request for a fee waiver
within 45 days from the date of the letter, but if CIA has started to process a
request, the Agency would accept an appeal of a fee waiver denial only “if the
requester agrees to be responsible for the costs in the event of an adverse
administrative or judicial decision.” In an effort to assist Plaintiff further, CIA
also included a copy of an article from the CIA’s intemal magazine Studies in
Intelligence, Summer 1997, entitled “CIA’s ‘Role in the Study of UFO’s, 1947-
90.” The item was provided at no cost because it was under 100 pages. (A true
2 The CIA did not formally address Plaintiffs request for status as a new media
representative in its September 30, 2008 letter, although after explaining the cost of the
UFO package—ten cents per page less the first 100 pages, the letter stated “as a requester
in the ‘all other’ category.” Regardless, since the only charge was for duplication, the fee
was the same whether his fee category was determined to be news media or all other.
3 Although Plaintiff used the tenn “waiver” in his request letter, based on context of his
letter (and subsequent appeal and complaint), it appears that there was confusion over fee
category (status) and fee waiver and that requester used the latter term to mean his
request for news media status. Notwithstanding that it appears Plaintiff did not request a
fee waiver, because of his use of the term waiver, the CIA treated it as such.
4
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 6, contando a capa.
TRECHO 7 · PÁGINA FÍSICA 7
Página física 7 (p. 5): parágrafos 8 a 10 e nota 4
e exata da carta da CIA de 30 de setembro de 2008 e de seus anexos está anexada como Anexo B.)
8. Por carta datada de 3 de outubro de 2008⁴, o Autor recorreu da decisão da CIA de “negar ao meu pedido FOIA o status de representante da imprensa” no pedido F-2008-01781. O Autor afirmou ainda: “Por este recurso, passo a caracterizar meu ‘pedido’ de dispensa de tarifas de busca de registros como uma EXIGÊNCIA”, e citou 5 U.S.C. § 522 [assim no original; a lei da FOIA é o § 552] “a(4)(A)(ii)(II), a saber: ‘as tarifas se limitarão a cobranças padrão razoáveis pela reprodução de documentos quando... o pedido for feito por... um representante da imprensa’”. (Uma cópia fiel e exata do recurso do Autor está anexada como Anexo C.)
9. Por carta de 28 de outubro de 2008, a CIA acusou o recebimento da carta em que o Autor recorria de nossa decisão de lhe negar o “status de representante da imprensa” e de negar seu “pedido de dispensa de tarifas”.
10. A CIA explicou ao Autor que, como os registros pertinentes a seu pedido FOIA já haviam sido liberados antes e nenhuma busca adicional havia sido feita, ele seria responsável “pelos custos de cópia associados a este pedido, independentemente da definição da categoria de tarifa”. Ou seja, as tarifas de cópia seriam cobradas mesmo que ele fosse incluído na categoria de tarifa de imprensa. Quanto ao recurso contra a negativa da dispensa de tarifas, a CIA reiterou que “se o processamento já foi iniciado, o requerente deve concordar em se responsabilizar pelos custos em caso de decisão
⁴ A “carta”, redigida como e-mail em 3 de outubro de 2008, está na verdade datada de “6 Oct 2008” numa anotação manuscrita ao lado da assinatura do Autor. O texto diz, em parte: “Pelo correio comum, estou lhe enviando uma impressão assinada desta carta em formato eletrônico.” O recurso foi recebido em meu gabinete em 14 de outubro de 2008 (ver carimbo de data).
5Nota editorial: O original cita “5 U.S.C. § 522”; a FOIA está no § 552 do Título 5 (a própria carta de 21/10/2009, p. 58, cita corretamente “5 U.S.C. § 552”). Mantido com [assim no original].
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.
and correct copy of CIA’s September 30, 2008 letter and enclosures is attached
hereto as Exhibit B.)
8. By letter dated October 3, 20084, Plaintiff appealed the CIA’s decision “to deny
my FOIA request status as a representative of the news media” regardin request
F-2008-01781. Plaintiff went on to state “[b]y this appeal, I hereby characterize
my records-search-fee-waiver.‘request’ as a DEMAND” and cited 5 U.S.C. § 522
“a(4)(A)(ii)(II), namely, ‘fees shall be limited to reasonable standard charges for
document duplication when...the request is made by...a representative of the news
media.”’ (A true and correct copy of Plaintiffs appeal request is attached hereto
as Exhibit C.)
9. By letter dated October 28, 2008, the CIA acknowledged Plaintiffs letter in
which he appealed our determination to deny him “status as a representative of
the news media” and to deny his “request for a fee waiver.”
10. The CIA explained to Plaintiff that since records responsive to his FOIA request
had been previously released and no additional searches were conducted, he
would be responsible “for copying costs associated with this request regardless of
fee category determination.” That is, the copying fees would apply even if he
were placed into the news media fee category. With respect to his appeal of the
denial of a fee waiver, the CIA reiterated that “if processing has been initiated, the
requester must agree to be responsible for costs in the event of an adverse
4 The “letter” composed as email on October 3, 2008, is actually dated “6 Oct 2008” in a
handwritten annotation next to Plaintiffs signature. The text states in part: “By snail-
mail, I’m sending to you a signed printout of this e-fonnatted letter.” The appeal was
received in my office on October 14, 2008 (see date stamp).
5
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TRECHO 8 · PÁGINA FÍSICA 8
Página física 8 (p. 6): parágrafos 10 a 13 e nota 5
administrativa ou judicial desfavorável”. (Ver 32 C.F.R. § 1900.13(d).) Assim, a CIA recusou-se a aceitar o recurso do Autor contra a negativa da dispensa de tarifas.⁵ (Uma cópia fiel e exata da resposta da CIA ao recurso do Autor está anexada como Anexo D.)
11. Em 20 de maio de 2009, o Autor iniciou esta ação, alegando que a Ré “deixou de conceder ao Autor o status de representante da imprensa” e “uma dispensa de tarifas de modo a ter de pagar apenas as tarifas de fotocópia e reprodução” (Petição inicial, ¶¶ 9 e 10), e, pela primeira vez, alegou que a Ré “não usou o nível de diligência e boa-fé [devido] para fazer uma busca” (Id., ¶ 12).
12. Por carta datada de 23 de junho de 2009, a CIA informou ao Autor que reabriria seu pedido, concedeu-lhe o status de representante da imprensa para este pedido [sublinhado no original] e faria uma busca de registros “recebidos pela CIA e gerados pela CIA” sobre o seguinte:
a. “a convocação, a lista de presença, as apresentações, as atas e toda outra documentação relacionada da reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C.,”
b. “todos os outros casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.” (Uma cópia fiel e exata desta carta está anexada como Anexo E.)
13. Por carta datada de 21 de outubro de 2009, a CIA informou ao Autor que nenhum registro pertinente ao item (a) acima havia sido localizado e que, quanto ao item (b), havia sido localizado material do Governo dos EUA (não originado pela CIA), que foi
⁵ Embora eu tenha assinado a carta da CIA de 28 de outubro de 2008 (assim como a carta de resposta inicial), os pedidos FOIA iniciais e os recursos FOIA são processados por dois setores diferentes. A carta sobre o recurso foi assinada na minha qualidade de Secretária Executiva do Painel de Liberação da Agência, nos termos de 32 C.F.R. 1900.41(c)(2), e deveria ter indicado isso.
6Nota editorial: 20/05/2009, 23/06/2009 e 21/10/2009. O trecho “granted him news media representative status for this request” está sublinhado no original.
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administrative or judicial decision.” (See 32 C.F.R. § l900.13(d).) Accordingly,
the CIA declined to accept Plaintiffs fee waiver denial appeal.5 (A true and
correct copy of CIA’s response to Plaintiffs appeal request is attached hereto as
Exhibit D.)
11. On May 20, 2009, Plaintiff commenced this action, alleging that Defendant
“failed to grant Plaintiff news media representative status,” '“a fee waiver so as
only to have to pay photocopying and reproduction fees,” (Compl., 1[1[ 9 and 10),
and for the first time, alleged that Defendant “did not use the level of diligence
and good faith to conduct a search.” (1_d_., 1[ 12).
12. By letter dated June 23, 2009, the CIA informed Plaintiff it would reopen his
request, granted him news media representative status for this request, and
conduct a search for “CIA-received and CIA-generated” records on the following
a.
“the convening, attendance roster, briefings, minutes, and all other related
docmnentation of the 1987 special meeting at FAA“headquarters in
Washington, D.C.,”
b.
“all other similar cases of airbome UFO encounters reportedly occurring
since Nov. 17, 1986, to date.” (A true and correct copy of this letter is
attached hereto as Exhibit E.)
13. By letter dated October 21, 2009, the CIA informed Plaintiff that no records
responsive to item (a) above were located and that with respect to item (b), U.S.
Govemment material (not originated by the CIA) was located and has been
5 Although I signed the CIA’s October 28, 2008 letter (as well as the initial response
letter), initial FOIA requests and FOIA appeals are processed by two different branches.
The appeals letter was signed in my capacity as Executive Secretary of the Agency
Release Panel pursuant to 32 C.F.R. 1900.4l(c)(2) and should have so indicated.
6
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 8, contando a capa.
TRECHO 9 · PÁGINA FÍSICA 9
Página física 9 (p. 7): parágrafos 13 a 16
encaminhado às agências de origem para revisão e resposta direta a ele. A CIA também informou ao Autor que “os regulamentos da CIA sobre recursos administrativos determinam que nenhum recurso será aceito se a informação em questão for objeto de litígio pendente nos tribunais federais”. (Uma cópia fiel e exata desta carta está anexada como Anexo F.)
14. A CIA encaminhou os três documentos possivelmente pertinentes às agências do governo que os originaram: o Departamento de Estado e a Agência de Segurança Nacional.
II. A BUSCA DA CIA POR DOCUMENTOS PERTINENTES
A. Sistemas de registros da CIA
15. Os sistemas de registros da CIA são concebidos para apoiar as atividades e responsabilidades de inteligência da CIA. A capacidade da CIA de recuperar dados de um dado sistema de registros depende do tipo de informação armazenada nesse sistema e do modo como o sistema foi concebido para recuperar essa informação. Os sistemas de registros e de indexação variam entre os componentes da CIA porque precisam refletir e atender às responsabilidades e necessidades estabelecidas de cada componente. Por exemplo, alguns sistemas de registros da CIA são organizados para facilitar a coleta de inteligência estrangeira, enquanto outros facilitam a análise de informações de inteligência, conforme as missões do componente da CIA em questão.
16. Todos os registros da CIA são mantidos por uma de quatro diretorias ou pelos gabinetes e entidades independentes que se reportam ao Diretor da CIA: o Serviço Clandestino Nacional (“NCS”), a Diretoria de Inteligência (“DI”), a
7Nota editorial: O texto do acervo trazia “4.” e “6.”
Conferir original em inglês
i
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referred to the originating agencies for their review and direct response to him.
_
The CIA also informed Plaintiff that “CIA regulations goveming administrative
appeals provide that no appeal shall be accepted if the infonnation in question is
the subject of pending litigation in the federal courts.” (A true and correct copy of
this letter is attached hereto as Exhibit F.)
4. The CIA referred the three potentially responsive documents to the govemment
agencies which originated the documents: Department of State and National
Security Agency.
II. CIA’S SEARCH FOR RESPONSIVE DOCUMENTS
A. CLA Records Systems
15. The CIA’s records systems are designed to support CIA’s intelligence activities
and responsibilities. The CIA’s ability to retrieve data from a given records
system depends upon the type of information stored in that system and the way
the system is designed to retrieve that information. Records systems and indexing.
systems vary among CIA components because they must reflect and respond to
the established responsibilities and needs of those individual components. For
example, some CIA records systems are organized to facilitate the collection of
foreign intelligence, while others facilitate the analysis of intelligence
information, depending upon the missions of the particular CIA component.
6. All CIA records are maintained by one of four directorates or the independent
offices and entities that report to the Director of the CIA: the National
Clandestine Service (“NCS”), the Directorate of Intelligence (“DI”), the
7
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 9, contando a capa.
TRECHO 10 · PÁGINA FÍSICA 10
Página física 10 (p. 8): parágrafos 16 a 19 e nota 6
Diretoria de Ciência e Tecnologia (“DS&T”), a Diretoria de Apoio (“DS”) e a Área do Diretor da CIA (“DIR Area”).
17. A DI é a diretoria da CIA que analisa, interpreta e faz previsões sobre questões de inteligência estrangeira e acontecimentos mundiais de importância para os Estados Unidos. É responsável por produzir relatórios de inteligência acabados para distribuição aos formuladores de políticas do Governo dos Estados Unidos. Pessoal devidamente treinado faz regularmente buscas FOIA e de outros tipos no sistema de registros da DI como parte de suas funções normais.
18. A DS&T é a diretoria da CIA que cria e aplica tecnologia para atender às necessidades de inteligência. A DS&T também guardava registros produzidos pelo Serviço de Informação de Radiodifusão Estrangeira (FBIS), principal coletor de informação estrangeira de fontes abertas do Governo dos Estados Unidos até a criação do Centro de Fontes Abertas do DNI, em 2005⁶. Informação de fontes abertas é a informação geralmente disponível ao público, como jornais estrangeiros, publicações periódicas e transmissões de televisão e rádio. Pessoal devidamente treinado faz regularmente buscas FOIA e de outros tipos no sistema de registros da DS&T como parte de suas funções normais.
19. O NCS é a organização da CIA responsável pela coleta clandestina de informações de inteligência estrangeira junto a fontes humanas. O sistema de registros do NCS contém informações sobre pessoas ou entidades que são de interesse de inteligência estrangeira ou de contrainteligência para a CIA e outras agências do Governo dos Estados Unidos
⁶ O Centro de Fontes Abertas do DNI (“OSC”) na CIA foi criado em 1º de novembro de 2005. O DNI determinou que o centro fosse construído sobre as capacidades e a experiência do FBIS da CIA e se reportasse diretamente ao DCIA na execução da estratégia e das diretrizes do DNI.
8Nota editorial: DNI: Diretor de Inteligência Nacional; DCIA: Diretor da CIA.
Conferir original em inglês
7
18
9.
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Directorate of Science and Technology (“DS&T”), the Directorate of Support
(“DS”) and the Director of CIA Area (“DIR Area”).
The DI is the CIA directorate that analyzes, interpretsand forecasts foreign
intelligence issues and world events of importance to the United States. It is
responsible for producing finished intelligence reports for dissemination to
policymakers in the United States Govemment. Appropriately trained personnel
regularly conduct FOIA and other searches of the DI records system as part of
their nonnal duties.
The DS&T is the CIA directorate that creates and applies technology to fiilfill
intelligence requirements. The DS&T also maintained records produced by the
Foreign Broadcast Infonnation Service, the primary collector of foreign open-
source information for the United States Government until the establishment of
the DNI Open Source Center in 20056. Open-source information is infonnation
that is generally available to the public, such as foreign newspapers, periodical
publications, and television and radio broadcasts. Appropriately trained personnel
regularly conduct FOIA and other searches of the DS&T records system as part of
their normal duties.
The NCS is the organization within CIA responsible for the clandestine collection
of foreign intelligence infonnation from human sources. The NCS records system
contains information on persons or entities that are of foreign intelligence or
counterintelligence interest to the CIA and other United States Govermnent
6 The DNI Open Source Center (“OSC”) at CIA was established on 1 November 2005.
The DNI directed that the center be built on the capabilities and expertise of CIA’s FBIS
and report directly to the DCIA in implementing DNI strategy and guidance.
8
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 10, contando a capa.
TRECHO 11 · PÁGINA FÍSICA 11
Página física 11 (p. 9): parágrafos 19 a 22
Pessoal devidamente treinado faz regularmente buscas FOIA e da Lei de Privacidade no sistema de registros do NCS como parte de suas funções normais. Os arquivos operacionais do NCS estão isentos de busca e revisão FOIA nos termos da Lei de Informação da CIA, 50 U.S.C. § 431.
20. A DS presta à CIA serviços essenciais à missão, incluindo a proteção do pessoal da CIA, assuntos de segurança em geral, instalações, comunicações, logística, treinamento, serviços médicos e recursos humanos. Mantém registros de todos os funcionários atuais e antigos da CIA, contratados ou do quadro, bem como de outras pessoas para as quais foi exigido processamento ou avaliação de segurança. Pessoal devidamente treinado faz regularmente buscas FOIA no sistema de registros da DS como parte de suas funções normais.
21. A DIR Area inclui os gabinetes independentes que se reportam diretamente ao Diretor e é distinta das quatro diretorias principais da CIA (NCS, DI, DS&T e DS). A DIR Area inclui o Gabinete do Conselho Jurídico, o Gabinete do Inspetor-Geral, o Gabinete de Assuntos do Congresso, o Gabinete de Assuntos Públicos, o Diretor Financeiro, o Diretor de Informação e outras entidades, como o Gabinete de Planos e Programas de Diversidade. O Centro de Fontes Abertas do DNI também fica na DIR Area. Pessoal devidamente treinado faz regularmente buscas FOIA no sistema de registros da DIR como parte de suas funções normais.
B. Procedimentos para o processamento de pedidos FOIA
22. A CIA estabeleceu os seguintes procedimentos para processar pedidos FOIA. Como já observado, a Coordenadora de Informação e Privacidade da CIA, que também é chefe da PIPD [Divisão de Programas de Informação Pública], é responsável por administrar os programas da FOIA, da Lei de Privacidade (PA) e de Revisão Obrigatória de Desclassificação da O.E. 12958
9Nota editorial: A sigla PIPD é expandida entre colchetes a partir do parágrafo 1.
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2
2
O.
1
2
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agencies. Appropriately trained personnel regularly conduct FOIA and Privacy
Act searches of the NCS records system as part of their normal duties. NCS
operational files are exempt from FOIA search and review pursuant to the CIA
Infonnation Act, 50 U.S.C. § 431.
The DS provides the CIA with mission-critical services, including the protection
of CIA persormel, security matters generally, facilities, communications, logistics,
training, medicalservices, and personnel resources. It maintains records on all
current and former CLA employees, whether employed in a contract or staff
capacity, as well as other individuals for whom security processing or evaluation
has been required. Appropriately trained personnel regularly conduct F OIA
searches of the DS records system as part of their normal duties.
The DIR Area includes the independent offices that report directly to the
Director, and is distinct from the CIA’s four _main directorates (NCS, DI, DS&T,
and DS). The DIR Area includes the Office of General Counsel, Office of
Inspector General, Office of Congressional Affairs, Office of Public Affairs,
Chief Financial Officer, Chief Infonnation Officer, and other entities such as the
Office of Diversity Plans and Programs. The DNI Open Source Center is also
within the DIR Area. Appropriately trained personnel regularly conduct FOIA
searches of the DIR records system as part of their nonnal duties.
B. Procedures for Processing FOLA Requests
The CIA has established the following procedures for processing FOIA requests.
As previously noted, CIA’s Information and Privacy Coordinator, who also serves
as Chief, PIPD, is responsible for managing the FOIA, PA, and E.O. 12958
9
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 11, contando a capa.
TRECHO 12 · PÁGINA FÍSICA 12
Página física 12 (p. 10): parágrafos 22 e 23 e nota 7
na CIA. Meu gabinete é o ponto inicial de recebimento de todos os pedidos FOIA na CIA. Ao recebê-los, funcionários experientes da PIPD encarregados da FOIA examinam o pedido para garantir que esteja completo, isto é, que atenda aos requisitos legais e administrativos aplicáveis. Parte desse exame consiste em verificar se a CIA já buscou e liberou registros sobre o tema indicado pelo requerente. Se for o caso, dependendo do volume, o requerente recebe cópias dos registros pertinentes ou uma lista deles, além de informações sobre a busca que gerou esses registros. (Ver Anexo B.) Se o pedido estiver completo e for necessária uma busca nos registros de componentes da CIA, os funcionários da PIPD determinam quais diretorias⁷ da CIA podem razoavelmente possuir registros pertinentes ao pedido e então enviam cópias da carta do requerente a essas diretorias, com instruções para buscar quaisquer documentos pertinentes. As diretorias incumbidas fazem então buscas em todos os componentes da diretoria e nos índices e bancos de dados que possam razoavelmente conter alguma informação pertinente ao pedido. O pessoal das diretorias responsável por essas buscas é formado por profissionais que fazem regular e rotineiramente buscas em registros da CIA, seja para outro componente da CIA, para o Diretor da CIA, para o Departamento de Justiça, para o Congresso ou para um requerente FOIA.
23. Depois que um componente incumbido localiza documentos em resposta a um pedido FOIA, os funcionários precisam revisá-los para determinar se de fato respondem ao pedido. Por causa da natureza de um determinado sistema de registros, ou das ferramentas de busca, índices ou termos empregados, uma busca pode localizar muitos documentos
⁷ Na discussão dos procedimentos de processamento nesta Declaração, “diretorias” incluirá a DIR Area.
10Conferir original em inglês
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Mandatory Declassification Review programs at the CIA. My office is the initial
reception point in the CIA for all FOIA requests. Upon receipt, experienced
I
FOIA officers in PIPD review the request to ensure that it is perfected, that is,
meets applicable legal and administrative requirements. Part of this review entails
checking to see if the CIA has previously searched for and released records on the
topic identified by the requester. If so, depending upon the volume, the requester
is provided with copies of the responsive records or a listing of such records as
well as with background on the search which generated the records. (See Exhibit
B.) If a request is perfected and a search of CIA component records is necessary,
PIPD officers determine whichedirectorates7 of the CLA reasonably may be
expected to possess records responsive to the request and then forward copies of
the requester’s letter to those directorates with instructions to search for any
responsive documents. The tasked directorates then conduct searches among all
directorate componentsand indices and databases that reasonably may be
expected to have any information responsive to the request. Directorate personnel
responsible for conducting these searches are professionals who regularly and
’
routinely conduct CIA record searches, whether for another component of the
CLA, the Director of CIA, Department of Justice, Congress, or a FOIA requester.
23. After a tasked component locates documents in response to a FOIA request,
officers must review those documents to determine whether they do, in fact,
respond to the request. Because of the nature of a particular records system, or
the search tools, indices, or terms employed, a search may locate many documents
7In the discussion of processing procedures in this Declaration, “directorates” will include
the DIR Area.
'
10
'
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TRECHO 13 · PÁGINA FÍSICA 13
Página física 13 (p. 11): parágrafos 23 a 25 e notas 8 e 9
que não respondem ao pedido. Na verdade, é bastante comum que o número de documentos não pertinentes supere o de documentos pertinentes.
24. Depois de identificar e retirar os documentos não pertinentes, os funcionários precisam revisar os documentos pertinentes restantes para determinar se alguma isenção da FOIA se aplica e se é possível separar razoavelmente a informação não isenta da informação isenta. Ao revisar documentos em busca de informação isenta e de possibilidade de separação, os funcionários frequentemente identificam informações que precisam ser coordenadas com outro componente da CIA ou outra agência, ou encaminhadas a eles, porque esse outro componente ou agência originou a informação.⁸ Esse processo de coordenação e encaminhamento pode, por si só, ser bastante demorado, porque outros componentes e agências têm suas próprias missões e prioridades de FOIA.
25. Quando todos os componentes e agências⁹ concluem suas respectivas revisões, profissionais da PIPD incorporam todas as recomendações sobre isenções, separação e liberação, resolvem recomendações conflitantes e garantem que as decisões de liberar ou reter cumpram a lei e os regulamentos publicados da CIA. Sob a direção e supervisão da Coordenadora de Informação e Privacidade da CIA, faz-se então uma revisão do ponto de vista institucional, em nome de toda a CIA. Produz-se uma cópia final de registro de cada documento originado pela CIA, e uma resposta é dada ao requerente.
⁸ Ver Ordem Executiva nº 12958, com emendas, § 3.6(b).
⁹ “Agências”, neste contexto, refere-se a uma ou mais outras agências que têm informações ou interesses em documentos da CIA, em oposição aos encaminhamentos, que são documentos localizados pela CIA mas originados por outra agência. Estes são enviados à agência de origem para revisão e resposta direta ao requerente.
11Nota editorial: Na nota 9 o original diz “one more other agencies” (provável lapso por “one or more”).
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that are not responsive to the request. In fact, it is quite common for the number
of non-responsive documents to exceed the number of responsive documents.
24. After officers identify and remove any non-responsive documents, they must then
review the remaining responsive documents to determine if_ any F OIA exemptions
apply, and whether they can reasonably segregate non-exempt information from
exempt information. In the course of reviewing documents for exempt
information and segregability, officers frequently identify information that must
be coordinated with or referred to another CIA component or another agency
because the other component or agency originated the information.8 This
coordination and referral process itself can be quite time-consuming because other
components and agencies have their own missions and FOIA priorities.
25. When all of the components and agencies9 have completed their respective
reviews, PIPD professionals incorporate all of the recommendations regarding
exemptions, segregation, and release, resolve conflicting recommendations, and
ensure that the release or withholding determinations comply with the law and
published CIA regulations. Under the direction and supervision of the CIA
Information and Privacy Coordinator, a review is then conducted from a corporate
perspective on behalf of the entire CIA. A final record copy of each CIA-
originated document is produced and a response is provided to the requester.
8 See Exec. Order No. 12958, as amended, § 3.6(b).
9“Agencies” in this context refers to one more other agencies having information or
equities in CIA documents as opposed to referrals, which are documents located by CIA
but originated by another agency. These are forwarded to the originating agency for
review and direct response to the requester.
-
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TRECHO 14 · PÁGINA FÍSICA 14
Página física 14 (p. 12): parágrafos 25 a 27
Os documentos originados por outras agências do governo são enviados a essas agências para resposta direta ao requerente.
C. A busca de registros da CIA em resposta ao pedido FOIA do Autor
26. A CIA processou o pedido do Autor seguindo os procedimentos descritos acima.
27. Como observado acima (¶ 9) [assim no original; o assunto está no ¶ 7], a CIA já havia buscado e liberado registros relacionados a UFOs em resposta a pedidos FOIA e a litígios. Além disso, em 1993-94, por ordem do então Diretor Central de Inteligência (DCI) James Woolsey, a CIA fez uma busca em toda a Agência e revisou todos os arquivos da CIA relacionados a UFOs. Esse esforço, conduzido sob a direção do Assistente Executivo do Diretor Central de Inteligência (“DCI”), resultou numa nova liberação de 1.757 páginas, elevando a liberação de documentos da CIA relacionados a UFOs, isto é, o “pacote sobre UFOs”, a 2.779 páginas. Convém notar que essa busca abrangeu toda a Agência e que a intenção da revisão foi liberar o máximo possível de informação sem comprometer fontes e métodos de inteligência. Assim, o objeto do pedido do Autor — “uma reunião especial de 1987 na sede da FAA... para discutir e avaliar certas provas oficiais do encontro intrusivo com UFO vivido em 17 de novembro de 1986... por uma tripulação japonesa” sobre o Alasca — se enquadra exatamente nos parâmetros dessa busca. Ao rever este caso, foi a segunda parte do pedido do Autor que levou a CIA a reabrir o processamento, ou seja, o pedido de informações “sobre todos os outros casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986”. Como foi explicado ao Autor na carta da CIA de 30 de setembro de 2008, não há programa da CIA para coletar ativamente informações sobre UFOs. No entanto, a carta também reconhecia
12Nota editorial: 1.757 e 2.779 páginas; 1993-94. O original remete ao “¶ 9”, mas a liberação anterior e a busca de Woolsey estão descritas no ¶ 7.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Documents originated by other govemment agencies are forwarded to those
agencies for direct response to the requester.
C CIA’s Records Search in Response to Plaintiff’s FOIA Request
The CIA processed Plaintiffs request following the procedures set forth above.
As noted above (1[ 9), the CIA has previously searched for and released records
relating to UFOs in response to FOIA requests and litigation. In addition, in
1993-94, at the direction of then Director of Central Intelligence (DCI) James
Woolsey, the CIA conducted an Agency-wide search for and reviewed all CIA
files relating to UFOs. This effort, conducted under the direction of the Executive
Assistant to the Director of Central Intelligenc_e (“DCI”) resulted in a further
release of 1,757 pages, bringing the CIA’s release of documents relating to UFOs,
that is, the “UFO package” to 2,779 pages. It should be noted that this search was
Agency-wide and the intent of the review was to release as much infonnation as
possible, without compromising intelligence sources and methods. Thus, the
subject of plaintiffs request—“a 1987 special meeting at FAA headquarters...to
discuss and evaluate certain official evidence of the intrusive UFO encounter
experienced on Nov. 17, l986...by a Japanese flight crew” over Alaska —
falls
_
squarely within the parameters of this search. In reviewing this case, it was the
second prong of Plaintiff’ s request that prompted the CIA to reopen the
processing of his request, namely, the request for information “on all other similar
cases of airbome UFO encounters reportedly occurring since Nov. 17, 1986.” As
was explained to Plaintiff in CIA’s Sept. 30, 2008 letter, there is no CIA program
to actively collect infonnation on UFOs. However, the letter also acknowledged
12
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 14, contando a capa.
TRECHO 15 · PÁGINA FÍSICA 15
Página física 15 (p. 13): parágrafos 27 a 30
que ocasionalmente podemos receber relatos de avistamentos de objetos da categoria UFO. Por isso, a CIA fez uma busca de registros sobre “casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs” desde 17 de novembro de 1986. Além disso, embora os registros relacionados à suposta reunião especial de 1987 na sede da FAA sobre o encontro de novembro de 1986, se existissem, devessem ter sido localizados durante a busca especial de informações relacionadas a UFOs feita em 1993-94, fez-se uma nova busca de registros especificamente relacionados à reunião tal como descrita pelo requerente.
28. Pessoal da PIPD experiente na distribuição de buscas de registros incumbiu as diretorias da CIA que razoavelmente poderiam ter registros pertinentes, se existissem. A PIPD atribuiu o pedido do Autor à DI, à DS&T, à DIR Area e ao NCS. Esses componentes foram instruídos a buscar registros existentes até 15 de junho de 2009, data da carta que informava ao requerente que o caso estava sendo reaberto.
29. Como observado acima, a DI analisa, interpreta e faz previsões sobre questões ligadas à inteligência estrangeira e acontecimentos mundiais de importância para os Estados Unidos. A DI fez todos os esforços razoáveis para identificar e recuperar quaisquer registros pertinentes ao pedido FOIA do Autor. A DI buscou em seu banco de dados central, um banco de dados de todas as fontes que contém relatórios de inteligência e inteligência acabada recebidos e originados pela CIA, informações sobre “outros casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986”. Foram usados os seguintes termos de busca: “UFO”, “UFOS” e “unidentified flying object or objects” (objeto ou objetos voadores não identificados).
30. Foram localizados três documentos pertinentes, todos originados por outras agências. Os registros do sistema principal da DI são relatórios de inteligência distribuídos e não são
13Nota editorial: Divergência interna do original: o ¶ 28 chama 15 de junho de 2009 de “data da carta” de reabertura, mas o ¶ 12 e a própria carta de reabertura (Anexo E, página física 56) são de 23 de junho de 2009; 15 de junho é a data-limite da busca indicada nessa carta. Termos de busca mantidos em inglês, com tradução entre parênteses.
Conferir original em inglês
28
29.
30.
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
that occasionally we may receive reports of sightings of objects in the UFO
category. Accordingly, a search was conducted by CIA for records concerning
“similar cases of airbome UFO encounters” since ‘November 17, 1986. In
addition, notwithstanding that records relating to the alleged 1987 special
meeting at FAA headquarters concerning the November 1986 encounter, if any,
I
should have been located during the special search for UFO related information
conducted in 1993-94, a new search was conducted for records specifically
relating to the meeting as described by the requester.
PIPD personnel experienced in the tasking of records searchesltasked those CIA
directorates reasonably likely to have responsive records, if any existed. PIPD
tasked the Plaintiff‘ s request to the DI, DS&T, DIR Area, and NCS. These
'
components were tasked to search through June 15, 2009, the date of the letter
informing requester that the case was being reopened.
As noted above, the DI analyzes, interprets, and forecasts foreign-intelligence
related issues and world events of importance to the United States. The DI made
all reasonable efforts to identify and retrieve any records responsive to Plaintiffs
FOIA request. The DI searched its central data base, an all-source data base
containing intelligence reports and finished intelligence received and originated
by the CIA, for information on “other similar cases of airborne UFO encounters
reportedly occurring since Nov. 17, l986.” The following search terms were
used: “UFO”, “UFOS”, and “unidentified flying object or objects.”
Three responsive documents, all originated by other agencies, were located.
Records in the main DI system are disseminated intelligence reports and are not
13
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TRECHO 16 · PÁGINA FÍSICA 16
Página física 16 (p. 14): parágrafos 30 a 32 e nota 10
indexados para recuperar informações da natureza pedida no item 1 do pedido do Autor. Dentro da DI, o único componente que razoavelmente poderia possuir registros relacionados à reunião descrita na carta do requerente seria o Gabinete de Pesquisa Científica e de Armamentos (“OSWR”)¹⁰, cujos registros foram arquivados. Esses registros são indexados apenas no nível da pasta. A DI buscou com os seguintes termos: “UFO”, “U F O”, “U.F.O.”, bem como “FAA”, “F A A” e Federal Aviation Administration. Além disso, o responsável pela busca procurou títulos de pastas que mencionassem reunião, apresentação, lista de presença ou atas no mesmo período. Nenhum registro pertinente foi localizado.
31. A DS&T também fez todos os esforços razoáveis para identificar e recuperar registros pertinentes ao pedido do Autor. Dado o período em questão, a DS&T buscou nos registros arquivados do Centro Nacional de Interpretação Fotográfica, do Serviço de Informação de Radiodifusão Estrangeira, do Gabinete de Análise de Imagens, do Gabinete de Serviços Técnicos, do Gabinete do Diretor de C&T, do Gabinete de Desenvolvimento e Engenharia, do Gabinete de Pesquisa e Desenvolvimento e do Gabinete de Coleta Técnica. A DS&T empregou os seguintes termos de busca: “FAA”, “Federal Aviation Administration”, “UFO”, “unidentified flying object” e “Callahan”. Nenhum registro pertinente foi localizado.
32. A Área do DCIA também fez todos os esforços razoáveis para identificar e recuperar quaisquer registros pertinentes ao pedido FOIA do Autor. O Centro de Ação do DCIA (DAC), o Gabinete de Assuntos Públicos, o Centro de Fontes Abertas e o Centro de Estudos de
¹⁰ O OSWR foi formado em 1980, com a fusão do Gabinete de Inteligência Científica com o Gabinete de Inteligência de Armamentos. O nome do gabinete mudou em 1995, e ele foi depois fundido com vários outros em sucessivas reorganizações.
14Conferir original em inglês
31
2.
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
indexed to retrieve information of the nature requested in item l of Plaintiffs
request. Within the DI, the only component reasonably likely to possess records
relating to the meeting described in requester’s letter would have been the Office
of Scientific and Weapons Research (“OSWR”)1°, whose records have been
archived. Such records are indexed only at the folder level. The DI searched
using the following tenns “UFO,” “U F O,” “U.F.O.,” as well as “FAA,” “F A
A,” and Federal Aviation Administration. In addition, the search officer looked
for folder titles. listing meeting, briefing, roster, or minutes for the same time
period. No responsive records were located.
The DS&T also made all reasonable efforts to identify and retrieve records
responsive to plaintiffs request. Given the relevant time period, the DS&T
searched archived records of the National Photographic Interpretation Center,
Foreign Broadcast Information Service, Office of Imagery Analysis, Office of
Technical Services, Office of the Director for S&T, Office of Development and
Engineering, Office of Research and Development and Office of Technical
Collection. The DS&T employed the following search tenns: “FAA,” “Federal
Aviation Administration,” “UFO,” “unidentified flying object,” and “Callahan.”
No responsive records were located.
The DCIA Area also made all reasonable efforts to identify and retrieve any
records responsive to plaintiffs F OIA request. The DCIA Action Center (DAC),
Office of Public Affairs, Open Source Center and Center for the Study of
10 OSWR was formed in 1980 when the Offices of Scientific Intelligence and Weapons
Intelligence were merged. The name of the office was changed in 1995, and the office
was subsequently merged with a number of others during successive reorganizations.
14
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 16, contando a capa.
TRECHO 17 · PÁGINA FÍSICA 17
Página física 17 (p. 15): parágrafos 32 e 33
Inteligência fizeram buscas de registros. Todos os componentes buscaram por “unidentified flying objects”, “UFO”, “UFOs”, “FAA” ou “Federal Aviation Administration”. Além disso, os seguintes termos de busca foram usados por um ou mais componentes: “UFO encounter” (encontro com UFO), “Japanese flight crew 1628” (tripulação japonesa 1628), “aviation” (aviação), “meeting at FAA 1987” (reunião na FAA 1987), “FAA meeting” (reunião da FAA), “1987 FAA meeting” (reunião da FAA de 1987), “UFO and Japan” (UFO e Japão), “UFO and 1628”, “UFO and CIA”, “UFO and 747”, “UFO and extraterrestrial” (UFO e extraterrestre), “Callahan”. (O termo “unidentified flying object” também foi usado em combinação com outros termos quando “UFO” aparece nos exemplos anteriores.) Além disso, como observado acima, fez-se em 1993-94 uma busca especial sobre UFOs a pedido do Diretor Woolsey. Esses registros fazem parte da coleção de UFOs da CIA, oferecida ao Autor na resposta inicial da CIA. A busca foi supervisionada pelo Assistente Executivo do DCI. O DAC examinou todos os registros arquivados como parte desse esforço (“cada página”), e o CSI [Centro de Estudos de Inteligência] revisou de forma independente um subconjunto que poderia conter informação pertinente. Todos os registros foram revisados manualmente nessa busca. Nenhum registro pertinente foi localizado. O DAC não encontrou referência a reunião nem à FAA em 1987 (“nem, aliás, em nenhum outro ano”), nem documentação alguma sobre encontros com UFOs, extraterrestres ou fenômenos voadores inexplicados de 1986 em diante. Além disso, a pessoa que supervisionou o esforço de busca e revisão de 1993-94, como Assistente Executivo do DCI, buscou “FAA” em seus e-mails sobre esse projeto e não encontrou documentos pertinentes.
33. Como já observado, o NCS é responsável pela coleta clandestina de informações de inteligência estrangeira. O sistema de registros do NCS contém informações
15Nota editorial: O original escreve “extra-terrestials”. Os termos de busca ficam em inglês porque são as palavras efetivamente digitadas nos sistemas.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Intelligence conducted records searches. All components searched for
“unidentified flying objects,” “UFO,” “UFOs,” “FAA,” or “Federal Aviation
Administration.” In addition, the following search terms were used by one or
more components: “UFO encounter,” “Japanese flight crew l628,” “aviation,”
“meeting at FAA 1987,” “FAA meeting,” “l987 FAA meeting,” “UFO and
Japan,” “UFO and 1628,” “UFO and CIA,” “UFO and 747,” “UFO and
extraterrestrial,” “Callahan.” (The tenn “unidentified flying object” was also used
in conjunction with other terms when “UFO” is listed in the preceding examples.
In addition, as was noted above, a special search was conducted in 1993-94
regarding UFOs at the request of Director Woolsey. These records are part of the
CIA UFO collection which was offered to the plaintiff in CIA’s initial response.
The search was overseen by the Executive Assistant to the DCI. The DAC
searched all of the records retired as part of this effort (“every single page”), and
CS1 independently reviewed a subset as possibly containing responsive
information. All records were manually reviewed as part of this search. No
responsive records were located. The DAC found no reference to a meeting or
the FAA in 1987 (“or indeed, any other year”) or any ‘documentation regarding
UFO encounters, extra-terrestials, or unexplained flying phenomena from 1986
onward. In addition, the individual who oversaw the 1993-94 search and review
effort as the Executive Assistant to the DCI searched his email concerning this
project for “FAA” and located no responsive documents.
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As previously noted, the NCS is responsible for the clandestine collection of
foreign intelligence information. The NCS records system contains information
15
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 17, contando a capa.
TRECHO 18 · PÁGINA FÍSICA 18
Página física 18 (p. 16): parágrafos 33 e 34, fecho e notas 11 e 12
sobre pessoas e entidades que são de interesse de inteligência estrangeira ou de contrainteligência para a CIA e outras agências do Governo dos Estados Unidos. Depois de examinar o pedido FOIA do Autor, o NCS respondeu que seu sistema de registros não estava organizado para buscas sobre assuntos ou temas gerais como UFOs.¹¹ ¹²
34. Em suma, a CIA incumbiu os componentes que razoavelmente poderiam possuir informações pertinentes ao pedido do Autor (se existissem) de fazer buscas de registros. As buscas foram feitas por profissionais de gestão da informação que conhecem os sistemas de registros de seus respectivos componentes e que, rotineira e regularmente, fazem buscas nesses registros como parte de suas responsabilidades profissionais. Essas pessoas conheciam o pedido do Autor, e todas as buscas foram razoavelmente planejadas para localizar registros pertinentes, se existissem. Como indicado acima, nenhum documento foi localizado em resposta ao item (a) (“reunião especial de 1987 na FAA”) do pedido do Autor, e três registros originados por outras agências do governo foram localizados em resposta ao item (b) (“todos os outros casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs”).
Declaro, sob pena de perjúrio, que o exposto acima é verdadeiro e correto.
¹¹ Os relatórios de inteligência distribuídos pelo NCS (antiga Diretoria de Operações) estão incluídos no sistema de registros da DI, onde podem ser buscados por tema (e foram buscados como parte da busca nos registros da DI descrita acima).
¹² A Diretoria de Apoio [frase incompleta no original; falta o verbo, provavelmente “não foi incumbida”] de fazer buscas neste caso. Dadas as suas funções de braço administrativo e de apoio da CIA, os funcionários da PIPD concluíram, de modo razoável, que a DS provavelmente não teria registros pertinentes ao pedido do Autor.
16Nota editorial: A nota 12 está truncada no original (“The Directorate of Support to conduct searches in this case.”); o complemento entre colchetes é leitura editorial, não texto do documento.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
on persons and entities that are of foreign intelligence or counter-intelligence
interest to the CIA and other United States Government agencies. After
reviewing plaintiffs FOIA request, NCS responded that its records system was
not set up to search on general subjects or topics such as UFOs.1~l'l2
34. In sum, the CIA tasked those components reasonably likely to possess
infonnation responsive to Plaintiffs request (if any) to conduct records searches.
The searches were conducted by information management professionals who are
familiar with the records systems of their respective components and who
routinely and regularly conduct searches of these records as part of their
professional responsibilities. These individuals were familiar with Plaintiffs
request and all such searches were reasonably calculated to locate responsive
records, if any. As indicated above, no documents were located in response to
\
item (a) (“1987 special meeting at FAA”) of Plaintiffs request and three records
originated by other govemment agencies were located in response to item (b)(“all
other similar cases of airborne UFO encounters”).
I hereby declare under penalty of perjury that the foregoing is true and correct.
U Intelligence reports disseminated by NCS (formerly the Directorate of Operations) are
included in the DI records system where they may be searched by topic (and were
searched as part of the DI records search described above.)
12 The Directorate of Support to conduct searches in this case. Given its functions as
CIA’s administrative and support arm, PIPD officers reasonably detennined that the DS
was not likely to have records responsive to plaintiff s request.
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16
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
lConsultar a ficha do documento ↗ · Página física 18, contando a capa.
TRECHO 19 · PÁGINA FÍSICA 19
Página física 19 (p. 17): data e bloco de assinatura
Firmada neste dia 21 de janeiro de 2010.
[linha de assinatura, sem assinatura visível nesta cópia]
Delores M. Nelson
Coordenadora de Informação e Privacidade
Agência Central de Inteligência
17Nota editorial: “21st day of January, 2010”. A cópia liberada não mostra assinatura sobre a linha.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Executed this 21“ day of January, 2010.
Delores M. Nelson
Information & Privacy Coordinator
Central Intelligence Agency
17
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TRECHO 20 · PÁGINA FÍSICA 20
Página física 20: folha de rosto do Anexo A
ANEXO ANota editorial: Folha de rosto.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 20, contando a capa.
TRECHO 21 · PÁGINA FÍSICA 21
Página física 21: Anexo A, impressão da tela de e-mail com a troca entre Bryant e o Gabinete do DNI
[Anotação manuscrita no alto, em parte encoberta pelo carimbo de liberação; as primeiras palavras são de leitura incerta:] [PROCESSE ESTE PEDIDO FOIA] DENTRO DO PRAZO. — LARRY W. BRYANT (23 DE AGO. DE 2008)
[Barra do serviço de e-mail:] Para uma experiência melhor com o Cavalier Hi-Speed Internet Mail, use um navegador totalmente compatível. Saiba mais
[Anotação manuscrita:] F-2008-01781 [campo suprimido: (b)(6)] Configurações | Ajuda | Sair
[Carimbo de recebimento na margem direita:] AUG 28 20[08]
[Logotipo] Cavalier — Buscar no e-mail | Buscar na Web | Mostrar opções de busca
[Menu lateral:] Escrever | Caixa de entrada (2171) | Com estrela | Enviados | Rascunhos (13) | Todos os e-mails | Spam | Lixeira | Contatos | Marcadores
[Botões:] Enviar | Salvar rascunho | Descartar
Para: Jennifer L. Hudson [endereço suprimido: (b)(3) Lei de Segurança Nacional; (b)(6)]
Cc: — Cco: —
Assunto: Re: Pedido FOIA sobre o acobertamento de UFOs pela CIA
Anexos: [Procurar...] [Anexar mais arquivos]
OBRIGADO, SRA. HUDSON, POR esta explicação. Por meio de uma impressão assinada desta troca de mensagens eletrônicas, estou enviando meu pedido FOIA citado abaixo a Scott Koch, coordenador de FOIA da Agência Central de Inteligência dos EUA, para que ele faça a necessária busca de registros em todos os componentes pertinentes da CIA (incluindo o compartimento em que reside a versão atual dos registros Majestic-12) e, em seguida, produza os registros pedidos dentro dos prazos atuais de resposta da FOIA. — Larry W. Bryant [endereço suprimido: (b)(6)]
Em 22/8/08, Jennifer L. Hudson [endereço suprimido: (b)(3) Lei de Segurança Nacional; (b)(6)] escreveu:
> Sr. Bryant,
>
> Como o ODNI só foi criado em abril de 2005, é improvável que tenhamos registros pertinentes a seu pedido. A exceção seriam quaisquer documentos produzidos pelo FBIS e originados depois dessa data, como abrangido em seu pedido, DF-2008-00036.
> Sugiro que o senhor envie isto diretamente à CIA, se ainda não o fez.
[Botões:] Enviar | Salvar rascunho | Descartar
Leia seu e-mail no celular em http://mail.google.com/hosted/cavtel.net/ usando o navegador do telefone. Você está usando 215 MB (3%) de seus 7057 MB. Última atividade da conta: há 31 minutos neste computador. Detalhes
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[Rodapé da impressão: endereço da página de e-mail, omitido aqui. Página 1 de 1]Nota editorial: Página de imagem degradada; o texto do acervo é ilegível e a tradução foi feita sobre o fac-símile ampliado. A primeira linha manuscrita está parcialmente coberta pelo carimbo “Approved for Release”; lê-se com segurança “...IN A TIMELY MANNER. -- LARRY W. BRYANT (AUG. 23, 2008)”; o início (“PROCESS THIS FOIA REQUEST”) é leitura provável. O endereço da página de e-mail no rodapé (URL de sessão) não foi reproduzido.
Conferir original em inglês
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TRECHO 22 · PÁGINA FÍSICA 22
Página física 22: Anexo A, mensagem de Bryant de 13/08/2008 ao Gabinete do DNI (pedido FOIA)
[Cabeçalho técnico da mensagem, impresso. Data parcialmente legível no alto: quarta-feira, 13 de agosto de 2008, 21:12:40.] Verificado contra vírus: Debian amavisd-new em rcmdxobl.cavtel.net. Recebido: [servidores e identificadores técnicos] quarta-feira, 13 de agosto de 2008, 21:12:32 −0400 (EDT). Recebido: [conexão discada do provedor Cavalier; endereço IP omitido aqui] quarta-feira, 13 de agosto de 2008, 21:12:24 −0400 (EDT). Mime-Version: 1.0. Remetente: [suprimido: (b)(6)] (não verificado). Message-Id: [omitido aqui]. Data: quarta-feira, 13 de agosto de 2008, 21:15:27 −0400. Para: [email protected]. De: “Larry W. Bryant” [suprimido: (b)(6)]. Assunto: Pedido FOIA sobre o acobertamento de UFOs pela CIA. Tipo de conteúdo: texto simples.
PARA: Gerente de Liberdade de Informação, Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional, Washington, DC 20511 [acréscimo manuscrito:] + AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA DOS EUA
DE: Larry W. Bryant [endereço suprimido: (b)(6)]
DATA: 13 de agosto de 2008 [o algarismo “1” foi sobrescrito à mão por “2”, resultando em 23; rubrica manuscrita “LWB”]
John J. Callahan — funcionário aposentado da Administração Federal de Aviação dos EUA (e agora também um dos vários denunciantes recentes do acobertamento de UFOs) — revelou publicamente sua participação e a de outros funcionários da FAA numa reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C., para discutir e avaliar certas provas oficiais do encontro intrusivo com UFO vivido em 17 de novembro de 1986 pela tripulação japonesa (nº 1628) de um jato cargueiro 747 naquela noite, no céu do Alasca. Também participaram da reunião de 1987 representantes da equipe científica do presidente Reagan e três funcionários da Agência Central de Inteligência dos EUA. Ao fim da reunião, um dos participantes da CIA anunciou: “Este evento nunca aconteceu; nós nunca estivemos aqui; estamos confiscando todos estes dados . . . .”
Por isso, peço que me forneçam uma cópia dos seguintes registros recebidos pela CIA e gerados pela CIA:
(1) Referentes à convocação, à lista de presença, às apresentações, às atas e a toda outra documentação relacionada da reunião acima identificada;
(2) Referentes a todos os outros casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.
Como apresento este pedido como representante da imprensa (principalmente como colunista do periódico mensal de bancas “UFO Magazine”), peço que dispensem todas as tarifas de busca e revisão de registros relativas ao atendimento deste pedido. Para uma amostra de meus créditos de publicação como autônomo, ver o blog do autor em http://ufoview.posterous.com.
Pelo correio comum, estou lhe enviando uma impressão assinada desta carta em formato eletrônico.
LARRY W. BRYANT [endereço suprimido: (b)(6)]
Diretor do escritório de Washington, D.C., da Citizens Against UFO Secrecy (Cidadãos contra o Sigilo sobre UFOs)
Cópias enviadas a:
Editor, UFO Magazine
Presidente do Comitê Especial de Inteligência do Senado dos EUA
Presidente do Comitê de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Representantes dos EUANota editorial: Página de imagem degradada; texto do acervo ilegível; tradução feita sobre o fac-símile ampliado. Os dados técnicos do cabeçalho (endereço IP da conexão discada e identificador da mensagem) não foram reproduzidos, por serem dados pessoais de documento posterior a 1998. A data “August 13, 2008” tem o “1” corrigido à mão para “2”.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 22, contando a capa.
TRECHO 23 · PÁGINA FÍSICA 23
Página física 23: folha de rosto do Anexo B
ANEXO BNota editorial: Folha de rosto; o texto do acervo lia “EX IBET”.
Conferir original em inglês
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EX IBET
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 23, contando a capa.
TRECHO 24 · PÁGINA FÍSICA 24
Página física 24: Anexo B, carta da CIA a Bryant de 30/09/2008 (primeira folha)
[Timbre:] Agência Central de Inteligência [selo da CIA] Washington, D.C. 20505
30 de setembro de 2008
Sr. Larry W. Bryant
[endereço suprimido: (b)(6)]
Referência: F-2008-01781
Prezado Sr. Bryant:
Esta é a resposta final a seu pedido feito com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA) em 23 de agosto de 2008, recebido no gabinete da Coordenadora de Informação e Privacidade em 28 de agosto de 2008, dos seguintes registros recebidos pela CIA e gerados pela CIA:
(1) Referentes à convocação, à lista de presença, às apresentações, às atas e a toda outra documentação relacionada da reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C.;
(2) Referentes a todos os outros casos semelhantes de encontros aéreos com UFOs supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.
Atribuímos a seu pedido o número de referência acima. Use esse número na correspondência para que possamos identificá-lo facilmente.
Sobre o tema geral dos Objetos Voadores Não Identificados (UFOs), não há esforço organizado da CIA para fazer pesquisa relacionada ao fenômeno UFO, nem houve esforço organizado para coletar inteligência sobre UFOs desde a década de 1950. Naquela época, a Força Aérea, especificamente o Centro de Inteligência Técnica Aérea, na Base Aérea de Wright-Patterson, tinha a responsabilidade principal pela investigação de todos os relatos de avistamentos de UFOs. O papel da CIA estava ligado a um Painel Científico Consultivo, criado para investigar e avaliar relatos de UFOs. O painel se ocupava apenas dos aspectos do fenômeno UFO que pudessem representar ameaça potencial à segurança nacional dos Estados Unidos. Mais tarde, o painel publicou um relatório com suas conclusões, o Relatório do Painel Científico sobre Objetos Voadores Não Identificados, de 17 de janeiro de 1953, também conhecido como Relatório Robertson. O relatório foi divulgado pelo Gabinete de Informação Pública da Força Aérea em 9 de abril de 1958. A investigação da Força Aérea, chamada Projeto Bluebook, foi encerrada em 1969. Sabemos que a Força Aérea entregou seus registros sobre o tema à Administração Nacional de Arquivos e Registros, onde estão atualmente disponíveis para consulta e compra. Atualmente não há programa da CIA para coletar ativamente informações sobre UFOs, embora desde a época do Relatório Robertson tenha havido casos esporádicos de correspondência sobre o assunto, e de vez em quando recebemos relatos variados de avistamentos de objetos da categoria UFO.Nota editorial: 30/09/2008, F-2008-01781, 17/01/1953, 9/04/1958 e 1969 conferem. A carta diz que o relatório Robertson foi divulgado em 9 de abril de 1958; a data é a do original.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
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September 80, 2008
Mr. Larry W. Bryant
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Reference: F-2008-01781
Dear Mr. Bryant:
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This is a final response to your 23 August 2008 Freedom of lnfonnation Act
(FOIA) request, received in the office of the Information and Privacy Coordinator on
28 August 2008, for the following CIA-received and CIA-generated records:
(1) As pertain to the convening, attendance roster, briefings, minutes,
and all other related documentation of the 1987 special meeting at
FAA headquarters in Washington, D.C.;
(2) As pertain to all other similar cases of airborne UFO encounters
_
4
reportedly occurring since Nov. 17, 1986, to date.
We have assigned your request the reference number above. Please use this number when
corresponding so that we can identify it easily.
On the general subject of Unidentified Flying Objects (UFOs), there is no
organized CIA effort to do research in connection with UFO phenomena, nor has there
been an organized effort to collect intelligence on UFOs since the l950s. At that time, the
Air Force, specifically the Air Technical Intelligence Center at Wright Patterson Air Force
Base, had the primary responsibility for the investigation of all reports of UFO sightings.
The CIA’s role was in connection with a Scientific Advisory Panel, established to
investigate and evaluate reports of UFOs. The panel was concerned only with any aspect
of UFO phenomena which might prove to present a potential threat to the United States
national security. The panel later issued a report of its findings, the Report» of the
Scientific Panel on Unidentified Flying Objects dated 17 January 1953, also known as the
Robertson Report. The report was released by the Air Force Office of Public Information
on 9 April 1958. The Air Force investigation, called Project Blue-book, was terminated in
1969. We understand that the Air Force turned its records on this subject over to the
National Archives and Records Administration where they are currently available for
inspection and purchase. There is currently no CIA program to actively collect
information on UFOs, although since the time of the Robertson Report there have been
sporadic instances of correspondence dealing with the subject, and we occasionally receive
various kinds of reports of sightings of objects in the UFO category.
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 24, contando a capa.
TRECHO 25 · PÁGINA FÍSICA 25
Página física 25: Anexo B, carta de 30/09/2008 (segunda folha)
Até esta data, porém, a Agência já liberou a numerosos requerentes anteriores 1.022 páginas de documentos relacionados a UFOs com base na FOIA. A maior parte desse material foi localizada numa busca anterior de registros feita a pedido de um requerente anterior, sobre informações relativas a UFOs até 1979, e numa busca atualizada recente, feita a pedido de outro requerente anterior, sobre informações relativas a UFOs de 1979 até 15 de março de 1990. Todo o material liberável resultante dessas buscas anteriores e minuciosas está incluído neste pacote. Esses documentos não são indexados, e a maior parte do material trata de assuntos relacionados ao relatório do Painel Científico Consultivo. Devemos avisar que a maioria dos relatos de avistamentos de UFOs examinados pelo Painel foi originada por outras agências do governo, como a Força Aérea, e que boa parte dos relatórios posteriores originados pela CIA trata de avistamentos noticiados pela imprensa estrangeira. De acordo com nossa tabela de tarifas anexa, o material acima custa dez centavos por página, descontadas as primeiras 100 páginas, para requerentes da categoria “todos os demais”.
Além disso, em consequência da entrevista de rádio do ex-diretor Woolsey em 14 de dezembro de 1993, foi feita recentemente uma nova liberação de 1.757 páginas, elevando o total a 2.779 páginas. Portanto, se o senhor desejar comprar esse pacote, envie-me seu cheque ou ordem de pagamento de US$ 267,90, nominal ao Tesoureiro dos Estados Unidos, citando o número de referência acima para garantir o crédito correto em sua conta.
O senhor também tem a opção de examinar a liberação inicial de 991 páginas no site eletrônico de FOIA da CIA na internet. O acesso a esse site é pelo endereço: http:\\www.foia.ucia.gov [assim no original].
Devo examinar seu pedido de dispensa de tarifas segundo os critérios estabelecidos pelos regulamentos de FOIA da Agência, que o senhor encontrará na Parte 1900 do Título 32 do Código de Regulamentos Federais (CFR). Examinei seu pedido segundo esses critérios e concluí que sua solicitação não os atende, porque a informação que o senhor procura já é de domínio público e sua nova liberação provavelmente não contribuiria de modo significativo para a compreensão pública das operações e atividades do Governo dos Estados Unidos. Por isso, nego seu pedido de dispensa de tarifas.
O senhor pode recorrer desta decisão, aos meus cuidados, em até 45 dias a contar da data desta carta. Caso decida recorrer da negativa de seu pedido de dispensa de tarifas, recomendamos que apresente uma explicação que fundamente o recurso. Os regulamentos da Agência também determinam que, se a Agência já tiver começado a processar um pedido, só poderá aceitar recurso contra a negativa de dispensa de tarifas se o requerente concordar em se responsabilizar pelos custos em caso de decisão administrativa ou judicial desfavorável.Nota editorial: 1.022 + 1.757 = 2.779 páginas; 991 páginas no site; 14/12/1993; 15/03/1990. O endereço aparece impresso como “http:\\www.foia.ucia.gov”, com barras invertidas e “ucia”; o site de FOIA da CIA é foia.cia.gov.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
As of this date, however, the Agency has released to numerous previous requesters
1,022 pages of UFO-related documents under the F OIA. Most of this material was located
as a result of a previous search for records conducted on behalf of an earlier requester for
information regarding UFOs up through 1979, and as a result of a recent updated search
for records conducted on behalf of an earlier requester for information regarding UFOs
from I979 through 15 March 1990. Any releasable material as a result of these earlier,
thorough searches is included in this package. These documents are not indexed, and most
of the material deals with matters related to the report by the Scientific Advisory Panel.
We should advise you that most of the reports dealing with the UFO sightings considered
by the Panel originated with other government agencies such as the Air Force, and that
much of the later CIA-originated reports concern sightings as reported in the foreign news
media. In accordance with our enclosed fee schedule, the material referred to above costs
ten cents per page less the first 100 pages as a requester in the “all other” category.
Also, as a result of former Director Woolsey’s 14 December 1.993 radio interview,
a recent filrther release of 1,757 pages has been made bringing the total amount of pages to
2,779. Therefore, should you wish to purchase this package, please send us your check or
money order for‘US$267 .90 to me, made payable to the Treasurer of the United States and
cite the reference number above to ensure proper credit to your account.
,
You also have the option of reviewing the initial release of 991 pa.ges on the CIA’s
electronic FOIA internet site. The access for this site via homepage URL is:
littp:\\www.foia.ucia.gov.
»
I must consider your request for a fee waiver under the standards the Agency FOIA
regulations outline, which you will find at Part I900 of Title 32 of the Code of Federal
Regulations (CIFR). I have reviewed your request under those standards and determined
that your petition does not meet them because disclosing the information you seek is
_
already in the public domain and its re-release would not likely contribute significantly to
public understanding of the operations and activities of the United States Government.
I
therefore deny your request for a fee waiver.
-
You may appeal this decision, in my care, within 45 days from the date of this
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letter. Should you choose to appeal the denial of your request for a fee waiver, you are
encouraged to provide an explanation supporting your appeal. Agency regulations also
specify that if the Agency has started to process a request, the Agency may only accept an
appeal of a fee waiver denial if the requester agrees to be responsible for the costs in the
event of an adverse administrative or judicial decision.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 25, contando a capa.
TRECHO 26 · PÁGINA FÍSICA 26
Página física 26: Anexo B, carta de 30/09/2008 (fecho)
Num esforço para ajudá-lo mais, segue anexa uma cópia de um artigo da revista interna da CIA Studies in Intelligence, do verão de 1997, intitulado “O papel da CIA no estudo dos UFOs, 1947-90”. Este item está sendo fornecido sem custo porque tem menos de 100 páginas. Esperamos que as informações anexas e as dadas acima sejam úteis.
Atenciosamente,
[assinatura manuscrita]
Delores M. Nelson
Coordenadora de Informação e Privacidade
AnexoNota editorial: A carta traz a assinatura manuscrita de Delores M. Nelson.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
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In an effort to assist you further, enclosed is a copy of an article from the CIA’s
internal magazine Studies in Intelligence, Summer I997, entitled “CIA’s Role in the Study
of UFOs, l947~90.” This item is being provided at no cost since it is under 100 pages. We
trust that the information enclosed and that provided above will be helpful.
Enclosure
Sincerely,
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Delores M. Nelson
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Information and Privacy Coordinator
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 26, contando a capa.
TRECHO 27 · PÁGINA FÍSICA 27
Página física 27: anexo da carta, primeira página do artigo de Gerald K. Haines (Studies in Intelligence, p. 67)
[Página 67 da revista, em cópia de baixa qualidade. Carimbo: “BEST COPY AVAILABLE” (melhor cópia disponível). Anotação manuscrita no pé: “RELEASED July 1999” (liberado em julho de 1999).]
Uma questão que não morre
O papel da CIA no estudo dos UFOs, 1947-90
Gerald K. Haines
[Destaque:] “Embora a preocupação da Agência com os UFOs tenha sido substancial até o início da década de 1950, a CIA desde então dedicou atenção apenas limitada e periférica ao fenômeno.”
Gerald K. Haines é o historiador do Escritório Nacional de Reconhecimento.
Extraordinários 95 por cento de todos os americanos já ouviram ou leram pelo menos alguma coisa sobre Objetos Voadores Não Identificados (UFOs), e 57 por cento acreditam que eles são reais.¹ Os ex-presidentes dos EUA Carter e Reagan afirmam ter visto um UFO. Ufólogos — neologismo para os aficionados por UFOs — e organizações privadas de UFOs existem em todo o território dos Estados Unidos. Muitos estão convencidos de que o governo dos EUA, e particularmente a CIA, estão envolvidos numa enorme conspiração e no acobertamento da questão. A ideia de que a CIA ocultou secretamente sua pesquisa sobre UFOs tem sido um tema importante dos aficionados por UFOs desde que o fenômeno UFO moderno surgiu, no fim da década de 1940.²
No fim de 1993, depois de ser pressionado por ufólogos a liberar mais informações da CIA sobre UFOs,³ o DCI R. James Woolsey ordenou outra revisão de todos os arquivos da Agência sobre UFOs. Com base nos registros da CIA reunidos nessa revisão, este estudo traça o interesse e o envolvimento da CIA na controvérsia dos UFOs, do fim da década de 1940 até 1990. Examina cronologicamente os esforços da Agência para resolver o mistério dos UFOs, seus programas que tiveram impacto sobre os avistamentos de UFOs e suas tentativas de ocultar o envolvimento da CIA em toda a questão dos UFOs. O que emerge desse exame é que, embora a preocupação da Agência com os UFOs tenha sido substancial até o início da década de 1950, a CIA desde então dedicou atenção apenas limitada e periférica ao fenômeno.
Antecedentes
O surgimento, em 1947, do confronto da Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética viu também a primeira onda de avistamentos de UFOs. O primeiro relato de um “disco voador” sobre os Estados Unidos veio em 24 de junho de 1947, quando Kenneth Arnold, piloto particular e empresário respeitável, enquanto procurava um avião caído, avistou nove objetos em forma de disco perto do monte Rainier, em Washington, viajando a uma velocidade estimada em mais de 1.000 milhas por hora [cerca de 1.600 km/h]. O relato de Arnold foi seguido por uma enxurrada de outros avistamentos, incluindo relatos de pilotos militares e civis e de controladores de tráfego aéreo de todo o país.⁴ Em 1948, o general Nathan Twining, da Força Aérea, chefe do Comando de Serviço Técnico Aéreo, criou o Projeto SIGN (inicialmente chamado Projeto SAUCER) para coletar, reunir, avaliar e distribuir dentro do governo todas as informações relativas a esses avistamentos, partindo da premissa de que os UFOs poderiam ser reais e de interesse para a segurança nacional.⁵
A Divisão de Inteligência Técnica do Comando de Material Aéreo (AMC), em Wright Field (depois Base Aérea de Wright-Patterson), em Dayton, Ohio, assumiu o controle do Projeto SIGN e começou seus trabalhos em 23 de janeiro de 1948. Embora a princípio temesse que os objetos fossem armas secretas soviéticas, a Força Aérea logo concluiu que os UFOs eram reais, mas facilmente explicáveis e nada extraordinários. O relatório da Força Aérea constatou que quase todos os avistamentos decorriam de uma ou mais de três causas: histeria coletiva e alucinação, fraude ou interpretação equivocada de objetos conhecidos. Ainda assim, o relatório recomendou que a inteligência militar continuasse a controlar a investigação de todos os avistamentos e não
67Nota editorial: Artigo de Gerald K. Haines, historiador do NRO, publicado na revista da CIA Studies in Intelligence (1997), obra de governo dos EUA anexada à carta; por isso traduzido na íntegra. 95% e 57%; 24/06/1947; nove objetos; mais de 1.000 mph; 23/01/1948. A conversão para km/h é acréscimo editorial entre colchetes. As notas numeradas do artigo ficam nas páginas 39 a 44 do PDF.
Conferir original em inglês
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Role in the Study of UFOs, 1947—90
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the early 1950s, CIA has
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phenomena.
i9$
Gerald K. Haines is the National
Reconnaissance Ofiice historian.
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Objects (UFOs). and S7 percent
believe they are real.‘ Former US
Presidents Carter and Reagan claim
to have seen a UFO. UFOlogists--a
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vate UFO organizations are Foiind
throughout the United States. Many
are convinced that the US Govern-
ment. and particularly CIA, are
engaged in a massive conspiracy and
ooverup of the issue. The idea that
CIA has secretly concealed its
rcsmrch into UFOs has been a major
theme of UFO hulis since the mod-
ern UFO ‘phenomena emerged in the
late 1940:.’
In late 1993. after being pressured by
UF_Ologists for the release oFadd.i-
tional CIA information on UFOs,’
DCI R. lame: Woolsey ordered
another review of all Agency files on
UFOs. Using CIA records compiled
From that review, this study traces
CIA interest and involvement in the
UFO controversy From the late 1940s
to 1990. Ir chronologically examines
the Agency's elions to solve the mys-
tery ofUFOs. its programs that hlzd
'
an impact on UFO sightings, and its
attempts to conceal CIA involvement
in the entire UFO isstic. What
emerges fi'om this examination is that,
while Agency concern over UFOs W1:
substantial until the only 1950:, CIA
has since paid only limited and periph-
eral attention to the phenomena.
Background
The emergence in 1947 of the Cold
War confrontation between the
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ings. The lirst report on "flying
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Arnold. 1 private pilot and rcpurzrblc
busincssmun, while looking For :1
downed plane sighted nine disk-
shirpetl objects near Mt. Rainier,
Washington, traveling at an estimated
speed oFovcr 1,000 mph. Arnold's,
report was Followed by 2 flood oFaddi-
tional sightings, including reports
_
from military and civilian pilots and
air trafric controllers all over the
United States.‘ in I948. Air Force.
Gen. Nathan Twining, head oFr_he
Air Technical Service Command,
established Project SIGN (initially
named Project SAUCER) to collect,
_
collate. evaluate, and distribute within.
the government all-information relat.
ing to such sightings, on the premise
that UFOs might he real and of
national security concern.’ ..
The Technical Intelligence Division
_
of the ~A.ir Material Command
(AMC) at Wright Field (later
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Wright-Pamemon Air Force Base) in
Dayton. Ohio, assumed control of
Project SIGN and beg-an its worlt on
23 January 1948. Although at first
Fearful that the objects might be
Soviet secret weapons, the Air Force
soon concluded that UFOs were real
but easily explained and not extraor-
dinary. The Air Force report Found
that almost all sightings stemmed
from one or more of three causes:
mass hysteria and hillucination,
hoax, or misinterpretation 0F known
objects. Nevertheless. the report rec-
ommended continued military
in.relligence.cont~rol over the investi-
gation ofall sightings and did not
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lConsultar a ficha do documento ↗ · Página física 27, contando a capa.
TRECHO 28 · PÁGINA FÍSICA 28
Página física 28: artigo de Haines, p. 68
UFOs [cabeçalho]
descartou a possibilidade de fenômenos extraterrestres.⁶
Em meio ao número crescente de avistamentos de UFOs, a Força Aérea continuou a coletar e avaliar dados sobre UFOs no fim da década de 1940 num novo projeto, o GRUDGE, que tentou aliviar a ansiedade pública sobre os UFOs por meio de uma campanha de relações públicas destinada a convencer o público de que os UFOs nada tinham de incomum ou extraordinário. Os avistamentos de UFOs eram explicados como balões, aeronaves convencionais, planetas, meteoros, ilusões de óptica, reflexos do sol ou até “grandes pedras de granizo”. Os responsáveis pelo GRUDGE não encontraram nos avistamentos de UFOs nenhuma prova de projeto ou desenvolvimento de armas estrangeiras avançadas e concluíram que os UFOs não ameaçavam a segurança dos EUA. Recomendaram que o projeto fosse reduzido, porque a própria existência de interesse oficial da Força Aérea encorajava as pessoas a acreditar em UFOs e contribuía para uma atmosfera de “histeria de guerra”. Em 27 de dezembro de 1949, a Força Aérea anunciou o encerramento do projeto.⁷
Com o aumento das tensões da Guerra Fria, a Guerra da Coreia e a continuação dos avistamentos de UFOs, o diretor de inteligência da USAF, major-general Charles P. Cabell, ordenou um novo projeto sobre UFOs em 1952. O Projeto BLUE BOOK tornou-se o principal esforço da Força Aérea para estudar o fenômeno UFO durante as décadas de 1950 e 1960.⁸ A tarefa de identificar e explicar os UFOs continuou a caber ao Comando de Material Aéreo, em Wright-Patterson. Com uma equipe pequena, o Centro de Inteligência Técnica Aérea (ATIC) tentou convencer o público de que os UFOs não eram extraordinários.⁹ Os projetos SIGN, GRUDGE e BLUE BOOK deram o tom da posição oficial do governo dos EUA em relação aos UFOs pelos 30 anos seguintes.
Primeiras preocupações da CIA, 1947-52
A CIA acompanhou de perto o esforço da Força Aérea, ciente do número crescente de avistamentos e cada vez mais preocupada com a possibilidade de que os UFOs representassem uma ameaça potencial à segurança.¹⁰ Diante da distribuição dos avistamentos, funcionários da CIA perguntaram-se em 1952 se eles não poderiam refletir uma “loucura de verão”.¹¹ Funcionários da Agência aceitaram as conclusões da Força Aérea sobre os relatos de UFOs, embora tenham concluído que, “como há uma possibilidade remota de que sejam aeronaves interplanetárias, é necessário investigar cada avistamento”.¹²
Um enorme aumento de avistamentos sobre os Estados Unidos em 1952, especialmente em julho, alarmou o governo Truman. Em 19 e 20 de julho, as telas de radar do Aeroporto Nacional de Washington e da Base Aérea de Andrews acompanharam ecos misteriosos. Em 27 de julho, os ecos reapareceram. A Força Aérea fez decolar às pressas aviões interceptadores para investigar, mas eles não encontraram nada. Os incidentes, porém, viraram manchete em todo o país. A Casa Branca quis saber o que estava acontecendo, e a Força Aérea logo ofereceu a explicação de que os ecos no radar poderiam resultar de “inversões de temperatura”. Mais tarde, uma investigação da Administração de Aeronáutica Civil confirmou que esses ecos no radar eram bastante comuns e causados por inversões de temperatura.¹³
Embora acompanhasse os relatos de UFOs havia pelo menos três anos, a CIA reagiu à nova onda de avistamentos formando um grupo especial de estudo dentro do Gabinete de Inteligência Científica (OSI) e do Gabinete de Inteligência Corrente (OCI) para examinar a situação.¹⁴ Edward Tauss, chefe interino da Divisão de Armas e Equipamentos do OSI, relatou pelo grupo que a maioria dos avistamentos de UFOs podia ser facilmente explicada. Ainda assim, recomendou que a Agência continuasse a acompanhar o problema, em coordenação com o ATIC. Também insistiu para que a CIA ocultasse seu interesse da imprensa e do público, “em vista de sua provável tendência alarmista” a tomar esse interesse como confirmação da existência dos UFOs.¹⁵
Ao receber o relatório, o vice-diretor de inteligência (DDI) Robert Amory Jr. atribuiu a responsabilidade pelas investigações sobre UFOs à Divisão de Física e Eletrônica do OSI, com A. Ray Gordon como responsável.¹⁶ Cada seção da divisão deveria contribuir para a investigação, e Gordon deveria coordenar-se de perto com o ATIC. Amory, que pediu ao grupo que se concentrasse nas implicações dos UFOs para a segurança nacional, transmitia as preocupações do DCI Walter Bedell Smith.¹⁷ Smith queria saber se a investigação da Força Aérea sobre os discos voadores era suficientemente objetiva e quanto dinheiro e pessoal a mais seriam necessários para determinar a causa da pequena porcentagem de discos voadores inexplicados. Smith acreditava que “havia apenas uma chance em 10.000 de que o fenômeno representasse ameaça à segurança do país, mas nem essa chance podia ser corrida”. Segundo Smith, cabia à CIA, por lei, coordenar o esforço de inteligência necessário para resolver o problema. Smith também queria saber que uso poderia ser feito do fenômeno UFO nos esforços de guerra psicológica dos EUA.¹⁸
Liderado por Gordon, o Grupo de Estudo da CIA reuniu-se com oficiais da Força Aérea em Wright-Patterson e examinou seus dados e conclusões. A Força Aérea afirmou que 90 por cento dos avistamentos relatados eram facilmente
68Nota editorial: Coluna esquerda e central muito degradadas no texto do acervo; tradução feita sobre o fac-símile ampliado de cada coluna. Conferidos: 27/12/1949; 1952; 19, 20 e 27 de julho; “uma chance em 10.000”; 90 por cento. “Blips” traduzido como ecos de radar.
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Early CIA Concerns, 1947-S2,
trial phenomena.‘
Amp} mounting UFQ sightings, thc
effort, aware ofthe mounting number
Air Force continued to collect and
evaluate UFO data in the late 19405
under a new project GRUDGE,
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distribution of the s' htin
CIA oili-
CM. closely monitored the Air Force
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cerned that UFOs might pose a
potential security threat. ‘° Given the
which tried to alleviate public anxiety
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paign designed to persuade the public
might ‘¢E,lff‘ 'ml¢l$"mm°_Y
that UFO: constituted nothing
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the Air Force's conclusions about
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ors, optical illusions, solar rcilectio ns,
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eluded that UFO: did not threaten
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Base
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contra ut
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sphere. On 27 December 1949, the
Air Force announced the project‘:
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§€i'H\lfl3.IlOn.
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ii" K“
=1“ W1‘? ‘mi c°“‘l"“‘d UFQ
explanationithat the radar blips might
sightings, USAF Director of Intelli-
Sma Mal G¢"- _Cl11'l¢$ 9- Cilxu
inversions." Later, a Civil Aeronautics
ordered a new UFO project in 1952.
Project BLUE BOOK became the
rnajor Air Force eFFo rt to study the
UFO phenomenon throughout the
1950s and 1960s.“ The task of identi-
tigate, but they Found nothing. The
incidents, however, caused headlines
wanted to know what was happening,
and the Air Force quickly offered the
he the result of "temperature
Administration investigation con-
firmed that such radar blips were
quite common and were caused by
temperature inversions. l’
lying and explaining Ui-‘Os continued
Amwugh 1; had mo,-rim-¢¢ UFQ
to Fall on the Air Material Command
‘"5 W‘l8hY'P=°‘¢‘5°fl- with 3 5""-ll
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reacted to the new rash of sightings by
staff, the Air Technical intelligence
Center (A'l'lC)_ tried to persuade the
public that UFOs were not'extraordi-
(OSI) and (he Offiqg of Current intel-
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and BLUE BOOK
set the tone For
reports for at least three years. CiA
forming a special study group within
the Oliice oFScientific intelligence
ligence (OCI) to review the
situation.“ Edward Tauss, acting
the oflieial US Govern menr pos'ition,, ,,j__;_.cl:tigE9f“Q_Slls Weapons and Equip-
regarding U
l?Os For the next 30 years.
ment Division, reported For the group“
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that most UFO sightings could be eas-
ily explained. Nevertheless, he
_
recommended that the Agency con-
tinue monitoring the problem. in
coordination with ATIC. He also
urged that CIA conceal its interest
From the media and the public, “in
view of their probable alarmist tenden-
cies” to accept such interest as
confirming the existence of UFOs. ll
Upon receiving the report, Deputy
Director For Intelligence (DDI) Rob-
ert Amory, Jr. assigned responsibility
For the UFO investigations to O5i'_s
Physics and Electronics Division,
with A. Ray Gordonias the officer in
charge,“ Each branch in the division
was to contribute to the investigation,
and Gordon was to coordinate closely
with ATIC. Arno ry, who asked the
group to focus on theenatiooal secu-
rity implications of UFOs, was
relaying DCI \Waltcr Bedell Srnith’s
concerns.
l’ Smith wanted to know
whether or not the Air Force investiga-
tion oF flying saucers was suiiiciently
objective and how much more money
and manpower would be necessary to
determine the cause of the small per-
centage of unexplained flying saucers.-
Smith believed “there was only one
chance in 10,000 that the phenome-
non posed a threat to the security of
the country, but even that chance
could not be taken." According to
Smith. it wa‘s_ClA's responsibility by
statute to coordinate the intelligence
effort required to solve the problem.
Smith also wanted to know what use
could he made of the UFO phenome-
non in connection with US
psychological warfare efforts. “
Led by Gordon, the CIA_5tudy
Group met with Air Force ofiicials at
Wright-Patterson and reviewed their
data and findings. The Air Force
claimed that 90 percent of the
‘reported sightings were easily
-5-‘
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 28, contando a capa.
TRECHO 29 · PÁGINA FÍSICA 29
Página física 29: artigo de Haines, p. 69 (fotografia)
UFOs [cabeçalho]
[Carimbo:] BEST COPY AVAILABLE (melhor cópia disponível)
Fotografias amadoras de supostos UFOs
[Fotografia em preto e branco, muito granulada: objeto escuro em forma de disco, com saliência no topo, no alto do quadro; abaixo, fios elétricos, um poste inclinado e vegetação em primeiro plano.]
Legenda: Passoria [assim no original], Nova Jersey, 31 de julho de 1952
69Nota editorial: A legenda impressa diz “Passoria”, grafia que não corresponde a município de Nova Jersey; a data, 31/07/1952, e o tipo de imagem coincidem com as fotos de Passaic já documentadas no site (passaic-riley-stock-fotografias-1952). A identificação com Passaic é inferência editorial, não texto do documento.
Conferir original em inglês
Amateur photographs ofslleged UFO
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
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UFOs
69Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 29, contando a capa.
TRECHO 30 · PÁGINA FÍSICA 30
Página física 30 (p. 70 do artigo “CIA's Role in the Study of UFOs, 1947-90”, anexo à declaração): página de fotografias
UFOs
[Carimbo:] MELHOR CÓPIA DISPONÍVEL
[Fotografia 1, legenda:] Sheffield, Inglaterra, 4 de março de 1962
[Fotografia 2, legenda:] Minneapolis, Minnesota, 20 de outubro de 1960
70Nota editorial: A leitura automática trouxe “Mi ncap iv Minnesora.20 October 70”; a legenda correta no fac-símile é “Minneapolis, Minnesota, 20 October 1960”. As duas fotografias continuam a série “Amateur photographs of alleged UFOs” aberta na p. 69 do artigo (página física 29). Faixa superior e inferior: “Approved for Release: 2025/06/11 C07083374”.
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TRECHO 31 · PÁGINA FÍSICA 31
Página física 31 (p. 71 do artigo): fim da seção sobre o Grupo de Estudo da CIA e início de “O Painel Robertson, 1952-53”
[...] explicados. Os outros 10 por cento foram caracterizados como “uma série de relatos inacreditáveis de observadores confiáveis”. A Força Aérea rejeitou as teorias de que os avistamentos envolvessem o desenvolvimento de armas secretas americanas ou soviéticas, ou de que envolvessem “homens de Marte”; não havia indício que sustentasse essas ideias. Os expositores da Força Aérea procuraram explicar esses relatos de UFO como interpretação equivocada de objetos conhecidos ou de fenômenos naturais pouco compreendidos.[19] Autoridades da Força Aérea e da CIA concordaram que o conhecimento externo do interesse da Agência por UFOs tornaria o problema mais grave.[20] Essa ocultação do interesse da CIA contribuiu muito para as acusações posteriores de uma conspiração e de um acobertamento por parte da CIA.
O Grupo de Estudo da CIA também examinou a imprensa soviética em busca de relatos de UFO, mas não encontrou nenhum, o que levou o grupo a concluir que a ausência de relatos só podia resultar de uma política deliberada do governo soviético. O grupo também imaginou o possível uso de UFOs pela URSS como instrumento de guerra psicológica. Além disso, temia que, se o sistema de alerta aéreo dos EUA fosse deliberadamente sobrecarregado por avistamentos de UFO, os soviéticos pudessem obter uma vantagem de surpresa em qualquer ataque nuclear.[21]
Por causa da tensa situação da Guerra Fria e do aumento das capacidades soviéticas, o Grupo de Estudo da CIA via sérias preocupações de segurança nacional na situação dos discos voadores. O grupo acreditava que os soviéticos poderiam usar relatos de UFO para desencadear histeria em massa e pânico nos Estados Unidos. O grupo também acreditava que os soviéticos poderiam usar avistamentos de UFO para sobrecarregar o sistema de alerta aéreo dos EUA, de modo que ele não conseguisse distinguir alvos reais de UFOs fantasmas. H. Marshall Chadwell, diretor-assistente do OSI [Escritório de Inteligência Científica], acrescentou que considerava o problema de tal importância “que deveria ser levado à atenção do Conselho de Segurança Nacional, para que se iniciasse um esforço coordenado de toda a comunidade em direção à sua solução”.[22]
[Destaque gráfico entre aspas:] Por causa da tensa situação da Guerra Fria e do aumento das capacidades soviéticas, o Grupo de Estudo da CIA via sérias preocupações de segurança nacional na situação dos discos voadores.
Chadwell informou o DCI [Diretor da Central de Inteligência] Smith sobre o tema dos UFOs em dezembro de 1952. Ele pediu ação porque estava convencido de que “algo estava acontecendo que exigia atenção imediata” e de que “avistamentos de objetos inexplicados em grandes altitudes e viajando a altas velocidades nas proximidades de grandes instalações de defesa dos EUA são de natureza tal que não podem ser atribuídos a fenômenos naturais nem a tipos conhecidos de veículos aéreos”. Ele redigiu um memorando do DCI para o Conselho de Segurança Nacional (NSC) e uma proposta de diretriz do NSC que estabelecia a investigação de UFOs como projeto prioritário em toda a comunidade de inteligência e de pesquisa e desenvolvimento de defesa.[23] Chadwell também insistiu com Smith para que criasse um projeto de pesquisa externo, com cientistas de alto nível, para estudar o problema dos UFOs.[24] Depois dessa exposição, Smith instruiu o DDI [Diretor-Adjunto de Inteligência] Amory a preparar uma Diretriz de Inteligência do NSC (NSCID), a ser submetida ao NSC, sobre a necessidade de continuar a investigação de UFOs e de coordenar essas investigações com a Força Aérea.[25]
O Painel Robertson, 1952-53
Em 4 de dezembro de 1952, o Comitê Consultivo de Inteligência (IAC) tratou da questão dos UFOs.[26] Amory, como presidente interino, apresentou ao comitê o pedido do DCI Smith para que discutisse informalmente o assunto dos UFOs. Chadwell então fez um breve resumo da situação e do programa ativo do ATIC [Centro de Inteligência Técnica Aérea] relativo a UFOs. O comitê concordou que o DCI deveria “recrutar os serviços de cientistas selecionados para revisar e avaliar as evidências disponíveis à luz das teorias científicas pertinentes” e redigir uma NSCID sobre o assunto.[27] O major-general John A. Samford, diretor de Inteligência da Força Aérea, ofereceu plena cooperação.[28]
Ao mesmo tempo, Chadwell examinou os esforços britânicos nessa área. Soube que os britânicos também estavam ativos no estudo do fenômeno UFO. Um eminente cientista britânico, R. V. Jones, chefiava um comitê permanente sobre discos voadores criado em junho de 1951. As conclusões de Jones e de seu comitê sobre UFOs eram semelhantes às das autoridades da Agência: os avistamentos não eram aeronaves inimigas, mas interpretações equivocadas de fenômenos naturais. Os britânicos observaram, porém, que durante uma recente exibição aérea pilotos da RAF e altos oficiais militares tinham observado um “disco voador perfeito”. Diante da reação da imprensa, segundo o oficial, Jones estava tendo enorme dificuldade para corrigir a opinião pública a respeito dos UFOs. O público estava convencido de que eles eram reais.[29]
Em janeiro de 1953, Chadwell e H. P. Robertson, físico renomado do Instituto de Tecnologia da Califórnia, reuniram um painel ilustre de cientistas não militares para estudar a questão dos UFOs. Ele incluía Robertson como
71Nota editorial: Os números entre colchetes são as chamadas de nota do original. Leituras automáticas corrigidas: “nook up” = took up; “riiinrnilitary” = nonmilitary; “I-{P0” = UFO; “hill cooperation” = full cooperation; “lanuary l953” = January 1953. O trecho começa no meio da frase iniciada na página anterior do artigo.
Conferir original em inglês
l
I
accounted for. The other 10 percent
were characterized as “a number of
incredible reports from credible
observers." The Air Force rejected
the thcoria that the sightings
involved US or Soviet secret weapons
development or that they involved
“men from Mars"; there was no evi-
dence to support these concepts.
The Air Force briefers sought to
explain these UFO reports as the mis-
interpretation ofltnown objects or
little understood natural
phenomena." Air Force and CIA
ofiicials agreed that outside knowl-
edge of Agency interest in UFOs
would make the problem more
serious.” This concealment of CIA
interest contributed greatly to later
charges of a CIA conspiracy and
covetup.
The CIA Study Group also searched
the Soviet press for UFO reports. but
found none, causing the group to
conclude that the absence of reports
*
had to have been the result of deliber-
are Soviet Government policy. The
group also envisioned the USSR's
possible use of UFOs as a psychologi-
cal warfare tool. In addition, they
worried that, if the US air warning
system should be deliberately over-
loaded by UFO sightings, the Soviets
might gain a surprise advantage in
any nuclear attack.“
Because of the tense Cold War situa-
tion and increased Soviet
capabilities, the CIA Study Group
saw serious national security con-
Ccms in the flying saucer situation.
The group believed that the Soviets
could use UFO reports to touch off
mass hysteria and panic in the
United States. The group also
believed that the Soviets might use
I-{P0 sightings to overload the US
air warning system so that it could
not distinguish real targets from
6 6
Because of the tense Cold
War situation and
increased Soviet
capabilities, the CIA Study
Group saw serious national
security concerns in the
flying saucer situation.
99
phantom UFOs. H. Marshall Chad-
well, Assistant Director of OSI,
added that he considered the prob-
lern of such importance “that it
should be brought to the attention of
the National Security Council, in
order that a communitywide coordi-
nated effort towards it solution may
be init.iated.”“
Chadwcll briefed DCI Smith on the
subject of UFOs in December 1952.
He urged action because he was eon-
vinced that “something was going on
that must have immediate attention"
and that ‘sightings ofunexplained
objects at great altitudes and travel-
ing at high speeds in the vicinity of
major U5 defense installations are of
such nature that they are not attribut-
able to natural phenomena or known
types of aerial vehicles." He drafted
a memorandum from the DCI to the
National Security Council (NSC)
and a proposed NSC Directive estab-
lishing the investigation of UPOs'as
a priority project throughout the
intelligence and the defense research
and development community. 1’
Chadwell also urged Smith to estab-
lish an external research project of
top-level scientists to study the prob-
lem ofUFCs.“ After thisbriefing,
Smith directed DDI Amory to pre-
pare a NSC intelligence Directive
(NSCID) for submission to the NSC
on the need to continue the investiga-
tion__ of UFO: and to coordinate such
Air Force.”
x
la.
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S
-
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
UFOs
The Robertson Panel, 1952-S3
On 4 December 1952, the Intelli-
gence Advisory Committee (IAC)
nook up the issue of UFOs." Amory,
as acting cha.irtna.n,' presented DCI
Smith's request to the committee
that it informally discuss the subject
of UFOs. Chadwell then briefly
reviewed the situation and the active
program of the ATIC relating to
UFOs. The committee agreed that
the DCI should “enlist the services
’
of selected scientists to review and
appraise the available evidence in the
lig t of pertinent scientific theories"
and draft an NSCID on the
subject.” Maj. Gen. john A. Sam-
iord, Director of Air Force
Intelligence, offered hill
cooperation."
.
At the same time, Chadwell looked
into British efforts in this area. He
learned the British also were active in
studying the UFO phenomena. /}n
eminent British scientist, R. V. Jones,-
headed a standing committee created
in june I951 on flying saucers.
]ones' and his committee's conclu-
sions on UFO: were similar to those
of Agency oliicials: the sightings
were not enemy aircraft but misrepre-
sentations of natural phenomena.
The British noted, however, that dur-
_
ing a recent air show RAF pilots and
senior military officials had observed
a “perfect flying saucer.” Given the
press response, according to the
ofiicer, lones was having a n1ost'diffi-
cult time trying to correct public
opinion regarding UFOs. The public
was convinced they were real.”
In lanuary l953._Chadwell and H. P.
Robertson, a ‘noted physicist from the
California lnsti tute of Technology.
put together a distinguished panel of
riiiinrnilitary scientists to study the
It included Robertson as
71
,,,,, ..
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
-avConsultar a ficha do documento ↗ · Página física 31, contando a capa.
TRECHO 32 · PÁGINA FÍSICA 32
Página física 32 (p. 72 do artigo): composição e conclusões do Painel Robertson; início de “Anos 1950: o interesse da CIA diminui”
UFOs
presidente; Samuel A. Goudsmit, físico nuclear dos Laboratórios Nacionais de Brookhaven; Luis Alvarez, físico de altas energias; Thornton Page, diretor-adjunto do Escritório de Pesquisa Operacional da Universidade Johns Hopkins e especialista em radar e eletrônica; e Lloyd Berkner, um dos diretores dos Laboratórios Nacionais de Brookhaven e especialista em geofísica.[30]
A incumbência do painel era revisar as evidências disponíveis sobre UFOs e considerar os possíveis perigos do fenômeno para a segurança nacional dos EUA. O painel se reuniu de 14 a 17 de janeiro de 1953. Revisou dados da Força Aérea sobre históricos de casos de UFO e, depois de passar 12 horas estudando o fenômeno, declarou que se podiam sugerir explicações razoáveis para a maioria dos avistamentos, se não para todos. Por exemplo, depois de examinar o filme cinematográfico de um avistamento de UFO perto de Tremonton, Utah, em 2 de julho de 1952, e outro perto de Great Falls, Montana, em 15 de agosto de 1950, o painel concluiu que as imagens do filme de Tremonton foram causadas pela luz do sol refletida em gaivotas e que as imagens de Great Falls eram luz do sol refletida na superfície de dois interceptadores da Força Aérea.[31]
O painel concluiu por unanimidade que não havia evidência de uma ameaça direta à segurança nacional nos avistamentos de UFO. Tampouco encontrou qualquer evidência de que os objetos avistados pudessem ser extraterrestres. Constatou, sim, que a ênfase contínua na comunicação de UFOs poderia ameaçar “o funcionamento ordenado” do governo, ao congestionar os canais de comunicação com relatos irrelevantes e ao induzir “comportamento histérico em massa” prejudicial à autoridade constituída. O painel também temia que inimigos em potencial que planejassem um ataque aos Estados Unidos pudessem explorar o fenômeno UFO e usá-lo para perturbar as defesas aéreas dos EUA.[32]
Para enfrentar esses problemas, o painel recomendou que o Conselho de Segurança Nacional desmistificasse os relatos de UFO e instituísse uma política de educação pública para tranquilizar a população quanto à falta de evidência por trás dos UFOs. Sugeriu usar os meios de comunicação de massa, a publicidade, clubes empresariais, escolas e até a empresa Disney para transmitir a mensagem. Em pleno auge do macarthismo, o painel também recomendou que grupos privados de UFO, como os Civilian Flying Saucer Investigators, de Los Angeles, e a Aerial Phenomena Research Organization, de Wisconsin, fossem monitorados quanto a atividades subversivas.[33]
As conclusões do painel Robertson eram notavelmente semelhantes às dos relatórios anteriores dos projetos SIGN e GRUDGE da Força Aérea e às do próprio Grupo de Estudo do OSI da CIA. Todos os grupos de investigação concluíram que os relatos de UFO não indicavam nenhuma ameaça direta à segurança nacional nem qualquer evidência de visitas de extraterrestres.
Depois das conclusões do painel Robertson, a Agência abandonou os esforços para redigir uma NSCID sobre UFOs.[34] O Painel Consultivo Científico sobre UFOs (o painel Robertson) apresentou seu relatório ao IAC, ao secretário de Defesa, ao diretor da Administração Federal de Defesa Civil e ao presidente do Conselho de Recursos de Segurança Nacional. Autoridades da CIA disseram que nenhuma consideração adicional do assunto parecia justificada, embora continuassem a monitorar os avistamentos no interesse da segurança nacional. Philip Strong e Fred Durant, do OSI, também informaram o Escritório de Estimativas Nacionais sobre as conclusões.[35] Autoridades da CIA queriam que o conhecimento de qualquer interesse da Agência pelo tema dos discos voadores fosse cuidadosamente restrito, observando não apenas que o relatório do painel Robertson era sigiloso, mas também que qualquer menção ao patrocínio do painel pela CIA estava proibida. Essa atitude causaria mais tarde à Agência grandes problemas de credibilidade.[36]
Anos 1950: o interesse da CIA por UFOs diminui
Depois do relatório do painel Robertson, as autoridades da Agência deixaram toda a questão dos UFOs em segundo plano. Em maio de 1953, Chadwell transferiu a responsabilidade principal de acompanhar os UFOs para a Divisão de Física e Eletrônica do OSI, enquanto a Divisão de Ciência Aplicada continuava a dar o apoio necessário.[37] Todos M. Odarenko, chefe da Divisão de Física e Eletrônica, não queria assumir o problema, alegando que exigiria tempo demais dos analistas e do pessoal de escritório de sua divisão. Diante das conclusões do painel Robertson, propôs considerar o projeto “inativo” e dedicar apenas um analista em tempo parcial e um arquivista para manter um arquivo de referência das atividades da Força Aérea e de outros órgãos sobre UFOs. Nem a Marinha nem o Exército demonstravam muito interesse por UFOs, segundo Odarenko.[38]
Descrente dos UFOs, Odarenko procurou fazer com que sua divisão fosse dispensada da responsabilidade de monitorar relatos de UFO. Em 1955, por exemplo, recomendou que todo o projeto fosse encerrado porque nenhuma informação nova sobre UFOs havia surgido. Além disso, argumentava, sua divisão enfrentava um corte orçamentário sério e não podia dispor dos recursos.[39] Chadwell e outras autoridades da Agência, porém, continuavam preocupados com os UFOs. Causavam preocupação especial os relatos estrangeiros de avistamentos de UFO e
72Nota editorial: Leituras automáticas corrigidas: “Tretnonton” = Tremonton; “I5 August 1950” = 15 August 1950; “extratctrcstrials” = extraterrestrials; “Disneyoorporation” = Disney corporation; “potcnti§:_l;:»r,.” e “-'¢ -"~“'e'ticmict-contemplating” = potential enemies contemplating (a linha está parcialmente apagada no fac-símile, mas legível); “Todos M. Odarenlto” = Todos M. Odarenko.
Conferir original em inglês
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g Approved for Release: 202§[06/11 C07083374
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.
UFOS
chairman; Samuel A. Goudsmit, a
nuelmr physicist from the Broolthavcn
National Laboratories; Luis Alvarez, a
high-energy physicist; Thornton Page,
the deputy director of the johns Hop-
ltins Operations Research Qliice and
an expert on radar and electronics; and
Lloyd Berlcner, a director of the
Btookhaven National Laboratories and
a specialist in geophysics.”
The charge to the panel was to review
the available evidence on,UFOs and
to consider the possible dangers'oF the
phenomena to US national security.
The panel met from 14 to 17 Ianuary
1953. ltreviewed Air Force data on
UFO case histories and, after spend-_
ing I2 hours studying the
phenomena, declared that reasonable
explanations could be suggested For
most. if not all, sightings. For exam-
ple, after reviewing motion-picture
film taken of a UFO sighting neat
Tretnonton, Utah, on 2 July 1952
and one near Great Falls, Montana,
-
on I5 August 1950. the panel con-
cluded that the images on the
Tremonton film were caused by sun-
light reflecting of? Seagulls and that
the images at Great Falls were sun-
light reilcctingolit’ the surface of two
Air Force interceptors.“
The panel concluded unanimously
that there was no evidence of a direct
threat to national security in the UFO
sightings. Nor could the panel find
any evidence that the objects sighted
might be extratctrcstrials. it did find
that continued emphasis on UPC
reporting might threaten “the orderly
Functioning“ of the government by
clogging the channels oF communica-
tion with irrelevant reports and by
inducing “hysterical mass behavior"
UFO phenomena and use them to dis-
rupt US air defenses.”
To meet these problems, the panel rec-
ommended that the National Security
Council debunk UFO reports and
institute a policy of public cclumtion
to reassure the public of the laclc of
evidence behind UFOs. It suggested
using the mass media, advertising,
business clubs, schools, and ‘even the
Disneyoorporation to get the message
across. Reporting at the height of
McCarthyism, the panel also recom-
mended that such private UFO
groups as the Civilian Flying Saucer
Investigators in Los Angeles and the
Aerial Phenomena Research Organiza-
tion in Wisconsin be monitored for
subversive activities.”
The Robertson panel's conclusions
were strikingly similar to those of the
earlier Air Force project reports on
SIGN and GRUDGE and to those of
the Cl.-\'s own OSI Study Group. All
investigative groups found that UFO
reports indicated no direct threat to
national security and no evidence of
visits by extraterrestrials.
Following the Robertson panel lind-
ings, the Agency abandoned efforts to
draft an NSCID on UFOs.” The Sci-
entific Advisory Panel on UFOs- (the
Robertson panel) submitted its report
to the LAC. the Secretary of Defense,
the Director ofthc Federal Civil
Defense Administration, and the
Chairman of the National Security
Resources Board. CIA officials said
no htrthet consideration of the sub-
ject appeared wartantcd. although
they continued to monitor sightings
in the interest 0F national security.
Philip Strong and Fred Durant from
harmful to constituted authority.
A.
_
_ "__OS[ also briefed the Office of
_
.Tl\¢,Pant_l_ also worried that potcnti§:_l;:»r,. National Estimates on the findings.”
'
-'¢ -"~“’e'ticmict-contemplating an attack o'ii'7"-“"7 1731A ofiicials wantediknowledge of
the United States might exploit the
72
,
any Agency interat in the subject of
flying saucers catefiilly restricted, not-
ing not only that the Robertson panel
report was classified but also that any
mention of-Cl_A sponsorship of the
panel was F0 rbidden. This attitude
would later cause the Agency major
problems relating to its credibility.”
The 19505: Fading CIA Interest in
UFOs
After the report of the Robertson
panel, Agency oliicials put the entire
issue of UFOs on the back burner. In
May 1953. Chadwcll transferred chief
responsibility For keeping abreast of
UFOs to O$I's Physics and Electronic
Division, while the Applied Science
Division continued to provide any nec-
essary support.” Todos M. Odarenlto,
chief of the Physic and Electronics
Division, did not want to rake on the
problem, contending that it would
require too much oi" his divi;ion's ana-
lytic and clerical time. Given the
findings of the Robertson panel, he
proposed to consider the project “inac-
tive” and to devote only one analyst
part-time and a file clerk to maintain a
reference file of the activities of the Air
Force and other agencies on UFOs.
Neither the Navy not the Army
showed much interest in UFOs,
according to Odarenko.”
A nonbeliever in UFOs, Odarenko
sought to have his division relieved of
the responsibility For monitoring UFO
reports. in I955. For example, he rec-
ommended that the entire project be
terminated because no new informa-
tion concerning UFOs had surfaced.
Btsides, he argued, his division waft fac-
ing a serious budget reduction and
could not spare the resources.” Chad-
well and other Agency officials,
however, continued to worry..ab0ut_v
UFOs. Of
special coneern'wei_€Yf?\_>ciri‘-i“
seas reports of UFO sightings and
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TRECHO 33 · PÁGINA FÍSICA 33
Página física 33 (p. 73 do artigo): temores de “discos voadores” soviéticos, o caso do senador Russell e “O U-2 e o OXCART da CIA como UFOs”
UFOs
alegações de que engenheiros alemães mantidos pelos soviéticos estavam desenvolvendo um “disco voador” como futura arma de guerra.[40]
Para a maioria dos líderes políticos e militares dos EUA, a União Soviética, em meados dos anos 1950, tornara-se um adversário perigoso. O progresso soviético em armas nucleares e mísseis guiados era particularmente alarmante. No verão de 1949, a URSS havia detonado uma bomba atômica. Em agosto de 1953, apenas nove meses depois de os Estados Unidos testarem uma bomba de hidrogênio, os soviéticos detonaram uma. Na primavera de 1953, um estudo ultrassecreto da RAND Corporation também apontou a vulnerabilidade das bases do SAC [Comando Aéreo Estratégico] a um ataque de surpresa de bombardeiros soviéticos de longo alcance. A preocupação com o perigo de um ataque soviético aos Estados Unidos continuou a crescer, e os avistamentos de UFO aumentaram a inquietação dos formuladores de política dos EUA.
O número crescente de relatos de UFOs sobre o Leste Europeu e o Afeganistão também despertou a preocupação de que os soviéticos estivessem fazendo progressos rápidos nessa área. Autoridades da CIA sabiam que britânicos e canadenses já faziam experiências com “discos voadores”. O Projeto Y era uma operação de desenvolvimento canadense-britânico-americana para produzir uma aeronave não convencional do tipo disco voador, e as autoridades da Agência temiam que os soviéticos estivessem testando dispositivos semelhantes.[41]
Aumentou a preocupação um avistamento de disco voador feito pelo senador americano Richard Russell e sua comitiva quando viajavam de trem pela URSS em outubro de 1955. Depois de extensas entrevistas com Russell e seu grupo, porém, as autoridades da CIA concluíram que o avistamento de Russell não sustentava a teoria de que os soviéticos tivessem desenvolvido aeronaves em forma de disco ou não convencionais. Herbert Scoville Jr., diretor-assistente do OSI, escreveu que os objetos observados provavelmente eram aviões a jato comuns em subida íngreme.[42]
[Destaque gráfico entre aspas:] Os investigadores do BLUE BOOK conseguiram atribuir muitos avistamentos de UFO a voos do U-2.
Wilton E. Lexow, chefe da Divisão de Ciências Aplicadas da CIA, também era cético. Ele questionava por que os soviéticos continuariam a desenvolver aeronaves de tipo convencional se tivessem um “disco voador”.[43] Scoville pediu a Lexow que assumisse a responsabilidade de avaliar plenamente as capacidades e limitações de aeronaves não convencionais e de manter o arquivo central do OSI sobre o tema dos UFOs.
O U-2 e o OXCART da CIA como UFOs
Em novembro de 1954, a CIA havia entrado no mundo da alta tecnologia com seu projeto de reconhecimento aéreo U-2. Trabalhando com a instalação de desenvolvimento avançado da Lockheed em Burbank, Califórnia, conhecida como Skunk Works, e com Kelly Johnson, eminente engenheiro aeronáutico, a Agência, em agosto de 1955, testava uma aeronave experimental de grande altitude: o U-2. Ele podia voar a 60.000 pés [cerca de 18.300 m]; em meados dos anos 1950, a maioria dos aviões comerciais voava entre 10.000 e 20.000 pés [cerca de 3.000 a 6.100 m]. Consequentemente, assim que o U-2 começou os voos de teste, pilotos comerciais e controladores de tráfego aéreo passaram a relatar um grande aumento de avistamentos de UFO.[44] (U)
Os primeiros U-2 eram prateados (mais tarde foram pintados de preto) e refletiam os raios do sol, sobretudo ao nascer e ao pôr do sol. Muitas vezes pareciam objetos em chamas para quem os via de baixo. Os investigadores do BLUE BOOK da Força Aérea que sabiam dos voos secretos do U-2 procuravam dar outra explicação a esses avistamentos, ligando-os a fenômenos naturais como cristais de gelo e inversões de temperatura. Consultando a equipe do Projeto U-2 da Agência em Washington, os investigadores do BLUE BOOK conseguiram atribuir muitos avistamentos de UFO a voos do U-2. Tomavam cuidado, porém, para não revelar ao público a verdadeira causa do avistamento.
Segundo estimativas posteriores de funcionários da CIA que trabalharam no projeto U-2 e no projeto OXCART (SR-71, ou Blackbird), mais da metade de todos os relatos de UFO do fim dos anos 1950 até os anos 1960 foram explicados por voos de reconhecimento tripulados (isto é, do U-2) sobre os Estados Unidos.[45] Isso levou a Força Aérea a fazer declarações enganosas e ilusórias ao público para acalmar os temores da população e proteger um projeto de segurança nacional extraordinariamente sensível. Embora talvez justificado, esse engano alimentou as teorias da conspiração posteriores e a controvérsia sobre acobertamento dos anos 1970. A porcentagem de avistamentos de UFO que a Força Aérea considerava inexplicados caiu para 5,9 por cento em 1955 e para 4 por cento em 1956.[46]
Ao mesmo tempo, crescia a pressão pela divulgação do relatório do painel Robertson sobre UFOs. Em 1956, Edward Ruppelt, ex-chefe do projeto BLUE BOOK da Força Aérea, revelou publicamente a existência do painel. Um livro de grande venda do ufólogo Donald Keyhoe, major reformado do Corpo de Fuzileiros Navais, defendia a divulgação de todas as informações do governo relativas a UFOs. Grupos civis de UFO, como o National
73Nota editorial: Leituras automáticas corrigidas: “Cltvtloped saucerlike or unconvenrlr;nal..iiF-znft” = developed saucerlike or unconventional aircraft; “skcpd G1‘” = skeptical; “Bally” = fully; “gate-rnents” = statements; “ripnlrelating” = tion relating. A marca “(U)” após a nota 44 está no original (marcação de classificação: não sigiloso). Conversões métricas entre colchetes são da tradução.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
-éé
BLUE BOOK
investigators
were able to attribute many
'
UFO sightings to U-2
claims that German engineers held by r
-
the Soviets were developing a “flying
_
flights‘
saucer" as a fiirure weapon oFwar.‘°
To most US political and military
leaders, the Soviet Union by the mid-
l9S0s had become a dangerous oppo-
nent. Soviet progress in nuclear
the Assistant Director of O51, wrote
“’“P°‘“ md 5“ld¢d ml‘-ill“ ‘"35 Par’
that the objects observed probably
»
‘la-ll"lY 1i"ml“S- ll‘ El" summfl QE
were normal jet aircraft in a steep
1949, the USSR had detonated an
dimbfz
atomic bomb. In August I955. only-
nine months after the United States
tested a hydrogen bomb, the Sovicm
Wilton E. Lexow, head oFthe ClA's
Applied Sciences Division. was also
detonated one. In the spring of
.
skcpd G1‘ He quesdoncdwhy the
l9$3. 2 top secret RAN D Corpora-
tion study also pointed out the
vulnerability of SAC bases to a sur-
prise attack by Soviet long-range
bombers. Concern overdue danger
of a Soviet attack on the United
Scares continued to grow, and UFO
sightings added to_r.hc uneasiness of
US policymakers.‘
'
Mounting reports of UFO: over cast-
ero Europe and Afghanistan also
prompted concern that the Soviets
were making rapid progress in this
area. CIA ofiicials knew that the
British and Canadians were already
experimenting with "flying saucers."
Project Ywas a Canadian-British-US
developmental operation to produce
a nonconvenrional Flying-saucer~type
aircmlr, and Agency officials Feared
the Soviets were testing similar
devices.“
Adding to the concern was 1 flying
saucer sighting by US Senator
Richard Russell and his parry while
traveling on a train in the USSR in
October 1955. Alier extensive inter-
views of Russell and his group.“
however, CIA ofiicials concluded
that Russell's sighting did not sup-
port the theory that the Soviets had
Cltvtloped saucerlike or unconven-
rlr;nal..iiF-znft. Herbert Scovillc, lr.,
1
Soviets were continuing to develop
conventional-type aircraft if they had
a “flying saucer.“-‘ Scovillc asked
Lexow to assume responsibility for
Bally assessing the capabilities and
limitations of rxonconventional air-
crai-'r and to maintain the OSI central
file on the subject of UFOs.
CIA's U-2 and OXCART as UFOs
in November 1954. CIA had entered
into the world of high technology
with its U-2 overhead reconnaissance
project. Worldng with i..ocltheed’s
Advanced Development Facility in
Burbank. California, known is the
Skunk Works, and Kelly johnson, an
eminent aeronautical engineer, the
Agency by August I955 was testing a
high-altitude experimental aircraft-
rhe U-2. Ir could fly at 60,000 feet;
in the mid-1950:, most commercial
airliners flew between l0,000 Feet
and 20,000 Feet. Consequently,
once the U-2 started rest flights. com-
mercial pilocs and air traliic
controllers began reporting a large
increase in UFO sightings.“ (U)
The early U-2s were silver (they were
later painted black) and reflected the
rays From the sun, especially at sun-~
UFOs
rise and sunset. They oFren appeared
as fiery objects to observers below.
Air Force BLUE BOOK investiga-
tors aware of the secret U-2 Flights
tried to explain away such sightings
by linking them tojnatural phenom-
ena such as ice crystals and
temperature inversions. By checking
with the Agency’: U-2 Project Scat?
in Wuhington. BLUE BOOK inves-
tigators were able to attribute many
UFO sightings to U-2 flights. They
were careful, however, not to reveal
the true cause of the sighting to the
public.
According to later estimates From
CIA officials who worked on the U-
2 project and the OXCART (SR-71,
or Blackbird) project, over half of all
UFO reports From the late 19505
through the 1960s were accounted
for by manned reconnaissance flights
(namely the U-2) over the United
States." This led the Air Force to
make misleading and deceptive gate-
rnents to the public in order to allay
public fears and to protect an extraor-
dinarily scnsirivc national security
project. While perhaps justified, this
deception added Fuel to the later con-
spiracy theories and the coverup
controversy of the 1970s. The per-
centage of what the Air Force
considered unexplained UFO sight-
ings Fell to 5.9 percent in 1955 and
to 4 percent in 1956.“
Ar the same time, pressure was build-
ing For the release of the Robertson
panel report on UFOs. In 1956.
Edward Ruppelr, Former head of the
Air Force BLUE BOOK project,
-publicly revealed the existence of the
panel. A best-selling book by UFOl-
ogisr Donald Keyhoe, a retired
Marine Corps major, advocated
release of all government informa-
ripnlrelating to UFOs. Civilian
‘-UP-O»groéips¢such'as the National?’
73
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
,,..»
s.Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 33, contando a capa.
TRECHO 34 · PÁGINA FÍSICA 34
Página física 34 (p. 74 do artigo): pressão de NICAP e APRO, cartas de Keyhoe e Davidson e o incidente do “código de rádio” das irmãs Maier
UFOs
Investigations Committee on Aerial Phenomena (NICAP) e a Aerial Phenomena Research Organization (APRO), imediatamente pressionaram pela divulgação do relatório do painel Robertson.[47] Sob pressão, a Força Aérea pediu permissão à CIA para retirar o sigilo do relatório e divulgá-lo. Apesar dessa pressão, Philip Strong, diretor-assistente adjunto do OSI, recusou-se a retirar o sigilo do relatório e a revelar o patrocínio da CIA ao painel. Como alternativa, a Agência preparou uma versão expurgada do relatório, que eliminava qualquer referência à CIA e evitava mencionar qualquer potencial de guerra psicológica na controvérsia dos UFOs.[48]
As exigências de mais informações do governo sobre UFOs, porém, não cessaram. Em 8 de março de 1958, Keyhoe, numa entrevista com Mike Wallace, da CBS, afirmou que a CIA estava profundamente envolvida com os UFOs e que a Agência patrocinara o painel Robertson. Isso provocou uma série de cartas à Agência de Keyhoe e do Dr. Leon Davidson, engenheiro químico e ufólogo. Eles exigiam a divulgação do relatório completo do painel Robertson e a confirmação do envolvimento da CIA na questão dos UFOs. Davidson se convencera de que a Agência, e não a Força Aérea, tinha a maior parte da responsabilidade pela análise de UFOs e de que “as atividades do governo dos EUA são responsáveis pelos avistamentos de discos voadores da última década”. De fato, por causa dos voos não revelados do U-2 e do OXCART, Davidson estava mais perto da verdade do que imaginava. A CIA, no entanto, manteve-se firme em sua política de não revelar seu papel nas investigações de UFOs e recusou-se a retirar o sigilo do relatório completo do painel Robertson.[49]
Numa reunião com representantes da Força Aérea para discutir como lidar com futuras indagações como as de Keyhoe e Davidson, as autoridades da Agência confirmaram sua oposição à retirada do sigilo do relatório completo e mostraram preocupação com o fato de Keyhoe ter a atenção do ex-DCI, vice-almirante Roscoe Hillenkoetter, que fazia parte do conselho de diretores da NICAP. Discutiram se o conselheiro-geral da CIA, Lawrence R. Houston, deveria mostrar o relatório a Hillenkoetter como forma de desarmar a situação. O funcionário da CIA Frank Chapin também insinuou que Davidson poderia ter segundas intenções, “algumas delas talvez não no melhor interesse deste país”, e sugeriu chamar o FBI para investigar.[50] Embora os registros não esclareçam se o FBI chegou a abrir uma investigação sobre Davidson ou Keyhoe, nem se Houston chegou a encontrar Hillenkoetter para falar do relatório Robertson, Hillenkoetter de fato se desligou da NICAP em 1962.[51]
A Agência também se envolveu com Davidson e Keyhoe em dois casos de UFO bastante famosos dos anos 1950, que contribuíram para uma crescente sensação de desconfiança do público em relação à CIA no tema dos UFOs. Um girava em torno do que se dizia ser a gravação em fita de um sinal de rádio vindo de um disco voador; o outro, de supostas fotografias de um disco voador. O incidente do “código de rádio” começou de forma bem inocente em 1955, quando duas irmãs idosas de Chicago, Mildred e Marie Maier, relataram no Journal of Space Flight suas experiências com UFOs, incluindo a gravação de um programa de rádio em que se teria ouvido um código não identificado. As irmãs gravaram o programa, e outros radioamadores também afirmaram ter ouvido a “mensagem do espaço”. O OSI se interessou e pediu ao Setor de Contatos Científicos que obtivesse uma cópia da gravação.[52]
Agentes de campo da Divisão de Contatos (CD), um dos quais era Dewelt Walker, entraram em contato com as irmãs Maier, que ficaram “emocionadas por o governo estar interessado”, e marcaram um encontro com elas.[53] Ao tentar obter a gravação, os agentes da Agência relataram que tinham tropeçado numa cena de Arsenic and Old Lace [peça e filme conhecidos no Brasil como “Este mundo é um hospício”]. “A única coisa que faltava era o vinho de sabugueiro”, telegrafou Walker à sede. Depois de examinar o álbum de recortes das irmãs dos seus tempos de palco, os agentes conseguiram uma cópia da gravação.[54] O OSI analisou a fita e constatou que ela não passava de código Morse de uma estação de rádio dos EUA.
O assunto ficou por isso até que o ufólogo Leon Davidson conversou com as irmãs Maier em 1957. As irmãs lembravam ter falado com um certo Sr. Walker, que disse ser da Força Aérea dos EUA. Davidson então escreveu a um Sr. Walker, acreditando que ele fosse oficial de inteligência da Força Aérea de Wright-Patterson, para perguntar se a fita tinha sido analisada no ATIC. Dewelt Walker respondeu a Davidson que a fita fora encaminhada às autoridades competentes para avaliação e que não havia informação disponível sobre os resultados. Insatisfeito, e suspeitando que Walker fosse na verdade um funcionário da CIA, Davidson escreveu em seguida ao DCI Allen Dulles exigindo saber o que a mensagem codificada revelava e quem era o Sr. Walker.[55] A Agência, querendo manter em segredo a identidade de Walker como funcionário da CIA, respondeu que outro órgão do governo havia analisado a fita em questão e que Davidson receberia notícias da Força Aérea.[56] Em 5 de agosto, a Força Aérea escreveu a Davidson dizendo que Walker “era e é um oficial da Força Aérea” e que a fita “foi analisada por outra organização do governo”. A carta da Força Aérea
74Nota editorial: Leituras automáticas corrigidas: “I9574” = 1957; “S August” = 5 August; “Dewelt Wdket/Wallter” = Dewelt Walker; “Maiet” = Maier. No fac-símile a frase sobre a política de sigilo começa com “CI, nevertheless”, aparentemente “CIA” com a letra final perdida na impressão; traduzido como “A CIA”. O título português da peça entre colchetes é acréscimo da tradução.
Conferir original em inglês
“""'
‘
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,\
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
UFOs‘
Investigations Committee on Aerial
Phenomena (NICAP) and the Aerial
Phenomena Research Organization
(AFRO) immediately pushed for
release of the Robertson panel
report." Under pressure, the Air
Force approached CIA for permission
to declassify and release the report.
Despite such pressure, Philip Strong,
Deputy Assistant Director oFO5I-.
refused to declassify the report and
declined to disclose CIA sponsorship
of the panel. As an alternative, the
Agency prepared a sanitized version of
the report which deleted any reference
to CIA and avoided mention of any
psychological warfare potential in the
UFO controversy."
The demands, however, for more gov-
ernment information about UFO: did
not let up. On 8 March 1958, Key-
hoe, in an interview with Mike
‘Wallace oi CB5, claimed deep CIA
involvement with UFOs and Agency
sponsorship of the Robertson panel.
This prompted a series of letters to
the Agency from Keyhoe and Dr.
Leon Davidson, a chemical engineer
and UFOlogist. They demanded the
release ofthe Full Robertson panel
tepott and confirmation of CIA
involvement in the UFO issue.
Davidson had convinced himself that
the Agency. not the Air Force, carried
most of the responsibility for UFO
analysis and that "the activities of the
US Government are responsible For
the flying saucer sightings of the last
decade." Indeed. because of the
undisclosed U-Z and OXCART
fl’ hrs. Davidson was closer to the
v-
I
inquires such as Keyhoe s and David-
son's, Agency officials confirmed their
opposition to the declassifitation of
the Full report and worried that Key-
hoe had the ear of Former DCI VAdm.
Roscoe Hillenkoetter. who served on
the board ofgovernots of NICAP.
They debated whether to have CIA
General Counsel Lawrence R. Hous-
ton show Hillenltoerter the report as a
possible way to defuse the situation.
CIA officer Frank Chapin also hinted
that Davidson might have ulterior
1
motives, “some ofthem perhaps not
in the best interest of this country,"
and suggested bringing in the FBI to
invsdgare.” Although the record is
unclear whether the FBI ever insti-
tuted an investigation of Davidson or
Keyhoe, or whether Houston ever saw
Hillenltoetter about the Robertson
report, Hillenltoetter did resign from
the NICAP in I962."
The Agency was also involved with
Davidson and Keyhoe in two rather
Famous UFO cases in the I950s,
which helped contribute to a growing
sense of public distrust of CIA with
regard to UFOs. One focused on
what was reported to have been a tape
recording of a radio signal From a fly-
ing saucer; the other on reported
photographs ofa flying saucer. The
-
“radio code" incident began inno-
cently enough in I955, when two
elderly sisters in Chicago, Mildred
and Marie Maier, reported in the jour-
nal afSpare Flight their experiences
with UFOs, including the recording
‘E
truth than fig 5u5p¢¢;¢d_ CI, n¢v¢,-;h¢_
_ of a radio program in which an uni-
less held firm to its policy of not
revealing its role in UFO investiga-
tions and refused to declassiiy the Full
dentified code was reportedly heard.
The sisters taped the program and
other ham radio operators also
'
Robertson panel report."
claimed to have heard the "space mes-
sage." OSI became interested and
'
Field officers from the Contact Divi-
sion (CD), one of whom was Dewelt
Wdket, made contact with the Maiet
sisters, who were “thrilled that the
government was interested,” and set
l
up a time to meet with them. 5’ In try-
ing ro secure the tape recording, the
Agency ofiicers reported that they had
smsnbled upon a scene from Arsenic
arul Old Lace. “The only thing lack-
ing was the elderbcrry wine,“ \Va..ll-ter
cabled Headquarters. After reviewing
the sisters’ scrapbook ofelippings
from their days on the stage, the oi¥ic-
ers secured a copy of the recording. 5‘
OSI analyzed the tape and Found it
was nothing more thm Morse code
from a US radio station.
The matter rested there until
UFOlogist Leon'Davidson talked
with the Maicr sisters in 19574 The
sisters remembered they had talked
with a Mr. Walker who said he was
from the US Air Force. Davidson
then wrote to a Mr. Walker, believing
him to be a US Air Force Intelligence
Ofiieer fi'om Wright-Patterson. to ask
if the tape had been analyzed at
ATIC. Dewelt_\Y/allter replied to
Davidson that the tape had been For-
warded to properlauthorities For
evaluation, and no information was
I
available eonoernirig the results. Not
satisfied, and suspecting that ‘Walker
was really a CIA officer, Davidson
next wrote DCI Allen Dulles demand-
ing to learn what the coded message
revealed and who Mr. \Vall<er,was.”
The Agency, wanting to lteep
Walker's identity as a CIA employee
secret, replied that another agency 0F
the government had analyzed the rape
in question and that Davidson would
~
be hearing from the Air Force. 5‘ On
S August. the Air Force wrote David-
son saying that Walker "was and is an
.--AirjForce Oilicer" and that the tape
In a meeting with Air Force representa-
asisgd
§cientific Contact Branch
.el-.3-vihfinalyzed by another government
raves to discuss how to handle Future
to obtain a copy 0F the recording. 51
otgatiization." The Air Force letter
74
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 34, contando a capa.
TRECHO 35 · PÁGINA FÍSICA 35
Página física 35 (p. 75 do artigo): desfecho do caso Davidson e o episódio das fotografias de Ralph C. Mayher
UFOs
confirmava que a gravação continha apenas código Morse identificável, proveniente de uma estação de rádio conhecida, licenciada nos EUA.[57]
Davidson escreveu de novo a Dulles. Dessa vez queria saber a identidade do operador do Morse e do órgão que fizera a análise. A CIA e a Força Aérea estavam agora num impasse. A Agência negara antes ter de fato analisado a fita. A Força Aérea também negara ter analisado a fita e afirmara que Walker era oficial da Força Aérea. Funcionários da CIA, disfarçados, procuraram Davidson em Chicago e prometeram obter a tradução do código e a identificação do transmissor, se possível.[58]
Em outra tentativa de apaziguar Davidson, um funcionário da CIA, de novo disfarçado e usando seu uniforme da Força Aérea, procurou Davidson na cidade de Nova York. O funcionário da CIA explicou que não havia nenhuma superagência envolvida e que a política da Força Aérea era não revelar quem fazia o quê. Embora parecesse aceitar esse argumento, Davidson continuou insistindo na revelação da mensagem gravada e de sua origem. O funcionário concordou em ver o que podia fazer.[59] Depois de consultar a sede, o funcionário da CIA telefonou a Davidson para informar que fora feita uma verificação minuciosa e que, como o sinal era de origem conhecida nos EUA, a fita e as anotações feitas na época tinham sido destruídas para economizar espaço de arquivo.[60]
Indignado com o que entendeu como uma enrolação, Davidson disse ao funcionário da CIA que “ele e seu órgão, fosse qual fosse, estavam agindo como Jimmy Hoffa e o sindicato dos Teamsters ao destruir registros que poderiam incriminá-los”.[61] Acreditando que qualquer novo contato com Davidson só estimularia mais especulação, a Divisão de Contatos lavou as mãos do assunto, informando ao DCI e ao ATIC que não responderia nem tentaria contatar Davidson outra vez.[62] Assim, um incidente menor e bastante bizarro, mal conduzido tanto pela CIA quanto pela Força Aérea, transformou-se numa grande polêmica que alimentou o mistério crescente em torno dos UFOs e do papel da CIA em sua investigação.
[Destaque gráfico entre aspas:] As autoridades da Agência sentiam necessidade de se manter informadas sobre UFOs, nem que fosse apenas para alertar o DCI sobre os relatos e ondas de UFO mais sensacionais.
Outra polêmica menor, alguns meses depois, aumentou as dúvidas crescentes sobre o verdadeiro papel da Agência em relação aos discos voadores. A preocupação da CIA com o sigilo de novo piorou as coisas. Em 1958, o major Keyhoe acusou a Agência de pedir deliberadamente a testemunhas oculares de UFOs que não tornassem públicos seus avistamentos.[63]
O incidente teve origem num pedido do OSI à CD, em novembro de 1957, para obter de Ralph C. Mayher, fotógrafo da KYW-TV em Cleveland, Ohio, certas fotografias que ele tirara em 1952 de um objeto voador não identificado. Harry Real, funcionário da CD, contatou Mayher e obteve cópias das fotografias para análise. Em 12 de dezembro de 1957, John Hazen, outro funcionário da CD, devolveu a Mayher, sem comentários, as cinco fotografias do suposto UFO. Mayher pediu a Hazen a avaliação da Agência sobre as fotos, explicando que tentava organizar um programa de TV para informar o público sobre UFOs. Queria mencionar no programa que uma organização de inteligência dos EUA tinha examinado as fotografias e as considerara interessantes. Embora tenha aconselhado Mayher a não seguir esse caminho, Hazen afirmou que Mayher era cidadão americano e teria de tomar sua própria decisão sobre o que fazer.[64]
Keyhoe mais tarde contatou Mayher, que lhe contou sua história sobre a CIA e as fotografias. Keyhoe então pediu à Agência que confirmasse por escrito o vínculo de Hazen com ela, num esforço para expor o papel da CIA nas investigações de UFOs. A Agência recusou, apesar de os representantes de campo da CD normalmente atuarem às claras e portarem credenciais que identificavam sua ligação com a Agência. O assessor do DCI Dulles, John S. Earman, simplesmente enviou a Keyhoe uma carta evasiva observando que, como os UFOs eram de interesse principal do Departamento da Força Aérea, a Agência havia encaminhado sua carta à Força Aérea para uma resposta apropriada. Como a resposta a Davidson, a resposta da Agência a Keyhoe só alimentou a especulação de que a Agência estava profundamente envolvida com os avistamentos de UFO. A pressão pela divulgação de informações da CIA sobre UFOs continuou a crescer.[65]
Embora a CIA tivesse um interesse decrescente pelos casos de UFO, continuou a monitorar os avistamentos. As autoridades da Agência sentiam necessidade de se manter informadas sobre UFOs, nem que fosse apenas para alertar o DCI sobre os relatos e ondas de UFO mais sensacionais.[66]
75Nota editorial: Leituras automáticas corrigidas: “Halon‘:” = Hazen's; “refined” = refused; “Dullds aide” = Dulles's aide; “KY\X/-TV” = KYW-TV. “Flap” foi traduzido como “polêmica” no sentido de alvoroço e, no destaque, como “ondas” de UFO (concentrações de relatos).
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
confirmed that the recording con-
-
rained only identifiable Morse code
which came from a known US-
licenscd radio station."
Davidson wrote Dulles again. This
time he wanted to know the identity
ofthe Morse operator and of the
agency that had conducted the analy-
sis. CIA and the Air Force were now
in a quandary. The Agency had pre-
yiously denied that it had actually
analyzed the rape. The Air Force had
also denied analyzing the tape and
claimed that Walker was an Air Force
ollicer. CM
oilicers, under cover,
contacted Davidson in Chicago and
promised to get the code translation
and the identification of the transmit-
ter, if possible."
.
In another attempt to pacify David-
son, a CIA ofiicer, again under cover
and wearing his Air Force uniiorm,
’
contacted Davidson in New Yorlt
City. The CIA ollicer explained that
there was no super agency involved
and that Air Force policy was not to
disclose who was doing what._ While
seeming to accept this argument,
Davidson nevertheless pressed for dis-
closure of the recording message and
the source. The officer agreed to see
what he could do. l’ AFter checking
with Headquarters, the CIA officer-
phoncd Davidson to report that a
thorough check had been made and.
because the signal was of known US
origin, the rape and the notes made
at the time had been destroyed to
conserve file space.“
lncensed over what he perceived was
a runaround, Davidson told the CiA
officer that "he and his agency,
Whichever it was, were acting like
limmy Hoffa and the Teamsrer
'66
Agency ofiicials felt the
need to keep informed on
UFOs if only to alert the
DCI to the more
sensational UFO reports
and flaps.
Union in destroying records which
might indict them."" Believing that
any more contact with Davidson
would only encourage more specula-
tion, the Contact Division washed its
hands ofthe issue by reporting to the‘
DCI and to ATIC that it would not
respond no or try to contact Davidson
again.“ Thus, a minor, rather
bizarre incident, handled poorly by
both CIA and the Air Force, turned
into a major flap that added firel to
the growing mystery surrounding
UFO: and Cl.A's role in their
investigation.
~
Another minor flap a Few months
later added to the growing questions
surrounding the Agency's true role
with regard to flying saucers. CIA’:
concern over secrecy again made mat-
ters worse. in 1958, Major Kcyhoe
charged that the Agency was deliber-
ately asking eyewitnesses of UFOs
not to make their sightings public.“
The incident stemmed from a
November 1957 request from OSI to
the CD to obtain From Ralph C.
Mayher, a photographer For KY\X/-
TV in Cleveland. Ohio. certain pho-
togtaphs he took in I952 oF an
unidentified flying object. Harry
Real, a CD
officer, contacted May-
her and obtained copies of the
photographs For analysis. On 12
December I957, John Hazen,
another CD ofiicer. returned the five
photographs of the alleged UFO to
Mayher without comment. Mayhcr
asl<ed_ljlazen For the Agency's evalua-
t..
_;
*-
UFOs
tion of the photos, explaining that he
was trying to organize a TV program
to brief the public on UFOs. He
wanted to mention on the show that
a US intelligence organization had
viewed the photographs and thought
them of interest. Although he
advised Mayher not to talte this
approach. l-lazen stated that Mayhcr
was a US citizen and would have to
rnake his own decision as to what to
do.“
Keyhoe later conmcted Mayher, who
told him his story of CIA and the
photographs. Keyhoe then asked the
Agency to confirm Halon‘: employ-
ment in writing, in an effort to
expose CIA’: role in UFO investiga-
tions. The Agency refined, despite
the Fact that CD field rep resentarives
were normally overt and carried cre-
dentials idenriFying their Agency
association. DCI Dullds aide, john
S. Earrnan, merely sent Keyhoe a’
noncommittal letter noting that,
because UFO: were 0F primary con-
cern to the Department of the Air
Force. the Agency had referred his
letter to the Air Force For an appro-
priate response. Like the response to
Davidson, the Agency reply to Key-
hoe only Fueled the speculation that
the Agency was deeply involved in
UFO sightings. Pressure For release
QFCIA information on UFOs contin-
ued to grow."
Although ClA had a declining inter-
est in UFO cases, it continued to
.
monitor UFO sightings. Agency oili-
cials Felt the need to keep informed
on UFOs ifonly to alert the DCI to
rhehmore sensational UFO reports
and Flaps.“
75
5-
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 35, contando a capa.
TRECHO 36 · PÁGINA FÍSICA 36
Página física 36 (p. 76 do artigo): “Anos 1960: envolvimento decrescente da CIA e controvérsia crescente”
UFOs
Anos 1960: envolvimento decrescente da CIA e controvérsia crescente
No início dos anos 1960, Keyhoe, Davidson e outros ufólogos mantiveram sua ofensiva contra a Agência pela divulgação de informações sobre UFOs. Davidson agora afirmava que a CIA “foi a única responsável por criar o furor dos discos voadores como instrumento de guerra psicológica da Guerra Fria desde 1951”. Apesar dos pedidos de audiências no Congresso e da divulgação de todos os materiais relativos a UFOs, pouca coisa mudou.[67]
Em 1964, porém, depois de discussões de alto nível na Casa Branca sobre o que fazer se uma inteligência alienígena fosse descoberta no espaço, e de uma nova onda de relatos e avistamentos de UFO, o DCI John McCone pediu uma avaliação atualizada da CIA sobre UFOs. Respondendo ao pedido de McCone, o OSI pediu à CD que obtivesse da NICAP várias amostras e relatos recentes de avistamentos de UFO. Como Keyhoe, um dos fundadores, já não atuava na organização, funcionários da CIA se reuniram com Richard H. Hall, o diretor interino. Hall entregou aos funcionários amostras do banco de dados da NICAP sobre os avistamentos mais recentes.[68]
Depois que os funcionários do OSI examinaram o material, Donald F. Chamberlain, diretor-assistente do OSI, assegurou a McCone que pouco havia mudado desde o início dos anos 1950. Continuava não havendo evidência de que os UFOs fossem uma ameaça à segurança dos Estados Unidos nem de que fossem de “origem estrangeira”. Chamberlain disse a McCone que o OSI ainda monitorava os relatos de UFO, inclusive a investigação oficial da Força Aérea, o Projeto BLUE BOOK.[69]
Ao mesmo tempo em que a CIA conduzia essa revisão interna mais recente dos UFOs, a pressão pública obrigou a Força Aérea a criar um comitê especial ad hoc para revisar o BLUE BOOK. Presidido pelo Dr. Brian O'Brien, membro do Conselho Consultivo Científico da Força Aérea, o painel incluía Carl Sagan, o famoso astrônomo da Universidade Cornell. Seu relatório não trouxe nada de novo. Declarou que os UFOs não ameaçavam a segurança nacional e que não encontrara “nenhum caso de UFO que representasse avanços tecnológicos ou científicos fora de um quadro terrestre”. O comitê recomendou, sim, que os UFOs fossem estudados intensivamente, com uma grande universidade atuando como coordenadora do projeto, para resolver a questão de forma conclusiva.[70]
O Comitê de Serviços Armados da Câmara dos Deputados também realizou breves audiências sobre UFOs em 1966, que produziram resultados semelhantes. O secretário da Força Aérea, Harold Brown, assegurou ao comitê que a maioria dos avistamentos era facilmente explicada e que não havia evidência de que “estranhos do espaço sideral” estivessem visitando a Terra. Disse aos membros do comitê, porém, que a Força Aérea manteria a mente aberta e continuaria a investigar todos os relatos de UFO.[71]
Depois do relatório do seu Comitê O'Brien, das audiências da Câmara sobre UFOs e da revelação do Dr. Robertson, num programa CBS Reports, de que a CIA de fato se envolvera na análise de UFOs, a Força Aérea, em julho de 1966, voltou a procurar a Agência para retirar o sigilo de todo o relatório do painel Robertson de 1953 e do relatório completo de Durant sobre as deliberações e conclusões do painel Robertson. A Agência de novo se recusou a ceder. Karl H. Weber, diretor-adjunto do OSI, escreveu à Força Aérea que “estamos muito ansiosos para que não se dê mais publicidade à informação de que o painel foi patrocinado pela CIA”. Weber observou que já existia uma versão expurgada à disposição do público.[72] A resposta de Weber foi bastante míope e mal pensada. Só atraiu mais atenção para o relatório do painel Robertson, de 13 anos antes, e para o papel da CIA na investigação de UFOs. O editor de ciência da The Saturday Review chamou a atenção de todo o país para o papel da CIA na investigação de UFOs ao publicar um artigo que criticava a “versão expurgada” do relatório do painel Robertson de 1953 e pedia a divulgação do documento inteiro.[73]
Sem que as autoridades da CIA soubessem, o Dr. James E. McDonald, conhecido físico atmosférico da Universidade do Arizona, já tinha visto o relatório Durant sobre os trabalhos do painel Robertson em Wright-Patterson, em 6 de junho de 1966. Quando McDonald voltou a Wright-Patterson em 30 de junho para copiar o relatório, porém, a Força Aérea se recusou a deixá-lo ver o documento de novo, afirmando que era um documento sigiloso da CIA. Despontando como autoridade em UFOs, McDonald afirmou publicamente que a CIA estava por trás das políticas de sigilo e do acobertamento da Força Aérea. Exigiu a divulgação do relatório completo do painel Robertson e do relatório Durant.[74]
Cedendo à pressão pública e à recomendação do seu próprio Comitê O'Brien, a Força Aérea anunciou em agosto de 1966 que buscava um contrato com uma grande universidade para realizar um programa de investigações intensivas de avistamentos de UFO. O novo programa pretendia rebater as acusações persistentes de que o governo dos EUA havia ocultado o que sabia sobre UFOs. Em 7 de outubro, a Universidade do Colorado aceitou um contrato de US$ 325.000 com a Força Aérea para um estudo de 18 meses sobre discos voadores. O Dr. Edward U. Condon, físico do Colorado e ex-
76Nota editorial: O texto do acervo termina em “it coul”. Datas e valor conferidos: julho de 1966, 6 e 30 de junho de 1966, agosto de 1966, 7 de outubro, US$ 325.000, 18 meses.
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UPC:
<
The 1960s: Declining CIA Inv3lve-
meat and M_ounti.ug Controversy
In the early 1960:, Keyhoe, David-
son, and other UFOlogists
maintained their assault on the
Agency For release of UFO inform:-.
cion. Davidson now claimed that
CIA “was solely responsible For creat-
ing the Flying Saucer Furor as a tool
For cold war psychological warfare
since I951.” Despite calls For Con-
gressional hearings and the release of
all materials relating to UFOs, little
changed.“
,
-
In I964, however, following high-
level White House discussions on
what to do if an alien intelligence was
discovered in space and a new out-
break of UFO reports and sightings,
DC! Iohn McCone asked for an
updated CIA evaluation of UFOs.
Responding to
'
McCone’s request,
OSI asked the CD to obtain various
recent sampls and reports of UFO
sightings from NICAP. With Key-
hoe, one of the Founders, no longer
active in the organization, CIA offic-
ers met with Richard H. Hall. the
acting director. Hall gave the officers
samples from the N ICAP database on
the most recent sightings.“
‘
Afier OS! ofiicers had reviewed the
material, Donald F. Chamberlain,
OSI Assistant Director, assured
McCone that little had changed since
the early 1950s. There was still no evi-
dence that UFOs were a threat to the
security of the United States o’r that
they were of "foreign origin." Cham-
berlain told McCone that OSI still
monitored UFO reports, including
the ollicial Air Force investigation,
Project BLUE BOOK."
At the same time that CIA was con-
‘ducting this latest internal review of
_UF§.2‘s..public pressure Fo reed the Air
76'
Force to atabllsh a special ad hoc
committee to review BLUE BOOK.
Chaired by Dr. Brian O'Brien. a
member of the Airlliorce Scientific
Advisory Board, the panel included
Carl Sagan, the Famous astronomer
From Cornell University. Its report
oH'ercd nothing new. It declared that
UFO: did not threaten the national
security and that it could find “no
UFO ease which represented techno-
logical or scientific advances outside
ofa terrestrial framework." The corn-
mittee did recommend that UFOs be
studied intensively, with a leading uni-
versity acting as a coordinator For the
project, to settle the issue
conclusively."
The House Armed Services Commit-
tee also held brief hearings on UFO:
in I966 that produced similar results.
Secretary of the Air Force Harold
Brown assured the committee that
most sightings were easily explained
and that there was no evidence that
"strangers from outer space" had been
visiting Earth. He told the committee
members, however, that the Air Force
would keep an open rnindand con-
'
tinue to investigate all UFO reports."
Following the report of its O'Brien
'
Committee, the House hearings on
UFOs, and Dr. Robertson’: disclosure
on a CBS Report: program that CIA
indeed had been involved in UFO
analysis, the Air Force in July I966
again approached the Agency For
declassification of the entire Robert-
son panel report of 1953 and the Full
Durant report on the Robertson panel
deliberations and findings. The
Agency again refused to budge. Karl
H. ‘Weber, Deputy Director of O5l,
wrote the Air Force that “We are
most anxious that Funher publicity
not be given to the information that
the panel was sponsored by the ClA._‘_'p
Weber noted that there was already a
_
sanitized version available to the
public." Weber’: response was rather
shorrsighted and ill considered. It
only drew more attention to the 13-
year-old Robertson panel report and
CIA’: role in the investigation 0?
UFOs. The science editor of T/re Sat-
urday Review drew nationwide
attention to the CIA's role in investi-
garing>UFOs when he published an
article criticizing the “sanitized ver-
sion" of the 1953 Robertson panel
report and called For release of the
entire document.”
Unknown to ClA olfieials, Dr.Ia.mes
E. McDonald, a noted atmospheric
physicist from the University of Ari-
zona, had already seen the Durant
report on the Robertson panel pro-
ceedings at W'right-Patterson on 6
lune 1966. When McDonald
returned to ‘Wright-Patterson on 30
lune to copy the report, however, the
Air Force refused to let him see it
again, stating that it was a C-{A classi-
fied document. Emerging as a UFO
authority, McDonald publicly
claimed that the ClA was behind the
Air Force secrecy policies and
coverup. He demanded the release of
the Full Robertson panel report and
the Durant report.“
Bowing to public pressure and the rec-
ommendation of its own O'Brien
Committee, the Air Force announced
in August I966 that it was seeking a
contract with a leading university to
undertake a program oF intensive
investigations of UFO sightings. The
new program was designed to blunt
continuing charges that the US Gov-
ernment had concealed what it l<ne;.v
about UFOs. On 7 October, the Uni-
versity oF Colorado accepted a
5325.000 contract with the Air Force
For an I8-month study of flying__sau-
cers. Dr. Edward U. Condon, a ;j_>
physicist at Colorado and a Former’
l'
_v
.
-
'
'
.
I
.
.,‘_‘~.'-;.\.l..=:t-.=
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 36, contando a capa.
TRECHO 37 · PÁGINA FÍSICA 37
Página física 37 (p. 77 do artigo): o Comitê Condon e o NPIC; início de “Anos 1970 e 1980: a questão dos UFOs se recusa a morrer”
UFOs
diretor do Bureau Nacional de Padrões, concordou em chefiar o programa. Declarando-se “agnóstico” no tema dos UFOs, Condon observou que tinha a mente aberta sobre a questão e considerava que possíveis origens extraterrestres [no original, “extraterritorial”] eram “improváveis, mas não impossíveis”.[75] O general de brigada Edward Giller, da USAF, e o Dr. Thomas Ratchford, do Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento da Força Aérea, tornaram-se os coordenadores do projeto pela Força Aérea.
Em fevereiro de 1967, Giller contatou Arthur C. Lundahl, diretor do Centro Nacional de Interpretação Fotográfica (NPIC) da CIA, e propôs uma ligação informal por meio da qual o NPIC poderia prestar ao Comitê Condon assessoria e serviços técnicos no exame de fotografias de supostos UFOs. Lundahl e o DDI R. Jack Smith aprovaram o arranjo como forma de “preservar uma janela” para o novo esforço. Queriam, porém, que a CIA e o NPIC mantivessem discrição e não participassem da redação de nenhuma conclusão do comitê. Nenhum trabalho feito pelo NPIC para o comitê seria reconhecido formalmente.[76]
Ratchford pediu em seguida que Condon e seu comitê pudessem visitar o NPIC para discutir os aspectos técnicos do problema e conhecer o equipamento especial que o NPIC tinha para fotoanálise. Em 20 de fevereiro de 1967, Condon e quatro membros de seu comitê visitaram o NPIC. Lundahl enfatizou ao grupo que nenhum trabalho do NPIC em auxílio ao comitê poderia ser identificado como trabalho da CIA. Além disso, o trabalho realizado pelo NPIC seria de natureza estritamente técnica. Depois de receber essas diretrizes, o grupo ouviu uma série de exposições sobre os serviços e equipamentos, não disponíveis em outro lugar, que a CIA usara na análise de algumas fotografias de UFO fornecidas por Ratchford. Condon e seu comitê ficaram impressionados.[77]
[Destaque gráfico entre aspas:] Novos avistamentos no início dos anos 1970 também alimentaram a crença de que a CIA estava de algum modo envolvida numa vasta conspiração.
Condon e o mesmo grupo se reuniram de novo em maio de 1967 no NPIC para ouvir uma análise de fotografias de UFO tiradas em Zanesville, Ohio. A análise desmentiu aquele avistamento. O comitê ficou de novo impressionado com o trabalho técnico realizado, e Condon comentou que, pela primeira vez, uma análise científica de um UFO resistiria a uma investigação.[78] O grupo também discutiu os planos do comitê de pedir a cidadãos americanos fotografias adicionais e de divulgar orientações para tirar fotografias de UFO úteis. Além disso, autoridades da CIA concordaram que o Comitê Condon poderia divulgar o relatório Durant completo, com apenas pequenas supressões.
Em abril de 1969, Condon e seu comitê divulgaram seu relatório sobre UFOs. O relatório concluiu que pouco ou nada resultara do estudo dos UFOs nos 21 anos anteriores e que um estudo adicional extenso dos avistamentos de UFO não se justificava. Também recomendou que a unidade especial da Força Aérea, o Projeto BLUE BOOK, fosse extinta. Não mencionou a participação da CIA na investigação do comitê Condon.[79] Um painel especial criado pela Academia Nacional de Ciências revisou o relatório Condon e concordou com sua conclusão de que “nenhuma alta prioridade nas investigações de UFO é justificada pelos dados das últimas duas décadas”. Concluiu sua revisão declarando: “Com base no conhecimento atual, a explicação menos provável para os UFOs é a hipótese de visitas extraterrestres por seres inteligentes”. Seguindo as recomendações do Comitê Condon e da Academia Nacional de Ciências, o secretário da Força Aérea, Robert C. Seamans Jr., anunciou em 17 de dezembro de 1969 o encerramento do BLUE BOOK.[80]
Anos 1970 e 1980: a questão dos UFOs se recusa a morrer
O relatório Condon não satisfez muitos ufólogos, que o consideraram um acobertamento das atividades da CIA na pesquisa de UFOs. Novos avistamentos no início dos anos 1970 alimentaram a crença de que a CIA estava de algum modo envolvida numa vasta conspiração. Em 7 de junho de 1975, William Spaulding, chefe de um pequeno grupo de UFO, o Ground Saucer Watch (GSW), escreveu à CIA pedindo uma cópia do relatório do painel Robertson e de todos os registros relativos a UFOs.[81] Spaulding estava convencido de que a Agência retinha arquivos importantes sobre UFOs. Autoridades da Agência forneceram a Spaulding uma cópia do relatório do painel Robertson e do relatório Durant.[82]
Em 14 de julho de 1975, Spaulding escreveu de novo à Agência questionando a autenticidade dos relatórios que recebera e alegando que a CIA acobertava suas atividades relativas a UFOs. Gene Wilson, coordenador de Informação e Privacidade da CIA, respondeu numa tentativa de satisfazer Spaulding: “Em nenhum momento anterior à formação do Painel Robertson e posterior à divulgação do relatório do painel a CIA se dedicou ao estudo do fenômeno UFO.
77Nota editorial: O original traz “extraterritorial origins”, provável erro por “extraterrestrial”; a tradução indica isso entre colchetes. Leituras automáticas corrigidas: “Condom” = Condon; “Zancsville” = Zanesville; “£970:” = 1970s; “21 years” conferido. A chamada da nota após “investigation” aparece no fac-símile como “78” parcialmente apagado.
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_
Director of the National Bureau of ~
Standards, agreed to head the pro-
gtam. Pronouncing himself an
"agnostic" on the subjectof UFOs,
Condon observed that he had an
open mind on the question and
thought that possible extrarerritorial
origins were "improbable but not
impossible."" Brig. Gen. Edward
Giller, USAF, and Dr. Thomas
Ratchford from the Air Force
-
Research and Development Office
became the Air Force coordinators
For the profect.
'
In February 1967, Giller contacted
Arthur C. Lundahl. Director of
CIA's National Photographic Inter-
pretation Center (N PIC), and
proposed an informal liaison through
which NPIC could provide the Con-
don_Cornrnitree with technical
advice and services in examining pho-
tographs of alleged UFOs. Lundahl
and DDI R
Jack Smith approved
the arrangement as a way oi'“preserv-
ing a window” on the new cH"ort.
They wanted the Clziland NPIC to
maintain a low profile, however. and
to take no "part in writing any conclu-
sions For the committee. No work
done for the committee by NPIC
was to be Formally acknowledged. 7‘
Ratchford next requested that Con-
don and his committee be allowed to
visit NPIC to discuss the technical
aspects ofrhe problem and to view
the special equipment N PIC had For
phoroanalysis. On 20 February 1967,
Condom and Four members of his
Committee visited NPIC. Lundahl
emphasized to the group that any
NPIC worlt to assist the committee
must not be identified as CIA work.
Moreover, work performed by NPIC
would be strictly of a technical
nature. After receiving these guide-i
lines, the group heard a series of
briefings on the services and equip-
66-
Additional sightings in the
early 1970s also fueled
beliefs that the CIA was
somehow involved in a vast
conspiracy.
'
99
men: not available elsewhere that CIA
had used in its analysis of some UFO
photography firrnished by Rarchford.
Condor: and his committee were
imprssed.”
_
Condon and the same group met
again in May i967 at NPIC to hear
an analysis of UFO photographs
taken at Zancsville, Ohio. The analy-
sis debunked that sighting. The
committee was again impressed with
the technical work performed, and
Condon remarked that For the first
time a scientific analysis of a UFO
_
would stand up to investigation.“
The group also discussed the com-
mittee’: plans to call on US citizens
for additional phorographsand to
issue guidelines For taking useful
UFO photographs. In addition, CIA
officials agreed that the Condon
Committee could relase the Full
Durant report with only minor
deletions.‘
ln April 1969, Condon and his com~
rnittce released their report on
_
UFOs. The report concluded that
little, ifanything, had come From the
study oFUFOs in the past 21 years
and that Further extensive study of
UFO sightings was unwarranted. It
also recommended that the Air Force
special unit, Project BLUE BOOK,
be discontinued. It did nor mention
CIA participation in the Condon
committee's investigation." A spe-
cial panel established by the National
Academy of Sciences reviewed the
Condon report and concurred with
its c_g_n§:_lusi9n_gl1ac “no high priority-
UFOs
in UFO investigations is warranted
by data of the past two decades." Ir
concluded its review by declaring,
“On the basis of present knowledge,
the least likely explanation oFUFOs
is the hypothesis ofextrarerrestrial
visitations by intelligent beings.”
Following the recommendations of
rhe Condon Committee and the
National Academy of Sciences, the
Secretary of the Air Force. Robert C.
Seamans. jr., announced on 17
December 1969 the termination of
B LUE BOOK.
‘°
The 1970: and 1980s: The UFO
Issue Refiisa To Die
The Condon report did not satisfy
many UFOlogists, who considered it
a coverup for CIA activities in UFO
raearch. Additional sightings in the
early £970: Fueled beliefs that the
CIA was somehow involved in a vast
conspiracy. On 7 June 1975, \X’ill-
iam Spauiding, head of a small UFO
group. Ground Saucer ‘Watch
(GSW), wrote to CIA requesting a
copy of the Robertson panel report
and all records relating to UFOs.“
a
Spaulding was convinced that the
Agency was withholding major files
on UFOs. Agency officials provided
Spaulding with a copy of the Robert-
son panel report and of the Durant
report."
_
On I4 July 1975. Spaulding again.
wrote the Agency questioning the
authenticity of thercports he had
received and alleging a CIA coverup
ofirs UFO activities. Gene W/ilson,
CIA’: lniiormarion and Privacy
Coordinator, replied in an attempt
to satishy Spaulding, “At no“ time
prior to the Formation ofthe Robert-
son Panel and subsequent to the
issuance 0F the panel's report has CIA
3~<'7‘*'§;.:-2?.-gagcd in the study of the UFO phe-
- 77
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 37, contando a capa.
TRECHO 38 · PÁGINA FÍSICA 38
Página física 38 (p. 78 do artigo): o processo do Ground Saucer Watch, a reação do DCI Turner e o interesse residual da CIA nos anos 1970 e 1980
UFOs
” O relatório do painel Robertson, segundo Wilson, era “a síntese do interesse e do envolvimento da Agência em UFOs”. Wilson também deu a entender que não havia documentos adicionais em poder da CIA relativos a UFOs. Wilson estava mal informado.[83]
Em setembro de 1977, Spaulding e o GSW, não convencidos pela resposta de Wilson, moveram contra a Agência uma ação com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA) que pedia especificamente todos os documentos sobre UFOs em poder da CIA. Inundadas por pedidos semelhantes de informações da Agência sobre UFOs com base na FOIA, as autoridades da CIA concordaram, depois de muita manobra jurídica, em realizar uma “busca razoável” nos arquivos da CIA por materiais sobre UFOs.[84] Apesar de uma atitude pouco simpática à ação em toda a Agência, as autoridades da Agência, lideradas por Launie Ziebell, do Escritório do Conselheiro-Geral, conduziram uma busca minuciosa por registros relativos a UFOs. Persistentes, exigentes e às vezes até ameaçadores, Ziebell e seu grupo vasculharam a Agência. Chegaram a encontrar um velho arquivo sobre UFOs debaixo da mesa de uma secretária. A busca acabou produzindo 355 documentos, com aproximadamente 900 páginas. Em 14 de dezembro de 1978, a Agência liberou ao GSW todos os documentos, exceto 57, com cerca de 100 páginas. Reteve esses 57 documentos por motivos de segurança nacional e para proteger fontes e métodos.[85]
Embora os documentos liberados não contivessem nenhuma prova cabal e revelassem apenas um interesse de baixo nível da Agência pelo fenômeno UFO depois do relatório do painel Robertson de 1953, a imprensa tratou a liberação de maneira sensacionalista. The New York Times, por exemplo, afirmou que os documentos liberados confirmavam uma intensa preocupação do governo com os UFOs e que a Agência estava secretamente envolvida “na vigilância de UFOs”.[86] O GSW então processou para obter a liberação dos documentos retidos, alegando que a Agência ainda escondia informações-chave.[87] Era muito parecido com a questão do assassinato de John F. Kennedy. Não importava quanto material a Agência liberasse nem quão maçante e prosaica fosse a informação, as pessoas continuavam a acreditar num acobertamento e numa conspiração da Agência.
O DCI Stansfield Turner ficou tão aborrecido ao ler o artigo do The New York Times que perguntou a seus principais auxiliares: “Nós estamos metidos com UFOs?”. Depois de examinar os registros, Don Wortman, diretor-adjunto de Administração, informou a Turner que “não há esforço organizado da Agência para fazer pesquisa relacionada ao fenômeno UFO, nem houve esforço organizado para coletar informações de inteligência sobre UFOs desde os anos 1950”. Wortman garantiu a Turner que os registros da Agência continham apenas “casos esporádicos de correspondência sobre o assunto”, incluindo vários tipos de relatos de avistamentos de UFO. Não havia programa da Agência para coletar ativamente informações sobre UFOs, e o material liberado ao GSW tinha poucas supressões.[88] Assim tranquilizado, Turner fez o Conselheiro-Geral pedir um julgamento sumário contra a nova ação do GSW. Em maio de 1980, os tribunais rejeitaram a ação, concluindo que a Agência realizara de boa-fé uma busca minuciosa e adequada.[89]
No fim dos anos 1970 e nos anos 1980, a Agência manteve seu interesse discreto por UFOs e avistamentos de UFO. Enquanto a maioria dos cientistas já descartava os relatos de discos voadores como uma curiosidade pitoresca dos anos 1950 e 1960, alguns na Agência e na Comunidade de Inteligência voltaram seu interesse para o estudo da parapsicologia e de fenômenos psíquicos associados a avistamentos de UFO. Autoridades da CIA também examinaram o problema dos UFOs para saber o que os avistamentos poderiam lhes dizer sobre o progresso soviético em foguetes e mísseis e avaliaram seus aspectos de contrainteligência. Analistas da Agência da Divisão de Ciências da Vida do OSI e do OSWR [Escritório de Pesquisa Científica e de Armas] dedicavam oficialmente uma pequena parte de seu tempo a questões relacionadas a UFOs. Entre elas estavam preocupações de contrainteligência de que os soviéticos e a KGB estivessem usando cidadãos americanos e grupos de UFO para obter informações sobre programas sensíveis de desenvolvimento de armas dos EUA (como a aeronave Stealth), a vulnerabilidade da rede de defesa aérea dos EUA à penetração por mísseis estrangeiros que imitassem UFOs, e indícios de tecnologia soviética avançada associada a avistamentos de UFO.
A CIA também manteve a coordenação com outros órgãos da Comunidade de Inteligência a respeito do trabalho deles em parapsicologia, fenômenos psíquicos e experimentos de “visão remota”. Em geral, a Agência adotou uma visão científica conservadora dessas questões científicas não convencionais. Não havia projeto formal ou oficial de UFO dentro da Agência nos anos 1980, e as autoridades da Agência propositalmente mantinham ao mínimo os arquivos sobre UFOs para evitar criar registros que pudessem enganar o público se fossem liberados.[90]
Os anos 1980 também trouxeram novas acusações de que a Agência ainda retinha documentos relativos ao incidente de Roswell, de 1947, em que um disco voador supostamente caiu no Novo México, e o surgimento de documentos que supostamente revelavam a existência de uma operação de inteligência ultrassecreta dos EUA, de pesquisa e desenvolvimento,
78Nota editorial: Números conferidos: 355 documentos, cerca de 900 páginas, 14 de dezembro de 1978, 57 documentos, cerca de 100 páginas, maio de 1980. Leituras automáticas corrigidas: “QSW” = GSW; “Lannie Ziebell” = Launie Ziebell; “allie-ers” = officers; “cancers reports” = saucers reports; “U3” = US.
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UFOs
nomena." The Robertson panel
'
report, according to Wilson, was “the
summation of Agency interest and
involvement in UFOs." Wilson also
inferred that there were no additional
documents in CIA's possession that
related to UFOs. Wilson was ill
informed.”
In September I977, Spaulding and
QSW, unconvinced by Wilson’:
raponse, filed a Freedom 0F Informa-
tion Act (FOIA) lawsuit against the
Agency that specifically requested all
UFO documents in CIA’: possession.
Deluged by similar FOIA requests for
Agency information on UFOs. CIA
ofiicials agreed, aFtcr much legal
maneuvering, to conduct a “reason-
able search" ofClA files For UFO
materials.“ Despite an Agency-wide
unsympathetic attitude toward the
suit, Agency officials, led by Lannie
Ziebell from the Oliice of General
Counsel. conducted a thorough
search for records pertaining to
UFOs. Persistent, demanding, and
even threatening at tima, Zicbell and
his group scoured the Agency. They
even turned up an old UFO file
under a secretary's desk. The search
finally produced 355 documents total-
ing approximately 900 pages. On.14
December 1978, the Agency released
all but 57 documents ofzbout 100
pages to GSW. It withheld these 57
documents on national security
grounds and to protect sources and
methods.“
Although the released documents pro~
cluced no smoking gun and revealed
only a low—level Agency interest in the
UFO phenomena after the Rolaerrson
panel report of I953. the press treated
tl'lC fCl¢3JC in K $Cfl$aCl°n3l ITIQHHCI.
T/1: New Mark Timer, For example,
,
claimed that the declassified docu-
..e-:-;,=frnei1rs confirmed intensive
-
‘
78
government concern over UFO: and
dtat the Agency was secretly involved
"in the surveillance of UFOs.“ GSW
then sued For the release of the with-
held documents, claiming that the
Agency was still holding out key
information." It was much lilce the
john F. Kennedy assassination issue.
No matter how much material the
Agency released and no matter how
dull and prosaic the information, peo-
ple continued to believe in a Agency
coverup and conspiracy.
DCI Stansfield Turner was so upset
when he read T/Jr New York Time:
article that he asked his senior allie-
ers, “Ate we in UFOs?" After
reviewing the records, Don Wortman,
Deputy Director for Administration,
reported to Turner that there was "no
organized Agency effort to do research
in connection with UFO phenomena
not has there been an organized efibrt
to collect intelligence on UFOs since
the 1950s.” Wortman assured Turner
that the Agency records held only
“sporadic instances ofcorrespondcnce
dealing with the subject,” including
various l-tinds of reports of UFO sight-
ings. There was no Agency program
to collect actively information on
UFOs, and the material released to
GSW had Few deletions. 3‘ Thus
assured. Turner had the General
.
Counsel press For a summary judg-
ment against the new lawsuit by
G5\X/'. In May 1980, the courts dis-
missed the lawsuit, finding that the
Agency had conducted a thorough
and adequate search in good Faith.”
During the late 1970: and 19805. the
Agency continued its low-key interest
in UFOs and UFO sightings. While
most scientists now dismissed Flying
cancers reports as a quaint part of the
_l9.S'Os and 1960s. some in the
~
"?‘g:;§;ency and in the Intelligence Com~
munity shifted their interest to
studying parapsychology and psychic
phenomena associated with UFO
sightings. CIA oliicials also loolred at
the UFO problem to determine what
UFO sightings might tell them about
Soviet progress in rockers and
missiles and reviewed its counterintel-
ligence aspects. Agency analysts from
the Life Science Division of OSI and
OSWR ofiicizlly devoted a small
amount 0F their time to issues relat-
ing to UFOs. These included
countcrintelligencc concerns that the
Soviets and the KGB were using U5
citizens and UFO groups to obtain
information on sensitive US weapons
development programs (such as the
Stealth aircraft), the vulnerability of
the U3 air-defense network to pcne~
tration by Foreign missiles mimicking
UI-'Os, and evidence of Soviet
-
advanced technology associated with
UFO sightings.
_
CIA also maintained intelligence
Community coordination with other
agencies regarding their work in para-
psychology, psychic phenomena, and
“remote viewing" experiments. In
general, the Agency took a C0nsctv:t-
‘
rive scientific view of these
unconventional scientific issues.
There was no Formal or ofiieial UFO
project within the Agency in the
1980:, and Agency oificials purposely
kept files on UFO: to a minimum to
avoid creating records that might mis-
lead the public if released.”
The 1980s ‘also produced renewed
charges that the Agency was still with-
holding documenrs relating to the V
1947 Roswell incident, in which :1
flying saucer supposedly crashed in
New Mexico, and the surhtcing oi doc
uments which purportedly revealed
the existence of a top secret US
p
p
research and development inrelligddhcgk
»
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TRECHO 39 · PÁGINA FÍSICA 39
Página física 39 (p. 79 do artigo): Roswell, Majestic-12, conclusão do artigo e notas 1 a 9
UFOs
responsável apenas perante o presidente, sobre UFOs, no fim dos anos 1940 e início dos anos 1950. Ufólogos argumentavam havia muito tempo que, depois da queda de um disco voador no Novo México em 1947, o governo não só recuperara destroços do disco acidentado como também quatro ou cinco corpos de alienígenas. Segundo alguns ufólogos, o governo impôs segurança rigorosa ao projeto e desde então se recusa a divulgar os resultados de sua investigação e pesquisa.[91] Em setembro de 1994, a Força Aérea dos EUA divulgou um novo relatório sobre o incidente de Roswell, que concluiu que os destroços encontrados no Novo México em 1947 provavelmente vieram de uma operação de balões outrora ultrassecreta, o Projeto MOGUL, destinada a monitorar a atmosfera em busca de indícios de testes nucleares soviéticos.[92]
Por volta de 1984, apareceu uma série de documentos que, segundo alguns ufólogos, provava que o presidente Truman criara em 1947 um comitê ultrassecreto, o Majestic-12, para garantir a recuperação dos destroços de UFO de Roswell e de qualquer outro local de queda de UFO para estudo científico e para examinar quaisquer corpos alienígenas recuperados nesses locais. A maioria desses documentos, se não todos, revelou-se fabricada. Ainda assim, a controvérsia persiste.[93]
Como as teorias da conspiração sobre o assassinato de JFK, a questão dos UFOs provavelmente não desaparecerá tão cedo, não importa o que a Agência faça ou diga. A crença de que não estamos sozinhos no universo é emocionalmente atraente demais, e a desconfiança em relação ao nosso governo é disseminada demais, para que a questão se preste aos estudos científicos tradicionais de explicação racional e evidência.
[Destaque gráfico entre aspas:] Como as teorias da conspiração sobre o assassinato de JFK, a questão dos UFOs provavelmente não desaparecerá tão cedo, não importa o que a Agência faça ou diga.
NOTAS
1. Ver os resultados da pesquisa Gallup de 1973 publicados no The New York Times, 29 de novembro de 1973, p. 45, e Philip J. Klass, UFOs: The Public Deceived (Nova York: Prometheus Books, 1983), p. 3.
2. Ver Klass, UFOs, p. 3; James S. Gordon, “The UFO Experience”, Atlantic Monthly (agosto de 1991), pp. 82-92; David Michael Jacobs, The UFO Controversy in America (Bloomington: Indiana University Press, 1975); Howard Blum, Out There: The Government's Secret Quest for Extraterrestrials (Nova York: Simon and Schuster, 1990); Timothy Good, Above Top Secret: The Worldwide UFO Cover-Up (Nova York: William Morrow, 1987); e Whitley Strieber, Communion: The True Story (Nova York: Morrow, 1987).
3. Em setembro de 1993, John Peterson, conhecido de Woolsey, procurou pela primeira vez o DCI com um pacote de material da CIA sobre UFOs, fortemente expurgado, liberado ao ufólogo Stanton T. Friedman. Peterson e Friedman queriam saber os motivos das supressões. Woolsey concordou em examinar o assunto. Ver Richard J. Warshaw, assistente executivo, nota ao autor, 1º de novembro de 1994; Warshaw, nota a John H. Wright, coordenador de Informação e Privacidade, 31 de janeiro de 1994; e Wright, memorando ao Secretariado Executivo, 2 de março de 1994. (Salvo indicação em contrário, todas as citações de registros da CIA neste artigo referem-se aos registros reunidos para a busca de 1994 em toda a Agência, que estão sob a guarda do assistente executivo do DCI.)
4. Ver Hector Quintanilla Jr., “The Investigation of UFOs”, vol. 10, nº 4, Studies in Intelligence (outono de 1966), pp. 95-110, e CIA, memorando não assinado, “Flying Saucers”, 14 de agosto de 1952. Ver também Good, Above Top Secret, p. 253. Durante a Segunda Guerra Mundial, pilotos americanos relataram “foo fighters” (luzes brilhantes que seguiam aviões americanos). Temendo que fossem armas secretas japonesas ou alemãs, o OSS investigou, mas não encontrou nenhuma evidência concreta de armas inimigas e muitas vezes arquivou esses relatos na categoria “excêntricos”. O OSS também investigou possíveis avistamentos de foguetes alemães V-1 e V-2 antes de seu uso operacional durante a guerra. Ver Jacobs, UFO Controversy, p. 33. O Grupo Central de Inteligência, antecessor da CIA, também monitorou relatos de “foguetes fantasmas” na Suécia em 1946. Ver CIG, Relatório de Inteligência, 9 de abril de 1947.
5. Jacobs, The UFO Controversy, p. 156, e Quintanilla, “The Investigation of UFOs”, p. 97.
6. Ver Força Aérea dos EUA, Comando de Material Aéreo, “Unidentified Aerial Objects: Project SIGN”, nº F-TR 2274, IA, fevereiro de 1949, Registros dos Comandos, Atividades e Organizações da Força Aérea dos EUA, Grupo de Registros 341, Arquivo Nacional, Washington, DC.
7. Ver Força Aérea dos EUA, Projects GRUDGE and BLUEBOOK Reports 1-12 (Washington, DC: National Investigations Committee on Aerial Phenomena, 1968), e Jacobs, The UFO Controversy, pp. 50-54.
8. Ver Cabell, memorando aos generais comandantes dos Grandes Comandos Aéreos, “Reporting of Information on Unconventional Aircraft”, 8 de setembro de 1950, e Jacobs, The UFO Controversy, p. 65.
9. Ver Força Aérea, Projects GRUDGE and BLUE BOOK, e Jacobs, The UFO Controversy, p. 67.
79Nota editorial: Correções da leitura automática: “Your or live alien bodies” = four or five alien bodies; “I963” (nota 7) = 1968 no fac-símile; “Vt. February 1949” (nota 6) = “IA, February 1949”; “Whitley Striebet” = Whitley Strieber; nota 9 termina em “The UFO Controversy, p. 67”. Títulos de livros, artigos e memorandos mantidos no original.
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I
operation responsible only to the
'
President on UFOs in the late 1940:
and early 1950:. UFOlogists had
long argued that, Following a flying
saucer crash in New Mexico in 1947,
the government not only recovered
debrisfi-om the crashed saucer but
also Your or live alien bodies. Accord-
ing to some UFOlogists, the
government clamped tight security
around the project and has tefirsed to
divulge its investigation results and
research ever since." In September
1994, the US Air Force released a
_
new report on the Roswell incident
that concluded that the debris found
in New Mexico in 1947 probably
came from a once top secret balloon
‘
operation, Project MOGUL,
designed to monitor the atmosphere
For evidence of Soviet nuclear tests. 92
Circa I984, a series of documents
surfaced which some UFOlogists said
proved that President Truman ere-
ated a top secret committee in 1947,
Majestic-I2, to secure the recovery of
'
UFO wreckage from Roswell and
any other UFO crash sight for scien-
tific study and to examine any alien
bodies recovered from such sites.
Most if not all oi these documents
have proved to be Fabrications. Yet
the controversy persists.”
Like the JFK assassination co nspiracy
theories. the UFQ issue probably
will not go awaysoon. no matter
what the Agency does or says. The
belief that we are not alone in the
universe is too emotionally appealing
and the distrust of our government is
too pervasive to make the issue ame-
nable to traditional scientific studies
_of;a_t_i_onal explanation and evidence.
2
»
are
Like the JFK assassination
conspiracy theories, the
UFO issue probably will
not go away soon, no
matter what the Agency
does or says.
‘.99
NOTES
1. See the 1973 Gallup Poll results
printed in Tb: New York Timer. Z9
November i973, p. 45 and Philip j.
Klass, UFOs: T/re Public Deteiued
(New York: Prometheus Books,
1983). p. 3.
2. See Klass. UFOs, p. 3: lame: S. Gor-
don, “The UFO Experience,“ /irémric
[dent/vb (August 199i), pp. 82-92;
David Michael jaoobs. T/1e UFO Com
n-oven) in America (Bloomington:
-
Indiana University Press, 1975);
Howard Blum. Our Here: Tb: Gou-
rmmazri Secret Quarflr
Ertrarerrazrialr (New York: Simon
and Schuster, 1990); Timothy Good.
Above Tap Secret: The lVarldwxl/1:
UFQ Cover-Qp (New York: William
Morrow, 1987): and Whitley Striebet,
Communion: T/1: Tm: Srary (New
York: Morrow, I987).
3. in September 1993 john Peterson. an
acquaintance of Woolsefs, first
approached the DC! with a package
of heavily sanitized Clix material on
UFO: released to llFOlogist Stanton.
T. Friedman. Peterson and Friedman
wanted to know the reasons for the
tedactions. ‘X/oolsey agreed to look
into the matter. See Richard J. War-
shaw, Executive Assistant, note to
author. 1 November i994: \X/arshaw.
note to john H. Wright, Information
and Privacy Coordinator, 3l January
1994; and Wright. memorandum to
Executive Secretariat. 2 March 1994.
(Except where noted. all citations to
CIA records in this article ate to the
records collected For the I994 Agency-
9
wide search that are held by the Execu
Uf-‘Os
See Hector Quintanilla, In. “The
Investigation of UFOs." Vol. IO, No.
4, Studies in lnrelligmcc (Fall 1966):
pp.95-l 10 and CIA. unsigned memo-
randum. “Flying Saucers.“ 14 August
1952. See also Good, Above Tap
Secret, p. 253. During World Wu
ii,
US pilots reported “Foo lighters“
(bright lights trailing US aircraft).
Fearing they might be Iapanese or
German secret weapons. O55 investi-
gated but could find no concrete
evidence of enemy weapons and ofien
r
filed such reports in the "ctacltpot"
category. The 05$ also invstigated
possible sightings of German V-l and
V-Z tocltets before their operational
use duringrhe war. See Jacobs, UFO
Canrm/my, p. 33. The Central Intel-
ligence Group, the predecessor of the
Clix. also monitored reports ol"'ghost
rockets" in Sweden in 1946. See
CIG, intelligence Report. 9 April
I947.
_
Jacobs, The UFO Canmavmy, p. 156
and Quintanilla, "The investigation
of UFOs,’ p. 97.
i
v
See US Air Force, Air Material Corn-
rnand. “Unidentified Aerial Objects:
Project SIGN, no. F-TR 2274. Vt.
February 1949, Records of the U5 Air
Force Commands, Activities and
Organiutions. Record Group 34 1,
National Archives. Washington. DC.
See US Air Force. Projem GRUDGE
and BLUEBOOKR:portr 1- I2 (Wash-
ington. DC; National investigations
Committee on Aerial Phenomena.
I963) and Jacobs. The UFO Contra-
vmy, pp. $0-54.
Sec Cabell. memorandum to Com-
manding Generals Major Air
Commands, "Reporting oi: informa-
tion on Unconventional Aircraft," 8
September I950 and Jacobs, T/:e
UFO Conrrwmy, p. 65.
See Air Force, Project: GRUDGE 4nd
BLUE BOOK and Jacobs. The UQQ it
tive Assistant to the DCl).<
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TRECHO 40 · PÁGINA FÍSICA 40
Página física 40 (p. 80 do artigo): notas 10 a 35
UFOs
10. (S) Ver Edward Tauss, memorando ao diretor-assistente adjunto, SI, “Flying Saucers”, 1º de agosto de 1952. Ver também Reino Unido, relatório do Grupo de Trabalho sobre “Discos Voadores”, “Unidentified Flying Objects”, sem data (aproximadamente 1950).
11. Ver Dr. Stone, OSI, memorando ao Dr. Willard Machle, OSI, 15 de março de 1949, e Ralph L. Clark, diretor-assistente interino, OSI, memorando ao DDI, “Recent Sightings of Unexplained Objects”, 29 de julho de 1952.
12. Stone, memorando a Machle. Ver também Clark, memorando ao DDI, 29 de julho de 1952.
13. Ver Klass, UFOs, p. 15. Para um breve resumo dos avistamentos de Washington, ver Good, Above Top Secret, pp. 269-271.
14. Ver Ralph L. Clark, diretor-assistente interino, OSI, memorando ao DDI Robert Amory Jr., 29 de julho de 1952. O OSI e o OCI pertenciam à Diretoria de Inteligência. Criado em 1948, o OSI era o ponto focal da CIA para a análise de desenvolvimentos científicos e tecnológicos estrangeiros. Em 1980, o OSI foi fundido ao Escritório de Pesquisa Científica e de Armas. O Escritório de Inteligência Corrente (OCI), criado em 15 de janeiro de 1951, deveria fornecer inteligência corrente de todas as fontes ao presidente e ao Conselho de Segurança Nacional.
15. Tauss, memorando ao diretor-assistente adjunto, SI (Philip Strong), 1º de agosto de 1952.
16. Em 2 de janeiro de 1952, o DCI Walter Bedell Smith criou uma Diretoria-Adjunta de Inteligência (DDI) composta de seis organizações ostensivas da CIA (OSI, OCI, Escritório de Coleta e Disseminação, Escritório de Estimativas Nacionais, Escritório de Pesquisas e Relatórios e Escritório de Coordenação de Inteligência) para produzir análises de inteligência para os formuladores de política dos EUA.
17. Ver Ata da Reunião dos Chefes de Setor, 11 de agosto de 1952.
18. Smith expressou suas opiniões numa reunião na Sala de Conferências do DCI com a presença de seus principais auxiliares. Ver subchefe, Equipe de Requisitos, FI, memorando ao diretor-adjunto de Planos, “Flying Saucers”, 20 de agosto de 1952, Registros da Diretoria de Operações, Equipe de Gestão de Informação, Job 86-00538R, Caixa 1. (S)
19. Ver CIA, memorando não assinado, “Flying Saucers”, 11 de agosto de 1952.
20. Ver CIA, memorando não assinado, “Flying Saucers”, 14 de agosto de 1952.
21. Ver CIA, memorando não assinado, “Flying Saucers”, 19 de agosto de 1952.
22. Ver Chadwell, memorandos a Smith, 17 de setembro de 1952 e 24 de setembro de 1952, “Flying Saucers”. Ver também Chadwell, memorando ao DCI Smith, 2 de outubro de 1952, e Klass, UFOs, pp. 23-26.
23. Chadwell, memorando ao DCI com anexos, 2 de dezembro de 1952. Ver também Klass, UFOs, pp. 26-27, e Chadwell, memorando, 25 de novembro de 1952.
24. Ver Chadwell, memorando, 25 de novembro de 1952, e Chadwell, memorando, “Approval in Principle - External Research Project Concerned with Unidentified Flying Objects”, sem data. Ver também Philip G. Strong, OSI, memorando para registro, “Meeting with Dr. Julius A. Stratton, Executive Vice President and Provost, MIT and Dr. Max Millikan, Director of CENIS”. Strong acreditava que, para empreender essa revisão, precisariam do pleno respaldo e apoio do DCI Smith.
25. Ver Chadwell, memorando ao DCI, “Unidentified Flying Objects”, 2 de dezembro de 1952. Ver também Chadwell, memorando a Amory, DDI, “Approval in Principle - External Research Project Concerned with Unidentified Flying Objects”, sem data.
26. O IAC foi criado em 1947 para servir como órgão de coordenação no estabelecimento de requisitos de inteligência. Presidido pelo DCI, o IAC incluía representantes do Departamento de Estado, do Exército, da Força Aérea, do Estado-Maior Conjunto, do FBI e da AEC [Comissão de Energia Atômica].
27. Ver Klass, UFOs, p. 27.
28. Ver Richard D. Drain, secretário interino, IAC, “Minutes of Meeting held in Director's Conference Room, Administration Building, CIA”, 4 de dezembro de 1952.
29. (S) Ver Chadwell, memorando para registro, “British Activity in the Field of UFOs”, 18 de dezembro de 1952.
30. Ver Chadwell, memorando ao DCI, “Consultants for Advisory Panel on Unidentified Flying Objects”, 9 de janeiro de 1953; Curtis Peebles, Watch the Skies! A Chronicle of the Flying Saucer Myth (Washington, DC: Smithsonian Institution Press, 1994), pp. 73-90; e Jacobs, The UFO Controversy, pp. 91-92.
31. Ver Fred C. Durant III, Report on the Robertson Panel Meeting, janeiro de 1953. Durant, contratado pelo OSI e ex-presidente da American Rocket Society, participou das reuniões do painel Robertson e escreveu um resumo dos trabalhos.
32. Ver Report of the Scientific Panel on Unidentified Flying Objects (o Relatório Robertson), 17 de janeiro de 1953, e o relatório Durant sobre as discussões do painel.
33. Ver Relatório Robertson e Relatório Durant. Ver também Good, Above Top Secret, pp. 337-38; Jacobs, The UFO Controversy, p. 95; e Klass, UFOs, pp. 28-29.
34. Ver Reber, memorando ao IAC, 18 de fevereiro de 1953.
35. Ver Chadwell, memorando ao DDI, “Unidentified Flying Objects”,
80Nota editorial: Correções da leitura automática: “Job 86~00558R” = Job 86-00538R; “Kiss, UFOr” = Klass, UFOs; “Rcbcr” = Reber; “Wm/1 :6: 5ki<:!A” = Watch the Skies! A. A marca “(S)” indica classificação secreta da fonte citada, como no original. Títulos de memorandos e obras mantidos no original.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Fa.’
.
(5) See 'F,dwatd Tauss. memorandum
For Deputy Assistant Director, Si,
‘
“Flying Saucers,” 1August 1952. See
also United Kingdom, Report by the
“Flying Saucer" Working Party, 'Uni~
dentified Flying Objects." no date
(approximately I950).
See Dr. Stone, OSI. memorandum to
Dr. Willard Machle. OSL 15 March
1949 and Ralph L. Clark, Acting
Assistant Director, OSI, memomn-
19,
durn For DDl, “Recent Sightings of
Unexplained Obiecw.' 29 Iuly 1952.
Stone, memorandum to Machle. See
also Clark, memorandum For DDI,
29 July wsz.
Sec K1233. UFO1’. P. 15. Fora brief
review of the ‘Washington sightings see
Good, About Top Secret, pp. 269-271.
See Ralph "L Clark, Acting Assistant
Director, OSI. memorandum to DDI
Robert Amory. It-. 29 July 1952.
OSI and OCI were in the Directorate
of Intelligence. Established in I948.
OSI served as the CIA’: Focal point
For the analysis of Foreign scientific
and technological developments. In
i980. OSI was merged into the Office
oF Science and Weapons Research.
The Ofiice of Current intelligence
(OCI). established on I5 January
24_
1951 was to provide all-souroe current
intelligence to the President and the
National Security Council.
Tauss. memorandum For Deputy
Assistant Director. Sl (Philip Strong).
{August l952.
On 2 January 1952. DCI Walter
Bedell Smith created a Deputy Direc-
torate for Intelligence (DDI) composed
ofsix overt CLA organizations-—-OSI.
OCI. Oliiee of Collection and Dissemi-
nation. Office National Estimates.
Ofiiee of Research and Reports. and
25
the Office 0F Intelligence Coordina.
tion—--to produce intelligence analysis
For US policymakers.
Sec Minutes of Branch Chief‘: Mecca» ~'
lag. ll August i952.
Smith expressed his Opinions at a
meeting in the DCI Conference
Room attended b his top oliietrs.
See Deputy Chieg Requirement:
S1251 Fl, memorandum For Deputy
Director, Plans, “Flying Saucers.” 20
August 1952, Directorate of Opera-
rions Records, Information
Management Srafll job 86~00558R,
Box l. (S)
Sec CIA memomndum. unsigned.
“Flying Saucers." Ii August i952.
See CIA. memorandum, unsigned.
“Flying Saucers," 14 August 1952.
See CIA. memorandum. unsigned.
“Flying Saucers,” I9 August 1952.
See Chzdwell, memorandum For
Smith, 17 September 1952 and Z4
September I952, “Flying Saucers."
See also Chadv/ell, memorandum For
DCI Smith, 2 October 1952 and
Klass. UFO» PP. Z3-26.
Chadwell, memorandum for DCI
with attachments. 2 December W32.
See also Kilass, UFO:, pp. 26-27 and
Chadwell, memorandum, 25 Novem-
ber L952.
'
See Chadwell, memorandum, 25
November 1952 and Chadwell, mem-
orandum. “Approval in Principle -
External Research Project Concerned
with Unidentified Flying Objects," no
date. Ste also Phili G. Strong, GSE.
memorandum For tlie record, “Meet-
ing with Dr. lulius A. Sttatton,
Executive Vice President and Provost.
MIT and Dr. Max Millikan. Director
oFCENlS." Strong believed that in
order to undertake such a review they
would need the hill backing and sup»
port of DCI Smith.
See Chaclwell, memorandum For
DCI.
“
Unidentified Flying Qbjccts."
2 December 1952. See also Chad-
26.
27.
28
29
30
31.
32
33
34
well, memorandum for Amory. DDl._
“Approval in Principle - External
g
Research Project Concerned with Uni_---
defiiified-'Flyin'g Objects.“ no date.
"as
The [AC was created in 1947 to serve
as a coordinating’ body in establishing
intelligence requirements. Chaired by
the DCI, the [AC included represente-
tivs Eon: the Department oFSu.te,
the Army, the Air Force. the Ioint
Chiefi oi'Stafi', the FBI, and the ABC.
See Kiss, UFOr, p. 27.
‘
See Richard D. Drairi, Acting Secre-
tzry, MC, ‘Minute: oFMeeti.ng held
in Director’: Conference Room,
Administration Building, CM,’ 4
December 1952.
(S) See Chadwell, memorandum For
the record, “British Activity in the
Field oFUFOs." 18 December 1952.
See Chadwell, memorandum For
DCI. “Consultants For Advisory Panel
on Unidentified Flying Obiec\s.' 9
Ianuary I953: Curtis Peebls, Wm/1
:6: 5ki<:!A C/rronicle of:/1: Flying Sau-
arr My:/1 (Wahmgton. DC:
Smithsonian Institution Puss. 1994).
pp. 73~9D; and Jacobs. The QFO Cm-
mwmy, pp. 91-92.
See Fred C. Durant HI, Report on the
Robertson Panel Meeting. January
i953. Durant, on contract with OS I
and a past president oFtlte American
Rocket Society, attended the Robert-
son panel meetings and wrote a
summary of the proceedings.
See Report oF the Scientific Panel on
Unidentified Flying Objects (the Rob-
ertson Report). l7_lanu=ry_ K953 and
the Durant report on the panel
discussions.
See Robertson Report and Durant
Report. See also Good, Above 73;:
Seem, pp. 337-38,1acobs, The UFO
Controversy, p. 95. and Klass, UFO
3*.
pp. 28-29.
.
*'
Sec Rcbcr, memorandum :9 MC. 18
February i953.
See Chadwell, memonndum For
DDl-. “Unidentified Flying Objects,"
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
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TRECHO 41 · PÁGINA FÍSICA 41
Página física 41 (p. 81 do artigo): fim da nota 35 e notas 36 a 52
UFOs
10 de fevereiro de 1953; Chadwell, carta a Robertson, 28 de janeiro de 1953; e Reber, memorando ao IAC, “Unidentified Flying Objects”, 18 de fevereiro de 1953. Sobre a exposição feita ao ONE [Escritório de Estimativas Nacionais], ver Durant, memorando para registro, “Briefing of ONE Board on Unidentified Flying Objects”, 30 de janeiro de 1953, e Resumo da CIA distribuído ao campo, “Unidentified Flying Objects”, 6 de fevereiro de 1953.
36. Ver Chadwell, carta a Julius A. Stratton, reitor acadêmico do MIT, 27 de janeiro de 1953.
37. Ver Chadwell, memorando ao chefe da Divisão de Física e Eletrônica/OSI (Todos M. Odarenko), “Unidentified Flying Objects”, 27 de maio de 1953.
38. Ver Odarenko, memorando a Chadwell, “Unidentified Flying Objects”, 3 de julho de 1953. Ver também Odarenko, memorando a Chadwell, “Current Status of Unidentified Flying Objects (UFOB) Project”, 17 de dezembro de 1953.
39. Ver Odarenko, memorando, “Unidentified Flying Objects”, 8 de agosto de 1955.
40. Ver FBIS, relatório, “Military Unconventional Aircraft”, 18 de agosto de 1953, e vários relatórios, “Military-Air, Unconventional Aircraft”, 1953, 1954, 1955.
41. Desenvolvido pela filial canadense da britânica A. V. Roe, Ltd., o Projeto Y chegou a produzir um modelo em escala reduzida que pairava alguns pés acima do solo. Ver Odarenko, memorando a Chadwell, “Flying Saucer Type of Planes”, 25 de maio de 1954; Frederic C. E. Oder, memorando a Odarenko, “USAF Project Y”, 21 de maio de 1954; e Odarenko, T. M. Nordbeck, Ops/SI, e Sidney Graybeal, ASD/SI, memorando para registro, “Intelligence Responsibilities for Non-Conventional Types of Air Vehicles”, 14 de junho de 1954.
42. Ver Reuben Efron, memorando, “Observation of Flying Object Near Baku”, 13 de outubro de 1955; Scoville, memorando para registro, “Interview with Senator Richard B. Russell”, 27 de outubro de 1955; e Wilton E. Lexow, memorando para informação, “Reported Sighting of Unconventional Aircraft”, 19 de outubro de 1955.
43. Ver Lexow, memorando para informação, “Reported Sighting of Unconventional Aircraft”, 19 de outubro de 1955. Ver também Frank C. Bolser, memorando a George C. Miller, subchefe, SAD/SI, “Possible Soviet Flying Saucers, Check On;” Lexow, memorando, “Possible Soviet Flying Saucers, Follow Up On”, 17 de dezembro de 1954; Lexow, memorando, “Possible Soviet Flying Saucers”, 1º de dezembro de 1954; e A. H. Sullivan Jr., memorando, “Possible Soviet Flying Saucers”, 24 de novembro de 1954.
44. Ver Gregory W. Pedlow e Donald E. Welzenbach, The Central Intelligence Agency and Overhead Reconnaissance: The U-2 and OXCART Programs, 1954-1974 (Washington, DC: Equipe de História da CIA, 1992), pp. 72-73.
45. Ver Pedlow e Welzenbach, Overhead Reconnaissance, pp. 72-73. Isso também foi confirmado numa entrevista por telefone entre o autor e John Parongosky, 26 de julho de 1994. Parongosky supervisionava o dia a dia do programa OXCART.
46. Ver Jacobs, The UFO Controversy, p. 135.
47. Ver Peebles, Watch the Skies, pp. 128-146; Ruppelt, The Report on Unidentified Flying Objects (Nova York: Doubleday, 1956); Keyhoe, The Flying Saucer Conspiracy (Nova York: Holt, 1955); e Jacobs, The UFO Controversy, pp. 347-49.
48. Ver Strong, carta a Lloyd W. Berkner; Strong, carta a Thorton Page; Strong, carta a Robertson; Strong, carta a Samuel Goudsmit; Strong, carta a Luis Alvarez, 20 de dezembro de 1957; e Strong, memorando ao major James F. Byrne, subchefe do Estado-Maior, Departamento de Inteligência da Força Aérea, “Declassification of the 'Report of the Scientific Panel on Unidentified Flying Objects'”, 20 de dezembro de 1957. Ver também Berkner, carta a Strong, 20 de novembro de 1957, e Page, carta a Strong, 4 de dezembro de 1957. Os membros do painel também relutavam em ter divulgada sua associação com a Agência.
49. Ver Wilton E. Lexow, memorando para registro, “Comments on Letters Dealing with Unidentified Flying Objects”, 4 de abril de 1958; J. S. Earman, carta ao major Lawrence J. Tacker, Gabinete do Secretário da Força Aérea, Serviço de Informação, 4 de abril de 1958; Davidson, carta a Berkner, 8 de abril de 1958; Berkner, carta a Davidson, 18 de abril de 1958; Berkner, carta a Strong, 21 de abril de 1958; Davidson, carta a Tacker, 27 de abril de 1958; Davidson, carta a Allen Dulles, 27 de abril de 1958; Ruppelt, carta a Davidson, 7 de maio de 1958; Strong, carta a Berkner, 8 de maio de 1958; Davidson, carta a Berkner, 8 de maio de 1958; Davidson, carta a Earman, 16 de maio de 1958; Davidson, carta a Goudsmit, 18 de maio de 1958; Davidson, carta a Page, 18 de maio de 1958; e Tacker, carta a Davidson, 20 de maio de 1958.
50. Ver Lexow, memorando a Chapin, 28 de julho de 1958.
51. Ver Good, Above Top Secret, pp. 346-47; Lexow, memorando para registro, “Meeting with the Air Force Personnel Concerning Scientific Advisory Panel Report on Unidentified Flying Objects, dated 17 January 1953 (S)”, 16 de maio de 1958. Ver também La Rae L. Teel, subchefe de divisão, ASD, memorando para registro, “Meeting with Mr. Chapin on Replying to Leon Davidson's UFO Letter and Subsequent Telephone Conversation with Major Thacker, [sic]”, 22 de maio de 1958.
52. Ver Edwin M. Ashcraft, chefe da Divisão de Contatos (Científica), memo-
81Nota editorial: O texto do acervo mistura as colunas desta página. Correções: nota 49, “4 April i953” = 4 April 1958; nota 37, “17 May 1953” na leitura automática = 27 May 1953 no fac-símile; nota 38, “3 Iuly l953” = 3 July 1953. A grafia “Thorton Page” (nota 48) e “Major Thacker” (nota 51, com [sic]) é do original.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
l0 February i953: Chadwell, letter to
. Baku," l3 October I955; Scoville,
Roberson, 28 januaty 1953; and
memorandum For the record. “inter-
Reber. memorandum For LAC, “Uni-
view with Senator Richard B. Russell,"
dentilied Flying Qbiects." 18
27 October 1955; and Wilton E.
Febniary 1953. On briefing the
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ONE, see Durant. memorandum For
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on Unidentified Flying Objects," 30
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memorandum. ‘Possible Soviet Flying
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45. See Pedlow and Welzenbach. Over-
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25 May i954; Frederic C. E. Oder,
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memorandum to Odarenko. “USAF
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ligence Department of the Air Force,
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Sciencific Panel on Unidentified Flying
Objects,“ 20 December 1957. See
also Berlrner, letter to Strong, 20
November i957 and Page, letter to
Strong. 4 December 1957. The panel
members were also reluctant to have
their association with the Agency
relased.
Sec Wilton E. Lexow, memorandum
For the record. “Comments on Letters
Dealing with Unidentified Flying
Objects." 4 April i953; I. S. Earman.
letter to Major Lawrence I. Taclter,
Ollie: oF the Secretary of the Air
Force. Information Service. 4 April
1958; Davidson. letter to Berltner, 8
April I958; Berltner, letter to David~
son, 18 April 1958: Berkner. letter to
Strong, 21 April I958: Davidson, let-
ter to Taclter. Z7 April I958;
Davidson. letter on Allen Dulles, 27
April I958; Ruppelt. letter to David-
son. 7 May 1958: Strong, letter to
Berltner, 8 May 1958: Davidson. let-
ter ro Berltner, 8 May i958:
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Davidson, letter to Earman. 16 May
I958: Davidson, letter to Goods:-nit.
18 May 1958: Davidson. letter to
Page. l8 May 1958: and Tacker. let-
ter to Davidson. 20 May i958.
See Lexow. memorandum For
Chapin, 28 July I958.
~
See Good. Above Tap Set-rer, pp. 346-
47; Lexow. memorandum for the
record, “Meeting with the Air Force
Personnel Concerning Scientific Advi-
sory Panel Report on Unidentified
Flying Objects. dared 17- January
1953(5).” 16 May 1958. See also La
Rae L. Teel. Deputy Division Chiefi
ASD. memorandum for the record.‘
‘Meeting with Mr. Chapin on Reply-
ing to Leon Davidson's UFO Letter
,
and Subsequent Telephone Conversa-
tion with Major Thaclcer. [.rr'r]" 22
May 1958.
See Edwin M. Ashcraft. Chief,
Contact Division (ScientifiE)'1'r§emo-
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Q.v:.,?;;,.;$~,3_t_,.-4,:Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 41, contando a capa.
TRECHO 42 · PÁGINA FÍSICA 42
Página física 42 (p. 82 do artigo): fim da nota 52 e notas 53 a 74
UFOs
rando ao chefe do Escritório de Chicago, “Radio Code Recording”, 4 de março de 1955, e Ashcraft, memorando ao chefe do Setor de Apoio, OSI, 17 de março de 1955.
53. A Divisão de Contatos foi criada para coletar informações de inteligência estrangeira junto a fontes dentro dos Estados Unidos. Ver Série Histórica da Diretoria de Inteligência, The Origin and Development of Contact Division, 11 July 1946-1 July 1965 (Washington, DC: Equipe Histórica da CIA, junho de 1969).
54. Ver George O. Forrest, chefe do Escritório de Chicago, memorando ao chefe da Divisão de Contatos para Ciência, 11 de março de 1955.
55. Ver Divisão de Apoio (Connell), memorando a Dewelt E. Walker, 25 de abril de 1957.
56. Ver J. Arnold Shaw, assistente do diretor, carta a Davidson, 10 de maio de 1957.
57. Ver Apoio (Connell), memorando ao tenente-coronel V. Skakich, 27 de agosto de 1957, e Lamountain, memorando a Apoio (Connell), 20 de dezembro de 1957.
58. Ver Lamountain, telegrama a Apoio (Connell), 31 de julho de 1958.
59. Ver Apoio (Connell), telegrama a Skakich, 3 de outubro de 1957, e Skakich, telegrama a Connell, 9 de outubro de 1957.
60. Ver Skakich, telegrama a Connell, 9 de outubro de 1957.
61. Ver R. P. B. Lohmann, memorando ao chefe da Divisão de Contatos, DO, 9 de janeiro de 1958.
62. Ver Apoio, telegrama a Skakich, 20 de fevereiro de 1958, e Connell (Apoio), telegrama a Lamountain, 19 de dezembro de 1957.
63. Ver Edwin M. Ashcraft, chefe da Divisão de Contatos, Escritório de Operações, memorando a Austin Bricker Jr., assistente do diretor, “Inquiry by Major Donald E. Keyhoe on John Hazen's Association with the Agency”, 22 de janeiro de 1959.
64. Ver John T. Hazen, memorando ao chefe da Divisão de Contatos, 12 de dezembro de 1957. Ver também Ashcraft, memorando ao agente residente de Cleveland, “Ralph E. Mayher”, 20 de dezembro de 1957. Segundo esse memorando, as fotografias foram examinadas “em alto nível e devolvidas a nós sem comentários”. A Força Aérea ficou com os negativos originais. Os registros da CIA provavelmente foram destruídos.
65. A questão voltaria à tona nos anos 1970 com o processo judicial do GSW com base na FOIA.
66. Ver Robert Amory Jr., DDI, memorando ao diretor-assistente de Inteligência Científica, “Flying Saucers”, 26 de março de 1956. Ver também Wallace R. Lamphire, Gabinete do Diretor, Equipe de Planejamento e Coordenação, memorando a Richard M. Bissell Jr., “Unidentified Flying Saucers (UFO)”, 11 de junho de 1957; Philip Strong, memorando ao diretor do NPIC, “Reported Photography of Unidentified Flying Objects”, 27 de outubro de 1958; Scoville, memorando a Lawrence Houston, Conselheiro Legislativo, “Reply to Honorable Joseph E. Garth”, 12 de julho de 1961; e Houston, carta a Garth, 13 de julho de 1961.
67. Ver, por exemplo, Davidson, carta ao deputado Joseph Garth, 26 de junho de 1961, e Carl Vinson, presidente do Comitê de Serviços Armados da Câmara, carta ao deputado Robert A. Everett, 2 de setembro de 1964.
68. Ver Maxwell W. Hunter, membro da equipe do Conselho Nacional de Aeronáutica e Espaço, Gabinete Executivo do Presidente, memorando a Robert F. Parkard, Escritório de Assuntos Científicos Internacionais, Departamento de Estado, “Thoughts on the Space Alien Race Question”, 18 de julho de 1963, Arquivo SP 16, Registros do Departamento de Estado, Grupo de Registros 59, Arquivo Nacional. Ver também F. J. Sheridan, chefe do Escritório de Washington, memorando ao chefe da Divisão de Contatos, “National Investigation Committee on Aerial Phenomena (NICAP)”, 25 de janeiro de 1965.
69. Chamberlain, memorando ao DCI, “Evaluation of UFOs”, 26 de janeiro de 1965.
70. Ver Jacobs, The UFO Controversy, p. 199, e Força Aérea dos EUA, Conselho Consultivo Científico, Comitê Ad Hoc (Comitê O'Brien) para Revisar o Projeto BLUE BOOK, Special Report (Washington, DC: 1966). Ver também The New York Times, 14 de agosto de 1966, p. 70.
71. Ver “Congress Reassured on Space Visits”, The New York Times, 6 de abril de 1966.
72. Weber, carta ao coronel Gerald E. Jorgensen, chefe da Divisão de Relações Comunitárias, Escritório de Informação, Força Aérea dos EUA, 15 de agosto de 1966. O relatório Durant era um resumo detalhado dos trabalhos do painel Robertson.
73. Ver John Lear, “The Disputed CIA Document on UFOs”, Saturday Review (3 de setembro de 1966), p. 45. Fora isso, o artigo de Lear não era simpático aos avistamentos de UFO nem à possibilidade de envolvimento de extraterrestres. A Força Aérea estava ansiosa para fornecer a Lear o relatório completo. Ver Walter L. Mackey, oficial executivo, memorando ao DCI, “Air Force Request to Declassify CIA Material on Unidentified Flying Objects (UFO)”, 1º de setembro de 1966.
74. Ver Klass, UFOs, p. 40; Jacobs, The UFO Controversy, p. 214; e Everet Clark, “Physicist Scores 'Saucer Status'”, The New York Times, 21 de outubro de 1966. Ver também James E. McDonald, “Statement on Unidentified Flying Objects”, apresentado ao Comitê de Ciência e Astronáutica da Câmara, 29 de julho de 1968.
82Nota editorial: Na nota 73, o original grafa “extraterritorials” (traduzido como extraterrestres, como no corpo do artigo). Na nota 68, o fac-símile ampliado mostra “Robert F. Parkard”; a grafia foi mantida como impressa (possivelmente Packard). A nota 57 menciona “Lamountain”, grafia do original.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
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UFOs
53
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82
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“Radio Code Recording,” 4 March
I955 and Ashcraft. memorandum to
Chiefi Support Blanch, OSI, 17
March I955.
The Contact Division was created to
collect foreign intelligence informa-
tion. From sources within the United
States. See the Directorate oFlntelli-
gence _l-{istqrical Series. T71: Origin
amlDn/ehpmenr afConr¢rr Division,
I1/u§ I946-ljuhr 1965 (‘Washing-
ton. DC; CIA Historical Staffi June
1969).
See George O. Forrest. Chief. Chi-
cago Office, memorandum to Chief,
Contact Division For Science, ll
March 195$.
See Support Division (Connell). mern-
66_
orandum to Dcwelt E. Walker, ZS
April 1957.
See I. Arnold Shaw. Assistant to the
Director, letter to Davidson. l0 May
I957.
See Support (Connell) memorandum
to Lt. Col.'V. Slraldch, 27 August i957
and Lasnounrain, memorandum to
Support (Connell). 20 December I957.
See Larnountain, cable to Support
(C<>=w<lI). 31 July 1958.
See Support (Connell) cable to Sink-
ich, 3 October 1957 and Sltaltich
_
cable to Conncll. 9 October i957‘.
G7
See Slcakich. cable to Connell. 9 Octo-
ber 1957.
See R. l’. B. Lohmann. memorandum
for Chiefi Contact Division. DO. 9
lanuary i958.
See Support. cable to Sltaltich. 29 Feb-
ruary I958 and Connell (Support)
tgble to Lamountain. I9 December
37.
See Edwin M. Ashcraft, Chiefi Con-
tact Division. Ollie: oFOperations,
memorandum For Austin Bricker. _lr.,
Assistant to the Director, "Inquiry by
Major Donald E. Keyhoc on john
Hum’: Association with the
Agency." 22 January 1959.
See john T. Hazen, memorandum to
Chief, Contact Division. 12 Decem-
ber I957. See also Ashe:-alt.
memorandum to Cleveland Resident
Agent. ‘Ralph E. Mayhet.' 20 Decem-
ber I957. According to this
memorandum. the photographs were
viewed at “a high level and returned
to us without comment.” The Air
Force held the original negatives. The
CIA rtcords were probably destroyed.
The Lu-ue would resurface in the
1970s with the GSW FOIAeoutt case.
See Robert Amory,_lr.. DDl.' memo-
randum For Assistant Diroctotl
Scientific Intelligence, "Plying Sau-
cers,‘ Z6 March i956. See also
Wall;tce R. Lamphire. Ofiicc ofche
Dirocnir. Planning and Coordination
Srafil memorandum For Richard M.
Blast-ll.jr..-‘Unidentified Flying Sau-
cers (UFO)." ll lune I957; Philip
Strong, memorandum For the Direc-
tor. NPIC. “Reported Photography of
Unidentified Flying Objects,” Z7
OCtt\l\'r I958; Scoville. memorandum
to Lztwnmce Houston. Legislative
Counsel. ‘Reply to Honorable joseph
E. G;mh.' lljuly i961; and Hous-
ton. It-ucr to Garth. I3 July 1961.
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Sec. lhr example. Davidson, letter to‘
Cougmsrnan Ioseph Garth, Z6 lune
I9Gl zmtl Carl Vinson. Chairman.
.
l'lou.-t' Committee on Armed Set-
lt-rret to Rep. Robert A. Everett.
2 St-pit-mber 1964.
See |\l;\xwell W. Hunter, stall mem-
ber. National Aeronautics and Space
Council. Executive Office of the Presi-
dent. memorandum For Robert F.
Parkanl. Office of International Scien-
tific .-\ll§\irs. Department ofState.
“Tliuughts on the Space Alien Race
Qu¢=<tiuu." 18 luly 1963. File SP l6.
Records of the Department of State.
Record Group 59. National Archives.
69.
70
71
7 2.
73
7 4.
See also F.
Sheridan, Chiefi Wash-
ington Office, memorandum to
Chiefi Contact Division, "National
Investigation Committee on Aerial
Phenomena (NlCAP)," 2$']a.nua.ry
I965.
'
-
Chamberlain, memorandum For DCI.
“Evaluation of UFOs,“ Z6 january
1965.
See Jacobs, Tb: UFO Controversy, p.
199 and US Air Force, Scientific Advi-
sory Board. Ad Hoe Committee
(O5Bricn Committee) to Review
Project BLUE BOOK. Special Report
(Washington, DC: 1966). See also
T/1: New York Timex. 14 August
1966. p. 70.
See “Congress Reassuted on Space Vis-
its,' me New York 77»-res, 6 April
1966.
Weber. letter to Col. Gerald E. lor-
genscn. Chief, Community Relations
Division. Ofiice of Information. US
Air Force, IS August I966. The
Durant report was a derailed summary
of the Robertson panel proceedings.
See john Lear. "The Disputed CIA
Document on UFOs.” Saturday
Review (September 3. 1966). p. 45.
The Lear article was otherwise unsym-
pathetic to UFO sightings and the
possibility that extratertitorials were
involved. The Air Foroe had been
eager to provide Lear with the Full
report. See Walter L. Macltey. Execu-
tive Oliicer. memorandum For DCl.
“Air Force Request to Declassily CIA
Material on Unidentified Flying
Objects (UFO)." I September 1966.
See Klass. UFOs. p. 40, Jacobs, T/re
.
UFO Controversy. p. 214 and Everer
\
Clark, "Physicist Scores ‘Saucer Sta-
tus," The New York Times, 21
October l966. Sec also James E.
McDonald. "Statement on Unidenti-
fied Flying Objects." submitted" to the
House Committee on Scienceand
'.
Astronautics, "29 July I968.
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TRECHO 43 · PÁGINA FÍSICA 43
Página física 43 (p. 83 do artigo): notas 75 a 91
UFOs
75. Condon é citado em Walter Sullivan, “3 Aides Selected in Saucer Inquiry”, The New York Times, 8 de outubro de 1966. Ver também “An Outspoken Scientist, Edward Uhler Condon”, The New York Times, 8 de outubro de 1966. Condon, cientista extrovertido e ríspido, já se envolvera numa controvérsia com o Comitê de Atividades Antiamericanas da Câmara, que afirmara que Condon era “um dos elos mais fracos da nossa segurança atômica”. Ver também Peebles, Watch the Skies, pp. 169-195.
76. Ver Lundahl, memorando ao DDI, 7 de fevereiro de 1967.
77. Ver memorando para registro, “Visit of Dr. Condon to NPIC, 20 February 1967”, 23 de fevereiro de 1967. Ver também a análise das fotografias no memorando a Lundahl, “Photo Analysis of UFO Photography”, 17 de fevereiro de 1967.
78. Ver memorando para registro, “UFO Briefing for Dr. Edward Condon, 5 May 1967”, 8 de maio de 1967, e os anexos “Guidelines to UFO Photographers and UFO Photographic Information Sheet”. Ver também Comitê Condon, comunicado à imprensa, 1º de maio de 1967, e Klass, UFOs, p. 41. As fotografias de Zaneville revelaram-se uma fraude.
79. Ver Edward U. Condon, Scientific Study of Unidentified Flying Objects (Nova York: Bantam Books, 1969), e Klass, UFOs, p. 41. O relatório incluía o relatório Durant com apenas pequenas supressões.
80. Ver Gabinete do Secretário-Assistente de Defesa, comunicado à imprensa, “Air Force to Terminate Project BLUEBOOK”, 17 de dezembro de 1969. A Força Aérea recolheu os registros do BLUEBOOK aos Arquivos da USAF na Base Aérea de Maxwell, no Alabama. Em 1976, a Força Aérea entregou todos os arquivos do BLUEBOOK à Administração Nacional de Arquivos e Registros, que os pôs à disposição do público sem grandes restrições. Alguns nomes foram suprimidos dos documentos. Ver Klass, UFOs, p. 6.
81. O GSW era um pequeno grupo de entusiastas de UFO sediado em Phoenix, Arizona, e chefiado por William H. Spaulding.
82. Ver Klass, UFOs, p. 8.
83. Ver Wilson, carta a Spaulding, 26 de março de 1976, e GSW v. CIA, Ação Civil nº 78-859.
84. GSW v. CIA, Ação Civil nº 78-859, p. 2.
85. Entrevista do autor com Launie Ziebell, 23 de junho de 1994, e entrevista do autor com analista do OSI, 21 de julho de 1994. Ver também as declarações juramentadas de George Owens, coordenador da Lei de Informação e Privacidade da CIA; Karl H. Weber, OSI; Sidney D. Stembridge, Escritório de Segurança; e Rutledge P. Hazzard, DS&T; GSW v. CIA, Ação Civil nº 78-859; e Sayre Stevens, diretor-adjunto de Avaliação Estrangeira Nacional, memorando a Thomas H. White, assistente de Informação, Comitê de Revisão de Informações, “FOIA Litigation Ground Saucer Watch”, sem data.
86. Ver “CIA Papers Detail UFO Surveillance”, The New York Times, 13 de janeiro de 1979; Patrick Huyghe, “UFO Files: The Untold Story”, The New York Times Magazine, 14 de outubro de 1979, p. 106; e Jerome Clark, “UFO Update”, UFO Report, agosto de 1979.
87. Jerome Clark, “Latest UFO News Briefs From Around the World”, UFO Update, agosto de 1979, e GSW v. CIA, Ação Civil nº 78-859.
88. Ver Wortman, memorando ao DCI Turner, “Your Question, 'Are we in UFOs?' Annotated to The New York Times News Release Article”, 18 de janeiro de 1979.
89. Ver GSW v. CIA, Ação Civil nº 78-859. Ver também Klass, UFOs, pp. 10-12.
90. (S) Ver John Brennan, memorando a Richard Warshaw, assistente executivo do DCI, “Requested Information on UFOs”, 30 de setembro de 1993; entrevistas do autor com analista do OSWR, 14 de junho de 1994, e com analista do OSI, 21 de julho de 1994. Este autor não encontrou quase nenhuma documentação sobre envolvimento da Agência com UFOs nos anos 1980.
Existe um Centro Psíquico da DIA, e a NSA estuda parapsicologia, o ramo da psicologia que trata da investigação de fenômenos psíquicos como clarividência, percepção extrassensorial e telepatia. A CIA também seria, segundo relatos, membro de uma Equipe de Resposta a Incidentes para investigar pousos de UFO, caso venham a ocorrer. Essa equipe nunca se reuniu. A falta de documentação sólida da CIA sobre atividades da Agência relacionadas a UFOs nos anos 1980 deixa toda a questão um tanto obscura nesse período.
Grande parte da literatura sobre UFOs atualmente se concentra em contatados e abduzidos. Ver John E. Mack, Abduction, Human Encounters with Aliens (Nova York: Charles Scribner's Sons, 1994), e Howard Blum, Out There (Nova York: Simon and Schuster, 1990).
91. Ver Charles Berlitz e William L. Moore, The Roswell Incident (Nova York: Berkeley Books, 1988); Moore, “The Roswell Incident: New Evidence in the Search for a Crashed UFO” (Burbank, Califórnia: Fair Witness Project, 1982), Publicação nº 1201; e Klass, UFOs, pp. 280-281. Em 1994, o deputado Steven H. Schiff (republicano do Novo México) pediu um estudo oficial do incidente de Roswell. O GAO está conduzindo uma investigação separada do incidente. A CIA não está envolvida na investigação. Ver Klass, UFOs, pp. 279-281; John H. Wright, coordenador de Informação e Privacidade, carta a Derek Skreen, 20 de setembro de 1993; e entrevista com analista do OSWR. Ver também o filme feito para a TV Roswell, exibido na TV a cabo em 31 de julho de 1994, e Peebles, Watch the Skies, pp. 245-251.
83Nota editorial: O original grafa “Zaneville” na nota 78 (no corpo do artigo, “Zanesville”) e “The Rotwell Incident” na nota 91, mantido aqui como “The Roswell Incident”, título real do livro. A marca “(S)” na nota 90 indica fonte classificada como secreta.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Condon it quoted in Walter Sullivan,
"3 Aides Selected in Saucer inquiry,”
The New York Timer, 8 October
1966. See also "An Outspoken 5cien-
8L
tist. Edward Uhler Condom.” 77::
New Karl: Timer, 8 October I966.
Condon. an outgoing, gruffscientist.
had arlier become embroiled in a con-
troversy with the House Unamerican
Activities Committee that claimed
Condon was “one of the wealtest links
in our atomic security." See also Pee-
bles, War:/7 r/we Skin, pp. 169-195.
See Lundahl. memorandum For DDI,
7. Feb tuary 1967.
See memorandum for the record
‘Visit of Dr. Condon to NPIC, 20
February i967." B
February I967.
See also the analysis of the photo-
graphs in memorandum For Lundahl,
“Photo Analysis of UFO Photogra-
phy." I7 February i967.
See memorandum For the record,
“UFO Briefing for Dr. Edward Con-
don. S May I967," 8 May 1967 and
attached “Guidelines to UFO Photog-
raphers and UFO Photographic
Information Sheet." See also Condon
Committee. Press Release, l May
1967 and Klass, U!-"Or. p. 41. The
Zaneville photographs turned out to
be a hoax.
See Edward U. Condon. Srirrrrifir
Study ofl/nidenrrfizd Flying Object:
(New York: Bantam Books, 1969)
and Klass. UFOr. p. 41. The report
contained the Durant report with
only minor deletions.
See Oliict of/issistant Secretary of
Defense. News Release. “Air Force to
Terminate Project BLUEBOOK." 17
December 1969. The Air Force
retired BLUEBOOK records to the
USAF Archives at Maxwell Air Force
Base in Alabama. ln l976 tl1e.Alr
-
Force turned over all BLUEBOOK
Files to the National Archives and
Records Administration. which made
them available to the public without
major restrictions. Some names have
85.
been withheld from the documents.
See Klzss, UFO»; p. 6.
GSW was a small group of UFO bulls
based in Phoenix, Arizona, and
headed by \Willia.rn H. Spauldlng.
See Klass. UFOs, p. 8.
See Wilson, letter to Spaulding, 26
March 1976 and GSW
v. CIA Civil
Action‘ Case 78-359.
GSW
v. ClA Civil Action Case 78-
859. p. 2.
Author interview with Launie Ziebell,
Z3 lune I994 and author interview
with OSI analyst. 21 July 1994. See
also alfidavics oFCeorge Owens. CIA
Information and Privacy Act Coordi-
nator; Karl H. Weber, O51: Sidney D.
Stembridge, Ofiice ofsecutity; and
Rutledge l’. Hazzard. DSGCT; GSW
v.
CIA Civil Action Case 78-859 and
Sayre Stevens, Deputy Director For
National Foreign Assessment, memo-
randurn For Thomas H. White,
Assistant For Information. informa-
tion Review Committee. "FO[A
litigation Ground Saucer Watch.‘ no
date.
.
See “CIA Papers Detail UFO Surveil-
lance." 7%: New York Timer, l3
lanuary i979: Patrick-l-iuyghe. “UFO
Files: The Untold Story.” The New
Yarlr Timer Magazine, 14 October
1979. p. 106: and Jerome Clark,‘
“UFO Update," UFO Report. August.
K979.
'
lerome Clark, “Latest UFO News
Briefs From Around the World.“
UFO Update. August I979 and GSW
v. ClA Civil Action No. 73-859.
See Wortman, memorandum For DCl
Turner. "Your Question. ‘Arc we in
UFOs?’ Annotated to The New liar/r
Time: News Release Article.“ 18 ]anu-
ary 1979.
Set GSW
v. ClA Civil Action 78-
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859. See also Klass, UFOr..pp._.l.liil2.
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UFOs
(S) See john Brennan. memorandum
for Richard Warshaw, Executive Assis-
tant, DCl. “Requested Information
on UFOs." 50 September 1993;
Author interviews with OSWR ana-
lyst. 14 jun: 1994 and OSI analyst,
21 Iuly 1994. This author Found
almost no documentation on Agency
involvement with UFO: in the 1980:.
There is a DIA Psychic Center and the
NSA studies parapsychology. that
branch of psychology that deals with
the investigation of such psychic phe-
nomena as clairvoyancc. mrcrasensory
perception, and telepathy. The CIA
reportedly is also a member ofan inci-
dent Responsc Team to investigate
UFO landings, if one should occur.
This team has never met. The lack of
solid CIA documentation on Agency
UFO-related activities in the 1980:
leaves the entire issue somewhat
murky For this period.
Much of the UFO literature presently
Focuses on contactees and abductees.
See john E. Mack, Aéducoian, Human
Encounters wit/2 Aliens (New York:
Charles Scribnet's Sons, 1994) and
Howard Blum, Out Tim: (New York:
Simon and Schuster, 1990).
See Charles Berlitz and William L.
Moo
re. T/2: Roru/ell Incident (New
York: Berkeley Books, i988): Moore.
“The Roswell incident: New Evidence
in the Search lior a Crashed UFO.”
(Burbank, California: Fair \Witness
Project. 1982). Publication Number
l2O l; and Klass: UFOI, pp. Z30-Z8 l.
In 1994 Congressman Steven H.
SchifF(R-NM) called For an official
study of the Roswell iticidcnt. The
GAO is conducting a separate investi-
gation of the incident. The CIA is
not involved in the investigation. Sec
Klass, U!-'Or, pp. 279-Z81’; john H.
Wright, Information and Privacy
Coordinator. letter to Derek Sltrecn,
Z0 September I993; and OSWR ana-
lyst interview. See also the made-For
TV film. Roswell. which appeared on
cable TV on 31 July 1994 and Pet-
bles. V741‘:/1 the 5l-iu, pp. 245-251.
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TRECHO 44 · PÁGINA FÍSICA 44
Página física 44 (p. 84 do artigo): notas 92 e 93
UFOs
92. Ver John Diamond, “Air Force Probes 1947 UFO Claim Findings Are Down to Earth”, 9 de setembro de 1994, despacho da Associated Press; William J. Broad, “Wreckage of a 'Spaceship': Of This Earth (and U.S.)”, The New York Times, 18 de setembro de 1994, p. 1; e coronel Richard L. Weaver e primeiro-tenente James McAndrew, da USAF, The Roswell Report, Fact Versus Fiction in New Mexico Desert (Washington, DC: GPO, 1995).
93. Ver Good, Above Top Secret; Moore e S. T. Friedman, “Philip Klass and MJ-12: What are the Facts” (Burbank, Califórnia: Fair-Witness Project, 1988), Publicação nº 1290; Klass, “New Evidence of MJ-12 Hoax”, Skeptical Inquirer, vol. 14 (inverno de 1990); e Moore e Jaime H. Shandera, The MJ-12 Documents: An Analytical Report (Burbank, Califórnia: Fair-Witness Project, 1990), Publicação nº 1500. Walter Bedell Smith supostamente substituiu Forrestal em 1º de agosto de 1950, após a morte de Forrestal. Todos os membros listados já tinham morrido quando os “documentos” MJ-12 apareceram, em 1984. Ver Peebles, Watch the Skies, pp. 258-268.
O Dr. Larry Bland, editor de The George C. Marshall Papers, descobriu que um dos chamados documentos Majestic-12 era uma fraude completa. Continha exatamente a mesma redação de uma carta de Marshall ao candidato presidencial Thomas Dewey a respeito das interceptações “Magic”, em 1944. As datas e os nomes tinham sido alterados, e “Magic” foi trocado por “Majic”. Além disso, era uma fotocópia, não um original. Nenhum documento original do MJ-12 jamais apareceu. Conversa telefônica entre o autor e Bland, 29 de agosto de 1994.
84Nota editorial: Correções da leitura automática: “Mezkndrew” = McAndrew. A página contém só as notas finais, numa única coluna.
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92. Secjohn Diamond, “Air Force Probes
1947 UFO Claim Findings Are
Down to Earth." 9 September 1994.
Associated Prets release; Wrflim
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Broad, “Wreckage ofz ‘Spaceship’: Of
This Earth (and U.5.)," Tb: New Karl:
Urns, 18 September 1994, p. 1; and
USAF CcL Richard L Weaver and
ls: Lt. James Mezkndrew, T/re Roswell
Repart, Fat‘! Vltrmr Fim'on in New
Mexico Dam (Wuhington, DC:
GPO. 1995).
93. See Good, Above Tap $ct'rrl; Moore
and S. T. Friedman, “Philip Klzss and
MI-I2: What are the Facts/1 (Bur-
bank California: F:it—Witnss Project.
1988), Publication Number 1290;
“Kim, “New Evidence of'M]-12
Hoax,” $§q7ric¢l Inquirer, vol. 14
(Winter 1990); and Moore and Jaime
H. Shzndera. T72: M]~l2 Doazmmtr:
An
/lr..al_ytz'ml Report (Burbank. Cali~
farnia: Fair-Witnm Project, 1990),
Publication Number 1500. Waltet
Bedell Smith supposediy re laced For-
restal on l August 1950 Foliiowing
Fottestallt death, All members‘ listed
were deceased when the M}-12 ‘docu-
menrs' surfieed in 1984. See Peebles.
Wine/1 r/z:$ir'::. pp. 258-268.
Dr. L-mz Bland. editor 05 T/1: George
C. Mar: all Paperr, discovered that one
of the so-called Majestic-l2 docu-
ments was a complete Fraud. it
contained the exact same language as a
letter from Marshall to'PtesidcntiaI
candidate Thomas Dewey regarding
the “Magic” intercepts in 1944. The
dares and names had been altered and
“Magic” changed to “M1jiC." Mote-
over, it was 2 photocopy, not an
original. No original M]-£2 docu-
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meats have ever sprfaced. Telephcne
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Bland. 29 August 1994.
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TRECHO 45 · PÁGINA FÍSICA 45
Página física 45: Federal Register, vol. 62, nº 115, 16/06/1997, p. 32482, regra provisória da CIA (32 CFR partes 1900 a 1909): definições (§1900.02) e início das taxas (§1900.13)
32482 | Federal Register / Vol. 62, nº 115 / Segunda-feira, 16 de junho de 1997 / Normas e Regulamentos
AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA
32 CFR Partes 1900, 1901, 1907, 1908 e 1909
Lei de Liberdade de Informação; Lei de Privacidade; e Ordem Executiva 12958; Implementação. Órgão: Agência Central de Inteligência.
AÇÃO: Regra provisória.
§1900.02 Definições
Para os fins desta parte, os termos a seguir têm os significados indicados:
(a) Agência ou CIA significa a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos, atuando por meio do Coordenador de Informação e Privacidade da CIA;
(b) Dias significa dias corridos em que a Agência está em funcionamento, excluindo especificamente sábados, domingos e feriados públicos legais. Podem ser acrescentados três (3) dias a qualquer prazo imposto ao requerente por esta parte, se a resposta for enviada pelo correio doméstico dos EUA; dez (10) dias podem ser acrescentados se a resposta for enviada pelo correio internacional;
(c) Controle significa a propriedade ou a autoridade da CIA, nos termos de lei federal ou de prerrogativa, para regular o acesso oficial ou público a registros;
(d) Coordenador significa o Coordenador de Informação e Privacidade da CIA, que atua como gestor da Agência para o programa de revisão e liberação de informações instituído pela Lei de Liberdade de Informação;
(e) Custos diretos significa as despesas em que um órgão efetivamente incorre no processamento de um pedido FOIA; não inclui custos indiretos como espaço; inclui:
(1) Páginas significa cópias em papel de tamanho padrão de escritório ou o valor equivalente em dólares em outros meios;
(2) Reprodução significa a geração de cópia de um registro solicitado em forma apropriada para liberação;
(3) Revisão significa todo o tempo gasto no exame de um registro para determinar se alguma parte deve ser retida nos termos da lei e na execução das supressões necessárias, mas exclui as horas de pessoal gastas na solução de questões jurídicas ou de política em geral; significa também horas de pessoal de tempo profissional;
(4) Busca significa todo o tempo gasto na procura e na recuperação de material que possa atender a um pedido, utilizando os índices e instrumentos de localização disponíveis, em papel e eletrônicos; significa também horas de pessoal de tempo profissional ou o valor equivalente em dólares em buscas por computador;
(f) Manifestação de interesse significa uma comunicação escrita apresentada por um membro do público que solicita informações sobre o programa FOIA ou a ele relativas e/ou sobre a disponibilidade de documentos da CIA;
(g) Órgão federal significa qualquer departamento executivo, departamento militar ou outro estabelecimento ou entidade incluída na definição de órgão em 5 U.S.C. 552(f);
(h) Taxas significa os custos diretos que podem ser cobrados de um requerente, considerando as categorias estabelecidas pela FOIA; os requerentes devem apresentar informações que ajudem a Agência a determinar a categoria de taxa adequada, e a Agência pode tirar conclusões razoáveis da identidade e das atividades do requerente ao fazer essa determinação; as categorias de taxa incluem:
(1) Comercial significa um pedido em que a divulgação buscada atende principalmente ao interesse comercial do requerente e favorece esses interesses comerciais, de negócio, de renda ou de lucro;
(2) Instituição educacional ou científica não comercial significa um pedido de uma instituição educacional credenciada dos Estados Unidos, de qualquer nível acadêmico, ou de instituição dedicada à pesquisa nas ciências sociais, biológicas ou físicas, ou de um professor, pesquisador ou membro dessas instituições; significa também que a informação será usada num trabalho acadêmico ou analítico específico, contribuirá para o avanço do conhecimento público e será divulgada ao público em geral;
(3) Representante dos meios de comunicação significa um pedido de pessoa que colhe ativamente notícias para uma entidade organizada e operada para publicar e transmitir notícias ao público americano, em função de sua atividade de divulgação de notícias e não de seus interesses comerciais; o termo notícia significa informação que diz respeito a acontecimentos atuais, que seria de interesse atual para o público em geral, que aumentaria a compreensão pública das operações ou atividades do governo dos EUA e que é de fato divulgada a uma parcela significativa do público a custo mínimo; jornalistas autônomos estão incluídos nesta definição se puderem demonstrar base sólida para esperar publicação por meio dessa organização, mesmo que não sejam de fato empregados por ela; um contrato de publicação ou um histórico de publicações anteriores é relevante para essa condição;
(4) Todos os demais significa um pedido de pessoa que não se enquadra nos parágrafos (h)(1), (2) ou (3) desta seção;
(i) Lei de Liberdade de Informação ou “FOIA” significa a lei codificada em 5 U.S.C. 552;
(j) Parte interessada significa qualquer autoridade dos poderes executivo, militar, legislativo ou judiciário, dos Estados Unidos ou estrangeira, ou contratada do governo dos EUA, que, a critério exclusivo da CIA, tenha interesse temático ou material nos documentos ou informações em questão;
(k) Originador significa a autoridade do governo dos EUA que produziu o documento em questão, ou seu sucessor no cargo, ou a autoridade a quem tenha sido delegado, nos termos da lei, o poder de liberar ou retirar o sigilo;
(l) Requerente potencial significa pessoa, organização ou outra entidade que apresenta uma manifestação de interesse;
(m) Registros razoavelmente descritos significa a descrição de um documento (registro) por número de identificação único ou por termos descritivos que permitam a um funcionário da Agência localizar documentos com esforço razoável, dados os índices e instrumentos de localização existentes;
(n) Registros ou registros do órgão significa todos os documentos, qualquer que seja sua forma física ou eletrônica, produzidos ou recebidos pela CIA em cumprimento de lei federal ou em conexão com a condução de assuntos públicos e apropriados para preservação pela CIA como prova da organização, funções, políticas, decisões, procedimentos, operações ou outras atividades da CIA, ou por causa do valor informativo dos dados neles contidos; não inclui:
(1) Livros, jornais, revistas, periódicos, transcrições magnéticas ou impressas de transmissões eletrônicas ou materiais semelhantes do setor público adquiridos de modo geral e/ou mantidos para fins de biblioteca ou de referência; na medida em que esses materiais sejam incorporados a qualquer forma de análise ou de outro modo distribuídos ou publicados pela Agência, ficam plenamente sujeitos às disposições de divulgação da FOIA;
(2) Documentos de índice, arquivo ou museu produzidos ou adquiridos e preservados apenas para fins de referência, indexação, arquivamento ou exposição; e
(3) Folhas de encaminhamento e de transmissão e notas de arquivamento ou de destruição que não contenham também informação, comentário ou declarações de conteúdo;
(o) Registros pertinentes significa os documentos (isto é, registros) que a Agência determinou estarem dentro do escopo de um pedido FOIA.
§1900.13 Taxas por serviços de registros
(a) Em geral. Taxas de busca, revisão e reprodução serão cobradas de acordo com as disposições abaixo relativas a tabela, limitações e categoria do requerente. As taxas aplicáveis serão devidas mesmo que nossa busca não localize nenhum registro pertinente ou que alguns ou todos os registros pertinentes tenham de ser negados com base em uma ou mais das exceções da Lei de Liberdade de Informação.
(b) Pedidos de isenção de taxas. Os registros serão fornecidos sem custo ou a preço reduzido sempre que a Agência determinar:
(1) Que, por critério administrativo, isso atenderia ao interesse do governo dos Estados Unidos; ou
(2) Que é de interesse público porque provavelmente contribuirá de modo significativo para a compreensão pública das operações ou atividades do governo dos Estados Unidos eNota editorial: É cópia de publicação oficial do governo dos EUA anexada à declaração. Leituras automáticas corrigidas: “Junel6” = June 16; “public rector materials” = public sector materials; “notes rmdflling” = notes and filing; “a publication contractor prior publication record” = a publication contract or prior publication record; “(i) Expression of interest” = (f); “(1) Potential requester” = (l). O texto do original diz “public sector materials”, traduzido literalmente.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
32482,
Federal Register
/
Vol. 62, No. 115
/
Monday-Junel6, 1997
/
Rules and Regulations
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it
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CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY
32 CFRPa1rts 1900, 1901, 1907, 1908, and
1909
Freedom of Information Act; Privacy Act;
and Executive Order
12958;Implementation Agency: Central
Intelligence Agency.
ACTION: Interim rule.
§1900.02 Definitions
For purposes of this part, the following
terms have the meanings indicated:
(a) Agency or CIA means the United
States Central Intelligence Agency acting
-
through the CIA lnfonnation and Privacy
Coordinator;
(b) Days means calendar days when the
Agency is operating and specifically excludes
Saturdays, Sundays, and legal public holidays.
Three (3) days may be added to any time limit
imposed on a requester by this pan if
responding by U.S. domestic mail; ten (10)
days may be added if responding by
international mail;
(c) Control means ownership or the
.
authority of the CIA pursuant to federal statute
or privilege to regulate official or public
access to records,
(d) Coordinator means the CIA
information and Privacy Coordinator who
serves as the Agency manager of the
information review and release program
instituted under the Freedom of Information
Act;
(e) Direct costs means those expenditures
which an agency actually incurs in the
processing of a FOIA request: it does not
include overhead factors such as space, it does
include:
(l) Pages means paper copies of standard
oflice size or the dollar-value equivalent in
other media;
-
(2) Reproduction means generation of a
copy of a requested record in a form
appropriate for release;
(3) Review means all time expended in
examining a record to determine whether any
portion must be withheld pursuant to law and
in effecting any required deletions, but
excludes personnel hours expended in
resolving general legal or policy issues; it also
means personnel hours of professional time;
(4) Search means all time expended in
looking for and retrieving material that may be
responsive to a request utilizing available
paper and electronic indices and finding aids;
it also means personnel hours of professional
time or the dollar-value equivalent in computer
searches;
(i) Expression of inreres! means a written
communication submitted by a member of the
public requesting information on or
concerning the FOIA program and/or the
availability of documents from the CIA;
(g) Federal agency means any executive
department, military department, or other
establishment or entity included in the
definition of agency in 5 U.S.C 552(f);
(h) Fees means those direct costs which
may be assessed a requester considering the
categories established by the FOl.A: requester-s
should submit information to assist the Agency
in determining the proper fee category and the
Agency may draw reasonable inferences from
the identity and activities of the requester in
making such determinations; the fee categories
include:
(l) Commercial means a request in which
the disclosure sought is primarily in the
commercial interest of the requester and which
furthers such commercial, trade, income, or
profit interests;
(2) Non-commercial educational or
scientific institution means a request from an
accredited United States educational
institution at any academic level or institution
engaged in research conceming the social,
biological, or physical sciences or an
instructor or researcher or member of such
institutions; it also means that the information
will be used in a specific scholarly or
analytical work, will contribute to the
advancement of public knowledge, and will be
disseminated to the general public;
(3) Representative of the news media
means a request from an individual actively
gathering news for an entity that is organized
and operated to publish and broadcast news to
the American public and pursuant to their
news dissemination function and not their
commercial interests; the term news means
information which concems current events,
would be of current interest to the general
public, would enhance the public
understanding of the operations or activities of
the U.S. Government, and is in fact
disseminated to a significant element of the
public at minimal cost; freelance journalists
are included in this definition if they can
demonstrate a solid basis for expecting
publication through such an organization, even
though not actually employed by it; a
publication contractor prior publication
record is relevant to such status;
.
(4) All other means a request from an
individual not within paragraph (h)(l), (2), or
(3) of this section;
(i) Freedom of Information Act or “FOlA"
means the statutes as codified at 5 U.S.C 552;
(j) Interested parry means any official in
the executive, military, congressional, or
judicial branches of government, United States
or foreign, or U.S. Government contractor
who. in the sole discretion of the CIA, has a
subject matter or physical -interest in the
documents or infonnation at issue;
(k) Originator means the U.S. Government
oflicial who originated the document at issue
or successor in office, or such official who has
been delegated release or declassification
authority pursuant to law;
(1) Potential requester means a person,
organization, or other entity who submits an
expression of interest;
,(m) Reasonably described records means
a description of a document (record) by unique
identification number or descriptive terms
which permit an Agency employee to locate
documents with reasonable effort given
existing indices and finding aids;
(n) Records or agency records means all
documents, irrespective of physical or
electronic form, made or received by the CIA
in pursuance of federal law or in connection
with the transaction of public business and
appropriate for preservation by the CIA as‘
evidence of the organization, functions,
policies, decisions, procedures, operations, or
other activities of the CIA or because of the
informational value of the data contained
therein; it does not include:
'
'
(1) Books, newspapers, magazines,
journals. magnetic or printed transcripts of
electronic broadcasts, or similar public rector
materials acquired generally andlor
maintained for library or reference purposes;
to the extent that such materials are
incorporated into any form of analysis or
otherwise distributed o_r published by the
Agency, they are fully subject to the disclosure
provisions of the FOIA;
(2) Index, filing, or museum documents
made or acquired and preserved solely for
reference, indexing. filing. or exhibition
purposes; and
(3) Routing and transmittal sheets and
notes rmdflling or destruction notes which do
not also include information, comment, or
statements of substance;
(o) Responsive records means those
documents (i.e., records) which the Agency
has determined to be within the scope of a
FOIA request.
§1900.13 Fees for Record Services
(a) In general. Search, review, and
reproduction fees will be charged in
accordance with the provisions below relating
to schedule, limitations, and category of
-
requester. Applicable fees will be due even if
our search locates no responsive records or if
some or all of the responsive records must be
denied under one or more of the exemptions of
the Freedom of information Act.
(b) Fee waiver requests. Records will be
furnished without charge or at a reduced rate
whenever the Agency determines:
.
(1) That, as a matter of administrative
discretion, the interest of the United States
Government would be served, or
(2) That it is in the public interest because
it is likely to contribute significantly to the
public understanding of the operations or
'
activities of the United States Government and
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 45, contando a capa.
TRECHO 46 · PÁGINA FÍSICA 46
Página física 46: Federal Register, vol. 62, nº 115, 16/06/1997, pp. 32483-32484: continuação do §1900.13 (isenção de taxas, recursos, depósitos, tabela de preços e categorias de requerentes)
Federal Register / Vol. 62, nº 115 / Segunda-feira, 16 de junho de 1997 / Normas e Regulamentos | 32483 - 32484
não atende principalmente ao interesse comercial do requerente; a Agência considerará os seguintes fatores ao fazer essa determinação:
(i) Se o assunto do pedido diz respeito às operações ou atividades do governo dos Estados Unidos; e, em caso afirmativo,
(ii) Se a divulgação dos documentos solicitados provavelmente contribuirá para a compreensão das operações ou atividades do governo dos Estados Unidos; e, em caso afirmativo,
(iii) Se a divulgação dos documentos solicitados contribuirá para a compreensão pública das operações ou atividades do governo dos Estados Unidos; e, em caso afirmativo,
(iv) Se a divulgação dos documentos solicitados provavelmente contribuirá de modo significativo para a compreensão pública das operações e atividades do governo dos Estados Unidos; e
(v) Se o requerente tem um interesse comercial que seria favorecido pela divulgação solicitada; e, em caso afirmativo,
(vi) Se a divulgação atende principalmente ao interesse comercial do requerente.
(c) Recursos contra decisões sobre isenção de taxas. A negação de pedidos de isenção ou redução de taxas pode ser objeto de recurso ao presidente do Painel de Liberação da Agência, por intermédio do Coordenador. O requerente é incentivado a apresentar qualquer explicação ou argumento sobre como seu pedido satisfaz a exigência legal acima estabelecida.
(d) Prazo para pedidos e recursos de isenção de taxas. Sugere-se que esses pedidos e recursos sejam feitos e resolvidos antes do início do processamento e da geração de custos. No entanto, pedidos de isenção de taxas serão aceitos a qualquer momento antes da liberação dos documentos ou da conclusão de um caso, e recursos contra decisões sobre isenção de taxas, dentro de quarenta e cinco (45) dias de nossa decisão inicial, sujeitos à seguinte condição: se o processamento já tiver sido iniciado, o requerente deve concordar em ser responsável pelos custos em caso de decisão administrativa ou judicial desfavorável.
(e) Concordância em pagar taxas. Para proteger os requerentes de cobranças elevadas e/ou imprevistas, a Agência pedirá compromisso específico quando estimar que as taxas excederão US$ 100,00. A Agência manterá em suspenso por quarenta e cinco (45) dias os pedidos que exijam essa concordância e, depois disso, considerará o pedido encerrado. Essa medida, naturalmente, não impede que a pessoa reapresente seu pedido FOIA com compromisso de pagamento em data posterior.
(f) Depósitos. A Agência pode exigir depósito antecipado de até 100 por cento das taxas estimadas quando as taxas puderem exceder US$ 250,00 e o requerente não tiver histórico de pagamento, ou quando, para taxas de qualquer valor, houver indício de que o requerente pode não pagar as taxas que seriam geradas pelo processamento do pedido. A Agência manterá em suspenso por quarenta e cinco (45) dias os pedidos para os quais tenham sido solicitados depósitos.
(g) Tabela de taxas. (1) Em geral. A tabela de taxas pelos serviços prestados no atendimento de pedidos de registros é estabelecida da seguinte forma:
Busca e revisão por pessoal
- Administrativo/técnico: por quarto de hora, US$ 5,00
- Profissional/supervisor: por quarto de hora, US$ 10,00
- Gerente/profissional sênior: por quarto de hora, US$ 18,00
Busca e produção por computador
- Busca (on-line): valor fixo, US$ 10,00
- Busca (off-line): valor fixo, US$ 30,00
- Outra atividade: por minuto, US$ 10,00
- Fitas (cassete de mainframe): cada, US$ 9,00
- Fitas (cartucho de mainframe): cada, US$ 9,00
- Fitas (rolo de mainframe): cada, US$ 20,00
- Fitas (PC 9 mm): cada, US$ 25,00
- Disquete (3,5”): cada, US$ 4,00
- CD (gravado em série): cada, US$ 10,00
- CD (gravável): cada, US$ 20,00
- Telecomunicações: por minuto, US$ 0,50
- Papel (impressora de mainframe): por página, US$ 0,10
- Papel (impressora laser P&B de PC): por página, US$ 0,10
- Papel (PC em cores): por página, US$ 1,00
Produção em papel
- Fotocópia (padrão ou ofício): por página, US$ 0,10
- Microficha: por quadro, US$ 0,20
- Pré-impresso (se disponível): por 100 páginas, US$ 5,00
- Publicado (se disponível): por item, preço do NTIS
(2) Aplicação da tabela. O tempo de busca por pessoal inclui o tempo gasto em buscas manuais em registros em papel, buscas em índices, revisão da relevância de resultados de buscas por computador, buscas em sistemas de computador pessoal e vários serviços de reprodução. Em qualquer caso em que o custo real de determinado item para a Agência seja inferior ao da tabela acima (por exemplo, quando uma grande produção ou tiragem de um documento resultou em custo inferior a US$ 5,00 por cem páginas), será cobrado o custo real menor. Itens publicados e disponíveis no Serviço Nacional de Informação Técnica (NTIS) também estão disponíveis na CIA, nos termos desta parte, ao preço do NTIS, conforme autorizado por lei.
(3) Outros serviços. Para todos os demais tipos de produto, produção ou reprodução (por exemplo, fotografias, mapas ou relatórios publicados), o custo real ou os valores autorizados por lei. A determinação do custo real incluirá o custo comercial do meio, o tempo de pessoal gasto na produção do item a ser liberado e uma parcela do custo do equipamento usado na produção do item ou, se a produção for feita por serviço comercial, esse valor será considerado o custo real para os fins desta parte.
(h) Limitações à cobrança de taxas. (1) Em geral. Nenhuma taxa será cobrada se o custo de cobrá-la for igual ou superior à própria taxa. Esse custo inclui os custos administrativos da Agência para faturar, receber, registrar e processar a taxa para depósito no Departamento do Tesouro e, na data deste regulamento, é considerado de US$ 10,00.
(2) Pedidos de informações pessoais. Nenhuma taxa será cobrada de requerentes que buscam registros sobre si mesmos com base na FOIA; esses pedidos são processados de acordo com a FOIA e com a Lei de Privacidade, para garantir a máxima divulgação sem custo.
(i) Categorias de taxa. Há quatro categorias de requerentes FOIA para fins de taxa: requerentes de “uso comercial”, requerentes de “instituição educacional e científica não comercial”, requerentes “representantes dos meios de comunicação” e “todos os demais” requerentes. As categorias estão definidas no §1900.02, e as taxas aplicáveis, que são iguais em duas das categorias, serão cobradas da seguinte forma:
(1) Requerentes de “uso comercial”: cobranças que recuperam o custo direto integral da busca, revisão e duplicação dos registros pertinentes (se houver);
(2) Requerentes de “instituição educacional e científica não comercial”, bem como requerentes “representantes dos meios de comunicação”: apenas cobranças por reprodução além das primeiras 100 páginas;
(3) Requerentes de “todos os demais”: cobranças que recuperam o custo direto integral da busca e reprodução dos registros pertinentes (se houver) além das primeiras 100 páginas de reprodução e das primeiras duas (2) horas de busca, que serão fornecidas sem custo.
(j) Pedidos associados. Um requerente ou requerentes associados não podem apresentar uma série de pedidos múltiplos que sejam meras subdivisões da informação efetivamente buscada, com o objetivo de evitar ou reduzir as taxas aplicáveis. Nesses casos, a Agência pode agregar os pedidos e cobrar as taxas aplicáveis.Nota editorial: Leituras automáticas corrigidas: “(fl Deposits” = (f) Deposits; “Schedule affees” = Schedule of fees; “collection offee-s” = collection of fees; “(i) Associated requests” = (j) Associated requests; “Diskette (3.S”)” = 3.5”. A tabela foi convertida em lista na tradução.
Conferir original em inglês
is not primarily in the commercial interest of
the requester; the Agency shall consider the
following factors when making this
determination:
(i) Whether the subject of the request
concerns the operations or activities of the
United States Government; and, if so,
(ii) Whether the disclosure of the
'
_
requested documents is likely to contribute to
an understanding of United States Govemment
operations or activities; and, if so,
.
(iii) Whether the disclosure of the
requested documents will contribute to public
understanding of United States Government
operations or activities; and, if so,
(iv) Whether the disclosure of the
requested documents is likely to contribute
significantly to public understanding of United
States Government operations and activities;
and
(v) Whether the requester has a
commercial interest that would be furthered by
the requested disclosure; and, if so,
(vi) Whether the disclosure is primarily in
the commercial interest of the requester.
(c) Fee waiver appeals. Denials of
_
requests for fee waivers or reductions may be
appealed*to the Chair of the Agency Release
Panel via the Coordinator. A requester is
encouraged to provide any explanation or
argument as to how his or her request satisfies
the statutory requirement set forth above.
(d) Time for fee waiver requests and
appeals. It is suggested that such requests and
appeals be made and resolved prior to the
initiation of processing and the incurring of
costs. However, fee waiver requests will be
accepted at any time prior to the release of
documents or the completion of a case, and fee
waiver appeals within forty-five (45) days of
our initial decision subject to the following
condition: if processing has been initiated,
then the requester must agree to be responsible
for costs in the event of an adverse
administrative or judicial decision.
(e) Agreement to pay fees. In order to
protect requesters from large andlor
unanticipated charges. the Agency will request
specific commitment when it estimates that
fees will exceed $100.00. The Agency will
hold in abeyance for forty-five (45) days
requests requiring such agreement and will
thereafter deem the request-closed. This
action, of course, would not prevent an
individual from refiling his or her FOIA
request with a fee commitment at a subsequent
date.
(fl Deposits. The Agency may require an
advance deposit of up to 100 percent of the
estimated fees when fees may exceed $250.00
and the requester has no history of payment. or
when, for fees of any amount, there is evidence
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Federal Register
/
- Vol. 62, No. ll5
/
Monday June '16 1997
I
Rules and Regulations
32483 - 32484
that the requester may not pay the fees which
would be accrued by processing the request.
The Agency will hold in abeyance for forty-
five (45) days those requests where deposits
have been requested.
(g) Schedule affees - 1) In general. The
schedule of fees for services performed in
responding to requests for records is
established as follows:
Personnel Search and Review
i
Clerical/Technical
Quarter
hour
$5.00
Professional
Quarter
/Supervisory
hour
l0.00
Manager/Senior
Quaner
Professional
hour
18.00
Computer Search and Production
Search (on-line)
Flat rate
10.00
30.00
Search (off-line)
Flat rate
Other activity
~ Per minute
10.00
Tapes (mainframe
Each
cassette)
9.00
Tapes (mainframe
Each
cartridge)
9.00
Tapes (mainframe
reel)
Each
_
20.00
Tapes (PC 9mm)
Each
25 .00
Diskette (3.S”)
Each
4.00
CD (bulk recorded)
Each
10.00
CD (recordable)
Each
20.00
Telecommunications
Per minute
.50
Paper (mainframe
Per page
printer)
.10
Paper (PC blw laser
Per Page
printer)
~
.10
printer
Paper PC color
Per page
1.00
Paper Production
Photocopy (standard
Per page
or legal)
_
.l0
Microfiche
Per frame
.20
Pre-printed
»
Per I00
(if available)
pages
5.00
(tr available)
'
Published
Per item
NTIS
(2) Application of schedule. Personnel
search time includes time expended in either
manual paper records searches, indices
searches, review of computer search results for
relevance, personal computer system searches,
and various reproduction services. In any
event where the actual cost to the Agency of a
particular item is less than the above schedule
(e.g., a large production or run of a document
resulted in a cost of less than $5.00 per
hundred pages). then the actual lesser cost will
be charged. items published and available at
the National Technical information Service
(NTIS) are also available from CIA pursuant
__
7
,
.
.
to this part at the NTIS price as authorized by
stalme.
(3) Other services. For all other types of
output, production, or reproduction (e g..
photographs, maps, or published reports),
actual cost or amounts authorized by statute.
Determinations of actual cost shall include the
commercial cost of the media, the personnel
time expended in making the item to be
released, and an allocated cost of the
equipment used in making the item, or, if the
production is effected by a commercial
service, then that charge shall be deemed the
actual cost for purposes of this part.
(h) Limitations on collection offee-s. --
(1) In general. No fees will be charged ii’ the
cost of collecting the fee is equal to or greater
than the fee itself. That cost includes the
administrative costs to the Agency of billing,
receiving, recording, and processing the fee for
deposit to the Treasury Department and, as of
the date of these regulations, is deemed to be
$10.00.
(2) Requests for personal information.
No fees will be charged for requesters seeking
records about themselves under the FOIA;
such requests are processed in accordance with
both the FOlA and the Privacy Act in order to
ensure the maximum disclosure without
charge.
(i) Fee categories. There are four
categories of FOIA requesters for fee
purposes: "C0mnwrcial use
” requesters,
"educational and non-commercial scientific
institution" reqnesters, "representatives of the
news media" requesters, and "all other"
requesters. The categories are defined in
§l900.02, and applicable fees, which are the
same in two of the categories, will be assessed
as follows:
(l) "Commercial use " requesters:
Charges which recover the full direct costs of
searching for, reviewing, and duplicating
responsive records (if any);
(2) "Educational and non-commercial
sclenriflc institution" requesters as well as
"representatives of the news media"
requesters: Only charges for reproduction
beyond the first 100 pages;
(3) "All other" requesters: Charges which
recover the full direct cost of searching for and
reproducing responsive records (if any)
beyond the first 100 pages of reproduction and
the first two (2) hours of search time, which
will be furnished without charge.
(i) Associated requests. A requester or
associated requesters may not file a series of
multiple requests, which are merely discrete
subdivisions of the information actually sought
for the purpose of avoiding or reducing
applicable fees. in such instances, the Agency
may aggregate the requests and charge the
applicable fees.
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 46, contando a capa.
TRECHO 47 · PÁGINA FÍSICA 47
Página física 47: folha de rosto do Anexo C
ANEXO CNota editorial: Só o título “EXHIBIT C” e as faixas “Approved for Release: 2025/06/11 C07083374”.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
EXHEBIT c
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 47, contando a capa.
TRECHO 48 · PÁGINA FÍSICA 48
Página física 48: recurso de Larry W. Bryant à CIA, 3/10/2008 (Anexo C, 1ª página)
LARRY W BRYANT [espaço suprimido, (b)(6)]
Item 2.9: Carta de recurso sobre o pedido FOIA de LWB à CIA
Larry W. Bryant [suprimido] | Sexta-feira, 3 de outubro de 2008, às 22h54 | (b)(6)
Para: [suprimido] (b)(6)
[Sinal de visto à mão] PARA: Diretor da Agência Central de Inteligência dos EUA
A/C: Presidente do Painel de Liberação de Registros da Agência
Washington, DC 20505
[Carimbo de recebimento:] 14 OUT 2008
DE: Larry W. Bryant [endereço suprimido, (b)(6)]
DATA: 3 de outubro de 2008
Esta carta recorre da decisão de 30 de setembro de 2008 da coordenadora de informação e privacidade da CIA, Delores M. Nelson, de negar minha condição de requerente FOIA como representante dos meios de comunicação no que se refere ao meu pedido FOIA de 23 de agosto de 2008 (referência da CIA F-2008-01781, enviado originalmente em 13 de agosto ao Diretor de Inteligência Nacional).
A negativa da Sra. Nelson, citada abaixo, invoca uma história ufológica oficial requentada para desviar o ponto central do meu pedido, isto é, que qualquer ação tomada por qualquer funcionário da CIA para suprimir ou desestimular ilegalmente a exposição pública da realidade dos UFOs (como foi feito no caso do encontro com UFO no Alasca em 1986) tem valor jornalístico atual, o que justifica que os senhores dispensem todas as taxas de busca de registros.
Amplas evidências que definem minha condição de requerente continuam publicadas no meu blog, http://ufoview.posterous.com. A jurisprudência federal aplicável (sobretudo a ação movida há anos contra sua agência pelo National Security Archive, sediado em Washington, D.C.) confirma que nenhum “representante dos meios de comunicação” precisa justificar seu pedido FOIA como busca de registros que “provavelmente [contribuam] de modo significativo para a compreensão pública das operações e atividades do governo dos Estados Unidos”. Além disso, o pacote de registros sobre UFOs mantidos pela CIA e já liberados seria um repositório muito improvável para uma documentação tão incriminadora para a agência quanto a relativa ao caso do Alasca de 1986.
Por meio deste recurso, caracterizo meu “pedido” de isenção de taxas de busca de registros como uma EXIGÊNCIA, à luz da redação atual da Lei de Liberdade de Informação dos EUA, conforme expressa no subparágrafo (a)(4)(A)(ii)(II), a saber: “as taxas serão limitadas a cobranças-padrão razoáveis pela duplicação de documentos quando... o pedido for feito por... um representante dos meios de comunicação”. Assim, pretendo ajuizar ação na Justiça Federal dos EUA para contestar qualquer negativa deste recurso.Nota editorial: Os quadros brancos com a marca (b)(6) são supressões de dados pessoais feitas pela CIA na liberação. Leituras automáticas corrigidas: “ClA reference R2008-01781” = F-2008-01781; “Washington, DC 20605” = 20505. O endereço do blog é público e consta no texto não suprimido; o caso do Alasca de 1986 é o voo 1628 da Japan Air Lines.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
LARRY w eRYAi\irl
l
(b)(6)
.4-..,....a ........ .....-. ., ~. .... .. ............._ .....
.... ...._.._.....,,i.._...,.a ....... _.._... ..._-..-..-..._..1.(....,,~..-..,..,.._ _._. ~._.. ...
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.-..._. ,t...._..-.-~..,.t.._. ...._.._<..-. s _.,-..-,_.,.._..
.. . ... _
-.._,... .. _-_.. ..........m........ ....~,...,
‘/
_
..
item 2.9: Appeal Letter re
~F~lA Reuest ta
SEA
TO: Director, U. S. Central intelligence Agency
4
I
ATTN: Chairman, Agency Records-Release Panel
-
Washington, DC 20605
e
aiiiz
rI
FROM: Larry W. Bryant
DATE: October 3, 2008
y
This letter appeals the Sept. 30, 2008, decision 0f.ClA information and_privz_icy coordinator
Delores.»M.i Nelsonto;deny:my"F0lA-reques'terris~tatus.:as 1a;representati.ves-.ci the newslrnevdia
as regards my FOlA request of August 23, 2008 (ClA reference R2008-01781 -- sentvoriginally
on.Augusl 13th to the Director ofi\lati0nal intelligence).
.
.
.
-
lvls. Nelson's below-quoted'd1en_ial inv.okes.warmed~over otficial UFOlogical history to deflect the
crux of my reqiiest.-'-_ i.e,, that any action taken by any ClA personnel to unlawfully suppressl
dissuade public e><_oo.s-ure of UFO reality (as was done in the case the Alaskan UFO encounter
of 1986) has contemporary news value, thus warranting your waiver of all records-search fees.
Ample evidence defining my requester status remains posted upon my biog site of
.'£Q.\fl<it'>sQm§.£tw§._C.Qm .
Applicable federal case law (most notably the yearséold lawsuit
waged against your: agency by the Washington, D.C.-based National Security Archive)
Qonfifms that "0 "F@DFfB$@ntatiye of the news media" need justify his/her.FOlA request as
seeking records "l~il<ely [to] contribute significaintlyto public understanding of the operations
and activities of the Unitedfitates gov'ernment."' Whats more, the package of previously
released ClA»maintained UFO»related records would be a most unlikely repositoiy for such
agency-incrimiiiating documentation as that pertaining to the 1986 Alaskan case.
l3§ti"tthi>3<~8j£lp8Ell,-'l'l7l€i‘8l3y5'Ci'l€:ii?E1C1t3i'lZ€ my records-Isearch-fee.-.waiyer_‘.'lrequest" as _a;DEiyiAND,
'0 "903 @?'lh@'<3UFF@fll‘6diii0'h Otthe U. :S.:Fr‘e'edom1of lnf_ormation'Act'-s dictum 5as;expr.essed in
subparagraph,(a)(4)(A)(ii)(ll), namely: "tees shall be limited to reasonable standard charges for
document duplication when .
.
. the request is made by .
.
. a representative of the news
Zlpépdiafi Accordingly, l intend to file suit in U. S. District Court to challenge any denial ofthis
ea .
t
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Fri, Oct 3, 2008 at
Larry w. Bryantl
l
10:54 PM
(b)(6
ml
l
_
(b)(6
(b)(6)Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 48, contando a capa.
TRECHO 49 · PÁGINA FÍSICA 49
Página física 49: fim do recurso de Bryant e início da transcrição, feita por ele, da carta de Delores M. Nelson de 30/09/2008
Ao processar e deferir este recurso, peço também que encaminhem cópia de toda a correspondência relacionada ao inspetor-geral da CIA, para que ele investigue as circunstâncias, os responsáveis e as atividades relacionadas à revelação do ex-funcionário da FAA John J. Callahan de que um ou mais funcionários da CIA exerceram ilegalmente pressão oficial sobre o direito de Callahan de não participar de qualquer acobertamento do caso do Alasca de 1986 dirigido ou apoiado pela CIA. O atendimento a este pedido de encaminhamento ao IG [inspetor-geral] não só contribuiria de modo significativo para a compreensão pública das operações e atividades da Agência Central de Inteligência dos EUA; também ajudaria a garantir a responsabilização por qualquer política ou prática da CIA que interfira no interesse legítimo do público na busca da verdade sobre os UFOs.
Pelo correio comum, estou enviando aos senhores uma via impressa e assinada desta carta em formato eletrônico.
LARRY W. BRYANT [assinatura e espaço suprimidos, (b)(6)] [anotação à mão:] 6 OUT 2008
Cópias enviadas a:
Editor, UFO Magazine
Jonathan L. Katz, advogado
Presidente do Comitê Especial de Inteligência do Senado dos EUA
Diretor do Escritório de Prestação de Contas do Governo dos EUA
- - - - - - - - - - - - - - - -
TEXTO DA CARTA DA SRA. NELSON A LWB (30 set. 08):
Referência: F-2008-01781
Prezado Sr. Bryant:
Esta é uma resposta final ao seu pedido com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA), de 23 de agosto de 2008, recebido no escritório do Coordenador de Informação e Privacidade em 28 de agosto de 2008, referente aos seguintes registros recebidos e gerados pela CIA:
(1) Os que digam respeito à convocação, lista de presença, exposições, atas e toda a demais documentação relacionada à reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C.;
(2) Os que digam respeito a todos os demais casos semelhantes de encontros com UFOs em voo supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.
Atribuímos ao seu pedido o número de referência acima. Por favor, use esse número na correspondência para que possamos identificá-lo facilmente.
Sobre o tema geral dos Objetos Voadores Não Identificados (UFOs), não há esforço organizado da CIA para fazer pesquisa relacionada ao fenômeno UFO, nem houve esforço organizado para coletar informações de inteligência sobre UFOs desde os anos 1950. Naquela época, a Força Aérea, especificamente o Centro de Inteligência Técnica Aérea da Base Aérea de Wright-Patterson, tinha a responsabilidade principal pela investigação de todos os relatos de avistamentos de UFO. O papel da CIA foiNota editorial: A data “6 OCT 2008” está escrita à mão ao lado da assinatura suprimida.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
As you process and grant this appeal, I also ask that you forward a copy of all its related
correspondence to the CiA inspector general for him to investigate the circumstances,
principals, and activities related to former FAA official John J. Callahans revelation that one or
more CIA personnel have unlawfully applied official pressure upon Callahan's right not to.
engage in any CIA-directed/supported cover-up of the 1986 Alaskan case. Your complying
with this lG-referral request not only would contribute significantly to public understanding of
the operations and activities of the U. S. Central intelligence Agency; it also would help secure
accountability for any ClA policy/practice that interferes with the public‘s stakeholdership in
pursuit of UFOtruth.
-
-
~
By snail-mail, l‘m sending to you a signed printout ofthis e-formatted letter.
(b)(6) % QUE?’ 206%’
ti
LARRY W. BRYANT
Copies furnished to:
Editor, UFO Magazine
.
Jonathan L. Katz, Esq.
Chairman, Select Committee on intelligence, U. S. Senate
Director, U. S. Government Accountability Ofiice
TEXT OF MS. NELSON'S LETTER TO LWB (30 Sep O8)I
Reference: F -2008-01781
Dear lvlr. Bryant:
This is a final response to your 23 August 2008 Freedom of information Act (FOlA) request,
received in the office of the information and Privacy Coordinator on 28 August 2008, for the
"
following ClA-received and ‘CIA-generated records:
‘
i
(1) As pertain to the convening, attendance roster, bn'efing_s, minutes, and all other related
documentation of the 1987 special meeting at FAA headquarters in Washington, DC;
(2) As pertain to all other similar cases of airborne UFO encounters reportedly occurring since
Nov. 17, 1986, to date.
_
We have assigned your request the reference number above. Please use this number when
corresponding so that we canidentity it easily.
On the general subject of Unidentified Flying Objects (UFOs), there is no organized CIA effort
to do research in connection with UFO phenomena, nor has there been an organized effort to
collect intelligence on UFOs since the 1950s. At that time, the Air Force, specifically the Air
Technical intelligence Center at Wright Patterson Air Force Base, had the primary
responsibility ‘for the investigation of all reportsof UFO sightings. The ClA's role was in
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TRECHO 50 · PÁGINA FÍSICA 50
Página física 50: continuação da carta de Nelson de 30/09/2008 transcrita por Bryant (histórico, páginas liberadas, valor e negativa de isenção)
relacionado a um Painel Consultivo Científico, criado para investigar e avaliar relatos de UFOs. O painel tratava apenas de qualquer aspecto do fenômeno UFO que pudesse vir a representar ameaça potencial à segurança nacional dos Estados Unidos. Mais tarde, o painel emitiu um relatório de suas conclusões, o Relatório do Painel Científico sobre Objetos Voadores Não Identificados, de 17 de janeiro de 1953, também conhecido como Relatório Robertson. O relatório foi divulgado pelo Escritório de Informação Pública da Força Aérea em 9 de abril de 1958. A investigação da Força Aérea, chamada Projeto Bluebook [sic], foi encerrada em 1969. Entendemos que a Força Aérea entregou seus registros sobre o assunto à Administração Nacional de Arquivos e Registros, onde estão atualmente disponíveis para consulta e compra. Atualmente não há programa da CIA para coletar ativamente informações sobre UFOs, embora desde a época do Relatório Robertson tenha havido casos esporádicos de correspondência sobre o assunto, e de vez em quando recebemos vários tipos de relatos de avistamentos de objetos da categoria UFO.
Até esta data, porém, a Agência liberou a numerosos requerentes anteriores 1.022 páginas de documentos relacionados a UFOs com base na FOIA. A maior parte desse material foi localizada em consequência de uma busca anterior de registros feita a pedido de um requerente anterior que pedia informações sobre UFOs até 1979, e em consequência de uma busca atualizada recente feita a pedido de um requerente anterior que pedia informações sobre UFOs de 1979 até 15 de março de 1990. Todo o material liberável resultante dessas buscas anteriores e minuciosas está incluído neste pacote. Esses documentos não estão indexados, e a maior parte do material trata de assuntos relacionados ao relatório do Painel Consultivo Científico. Devemos informá-lo de que a maioria dos relatórios sobre os avistamentos de UFO considerados pelo Painel se originou em outros órgãos do governo, como a Força Aérea, e de que boa parte dos relatórios posteriores produzidos pela CIA diz respeito a avistamentos noticiados pela imprensa estrangeira. De acordo com a tabela de taxas anexa, o material acima referido custa dez centavos por página, descontadas as primeiras 100 páginas, para requerente da categoria “todos os demais”.
Além disso, em consequência da entrevista de rádio do ex-diretor Woolsey em 14 de dezembro de 1993, foi feita uma nova liberação recente de 1.757 páginas, o que eleva o total a 2.779 páginas. Portanto, caso deseje comprar esse pacote, envie-me seu cheque ou ordem de pagamento de US$ 267,90, nominal ao Tesoureiro dos Estados Unidos, e cite o número de referência acima para garantir o crédito correto em sua conta.
O senhor também tem a opção de examinar a liberação inicial de 991 páginas no site eletrônico de FOIA da CIA na internet. O acesso a esse site pela página inicial é: http://www.foia.ucia.gov.
Devo considerar seu pedido de isenção de taxas segundo os critérios definidos pelos regulamentos FOIA da Agência, que o senhor encontrará na Parte 1900 do Título 32 do Código de Regulamentos Federais (CFR). Examinei seu pedido segundo esses critérios e concluí que sua solicitação não os atende, porque a informação que o senhor busca já é de domínio público e sua nova liberação provavelmente não contribuiria de modo significativo para a compreensão pública das operações e atividades do governo dos Estados Unidos. Por isso, nego seu pedido de isenção de taxas.
O senhor pode recorrer desta decisão, aos meus cuidados, no prazo de 45 dias a contar da data desta carta. Caso decida recorrer da negativa do seu pedido de isenção de taxas, recomenda-se que apresente uma explicação que fundamente seu recurso. Os regulamentos da Agência também especificam que, se a Agência já tiver começado a processar um pedido, ela só poderá aceitar recurso contra a negativa de isenção de taxas se o requerente concordar em ser responsável pelos custos em caso de decisão administrativa ou judicial desfavorável.Nota editorial: Números conferidos: 1.022 páginas, 15 de março de 1990, 14 de dezembro de 1993, 1.757 páginas, total de 2.779, US$ 267,90, 991 páginas. O endereço do site aparece no fac-símile como “http://www.foia.ucia.gov” (provavelmente “foia.cia.gov”); mantido como impresso. A conta confere: (2.779 - 100) x US$ 0,10 = US$ 267,90. O “[sic]” após “Bluebook” está no original.
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j
connection with a Scientific Advisory Panel, established to investigate and evaluate reports of
UFOs. The panel was concerned only with any aspect of UFO phenomena which might prove
to present a potential threat to the United States national security. The panel later issued a
report of its findings, the Report of the Scientific Panel on Unidentified Flying Objects dated 17
January 1953, also known as the Robertson Report. The report was released by the Air Force
Orfice of Public information on 9 April 1958. The Air Force investigation, called Project.
Bluebook lsic], was terminated in 1969. We understand that the Air Force turned its records
on this subject over to the National Archivesand Records Administration where they are
currently available for inspection and purchase. There is currently no CIA program to actively
collect information on UFOs, although since the time of the Robertson Report there have been
sporadic instances of correspondence dealing with the subject, and we occasionally receive
various kinds of repoits oi sightings of objects in the UFO category.
As of this date, however, the Agency has released to numerous previous requesters 1,022
pages of UFO-related documents under the FOlA. Most of this material was located as a
result of a previous search for records conducted on behalf of an earlier requester for
iriiorrnation regarding UFOs up through 1979, and as a result of a recent updated search for
records conducted on behalf of an earlie.r requester for information regarding UFOs from 1979
through 15 l\/larch 1990. Any releasable material as a result of these earlier, thorough
j
searches is included in this package. These documents are not indexed, and most of the
material deals with matters related to the report by the Scientific Advisory Panel. We should
advise you that most of the reports dealing with the UFO sightings considered by the Panel
originated with other government agenciessuch as the Air Force, and that much of the later
ClA-originated reports concern sightings as reported in the foreign news media. in accordance
with our enclosed fee schedule. the material referred to above costs ten cents per page less
the first 100 pages as a requester in the "all other" category.
Also, as a result of former Director Woolsey's 14 December 1993 radio interview, a recent
further release of 1,757 pages has been made bringing the total amount of pages to 2,779.
Thereiore,_should you wish to purchase this package, please send us your check or money
order for US$267.90 to me, made payable to the Treasurer of the United States and cite the
reference number above to ensure proper credit to your account.
You also have the option of reviewing the initial release of 991 pages on the CiA's electronic
l—iJlA tl1l€Fll€l site. The access for this site via homepage URL is;
l_"lllj;JI/i1V\f_\{\[‘_,{§(_,_li_t)_lH,,t4‘(Zl?:Z.~'_Ql()_\._’
.
l must consider your request for a fee waiver under the standards the Agency FOIA regulations
outline, which you will find at Part 1900 of Title 32 of the Code of Federal Regulations (CFR).
l
have reviewed your request under those standards and determined that your petition does not
meet them because disclosingthe information you seek is already in the public domain and its
re~release would not likely contribute-significantly to public understanding of the operations and
activities of the United States Government.
l therefore deny your request for a tee waiver.
You may appeal this decision, in my care, within 45 days from the date of this letter. Should
you choose. to appeal the denial of your request for a fee waiver, -you are encouraged to provide
an explanation suppoiting your appeal. Agency regulations also specify that if the Agency has
started to process a request, the Agency may only accept an appeal of a fee waiver denial if
the requester agrees to be responsible for the costs in the event of an_adverse administrative or
judicial decision.
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TRECHO 51 · PÁGINA FÍSICA 51
Página física 51: fecho da carta de Nelson de 30/09/2008, transcrita por Bryant
Para ajudá-lo ainda mais, segue anexa uma cópia de um artigo da revista interna da CIA Studies in Intelligence, verão de 1997, intitulado “CIA's Role in the Study of UFOs, 1947-90” [O papel da CIA no estudo dos UFOs, 1947-90]. Este item está sendo fornecido sem custo, já que tem menos de 100 páginas. Confiamos em que as informações anexas e as fornecidas acima lhe serão úteis.
Atenciosamente,
Delores M. Nelson
Coordenadora de Informação e Privacidade
AnexoNota editorial: Abaixo do fecho há uma linha tracejada e o resto da página está em branco. O artigo citado é o que aparece nas páginas físicas 30 a 44 deste PDF.
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in an effort to assist you further, enclosed is" a copy of an article from the ClA's internal
magazine Studies in intelligence, Summer 1997, entitled "ClA's Role in the Study of UFOs,
1947-90." This item is}; being provided at no cost since it is under 100 pages. We trust that
the information enclosed and that provided above will be helpful.
-
'
Sincerely,
Delores M. Nelson
information and Privacy Coordinator
Enclosure
'
-
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 51, contando a capa.
TRECHO 52 · PÁGINA FÍSICA 52
Página física 52: folha de rosto do Anexo D
ANEXO DNota editorial: Só o título “EXHIBIT D” e as faixas de liberação.
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 52, contando a capa.
TRECHO 53 · PÁGINA FÍSICA 53
Página física 53: carta da CIA (Delores M. Nelson) a Bryant, 28/10/2008, que recusa o recurso (Anexo D, 1ª página)
[Selo da Agência Central de Inteligência]
Washington, D.C. 20505
28 de outubro de 2008
Sr. Larry W. Bryant
[endereço suprimido, (b)(6)]
Referência: F-2008-01781
Prezado Sr. Bryant:
Recebemos sua carta de 3 de outubro de 2008, que recorre de nossa resposta final de 30 de setembro de 2008 ao seu pedido com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA) referente aos “seguintes registros recebidos e gerados pela CIA:
(1) Os que digam respeito à convocação, lista de presença, exposições, atas e toda a demais documentação relacionada à reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C.;
(2) Os que digam respeito a todos os demais casos semelhantes de encontros com UFOs em voo supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.”
Especificamente, o senhor recorreu de nossa decisão de lhe negar a condição de representante dos meios de comunicação e de negar seu pedido de isenção de taxas.
Em primeiro lugar, informamos que os requerentes FOIA não têm direito de recurso quanto à determinação da categoria de taxa feita por um órgão. Informamos também que, como os registros pertinentes ao assunto do seu pedido já foram liberados anteriormente, e nenhuma busca adicional foi feita após o recebimento do seu pedido, o senhor seria responsável pelos custos de cópia associados a este pedido independentemente da categoria de taxa. Como observamos em nossa carta de resposta final de 30 de setembro de 2008, os custos de cópia são de dez centavos por página, descontadas as primeiras 100 páginas. Essas taxas de cópia se aplicariam mesmo que o colocássemos na categoria de taxa de representante dos meios de comunicação.
Quanto ao seu pedido de isenção de taxas, os regulamentos da Agência são claros: recursos contra a negativa de isenção serão aceitos dentro de quarenta e cinco (45) dias da nossa decisão inicial, sujeitos à seguinte condição: se o processamento já tiver sido iniciado, o requerente deve concordar em ser responsável pelos custos em caso de decisão administrativa ou judicial desfavorável. Esse regulamento está codificado em 32 C.F.R. § 1900(d). Como o senhor não concordou com essa condição nem no seu pedido FOIA inicial nem na sua carta de recurso, não podemos aceitar seu recurso contra a negativa de isenção de taxas.Nota editorial: Papel timbrado com o selo da CIA; o endereço do destinatário está suprimido com a marca (b)(6). A citação “32 C.F.R. § 1900(d)” é como está na carta (a regra correspondente aparece no §1900.13(d) do Federal Register anexo, página física 46).
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Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
' '
Washington. n.c. 20505
October 28, 2008
Mr. Larry W. Bryant
Reference: F~2008-0178 1
Dear Mr. Bryant:
-
We received your 3 October 2008 letter appealing our 30 September 2008 final response
to your Freedom of Information Act (FOLA) request for “the following ClA—received and CIA-
generated records
:.
(l) As pertain to the convening, attendance roster, briefings, minutes, and all
other related documentation of the 1987 special meeting at FAA headquarters in
Washington, D.C.;
-
g
'_-
(2) As pertain to all other similar cases of airborne UFO encounters reportedly
occurring since Nov. 17, 1986, to date.”
Specifically, you appealed our determination to deny you status as a representative of the news
media, and to deny your request for a fee waiver.
Initially, please be advised that FOIA requesters have no appeal rights regarding an
agency’s fee category determination. Please also be advised that since records responsive to the
subject of your requ.est have been previously released, and no additional searches were
conducted following receipt of your request, you would be responsible for copying costs
associated with this request regardless of fee category determination. As we noted in our final
response letter of 30 September 2008, copying costs are ten cents per page less the first 100
pages.’ These copying fees would apply even if we were to place you into the representative of
-
the news media fee category.
With regard to your request for a fee waiver, Agency regulations are clear that fee waiver
appeals will be accepted within forty-five (45) days of our initial decision subject to the
following condition: If processing has beeninitiated, then the requester must agree to be
responsible for costs in the event of an adverse administrative or judicial decision. This
regulation is codified in 32 C.F.R. § l900(d). Since you neither agreed to this condition in your
initial FOIA request, nor in your appeal letter, we cannot accept your fee waiver denial appeal.
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(b)(6Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 53, contando a capa.
TRECHO 54 · PÁGINA FÍSICA 54
Página física 54: fecho da carta de Nelson de 28/10/2008
Como observado em nossa carta de resposta final, se o senhor desejar obter cópias de todas as 2.779 páginas pertinentes liberadas anteriormente, envie-me seu cheque ou ordem de pagamento de US$ 267,90, nominal ao Tesoureiro dos Estados Unidos, e cite o número de referência acima para garantir o crédito correto em sua conta.
Atenciosamente,
[assinatura:] Delores M. Nelson
Delores M. Nelson
Coordenadora de Informação e PrivacidadeConferir original em inglês
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As noted in our final response letter, if you wish to obtain copies of all 2,779 previously
released responsive pages, please send me your check or money order for US$267.90, made
payable to the Treasurer of the United States, and cite the reference number above to ensure
proper credit to your account.
p
Sincerely,
Delores M. Nelson
Information and Privacy Coordinator
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 54, contando a capa.
TRECHO 55 · PÁGINA FÍSICA 55
Página física 55: folha de rosto do Anexo E
ANEXO ENota editorial: Só o título “EXHIBIT E” e as faixas de liberação.
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TRECHO 56 · PÁGINA FÍSICA 56
Página física 56: carta da CIA (Delores M. Nelson) a Bryant, 23/06/2009, que reabre o pedido e concede a categoria de imprensa (Anexo E)
Agência Central de Inteligência
[Selo da Agência Central de Inteligência]
Washington, D.C. 20505
23 de junho de 2009
Sr. Larry W. Bryant
[endereço suprimido, (b)(6)]
Referência: F-2008-01781
Prezado Sr. Bryant:
Esta carta se refere ao seu pedido com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA), de 23 de agosto de 2008, recebido no escritório do Coordenador de Informação e Privacidade em 18 de agosto de 2008, referente aos seguintes registros recebidos e gerados pela CIA:
(1) Os que digam respeito à convocação, lista de presença, exposições, atas e toda a demais documentação relacionada à reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C.; e
(2) Os que digam respeito a todos os casos semelhantes de encontros com UFOs em voo supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.
Observe que, após nova análise, a Agência está reabrindo o processamento do seu pedido; será feita uma busca de registros existentes até 15 de junho de 2009. O senhor também pediu a condição de imprensa. Como seu pedido diz respeito a UFOs e o senhor é colunista do periódico de bancas UFO Magazine, estamos colocando-o na categoria de taxa “meios de comunicação” para este pedido. Assim, o senhor será responsável apenas pelo custo de reprodução de quaisquer registros liberados em resposta ao seu pedido. Os custos de cópia são de dez centavos por página, descontadas as primeiras 100 páginas.
Atenciosamente,
[assinatura:] Delores M. Nelson
Delores M. Nelson
Coordenadora de Informação e PrivacidadeNota editorial: A carta diz que o pedido de 23 de agosto de 2008 foi recebido em “18 August 2008”, data anterior à do próprio pedido; a carta de 30/09/2008 (página física 49) dá 28 de agosto de 2008. A divergência está no original e foi mantida. Os itens (1) e (2) estão em negrito no original.
Conferir original em inglês
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
Central Intelligence Agency
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Washington, DC. 31305
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23 June 2009
Mr. Larry W. Bryant
Reference: F-2008-0 17 8 1
Dear Mr. Bryant:
This is in reference to your 23 August 2008 Freedom of Inforrnation Act (FOIA)
request, received in the offioe of the Information and Privacy Coordinator on
_
18 August 2008, for the following CIA-received and CIA-generated records:
(1) As pertain to the convening, attendance roster, briefings, minutes, and all
other related documentation of the 1987 special meeting at FAA
headquarters in Washington, D.C.; and
.
'(2) As pertain to all similar cases of airborne UFO encounters reportedly
occurring since Nov. 17, 1986, to date.
Please note that upon further review, the Agency is reopening the processing of
your request; a search will be conducted for records in existence through 15 lune 2009.
You also requested news media status. Since your request pertains to UFOs and you are a
columnist with the newsstand periodical, UFO Magazine, we are placing you in “news
media” fee category for this request. Accordingly, you will be responsible only for the
cost of reproducing any records released in response to your request. Copying costs are
ten cents per page less the first 100 pages.
Sincerely,
C§l»5‘1!¢}7L.l§£l¢<4.‘
Delores M. Nelson
Information and Privacy Coordinator
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
(b)(6Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 56, contando a capa.
TRECHO 57 · PÁGINA FÍSICA 57
Página física 57: folha de rosto do Anexo F
ANEXO FNota editorial: Só o título “EXHIBIT F” e as faixas de liberação.
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TRECHO 58 · PÁGINA FÍSICA 58
Página física 58: resposta final da CIA (Delores M. Nelson) a Bryant, 21/10/2009 (Anexo F)
Agência Central de Inteligência
[Selo da Agência Central de Inteligência]
Washington, D.C. 20505
21 de outubro de 2009
Sr. Larry W. Bryant
[endereço suprimido, (b)(6)]
Referência: F-2008-01781
Prezado Sr. Bryant:
Esta é uma resposta final ao seu pedido com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA), de 23 de agosto de 2008, e ao litígio subsequente, referente aos seguintes registros recebidos e gerados pela CIA:
(1) Os que digam respeito à convocação, lista de presença, exposições, atas e toda a demais documentação relacionada à reunião especial de 1987 na sede da FAA em Washington, D.C.;
(2) Os que digam respeito a todos os demais casos semelhantes de encontros com UFOs em voo supostamente ocorridos desde 17 de novembro de 1986 até hoje.
Processamos seu pedido de acordo com a FOIA, 5 U.S.C. § 552, com as alterações posteriores, e com a Lei de Informação da CIA, 50 U.S.C. § 431, com as alterações posteriores. Nosso processamento incluiu uma busca de registros, como descrito em nossa carta de 23 de junho de 2009, existentes até a data de 15 de junho de 2009.
Não foram localizados registros pertinentes ao item 1. Quanto ao item 2, localizamos material do governo dos Estados Unidos que não foi produzido pela CIA. Esse material parece ser relevante para o seu pedido e foi encaminhado ao órgão que o produziu, para revisão e resposta direta ao senhor. Observe que os regulamentos da CIA sobre recursos administrativos estabelecem que nenhum recurso será aceito se a informação em questão for objeto de litígio pendente na Justiça Federal.
Atenciosamente,
[assinatura:] Delores M. Nelson
Delores M. Nelson
Coordenadora de Informação e PrivacidadeNota editorial: Os itens (1) e (2) e a expressão “for the following CIA-received and CIA-generated records” estão em negrito no original. A carta não identifica o órgão de origem do material encaminhado.
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Washington, DC. 20505
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21 October 2009
Mr. Larry W. Bryant
Reference: F-2008-0.1781
Dear Mr. Bryant:
This is a final. response to your 23 August 2008 Freedom of Information Act (FOIA)
-
request, and subsequent litigation, for the following CIA-received and CIA-generated records:
(1) As pertain to the convening, attendance roster, briefings, minutes, and
all other related documentation of the 1987 special meeting at FAA
headquarters in Washington, D. C.;
(2) As pertain to all other similar cases of airborne UFO encounters
reportedly occurring since November 17, 1986, to date.
We processed your request in accordance with the FOIA, 5 U.S.C. § 552, as amended, and the CIA
Information Act, 50 U.S.C. § 431, as amended. Our processing included a search for records as
A
described in our 23 June 2009 letter" existing through the date of 1.5 June 2009.
No records responsive to item l were located. With respect to item 2, we have located
United States Government material that was not originated by CIA. This material appears to be
relevant to your request and has been referred to its originating agency for review and direct
response to you. Please note that the CIA regulations governing administrative appeals provide
that no appeal shall be accepted if the information in question is the subject of a pending litigation
i.n the federal courts.
r
Sincerely,
<5/lac )?t.4£¢.,,,.\
Delores M. Nelson
Information and Privacy Coordinator
Approved for Release: 2025/06/11 C07083374
(b)(6Consultar a ficha do documento ↗ · Página física 58, contando a capa.
Datas e contexto documental
- Acontecimento
- 21/01/2010 — Data em que a declaração foi firmada (página física 19). O avistamento citado no pedido é de 17/11/1986; a reunião alegada é de 1987, sem data informada.
- Documento
- 21/01/2010 — Declaração “executed this 21st day of January, 2010”. Os anexos vão de 13/08/2008 (e-mail de Bryant) a 21/10/2009 (resposta final da CIA).
- Publicação
- 11/06/2025 — Carimbo “Approved for Release: 2025/06/11 C07083374” em todas as páginas.
Origem e divulgação
CIA; declaração de Delores M. Nelson, coordenadora de informação e privacidade. Anexos: correspondência de Larry W. Bryant (requerente) e da CIA; artigo de Gerald K. Haines, historiador do NRO, em Studies in Intelligence (CIA, 1997); trecho do 32 C.F.R. Parte 1900 · CIA-FOIA-07083374_Declaration-in-Bryant-v-CIA_2010.pdf
Páginas físicas 1 a 29 traduzidas; páginas 30 a 58 lidas para a descrição do documento inteiro. Documento C07083374 da CIA Reading Room.
Relatos relacionados e suas diferenças
- Encontro da Japan Airlines sobre o Alasca (1986)
- Outro pedido de Larry W. Bryant, ao FBI (1974)
- Passaic, 1952: as fotos do disco com cúpula
- Washington, 2006: Larry Bryant recorre à CIA por arquivos de McCarthy e de Corso, e a agência diz não ter registros
Perguntas para continuar a investigação
- Quais eram os três documentos do Departamento de Estado e da Agência de Segurança Nacional sobre encontros aéreos posteriores a 1986, e o que essas agências responderam a Bryant?
- Como o tribunal decidiu o pedido de julgamento sumário da CIA na ação 09-0940?
- Existem registros da FAA sobre a reunião de 1987 descrita por John J. Callahan?
GEOGRAFIA DO CASO
Washington, D.C., EUA
Referência aproximada da sede do tribunal e dos órgãos envolvidos, posicionada pela redação. Não indica o local do avistamento de 1986, que ocorreu sobre o Alasca.
RASTRO DOCUMENTAL
Volte às fontes
As referências usam páginas físicas do PDF, contando a capa. Os resumos são apresentados em português; os documentos preservam seu idioma original.
- CIA-FOIA-07083374_Declaration-in-Bryant-v-CIA_2010.pdf
Páginas físicas 1 a 58: declaração de Delores M. Nelson (CIA), de 21/01/2010, em Bryant v. CIA, com os anexos A a F; tradução integral das páginas 1 a 29 neste dossiê
CIA · 58 páginas
Síntese editorial baseada no fichamento do acervo, revista em 26/09/2026. Como lemos os documentos.


